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Ferritina liquórica no diagnóstico etiológico de meningites em pediatria

Barcelos, Andrea Lucia Machado January 2016 (has links)
Made available in DSpace on 2016-04-05T02:04:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000477910-Texto+Parcial-0.pdf: 529395 bytes, checksum: a63dcc0bee5b3691d04ddc38e874be24 (MD5) Previous issue date: 2016 / Objective: To compare the ferritin levels in the cerebrospinal fluid (CSF) of children with clinical suspicion bacterial meningitis, viral and non-meningitis cases. Methods: A cohort, historical and contemporary study was conducted in two tertiaries hospitals in the southern Brazil. All children included were between 28 days and 12 years old with suspected acute meningitis. Ferritin levels in the CSF were measured in the period between 2005 and 2015 and they were compared among patients with bacterial meningitis, viral meningitis and non-meningitis. Results: Eighty one patients were included. The median age was 24 (IQR8. 0-69. 0) months. It was identified 32 patients with viral meningitis (39%), 23 with bacterial (28%) and 26 as non-meningitis (32%). Demographic and clinical characteristics at admission were similar between groups. The median CSF ferritin was 52. 8 (IQR30. 7-103. 0) for the bacterial meningitis group, 4. 1 (IQR3. 0-6. 7) for the viral group and 4. 0 (IQR2. 0-2. 3) for the non-meningitis group (p<0. 001). When compared in pairs, bacterial meningitis was distinguished from viral meningitis (p <0. 001) and non-meningitis (p <0. 001). However, ferritin levels failed to distinguish viral meningitis from non-meningitis. The CSF ferritin, with a cut-off value of 16 ng/ml, had 100% sensitivity and 98. 3% specificity for bacterial meningitis. Conclusion: CSF ferritin was shown to be an excellent marker for identifying and discriminating bacterial meningitis in children with clinical symptoms of this disease. / Objetivo: Comparar os níveis de ferritina no líquido cefalorraquidiano (LCR) de crianças com suspeita clínica de meningite bacteriana, viral e não meningite. Metodologia: Estudo de coorte, histórico e contemporâneo realizado em dois hospitais terciários do Sul do Brasil. Foram incluídas todas as crianças entre 28 dias e 12 anos de vida, que se apresentaram com suspeita clínica de meningite aguda, em que foram dosados os níveis de ferritina no LCR no período entre 2005 e 2015. Foram comparados os níveis de ferritina no LCR dos pacientes com meningite viral, meningite bacteriana e não meningite. Resultados: Foram incluídos 81 pacientes. A mediana da idade foi 24 (IQR8,0-69,0) meses. Identificou-se 32 pacientes com meningite viral (39%), 23 com bacteriana (28%) e 26 com não meningite (32%). As características demográficas e clínicas na internação foram semelhantes entre os grupos. A mediana da ferritina no LCR foi 52,8 (IQR30,7-103,0) para o grupo da meningite bacteriana, 4,1 (IQR3,0-6,7) para o grupo viral e 4,0 (IQR2,0-2,3) para o grupo não meningite (p<0,001). Quando comparados os pares, distinguiu-se meningite bacteriana da meningite viral (p<0,001) e da não meningite (p<0,001). Entretanto, não conseguiu distinguir meningite viral da não meningite. A ferritina no LCR, com um ponto de corte de 16ng/ml, mostrou uma sensibilidade de 100% e uma especificidade de 98,3% para o diagnóstico de meningite bacteriana. Conclusão: A ferritina no LCR mostrou-se um marcador excelente para identificar e discriminar meningite bacteriana em crianças com sintomas clínicos desta doença.
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Genotipagem dos isolados de Giardia duodenalis em famílias de pescadores da colônia de Porto Said, Botucatu, São Paulo

Arbex, Ana Paula Oliveira [UNESP] 24 February 2015 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-12-10T14:23:06Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2015-02-24. Added 1 bitstream(s) on 2015-12-10T14:29:21Z : No. of bitstreams: 1 000848444.pdf: 1048998 bytes, checksum: b28bb1d076d5877b7947ca3acc33cbf2 (MD5) / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / As enteroparasitoses ainda persistem como problema de saúde pública, sobretudo nos países em desenvolvimento, onde o protozoário Giardia duodenalis (sin. Giardia intestinalis, Giardia lamblia) destaca-se como uma das causas mais frequentes de diarreia em crianças. Assim, no presente estudo investigou-se a prevalência de das infecções causadas por Giardia e outros parasitas intestinais e funcionários da Creche e Escola Municipal de Educlação Infantil (CEMEI) do distrito de Vitoriana, Botucatu-SP, incluindo-se também os familiares e cães das crianças cujos exames de fezes foram positivos para Giardia. Paralelamente, por meio de análise multilocular empregando os genes-alvo beta-giardina (bg), triose fosfato isomerase (tpi) e glutamato desiderogenase (gdh), caracterizou-se geneticamente os isolados de G. duodenalis detectados nessa população. Para isso, foram analisadas três amostras de fezes de 123 crianças (0 a 6 anos), 14 funcionários, 44 familiares e 20 cães. As amostras foram processadas por centrífugo-sedimentação e centrífugo-flutuação e examinadas em microscópio óptico. Parasitas intestinais foram identificados em 50 das 123 amostras de fezes de crianças (41,6%), e parasitismo por Giardia foi detectado em 21,9% das crianças (27/123). Das 27 famílias que tinham crianças parasitadas por Giardia, apenas 16 (44 indivíduos) forneceram amostras de fezes. Nestas, cistos de Giardia não foram detectados em nenhuma das amostras dos funcionários e dos cães examinadas. Com respeito ao parasitismo por Giardia nas crianças que frequentam a creche, as análises revelaram que as crianças mais jovens estão em maior risco de contrair a infecção por Giardia (OR = 0,69; IC95% = 00.49-0.97; p = 0,03). Além disso, verificou-se que o risco de infecção aumenta quanto maior for o número de indivíduos no domicílio (OR = 1,8; IC95% = 1,07-3,07; p = 0,03). Para a caracterização molecular dos isolados de Giardia, o DNA... / The intestinal parasites persist as a public health problem, especially in developing countries, where the protozoan Giardia duodenalis (syn. Giardia intestinalis, Giardia lamblia) stands out as one of the most common causes of diarrhea in children. The present study