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CORPO E OBJETO EM DANÇA CONTEMPORÂNEA: RELAÇÕES DE PARCERIA

Batista, Mariana Hilda 14 December 2017 (has links)
Submitted by Diana Alves (ppgdancaufba.adm@gmail.com) on 2018-07-09T13:18:35Z No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO - Mariana Hilda.pdf: 1841343 bytes, checksum: 732849791f0b3ecbe4a3f4c039d3b875 (MD5) / Approved for entry into archive by Setor de Periódicos (per_macedocosta@ufba.br) on 2018-07-09T20:01:04Z (GMT) No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO - Mariana Hilda.pdf: 1841343 bytes, checksum: 732849791f0b3ecbe4a3f4c039d3b875 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-07-09T20:01:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO - Mariana Hilda.pdf: 1841343 bytes, checksum: 732849791f0b3ecbe4a3f4c039d3b875 (MD5) / Este estudo apresenta uma discussão sobre configurações de danças contemporâneas compostas por uma relação entre corpo e objeto. Nos questionamos sobre quais as implicações em analisar configurações de danças contemporâneas, considerando o estatuto do objeto em tais configurações. Portanto, falamos de jogos combinatórios entre corpo e objeto em dança, suas implicações estéticas e os modos de observar essas danças. Esta discussão desenvolve-se através da análise de quatro configurações de danças, sendo elas: amarelo (2007) e BURACO (2013), de Elisabete Finger e in-organic (2007) e Natureza Monstruosa (2011), de Marcela Levi. Nosso interesse parte das visualidades promovidas nessas danças, pois a maneira diferenciada como corpo e objeto se relacionam provoca o modo de olhar para essas configurações. Corpo e objeto promovem uma relação de parceria onde nem o corpo domina o objeto, nem o objeto domina o corpo, constituindo uma composição coletiva em dança (DALTRO, 2014), estabelecendo, com isso, uma relação horizontalizada entre eles, o que modifica seus aspectos visuais e significativos. Falamos então de variações para corpo e objeto em dança, relações de parceria nas quais se colocam em questão modos hegemônicos de ver o corpo e o objeto em dança, ou seja, o corpo como protagonista da dança e o objeto como utilitário e submisso ao corpo. Nessas variações, discutimos sobre um não utilitarismo do objeto através de uma relação mediadora (LATOUR, 2012) e, em diálogo com Lepecki (2010), propomos três desapegos com relação ao centramento do corpo na dança, o que promove implicações no fazer e ver dança. Dessa maneira, falamos da possibilidade de uma equivalência visual entre corpo e objeto, o que gera uma inquietação na percepção das configurações de danças, pois corpo e objeto se deslocam de suas categorias normativas e, na relação, se transformam um com o outro e, em conjunto, criam visualidades que provocam o olhar. Em diálogo com Didi-Huberman (2010) e Setenta (2008), colocamos em discussão um modo de olhar para essas configurações de maneira ativa e crítica, um olhar que cria sentido junto com a obra.
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CORPO E OBJETO EM DANÇA CONTEMPORÂNEA: RELAÇÕES DE PARCERIA

