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? flor da pele: a emerg?ncia de significados de conceitos de emo??o

Vanin, Aline Aver 12 January 2012 (has links)
Made available in DSpace on 2015-04-14T13:38:38Z (GMT). No. of bitstreams: 1 437857.pdf: 1951264 bytes, checksum: 381d8157dafeff40a631c70dc6b54429 (MD5) Previous issue date: 2012-01-12 / The present work discusses the construction of a metatheoretical interface that aims at describing and explaining the cognitive processes underlying the conceptualization of emotions. In order to achieve such a goal, it is assumed that theories related to Cognitive Linguistics, such as Conceptual Metaphor Theory (Lakoff and Johnson, 1980) and Conceptual Integration Theory (FAUCONNIER; TURNER, 2002), and Relevance Theory (SPERBER; WILSON, 1995) are able to explain how concepts emerge, though this process is understood in a myriad of distinct ways as to their foundations. However, this is not just a theoretical approach; it is through the elaboration of an intricate construal which originates from an interface perspective that the object of study, emotion concepts, assumes a complex side, that is, its meaning is understood from the interface point of view. Assuming as a principle that emotion concepts are built from conceptual metaphors and metonymies, which are elaborated in accordance with embodied realism, it is investigated how such an interface deals with the cognitive processes underlying (ad hoc) conceptualization of emotions during communication. In order to illustrate the structure and the running of this construal, five (5) texts extracted from electronic media are analyzed, in which the emphasis is in an event that would have triggered certain emotion or in which the theme is the emotion itself. / O presente trabalho discute a constru??o de uma interface metate?rica que visa descrever e explicar os processos cognitivos subjacentes ? conceptualiza??o de emo??es. Para esse empreendimento, assumimos que tanto as teorias ligadas ? Lingu?stica Cognitiva, como a Teoria da Met?fora Conceptual (LAKOFF; JOHNSON, 1980) e a Teoria da Integra??o Conceptual (FAUCONNIER; TURNER, 2002), quanto a Teoria da Relev?ncia (SPERBER; WILSON, 1995) s?o capazes de explicar como significados de conceitos emergem, embora compreendam esse processo de maneiras divergentes em seus fundamentos. Contudo, n?o se trata de uma aproxima??o te?rica apenas; ? atrav?s da elabora??o de um construto oriundo de uma perspectiva de interface que o nosso objeto de estudo, conceitos relacionados a emo??es, assume uma faceta complexa, isto ?, em que sua significa??o ? compreendida a partir do ponto de vista da interface. Tomando como princ?pio que conceitos de emo??es s?o constru?dos a partir da elabora??o de met?foras e meton?mias conceptuais baseadas na perspectiva de um realismo corp?reo, investigamos como essa interface explica os processos cognitivos subjacentes ? conceptualiza??o (ad hoc) de emo??es no curso da comunica??o. A fim de ilustrar a estrutura e o funcionamento desse construto, s?o analisados cinco (5) textos extra?dos da m?dia eletr?nica em que o enfoque se d? em um evento que teria provocado certa emo??o ou a tem?tica ? a pr?pria emo??o.
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Cartografias do consumo e da subjetividade contempor?nea

Balestrin, Viviane Giusti 29 March 2007 (has links)
Made available in DSpace on 2015-04-14T13:22:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 389435.pdf: 585087 bytes, checksum: d87abdd5ce1d9eccbb96fa9ac9074f37 (MD5) Previous issue date: 2007-03-29 / Este trabalho se prop?e a acompanhar alguns movimentos subjetivos acerca do consumo e do trabalho tanto material como imaterial no cen?rio contempor?neo. Procuramos desvendar os agenciamentos produzidos pelo consumo, devido ? import?ncia que assumem na produ??o da subjetividade e na sua inclus?o dentro do sistema social mais amplo. As estrat?gias de produ??o de conhecimento foram seis entrevistas individuais com trabalhadores/as que atuam no com?rcio e a escrita de um di?rio de campo. Procuramos deixar aflorar os discursos socialmente dispon?veis para dar sentido ?s experi?ncias das pessoas, suas rela??es, sua vida. As falas encontradas remetem a muitas outras vozes que retratam nosso cotidiano; s?o enunciados que possibilitam significar a atua??o dos sujeitos no com?rcio e no consumo. A partir da?, tomamos como desdobramentos os processos de assujeitamento e modeliza??o da subjetividade, bem como, as possibilidades de ruptura e cria??o. Para isso, utilizamos as ferramentas do pensamento Deleuziano para mapear o caminho em dire??o ? emo??o ? o consumo, mostrando que o ato de consumir faz parte de um agenciamento complexo, que envolvem aspectos semi?ticos, materiais e sociais. ? como se estiv?ssemos vendendo o tempo todo: maneiras de ver, de sentir, de pensar, de perceber. O fato ? que consumimos mais do que bens, consumimos formas de vida, consumimos subjetividade. Assim, desenhamos uma cartografia dos corpos-trabalhadores, como s?o produzidos, como s?o produzidos, como s?o visibilizados, como ocorre o processo de produ??o de subjetividade no contexto do capitalismo contempor?neo. Os encontros produzidos e os movimentos tra?ados desses sujeitos, no cen?rio do consumo. Al?m da troca de afetos e um territ?rio aberto a conex?o e devires, faz pensar que os modos de trabalhar no com?rcio tornam-se um potente dispositivo de subjetiva??o.
