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Carcinoma adenoescamoso versus adenocarcinoma de colo uterino estádio inicial em pacientes submetidas à histerectomia radical : uma análise prognóstica

Reis, Ricardo dos January 2007 (has links)
Objetivo: com o intuito de avaliar se a histologia (adeno carcinoma vs carcinoma adenoescamoso) é um indicador prognóstico independente em pacientes com câncer de colo uterino estádio IB1 após histerectomia radical. Método: todas as pacientes com adenocarcinoma ou carcinoma adenoescamoso que foram submetidas à histerectomia radical entre outubro de 1990 e dezembro de 2006, na Universidade do Texas M.D. Anderson Cancer Center, foram avaliadas. Dados clínico-patológicos coletados incluíram idade, estádio da doença, grau histológico, status dos linfonodos pélvicos, envolvimento parametrial, profundidade de invasão estromal, evidência de invasão dos espaços linfo-vasculares (IELV) e terapia adjuvante. As pacientes foram categorizadas como doença de “baixo risco” ou “alto risco” dependendo dos achados patológicos finais.Resultados: nós identificamos 126 pacientes com câncer de colo uterino estádio IB1 de carcinoma adenoescamoso (n = 29) ou adenocarcinoma (n = 97). O seguimento (mediana) das pacientes foi de 79 meses (variação 1,7-184,6). A idade (mediana) foi 40,3 anos para pacientes com adenocarcinoma e 35,2 anos para pacientes com carcina adenoescamoso (P = 0,88). Grau histológico III e IELV foram mais comuns em pacientes com tumores adenoescamosos, do que em pacientes com adenocarcinoma (85 % vs 16 %; P < 0,01 e 56,5 % vs 32,8 %; P = 0,04 respectivamente). Histologia não foi associada com envolvimento de linfonodos pélvicos ou envolvimento parametrial. Não havia diferença nos índices de recorrência entre os dois grupos histológicos, porém o tempo até a recorrência foi menor para pacientes com carcinoma adenoescamoso (7,9 meses vs 15 meses; P = 0,01). Não havia diferença entre os tipos celulares com relação aos índices derecorrência e sobrevida livre de recorrência nos grupos de baixo e alto risco. Conclusão: não evidenciamos que subtipo histológico afeta o prognóstico; entretanto, o tempo até a recorrência foi menor em pacientes com carcinoma adenoescamoso. Nosso estudo sugere que em paciente com carcinoma adenoescamoso ou adenocarcinoma estádio IB1, a presença de fatores de alto risco é mais importante do que o subtipo histológico.
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Frequencia e intensidade das ondas de calor em mulheres climatericas

Sa, Danielle Santos Bezerra 30 August 2005 (has links)
Orientador: Aarão Mendes Pinto-Neto / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas / Made available in DSpace on 2018-08-05T02:33:36Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Sa_DanielleSantosBezerra_M.pdf: 631973 bytes, checksum: d00cc9befa0e4a7c01d9f61e6607b007 (MD5) Previous issue date: 2005 / Resumo: Objetivo: identificar os fatores associados à ocorrência e intensidade das ondas de calor em mulheres climatéricas residentes em Campinas, São Paulo. Métodos: análise secundária de banco de dados de estudo descritivo de corte transversal, de base populacional. Foram selecionadas 456 mulheres por processo de amostragem, entre 45-60 anos de idade, no período de outubro de 1997 a janeiro de 1998. A análise da intensidade das ondas de calor foi realizada incluindo-se apenas as 334 mulheres que referiram esse sintoma, e mensurada através do cálculo do índice circulatório. Os dados foram coletados através de entrevistas domiciliares, com questionários estruturados e pré-testados, fornecidos pela Fundação Internacional de Saúde/Sociedade Internacional de Menopausa e Sociedade Norte-Americana de Menopausa e adaptados pelos autores. Avaliaram-se a idade, cor, escolaridade, estado marital, emprego, estrato social, região geográfica, idade à menarca, paridade, número de abortos, uso de métodos anticoncepcionais e terapia hormonal, antecedente de laqueadura tubária, índice de massa corpórea, estado menopausal, tempo de menopausa, antecedente de histerectomia, ooforectomia bilateral e tabagismo. Foram calculadas a média, mediana e as freqüências absolutas e relativas, de acordo com o tipo de variável. A medida de associação utilizada foi a razão de prevalência (RP). Foram realizadas as análises bivariada e de regressão múltipla, utilizando o processo de seleção