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El bien universal y la buena conciencia: análisis de los conceptos de la conciencia del deber puro y la conciencia moral actuante en la Fenomenología del espíritu y la Filosofía del derecho de Hegel / El bien universal y la buena conciencia: análisis de los conceptos de la conciencia del deber puro y la conciencia moral actuante en la Fenomenología del espíritu y la Filosofía del derecho de Hegel

Díaz, Maverick 10 April 2018 (has links)
The present work aims to analyse the dynamics between the concepts atstake within the transition from morality to ethical life in Hegel’s “Philosophy of Objective Spirit”. Our hermeneutical and conceptual resource consists in the complementary readings of the dialectical movements of “morality” in Hegel’s Philosophy of Right and in his Phenomenology of Spirit. First of all, we will examine the concepts of abstract good and conscience (das Gewissen) that appear in the Philosophy of Right. Secondly, we will examine the meaning of such concepts (the moral worldview and conscience or acting moral consciousness) in the Phenomenology of Spirit as complementary concepts. Finally, we offer a formulation and analysis of the meaning of the overall transition from morality to ethical life, starting from the dialectic articulation of both concepts, and the emergence of ethical freedom as an overcoming of moral freedom. / El presente trabajo tiene como objetivo hacer un análisis de la dinámicaentre los conceptos en juego en el tránsito de la moralidad a la eticidad en la filosofía del espíritu objetivo de Hegel. El recurso hermenéutico y conceptual al que apelamos es la complementación entre las lecturas de los movimientos dialécticos de la “Moralidad” en la Filosofía del derecho y de la “Moralidad” en el capítulo sobre el espíritu en la Fenomenología del espíritu. En primer lugar, desarrollaremos los conceptos de conciencia moral del deber (el bien abstracto) y la buena conciencia (das Gewissen) en la Filosofía del derecho. En segundo lugar, abordaremos, como complemento conceptual, el sentido de tales conceptos (la visión moral del mundo y la buena conciencia o conciencia moral actuante) en la Fenomenología del espíritu. Finalmente, ofreceremos, a partir de la articulación dialéctica de tales conceptos, la formulación y el análisis de lo que significa el tránsito de la moralidad a la eticidad y el surgimiento de la libertad ética como superación de la libertad moral.
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Humor objetivo e aparência estética: uma leitura sobre a questão da dissolução da arte na Estética de Hegel / Objective humor and aesthetic appearance: a reading on the question of the dissolution of art in Hegel\'s Aesthetics

Patrick de Oliveira Almeida 27 January 2017 (has links)
A presente tese tem por objetivo apresentar a figura do humor objetivo na Estética de Hegel como o que instancia o processo de desaparecimento da aparência estética da arte. Para tanto, procede-se à construção de uma homologia formal com as outras denominadas figuras de fim da arte, a saber, o epigrama e a comédia, pertencentes respectivamente às formas de arte simbólica e clássica, tal como delineadas na reflexão estética de Hegel. A homologia pretende demarcar as similitudes e as diferenças das três figuras de fim que correspondem às três formas de arte apresentadas na Estética, com o propósito especial de estabelecer uma compreensão da tarefa e do significado estéticos da figura final humor objetivo. A partir dessa homologia, a relação entre humor, singularidade, conceito e aparência negativa é articulada para subsidiar a compreensão do caráter dissolutivo e negativo do humor e para fundamentar neste a aparência paradoxal da arte, através da qual a arte se dirige à ultrapassagem de si mesma, do ponto de vista de sua orientação figurativa, acedendo, com isso, ao ponto de vista de um relativismo conteudístico-formal que resulta num novo horizonte de possibilidades ficcionais / The present thesis aims to present the figure of objective humor in Hegel \'s Aesthetics as what instantiates the process of disappearance of the aesthetic appearance of art. Therefore, proceeding with the construction of a homological form with othersnamed \"end figures\" of art, known as the epigram and comedy, belonging respectively to the forms of symbolic and classical art, as outlined in the Hegel\'s aesthetic reflection. Homology seeks to demarcate the similarities and differences of the three \"end figures\" that correspond to the three forms of art presented in Aesthetics, with the special purpose of proposing a comprehension of the task and aesthetic meaning of the final figure \"objective humor\". From this homology, the relation between humor, singularity, concept and negative appearance is articulated to subsidize the understanding of the dissolutive and negative character of the humor and to substantiate in this the paradoxical appearance of art, through which art is directed to surpassing itself from the point of view of its figurative orientation, thereby acceding to the point of view of a formal-material relativism that results in a new horizon of fictional possibilities.
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O estado universal do mundo: a autonomia \'poética\' do herói e a vida prosaica no Estado na Estética de Hegel\" / The universal state of world: the \"poetics\" autonomy of hero and the prosaic life in State of Hegel´s Aesthetics