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Face expressions in childhood : development of a picture set and investigation of developmental markers, social demographic moderators and length of presentation effects

Sponchiado, Aline Romani 23 January 2015 (has links)
Made available in DSpace on 2015-04-14T13:22:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 467096.pdf: 1073610 bytes, checksum: d2c51163d0ec3d074e37881caa72a6d5 (MD5) Previous issue date: 2015-01-23 / Introdu??o: Emo??es s?o fundamentais em todo o desenvolvimento humano. Reconhecer express?es faciais de emo??es em terceiros ? uma estrat?gia valiosa de comunica??o n?o-verbal e ? particularmente relevante durante toda a inf?ncia, uma vez que a linguagem ainda n?o est? plenamente desenvolvida e as primeiras intera??es com os pares est?o come?ando. Apesar disso, poucos estudos focam no reconhecimento de faces em crian?as e a maior parte dos trabalhos utiliza est?mulos adultos, uma vez que os conjuntos de est?mulos com crian?as s?o raros. A disserta??o teve como objetivo preencher esta lacuna atrav?s do desenvolvimento da Child Emotions Pictures Set (CEPS) e investigar marcadores de desenvolvimento de reconhecimento de faces emocionais em crian?as com idade entre seis e 11 anos e os efeitos da idade, do sexo e do tempo de apresenta??o sobre ele. M?todo: A disserta??o ? composta por dois estudos. O estudo I foi desenvolvido de forma a ter uma base de dados completa que poderia permitir estudo II. O segundo estudo relata uma investiga??o emp?rica de marcadores desenvolvimentais de reconhecimento de faces emocionais em crian?as entre seis e 11 anos e o efeito do sexo, da idade e do tempo de apresenta??o do mesmo. Um experimento com base no CEPS foi apresentado a 90 crian?as divididas em tr?s grupos et?rios (6-7 anos de idade; 8-9 anos de idade; 10-11 anos de idade) de meninos e meninas. Resultados: A vers?o final do CEPS ? composta de 225 fotos de 17 crian?as, meninos e meninas, com idade entre seis e 11 anos de idade, de origens multirraciais que posaram ou naturalmente expressaram as seis emo??es b?sicas - alegria, medo, nojo, surpresa, tristeza e raiva - em tr?s intensidades - fraca, m?dia e forte - e neutralidade. O estudo II revelou que alegria apresenta as maiores m?dias de acur?cia e ? seguida em sequencia por: nojo, surpresa, raiva, medo e tristeza. O desenvolvimento do reconhecimento das express?es de faces emocionais denota seguir o curso cronol?gico da inf?ncia, contudo os resultados demonstram a inexist?ncia de uma vantagem feminina e a dura??o da exposi??o dos est?mulos n?o apresentam diferen?as significativas. Conclus?o: O CEPS contribui para o campo cient?fico, disponibilizando est?mulos infantis que se destina a ser utilizado em estudos de desenvolvimento e tamb?m permite o desenvolvimento de estudos transculturais no campo. Essa disserta??o fornece tamb?m mais evid?ncias sobre os marcadores de desenvolvimento do reconhecimento de faces emocionais e do curso cronol?gico que decorre ao longo da inf?ncia, al?m de demonstrar a n?o-exist?ncia de uma vantagem feminina nesta habilidade e que maior tempo de exposi??o a est?mulos n?o facilita o reconhecimento. Este m?todo ? suscet?vel a replica??o, permitindo o estabelecimento de marcadores de desenvolvimento do reconhecimento de express?es faciais de emo??es. / Background: Emotions are fundamental across human development. Recognizing emotional face expressions in others is a valuable strategy of non-verbal communication and is particularly relevant throughout childhood given that language skills are not yet fully developed and the first interactions with peers have just started. Despite this, few studies focus on face processing in children and most of the work uses adult face stimuli, since stimuli sets with children pictures are rare. The current dissertation aimed to fill this gap through the development of the Child Emotions Pictures Set (CEPS) and investigating developmental markers of recognition of emotional faces in children aged between six and 11 years-old and the effect of age, sex and length of presentation