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Prevalência de auto-anticorpos contra antígenos celulares em pacientes com infecção pelos Vírus da dengue e Vírus linfotrópico de células T humanas, HTLV - 1 e 2BICHARA, Carlos David Araújo 26 November 2009 (has links)
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Previous issue date: 2009 / A pesquisa de anticorpos contra antígenos celulares requer permanente revisão das informações sobre a interpretação dos resultados, visto que a positividade é observada em parte da população normal e desencadeada transitoriamente por processos infecciosos. O objetivo deste trabalho foi determinar, através da técnica da pesquisa de auto-anticorpos anti-nucleares (ANA) em células HEp-2, a prevalência de auto-anticorpos contra antígenos celulares em três grupos de pessoas: Grupo 1- pacientes com infecção pelo Virus da dengue (VD) (n= 30); Grupo 2 - pacientes com infecção pelos HTLV 1 e 2 (n= 30), Grupo 3 - indivíduos doadores de sangue (n= 100) não infectados e sem manifestações clínicas aparentes. A prevalência de ANA nos Grupos 1 (40%) e 2 (40%) foi altamente significativa em relação ao Grupo 3 (2%) (p<0,0001), com predomínio do padrão citoplasmático em relação ao padrão nuclear. Os indivíduos do Grupo 1 estavam infectados por três espécies do VD, com predominância (p= 0,002) para o DEN 3 (66,7%), entretanto a distribuição da freqüência de ANA de acordo com a espécie, mostrou uma diferença significante (p= 0,0260) entre as infecções pelo VD1 (p= 0,0644) e VD2 (p= 0,0249), em relação ao VD3, mas sem diferença entre os padrões (p= 0,2479). No Grupo 2 a prevalência e o padrão de ANA não mostraram correlação com o tipo de HTLV, embora tenha predominado indivíduos infectados pelo HTLV 1 (p= 0,0035) (76,7%); a maioria não apresentava sintomas clínicos (p= 0,0136), 36,7% mostrava doença compatível com PET/MAH, e a presença de ANA não mostrou diferença significativa entre sintomáticos e assintomáticos (p> 0,05). Não houve correlação de soropositividade com sexo entre os grupos. Concluiu-se que o quadro infeccioso é um importante desencadeador de respostas auto-imunes detectadas laboratorialmente, não se observando influencia nas manifestaçõe clínícas dos agravos. Estudos prospectivos, com controles destes casos, poderão trazer as respostas quanto a importância e significado dos resultados obtidos. / The antibodies against cellular antigens requires ongoing review of information on the interpretation of results, whereas the positivity is observed in the normal population and transiently triggered by infectious processes. The objective of this study was to determine, through the technique for auto-anti-nuclear antibody (ANA) on HEp-2, the prevalence of autoantibodies to cellular antigens in three groups: Group 1 - infected patients Dengue virus (RV) (n = 30), Group 2 - patients infected by HTLV 1 and 2 (n = 30) Group 3 - blood donors (n = 100) uninfected and without apparent clinical manifestations. The prevalence of ANA in Group 1 (40%) and 2 (40%) was highly significant compared to Group 3 (2%) (p <0.0001), predominantly cytoplasmic pattern in relation to nuclear pattern. Individuals in Group 1 were infected by three species of the RV, with prevalence (p = 0.002) for the DEN 3 (66.7%), though the frequency distribution of NAA in accordance with the species showed a significant difference (p = 0.0260) between VD1 infections (p = 0.0644) and VD2 (p = 0.0249), compared to VD3, but no difference between the patterns (p = 0.2479). In Group 2, the prevalence and pattern of ANA showed no correlation with the type of HTLV, although dominated individuals infected with HTLV 1 (p = 0.0035) (76.7%), most had no clinical symptoms (p = 0 , 0136), 36.7% showed disease compatible with HAM / TSP, and the presence of NAA showed no significant difference between symptomatic and asymptomatic patients (p> 0.05). There was no correlation of seropositivity with sex between the groups. It was concluded that the stage of infection is an important trigger of autoimmune responses detected by laboratory testing, with no significant influence on the clinical manifestations of diseases. Prospective studies, with controls these cases, may bring answers regarding the importance and significance of the results.