Antonio Vieira da Silva Filho 08 June 2006 (has links)
A presente dissertação discute dois conceitos centrais da Estética de Hegel: o estado universal do mundo heróico e o prosaico. Estes dois conceitos remetem a determinações e realidades históricas diferenciadas. De um lado, no estado do mundo heróico, à autonomia individual do herói, o qual tem sua ação em unidade imediata com o universal, o divino. Para Hegel este é o estado vindicado pelo ideal artístico. De outro lado, os estados prosaicos, nos quais a ação individual da pessoa se encontra mediada pelas instituições do Estado, mediação cuja natureza exige justamente uma forma de exposição capaz de captar tais mediações, a filosofia. A partir destes conceitos, situados em sua relação com a arte enquanto exposição absoluta da verdade do espírito, se busca aqui tematizar o lugar da experiência grega na leitura sistemática de Hegel, articulando dois aspectos que aparecem como fundamentais em sua Estética, a saber: a experiência grega como coincidente com o conceito de clássico, isto é, como lugar da verdadeira expressão do belo; e ao mesmo tempo, esta expressão bela, tal como pensada por Hegel, como um momento pouco desenvolvido da exposição absoluta do espírito. O índice deste desenvolvimento em Hegel é a autoconsciência da liberdade do espírito e por isso, aos atuais estados prosaicos corresponde, por sua vez, a mais alta realização da liberdade no mundo moderno. Esta realização é mais verdadeira porque mais concreta e está relacionada à exposição absoluta de si do espírito por meio do conceito, determinando deste modo o esgotamento da forma artística enquanto dotada de valor absoluto de verdade nos atuais estados prosaicos. / The present dissertation discusses two central concepts of Hegel´s Aesthetics: the universal state of heroic world and the prosaic. These two concepts refer to the determinations and different historical realities. On one hand, in the state of heroic world, upon individual autonomy of hero. Who has your action in direct unit with the universal, the holy. To Hegel this is the state which is vindicated by the artistic ideal. On the other hand, the prosaic states, where the person\' s individual action is mediated by the state institutions, mediation in which nature just claim one way of exposition able to catch those mediations, the philosophy. From these concepts, located in their relationship with the art like the absolute exposition ofthe spirit truth, the search here is to render problematic the place of the Greek experience inthe systematic reading of Hegel, articulating two aspects which appear like mains in bis Aesthetics, that means: the Greek experience like coincident of the classical concept, that is, like the place of the true expression of the beautifulness; and at its time, this beautiful expression, like it was though by Hegel, like one moment not so developed of absolute exposition of spirit. The table of this development in Hegel is the auto conscience of the liberty of spirit and for that reasons, to the present prosaic states is according, at the same time, to the highest accomplishment of liberty in the modero world. This accomplishment is the truest because it is the conc rete and it is related to the absolute exposition of the spirit itself by the concrete, determining this way the weakness of the artistic form while gifted of absolute value of truth the present prosaic states.
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Direito, moral e sociedade civil: estudos sobre a \'intersubjetividade negativa\' na Filosofia do Direito de Hegel / Right, Moral and Civil Society: Studies in negative intersubjectivity in Hegels Philosophy of Right