was conducted to investigate the prevalence of Giardia and other intestinal parasites in children and workers of a daycare center of Vitoriana, a district of Botucatu municipality, São Paulo State, including also the household members and dogs of the children tested positive for Giardia. In addition, we proposed to investigate the genetic diversity of G. duodenalis infection in these population using three gene loci beta-giardin (bg), triose phosphate isomerase (tpi) and glutamate dehydrogenase (gdh). For this, three samples were analyzed from 123 children feces (0-6 years), 14 workers, 44 families members and 20 dogs. Samples were processed by centrifugal sedimentation and flotation and examined under a light microscope. Intestinal parasites were identified in 50 of 123 fecal samples from children (41.6%), and Giardia was the most frequent parasite detecte (21.9%). Out of the 27 families of children tested positive for Giardia, only 16 (44 individuals) provided stool samples. In these samples, cysts were detected in two samples. Focusing on Giardia infection among children attending day care, the analysis showed that younger children are at higher risk of acquiring Giardia infection (OR = 0.69; 95% CI = 00.49-0.97; p = 0.03). In addition, children living in families with a higher household density were more likely to be infected (OR = 1.8; 95% IC = 1.07-3.07; p = 0.03). DNA extracted from 186 stool samples (35 negative and 151 positive samples for microscopic examination) were amplified and the products sequenced generating 59 sequences as follow: 15 for bg, 25 for tpi and 19 for gdh. Out of the 29 isolates assessed, the sequencing analysis ... / FAPESP: 2011/52100-3
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Genotipagem dos isolados de Giardia duodenalis em famílias de pescadores da colônia de Porto Said, Botucatu, São Paulo /

Arbex, Ana Paula Oliveira. January 2015 (has links)
Orientador: Semiramis Guimarâes Ferraz Viana / Banca: Carlos Magno Castelo Branco Fortaleza / Banca: Jose Ricardo Jensen / Resumo: As enteroparasitoses ainda persistem como problema de saúde pública, sobretudo nos países em desenvolvimento, onde o protozoário Giardia duodenalis (sin. Giardia intestinalis, Giardia lamblia) destaca-se como uma das causas mais frequentes de diarreia em crianças. Assim, no presente estudo investigou-se a prevalência de das infecções causadas por Giardia e outros parasitas intestinais e funcionários da Creche e Escola Municipal de Educlação Infantil (CEMEI) do distrito de Vitoriana, Botucatu-SP, incluindo-se também os familiares e cães das crianças cujos exames de fezes foram positivos para Giardia. Paralelamente, por meio de análise multilocular empregando os genes-alvo beta-giardina (bg), triose fosfato isomerase (tpi) e glutamato desiderogenase (gdh), caracterizou-se geneticamente os isolados de G. duodenalis detectados nessa população. Para isso, foram analisadas três amostras de fezes de 123 crianças (0 a 6 anos), 14 funcionários, 44 familiares e 20 cães. As amostras foram processadas por centrífugo-sedimentação e centrífugo-flutuação e examinadas em microscópio óptico. Parasitas intestinais foram identificados em 50 das 123 amostras de fezes de crianças (41,6%), e parasitismo por Giardia foi detectado em 21,9% das crianças (27/123). Das 27 famílias que tinham crianças parasitadas por Giardia, apenas 16 (44 indivíduos) forneceram amostras de fezes. Nestas, cistos de Giardia não foram detectados em nenhuma das amostras dos funcionários e dos cães examinadas. Com respeito ao parasitismo por Giardia nas crianças que frequentam a creche, as análises revelaram que as crianças mais jovens estão em maior risco de contrair a infecção por Giardia (OR = 0,69; IC95% = 00.49-0.97; p = 0,03). Além disso, verificou-se que o risco de infecção aumenta quanto maior for o número de indivíduos no domicílio (OR = 1,8; IC95% = 1,07-3,07; p = 0,03). Para a caracterização molecular dos isolados de Giardia, o DNA... / Abstract: The intestinal parasites persist as a public health problem, especially in developing countries, where the protozoan Giardia duodenalis (syn. Giardia intestinalis, Giardia lamblia) stands out as one of the most common causes of diarrhea in children. The present study was conducted to investigate the prevalence of Giardia and other intestinal parasites in children and workers of a daycare center of Vitoriana, a district of Botucatu municipality, São Paulo State, including also the household members and dogs of the children tested positive for Giardia. In addition, we proposed to investigate the genetic diversity of G. duodenalis infection in these population using three gene loci beta-giardin (bg), triose phosphate isomerase (tpi) and glutamate dehydrogenase (gdh). For this, three samples were analyzed from 123 children feces (0-6 years), 14 workers, 44 families members and 20 dogs. Samples were processed by centrifugal sedimentation and flotation and examined under a light microscope. Intestinal parasites were identified in 50 of 123 fecal samples from children (41.6%), and Giardia was the most frequent parasite detecte (21.9%). Out of the 27 families of children tested positive for Giardia, only 16 (44 individuals) provided stool samples. In these samples, cysts were detected in two samples. Focusing on Giardia infection among children attending day care, the analysis showed that younger children are at higher risk of acquiring Giardia infection (OR = 0.69; 95% CI = 00.49-0.97; p = 0.03). In addition, children living in families with a higher household density were more likely to be infected (OR = 1.8; 95% IC = 1.07-3.07; p = 0.03). DNA extracted from 186 stool samples (35 negative and 151 positive samples for microscopic examination) were amplified and the products sequenced generating 59 sequences as follow: 15 for bg, 25 for tpi and 19 for gdh. Out of the 29 isolates assessed, the sequencing analysis ... / Mestre
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Pressões respiratórias máximas em crianças portadoras de mielomeningocele

