Spelling suggestions: "subject:"cologia vegetal"" "subject:"d'ecologia vegetal""
261 |
Mediadores técnicos, tecnociência na agricultura e a definição legítima da problemática ambiental no campo tecnocientíficoCoelho, Vanessa Pfeifer January 2002 (has links)
A dimensão de conflito relacionada à problemática ambiental, enquanto um problema social, é o elemento instigador do exercício de pesquisa proposto. Dotada de uma flexibilidade na formulação e estabelecimento de possíveis contornos e de uma inegável presença e relevância no cenário contemporâneo, a disputa pela definição legítima da problemática ambiental instala-se em distintos campos sociais. No presente exercício de pesquisa, a disputa por uma caracterização legítima da problemática ambiental é utilizada como a “porta-de-entrada”, através da qual objetiva-se uma aproximação com a dinâmica de disputa particular do campo tecnocientífico, vinculado às “ciências rurais” e delimitado pelo recorte estadual do Rio Grande do Sul. Pretende-se distinguir os macro posicionamentos envolvidos em uma disputa e, concomitantemente, resgatar estratégias peculiares a cada um destes, destacando a constante interação existente entre as mesmas. Um momento final é reservado à tentativa de estabelecer o vínculo entre uma disputa pela problemática ambiental no campo tecnocientífico e o confronto entre distintas construções da noção de desenvolvimento rural. Foram entrevistados mediadores técnicos gaúchos vinculados às instituições de pesquisa, ensino e extensão considerados de relevância no cenário. Para a seleção dos agentes entrevistados, bem como para a delimitação das instituições, recorreu-se ao auxílio de informantes qualificados. Estabelecido um panorama inicial este foi, freqüentemente, refinado e consagrado na etapa de campo através da confirmação/complementação proporcionada pelos próprios agentes entrevistados. Utilizou-se um roteiro de entrevistas subdividido em quatro blocos: origem e trajetória social; problemática ambiental e agricultura; ciência e tecnologia e desenvolvimento rural. A polaridade principal estabelece-se entre os agentes, dominantes no campo, simpatizantes do modelo de modernização da agricultura e, no pólo oposto, os dominados, partidários da agroecologia. A problemática ambiental é percebida, do lado dos dominantes, sob o ponto de vista dos impactos no meio físico, estes passíveis de serem contornados através de técnicas de menor impacto ambiental e cientificamente embasadas. Já, por parte dos dominados, ressalta-se o elo entre a problemática ambiental e um modelo de modernização da agricultura, este reconhecido como insustentável. A disputa prossegue em um jogo de estratégias em constante interação, tendo por objetivo circunscrever aos domínios de cada grupo as abordagens particulares da problemática ambiental e, em decorrência, a tentativa de dotá-las de autoridade/legitimidade no campo tecnocientífico. Da seqüência de estratégias utilizadas destaca-se o forte apelo, por parte dos dominantes no campo, à denominada “boa ciência”, sendo esta considerada a instância legítima. No pólo oposto, os dominados esforçamse por consagrar sua proposição central, a agroecologia. Igualmente, no exercício discursivo em torno do desenvolvimento rural, os agentes resgatam a polaridade “boa ciência” x agroecologia.
