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Softwares Educativos: Critérios de Avaliação a partir dos Discursos da Interface, da Esfera Comunicativa e do Objeto de EnsinoSILVA, Ana Cristina Barbosa da 31 January 2012 (has links)
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Previous issue date: 2012 / CAPES / Percebendo-se a necessidade de cada vez mais se investir em pesquisas relacionadas à informática na sala de aula, mais especificamente no ensino de língua materna, surgiu a ideia de elaborar critérios para avaliar softwares educativos (SE) de leitura e compreensão textual. Então, partiu-se da seguinte problemática: quais aspectos são necessários para considerar um SE de ensino da leitura e compreensão textual favorável a um trabalho pedagógico de qualidade? Para solucionar tal problemática, esta pesquisa teve como objetivo: Propor critérios de avaliação de softwares educativos que possam atender às características de um software que possibilite bom trabalho pedagógico, a partir da avaliação de softwares educativos fechados de Língua Portuguesa e de Língua Francesa, ambas como línguas maternas, em disco compacto e da web relacionados ao ensino da leitura e compreensão textual do nível dos últimos anos do ensino fundamental. Nesta perspectiva, recorreu-se a uma abordagem transdisciplinar para poder dar conta do objeto de estudo, contemplando, portanto, as seguintes áreas: Tecnologia, Educação, Estudos do Letramento Digital, Ensino de Língua Materna, Linguística Textual, Gêneros Textuais/Discursivos, Psicolinguística, Análise Dialógica do Discurso e Psicologia. Contudo, a ênfase metodológica foi na perspectiva de Bakhtin do estudo da língua, tomando-se a leitura dentro das práticas sociais da linguagem a partir dos conceitos do autor, em conjunto com a ordem em que ele preconiza para o estudo da língua. Desta maneira, construiu-se uma esquematização, juntando as práticas sociais de uso da linguagem com os aspectos relevantes para o processamento de leitura. Esta sendo vista em duas perspectivas: como instrumento que viabiliza o usuário do SE se encaminhar na tela do ambiente digital; a leitura como objeto de ensino e aprendizagem. E assim, foram estabelecidas as dimensões, as categorias e os critérios de avaliação de SE. Em seguida, foram analisados cinco SE, três em disco compacto: O Que Vem a Seguir? (OQS), Educandus 2010 – Português (E2010P), Elsa (El) e dois de portais educacionais: Aprendizagem Digital (AD) e Praticando a Concordância (PC). Como resultado, verificou-se que os SE obtiveram nas dimensões técnicas, pedagógicas e específicas o seguintes percentuais de aproveitamento e conceitos: OQS 46,97%, regular, 52,86%, bom, 18,30%, fraco; E2010P 72,86%, bom, 35,93%, regular, 24, 57%, fraco; El 46,43%, regular, 72,86%, bom, 28,36%, regular; AD 56,81%, bom, 56,25%, bom, 17,31%, fraco; PC 75%, bom, 69,28%, bom, 18,10%, fraco. Na dimensão técnica três softwares oferecem boas potencialidades: E2010P, AD e PC; na pedagógica quatro softwares apresentaram conceito bom: OQS, El, AD e PC; na específica não houve conceito bom, apenas um regular, o El. Os demais softwares resultaram em níveis abaixo do esperado de um SE que possa desenvolver no estudante habilidades leitoras.
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As identidades dos sujeitos leitores da EJA: análise da coleção viver, aprenderSANTOS, Sulanita Bandeira da Cruz 30 April 2014 (has links)
Submitted by Luiz Felipe Barbosa (luiz.fbabreu2@ufpe.br) on 2015-04-13T13:39:23Z
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Previous issue date: 2014-04-30 / A pesquisa empreendida tem como objetivo investigar as identidades dos sujeitos leitores da Educação de Jovens e Adultos (EJA) pressupostas, ou que se querem construídas pelos autores/editores dos livros didáticos de português (doravante LDP) de a coleção Viver, Aprender. Pressupúnhamos que a toda obra subjaz um leitor imaginário e as marcas deixadas no impresso pelos responsáveis por sua produção podiam nos conduzir para a descoberta das identidades desses leitores. Assim, tomamos por base o que nos revelaram os pesquisadores que, para a reconstituição da história sobre as práticas de leitura, recorreram, entre os vários elementos, às páginas do impresso, aos elementos textuais, gráficos, tomando-os como vestígios para subentender o público leitor desejado, além de trazer um protocolo de leitura. Assim, ao analisarmos LDP, buscamos os indícios deixados pelos autores/editores que pudessem nos conduzir na identificação das identidades dos seus sujeitos leitores. Desse modo, verificamos quais foram os textos/gêneros oferecidos para as práticas de leitura, e a que esfera de produção/circulação