Ronchi, Carlos Fernando [UNESP] 26 October 2007 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:23:32Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2007-10-26Bitstream added on 2014-06-13T19:09:23Z : No. of bitstreams: 1 ronchi_cf_me_botfm_prot.pdf: 514188 bytes, checksum: 2603532add7d0c57bf2ee5631b26ed70 (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / A mielomeningocele é uma malformação freqüente do tubo neural, sendo suas conseqüências sobre a musculatura respiratória pouco estudadas. Objetivo: Avaliar a força dos músculos respiratórios em crianças portadoras de mielomeningocele por meio do estudo das pressões respiratórias máximas. No ano de 2006, foram avaliadas crianças portadoras de mielomeningocele, (GM; n=20), em acompanhamento fisioterapêutico no setor de reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de BotucatuUNESP e da Clínica de Fisioterapia da Universidade do Sagrado Coração (USC), e crianças sem doença provenientes de uma escola de nível primário (grupo controle; GC, n=20). Foi utilizado o manuvacuômetro para a mensuração da pressão inspiratória máxima (Pimax) e da pressão expiratória máxima (Pemax), sendo a Pimax aferida a partir do volume residual e a Pemax a partir da capacidade pulmonar total. As crianças foram posicionadas sentadas, as narinas obstruídas com pinça nasal e o manuvacuômetro conectado diretamente à boca com um adaptador. Os testes estatísticos utilizados foram o teste-t de Student, Student-Newman-Keuls, Qui-quadrado e o teste U de Mann Whitney, considerando um nível de significância de 5%. / Myelomeningocele is a common spinal cord malformation with limitations linked to central nervous system lesions and abnormalities in respiratory movements. Despite this, little attention has Been given to evaluating respiratory musc1e force in these patients. Objective: To évaluate respiratory musc1e force in children with myelomeningocele. Methods: children with myelomeningocele aged between 4 and 14 years (myelomeningocele group; MG, n=20) were studied and compared with healthy children (control group; CG, n=20) matched for age and gender. Respiratory muscular force was evaluated by maximum inspiratory (Pimax) and expiratory (pemax) pressures. Results: Groups were similar for age [CG= 8 (6 - 13) x MG- 8 (4 - 14), p>O.05]; gender, and body mass index [CG= 17.4 (14.1 - 24.7) x MG= 19.2 (12.6 - 31.9), p>0.05]. The lumbosacral region was predominantly affected (45%). Maximum respiratory pressures were significant1y higher in CG than MG (pimax = CG: -83 ± 21.75 > MG: -54.1 ± 23.66; p<O.OOIand Pemax = CG: + 87.4 ± 26.28 > MG: + 64.6 ± 26.97; p= 0.01). Patients with upper spinal lesion (UL) had lower maximum respiratory pressure values than those with lower spinal lesion (LL), [Pimax (UL= -38.33 ± 11.20cmH20 x LL= - 60.85 ± 24.62cmH20), p<0.041 and Pemax (UL= +48 ± 20.82cmH20 x LL +71.71 ± 26.73cmH20), p=O.067].)
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Manejo da infecção do trato urinário em crianças menores de dois anos de idade em um hospital de Porto Alegre/Rio Grande do Sul

Tumelero, Andresa 12 June 2006 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2006. / Submitted by Kathryn Cardim Araujo (kathryn.cardim@gmail.com) on 2009-10-29T17:52:02Z No. of bitstreams: 1 2006_Andresa Tumelero.pdf: 697821 bytes, checksum: 538dc26591a11803301f27e4a89bac0c (MD5) / Approved for entry into archive by Luanna Maia(luanna@bce.unb.br) on 2009-10-30T12:13:03Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2006_Andresa Tumelero.pdf: 697821 bytes, checksum: 538dc26591a11803301f27e4a89bac0c (MD5) / Made available in DSpace on 2009-10-30T12:13:03Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2006_Andresa Tumelero.pdf: 697821 bytes, checksum: 538dc26591a11803301f27e4a89bac0c (MD5) Previous issue date: 2006-06-12 / A epidemiologia da infecção urinária na infância varia dependendo da idade e gênero. O diagnóstico e manejo adequados desta patologia previnem seqüelas que levam ao desenvolvimento de hipertensão arterial sistêmica ou insuficiência renal crônica, ambas com alta morbimortalidade. Nessa perspectiva, foi realizado um estudo transversal com o objetivo de analisar as alterações encontradas no diagnóstico e manejo de crianças menores de dois anos de idade, com o primeiro episódio de infecção urinária; identificar os agentes etiológicos mais freqüentes, bem com o perfil de resistência antimicrobiana encontrado e verificar as alterações funcionais e morfológicas do trato urinário detectadas por meio da investigação diagnóstica tendo como campo de estudo o Hospital da Criança Santo Antônio (HCSA) de Porto Alegre/RS. Foram amostradas 92 crianças com idade mediana de 6 meses (3 - 10), 63% eram meninas. Com idade inferior a 3 meses, foram 27 (29%) pacientes, destes, 62% eram meninos. Quanto à análise qualitativa de urina, observou-se a presença de nitrito e leucocitúria, em 37% e 95,6% respectivamente. Na urocultura, o germe mais incidente foi a Escherichia coli, em 87 (94,6%) das amostras, foram encontrados também Proteus mirabilis (1%), Enterococcus (2%), Serratia sp (1%), Klebsiella (1%). Chamou atenção o alto índice de resistência para alguns antimicrobianos: ampicilina 57,6%, cefalosporinas de 1º geração 32,6%, sulfametoxazol/trimetoprim 43,5%; a resistência a cefalosporinas (2º geração), nitrofuratoína e ácido nalidíxico ficaram abaixo de 3,5%. A ecografia abdominal apresentou alterações em 43,5% dos casos, foi observado refluxo vesicoureteral em 34,7% dos pacientes, sendo que apenas 7,6% das crianças tiveram refluxo grau III ou mais. Através da cintilografia com DMSA, realizada entre o primeiro e quarto mês pós-infecção, detectaram-se 23 (25%) pacientes com hipocaptação do radioisótopo pelo parênquima renal, destes, 14 (60,9%) não apresentaram alterações na uretrocistografia. Ocorreram 8 (8,7%) reinfecções num período de 6 meses, o fator que mostrou relação significativa com esta ocorrência foi a presença de refluxo grau III ou mais. Conclusão: a Escherichia coli foi o agente etiológico mais freqüente. Foram encontrados altos índices de resistência bacteriana para antimicrobianos de uso freqüente, indicando a necessidade de um melhor planejamento na escolha da terapia. Ficou sugerida a necessidade de realização de cintilografia com DMSA em todos os casos, mesmo sem outras alterações nos exames de imagem para detectar alterações do parênquima que possam permanecer como cicatriz renal. A presença de refluxo vesicoureteral grau III ou mais aumenta