|
262 |
Chlorococcales latu sensu(Chlorophyceae) em ambientes aquáticos na planície costeira do Rio Grande do Sul, Brasil : taxonomia, distribuição e aspectos ecológicos / Desmodesmus and Scenedesmus (Scendesmaceae, Sphaeropleales, Chlorophyceae) in aquatic environments from the Coastal Plain of Rio Grande do Sul, BrazilHentschke, Guilherme Scotta January 2009 (has links)
Este trabalho trata do estudo da flora de Desmodesmus An, Friedl & Hegew. e Scenedesmus Meyen, encontrada em lagoas isoladas, lagoas interligadas, banhados, açudes e ambientes lóticos da Planície Costeira do Rio Grande do Sul. A composição taxonômica, e as relações entre a riqueza e a densidade com as variáveis temperatura e pH foram avaliadas. O estudo baseou-se em 41 amostragens efetuadas no outono e na primavera de 2003. Um total de 14 espécies e duas variedades de Desmodesmus e duas espécies e uma variedade de Scenedesmus foram identificadas. Além disso, quatro combinações novas (Desmodesmus granulatus (W.& G. S. West.) Hentschke & Torgan, Desmodesmus heteracanthus (Guerr.) Hentschke & Torgan, Desmodesmus microspina (Chod.) Hentschke & Torgan e Desmodesmus spinoso-aculeolatus (Chod.) Hentschke & Torgan) são propostas. A variação da riqueza e da densidade estiveram influenciadas pelo pH (r2 = 0,53 e r2= 0,97). A média de densidade (ind. mL-1) de Desmodesmus e Scenedesmus na primavera diferiu significativamente da média obtida no outono (p = 0,04) e, e a média de riqueza na zona litoral diferiu significativamente da média obtida na zona pelágica (p = 0,02). / This paper is about the Desmodesmus An, Friedl & Hegew. and Scenedesmus Meyen flora, found at isolated ponds, interlinked ponds, swamps, dams and lotic environments, at the Coastal Plain of Rio Grande do Sul. The taxonomic composition and how richness and density relate to the variables temperature and pH were evaluated. The study was based on 41 samplings collected in autumn and spring of 2003. A total of 14 species and two varieties of Desmodesmus, and two species and a variety of Scenedesmus were identified. Four new combinations (Desmodesmus granulatus (W.& G. S. West. ) Hentschke & Torgan, Desmodesmus heteracanthus (Guerr.) Hentschke & Torgan, Desmodesmus microspina (Chod.) Hentschke & Torgan and Desmodesmus spinosoaculeolatus (Chod.) Hentschke & Torgan) were proposed. The statistical analysis revealed that the variation of richness and density were influenced by pH (r2 = 0,53 e r2= 0,97). Comparing autumn and spring, it is observed that the density average (ind. mL-1) of Desmodesmus and Scenedesmus in spring differs significantly of the average obtained in the autumn (p = 0,04) and, comparing the richness averages, that the average of the litoral zones differs significantly of the average obtained in the pelagic zones (p = 0,02).
|
263 |
Estudos florísticos, ecológicos e do desenvolvimento em Cyatheaceae(Pteridophyta) no Rio Grande do Sul, BrasilSchmitt, Jairo Lizandro January 2005 (has links)
Resumo não disponível
|
264 |
Traços florais e filogenia em espécies lenhosas do cerrado /Gonçalves, Carolina Stella. January 2013 (has links)
Orientador: Marco Antônio Portugal Luttembark Batalha / Coorientador: Elza Maria Guimarães Santos / Coorientador: Leonor Patrícia Cerdeira Morellato / Banca: Márcia Cristina Mendes Marques / Banca: Anselmo Nogueira / Resumo: Conjuntos de traços refletindo adaptações a certos polinizadores são conhecidos como "síndromes de polinização". Estudos sobre morfologia floral e síndromes de polinização fundamentaram o nosso conhecimento sobre as interações planta-polinizador, mas ainda sabemos pouco sobre como as formas florais mudaram na evolução, lacuna esta que pode ser preenchida com abordagens filogenéticas. Estudamos traços florais, síndromes de polinização, e filogenia de espécies lenhosas de cerrado respondendo às perguntas: (1) As síndromes de polinização são consistente?; (2) Quais as características associadas a cada síndrome?; (3) Os traços florais apresentam sinal filogenético?; (4) Há padrões globais e locais na filogenia?; (5) A diversidade de traços está expressa em um ou em poucos nós da filogenia?; (6) A diversidade de traços está agrupada perto da raiz ou das folhas da árvore? Respondendo às primeira e segunda perguntas, corroboramos a existência de duas síndromes de polinização mais frequentes: "abelhas", associada aos maiores diâmetros da base da