Bruno Ferreira da Rosa 30 June 2015 (has links)
Esta dissertação consiste de um estudo da Filosofia do Direito de Hegel tomando como fio condutor o modo como se apresenta, no interior dessa obra, as relações de reconhecimento recíproco travadas sob o signo da exclusão e/ou limitação recíprocas, ou seja, sob o signo da intersubjetividade negativa. Procurou-se explorar os nichos onde tais formas de intersubjetividade aparecem, sucessiva e respectivamente, no Contrato (Vertrag) entre pessoas jurídicas, na Ação (Handlung) encetada a partir do ponto de vista moral e, por fim, no caso da Sociedade Civil (bürgerliche Gesellschaft), no sentido de mostrar como esses nichos de intersubjetividade negativa se reportam, cada um por sua vez, a um modelo de relações de reconhecimento recíproco positivo ou inclusivo capaz de fazer frente às forças disruptivas liberadas por aquele. O caso da sociedade civil se torna exemplar na exploração dessa contraposição entre dois modelos de intersubjetividade ao se apresentar como um conceito que procura não reduzir todo o âmbito da sociedade à esfera do sistema de carecimentos (System der Bedürfnie), por conseguinte, à uma intersubjetividade negativa/excludente, mas contrapor a esta, no interior mesmo da sociedade civil, uma esfera de intersubjetividade positiva conceituada por Hegel sob a rubrica das corporações (Korporationen) capaz de recompor as relações éticas e fazer a passagem para a esfera do Estado. / This work consists of a study in Hegel\'s Philosophy of Right taking as guide line the concept of \"negative intersubjectivity\", that is, the relations of recognition based on mutual limitation or reciprocal exclusion. We sought to explore that concept, respectively, in the shape of the Contract (Vertrag), of the Action (Handlung) based on the \"moral point of view\", and in the philosophical arrangement imposed by Hegel to his concept of Civil Society (bürgerlich Gesellschaft). The aim was to show that \"negative intersubjectivity\" is always reporting itself towards a \"positive\" one, which in turn can counter the disruptive energies liberated by the first one. In this regard, Hegel\'s concept of civil society (bürgerlich Gesellschaft) is strategic: rather than reduces it to the \"system of needs\" (System der Bedürfnie), that is, reduces it exclusively to negative relations of recognition, Hegel ascribed to the corporations (Korporationen) the role of containg the disruptive forces which the market spreads, and to recompose the ethical relations wich enables the transition to Estate.
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O caráter formativo da pintura na estética hegeliana / The formative character of painting in hegelian aesthetics

Darice Alessandra Deckmann Zanardini 11 March 2013 (has links)
A pintura, por meio da luz e da cor, expressa uma ação e permite ao ser humano a apreensão deste momento. Especialmente com a pintura holandesa é possível conhecer a natureza humana e o próprio ser humano. O fascínio provocado pelos mestres holandeses refere-se tanto ao que eles representam em suas obras quanto à técnica utilizada nestas obras. A maneira como os holandeses utilizaram a luz e a cor em suas obras para retratar cenas cotidianas é fonte de discussão até os dias atuais. O que se pode apreender com tais cenas? Eis a questão que permeia esta dissertação. / The painting, by means of light and color, expresses an action and allows the human to grasp this moment. Especially with Dutch painting is possible to know the human nature and the human being. The fascination provoked by Dutch masters refers both to what they represent in his works on the technique used in these works. The way the Dutch have used light and color in his works to portray everyday scenes is source of discussion to this day. What can learn with these scenes? That is the question that permeates this dissertation.
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O conceito de ideal nos Cursos de Estética de Hegel / The concept of ideal in Hegels lectures on aesthetics

Anelise Valls Alvarez 17 March 2014 (has links)
A presente dissertação analisa a reflexão de Hegel sobre o conceito de ideal nos seus Cursos de Estética em uma comparação entre a posição ou a situação da arte na época antiga e na época moderna, e que medida o ideal corresponde a cada uma. A fim de acompanhar o modo como se posicionam estas configurações - e a maneira como estas abrigam o conceito de ideal esquadrinhamos o papel mesmo da arte em um plano mais amplo no sistema de Hegel. Em seguida, imersos neste domínio, as considerações associadas a estas esferas exploram, de um lado a figura de arte clássica, sobretudo o modo pelo qual a Grécia é tratada e exemplificada. As caracterizações detalhadas extraídas das esculturas gregas e a efetiva experiência social bela deste povo são o modelo que Hegel apresenta como o alcance pleno do ideal efetivo. Nesta perspectiva, articula-se o pensamento hegeliano com a influência fundamental que Winckelmann exerce nas observações feitas sobre esta temática. De outra parte, a arte romântica compreende as circunstâncias tanto do domínio da subjetividade e interioridade como as relações sociais burguesas carregadas de traços prosaicos e mundanos, que permite ao conceito hegeliano de ideal uma existência difícil. Neste outro estágio, a partir do avanço do espírito, é traçado o declínio da arte diante da multiplicidade das relações que perfazem o mundo, bem como são feitas as considerações sobre esta perda do ideal / The present dissertation analyzes the reflection of Hegel\'s concept of ideal in his Lectures on Aesthetics in a comparison between the position or situation of art in ancient and modern times, and in what measure the ideal corresponds to each one. In order to monitor how these settings are positioned and the way that these deal with the ideal concept the role of art in a broader plan in Hegels system is explained. When immersed in this field, the associated considerations explore from one site the figure of classical art, especially the way in which Greece is treated and exemplified. Detailed characterizations drawn from Greek sculptures and beautiful effective social experiences from this people are the model that Hegel presents as the full range of effective ideal. In this perspective, the Hegelian thought is articulated with the fundamental influence that Winckelmann has on observations made on this subject. On the other hand, romantic art understands the circumstances of both the domain of subjectivity and interiority as the bourgeois social relations, charged with prosaic and mundane features, which allows the Hegelian concept of ideal a difficult existence. In this another stage, from the development of the spirit, the decline of art is traced before the relationships that make up the world, the same way that considerations are made about the loss of ideal
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O paradoxo do conhecimento imediato ou o desespero da consciência natural / The paradox of immediate knowledge or the despair of natural consciousness