o risco de reinfecção, mesmo com profilaxia antimicrobiana. ________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / The epidemiology of urinary tract infection during childhood varies depending on age and gender. An adequate diagnostic and treatment of children after a urinary infection is necessary to prevent long-term medical problems, such as hypertension and reduced renal function. The aim of this study is to analyse clinical changes found in children younger than two years which experienced their first urinary infection, to identify the etiology agents and the resistence bacterial characters and the morphology changes followed by the establishment of diagnostics and evaluations in the Hospital da Criança Santo Antônio (HCSA) in Porto Alegre/RS. The study includes 92 children, with average age of 6 months (3-10) in which 63% were girls. There were 27 (29%) patients younger than 3 months in which 62% were boys. In relation to the urinalysis, there were 37% of positive nitrite and 95,6% of leukocytes in urine specimen. Regarding the urine culture, the most incident microorganism isolated was Escherichia coli, found in 87 (94,6%) of the urine specimens. Also, it was found isolated Proteus mirabilis (1%), Enterococcus (2%), Serratia (1%) and Klebsiella (1%). Through this study it is evident the high bacterial resistance for some of the antimicrobials: ampicillin 57,6%, cephalosporin (first generation) 32,6%, sulfamethoxazole/trimethopim 43,5%. In addition to that, the resistance to cephalosporin (second generation), nitrofuratoin and nalidixic acid were lower than 3,5%. The renal ultrasound has changed in 43,5% of the cases. It was observed vesicoureteral reflux in 34,7% of the patients, although only 7,6% of the children had reflux degree III or more. Throughout the dimercaptossuccinic acid scintilography done between the first and the forth year from infection, it was possible to diagnosed 23 (25%) of patients with renal changes. Fourteen (60,9%) did not show any alteration in the cystourethrography. There were 8 (8,7%) reinfections within a 6 months period, even with prophylaxis, and the presence of reflux degree III or more was the only one with significative relation. Conclusion: the Escherichia coli was the most frequent etiologic agent. There were high levels of bacterial resistance to the antimicrobials used frequently, therefore, it is evidence the need of a better planning before starting the therapy. It has been suggested the importance to accomplish dimercaptossuccinic acid scintilography for all urinary infection in children, even without other changes with the image exams to detect alteration of the parenchyma that could become a renal scar. The existence of vesicoureteral reflux degree III or more increases the risk of reinfection even with prophylaxis.
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Características clínico-epidemiológicas das crianças indígenas internadas por doenças infecto-parasitárias na Enfermaria de Pediatria Clínica do Hospital Universitário de Brasília

Silva, Sheila Pacheco 07 August 2007 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, 2007. / Submitted by mariana castro (nanacastro0107@hotmail.com) on 2009-12-18T21:57:04Z No. of bitstreams: 1 2007_SheilaPachecoSilva.pdf: 7701168 bytes, checksum: 20572d42936c827ea4baa80a20cd471a (MD5) / Approved for entry into archive by Lucila Saraiva(lucilasaraiva1@gmail.com) on 2010-01-20T00:59:59Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2007_SheilaPachecoSilva.pdf: 7701168 bytes, checksum: 20572d42936c827ea4baa80a20cd471a (MD5) / Made available in DSpace on 2010-01-20T00:59:59Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2007_SheilaPachecoSilva.pdf: 7701168 bytes, checksum: 20572d42936c827ea4baa80a20cd471a (MD5) Previous issue date: 2007-08-07 / INTRODUÇÃO: As populações indígenas constituem um segmento da sociedade que necessita de cuidados especiais de saúde. Não se conhece ainda suficientemente a incidência e distribuição dos principais agravos que acometem essas populações. A mortalidade infantil conhecida é muito elevada, particularmente devida a doenças infecciosas. O estudo das características clínico-epidemiológicas das crianças indígenas com doenças infecciosas, internadas em hospital de referência para assistência à população indígena em geral, pode contribuir para a melhoria do planejamento e organização das ações de prevenção e controle desses agravos. OBJETIVO: Avaliar as características clínicas e epidemiológicas das crianças indígenas internadas por doenças infecciosas e parasitárias na Enfermaria de Pediatria Clínica do Hospital Universitário de Brasília, no período de 2 de maio de 2000 a 2 de maio de 2006. MÉTODOS: Estudo com dois componentes: um descritivo, em que foram avaliadas as variáveis idade, sexo, etnia, estado nutricional, freqüência e tempo de internação, diagnóstico, tratamento e desfecho da internação, e outro, analítico, no qual buscouse verificar associação entre idade, estado nutricional e etnia com re-internação e, também, etnia e estado nutricional. RESULTADOS: Crianças do sexo masculino foram internadas mais vezes (60%). Noventa e três por cento eram menores de 5 anos, destes 78% eram lactentes. A etnia Xavante foi a mais freqüente e representou risco para desnutrição (OR=2,39; p=0,002). A média de internações foi de 1,8 por criança e o tempo médio de permanência na enfermaria foi de 18 dias. Desnutrição ocorreu em 77% dos pacientes. As doenças mais freqüentes foram pneumonia (71,6%) e diarréia (39,2%). Antibióticos foram necessários em 91,4% das internações, mas a troca de esquema foi pouco comum (24%). O desfecho foi favorável em 80% das vezes. A criança desnutrida tem 2 vezes mais chance de ser re-internada (OR=2,02; p=0,003). CONCLUSÃO: o perfil predominante da criança indígena internada na Enfermaria de Pediatria Clínica do Hospital Universitário de Brasília é o de uma criança do sexo masculino, etnia xavante, com idade inferior a 2 anos, desnutrido, com pneumonia e/ou diarréia, com alta probabilidade de retornar, curada ou melhorada, à aldeia ao final da internação. As crianças xavantes apresentaram maior risco para desnutrição que as de outras etnias e a re-internação de crianças desnutridas foi duas vezes maior que as não