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Da escrita de si à escrita fora de si:: uma leitura de Objeto gritante e Água viva de Clarice Lispector

Maria das Gracas Fonseca Andrade 17 December 2007 (has links)
Esse trabalho consiste em uma leitura das duas versões de "Objeto gritante", proto-textos de "Água viva", de Clarice Lispector. Tais versões encontram-se disponíveis na Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro, e não vieram ainda a público. Este trabalho também tem como objeto o livro publicado em 1973. Nosso objetivo consistiu em acompanhar a trajetória de composição de "Água viva", observar as mudanças ocorridas na passagem de "Objeto gritante", que consideramos uma escrita de si (autobiografia pessoal, íntima) para "Água viva", uma escrita fora de si ( exterior, impessoal, ex-tima). Trata-se de pesquisa bibliográfica onde se discute a questão de gênero em Clarice Lispector para sustentar que "Água viva" é um diário, ainda que não exatamente nos moldes de um diário íntimo. Vimos que "Água viva" foi composto a partir de alguns textos já publicados anteriormente em A legião estrangeira e no Jornal do Brasil. Procedimento, aliás, já utilizado pela autora em "Uma aprendizagem" ou "O livro dos prazeres", de 1969. Fizemos um levantamento de todos os textos já publicados por Clarice e que aparecem em "Objeto gritante", sendo, contudo, eliminados em "Água viva" e também de outros que permaneceram como parte do texto de "Água viva". As questões da escrita de si, da autoria, da citação, do fragmento, do diário são tratados através dos teóricos Michel Foucault, Roland Barthes, Antoine Compagnon, Béatrice Didier, Gaston Bachelard e outros.
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"Pequenas, grandes, mínimas idéias": a construção da imagem do escritor nos diários de Lima Barreto

João Gonçalves Ferreira Christófaro Silva 19 February 2013 (has links)
Esta dissertação pretende apresentar uma leitura do Diário íntimo e do Diário do hospício de Lima Barreto, tendo como objetivo a observação dos modos como a imagem do escritor se constrói nestes textos. Por ser um gênero ao mesmo tempo preso no presente e voltado para a posteridade, possuindo características formais que tornam difíceis a totalização e a mecanização das relações entre obra e vida, acreditamos que o diário de escritor é um gênero privilegiado para a observação deste tipo de construção. Buscamos conduzir nossa investigação em torno de dois conceitos-chave, o de deslocamento e o de phármakon. A partir da ideia de deslocamento podemos pensar tanto a construção da figura do escritor enquanto indivíduo excepcional e pertencente a uma pátria ou confraria exclusiva e estrangeira, à qual busca se dirigir em um deslocamento metafórico, quanto a própria circulação literal do escritor dentro de seu meio intelectual próximo, no qual toma posições e constrói relações. Pela ideia de phármakon buscamos pensar a representação da relação entre o escritor e a literatura, na qual a literatura muitas vezes se envolve de uma multiplicidade de significados, muitas vezes contraditórios. Nesse movimento, a atividade literária pode tornar-se ao mesmo tempo o que move a vida do escritor e o que causa sua morte, o que o cura e o que o envenena, projetando em sua imagem a ideia de uma relação ao mesmo tempo necessária, intensa e nociva com a escrita. A investigação da construção da imagem do escritor por meio desses deslocamentos e phármaka não só nos deixa vislumbrar uma série de tensões, como entre a aposta na consagração imediata e a aposta na consagração póstuma, ou entre a imagem do escritor marginal e a imagem do escritor profissional, como também revela zonas de indiferenciação e vai-e-vem constante entre a biografia e a ficção, o escritor e a personagem.

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