passo a passo para identificação dos fatores associados à ocorrência e intensidade das ondas de calor, adotando-se intervalo de confiança de 95% (IC 95%). Resultados: Quando se avaliou a ocorrência de ondas de calor, a análise bivariada mostrou que mulheres na pós-menopausa (RP:1,42; IC95%:1,06-1,90) e histerectomizadas (RP:1,50; IC95%:1,05-2,14) apresentaram chance significativamente maior de referir ondas de calor. A análise de regressão múltipla não mostrou associação significativa entre a presença de ondas de calor e as variáveis avaliadas. Quando se avaliou a intensidade das ondas de calor, mulheres com tempo de menopausa superior a 61 meses (RP: 0,59; IC 95%:0,39-0,88) apresentaram chance significativamente menor de referir ondas de calor intensas, enquanto o antecedente de ooforectomia bilateral (RP: 1,95; IC 95%: 1,08-3,50) associou-se significativamente à intensidade das ondas de calor. Conclusões: Os resultados mostraram coerência com estudos internacionais, ou seja, ainda existem muitas dúvidas sobre quais fatores estariam realmente associados à ocorrência das ondas de calor. Os fatores associados às ondas de calor de maior intensidade, tempo de menopausa e ooforectomia bilateral sugerem o hipoestrogenismo como causa comum para as ondas de calor mais intensas. Mulheres com esses fatores devem ser alvo de atenção especializada, e mais estudos são necessários, visto que ainda existem dúvidas sobre quais fatores estariam realmente associados à ocorrência e intensidade das ondas de calor / Abstract: Objective: to identify factors associated with the occurrence of hot flashes in climacteric women living in Campinas, São Paulo. Methods: secondary analysis of a data bank of a cross-sectional descriptive population-based study. The selection of 456 women aged 45-60 years was done through area cluster sampling, from October, 1997 to January, 1998. The analysis of the intensity of the hot flashes included 334 women who refered hot flashes and it was measured using the circulatory index. The data were collected via home interviews using a structured, pre-tested questionnaires provided by the International Health Foundation/International Menopause Society and by the North American Menopause Society and adapted by the authors. The variables analyzed were age, race, educational level, marital status, employment, social level, age of menarche, parity, number of abortions, use of contraceptive methods and hormonal therapy, tubal ligation, body mass index, menopausal status, time since menopause, hysterectomy, bilateral oophorectomy and cigarette smoking. The statistical analysis was performed by using the mean, median, absolute and relative frequencies according to the type of variable. The prevalence ratio (PR) was used to measure association. Bivariate analysis and multiple logistic regression using the stepwise selection process with a 95% confidence interval (95% CI) were used to identify the factors associated with the occurrence and intensity of hot flashes. Results: when the occurrence of hot flashes was evaluated, bivariate analysis showed that postmenopausal women (PR: 1.42, CI 95%: 1.06-1.90) and those who performed a hysterectomy (PR: 1.50, CI 95%: 1.05-2.14) had a significantly greater chance of presenting hot flashes. After applying multiple regression analysis, there was not a significantly association between hot flashes and the evaluated variables. When the intensity of hot flashes was evaluated, women with time since menopause over 61 months (PR: 0.59; IC 95%: 0.39-0.88) had a significantly lower chance of presenting intense hot flashes. The antecedent of bilateral oophorectomy (PR: 1.95; IC 95%: 1.08-3.50) was significantly associated with the intensity of hot flashes. Conclusion: The results were consistent with international studies. Many doubts still exist about which factors would be really associated with the occurrence of hot flashes. The factors associated with more intense hot flashes, time since menopause and bilateral oophorectomy, suggest hypoestrogenism as a common cause to hot flashes with greater intensity. Women with these factors should have a specialized care and more studies are necessary because still exist doubts about which factors would be really associated with hot flashes / Mestrado / Tocoginecologia / Mestre em Tocoginecologia