Batista, Mariana Hilda 14 December 2017 (has links)
Submitted by Diana Alves (ppgdancaufba.adm@gmail.com) on 2018-05-24T16:28:39Z No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO - Mariana Hilda.pdf: 1841347 bytes, checksum: 093b414349ace8f4bb96fd270dd47fbc (MD5) / Approved for entry into archive by Setor de Periódicos (per_macedocosta@ufba.br) on 2018-05-30T20:34:27Z (GMT) No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO - Mariana Hilda.pdf: 1841347 bytes, checksum: 093b414349ace8f4bb96fd270dd47fbc (MD5) / Made available in DSpace on 2018-05-30T20:34:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO - Mariana Hilda.pdf: 1841347 bytes, checksum: 093b414349ace8f4bb96fd270dd47fbc (MD5) / Este estudo apresenta uma discussão sobre configurações de danças contemporâneas compostas por uma relação entre corpo e objeto. Nos questionamos sobre quais as implicações em analisar configurações de danças contemporâneas, considerando o estatuto do objeto em tais configurações. Portanto, falamos de jogos combinatórios entre corpo e objeto em dança, suas implicações estéticas e os modos de observar essas danças. Esta discussão desenvolve-se através da análise de quatro configurações de danças, sendo elas: amarelo (2007) e BURACO (2013), de Elisabete Finger e in-organic (2007) e Natureza Monstruosa (2011), de Marcela Levi. Nosso interesse parte das visualidades promovidas nessas danças, pois a maneira diferenciada como corpo e objeto se relacionam provoca o modo de olhar para essas configurações. Corpo e objeto promovem uma relação de parceria onde nem o corpo domina o objeto, nem o objeto domina o corpo, constituindo uma composição coletiva em dança (DALTRO, 2014), estabelecendo, com isso, uma relação horizontalizada entre eles, o que modifica seus aspectos visuais e significativos. Falamos então de variações para corpo e objeto em dança, relações de parceria nas quais se colocam em questão modos hegemônicos de ver o corpo e o objeto em dança, ou seja, o corpo como protagonista da dança e o objeto como utilitário e submisso ao corpo. Nessas variações, discutimos sobre um não utilitarismo do objeto através de uma relação mediadora (LATOUR, 2012) e, em diálogo com Lepecki (2010), propomos três desapegos com relação ao centramento do corpo na dança, o que promove implicações no fazer e ver dança. Dessa maneira, falamos da possibilidade de uma equivalência visual entre corpo e objeto, o que gera uma inquietação na percepção das configurações de danças, pois corpo e objeto se deslocam de suas categorias normativas e, na relação, se transformam um com o outro e, em conjunto, criam visualidades que provocam o olhar. Em diálogo com Didi-Huberman (2010) e Setenta (2008), colocamos em discussão um modo de olhar para essas configurações de maneira ativa e crítica, um olhar que cria sentido junto com a obra.
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Dança: modos de estar princípios organizativos em dança contemporânea

Leste, Thembi Rosa 23 January 2013 (has links)
Submitted by Diana Alves (ppgdancaufba.adm@gmail.com) on 2013-01-23T15:35:50Z No. of bitstreams: 1 mestrado thembi rosa.pdf: 654835 bytes, checksum: feda458509f544c6061af718afcbc0f2 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-01-23T15:35:50Z (GMT). No. of bitstreams: 1 mestrado thembi rosa.pdf: 654835 bytes, checksum: feda458509f544c6061af718afcbc0f2 (MD5) / FAPESB / Esta pesquisa tem como tema de investigação a composição coreográfica em dança. Especificamente, busca aquilo que discerne a dança coreografada, arquitetada na lógica dos encadeamentos dos passos de dança e movimentos determinados previamente, daquela configurada por princípios organizativos. A proposição dessa distinção emergiu dos estudos das práticas de coreógrafos que trabalham a partir de princípios organizativos. Nestes modos compositivos, os coreógrafos, em vez de lidarem com a composição através do encadeamento de passos regrados e com todos os fatores de movimentos determinados, eles se preocupam com a delimitação de parâmetros que continuamente irão desencadear padrões de movimentos instanciados em cada trabalho. Essa especificidade parece ser uma das condições proeminentes para a instauração da dança contemporânea. Os trabalhos de coreógrafos e dançarinos da dança pós-moderna americana, produzida nas décadas de 60 e 70, inauguraram estes novos pressupostos para entendimentos em dança. As produções bibliográficas desse período e das décadas seguintes, bem como os modos de composição coreográfica reconhecidos atualmente, indicam esse modo de se estar na dança. A lógica compositiva em dança contemporânea coaduna com novas teorias e questionamentos sobre corpo, cognição e linguagem que vem se estabelecendo em pesquisas trans disciplinares. Neste viés, pressupostos da Biologia do Conhecer, formulada pelos cientistas chilenos Humberto Maturana e Francisco Varela, foram inter-relacionados ao domínio da dança, em especial, a hipótese da organização autopoiética dos seres vivos, a noção de organização e estrutura e o entrelaçamento entre linguagem, cognição e emoção. Afinada com essa linha de pesquisa, a Teoria Corpomídia, proposta pelas autoras Helena Katz e Christine Greinner, tem sido responsável pela instauração de um campo de estudos teóricos da dança no Brasil. O foco de investigação dessa dissertação, a especificidade de se olhar para a composição coreográfica, a dramaturgia do movimento, e o entendimento da dança pelas suas contínuas relações são, em boa parte, ressonância desses encontros. Além disso, a Teoria Cognitiva da Metáfora, um dos referenciais teóricos de pesquisas em dança no Brasil, é aqui suscitada por instanciar as discussões dos modelos conceituais sobre linguagem, podendo, assim, perturbar mitos remanescentes na área da dança. O entendimento da metáfora como constituída pelas nossas relações corporais imbricadas aos processos cognitivos e o questionamento das noções de representação, da existência de uma linguagem independente das nossas ações cotidianas, incitam a proposição de instrumentos de análise para pesquisas futuras que possam estar alinhados àquelas produzidas nessa área da lingüística cognitiva. A partir dessas abordagens teóricas, o propósito foi dinamizar ainda mais os fluxos entre teoria e prática, burilar as noções sobre corpo, cognição e linguagem e reconhecer a importância das nossas conversações para tudo aquilo que fazemos, inclusive, dançar. / Programa de Pós Graduação em Dança-Escola de Dança
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(In)vestindo discursos: um estudo sobre o figurino em obras de dança contemporânea