on it. Methods: The dissertation is composed of two studies. Study I was developed in order to have a complete database that could allow Study II. The second study reports an empirical investigation of developmental markers of recognition of emotional faces in children between six and 11 years-old and the effect of sex, age and length of presentation on it. An experiment based on CEPS was presented to 90 children divided in three age groups (6-7 years-old; 8-9 years-old; 10-11 years-old) of boys and girls. Results: The final version of CEPS consists of 225 photos of 17 children, boys and girls, aged six to 11 years-old from multiracial backgrounds posing or naturally expressing the six basic emotions happiness, fear, disgust, surprise, sadness and anger in three intensities low, medium and high and neutrality. Study II reveled that happiness had the higher means of accuracy followed in sequence by disgust, surprise, anger, fear and sadness. Development of emotional face expressions recognition denote to follow childhood chronological course, although, results demonstrate a non-existence of a female advantage length of presentation does not show significant differences. Conclusion: CEPS contributes for the scientific field by making available a child face stimuli set, which is intended to be used in further developmental studies and also enables the development of cross-cultural studies in the field. We also provide further evidence about developmental markers of emotional face expressions recognition and the chronological course that it follows through childhood showing the non-existence of a female advantage on this skill and that longer exposure to stimuli does not facilitate the recognition. This method is susceptible to replication, allowing the establishment of developmental markers of emotional face expressions recognition.
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Agency via dialogue : a pragmatic, dialogue-based approach to agents

Dias, St?phane Rodrigues 22 January 2016 (has links)
Submitted by Setor de Tratamento da Informa??o - BC/PUCRS (tede2@pucrs.br) on 2016-04-13T17:47:33Z No. of bitstreams: 1 TES_STEPHANE_RODRIGUES_DIAS_COMPLETO.pdf: 8895639 bytes, checksum: 96e0d46e8d9b7eb65227ddd9accee191 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-04-13T17:47:33Z (GMT). No. of bitstreams: 1 TES_STEPHANE_RODRIGUES_DIAS_COMPLETO.pdf: 8895639 bytes, checksum: 96e0d46e8d9b7eb65227ddd9accee191 (MD5) Previous issue date: 2016-01-22 / Coordena??o de Aperfei?oamento de Pessoal de N?vel Superior - CAPES / Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Cient?fico e Tecnol?gico - CNPq / This work addresses human communicative agency. The competence to instantiate a set of communicative procedures is taken as a component of human rationality that meets a key role of regulating our cognitive environment (a set of mental states, centrally assumptions and emotions), in order to maximize practical goals and sociability. The linguistic-inferential approach offered here for such scope of rationality covers two levels: cognitive and practical, treated hierarchically, according to the assumed regulations. We consider that the cognitive apparatus (the inferential, representational and metarepresentational basis), along with the linguistic apparatus (computation plus interpretable expressions), allows us to operate from the most basic levels of linguistic processing to higher levels (where agents consider assumptions about other minds). In the practical domain, we consider that the linguistic and communicative behavior is used by agents to affect mental states and others? courses of action, thus being in the basis of our social cognition. In this scenario, we not only interact with agents, but we also create a social agency via language. We, therefore, consider a communicative agency framework in which acts are performed within a dialogical structure. The general thesis is that communication requires the use of skills that incorporate practical rationality parameters. This regulation would be dependent on a cognitive and practical structure of