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Análise da segurança oncológica na cirurgia de Wetheim-Meigs via videolaparoscópica comparada à via laparotômica

Gama, Carlos Romualdo Barboza [UNESP] 09 August 2007 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:32:22Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2007-08-09Bitstream added on 2014-06-13T19:43:00Z : No. of bitstreams: 1 gama_crb_dr_botfm.pdf: 803906 bytes, checksum: 04df55d3c00fedfce4d9e78d03e5b8d5 (MD5) / Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (Famesp) / Avaliar a segurança oncológica da Histerectomia Radical laparoscópica através da análise da peça cirúrgica, comparando o material retirado pela via laparotômica com o extraído pela via laparoscópica, utilizando a mesma técnica operatória em ambas as vias. Pacientes e método: Estudoprospectivo e randomizado efetuado entre março/200ó e maio/2007, comparando 21 pacientes (grupo 1) submetidas a Histerectomia Radical Abdominal (HRA) com outras 21 (grupo 2) submetidas a Histerectomia Radical Laparoscópica (HRL).Todas eram portadoras de câncer do colo uterino, estadiamento clínico entre IA1 e liA. Foi feita a comparação da peça operatória retirada nos dois grupos e ainda variáveis c1inicas, epidemiológicas, de per e pós-operatório e de anatomia patológica. A técnica cirúrgica utilizada, o cirurgião e o patologista foram os mesmos nos dois grupos. Resultados: Não houve significância (NS) nas variáveis clínicas e epidemiológicas: cor, idade, IMe, hipertensão, diabetes, estadiamento clínico. Nas variáveis de per e pósoperatório houve diferença estatísticas (S) nas relacionadas com a cirurgia, mas foram NS com as complicações: tempo de cirurgia (S), perda sanguínea (S), dias de internação (S), dia que iniciou a deambulação (S), permanência do cateter vesical (S), infecção (NS), fístulas (NS), deiscência de ferida operatória (NS), trombose venosa profunda (NS) e evisceração (NS). As variáveis anatomopatológicas só mostraram significância no tamanho do tumor que foi maior no grupo 2 (Iaparoscópico): peso do útero (NS), tamanho do tumor(S), tipo anatomopatológico (NS), grau de diferenciação (NS), invasão angiolinfática (NS), invasão de paramétrios (NS), invasão da vagina (NS), número de gânglios pélvicos (NS), invasão de Iinfonodos à direita (NS) e à esquerda... / To evaluate the oncological security of the Laparoscopic Radical Hysterectomy through analyzes of the surgical specimen, comparing the material removed from the laparotomic approach with the one extracted from the laparoscopy, using the same surgery technique in both. Patients and method: In a prospective and randomized study effected between march/2006 and may/2007, 21 submitted patients were compared Abdominal Radical Hysterectomy (ARH) with others 21 submitted Laparoscopic Radical Hysterectomy (LRH).Ali of them had cervical cancer with FIGO stage included IA1 and liA. Withdrawal in the two groups was made the comparison of the surgery specimens and still changeable clinics, epidemiologists, of per and postoperative and pathological datas. The used surgical technique, the surgeon and the pathologist were the same ones in both groups. Results: It did not have significance (NS) in the clinical and epidemiologists datas: color, age, BMI, hypertension, diabetes and FIGO stage. In the statistical datas of per and postoperative it had significance (s) in the related ones with the surgery, but they had· been NS with the complications: time of surgery (s), sanguineous loss (s), days of hospital stay (s), day that initiated the walking process(s), permanence of the vesical catheter (s), infection (NS), fistulas (NS), dehiscence of surgery wound (NS), deep venous coagulate(NS) and evisceration (NS). The pathological datas had only shown significance in the size of the tumor that was bigger in group 2 (Iaparoscopic): weight of the uterus (NS), size of the tumor (S), histological type (NS), degree of différentiation (NS), angiolinfática invasion (NS), invasion of parametrial (NS), invasion of the vagina (NS), number of pelvic ganglia (NS), invasion of Iinfonodos to the right (NS) and the left (NS) and type of Iinfonodo invaded (NS). The measure... (Complete abstract click electronic access below)
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"Histerectomia decorrente de complicações do parto em um grupo de mulheres mexicanas: uma visão sociocultural" / Histerectomia derivada de complicaciones del parto en un grupo de mujeres Mexicanas: una visión sociocultural