corola, e "insetos pequenos", associada às maiores concentrações de néctar. À terceira pergunta, verificamos que todas os traços florais apresentam sinal filogenético, a maioria deles com valor negativo. À quarta questão, encontramos tanto padrões globais como locais da evolução dos traços. Finalmente, às quinta e sexta questões, descobrimos que a diversidade de traços está concentrada em alguns nós ao longo da árvore filogenética. As interações entre flores e polinizadores parecem ter tido um papel importante na diversificação das plantas do cerrado. A diversidade de traços florais pode ser atribuída, em parte, à adaptação das angiospermas aos primeiros polinizadores do Cretáceo e, em parte, às adaptações ao ambiente de polinização cerrado / Abstract: Sets of floral traits reflecting adaptations to certain pollinators are known as "pollination syndromes". Studies on floral morphology and pollination syndromes underlied our knowledge on plant-pollinator interactions, but there is still little evidence as to how floral forms have shifted during the evolutionary time, a gap that could be filled with phylogenetic approaches. We studied floral traits, pollination syndromes, and phylogeny of cerrado woody species answering the questions: (1) Are pollination syndromes consistent? (2) Which trait values are associated to each syndrome?; (3) Do floral traits present phylogenetic signal?; (4) Are there global and local phylogenetic structures?; (5) Is trait diversity expressed in one or few nodes of the phylogeny?; (6) Is trait diversity clustered near the root or near the tips of the tree? For the first and second questions, we corroborated the existence of two major pollination syndromes: "bees", associated with the higher corolla base diameter; and "small generalist insects", associated with higher nectar concentration. For the third question, we found that all of the traits presented phylogenetic signal, most of them with negative value. For the fourth, we encountered both global and local patterns of trait evolution. And, finally, for the fifth and sixth questions, we found that trait diversity is skewed through few nodes through the phylogenetic tree. We postulate that, in the cerrado, interaction between flowers and their pollinators seems to has played an important rule in angiosperm diversification. Floral traits diversity may be atributed partly to early angiosperm radiation in the mid-Cretaceous, and partly to adaptations to the cerrado pollination environment / Mestre
|
265 |
Traços florais e filogenia em espécies lenhosas do cerradoGonçalves, Carolina Stella [UNESP] 26 February 2013 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:27:26Z (GMT). No. of bitstreams: 0
Previous issue date: 2013-02-26Bitstream added on 2014-06-13T20:56:29Z : No. of bitstreams: 1
000735052.pdf: 3699187 bytes, checksum: 17f93d73fc12acd2afbc83dc9b3d096f (MD5) / Conjuntos de traços refletindo adaptações a certos polinizadores são conhecidos como síndromes de polinização. Estudos sobre morfologia floral e síndromes de polinização fundamentaram o nosso conhecimento sobre as interações planta-polinizador, mas ainda sabemos pouco sobre como as formas florais mudaram na evolução, lacuna esta que pode ser preenchida com abordagens filogenéticas. Estudamos traços florais, síndromes de polinização, e filogenia de espécies lenhosas de cerrado respondendo às perguntas: (1) As síndromes de polinização são consistente?; (2) Quais as características associadas a cada síndrome?; (3) Os traços florais apresentam sinal filogenético?; (4) Há padrões globais e locais na filogenia?; (5) A diversidade de traços está expressa em um ou em poucos nós da filogenia?; (6) A diversidade de traços está agrupada perto da raiz ou das folhas da árvore? Respondendo às primeira e segunda perguntas, corroboramos a existência de duas síndromes de polinização mais frequentes: abelhas, associada aos maiores diâmetros da base da corola, e insetos pequenos, associada às maiores concentrações de néctar. À terceira pergunta, verificamos que todas os traços florais apresentam sinal filogenético, a maioria deles com valor negativo. À quarta questão, encontramos tanto padrões globais como locais da evolução dos traços. Finalmente, às quinta e sexta questões, descobrimos que a diversidade de traços está concentrada em alguns nós ao longo da árvore filogenética. As interações entre