agency in which human cognition represents three types of agents: individuals, group members and groups (collectives or representatives). Each of these levels presents characteristic features of communicative agency. In all of them, however, there is the possibility of disagreement among agents, cognitive or practical, in dialogue situations. We illustrate this aspect with a scenario of conflict between agents that are supposed to reach a peace agreement. The illustrative analysis focuses on real negotiation dialogues between group members and representatives of the State of Israel and of Palestine. We observe how practical goals of agents of these types regulate their cognitive and dialogical goals. As a result, we present an alternative proposal to the standard scenario of negotiation, or conflict mediation. As a theoretical benefit, ad hoc pragmatic issues (relevance to the individual qua agent, conflicts between agents) are given prominence and effective treatment. As a practical benefit, the model can be applied to the area of conflict mediation, given the downsizing of a biosocial disposition: our cognitive states are particularly affected by stimuli from a class of agents (artists), with potential effect on individual and collective agencies. / Este trabalho tem como tema ag?ncia comunicativa humana. A compet?ncia para instanciar um conjunto de procedimentos comunicativos ? tomada como um componente da racionalidade humana que cumpre a fun??o central de regula??o de nosso ambiente cognitivo (um conjunto de estados mentais, destacadamente suposi??es e emo??es) tendo em vista maximizar metas pr?ticas e sociabilidade. A abordagem lingu?stico-inferencial desse escopo de racionalidade que oferecemos abarca dois n?veis: cognitivo e pr?tico, tratados hierarquicamente em fun??o das regula??es supostas. Primeiramente, consideramos que o aparato cognitivo (base inferencial, representacional e matarrepresentacional), junto com o aparato lingu?stico (computa??o mais express?es interpret?veis), nos permite operar do n?vel mais b?sico de processamento lingu?stico a n?veis mais altos (em que se consideram suposi??es sobre outras mentes). No dom?nio pr?tico, por sua vez, consideramos que o comportamento lingu?stico-comunicativo ? usado por agentes para agir sobre estados mentais e/ou cursos de a??o de outros, estando na base de nossa cogni??o social. Nesse dom?nio, n?o apenas interagimos com agentes como tamb?m criamos uma ag?ncia social via linguagem. Consideramos, assim, um quadro de ag?ncia comunicativa em que atos s?o performados dentro de uma estrutura dial?gica. A tese geral ? a de que a comunica??o exige o uso de habilidades que incorporam par?metros de racionalidade pr?tica. Essa regula??o estaria dependente de uma estrutura cognitiva e pr?tica de ag?ncia, segundo a qual a cogni??o humana representaria agentes de tr?s tipos: indiv?duos, membros de grupos (integrantes) e grupos (agentes coletivos ou representantes). Cada um desses n?veis apresenta tra?os de ag?ncia comunicativa caracter?sticos. Em todos eles, por?m, h? a possibilidade do desacordo, cognitivo ou pr?tico, em situa??es de di?logo. Ilustramos esse quadro com um cen?rio de conflito entre agentes que supostamente visam a chegar a um acordo de paz. A an?lise ilustrativa se foca em di?logos reais de negocia??o entre membros de grupos e representantes do Estado de Israel e da Palestina que est?o encarregados do processo de paz. Observamos como os objetivos pr?ticos de agentes desses tipos regulam seus objetivos cognitivos e dial?gicos. Como consequ?ncia, apresentamos uma proposta alternativa ao cen?rio padr?o de negocia??o, ou media??o de conflito. Como benef?cio te?rico, quest?es pragm?ticas ad hoc (relev?ncia para indiv?duo qua agente, conflitos entre agentes) recebem tratamento e destaque. Como benef?cio pr?tico, o modelo pode ser aplicado na ?rea de media??o de conflitos, dado o redimensionamento de uma disposi??o biossocial: nossos estados cognitivos s?o particularmente afetados por est?mulos de agentes de uma categoria (artistas), com potencial efeito sobre ag?ncias individuais e coletivas.