eles pertenciam e sobre as quais incidiam as atividades de leitura, também foco de análises. Acreditávamos que as atividades propostas e o material textual oferecido para leitura ensejavam modos de ler, modelo de ensino da aprendizagem da leitura, que podiam contribuir para a construção das identidades dos sujeitos leitores de EJA. Entrevistamos os autores dos LDP analisados, por entendermos que, enquanto mercadoria, o LD se submete às regras impostas pelo mercado consumidor e, neste sentido, procuramos saber com quais limites eles precisaram lidar. Entrevistamos também os alunos de EJA com o objetivo conhecê-los e saber o que pensavam dos LDP. O resultado de nossa pesquisa nos fez constatar que, quanto à configuração da obra, não houve, por parte, da maioria desses sujeitos, críticas negativas. No entanto, quanto aos autores, apesar de fazerem menção de que esse aspecto fora da responsabilidade dos editores, alguns detalhes da configuração só puderam ser conhecidos após a impressão da coleção. Quanto às limitações com as quais precisaram lidar, eles destacaram a escolha de determinados textos, por conta das questões dos direitos autorais e o limite de páginas. No que se refere ao material textual, a coleção contempla os textos de diversas esferas de produção/circulação, embora recaia uma ênfase sobre os de cunho literário, e é sobre eles que incidem a maior parte das atividades de leitura/compreensão textual, o que parece justificar a proliferação de textos didáticos, marcados por uma abordagem caracterizada pela explicitação de conteúdos relacionados aos aspectos gramaticais e/ou da natureza composicional do gênero, em que se destaca a recorrência aos textos que explicitam/e ou analisam um dos textos sobre os quais incidiam as atividades de leitura/compreensão textual. Ensejava-se, assim, um modelo de leitura que apontava para a necessidade de um aporte teórico que pudesse auxiliar os sujeitos leitores na realização dessas atividades, mas que, ao mesmo tempo, parece ter contribuído para que os alunos sentissem a necessidade de recorrerem à mediação da professora para resolvê-las. Nesta perspectiva, fomos levados a refletir se esse modelo de leitura proposto apontava para a formação/construção de identidades autônomas e críticas. E a despeito dessas considerações, entendemos que à coleção subjazem, além das marcas editoriais, as marcas da subjetividade dos autores enquanto leitores e professores, as quais nos pareceram sinalizar para a necessidade de um olhar mais atento para as singularidades/identidades que distinguem o público de EJA.
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Contribuições da Consciência Fonológica e Nomeação Seriada Rápida para Aprendizagem Inicial da EscritaRosal, Angélica Galindo Carneiro 22 January 2014 (has links)
Submitted by Amanda Freitas (amanda.freitas@ufpe.br) on 2015-04-14T15:41:27Z
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Previous issue date: 2014-01-22 / Prejuízos na consciência fonológica e nomeação seriada rápida representam principais fatores de riscos para os transtornos de aprendizagem, sendo necessário investigar o desenvolvimento destas habilidades para minimizar as dificuldades no processo de aquisição da leitura e escrita. O estudo objetivou investigar as contribuições da consciência fonológica e nomeação seriada rápida para aprendizagem inicial da escrita. A pesquisa foi realizada em uma creche e uma escola pública localizadas na Região Metropolitana do Recife. Participaram do estudo 100 crianças na faixa etária de 2:0 a 6:11 anos de idade. Foram utilizados como instrumento de avaliação o Teste de Consciência Fonológica – CONFIAS, a Tarefa de Nomeação Seriada Rápida - NSR e um roteiro de avaliação escrita. Observou-se que a consciência fonológica se correlacionou com a NSR e a escrita. Dentre as habilidades de consciência fonológica, a consciência silábica destacou-se com melhores índices de pontuação. Foi possível observar grande dificuldade na realização das tarefas de consciência fonológica e NSR, esta dificuldade também pode ser observada na análise da escrita, demonstrando que 95% dos participantes encontraram-se na fase pré-silábica. Os resultados encontrados mostram que a consciência fonológica e NSR contribuem para a aprendizagem inicial da leitura e escrita, sendo importante o estímulo destas habilidades antes do ciclo de alfabetização, o que pode favorecer este processo e sinalizar, precocemente, eventuais problemas de aprendizagem. O baixo desempenho nas tarefas pode ser sugestivo da influência de fatores socioeducacionais, devendo-se considerar o contexto de vida da criança e as experiências educativas vivenciadas na família e escola.