Maria Teresa Cuamatzi Peña 20 December 2004 (has links)
Estudo de abordagem qualitativa que fundamentou-se em referenciais socioculturais, tomados da antropologia e apoiou-se no Interacionismo Simbólico, com o objetivo de compreender se a histerectomia realizada em mulheres, como conseqüência de complicações no parto, interfere em suas vidas. Buscou ainda, conhecer o significado da perda do útero para essas mulheres e identificar indicadores de mudanças em suas vidas após a cirurgia. Foram entrevistadas dez mulheres, em idade reprodutiva, independente de sua paridade, atendidas no Hospital Geral Dr. Gustavo Baz Prada, no Município de Nezahualcoyotl, Estado do México, nos anos de 2002 e 2003, para resolução da gravidez, e que, por complicações durante o parto, foram submetidas à histerectomia. Os dados coletados das entrevistas foram submetidos à análise de conteúdo e foi utilizada a técnica de análise temática. Foi possível identificar unidades temáticas que convergiram para três temas: Percepção dos motivos da histerectomia; A perda como motivo de sofrimento e Mudanças no corpo físico e no corpo social. Percebeu-se que, de maneira geral, não foram esclarecidos às mulheres, os motivos que as levaram à mutilação. Em seu imaginário, tais motivos estiveram relacionados a um quadro sintomatológico, apresentado simplesmente pelo corpo biológico, como: temperatura alta, infecção, sangramento vaginal, anemia, distócias, risco para desenvolver câncer, ou ainda, para salvar suas vidas. Na perspectiva das mulheres, a perda do útero gerou um grande sofrimento, que recaiu muito mais em seus corpos sociais, uma vez que os corpos biológicos se recuperaram de maneira satisfatória. O conhecimento das questões subjetivas e socioculturais que permeiam o universo simbólico das mulheres possibilitou a identificação de metáforas da histerectomia, que interferem sobremaneira na qualidade de suas vidas, seja estigmatizando-as por não mais produzirem filhos ou punindo-as moralmente, através do abandono marital, dissolução do casamento e isolamento social, o que as impede de levar uma vida social e afetiva que as satisfaça. / Estudio de abordaje cualitativo que se fundamento en referenciales socioculturales tomados de la antropología y se apoyo en el Interaccionismo Simbólico, como el objetivo de comprender si la histerectomía realizada en mujeres, como consecuencia de complicaciones en el parto, interfiere en la calidad de sus vidas. Se busco conocer el significado de la perdida del útero para esas mujeres e identificar indicadores de cambios en sus vidas después de la cirugía. Fueron entrevistadas diez mujeres en edad reproductiva independiente de su paridad, atendidas en el Hospital General Dr. Gustavo Baz Prada, en el Município de Nezahualcoyotl, Estado de México, en los años 2002 e 2003, para atenderse del embarazo, y que por complicaciones durante el parto, fueron sometidas a la histerectomía. Los datos colectados de las entrevistas fueron sometidos al análisis de contenido y fue utilizada la técnica de análisis temático. Fue posible identificar unidades temáticas que convergieron en tres temas: Percepción de los motivos de la histerectomía; La perdida como motivo de sufrimiento y Cambios en el cuerpo físico y en el cuerpo social. Se percibió de manera general, que no fueron esclarecidas a las mujeres los motivos que las llevo a la mutilación. En su imaginario, tales motivos estuvieron relacionados a un cuadro sintomatólogico, presentando simplemente por el cuerpo biológico, como: temperatura alta, infección, sangrado vaginal, anemia, distocias, riesgo para desarrollar cáncer, o todavía para salvar sus vidas. En la perspectiva de las mujeres, la perdida del útero generó un gran sufrimiento, que recayó mucho mas en sus cuerpos sociales, una vez que los cuerpos biológicos se recuperaron de manera satisfactoria. El conocimiento de las cuestiones subjetivas y socioculturales que pernean el universo simbólico de las mujeres posibilitó la identificación de metáforas de la histerectomía, que interfieren de sobre manera en la calidad de sus vidas, estigmatizándolas por no producir mas hijos o colocándolas moralmente, a través del abandono marital, disolución del casamiento y aislamiento social, lo que les impide llevar una vida social y afectiva que las satisfaga.