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A experi?ncia da pr?-ecl?mpsia vivenciada por gestantes e profissionais de sa?de

Azevedo, Daniela Vasconcelos de 06 October 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2014-12-17T14:13:31Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DanielaVA.pdf: 1427681 bytes, checksum: e66db68808f98ba61f57f5ced2530772 (MD5) Previous issue date: 2009-10-06 / Coordena??o de Aperfei?oamento de Pessoal de N?vel Superior / The aim of this study is to understand the perceptions of pregnant women, mothers and health professional about preeclampsia and the relation between professional and patient. A qualitative approach was chosen, together with semi-structured interviews, participative observation and Test of Free Association of Words (TFAW). The data were collected in February and June 2007 at Maternidade-Escola Janu?rio Cicco (MEJC), Natal, RN, Brazil with 61 pregnant women and 87 professionals, 20 of each group were interviewed. An interpretative and understanding perspective was used similar to that of Gadamer s hermeneutics and with the construction of themes and empirical categories. The pregnant women showed fear preeclampsia and its consequences, and to know very little about the subject and also a desire to know more. The changes that occurred with the illness were more related to the emotional order than to the healthy lifestyle they have adopted. Some lack of preparation of the basic units was observed, in order to meet and guide the pregnant women to the reference unit. Professionals knew the customers characteristics, about their fear and about their little knowledge on this illness. Nevertheless, they did not include them in the treatment. It was observed the absence of conversation over the illness between professionals and patients and also the inability of the former to deal with emotional issues. A new way of looking into the preeclampsia assistance is necessary. A way that focuses on the collective construction of intervention and approach strategies; one which includes subjective aspects in an hermeneutic perspective of health / O presente estudo objetivou compreender as percep??es de gestantes e profissionais de sa?de sobre a pr?-ecl?mpsia e a rela??o entre profissional e paciente. Optou-se por abordagem qualitativa, com entrevistas semi-estruturadas, observa??o participante e Teste de Associa??o Livre de Palavras (TALP). Os dados foram coletados entre fevereiro e junho de 2007, na Maternidade-Escola Janu?rio Cicco (MEJC), Natal-RN, com 61 gestantes e 87 profissionais, dos quais 20 de cada grupo participaram das entrevistas. Utilizou-se uma perspectiva interpretativa e compreensiva aproximada ? hermen?utica de Gadamer, com a constru??o de temas e categorias emp?ricas. As gestantes revelaram medo da pr?-ecl?mpsia e suas conseq??ncias e mostraram que sabiam pouco a respeito do tema e que gostariam de saber mais. As mudan?as ocorridas, decorrentes, da doen?a foram mais de ordem emocional, do que relacionada ? ado??o de estilo de vida saud?vel. Observou-se despreparo das unidades b?sicas em atender e encaminhar as gestantes com pr?-ecl?mpsia para unidade de refer?ncia. Os profissionais conheciam caracter?sticas da clientela, sabiam do medo que sentiam e do pouco conhecimento sobre a doen?a, por?m n?o as envolviam no tratamento. Na rela??o entre profissional e paciente observou-se aus?ncia de di?logo sobre a doen?a e inabilidade, por parte dos primeiros em lidar com quest?es emocionais. H? necessidade de um novo olhar para a assist?ncia ? pr?-ecl?mpsia priorizando a constru??o coletiva de estrat?gias de abordagem e interven??o que inclua aspectos subjetivos, numa perspectiva hermen?utica da sa?de
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Giving emotional contagion ability to virtual agents in Crowds

Fortes Neto, Amyr Borges 09 March 2017 (has links)
Submitted by PPG Ci?ncia da Computa??o (ppgcc@pucrs.br) on 2017-11-13T21:43:46Z No. of bitstreams: 1 AMYR_BORGES_FORTES_NETO_TES.pdf: 2509779 bytes, checksum: 3513c7b9db941d3f24cfdc672eac46f9 (MD5) / Rejected by Caroline Xavier (caroline.xavier@pucrs.br), reason: Devolvido devido ? falta da folha de rosto (p?gina com as principais informa??es) no arquivo PDF, passando direto da capa para a ficha catalogr?fica. on 2017-11-21T12:48:40Z (GMT) / Submitted by PPG Ci?ncia da Computa??o (ppgcc@pucrs.br) on 2017-12-11T16:15:52Z No. of bitstreams: 1 AMYR_BORGES_FORTES_NETO_TES.pdf: 2507882 bytes, checksum: 0ef0935814ab8c8fd102985b55b443f6 (MD5) / Approved for entry into archive by Caroline Xavier (caroline.xavier@pucrs.br) on 2017-12-18T13:19:03Z (GMT) No. of bitstreams: 1 AMYR_BORGES_FORTES_NETO_TES.pdf: 2507882 bytes, checksum: 0ef0935814ab8c8fd102985b55b443f6 