flores e polinizadores parecem ter tido um papel importante na diversificação das plantas do cerrado. A diversidade de traços florais pode ser atribuída, em parte, à adaptação das angiospermas aos primeiros polinizadores do Cretáceo e, em parte, às adaptações ao ambiente de polinização cerrado / Sets of floral traits reflecting adaptations to certain pollinators are known as “pollination syndromes”. Studies on floral morphology and pollination syndromes underlied our knowledge on plant-pollinator interactions, but there is still little evidence as to how floral forms have shifted during the evolutionary time, a gap that could be filled with phylogenetic approaches. We studied floral traits, pollination syndromes, and phylogeny of cerrado woody species answering the questions: (1) Are pollination syndromes consistent? (2) Which trait values are associated to each syndrome?; (3) Do floral traits present phylogenetic signal?; (4) Are there global and local phylogenetic structures?; (5) Is trait diversity expressed in one or few nodes of the phylogeny?; (6) Is trait diversity clustered near the root or near the tips of the tree? For the first and second questions, we corroborated the existence of two major pollination syndromes: “bees”, associated with the higher corolla base diameter; and “small generalist insects”, associated with higher nectar concentration. For the third question, we found that all of the traits presented phylogenetic signal, most of them with negative value. For the fourth, we encountered both global and local patterns of trait evolution. And, finally, for the fifth and sixth questions, we found that trait diversity is skewed through few nodes through the phylogenetic tree. We postulate that, in the cerrado, interaction between flowers and their pollinators seems to has played an important rule in angiosperm diversification. Floral traits diversity may be atributed partly to early angiosperm radiation in the mid-Cretaceous, and partly to adaptations to the cerrado pollination environment
|
266 |
Parasitóides, bruquídeos e plantas hospedeiras: riqueza de espécies e dinâmica espacial em escala localRodrigues, Ligia Maria da Silva [UNESP] 26 September 2008 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:27:26Z (GMT). No. of bitstreams: 0
Previous issue date: 2008-09-26Bitstream added on 2014-06-13T20:35:57Z : No. of bitstreams: 1
rodrigues_lms_me_botib.pdf: 1004031 bytes, checksum: c12e9343417f8407c22334ecad16cd68 (MD5) / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / O presente estudo foi dividido em duas partes. A primeira parte (capítulo 1) teve como objetivo avaliar se as características nutricionais dos frutos de Mimosa bimucronata influenciam a formação dos padrões de distribuição espacial de Acanthoscelides schrankie e seus parasitóides, os quais por sua vez podem determinar os padrões de dependência de densidade espacial na interação hospedeiro-parasitóide. Ramos em frutificação foram marcados e coletas quinzenais de frutos foram feitas em 2006 e 2007. Após a emergência dos insetos, análises nutricionais dos frutos de cada ano foram feitas (teor de água, nitrogênio e fenóis). Tanto A. schrankiae como seus parasitóides apresentaram estrutura espacial bem definida apenas durante o ano de 2007. Foram observados padrões independentes, inversamente dependentes e diretamente dependentes da densidade espacial, dependendo do momento de observação. Associações espaço-temporal significativas com e sem atraso de tempo entre bruquídeos e parasitóides, e entre bruquídeos e a porcentagem de parasitismo foram observadas. Associações espaciais mais intensas foram observadas sem atraso de tempo. Portanto, as populações de bruquídeos e parasitóides foram dinamicamente acopladas, mas tal padrão foi dependente do ano de observação. Constatou-se uma dissociação espacial significativa das populações de bruquídeos e parasitóides com os conteúdos de fenóis dos frutos, ou seja, a forte associação entre bruquídeos e parasitóides ocorreu em ramos com menor concentração de compostos fenólicos, o que pode ter contribuído para a formação dos padrões espaciais observados. Associações espaciais significativas não foram observadas entre as populações de bruquídeos e parasitóides com os respectivos teores de água e nitrogênio. Na segunda parte (capítulo 2) investigou-se... / This study was divided into two parts. The