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Prevalência dos Vírus linfotrópico de células T humanas 1 e 2 (HTLV-1 e HTLV-2), Herpesvírus humano 5 (Citomegalovírus) e Vírus da hepatite B (VHB) em mulheres grávidas portadoras do Vírus da imunodeficiência humana 1 (HIV-1) do Estado do Pará, e TocantinsMADEIRA, Lucimar Di Paula dos Santos 23 June 2008 (has links)
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Previous issue date: 2008 / CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura / Programa Nacional de DST/AIDS / A prevalência da infecção por agentes virais, como o HTLV, o VHB e o CMV ainda é pouco conhecida na população de mulheres grávidas portadoras do HIV-1
na Região Norte do Brasil. Este trabalho teve como objetivo descrever a soroprevalência das infecções pelo HTLV, CMV e VHB em grávidas portadoras do
HIV-1 atendidas em um centro de referência do Pará e de Tocantins. Foram coletas amostras de sangue de 47 mulheres grávidas portadoras do HIV-1, procedentes de
várias localidades do estado do Pará, no período de agosto de 2005 a janeiro de 2008 e de 18 mulheres grávidas portadoras do HIV-1 oriundas de várias localidades do estado de Tocantins no período de maio a outubro de 2007. As amostras foram submetidas a
um ensaio enzimático do tipo ELISA para a detecção de anticorpos anti-HTLV, anti-VHB (anti-HBc total, anti-HBc IgM, anti-HBs, HBsAg) e anti-CMV IgM/IgG. A
análise sorológica revelou que nenhuma das amostras de soro de ambos os estados foi positiva para o anti-HTLV e anti-CMV IgM. Entretanto, todas as amostras de ambos os estados apresentaram anticorpos anti-CMV IgG. A prevalência da infecção pelo VHB em grávidas portadoras do HIV-1 do estado do Pará foi de 19,1% e em Tocantins essa prevalência foi de 27,8%. Apenas no Estado de Tocantins verificamos que houve apenas
uma grávida (5,6%) co-infectada HIV-1/VHB. A prevalência da co-infecção HIV/HTLV é baixa nas populações examinadas, assim como a ocorrência da infecção aguda pelo CMV. Entretanto, verificou-se um grande número de mulheres de ambos os estados ainda suscetíveis à infecção pelo VHB, o que sugere que estas populações devam ser vacinadas contra o VHB. / The prevalence of the infection for viral agents, as HTLV, HBV and
CMV is still little known in the women's pregnant infected by HIV-1 in the North
region of Brazil. This work had as objective describes the soroprevalence of the
infections for HTLV, CMV and HBV in pregnant infected by HIV-1 attended in a
center of reference of Pará and of Tocantins. Blood samples were collected of 47
women's pregnant infected by HIV-1, coming from several places of the state of Pará, in
the period of August of 2005 to January of 2008 and of 18 women pregnant infected by
HIV-1 originating from of several places of the state of Tocantins in the period of May
to October of 2007. The samples of were screened to an enzyme-linked immunosorbent
assay of the type ELISA to determine the presence of antibodies to HTLV, HBV (anti-
HBc total, anti-HBc IgM, anti-HBs, HBsAg) and CMV IgM/IgG. The serological
analysis detected that none of the samples of serum of both states was not positive for
the HTLV and CMV IgM. However, all of the samples of both states detected the
presence of antibodies to CMV IgG. The prevalence of the infection HBV in pregnant
infected by HIV-1 of the state of Pará it was of 19,1% and in Tocantins that prevalence
was of 27,8%. Only in the state of Tocantins verified that there was just one pregnant
(5,6%) coinfected HIV-1/VHB. The prevalence of the coinfection HIV/HTLV is low in
the examined populations, as well as the occurrence of the acute infection for CMV.
However, check that a great number of women of both states still susceptible to the
infection for HBV, what suggests that these populations should be vaccinated against
HBV.
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Prevalência de tipos específicos de Papilomavírus humano (HPV) e relação com a severidade da lesão cervical em mulheres com exame citopatológico anormal / Prevalence of specific types of Human papilomavirus (HPV) and related to the severity of cervical lesions in women with abnormal Pap smearRIBEIRO, Andrea Alves 15 December 2009 (has links)
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Previous issue date: 2009-12-15 / Human papillomavirus (HPV) is considered the central etiological agent involved in the genesis of cervical cancer. The HPV viruses are classified according to their biological niche, oncogenic potential and phylogenetic position. According to the criteria established by the International Committee on Taxonomy of Viruses (ICTV), the various groups of human papillomaviruses that infect the female genital tract are classified phylogenetically in the Alphapapillomavirus genus, including species classified among phylogenetic species 1 and species 15. The main high risk HPV are classified in species 9 (HPV 16, 31, 33, 35, 52, 58, 67), and in species 7 (18, 39, 45, 59, 56, 66, 68 and 70). HPV 16 is the most prevalent type irrespective of diagnosis, principally in more severe lesions. Coinfection with multiple-types HPV is a common finding of many molecular studies. Some HPV types might interact or act synergistically to induce progression. Few studies have investigated