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-12-18T13:24:43Z (GMT). No. of bitstreams: 1 AMYR_BORGES_FORTES_NETO_TES.pdf: 2507882 bytes, checksum: 0ef0935814ab8c8fd102985b55b443f6 (MD5) Previous issue date: 2017-03-09 / Coordena??o de Aperfei?oamento de Pessoal de N?vel Superior - CAPES / Modelos de simula??o de multid?es t?m tido um papel importante em ci?ncias da computa??o j? h? algumas d?cadas desde os trabalhos pioneiros. No in?cio, agentes simulados em multid?es comportavam-se todos da mesma maneira, e tal comportamento era controlado pelas mesmas regras em todos os agentes. Com o tempo, os modelos de simula??o evoluiram, e come?aram a agregar uma maior variedade de comportamentos nos agentes. Modelos de simula??o de multid?es que implementam diferentes comportamentos nos agentes s?o chamados modelos de Multid?es Heterog?neas, em oposi??o aos modelos de Multid?es Homog?neas precedentes. Modelos de simula??o de multid?es que buscam criar agentes com comportamentos humanos realistas exploram heterogeneidade nos comportamentos dos agentes, na tentativa de atingir tal realismo. Em geral, estudos em psicologia e comportamento humano s?o usados como conhecimento de base, e os comportamentos observados nestes estudos s?o simulados em agentes virtuais. Nesta dire??o, trabalhos recentes em simula??o de multid?es exploram caracter?sticas de personalidade e modelos de emo??es. No campo de emo??es em agentes virtuais, pesquisadores est?o tentando recriar fen?menos de cont?gio de emo??es em pequenos grupos de agentes, ou mesmo estudar o impacto de cont?gio de emo??o entre agentes virtuais e participantes humanos. Sob a cren?a de que cont?gio de emo??o em agentes virtuais possa levar a comportamentos mais realistas em multi?es, este trabalho foca em recriar modelos computacionais de cont?gio de emo??es destinados a pequenos grupos de agentes, adaptando estes modelos para um contexto de simula??o de multid?es. / Crowd simulation models have been playing an important role in computer sciences for a few decades now, since pioneer works. At the beginning, agents simulated on crowds behaved all the same way, such behaviour being controlled by the same set of rules. In time, simulation models evolved and began to incorporate greater variety of behaviours. Crowd simulation models that implement different agent behaviours are so-called Heterogeneous Crowd models, opposing to former Homogeneous Crowd models. Advances in crowd simulation models that attempt to make agents with more realistic human-like behaviours explore heterogeneity of agent behaviours in order to achieve overall simulation realism. In general, human behavioural and psychological studies are used as base of knowledge to simulate observed human behaviours within virtual agents. Toward this direction, later crowd simulation works explore personality traits and emotion models. Some other work in the field of emotional virtual agents, researchers are attempting to recreate emotion contagion phenomena in small groups of agents, and even studying emotion contagion impact between virtual agents and human participants. Under the belief that emotion contagion in virtual agents might lead to more realistic behaviours on crowds, this work is focused on recreating emotion contagion computational models designed for small groups of agents, and adapting it for crowd simulation context.
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Propriedades psicom?tricas da OAS - Observer Alexithymia Scale: vers?o brasileira / Observer Alexithymia Scale (OAS), psychometric properties: Brazilian version

Carneiro, Berenice Victor 15 February 2008 (has links)
Made available in DSpace on 2016-04-04T18:29:40Z (GMT). No. of bitstreams: 1 BERENICE VICTOR CARNEIRO.pdf: 3590625 bytes, checksum: c12256d2735ce90af0df41e15e96a213 (MD5) Previous issue date: 2008-02-15 / The aim of this study was to analyze psychometric properties of the Brazilian version of the Observer Alexithymia Scale (OAS) by estimating its internal consistency, test-retest reliability and inter-rater reliability; construct validity through factorial analysis, criteria validity and convergent validity in a clinical population with substance dependence or abuse. The OAS is a brief observer report designed to be used by clinicians as well as patient s relatives and acquaintances, to identify Alexithymia according to 5 dimensions: distant, uninsightful, somatizing, humorless, and rigid. It is composed of 33 items rated on a 4-point Likert scale, ranging from 0 (never, not at all like the person) to 3 (all of the time, completely like the person). Data were gathered at an outpatient public service for substance dependence and a non-profit religious inpatient institution also for substance dependence. The