objective of the first part (chapter 1) was to investigate whether fruit quality of Mimosa bimucronata plants influenced the spatial distribution patterns of Acanthoscelides schrankie and its parasitoids, which in turn would determine spatial density dependent patterns of host-parasitoid interactions. Branches were previously selected and fruits were collected at each fifteen days in years 2006 and 2007. After emergence of all insects, nutritional analyses of fruits were carried out for each year (water, nitrogen and phenolic contents). A. schrankiae and its parasitoids presented well defined spatial structure only in 2007. Independent, inversely density dependent and directly density dependent spatial patterns were verified; however, such patterns depended of the moment of observation. Significant spatio-temporal associations with and without time lags were observed between bruchids and its parasitoids and also between bruchids and the percentage of parasitism. The most significant spatial associations were verified without time lags. Therefore, bruchid and parasitoid populations were dynamically coupled, but these patterns were dependent of the year of observation. Significant spatial dissociations were verified between phenolic contents of M. bimucronata fruits and bruchid and parasitoid populations; therefore, significant spatial associations between bruchids and their parasitoids occurred on branches with lower concentrations of phenolic compounds, which may have determined the observed spatial patterns in the field. Significant spatial associations were not observed between bruchid and parasitoid populations and the water and nitrogen contents. In the second part (chapter 2), the species richness of bruchids and their host plants was investigated in a semi-deciduous forest fragment named as “Mata da Bica” (Botucatu-SP)... (Complete abstract click electronic access below)
|
267 |
Florística vascular não arbórea da reserva particular do patrimônio natural Paiol Maria, São Lourenço da Serra, SPSaka, Mariana Naomi [UNESP] 28 February 2012 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:23:02Z (GMT). No. of bitstreams: 0
Previous issue date: 2012-02-28Bitstream added on 2014-06-13T19:08:47Z : No. of bitstreams: 1
saka_mn_me_rcla.pdf: 261156 bytes, checksum: 81eadf241df9f9693f28e59d3bebf4f3 (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / A Reserva Particular do Patrimônio Natural Paiol Maria, São Lourenço da Serra, SP, possui 76 ha e localiza-se no Corredor de Biodiversidade da Serra do Mar, considerado uma área prioritária para conservação e um importante centro de endemismo. Foram coletadas 332 espécies de plantas vasculares não arbóreas distribuídas em 85 famílias, sendo aproximadamente 80% de Angiospermas e 20% de Monilophyta s.l. Em relação ao hábito, a maioria é herbácea (47%), seguido de epífitas, arbustivas e trepadeiras (20%, 18% e 15%, respectivamente). Do total de espécies, 87 são endêmicas da Mata Atlântica, 205 são nativas do Brasil, mas não endêmicas deste bioma, 29 ainda não estão identificadas a nível de espécie e 11 não são nativas da flora brasileira. As espécies endêmicas estão representadas principalmente pelas epífitas e arbustivas, sendo Orchidaceae e Melastomataceae duas das famílias mais diversas e com grande número de espécies endêmicas. Dentre as espécies não nativas, a maioria foi considerada naturalizada ou invasora. Youngia japonica (L.)DC., Curculigo capitulata Kunze, Nephrolepis brownii (Desv.) Hovenkamp & Miyam., Cordyline fruticosa (L.)A.Chev. e Cobaea scandens Cav. não estão incluídas em listagens recentes como exóticas para o Brasil, sendo pontualmente classificadas para a área de estudo como naturalizadas, colonizantes ou casuais / The Reserva Particular do Patrimônio Natural Paiol Maria, São Lourenço da Serra, SP, has 76 ha and is located in the Biodiversity Corridor of the Serra do Mar, considered a priority area for conservation and an important center of endemism. Were collected 332 species of nontrees vascular plants distributed in 85 families, approximately 80% and 20% of Angiosperms and Monilophyta s.l. Regarding the habit the most are herbs (47%), followed by epiphytes, shrubs and vines (20%, 18% and 15% respectively). Among all species, 87 are endemic to the Atlantic Forest, 205 are native to Brazil, but not endemic to this biome, 29 are not identified to the species level and 11 are not native to the flora of Brazil. The endemic species are represented mainly by epiphytes and shrubs, being Orchidaceae and Melastomataceae two of the most diverse families with several endemic species. Among the non-native species, most were considered naturalized or invasive. Youngia japonica (L.) DC., Curculigo capitulata Kunze, Nephrolepis brownii (Desv.) & Hovenkamp Miyam., Cordyline fruticosa (L.) A.Chev. and Cobaea scandens Cav. are not included in recent lists as exotic to Brazil and were occasionally qualified for the study area as naturalized, colonizing or casual