desnutridas. ___________________________________________________________________________________ ABSTRACT / INTRODUCTION:The indigenous population is a segment of Brazilian society who needs special health care. The incidence and distribution of its main health problems are not known enough. The child mortality is higher than the non-indigenous population, particularly due to infectious diseases. The study of its clinical and epidemiological characteristics of indigenous children with infectious diseases, treated in reference hospital to indigenous population may contribute to the improvement of planning and organization of diseases prevention and control measures. OBJECTIVE: To evaluate clinical and epidemiological characteristics of indigenous children admitted at University Hospital of Brasília with infectious and/or parasitic diseases, between May 2nd 2000 and May 2nd 2006. METHODS: The study has two components: first, descriptive, in which the variables age, gender, ethnic group, nutritional status, frequency and duration of hospital stay, diagnostics, treatment and admission’s end were evaluated; second, analytical, in which the association between age, nutritional status and ethnic group with hospitalization, and also ethnic group and nutritional status were verified. RESULTS: Boys were admitted more times (60%). Ninety and three per cent were up to 5 years old and, of them, 78% were under two years old. The ethnic group Xavante was the most frequent and presented higher risk for malnutrition (OR=2.39; p=0.002). The mean of days of hospitalization was 1.8 per child and the mean time of hospital stay was 18 days. Malnutrition occurred in 77% of the patients. The most frequent diseases were pneumonia (71.6%) and acute diarrhea (39.2%). Antibiotics were necessary in 91.4% of the admissions but the change of treatment was uncommon (24%). The conditions of discharge from hospital were favorable in 80% of the times. The child with malnutrition had two times more probability of hospitalization (OR=2.02; p=0.003). CONCLUSION: The predominant profile of indigenous children who are admitted in pediatric ward of University Hospital of Brasília is: of Xavante ethnic group, male, younger than 2 years old, with malnutrition, pneumonia and/or diarrhea, with 80 per cent of probability to return to your home, healed or in better conditions. The xavante children had higher risk for malnutrition than the other indigenous children and the hospitalization of children of malnutrition was two times higher than the children without malnutrition.
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Uso da medicina alternativa em crianças com dermatite atópica no ambulatório de dermatologia pediátrica do Hospital Universitário de Brasília

Aguiar Júnior, Nelson dos Reis 29 April 2009 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2009. / Submitted by Thaíza da Silva Santos (thaiza28@hotmail.com) on 2010-03-07T17:32:06Z No. of bitstreams: 1 2009_NelsonRAjunior.pdf: 2007208 bytes, checksum: 4d8fa06e4e1821d116e9d8fe7893a5d4 (MD5) / Approved for entry into archive by Carolina Campos(carolinacamposmaia@gmail.com) on 2010-03-09T15:39:13Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2009_NelsonRAjunior.pdf: 2007208 bytes, checksum: 4d8fa06e4e1821d116e9d8fe7893a5d4 (MD5) / Made available in DSpace on 2010-03-09T15:39:13Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2009_NelsonRAjunior.pdf: 2007208 bytes, checksum: 4d8fa06e4e1821d116e9d8fe7893a5d4 (MD5) Previous issue date: 2009-04-29 / A Dermatite Atópica é uma doença de pele comum entre crianças, de difícil manejo e que envolve fatores genéticos e ambientais. Estudos correlacionando o uso de Medicina Alternativa ou Complementar e a Dermatite Atópica não são raros fora do Brasil, porém são inéditos em nosso país. Medicina Alternativa ou Complementar (MAC) é definida como diagnóstico, tratamento e/ou prevenção que complementa a medicina convencional por contribuir como um todo, por satisfazer as demandas não encontradas na medicina ortodoxa ou por diversificar o quadro conceitual da medicina e inclui formas de terapia que não possuem bases científicas ou eficácia comprovadas por métodos científicos. O objetivo deste estudo foi de investigar a prevalência do uso da Medicina Alternativa ou Complementar por pacientes pediátricos com dermatite atópica, identificar os fatores que podem influenciar na decisão de usar tais terapias, identificar os fatores renda familiar, tamanho da família e escolaridade dos responsáveis/cuidadores dos pacientes, identificar a natureza dos recursos alternativos utilizados pelos pacientes participantes deste estudo, verificar se houve piora do quadro clínico após uso de MAC, verificar se o tempo de duração da doença está associado a maior probabilidade do uso de MAC e avaliar o fator custo do tratamento com recursos de MAC. Desenvolveu-se o estudo com 85 pacientes portadores de Dermatite Atópica, atendidas no Serviço de Dermatologia do Hospital Universitário de Brasília. Foi aplicado um questionário aos pais/cuidadores dos pacientes logo após a consulta médica. Um total de 54 (63,5%) de pacientes utilizou algum tipo de recurso de Medicina Alternativa ou Complementar, indicação de parentes e amigos foi a razão pela qual a maioria utilizou MAC. Os fatores renda familiar, tamanho da família e escolaridade dos pais/cuidadores não influenciaram na decisão de uso de recursos alternativos. Remédios à base de plantas e homeopatia foram os recursos alternativos mais utilizados. A cronicidade da doença está relacionada a maior probabilidade de uso de recursos alternativos. O custo do tratamento alternativo não influenciou o uso de MAC. Muitos dos tratamentos foram referidos pelos pacientes como inúteis ou como provocadores de deterioração do quadro clínico geral. _________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Atopic dermatitis is a common skin disease among children, with difficult management, that involves genetic and environmental factors. Studies correlating the use of Complementary or Alternative Medicine and atopic dermatitis are not rare out of Brazil, but are unpublished in our country. Complementary or Alternative Medicine (CAM) is defined as diagnosis, treatment and / or prevention which complements