sample was comprised of three groups: G1 - 200 relatives or acquaintances of substance dependence and abusers (alcohol=46.5%; drugs=53.5 %), aged from 18 to 82 (M = 48, SD = 12), both sexes (F=88%; M=12%); G2 39 outpatients at the public service for substance dependence or abuse (alcohol=66,6%; drugs=33,3%), both sexes (F=15.3%; M=84.6%); G3 9 clinicians at the public service (clinical experience ranging from 1-15 years). Reliability studies suggested good internal consistency and temporal stability of the scale for both G1 (alpha = .83; rs = .79) and G3 (alpha= .85; rs= .80), but low inter-rater reliability when scored by relatives and clinicians (rs = .14). The OAS s exploratory factor analysis suggested a structure of 5 dimensions (48% total variance) as the original one, and 30 items with a minimum factor loadings of .40. When the degree of alexithymia was estimated as a criteria, the study indicated that relatives do not view those with substance dependence differently (p = 0.16) according to type of dependence (alcohol or drugs). For the convergent study, G2 participants completed the Toronto Alexithymia Scale (TAS) and the scores were compared against OAS-30, according to G1 and G3. Results suggested a negligible association (rs = .29; p >0.05) between TAS-22 and OAS, according to G1 and a lack of association (rs = -.18; p >0.20) between TAS-22 and OAS-30 scored by G3, suggesting that both scales would be measuring different constructs. The Portuguese version of the OAS-30 demonstrated good internal consistency and temporal stability. Its structure seems to be compatible to the original one, but a few items need revision, especially on factor 4. Some considerations will be made regarding the educational level of respondents, as well as the degree of acquaintance with the person who is substance dependent. / O estudo analisou propriedades psicom?tricas da vers?o brasileira da Observer Alexithymia Scale (OAS). Foram estimadas, a consist?ncia interna, precis?o por testereteste e precis?o entre avaliadores; validade de construto por meio de an?lise da estrutura fatorial, validade de crit?rio e validade convergente, em popula??o cl?nica por abuso ou depend?ncia de sust?ncias psicoativas. A OAS ? uma escala breve para uso do profissional cl?nico assim como pessoas que conhecem bem o paciente, para diagnosticar alexitimia segundo cinco dimens?es: distanciamento, sem insight, somatiza??o, sem gra?a e rigidez. ? composta de 33 itens que devem ser respondidos atrav?s de uma escala Likert de 4 pontos, sendo o grau de intensidade indicado pela escolha entre 0 (nunca, em nada parecido) e 3 (todo o tempo, totalmente parecido). Os dados foram coletados em servi?o p?blico ambulatorial para dependentes de subst?ncia e uma institui??o sem fins lucrativos, com v?nculo religioso, para o tratamento residencial da depend?ncia de subst?ncia. A amostra foi composta de tr?s grupos: G1 200 familiares ou amigos (F=88%; M=12%) de dependentes ou que abusam de subst?ncia (?lcool=46,5% e drogas=53,5%); G2 39 dependentes de subst?ncia (?lcool=66,6%; drogas=33,3%), ambos os sexos (F=15,3%; M=84,6%) em tratamento no servi?o ambulatorial e G3 nove terapeutas do servi?o ambulatorial com experi?ncia cl?nica entre 1 e 15 anos. Os estudos de consist?ncia interna e precis?o indicaram que a OAS possui boa consist?ncia interna, tanto entre os participantes do G1 (alfa = 0,83) quanto do G3 (alfa = 0,85) e boa estabilidade temporal (rs = 0,79; rs = 0,80), mas baixa precis?o entre avaliadores quando avaliada por familiares e profissionais (rs = 0,14). A an?lise fatorial explorat?ria indicou uma estrutura com 5 dimens?es (vari?ncia total = 48%) e 30 itens com cargas fatoriais m?nimas de 0,40, reproduzindo a estrutura da escala original. Na validade de crit?rio, o grau de alexitimia foi estudado em fun??o do tipo de depend?ncia (?lcool ou drogas qu?micas), tomado como medida de crit?rio. N?o se observou rela??o entre o tipo de depend?ncia e alexitimia avaliada pela OAS-30 (p = 0,16). Para o estudo de validade convergente, os participantes do G2 completaram a Escala de Alexitimia de Toronto (TAS-22). Os resultados sugerem muito baixa associa??o entre os escores da TAS-22 e a OAS-30 avaliada pelo G1 (rs = 0,29; p >0,05) e entre a TAS-22 e a OAS-30, completada pelo G3 (rs = -0,18; p >0,20), indicando que as escalas estariam medindo diferentes construtos. Os resultados apontam que a OAS-30 det?m boa precis?o e que a estrutura fatorial ? compat?vel com a vers?o original. No entanto, h? necessidade de revis?o de alguns itens, especialmente no Fator 4. Considera??es a respeito da influ?ncia do n?vel de escolaridade do respondente, assim como o n?vel de familiaridade do respondente com o dependente de subst?ncia psicoativa s?o realizadas.