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Duloxetina para melhoria na qualidade de recuperação anestésica em histerectomia abdominal

Castro-Alves, Lucas Jorge Santana de January 2016 (has links)
Orientador: Norma Sueli Pinheiro Módolo / Resumo: RESUMOIntrodução. A qualidade de recuperação pós-operatória é pior em pacientes dosexo feminino quando comparado ao sexo masculino. A duloxetina vem sendousada com sucesso no tratamento da dor crônica, mas para dor aguda existeapenas um estudo. Ainda mais importante é avaliar se a duloxetina é capaz demelhorar a qualidade global de recuperação pós-operatória. O principal objetivodo presente estudo foi avaliar o efeito da duloxetina perioperatória na qualidadeda recuperação pós-operatória em mulheres submetidas à histerectomiaabdominal.Métodos. O estudo realizado foi prospectivo, randomizado, duplo-cego eplacebo controlado. Pacientes do sexo feminino submetidas à histerectomiaabdominal foram randomizadas para receber duloxetina (60 mg por via oral 2horas antes da cirurgia e 24 horas após a cirurgia) ou uma pílula idêntica deplacebo. O desfecho primário foi a pontuação do QoR-40 (Quality of Recovery-40) em 24 horas. Dor e o consumo de opioides foram os desfechossecundários. Um valor de P <0,05 foi utilizado para anular o erro de tipo I.Resultados. Setenta pacientes foram recrutadas, e 63 completaram o estudo.A diferença média (intervalo de confiaça-95%) na recuperação global QoR-40(Quality of Recovery-40), entre a a duloxetina e o grupo do placebo em 24horas era de 9 (4–20) (P < 0.001). O consumo total de opioides foi reduzida em24 horas no grupo de duloxetina em comparação com o grupo placebo,mediana (intervalo interquartil) de 1 (0-5)... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: Background. Postsurgical quality of recovery is worse in female than that in male patients. Duloxetine has been used successfully for the treatment of chronic pain conditions, but its use for preventing acute postoperative pain has been limited to a single previous study. More importantly, the effect of preoperative duloxetine on global postoperative quality of recovery has yet to be evaluated. The main objective of the current investigation was to evaluate the effect of perioperative duloxetine on postoperative quality of recovery in women undergoing abdominal hysterectomy. Methods. The study was a prospective, randomized, placebo-controlled, double-blinded trial. Female patients undergoing abdominal hysterectomy were randomized to receive duloxetine (60mg orally 2 hours before surgery and 24 hours after surgery) or an identical placebo pill. The primary outcome was the quality of recovery-40 score at 24 hours. Secondary outcomes included opioid consumption and postoperative pain scores. A P value <0.05 was used to reject type I error. Results. Seventy patients were recruited, and 63 completed the study. The median difference (95% confidence interval) in global recovery scores (quality of recovery-40) at 24 hours after surgery between the duloxetine and the placebo group was 9 (4–20) (P < 0.001). Total opioid consumption was reduced at 24 hours in the duloxetine group compared with the placebo group, median (interquartile range) of 1 (0–5) mg IV morphine compared with 5.5 (0... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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Analgesia pós-operatória em gatas submetidas à ovariohisterectomia tratadas com buprenorfina por diferentes vias de administração

Giodarno, Tatiana [UNESP] 16 February 2009 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:27:25Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2009-02-16Bitstream added on 2014-06-13T20:16:45Z : No. of bitstreams: 1 giordano_t_me_botfm.pdf: 238757 bytes, checksum: e3820a3dc04e1e4468920c289a1608db (MD5) / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / A via de administração de um fármaco pode influenciar sobejamente na latência e duração do efeito analgésico. Objetivou-se avaliar a sedação e a analgesia de 0,01 mg/kg de buprenorfina administrada pelas vias intravenosa (IV), intramuscular (IM), transmucosa (TM) ou subcutânea (SC) em gatas submetidas à ovariohisterectomia. Cem gatas 100 de diversas raças, com idade de quatro meses a seis anos de idade foram divididas de forma aleatória em 4 grupos de acordo com as vias de administração citadas anteriormente. Os animais foram avaliados quanto a presença dor pós-operatória e sedação antes e 1, 2, 3, 4, 6, 8, 12, e 24 h após o término do procedimento cirúrgico, por meio das escalas analógica visual interativa e dinâmica (EAVID) e descritiva simples (EDS). Realizou-se analgesia resgate com 0,02 mg/kg de buprenorfina IM quando o escore de dor foi igual ou superior a 50% da EDS ou EAVID. Para um segundo resgate analgésico foi administrado 4,4 mg/kg de carprofeno SC. Os dados