conventional medicine by contributing as a whole, by meeting the demands not found in orthodox medicine or by diversifying the conceptual framework of medicine and that includes forms of therapy that has no scientific basis or proven effectiveness by scientific methods. The objective of this study was to investigate the prevalence of use of CAM by pediatric patients with atopic dermatitis, identify the factors that may influence the decision to use such therapies, to identify the factors family income, family size and caretakers schooling, to identify the nature of the alternative resources used by patients participating in this study, to verify if there was worsening of symptoms after the use of MAC, to verify if the disease chronicity is associated with greater likelihood of using CAM and to evaluate the factor cost of alternative treatment. The study was developed with 85 patients with atopic dermatitis, that were seen at the Dermatology Service of the University Hospital of Brasília. We applied a questionnaire to parents / caregivers of patients after a medical consultation. A total of 54 (63.5%) of patients used some type of action for Complementary or Alternative Medicine, word by mouth was the most cited reason for trying CAM. The factors family income, family size and caretakers schooling did not influence the decision to use CAM. Herbal medicines and homeopathy were the most used alternative resources and 18,8% of patients mentioned some sort of skin worsening after CAM use. Disease chronicity is related to greater likelihood of using alternative resources. The alternative treatment cost did not influence the use of CAM. Many of these alternative treatments were reported by patients as useless or as provocative deterioration of clinical general.
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Análise das condições bucais em crianças sobreviventes ao câncer infantil

Rodrigues, Gerlídia Araújo January 2009 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2009. / Submitted by Raquel Viana (tempestade_b@hotmail.com) on 2010-03-23T20:30:52Z No. of bitstreams: 1 2009_GerlidiaAraujoRodrigues.pdf: 2862451 bytes, checksum: e3844ba8130fc339a7e523e21772d6c8 (MD5) / Approved for entry into archive by Lucila Saraiva(lucilasaraiva1@gmail.com) on 2010-05-18T02:28:53Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2009_GerlidiaAraujoRodrigues.pdf: 2862451 bytes, checksum: e3844ba8130fc339a7e523e21772d6c8 (MD5) / Made available in DSpace on 2010-05-18T02:28:53Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2009_GerlidiaAraujoRodrigues.pdf: 2862451 bytes, checksum: e3844ba8130fc339a7e523e21772d6c8 (MD5) Previous issue date: 2009 / O objetivo desse estudo foi analisar as condições bucais em crianças sobreviventes ao câncer infantil, caracterizar a amostra, comparar a prevalência das anomalias dentárias nos casos de estudo com o grupo controle e verificar as possíveis associações entre as anomalias dentárias nos dentes permanentes com a modalidade, a duração e a idade à época da terapia onco/hematológica. Esse trabalho foi um estudo caso-controle realizado com 43 pacientes de oito a vinte anos de idade, submetidos a tratamento quimioterápico e/ou radioterápico até os sete anos de idade, devido ao câncer. O grupo controle foi constituído de 129 crianças com mesma idade, gênero e renda familiar dos casos de estudo. Os pacientes foram avaliados clínica e radiograficamente. O estudo da prevalência de defeitos de esmalte foi registrado de acordo com o índice DDE Simplificado Modificado e distúrbios no desenvolvimento dental foram diagnosticados nas radiografias panorâmicas, baseado na classificação sugerida por Dahllöf et al. (1988a), entre novembro de 2004 a janeiro de 2009, no Centro de Câncer Bucal do Hospital Universitário de Brasília, Distrito Federal. Nos casos de estudo observou-se uma maior prevalência, estatisticamente significante, de defeitos de desenvolvimento de esmalte, microdontia, encurtamento radicular, raiz em V, atraso de erupção dentária e agenesia dentária comparado ao grupo controle. A radioterapia, principalmente em doses radioterápicas >30Gy, foi o fator mais impactante na frequência das alterações dentárias nos casos de estudo. A duração da terapia não mostrou associação com uma maior ou menor prevalência das anomalias, independente de ser por seis, 12 ou 24 meses. De acordo com os testes aplicados nessa amostra, não houve associação entre a idade da criança no início do tratamento e a prevalência das anomalias. A terapia onco/hematológica em crianças de zero a sete anos de idade mostrou-se um fator que aumentou a prevalência das anomalias dentárias nessa amostra estudada. _____________________________________________________________________________________ ABSTRACT / The aim of this investigation was to examine the oral conditions in childhood cancer long-term survivors, characterize the sample, comparing the prevalence of dental anomalies in the case studies with the control group. Possible correlations between the type and duration of the antineoplastic treatment as well as the patient’s age during the treatment and the presence of dental abnormalities in permanent teeth were analyzed. In a case-control study, 43 patients ranging 8 to 20 years of age, who undergone cancer related chemio and/or radiotherapy from 0 to 7 years of age were included. Control group was comprised of 129 children matching the case group’s age, gender and family income. The patients were assessed both clinically and radiographically. Prevalence analysis of developmental defects of enamel was recorded according to the DDE index and dental development was diagnosed by panoramic x-ray, based on Dahllof’s classification. A significant higher prevalence was found for developmental defects of enamel, hypoplasia, microdontia, short root, V-shaped root, late tooth eruption and agenesis in the case group. Radiotherapy, specially in doses below 30 Gy, had the strongest influence in the frequency dental abnormalities. On the other hand neither the patient’s age nor the length of the treatment showed any influence on the appearance of such conditions. Antineoplastic therapy in children up to 7 years of age has been shown to increase the prevalence of dental abnormalities in the studied sample.