Santos, Leandro Pereira dos 18 May 2018 (has links)
Submitted by Diana Alves (ppgdancaufba.adm@gmail.com) on 2018-09-20T14:28:20Z No. of bitstreams: 1 Dissertação - Leandro Pereira dos Santos.pdf: 831845 bytes, checksum: 1a66f1625e1f4c0d38bf5212fcaf4702 (MD5) / Approved for entry into archive by Setor de Periódicos (per_macedocosta@ufba.br) on 2018-09-24T17:55:17Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertação - Leandro Pereira dos Santos.pdf: 831845 bytes, checksum: 1a66f1625e1f4c0d38bf5212fcaf4702 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-09-24T17:55:17Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertação - Leandro Pereira dos Santos.pdf: 831845 bytes, checksum: 1a66f1625e1f4c0d38bf5212fcaf4702 (MD5) / O presente estudo apresenta um olhar amplo para as questões que envolvem o figurino na dança contemporânea e os discursos possíveis que reverberam desse elemento em cena. Assim, a ideia aqui articulada aponta o figurino enquanto elemento cênico articulador de conceitos e sob aspectos do não determinismo, um figurino neutro. A neutralidade mencionada no texto tem referência no estudo desenvolvido pelo sociólogo Roland Barthes (2003), em que o mesmo aponta uma neutralidade que se distancia do pensamento construído pelo senso-comum onde o neutro se caracteriza enquanto o inexistente. Para isso, um breve estudo (panorama histórico) sobre o figurino na dança apresentado por Antônio José Faro (2011), o conceito de roupa e de moda apresentados por Malcolm Barnard (2003), o pensamento sobre o que é contemporâneo de Giorgio Agamben (2009), a ideia de imagem discutida por Adriana Bittencourt (2012), dentre outros autores citados no texto, são imprescindíveis para o entendimento aqui proposto. O desenvolvimento das análises apresentadas são a partir das seguintes obras de dança contemporânea: Encarnado (2005) da Lia Rodrigues Cia de Dança e Partes sem roteiros (2008) do His-contemporâneo de Dança. Ambas as obras, apresentam figurinos que não seguem uma narrativa linear das questões em cena, ao mesmo tempo em que apontam deslocamentos e ampliação das possibilidades de interpretação.
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Instalação coreográfica: crítica e limiar

Sheldon, Ana Rizek 09 December 2014 (has links)
Submitted by Diana Alves (ppgdancaufba.adm@gmail.com) on 2016-06-09T12:38:12Z No. of bitstreams: 1 Dissertação Ana Rizek.pdf: 691379 bytes, checksum: fb3b9ca0bb11cf9799308f04aec7a8e4 (MD5) / Approved for entry into archive by Alda Lima da Silva (sivalda@ufba.br) on 2016-06-13T17:37:42Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertação Ana Rizek.pdf: 691379 bytes, checksum: fb3b9ca0bb11cf9799308f04aec7a8e4 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-06-13T17:37:42Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertação Ana Rizek.pdf: 691379 bytes, checksum: fb3b9ca0bb11cf9799308f04aec7a8e4 (MD5) / Esta dissertação apresenta uma reflexão acerca da ocorrência de um modo de composição nomeado “instalação coreográfica” por artistas e críticos da cena paulistana da dança contemporânea na primeira década do século XXI. O ponto de partida da pesquisa foi o trabalho Vestígios da coreógrafa paulistana Marta Soares, embora o resultado escrito não se restrinja a uma análise monográfica sobre a obra. O principal desafio metodológico desse estudo foi encontrar uma maneira de dissertar a respeito de um jeito de compor um pensamento em dança que fugisse à descrição ilustrativa ou ao ímpeto por uma definição teórica. O foco da discussão está, assim, nas interlocuções entre dança e artes visuais inscritas no campo da dança contemporânea, identificadas na instalação coreográfica pela hipótese de que nessa forma compositiva opera um dispositivo crítico de relação entre obra e contexto de existência. As noções de limiar (BENJAMIN, 2007) e zona de transitividade (BRITTO, 2008a) foram fundamentais para circunscrever a hipótese deste trabalho.
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Repulsa e abjeção na dança contemporânea: a crise como potência transgressora e o anestesia-mento crítico