|
268 |
Ecologia de hemiepífitas estranguladoras no Parque Estadual da Ilha do CardosoCoelho, Luís Francisco Mello [UNESP] 21 November 2005 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:23:02Z (GMT). No. of bitstreams: 0
Previous issue date: 2005-11-21Bitstream added on 2014-06-13T20:29:40Z : No. of bitstreams: 1
coelho_lfm_me_rcla.pdf: 938890 bytes, checksum: e98feace38798a004c1359a4a7701490 (MD5) / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) / Hemiepífitas estranguladoras são plantas que crescem sobre árvores (hospedeiros) e posteriormente enviam raízes para conexão com o solo. Depois de alcançar o estoque de água e nutrientes do solo se desenvolvem até atingir um grande porte e se tornarem capazes de se auto sustentar. Durante seu desenvolvimento competem com os hospedeiros por oportunidades de expansão da copa e por água e nutrientes do solo, além de afetarem negativamente a translocação de água e nutrientes pelo sistema vascular de seu hospedeiro devido à constrição provocada no fuste e galhos do hospedeiro pelo sistema de raízes estrangulantes típico dessas plantas. Apesar de serem componentes importantes de florestas tropicais, estudos sobre a estrutura populacional de hemiepífitas estranguladoras são raros, aspecto este que norteou os objetivos do presente trabalho, que tem como proposta levantar a riqueza e densidade das hemiepífitas estranguladoras, analisar e comparar a estrutura populacional e as formas de utilização do dossel florestal entre os gêneros estudados. O estudo foi conduzido nas áreas de Floresta Tropical Pluvial da Serra do Mar e de Floresta Tropical Pluvial de Planície Litorânea, ambas situadas no Parque Estadual da Ilha do Cardoso (PEIC), no extremo sul do litoral paulista. Os dois gêneros amostrados causam dano letal ao hospedeiro e não diferem quanto ao tipo ou freqüência do impacto sobre os hospedeiros, apesar dos diferentes padrões morfológicos do sistema de raízes estrangulantes de cada gênero. As hemiepífitas estranguladoras ocorrem em alta densidade na Ilha do Cardoso e, pelos aspectos de sua ecologia aqui investigados, exercem importante papel na estrutura e regeneração do dossel florestal. / Strangling hemiepiphytes are plants that grow in trees (hosts) and later send their roots to connect with the soil. After reaching the water supply and nutrients in the soil, they evolve to a considerable size and are capable of self-support. Throughout their development they compete with their hosts for opportunities to expand their crowns and to get water and soil nutrients, besides negatively affecting water and nutrients translocation through the vascular system of their host by constricting the host trunk and branch using the root-constrictor system typical of such plants. Therefore, they can cause premature death of their hosts. Despite being important elements in tropical forests, studies of the population structure of strangling hemiepiphytes are rare. This study aims at investigating the richness and density of these strangling hemiepiphytes to further compare population structure of two genera and the ways each uses the forest canopy. The study was conducted in the Plain Tropical Forest and in the Slope Tropical Forest areas within the Cardoso Island State Park (PEIC), situated in the extreme south of the coast of the state of São Paulo, southeast Brazil. Both sampled genera cause lethal damage to the host and do not differ in terms of type or frequency of impact over the hosts, despite the different morphological patterns in the strangling roots systems of each genus. The strangling hemiepiphytes occur in a high density on Cardoso island, and, because of their distinctive biological aspects discussed above, play an important role in the structuring and regeneration of forest canopy.