Paulo Roberto Pinheiro da Silva 21 June 2017 (has links)
Poderíamos sintetizar a nossa intenção nesse trabalho como uma tentativa de compreender uma interpretação da questão da realização proposta por Hegel no prefácio à Fenomenologia do espírito de 1807, quando faz referência à uma filosofia que se torna saber, ou seja, de uma filosofia que abandona a partícula \"filo\". Questão herdada da segunda formulação do Imperativo categórico, ganha uma dimensão que não tinha em Kant. Para Lukacs, essa realização é a Revolução e a efetivação da consciência de si de um para-nós (proletariado). Hyppolite, por outro lado, interpreta essa realização como um fato que caberia tratar em toda sua amplitude de significação, ou seja, de forma que essa efetivação não poderia ser concebida sem uma valoração positiva da singularidade. Esse trabalho procura ressaltar os pontos de contato entre Hegel e Kant, seguindo a leitura de Hyppolite, onde uma consciência natural segue um caminho da desilusão até se tornar consciência de si (filosófica e singular). Essa opção existencial de ler Hegel implica definir alguns significados e termos. O para-nós deve ser entendido como o ponto de vista filosófico do trajeto da consciência natural em direção à consciência-de-si e não o ponto de vista final da história que cabe à dialética, como movimento real, efetivar. Da mesma forma, para Hyppolite, a história universal, na Fenomenologia do espirito, deve ser compreendida como um termo médio da ascensão do espírito e não como movimento necessário da consciência de si do proletariado. A leitura de Hyppolite não é indiferente ao ponto de vista subversivo-revolucionário da Fenomenologia, mas como condição cognitivo-filosófica do surgimento do espírito como efetivação da razão na filosofia e não como referência exclusiva da razão na história. Não se trata de defender a incompatibilidade do materialismo histórico com a Fenomenologia, pois ela não existe, mas apenas de notar que toda a questão da singularidade não precisa ser abandonada como resquício conservador em Hegel. / We could abbreviate our intent in this work as an attempt to understand an interpretation of the question of achievement proposed by Hegel in the preface to the Phenomenology of the Spirit, when he refers to a philosophy that becomes knowledge or a philosophy that discards the prefix \"philo\". Question inherited from the second formulation of the Categorical Imperative, it gains a dimension that it did not have in Kant. For Lukacs, this realization is the Revolution and the realization of self-consciousness of a for-us (proletariat). Hyppolite, on the other hand, interprets this realization as a fact that would be dealt with in all its amplitude of signification, that is, this realization could not be conceived without a positive valuation of singularity. This work intends to highlight the points of contact between Hegel and Kant, following the reading of Hyppolite, where a natural consciousness follows a path of disillusionment until it becomes an selfconsciousness (philosophical and singular). This existential option of reading Hegel implies defining some meanings and terms. The for-us must be understood as the philosophical point of view of the path of the natural consciousness towards the self-consciousness and not the final point of view of the history that the dialectics, as a real movement, should consummate. Likewise, for Hyppolite, universal history in the Phenomenology of the spirit must be understood as a middle term of the ascension of the spirit and not as a necessary movement of self-consciousness of the proletariat. Hyppolite\'s reading is not indifferent to the subversive-revolutionary point of view of Phenomenology, but as a cognitive-philosophical condition of the emergence of the spirit as the actualization of reason in philosophy and not as the exclusive reference of reason in history. It is not a question of defending the incompatibility of historical materialism with the Phenomenology, because it does not exist, but only to note that the whole question of singularity need not be abandoned as a conservative remnant in Hegel.
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Dialética e formalismo conceitual: sobre as contradições internas à Teoria do romance / Dialectic and conceptual formalism: about internal contradictions of the theory of the novel