Cruz, Isaura Suélen Tupiniquim January 2016 (has links)
Submitted by Diana Alves (ppgdancaufba.adm@gmail.com) on 2016-07-21T13:02:59Z No. of bitstreams: 1 DISSERTACAO-IsauraTupiniquim.pdf: 1343081 bytes, checksum: 2a53fed798aae9087a991b2ec1023584 (MD5) / Approved for entry into archive by Patricia Barroso (pbarroso@ufba.br) on 2016-07-21T16:39:10Z (GMT) No. of bitstreams: 1 DISSERTACAO-IsauraTupiniquim.pdf: 1343081 bytes, checksum: 2a53fed798aae9087a991b2ec1023584 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-07-21T16:39:10Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DISSERTACAO-IsauraTupiniquim.pdf: 1343081 bytes, checksum: 2a53fed798aae9087a991b2ec1023584 (MD5) / Ao gerar mudanças no corpo e na arte, a crise como transgressão é uma potência que mobiliza a história e as práticas políticas. O anestesiamento crítico, decorrente de uma circularidade formada no circuito artístico, ao estabelecer uma hegemonia discursiva nas produções estéti-cas, produz um paradoxo entre a transgressão como pressuposto na dança contemporânea e a normatização das ações nesse campo. De uma perspectiva da biopolítica, que captura os dese-jos e a imaginação, os discursos de transgressão na arte podem ter seu espaço reservado, prin-cipalmente quando não existe um interdito contra o qual se opor. Nessa concepção política, os poderes são diluídos e capitalizáveis, anestesiando as forças de tensão e a capacidade crítica dos corpos. A transgressão está vinculada ao interdito, pois ambos são fundamentos implícitos à conjuntura existencial e social do corpo. A noção de transgressão da linguagem articula e problematiza a esfera artística que, atrelada aos conceitos de performatividade, heterogenei-dade e heterologia, expõe uma contradição entre o conteúdo dos discursos e as práticas en-gendradas nas demandas de mercado, fragilizando o corpo performativo, tanto nas experimen-tações da vanguarda da década de 1960 quanto nas suas implicações históricas, que se esten-dem à atualidade. Nesta pesquisa, as análises das produções artísticas são abordadas a partir dos conceitos de informe e de abjeção, os quais se aproximam radicalmente da transgressão, devido à produção de conflito e repulsa.
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Re-enactment no filme pinta um fluxo de memória na dança contemporânea

SILVA, RAILDA January 2016 (has links)
Submitted by Diana Alves (ppgdancaufba.adm@gmail.com) on 2016-08-19T11:40:59Z No. of bitstreams: 1 Dissertação Railda 2016.2 pdf.pdf: 2538381 bytes, checksum: fca561dc9cddb0cb2c7e0ba531fa4ca1 (MD5) / Approved for entry into archive by Patricia Barroso (pbarroso@ufba.br) on 2016-08-19T15:22:49Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertação Railda 2016.2 pdf.pdf: 2538381 bytes, checksum: fca561dc9cddb0cb2c7e0ba531fa4ca1 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-08-19T15:22:52Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertação Railda 2016.2 pdf.pdf: 2538381 bytes, checksum: fca561dc9cddb0cb2c7e0ba531fa4ca1 (MD5) / Esta pesquisa analisa o re-enactment (Lepecki, 2010) no filme Pinta como um fluxo de memória na dança contemporânea. O filme Pinta (2013) tem direção do artista Jorge Alencar e “Dimenti - produtora cultural e ambiente de criação artística”. O estudo aporta-se na compreensão de que a obra artística contemporânea, pode não limitar sua materialização a uma determinada linguagem, e que a quantidade crescente de re-enactments do corpo na dança contemporânea, não se restringem só ao palco enquanto espaço cênico para a dança, mas em distintas intermediações que favorecem e produzem transformações e atualizações. A escolha do tema se justifica pelo interesse de aprofundar conhecimentos sobre as relações complexas da dança contemporânea e seus possíveis e inesgotáveis processos de sentidos, no intuito de elaborar princípios, técnicas e aspectos composicionais que ativam estéticas de obras passadas para o presente. A metodologia de trabalho é de característica qualitativa, com estudo de caso, utiliza entrevista semiestruturada, questionário e os registros videográficos de espetáculos e filmes utilizados para montagem de Pinta. Para referenciar discussões sobre re-enactment, dança contemporânea, hibridismo de processos compositivos foram acessados principalmente os textos dos autores Agamben (2009), Canclini (2008), Lepecki (2010), e finalmente para falar de corpo numa aproximação dos processos evolutivos que o corpo está envolvido com a memória, trazemos Greiner e Katz (2005). Ao analisar o processo de Pinta foi possível perceber que o filme produz um fluxo contínuo de memória a partir de materiais artísticos descontínuos, em ação para novas significações. Desse modo, é possível entender o re-enactment como uma prática de revisitamentos de desejos identificados tanto no artista como na obra, ambos são atingidos pelo desejo de presença.
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As coisas que viajam dentro de você : um registro do processo de trabalho de Gaga