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Professoras do 3? ano do Ensino Fundamental frente ?s dificuldades de aprendizagem em Matem?tica e ?s decis?es de encaminhamento para apoio psicol?gico e ou refor?o escolar / Teachers of the 3rd year of Elementary School against the learning difficulties in Mathematics and the referral decisions to psychological and/or tutoring

Silva, Silvia Helena Ferr?o 03 February 2014 (has links)
Made available in DSpace on 2016-04-04T18:33:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Silvia Helena Ferrao Silva.pdf: 1765995 bytes, checksum: d5d8a80eba8028ab8f87866ee7d926e4 (MD5) Previous issue date: 2014-02-03 / This paper presents a study on the actions taken by teachers of the 3rd year of Elementary School, related to the decisions and referrals regarding the students indicated as having learning gap in Mathematics. Our question at issue is: How and why do referrals of students in the 3rd year of Elementary School with Mathematics difficulties occur in the teachers view? The main goal was to analyze, based on pieces of information from teachers of the 3rd year of Elementary School regular and special education classes the conceptions related to the Mathematics concepts learning difficulties found by students and the need for psychological referral or pedagogical remedial help. The research development brought indications with reference to the issue of children learning difficulties in Mathematics, their emotions during the learning process and the aspects regarding Mathematics teaching and learning in school. The data arose from semi-structured interviews with three teachers of the 3rd year two from the classrooms and the resource room teacher in two different moments: in the beginning of 2013 school year and in November of the same year; and also the documentation for the student referral to remedial classes and psychological support. During the interviews the participants pointed out that the initial training course didn`t offer them enough theoretical subsidies to perform in the teaching discipline of Mathematics to the initial years of Elementary School. It was also pointed that a lot of the learning difficulties of these students is generally related to Mathematics concepts that weren`t understood by them. Teachers considerations about the referrals of students with learning difficulties were analyzed, as well as their conceptions about how and why these referrals should happen. In addition, the documentation of a 3rd year student who attended the resource class and the psychological assistance for two years was analyzed. It has been concluded that the services of resource class and psychological assistance, both offered by the city council, do not become linked, then bringing little contribution to students progress. The considerations to evaluate the student`s development are evasive, advancing little to identify their difficulties and to show alternatives to those people who will keep working with children, what provides little contribution to cognitive and psychological development. / O trabalho apresenta um estudo sobre as a??es de professoras do 3? ano do Ensino Fundamental, relacionadas ?s decis?es e encaminhamentos referentes aos alunos indicados como portadores de defasagem de aprendizagem em Matem?tica. Nossa quest?o problema assim se configura: Como e por que ocorrem os encaminhamentos de alunos com dificuldades relacionadas ? Matem?tica em sala de 3? ano do Ensino Fundamental de uma rede p?blica municipal na vis?o das professoras? Teve por objetivo analisar, a partir das informa??es de professoras do 3? ano do Ensino Fundamental da sala regular e de educa??o especial as concep??es relacionadas ?s dificuldades encontradas pelos alunos ao aprender conceitos matem?ticos e a necessidade de encaminhamento psicol?gico ou de refor?o pedag?gico. No desenvolvimento da pesquisa trouxemos apontamentos relativos ?s quest?es das dificuldades de aprendizagem das crian?as em Matem?tica, das suas emo??es no percurso da aprendizagem e de aspectos relacionados ao ensino e ? aprendizagem de Matem?tica na escola. Os dados originaram-se das entrevistas semiestruturadas realizadas com tr?s professoras de 3? ano duas de sala de aula e a professora da sala de recurso em dois momentos diferentes: no in?cio do ano letivo de 2013 e no m?s de novembro do mesmo ano. Ainda, de documenta??o relativa ao encaminhamento do aluno para sala de refor?o e de atendimento psicol?gico. Nas entrevistas as participantes indicaram que o curso de forma??o inicial n?o lhes ofereceu subs?dios te?ricos suficientes para a atua??o na doc?ncia na disciplina de Matem?tica para os anos iniciais do Ensino Fundamental. Tamb?m que muitas das dificuldades de aprendizagem destes alunos, de maneira geral est?o relacionadas com os conceitos matem?ticos n?o compreendidos por eles. Analisamos as considera??es das professoras referentes ao encaminhamento de alunos com defasagem de aprendizagem, suas concep??es sobre como e por que esses encaminhamentos devam se dar. Ainda, a documenta??o de um aluno de 3? ano, que freq?entou por dois anos a sala de recurso e o atendimento psicol?gico. Conclu?mos que os servi?os de sala de recurso e atendimento psicol?gico, ambos oferecidos pela prefeitura, n?o se articulam, trazendo pouca contribui??o para os avan?os dos alunos. As considera??es para avaliar o desenvolvimento do aluno se fazem evasivas, pouco avan?ando no sentido de identificar suas dificuldades e de apresentar alternativas para o trabalho daqueles que com a crian?a v?o continuar atuando, o que proporciona pouca contribui??o para os avan?os cognitivos e psicol?gicos.

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