|
269 |
Variação intra-específica na fenologia de espécies de sub-bosque de floresta Atlântica e sua relação com variáveis microambientaisSoares, Natalia Costa [UNESP] 29 April 2011 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:23:02Z (GMT). No. of bitstreams: 0
Previous issue date: 2011-04-29Bitstream added on 2014-06-13T18:50:12Z : No. of bitstreams: 1
soares_nc_me_rcla.pdf: 2043945 bytes, checksum: 87d8fa88bf79cb92e1c9e75b4726f821 (MD5) / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) / Variação intra-específica na fenologia de espécies de sub-bosque de Floresta Atlântica e sua relação com variáveis microambientais - Fatores abióticos, como a umidade relativa, temperatura e luz, influenciam o estabelecimento, desenvolvimento e reprodução das espécies vegetais florestais. Entretanto é necessária a coleta de parâmetros estruturais, microclimáticos e microambientais para a caracterização dos ambientes nos quais as plantas se desenvolvem. Neste contexto, o presente trabalho objetivou avaliar a influência de fatores do microambiente na resposta fenológica de espécies vegetais componentes do sub-bosque de floresta Atlântica, em Ubatuba, SP. Procuramos responder as seguintes perguntas: i) As plantas de sub-bosque podem ser agrupadas em relação aos ambientes de luz: borda natural, clareira e interior sombreado da floresta?; ii) Existem variações intra-específicas na fenologia das espécies de sub-bosque de Floresta Atlântica de acordo com o ambiente de luz em que foram agrupadas?; iii) A intensidade das respostas fenológicas (número de estruturas reprodutivas produzidas) está relacionada aos locais de luz?; iv) Outras condições microclimáticas, como temperatura e umidade relativa, e microambientais, como a densidade da vegetação, também influenciam a fenologia das espécies? Para tanto a fenologia e a produção de estruturas reprodutivas de quatro espécies abundantes do sub-bosque foram acompanhadas de janeiro de 2009 a abril de 2010. Indivíduos foram selecionados em ambientes previamente determinados como borda natural (beira de rio), clareira e interior de floresta atlântica. Medidas periódicas das variáveis microclimáticas (temperatura, umidade relativa, PAR) e microambiental (abertura do dossel) próximas aos indivíduos amostrados foram realizadas. Medidas estruturais... / Phenological intraspecific variation of Atlantic Forest understory species and its relation to microenvironmental variables - Abiotic factors such as humidity, temperature and light influence the establishment, development and reproduction of forest plant species. However, it is necessary to collect structural, microclimatic and microenvironmental parameters to characterize the environments in which plants grow. In this context, this study evaluated the influence of the microenvironment in the phenological response of understory plant species components of the Atlantic Forest in Ubatuba, São Paulo State. We tried to answer the following questions: i) Can the understory species be grouped in relation to natural edge, gaps and interior microenvironments? ii) Do exist intraspecific variations in the phenology of understory species of Atlantic forest in accordance with the light environment in which they were grouped? iii) Do the intensity of phenological responses (number of reproductive structures produced) related to local condictions of light?; iv) Do other microclimatic (such as temperature and relative humidity) and microenvironmental (density vegetation) conditions also influence the phenology of species? The phenology and reproductive structures production of four abundant species of the understory were followed from January 2009 to April 2010. Individuals were selected in environments previously determined as natural edge (riverside), gap and interior. We performed periodic measurements of microclimatic (temperature, relative humidity and PAR) and microenvironmental variables (canopy openness) near the sampled individuals. Structural measures (CAS, CAP, plant height, crown height from the ground and crown size) and microenvironment characterization (canopy height, understory vertical density, distance... (Complete abstract click electronic access below)
|
270 |