Saab, Luiza Beloti Abi 07 December 2015 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Artes, Programa de Pós-graduação em Arte, 2015. / Submitted by Fernanda Percia França (fernandafranca@bce.unb.br) on 2016-05-09T13:42:06Z No. of bitstreams: 1 2015_LuizaBelotiAbiSaab.pdf: 2454707 bytes, checksum: 20a6e962ab3640ad436f508536b793fe (MD5) / Approved for entry into archive by Marília Freitas(marilia@bce.unb.br) on 2016-05-26T18:16:15Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_LuizaBelotiAbiSaab.pdf: 2454707 bytes, checksum: 20a6e962ab3640ad436f508536b793fe (MD5) / Made available in DSpace on 2016-05-26T18:16:15Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_LuizaBelotiAbiSaab.pdf: 2454707 bytes, checksum: 20a6e962ab3640ad436f508536b793fe (MD5) / Este trabalho pretende informar sobre o processo de trabalho Gaga, desenvolvido em Israel pelo coreógrafo Ohad Naharin em meados da década de 90. Embora este processo de trabalho da dança contemporânea seja renomado mundialmente, poucos registros relatam sua descrição técnica e sensível. Através de uma vasta coleta de materiais como vídeos, entrevistas, espetáculos e workshops, este trabalho foi realizado para esclarecer a definição e estrutura do processo de trabalho Gaga. A pesquisa conta com uma breve contextualização histórica para situar a criação do processo, além de materiais inéditos como entrevistas exclusivas com bailarinos, alunos e criador. A análise do material se dá no campo técnico e subjetivo da dança, abrangendo desde depoimentos de participantes até Labanotação dos movimentos, tornando esta pesquisa uma das únicas fontes acadêmicas relevantes sobre o processo de trabalho desenvolvido pelo coreógrafo Ohad Naharin. / This work aims to inform about Gaga´s work process, developed by Ohad Naharin in Israel around the 90s. Although its contemporary language is well-known around the world, only few works describes its technique and sensibility. Through a wide gathering of materials, like videos, interviews, performances and workshops, this work was developed to come up with a definition for Gaga’s work process. The research counts with a historical contextualization to situate its creation, but moreover with unpublished materials, as exclusive interviews with dancers, students and director. The material was analysed with a technical and subjective approach, from testimonials to the Labanotation of the movement, becoming one of the only researches in Brazil addressing the language developed by the choreographer Ohad Naharin.
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Dança autobiográfica-multivocalidade do self encenado a partir e além da carne negra