paramétricos foram analisados pela ANOVA, seguida do teste de Tukey e os não paramétricos pelo teste de Kruskal-Wallis, seguido do teste de Dunn. Diferenças ao longo do tempo dentro de cada grupo foram avaliadas pelo teste de Friedman, seguido do teste de Dunn. Imediatamente após cirurgia os escores de sedação da EAVID e EDS aumentaram significantemente quando comparado ao pré-operatório, reduzindo para zero 24 horas após cirurgia. Para os escores de dor da EAVID não se observou diferença significante entre GTM e GSC e entre GIM e GIV. Os valores de GTM foram significantemente maiores quando comparados à GIV à 1h e à GIM às 3,4,6,8 e 12 h. Os valores de GSC foram significantemente maiores quando comparados à GIV às 2 h e à GIM às 2,3,4,8,12 e 24 h. No total, quatro animais do GIM (16%), seis do GIV (24%), treze do GSC (52%) e dezessete do GTM (68%) necessitaram de analgesia... / The route of administration of a drug may influence the onset and duration of analgesic effect. The aim of this study was to investigate the degree of sedation and analgesia of 0.01 mg/kg of buprenorphine administered by intravenous (IV), intramuscular (IM), transmucosal (TM) or subcutaneous (SC) route in cats subjected to ovariohysterectomy. One hundred cats from different breeds, aging from four months to six years of age were randomly divided into four groups according to the above routes of administration. The animals were evaluated for the presence of postoperative pain and sedation before and 1, 2, 3, 4, 6, 8, 12, and 24 h after the surgical procedure, using dynamic interactive visual analogue scale (DIVAS) and simple descriptive scale (SDS). Rescue analgesia was performed with 0.02 mg/kg of buprenorphine IM when the pain score was more than 50% of the SDS or DIVAS. A second rescue analgesia was performed with 4.4 mg/kg of carprofen SC. The parametric data were analyzed by ANOVA followed by Tukey´s test and the non-parametric data by Kruskal-Wallis, followed by Dunn´s test. Differences over time within each group were evaluated by Friedman´s test, followed by the Dunn´s test. The SDS and DIVAS sedation scores increased significantly immediately after surgery when compared to pre-operative values, reducing to zero, 24 h after surgery. There was no significant difference for the DIVAS pain scores between GTM and GSC and between GIM and GIV. The values of GTM were significantly greater when compared to the GIV at 1h and to GIM at 3, 4, 6, 8 and 12 h. The values of GSC were significantly higher when compared to GIV at 2 h and to the GIM at 2, 3, 4, 8, 12 and 24 h. In total, four animals from GIM (16%), six from GIV (24%), thirteen from GSC (52%) and seventeen from GTM (68%) needed rescue analgesia. The total number of rescue analgesic in GTM was significantly higher than... (Complete abstract click electronic access below)
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Duloxetina para melhoria na qualidade de recuperação anestésica em histerectomia abdominal / Perioperative duloxetine to improve operative recovery after abdominal hysterectomy: a prospective, handomized, double-blinded placebo-controlled study

Castro-Alves, Lucas Jorge Santana de [UNESP] 19 February 2016 (has links)
Submitted by LUCAS JORGE SANTANA DE CASTRO ALVES null (lucasjca@yahoo.com.br) on 2016-03-31T14:43:33Z No. of bitstreams: 1 Lucas Castro Alves (Dissertação) pós defesa.pdf: 4559025 bytes, checksum: 56a8401144b4bdca801924351e4d5764 (MD5) / Approved for entry into archive by Sandra Manzano de Almeida (smanzano@marilia.unesp.br) on 2016-03-31T19:22:22Z (GMT) No. of bitstreams: 1 castroalves_ljs_me_bot.pdf: 4559025 bytes, checksum: 56a8401144b4bdca801924351e4d5764 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-03-31T19:22:22Z (GMT). No. of bitstreams: 1 castroalves_ljs_me_bot.pdf: 4559025 bytes, checksum: 56a8401144b4bdca801924351e4d5764 (MD5) Previous issue date: 2016-02-19 / RESUMO Introdução. A qualidade de recuperação pós-operatória é pior em pacientes do sexo feminino quando comparado ao sexo masculino. A duloxetina vem sendo usada com sucesso no tratamento da dor crônica, mas para dor aguda existe apenas um estudo. Ainda mais importante é avaliar se a duloxetina é capaz de melhorar a qualidade global de recuperação pós-operatória. O principal objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito da duloxetina perioperatória na qualidade da recuperação pós-operatória em mulheres submetidas à histerectomia abdominal. Métodos. O estudo realizado foi prospectivo, randomizado, duplo-cego e placebo controlado. Pacientes do sexo feminino submetidas à histerectomia abdominal foram randomizadas para receber duloxetina (60 mg por via oral 2 horas antes da cirurgia e 24 horas após a cirurgia) ou uma pílula idêntica de placebo. O desfecho primário foi a pontuação do QoR-40 (Quality of Recovery- 40) em 24 horas. Dor e o consumo