Contribuições da conectância de rede e complexidade da dinâmica do sistema de trocas gasosas para a estabilidade na utilização de luz por espécies florestaisDamineli, Daniel Santa Cruz [UNESP] 17 April 2008 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:23:02Z (GMT). No. of bitstreams: 0
Previous issue date: 2008-04-17Bitstream added on 2014-06-13T18:50:13Z : No. of bitstreams: 1
damineli_dsc_me_rcla.pdf: 754791 bytes, checksum: bfbdcea3d2e6e4d7e5a07ecc4b1fd915 (MD5) / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / A estabilidade é fundamental para todos os sistemas biológicos, possibilitando que lidem com a variabilidade ambiental. As propriedades que conferem estabilidade a sistemas biológicos ainda são desconhecidas, mas evidências apontam para a complexidade da dinâmica de certas variáveis fisiológicas e para a força de interação entre elementos de suas redes organizacionais subjacentes. Esta relação foi investigada no sistema de trocas gasosas de espécies florestais tropicais, pertencentes a grupos funcionais distintos: pioneiras e não-pioneiras. O modelo de recursos múltiplos atribui maior flexibilidade fisiológica às espécies pioneiras, mas os métodos geralmente empregados não são capazes de avaliar a estabilidade de um sistema adequadamente. Este estudo foi realizado em séries temporais de trocas gasosas, onde foi possível estimar parâmetros relacionados à estabilidade do sistema. A força de interação entre elementos foi avaliada pela conectância da rede (Cg) e a complexidade da dinâmica de assimilação de CO2 (A) e condutância estomática (gs) pelo algoritmo de entropia aproximada (ApEn). Os resultados revelaram que espécies com perfil fisiológico de pioneira, em condições constantes, apresentam maior Cg e ApEn de gs, possivelmente indicando maior estabilidade. Estas espécies tiveram maior aproveitamento de pulsos de luz (“lightflecks”), o que indicou a importância da modulação de rede (mudanças na conectância) na resposta às variações ambientais, e que maior Cg pode conferir maior capacidade de controle. Além da conectância, grau de acoplamento do sistema ao ambiente foi decisivo na resposta a “sunflecks”. Os resultados sugerem que dinâmicas mais complexas estão ligadas a redes com maior conectância, que por sua vez conferem maior capacidade de controle ao sistema, sendo fundamental a capacidade de modulação da rede. / Stability is a key feature to all biological systems, enabling them to deal with environmental variability. The properties that promote stability in biological systems are still unknown, but evidences point towards the complexity of the dynamics of certain physiological variables and to the strength of interaction among elements pertaining to its underlying organizational networks. This relationship was investigated in the gasexchange system of tropical forest species, belonging to distinct functional groups: pioneer and non-pioneer. The multiple resources model attributes higher physiological flexibility to pioneer species, but the methods usually employed are not capable of properly evaluating a system’s stability. This study was carried out in gas-exchange time-series, enabling the calculation of parameters related to the system’s stability. The strength of interaction among elements was evaluated by network connectance (Cg), and the complexity of CO2 assimilation (A) and stomatal conductance (gs) dynamics was evaluated by the algorithm of Approximate Entropy (ApEn). The results revealed that, under constant conditions, species with a pioneer-like physiological profile showed higher Cg and ApEn of gs, possibly indicating greater stability. These species showed higher lightfleck use efficiency, indicating the importance of network modulation (connectance changes) in response to environmental variability, and that higher Cg could provide greater control capability. Besides connectance, the strength of coupling between system and environment was decisive in response to sunflecks. The results suggest that more complex dynamics are linked to higher network connectance, which provide greater control capability to the system, network modulation being fundamental. Also, higher coupling of the system with its environment apparently promotes stability in contexts where environmental variability occurs within the system’s control capability.
|
Page generated in 0.0636 seconds