Santana, Eduardo Augusto Rosa 15 January 2013 (has links)
Submitted by Diana Alves (ppgdancaufba.adm@gmail.com) on 2013-01-15T14:39:12Z No. of bitstreams: 1 Dança Autobiográfica - Dissertação Integral..pdf: 12207180 bytes, checksum: 77b838d1edd3c72b198ae92ed1bce937 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-01-15T14:39:12Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dança Autobiográfica - Dissertação Integral..pdf: 12207180 bytes, checksum: 77b838d1edd3c72b198ae92ed1bce937 (MD5) / FAPESB / A dança autobiográfica é concebida enquanto a dança que encena o self. A presente pesquisa formulou um estudo de caso único, com o objetivo de investigar de que modo as proposições cênicas de uma obra de dança autobiográfica é passível de fazer do universo particular do criador, um espaço compartilhável. O caso selecionado foi a obra coreográfica O samba do crioulo doido (2004), de Luiz de Abreu. A coleta e análise dos dados foi composta por observação de vídeo-registro da obra, entrevista nãoestruturada com o criador e análise de documentos da obra e do criador. Os resultados apresentam que: a) o self encenado estrutura-se com múltiplas vozes, operando num potencial diálogo contínuo entre si e o contexto cultural amplo no qual se engendra, b) tal dialogia, confirma uma perspectiva de self enquanto compartilhável, em detrimento de um subjetivismo radical; o que c) favorece ações coletivas de compartilhamento, descartando estratégias de auto-afirmação identitária, comum, sobretudo, em coletivos minoritários; sob esse ponto de vista c) a dança autobiográfica performa a identidade humana, na perspectiva da complexidade, apresentando aspectos universais condicionados ao movimento em direção às singularidades, numa multiplicidade heterogênea, todavia capaz de ser dimensionada enquanto unidade. / Escola de Dança
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Poética da oportunidade: tomada de decisão em estruturas coreográficas abertas a improvisação

Silva, Hugo 30 January 2013 (has links)
Submitted by Diana Alves (ppgdancaufba.adm@gmail.com) on 2013-01-29T14:26:10Z No. of bitstreams: 1 dissertacao%20seg.pdf: 5104266 bytes, checksum: b2aeb9a587f30b3f8ab6a021e743f2a8 (MD5) / Approved for entry into archive by Fatima Cleômenis Botelho Maria (botelho@ufba.br) on 2013-01-30T12:59:30Z (GMT) No. of bitstreams: 1 dissertacao%20seg.pdf: 5104266 bytes, checksum: b2aeb9a587f30b3f8ab6a021e743f2a8 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-01-30T12:59:30Z (GMT). No. of bitstreams: 1 dissertacao%20seg.pdf: 5104266 bytes, checksum: b2aeb9a587f30b3f8ab6a021e743f2a8 (MD5) / Fapesb / Em que medida o termo improvisação é apropriado a estruturas coreográficas abertas para a criação no ato da cena? Esta questão torna-se mais complexa quando consideramos a diversidade de configurações de obras de dança cujas estruturas coreográficas podem ser incluídas neste recorte e, para respondê-la, eu proponho a hipótese de que haja uma relação direta com o que se espera e o que pode ser explicado sobre o fator da tomada de decisão pelo dançarino nestas circunstâncias. Três núcleos de criação e pesquisa, com os quais mantive vinculo direto e ativo nos últimos sete anos na cidade de Salvador, constituem o campo de observação para esta investigação: Grupo de Pesquisa Poética Tecnológica na Dança, Grupo X de Improvisação em Dança e Projeto EmComTato - Prática e Pesquisa em Contato Improvisação e Performance. São trabalhos em dança suficientemente estabelecidos e distintos, os quais lidam com propostas de criação em dança que se dão, ou se completam, através da solução de problemas, reações, interações, tomada de decisões do dançarino no ato da performance. Apoiado em um entendimento de racionalidade que é inseparável de sensações e emoções e em teorias que estudam emergências em sistemas proponho que o dançarino neste contexto específico de dança age como um agente ( entre outros) de um sistema que se auto-organiza, mas, ao mesmo tempo, atua com algum planejamento ao buscar organizações, coerências e composições.Ou seja, o foco de atenção e tomada de decisão do dançarino está em um eixo de organizações, no corpo e na cena, que se dão bottom-up(emergências e up-down(planejamento, o que lança luz sobre o equívoco que seria pensar a improvisação como um domínio onde o "espontâneo" e o "racional" se excluam mutuamente.Proponho que este eixo de organizações no qual atuam tanto emergências como planejamento ofereça o contexto no qual o dançarino age com o seu "imaginário", um espaço de negociação em que concorrem, também simultaneamente e em configurações diferenciadas, decisões que podem ser chamadas de "voluntárias" e outras que são entendidas como "inconscientes" ou "espontâneas". É a partir deste "imaginário do improvisador" que o dançarino procura tomar proveito das oportunidades de composição poética que encontra no ato da cena, permitindo que sejam observados parâmetros tais como previsibilidade e surpresa, repetição e inovação, controle e liberdade, configurando diferentes relações com a idéia de improvisação. / Programa de Pós Graduação em Dança- Escola de Dança

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