Antonio Vieira da Silva Filho 02 September 2011 (has links)
Este trabalho tem como ponto de orientação a relação da Teoria do romance de Lukács com a filosofia da arte de Hegel. O confronto com Hegel se coloca como tentativa de aclarar conceitualmente as relações da obra do jovem Lukács com as suas categorias estético-filosóficas, na medida em que essas últimas apontam para o problema da arte na experiência moderna. A relação entre as duas reflexões estéticas se apresenta entrecortada pelos diálogos do autor húngaro com o círculo weberiano historicista, que evidenciam certa divergência da Teoria do Romance com os Cursos de Estética de Hegel. O trabalho busca mostrar um conflito interno à Teoria do romance entre a perspectiva histórico-dialética, que demarca a retomada por Lukács da unidade hegeliana entre forma artística e conteúdo histórico, e o uso metodológico, de inspiração antidialética, do método típico-ideal, que se constitui a partir do corte epistêmico entre os planos dos conceitos e o da realidade. Esse conflito tem como ponto de partida a divergência de Lukács acerca da valoração positiva por Hegel da experiência moderna, valoração que se articula ao diagnóstico hegeliano do fim da arte como forma de exposição da verdade moderna e sua substituição pela verdade mediada da filosofia, capaz de apresentar a liberdade moderna como experiência de totalidade figurada no Estado. Lukács, com Hegel, aponta o princípio da subjetividade como fundamento constitutivo da modernidade e do romance. O romance, contudo, em oposição a Hegel, é entendido como a exposição verdadeira da nova relação do homem com a liberdade. Isto se dá porque, segundo Lukács, o princípio constitutivo da subjetividade romanesca coincide com a experiência fragmentada do mundo moderno. A liberdade subjetiva demarca, como para Hegel, uma experiência do homem que rompe com as experiências pré-modernas. Ela permanece todavia, para Lukács, caracterizada pela fragmentação, pelo isolamento do homem em relação às estruturas sociais. A totalidade do romance, assim, é entendida, por ele como a expressão do caráter formal da busca de superação da fragmentação pelo sujeito isolado da modernidade. / This work takes as its point of orientation the relation between Lukács The Theory of the Novel and Hegel\'s philosophy of art. The confrontation with Hegel arises as an attempt to conceptually clarify the relationship of the work of the young Lukács with their aesthetic-philosophical categories to the extent that the latter point to the problem of art in modern experience. The relation between the two aesthetic reflections is presented with intersected dialogues by the hungarian author with the weberian historicist circle, which show some disagreement between The Theory of the Novel and the Aesthetics Course by Hegel. The work seeks to show an internal conflict in The Theory of the Novel between the historical-dialectic perspective, which marks the resumption from Lukács of the hegelian unity between artistic form and historical content, and the methodological use, anti-dialectical inspired, of the ideal-typical method, which is constituted from the epistemic cut between the plans and concepts of reality. This conflict has as its starting point the divergence of Lukács on the positive evaluation by Hegel of modern experience, valuation which is linked to the diagnosis of the hegelian end of art as a way of exposing the truth and its replacement by truth mediated from philosophy, able to present the modern freedom as an experience of totality figured in the State. Lukács, with Hegel, points the principle of subjectivity as a basis which constitutes modernity and the novel. The novel, however, in opposition to Hegel, is understood as the true exhibition of the new relation between man and freedom. This is because, according to Lukács, the constitutive principle of subjectivity romanesque coincides with the fragmented experience of the modern world. Freedom subjective marks, as for Hegel, a man\'s experience that disrupts the pre-modern experience. It remains, however, for Lukács, characterized by the fragmentation, by the isolation of man in relation to social structures. The totality of novel is then understood by him as the expression of the formal character in a search to overcome the fragmentation of the isolated subject of modernity.
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As primeiras experiÃncias do espÃrito que se diferencia de seu objeto: uma leitura sistemÃtica das formas de consciÃncia e autoconsciÃncia na Fenomenologia do espÃrito, de Hegel / The first experiences of the spirit that differentiates itself From its object: a systematic reading of the consciouness and Self-consciouness figures in hegelâs phenomenology of spirit