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Avaliação da qualidade óssea mandibular em crianças com osteogênese imperfeita em uso de pamidronato

Apolinário, Ana Carolina Esmeraldo 20 February 2015 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2015. / Submitted by Ana Cristina Barbosa da Silva (annabds@hotmail.com) on 2015-07-07T17:27:33Z No. of bitstreams: 1 2015_AnaCarolinaEsmeraldoApolinario.pdf: 1201401 bytes, checksum: fbb1dca9023485a4578c2997d4e08198 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana(raquelviana@bce.unb.br) on 2015-08-18T13:49:19Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_AnaCarolinaEsmeraldoApolinario.pdf: 1201401 bytes, checksum: fbb1dca9023485a4578c2997d4e08198 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-08-18T13:49:19Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_AnaCarolinaEsmeraldoApolinario.pdf: 1201401 bytes, checksum: fbb1dca9023485a4578c2997d4e08198 (MD5) / Esse trabalho surgiu da hipótese de que crianças com osteogênese imperfeita (OI) teriam suas corticais mandibulares mais finas e porosas, e que seu padrão ósseo trabecular apresentaria uma microarquitetura alterada devido a sua extrema fragilidade óssea. Além disso, ao longo de seu tratamento, com pamidronato intravenoso, essas características relacionadas à baixa massa óssea melhorariam. Para isso foram avaliadas 206 radiografias panorâmicas da face de 67 crianças com OI tipos I, III e IV, entre 3 e 19 anos, que estavam em tratamento com pamidronato cíclico intravenoso, em diferentes etapas do tratamento. Foram testados três índices radiomorfométricos – mentual, mandibular cortical e visual - e dimensões fractais de três diferentes sítios, um em osso cortical e dois em osso trabecular – ângulo e ramo mandibulares. Foi verificada a associação entre os índices qualitativos e as medidas da espessura da cortical e de dimensão fractal. Também foram analisadas as correlações entre a espessura da cortical mandibular e as medidas de dimensão fractal. As diferenças nos valores de espessura da cortical e de dimensão fractal em relação às faixas etárias, início do tratamento, número de ciclos de pamidronato e tipos de OI foram comparadas por meio de teste ANOVA. Para todos os testes estatísticos foi considerado um nível de significância de 95%. Esse estudo mostrou que crianças com OI, de todos os tipos, apresentam corticais mais finas e porosas ao início de seu tratamento e que ao longo dos ciclos de pamidronato essa estrutura fica mais espessa. A dimensão fractal da cortical aumenta com o tempo de tratamento. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas nas análises das dimensões fractais de osso trabecular (p>0,05). Foi verificada ainda a associação entre densidade mineral óssea e a espessura da cortical inferior da mandíbula em um grupo de 92 crianças saudáveis. Após essa etapa, foi construído um modelo de regressão logística linear que relacionava a espessura da cortical com os ciclos de pamidronato. Os resultados do trabalho demonstraram que a análise da cortical inferior da mandíbula pode auxiliar na avaliação da baixa densidade mineral óssea em pacientes com OI, bem como na evolução do tratamento com pamidronato. / We hypothesized that mandibular cortical is smaller and more porous in OI than in healthy children, and that their trabecular microarchitecture is altered due to their extreme bone fragility. Also, we suppose that the treatment with pamidronate can improve these low bone mass characteristics. So, 206 dental panoramic radiographs (DPRs) from 67 OI children types I, III and IV, from 3 to 19 years old, in treatment with PAM, were evaluated. We analyzed three radiomorphometric indices – mandibular cortical width (MCW), mandibular cortical index (MCI) and the visual estimation of the cortical width (SVE) – and fractal dimension (FD) of three ROIs, one in cortical bone and two in trabecular bone – mandibular angle and ramus. There was an association between the qualitative indices and the measures of cortical width and fractal dimension. The correlations between MCW and FD were also analyzed. Differences in MCW and FD regarding age groups, age at the beginning of treatment, number of PAM cycles and OI types were compared by ANOVA test. For all statistic tests it was considered 95% of significance level. It was found that OI children, of all types, have thinner and more porous mandibular cortices at the beginning of treatment, and that through PAM cycles, the cortical becomes thicker. Cortical FD increases with treatment. It was not found statistical differences at trabecular bone FD analyses (p>0.05). It was verified the relation between bone mineral density (BMD) and MCW in a group of 92 healthy children. After this, it was constructed a linear logistic regression model to relate MCW and the number of pamidronate cycles. Our results show that mandibular inferior cortex analysis may provide a way to evaluate low BMD and identify cyclic PAM treatment outcomes in OI patients.