de opioides foram os desfechos secundários. Um valor de P <0,05 foi utilizado para anular o erro de tipo I. Resultados. Setenta pacientes foram recrutadas, e 63 completaram o estudo. A diferença média (intervalo de confiaça-95%) na recuperação global QoR-40 (Quality of Recovery-40), entre a a duloxetina e o grupo do placebo em 24 horas era de 9 (4–20) (P < 0.001). O consumo total de opioides foi reduzida em 24 horas no grupo de duloxetina em comparação com o grupo placebo, mediana (intervalo interquartil) de 1 (0-5) mg de morfina EV em comparação com 5,5 (0,5-9) mg de morfina EV (P = 0,004). Náuseas, vômitos e tempo de alta da unidade de cuidados pós-anestésica não foram significativamente reduzidos no grupo duloxetina em comparação com placebo. Conclusões. A duloxetina melhora a qualidade de recuperação pós-operatória em histerectomia abdominal. Além disso, duloxetina reduz o consumo de opioide no pós-operatório mesmo com uma analgesia pós-operatória vi multimodal. A duloxetina parece ser uma estratégia farmacológica viável para melhorar a qualidade de recuperação pós-operatória em pacientes submetidas a histerectomia abdominal. / Background. Postsurgical quality of recovery is worse in female than that in male patients. Duloxetine has been used successfully for the treatment of chronic pain conditions, but its use for preventing acute postoperative pain has been limited to a single previous study. More importantly, the effect of preoperative duloxetine on global postoperative quality of recovery has yet to be evaluated. The main objective of the current investigation was to evaluate the effect of perioperative duloxetine on postoperative quality of recovery in women undergoing abdominal hysterectomy. Methods. The study was a prospective, randomized, placebo-controlled, double-blinded trial. Female patients undergoing abdominal hysterectomy were randomized to receive duloxetine (60mg orally 2 hours before surgery and 24 hours after surgery) or an identical placebo pill. The primary outcome was the quality of recovery-40 score at 24 hours. Secondary outcomes included opioid consumption and postoperative pain scores. A P value <0.05 was used to reject type I error. Results. Seventy patients were recruited, and 63 completed the study. The median difference (95% confidence interval) in global recovery scores (quality of recovery-40) at 24 hours after surgery between the duloxetine and the placebo group was 9 (4–20) (P < 0.001). Total opioid consumption was reduced at 24 hours in the duloxetine group compared with the placebo group, median (interquartile range) of 1 (0–5) mg IV morphine compared with 5.5 (0.5–9) mg IV morphine (P = 0.004). Nausea, vomiting, and time to postanesthesia care unit discharge were not significantly reduced in the duloxetine group compared with placebo. Conclusions. Duloxetine improves postoperative quality of recovery after abdominal hysterectomy. In addition, duloxetine reduces postoperative opioid consumption, even in the presence of a robust multimodal analgesic strategy. Duloxetine seems to be a viable pharmacologic strategy to improve postoperative quality of recovery in female patients undergoing abdominal hysterectomy.
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Análise da segurança oncológica na cirurgia de Wetheim-Meigs via videolaparoscópica comparada à via laparotômica /

Gama, Carlos Romualdo Barboza. January 2007 (has links)
Orientador: Rogério Dias / Banca: Paulo Traiman / Banca: Ricardo Bassil Lasmar / Banca: Ildoberto Carneiro de Oliveira / Banca: José Carlos Meneguesi / Resumo: Avaliar a segurança oncológica da Histerectomia Radical laparoscópica através da análise da peça cirúrgica, comparando o material retirado pela via laparotômica com o extraído pela via laparoscópica, utilizando a mesma técnica operatória em ambas as vias. Pacientes e método: Estudoprospectivo e randomizado efetuado entre março/200ó e maio/2007, comparando 21 pacientes (grupo 1) submetidas a Histerectomia Radical Abdominal (HRA) com outras 21 (grupo 2) submetidas a Histerectomia Radical Laparoscópica (HRL).Todas eram portadoras de câncer do colo uterino, estadiamento clínico entre IA1 e liA. Foi feita a comparação da peça operatória retirada nos dois grupos e ainda variáveis c1inicas, epidemiológicas, de per e pós-operatório e de anatomia patológica. A técnica cirúrgica utilizada, o cirurgião e o patologista foram os mesmos nos dois grupos. Resultados: Não houve significância (NS) nas variáveis clínicas e epidemiológicas: cor, idade, IMe, hipertensão, diabetes, estadiamento clínico. Nas variáveis de per e pósoperatório houve diferença estatísticas (S) nas relacionadas com a cirurgia, mas foram NS com as complicações: tempo de cirurgia (S), perda sanguínea (S), dias de internação (S), dia que iniciou a deambulação (S), permanência do cateter vesical (S), infecção (NS), fístulas (NS), deiscência de ferida operatória (NS), trombose venosa profunda (NS) e evisceração (NS). As variáveis anatomopatológicas só mostraram significância no tamanho do tumor que foi maior no grupo 2 (Iaparoscópico): peso do útero (NS), tamanho do tumor(S), tipo anatomopatológico (NS), grau de diferenciação (NS), invasão angiolinfática (NS), invasão de paramétrios (NS), invasão da vagina (NS), número de gânglios pélvicos (NS), invasão de Iinfonodos à direita (NS) e à esquerda... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: To evaluate the oncological security of the Laparoscopic Radical Hysterectomy through analyzes of the surgical specimen, comparing the material removed from the laparotomic approach with the one extracted from the laparoscopy, using the same surgery technique in both. Patients and method: In a prospective and randomized study effected between march/2006 and may/2007, 21 submitted patients were compared Abdominal Radical Hysterectomy (ARH) with others 21 submitted Laparoscopic Radical Hysterectomy (LRH).Ali of them had cervical cancer with FIGO stage included IA1 and liA. Withdrawal in the two groups was made the comparison of the surgery specimens and still changeable clinics, epidemiologists, of per and postoperative and pathological datas. The used surgical technique, the surgeon and the pathologist were the same ones in both groups. Results: It did not have significance (NS) in the clinical and epidemiologists datas: color, age, BMI, hypertension, diabetes and FIGO stage. In the statistical datas of per and postoperative it had significance (s) in the related ones with the surgery, but they had· been NS with the complications: time of surgery (s), sanguineous loss (s), days of hospital stay (s), day that initiated the walking process(s), permanence of the vesical catheter (s), infection (NS), fistulas (NS), dehiscence of surgery wound (NS), deep venous coagulate(NS) and evisceration (NS). The pathological datas had only shown significance in the size of the tumor that was bigger in group 2 (Iaparoscopic): weight of the uterus (NS), size of the tumor (S), histological type (NS), degree of différentiation (NS), angiolinfática invasion (NS), invasion of parametrial (NS), invasion of the vagina (NS), number of pelvic ganglia (NS), invasion of Iinfonodos to the right (NS) and the left (NS) and type of Iinfonodo invaded (NS). The measure... (Complete abstract click electronic access below) / Doutor
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Histerectomia radical vaginal (cirurgia de Schauta) associada à linfadenectomia pélvica laparoscópica ou extraperitonial no tratamento do câncer de colo uterino

Maestri, Diego January 2009 (has links)
Introdução: O emprego da histerectomia vaginal radical para o tratamento das neoplasias do colo uterino tem taxas de cura equivalentes à via abdominal com menor morbidade. Nesse estudo relata-se casuística de histerectomia vaginal radical seguida de linfadenectomia pélvica por via extraperitonial (Mitra) ou por videolaparoscopia (VLP) e comparam-se algumas variáveis destas duas técnicas. Pacientes e Métodos: Vinte e cinco pacientes com indicação de histerectomia radical vaginal por carcinoma invasor do colo uterino em estádios variando de IA1 a IIA foram submetidas à histerectomia vaginal e linfadenectomia por videolaparoscopia ou por dissecção extraperitonial. Resultados: A técnica de Mitra foi utilizada em 17 casos e a VLP em oito. Dezessete pacientes apresentaram complicações pós-operatórias menores. O número de linfonodos amostrados não variou significativamente entre as duas técnicas (mediana de 14 na VLP e de 21 na técnica de Mitra) (p=0,215). O tempo operatório total das pacientes submetidas à VLP (média de 339 minutos) foi menor do que o das submetidas à técnica de Mitra (média de 421 minutos) (p=0,015). Conclusões: A histerectomia vaginal radical seguida de linfadenectomia por videolaparoscopia ou por acesso extraperitonial teve resultados equivalentes aos da literatura. A linfadenectomia extraperitonial teve tempo de execução mais prolongado do que a linfadenectomia por via laparoscópica. Não foi observada diferença estatística quanto ao número de linfonodos ressecados e tempo de internação cirúrgica quando comparadas as duas técnicas de linfadenectomia.
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Inquérito nacional sobre o procedimento de histerectomia nos serviços de residência médica de ginecologia e obstetrícia / National inquiry about the hysterectomy procedure at the gynecological and obstetrics residency service

Sória, Helena Lúcia Zydan [UNIFESP] January 2005 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-12-06T23:44:47Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2005 / BV UNIFESP: Teses e dissertações

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