Maria Ivonilda da Silva Martins 29 June 2012 (has links)
CoordenaÃÃo de AperfeÃoamento de Pessoal de NÃvel Superior / Este estudo, como o prÃprio tÃtulo indica, pretende apresentar uma leitura sistemÃtica das figuras de consciÃncia e autoconsciÃncia na obra Fenomenologia do EspÃrito, de Hegel. Esta leitura sustenta-se no pensamento de que nÃo podemos abandonar a anÃlise das experiÃncias em que o espÃrito se manifesta, pois apenas atravÃs delas podemos compreender como a consciÃncia se torna capaz de conquistar o saber de si mesma e satisfazer a si mesma em uma forma de autoentendimento unificado consigo mesmo: o espÃrito. / This inquiry, as the title indicates, intends to present a systematic reading of the consciouness and self-consciouness figures in Hegelâs Phenomenology of Spirit. I argue that we can not renounce experiences analysis in which the spirit manifests, because only through them we can realize how consciouness becomes able to acquire the knowledge of itself and content itself in a mode of self-understanding unified with itself: the spirit.
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A \"miragem\" do absoluto - Sobre a contraposição de Schopenhauer a Hegel: crítica, especulação e filosofia da religião / The mirage of the Absolute. On the contraposition of Schopenhauer and Hegel: Critique, Speculation and the Philosophy of Religion

Flamarion Caldeira Ramos 30 January 2009 (has links)
Esta tese procura reconstruir a crítica de Schopenhauer a Hegel, para além das invectivas e juízos sumários. Embora não escreva um texto específico sobre esse tema, a posição crítica de Schopenhauer em relação a Hegel é formulada em vários momentos de sua obra. Nosso trabalho consiste, em um primeiro momento, em reconstruir a crítica de Schopenhauer, comparando-a com as posturas críticas de Schelling e Feuerbach. Trata-se de expor e analisar os argumentos de Schopenhauer de modo a construir uma imagem crítica da filosofia de Hegel e, ao mesmo tempo, mostrar em que sentido essa mesma crítica pode ser relativizada do ponto de vista da filosofia hegeliana. Nesse sentido, o presente trabalho procura refletir sobre a dificuldade implicada na tarefa de construir uma crítica da filosofia de Hegel, já que como mostrou Gérard Lebrun, Hegel oferece menos uma filosofia que um discurso que é mal compreendido sempre que tentamos julgá-lo a partir de nossos pressupostos discursivos. Num segundo momento, examinamos os pontos comuns da abordagem especulativa presente em ambas as filosofias e investigamos temas tais como a questão da determinação das coisas finitas em relação à realidade substancial, a tarefa da filosofia e o problema da exposição da verdade filosófica. Num terceiro e conclusivo momento, procuraremos contrapor a filosofia da religião de ambos os autores, pois como pretendemos mostrar, o tema da fronteira entre a filosofia e a religião é fundamental para estabelecer a oposição entre os autores sobre a questão central da exposição do absoluto e dos limites do conhecimento. Por fim, ofereceremos ainda alguns textos paralelos a essa tese que procuram refletir sobre as interpretações de autores como Lukács e Horkheimer sobre a contraposição entre Hegel e Schopenhauer. / This thesis seeks to reconstruct Schopenhauer\'s criticism of Hegel, beyond invective and brief judgment. Though he does not write on the theme specifically, Schopenhauer\'s critical position with regards to Hegel is formulated at several moments of his oeuvre. This work consists of reconstructing Schopenhauer\'s criticism at first, by comparing it to the criticism of Schelling and Feuerbach. It aims at exposing and analyzing Schopenhauer\'s arguments so as to build a critical image of the philosophy of Hegel, and simultaneously demonstrate how this very criticism can be relativized from a Hegelian point of view. Therefore, this work seeks to reflect upon the difficulty implied in the task of constructing a criticism of the philosophy of Hegel, since Hegel, as Gérard Lebrun has demonstrated, offers less of a philosophy than a discourse which is misunderstood whenever we attempt to judge it from the perspective of our discursive presuppositions. Secondly, we shall examine the common points in the speculative approach present in both philosophies, and investigate themes such as the question of the determination of the finite in relation to the substantial reality, the task of Philosophy and the problem of the exposure of the philosophical truth. Thirdly, we\'ll attempt to counterpose the philosophy of religion of both authors, for, as we intend to demonstrate, the theme of the frontier between Philosophy and Religion is crucial to establish the opposition between the authors on the central issue of exposure of the Absolute and of the limits of knowledge. Finally, we shall look into a few other texts parallel to this thesis which aim at reflecting upon the interpretations of authors such as Lukács and Horkheimer about the counterposition between Hegel and Schopenhauer.

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