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Invaginação intestinal em crianças menores de um ano de idade : perfil clínico-epidemiológico antes e após a introdução da vacina oral contra rotavírus no calendário básico de vacinação brasileiro

Renoiner, Ernesto Isaac Montenegro 04 September 2012 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical, 2012. / Submitted by Albânia Cézar de Melo (albania@bce.unb.br) on 2013-01-03T14:06:09Z No. of bitstreams: 1 2012_ErnestoIsaacMontenegroRenoiner.pdf: 3336564 bytes, checksum: 400f21576a1df7d861b1fbc16d2be16b (MD5) / Approved for entry into archive by Guimaraes Jacqueline(jacqueline.guimaraes@bce.unb.br) on 2013-01-22T13:34:07Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2012_ErnestoIsaacMontenegroRenoiner.pdf: 3336564 bytes, checksum: 400f21576a1df7d861b1fbc16d2be16b (MD5) / Made available in DSpace on 2013-01-22T13:34:07Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2012_ErnestoIsaacMontenegroRenoiner.pdf: 3336564 bytes, checksum: 400f21576a1df7d861b1fbc16d2be16b (MD5) / Estudos relataram associação temporal de invaginação com a primeira dose da vacina Rotashield nos Estados Unidos e no México com a Rotateq; no Brasil esta associação ocorreu com a segunda dose da Rotarix. Para entender o comportamento da invaginação intestinal foi realizado estudo com o objetivo de descrever clínico-epidemiologicamente os casos de invaginação intestinal em menores de um ano, antes e após a introdução da vacina contra o rotavírus no Brasil. Realizado estudo epidemiológico com dois componentes: Estudo ecológico descritivo do comportamento dos coeficientes de incidência, mortalidade e letalidade da invaginação intestinal e da cobertura vacinal contra rotavírus; e descritivo de coorte clínica, para caracterizar o perfil clínico e epidemiológico da invaginação intestinal por tempo, lugar e pessoa e, descrever a evolução clínica. O estudo ecológico foi conduzido com dados notificados ao Sistema de internações Hospitalares e ao Sistema de Informações sobre Mortalidade nas 27 unidades federadas. A coorte clínica estudou casos internados em sete Unidades Federadas em 53 hospitais sentinelas para invaginação. Nestes, na etapa de análise antes da introdução da vacina foram utilizados registros dos centros cirúrgicos, Unidade de Terapia Intensiva e enfermarias de internação de cirurgia pediátrica. Para o período posterior à introdução da vacina, o estudo foi conduzido no período de 2007 a 2009 e os dados foram coletados por entrevistas com os responsáveis pelas crianças. Para comparar a incidência por doses aplicadas da vacina foram utilizados dados de Sistema de informações do Programa Nacional de Imunizações. A fonte populacional foi o Sistema de Informações Sobre Nascidos Vivos. De 2000 a 2010, no Brasil, os coeficientes médios de incidência, de mortalidade e de letalidade foram, respectivamente de 0,61/10.000NV, de 0,66/100.000NV e de 10,8%. Quanto ao perfil clinico-epidemiológico no período posterior à vacina, predominou o sexo masculino 228/401 (57%), a faixa etária mais acometida foi a de quatro a sete meses, com mediana de seis meses; quanto à instrução das mães, 45,9% tinham menos de oito anos de estudo e 79,6% ganhavam até R$ 588,00; 57,4% das crianças tiveram mais de dois atendimentos médicos e 37% delas foram tratadas após 48 horas do início dos sintomas. Quanto à apresentação clínica, mais de 50% das crianças tiveram vômitos biliosos, 81,3%, eliminação de fezes com sangue e 78,1%, dor abdominal. O tratamento cirúrgico foi realizado em 95% dos casos, sendo 46,4% com ressecção. A média, em dias, desde o inicio dos sintomas ate o tratamento foi de 2,4 dias; para tratamento por enema 1,7 dias; cirurgia sem ressecção foi de 2,1 dias e para cirurgia com ressecção foi de 3,3 dias. Identificados 18 óbitos, nos quais a média, em dias, entre o início dos sintomas e o tratamento foi de 4,4 dias com 100% de tratamento cirúrgico. No período anterior ao uso da vacina, o perfil dos casos foi similar. Em conclusão, este é o primeiro estudo brasileiro que descreve clínico-epidemiologicamente casos de invaginação intestinal com dados nacionais. Observam-se dificuldades para o diagnóstico e tratamento oportunos da invaginação, o que contribui para maior gravidade e risco de óbito. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT / Brazil introduced the rotavirus vaccine in 2006. Studies have demonstrated a temporal association between intussusception and receipt of the rotavirus vaccine (Rotashield® in the United States, Rotateq® in the Mexico; Rotarix® in Brazil). To better understand intestinal intussusception, a study was carried out with the objective of describing the clinical-epidemiologic characteristics of cases of intussusception in children less than one year of age, before and after introduction of the rotavirus vaccine in Brazil. The epidemiological study had two components: ecological descriptive study of rates of intestinal intussusception incidence, mortality and lethality, and rotavirus vaccine coverage; and descriptive study of a clinical cohort, to characterize the epidemiological and clinical profile of intestinal intussusception with regards to time, place and person and to describe the clinical progression. The ecological study was carried out with data reported to the System of Hospital admissions and to the System of Information about Mortality in the 27 federal units. The clinical cohort included cases hospitalized in seven federal units in 53 hospitals that are sentinel surveillance sites intussusception. From these, records of the surgical centers, intensive care units and pediatric surgery admission wards were used for the phase of analysis before of the introduction of the vaccine were utilized. For the period after the introduction of the vaccine, the study was carried out from 2007 to 2009 and the data were collected by interviews with the parents/guardians of the infants. To compare the incidence rates by number of vaccines doses, data from the Information System of the National Program of Immunizations were utilized. The source of population data was the System of Information about Live Births. From 2000 to 2010, in Brazil, the average rates for incidence, mortality and lethality were, respectively 0,61/10.000 live births, 0,66/100.000 live births and of 10,8%. Regarding in clinical-epidemiological profile following vaccine introduction, male sex predominated 228/401 (57%), the age group most affected was from four to seven months, with a median age of six months; regarding maternal education level, 45.9% had less than eight years of schooling and 79.6% earned R$ 588.00 or less; 57.4% of the infants had medical attention more than twice and 37% of them were treated more than 48 hours after symptom onset. Regarding the clinical presentation, over 50% of the infants had bilious vomiting, 81,3%, had blood in their stool and 78,1% had abdominal pain. Surgical management was carried out in 95% of the cases, with 46.4% having resection. On average, time from symptom onset to treatment was 2.4 days in days; for enema management it was 1.5 days; for surgery without resection it was 2.1 days and for surgery with resection it was 3.1 days. There were 18 deaths with an average time from symptom onset to treatment of 4.4 days and 100% were managed surgically. In pre-vaccine period, the characteristics of cases were similar. In conclusion, this is the first Brazilian study that describes clinical-epidemiologic characteristics of intestinal intussusception using national data. Difficulties with diagnosis and prompt management of intussusception were noted, which contribute to greater severity and great risk of death.

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