the interactions of viral genotypes or species in multiple-type HPV infections. Therefore, the objective of this study was to evaluate the effect of single or multiple-types HPV infections considering also the phylogenetic groups on the prevalence and severity of cervical intraepithelial neoplasia (CIN) among women undergoing colposcopy following a abnormal cervical smear. Methodology: In this analysis, 198 women attending at the colposcopic clinic, because of an abnormal cervical smear were included. Colposcopy was carried out in all cases and biopsies were done in 193 of 198 women included. All specimens were tested for 27 HPV genotypes by Roche s polymerase chain reaction reverse line blot assay. Results: The overall prevalence of HPV in women with an abnormal cervical smear was 86% (171/198). Of the total of HPV-positive women, 45% (77/171) were infected with HPV 16 as a single or multiple-type infections. HPV 31 and 35 were, respectively, the second and third most prevalent types. The prevalence of HPV 16 in high grade cervical intraepithelial neoplasia (CIN2/3) was 52% (40/76) and it was detected in 88.8% (8/9) in cases of invasive carcinoma. The prevalence of type 31 and 35 in high grade CIN was respectively 10.5% (8/76) and 6.6% (5/76). Single HPV infection for any type was significantly associated with neoplastic diagnosis. High grade neoplastic diagnosis (≥ CIN2) was significantly associated with HPV 16 in single or multiple infections. Also, there was significantly association between HPV 16 and others types of specie 9 and high grade neoplastic diagnosis, but no association was observed considering the HPV 16 and other of groups of species 7 or others types. Conclusion: These results indicated that the type 16 is the most important predictor of high grade cervical neoplasia. Multiple-type infections are predictors of high grade cervical neoplasia when the type 16 is present. / O Papilomavírus humano (HPV) é considerado o agente etiológico central envolvido na gênese do câncer cervical. O vírus HPV é classificado de acordo com seu nicho biológico, potencial oncogênico e classificação filogenética. De acordo com os critérios estabelecidos pelo Comitê Internacional de Taxonomia dos Vírus (ICTV), os diversos tipos de HPV que infectam o trato genital feminino são classificados filogeneticamente no gênero Alphapapillomavirus. Esta classificação inclui espécies filogenéticas classificadas entre a espécie 1 e a espécie 15, dentre as quais, as de maior interesse em relação ao potencial carcinogênico são a espécie 9 (HPV 16, 31, 33, 35, 52, 58, 67) e a espécie 7 (18, 39, 45, 56, 59, 66, 68, 70). O HPV 16 é tipo o mais predominante, independente do diagnóstico, presente principalmente nas lesões cervicais mais graves. A co-infecção com múltiplos tipos de HPV é um achado comum em muitos estudos moleculares, contudo, as interações dos genótipos virais ou espécies envolvidas nas infecções por múltiplos tipos de HPV têm sido pouco analisadas. Portanto, o objetivo deste estudo foi avaliar o efeito das infecções simples ou por múltiplos tipos de HPV, considerando também os grupos filogenéticos, sobre a prevalência e a gravidade das neoplasias cervicais. Metodologia: Este estudo de corte transversal incluiu 198 mulheres encaminhadas ao Ambulatório de Colposcopia da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia por exame citopatológico anormal. Todas as mulheres foram esclarecidas quanto aos objetivos de estudo e assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido. A colposcopia foi realizada em todos os casos e a biópsia em 193 das 198 mulheres incluídas. As amostras foram testadas para 27 genótipos de HPV, por reação em cadeia da polimerase (PCR); em seguida foi realizada a hibridização reversa em pontos da Roche Diagnósticos. Resultados: A prevalência de HPV em mulheres encaminhadas por exame citopatológico anormal foi de 86% (171/198). Do total de mulheres HPV-positivas, 45% (77/171) estavam infectadas por HPV 16 em infecções simples e múltiplas. Os tipos de HPV 31 e 35 foram respectivamente, o segundo e o terceiro mais prevalentes. A prevalência do HPV 16 foi de 52% (40/76) nas neoplasias intra-epiteliais cervicais de alto grau (NIC 2/3) e de 88,8% (8/9) nos casos de carcinomas invasivos. As prevalências dos tipos 31 e 35 em neoplasias intra-epiteliais cervicais de alto grau (NIC 2/3) foram de 10,5% (8/76) e 6,6% (5/76), respectivamente. A infecção simples por qualquer tipo de HPV foi significativamente associada com diagnósticos neoplásicos de alto grau (≥ NIC 2). Os diagnósticos neoplásicos de alto grau (≥ NIC 2) foram significativamente associados com o HPV 16 em infecções simples ou múltiplas, mesmo depois de ajustado pela positividade para DNA de HPV. Houve significativa associação entre o HPV 16 e outros tipos da espécie 9 e os diagnósticos neoplásicos de alto grau (≥ NIC 2), mas não foi observada associação, considerando o HPV 16 e outros tipos da espécies 7 ou outros tipos de HPV. Conclusão: Estes resultados indicam que o HPV 16 parece ser o mais importante preditor de diagnósticos neoplásicos de alto grau. As infecções múltiplas são preditoras das neoplasias cervicais de alto grau quando o HPV 16 está presente.
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