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Leitura de gêneros textuais em livros didáticos de português: perspectivas sociodiscursivasSantana, Silvania Maria de 31 January 2014 (has links)
Submitted by Amanda Silva (amanda.osilva2@ufpe.br) on 2015-04-17T14:09:00Z
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Previous issue date: 2014 / Esta pesquisa surgiu da observação em uma escola pública, localizada no município de Igarassu, dos resultados cada vez menos satisfatórios dos alunos do Ensino Médio na proficiência leitora – medida pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica de Pernambuco (Saepe) –, bem como da importância dada, por nós, professores, ao livro didático de português para o atendimento aos descritores do Saepe, os quais são orientados pela Base Curricular para as Redes Públicas de Ensino de Pernambuco (BCC-PE). Por isso, o objetivo deste trabalho é analisar, nos livros didáticos do Ensino Médio que fizeram parte da escolarização entre os anos de 2008 e 2011, e adotados por essa escola, quais competências do eixo de leitura e compreensão da BCC-PE estão neles pressupostas. As coleções didáticas que atenderam a esses requisitos foram: Português: linguagens, de Cereja e Magalhães, e Português, de João Domingues Maia, que servem de corpus para a análise do direcionamento teórico-metodológico dado ao ensino de leitura e compreensão dos gêneros textuais, a fim de verificarmos se tais direcionamentos atendem às competências prescritas pela BCC-PE (2008). Para tanto, tomamos como base os pressupostos da Teoria da Enunciação (BAKHTIN, VOLOCHINOV, 1993, 1997, 2010), do Interacionismo Sociodiscursivo (BRONCKART, 1999, 2007, 2008; SCHNEUWLY e DOLZ, 2004) e da Linguística Aplicada (MARCUSCHI, 2003, 2008, 2010; GERALDI, 2002, 2003; KLEIMAN, 1999, 2004, 2011; SOARES, 2001, 2002; ROJO, 2003, 2008, 2012). Esta pesquisa pautou-se em perspectivas sociodiscursivas de língua/linguagem e as análises dos dados apresentaram os seguintes resultados: a coleção Português: linguagens priorizou o estudo do gênero a partir de suas especificidades canônicas. Por isso, observou-se a ênfase aos aspectos formais e linguísticos do gênero, nas características da linguagem literária e no diálogo entre linguagens situadas em espaço e tempo diferentes. Na coleção Português, Maia, o gênero é estudado como um artefato monológico, servindo para a extração de informações e exercícios de cópia, demonstrando, pois, uma simulação da leitura. Em suma, a coleção didática que se aproximou das competências da BCC-PE foi Português: linguagens e a que se distanciou foi a Português, Maia. Além disso, as duas coleções comprovaram que os gêneros textuais, quando didatizados, perdem o entrelace do seu fio discursivo com a realidade, tornando-se, portanto, eventos artificiais.
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A mediação docente nas rodas: um olhar sobre o projeto trilhas para a educação infantilSILVA, Jane Rafaela Pereira da 18 December 2014 (has links)
Submitted by Isaac Francisco de Souza Dias (isaac.souzadias@ufpe.br) on 2015-05-18T19:00:58Z
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Previous issue date: 2014-12-18 / FACEPE / O estudo investigou as orientações propostas no Projeto Trilhas para a condução de rodas de histórias e o possível impacto desse material na prática de professoras atuando na última etapa da Educação Infantil. Também foi objetivo da pesquisa explorar como as docentes avaliam e fazem uso do que está proposto no Projeto no que se refere à atividade de leitura de histórias com engano. Nessa direção, duas professoras foram solicitadas a planejar e conduzir quatro sessões de rodas de história com seu grupo de crianças, sendo a primeira sem apoio do material do Projeto Trilhas. Em seguida, as docentes participaram de dois encontros em que puderam conhecer, discutir e se familiarizar com alguns materiais do Trilhas, sendo novamente solicitadas a planejar e conduzir três sessões de leitura com livros de literatura do acervo do Projeto. Os procedimentos metodológicos envolveram a vídeo-gravação, a transcrição das quatro rodas de história de cada docente e a aplicação de entrevistas individuais semi estruturadas antes da condução da primeira roda. Ao final do estudo, as duas professoras foram novamente entrevistadas, dessa vez, simultaneamente, com vistas a identificar as suas impressões a respeito do planejamento e condução das rodas sem e com apoio do Trilhas. A análise do material indicou que este busca contribuir para melhor estruturar a prática do professor sem atribuir a ele um papel passivo. As professoras, entretanto, não consideraram que o material trouxe grande diferença para a sua prática. Apesar disso, percebemos algumas mudanças na condução das rodas. Uma das docentes, por exemplo, passou a explorar mais o texto, o que tornou mais longas suas sessões de leitura. O mesmo ocorreu com a outra professora. Porém, neste caso, as rodas ficaram muito longas o que acabou sendo um elemento negativo já que muitas crianças passam a mostrar certo desinteresse e cansaço. Também verificamos uma maior preocupação das duas docentes em abordar conceitos letrados em torno do livro, tais como os conceitos de editora, título, capa, dedicatória, bem como um maior investimento em perguntas de ativação dos conhecimentos prévios e de conhecimento de mundo antes da leitura do texto. Durante e após a leitura também foi constatada uma maior preocupação em formular perguntas inferenciais. Os resultados reafirmam que o trabalho de mediação de leitura é algo complexo e, nesse sentido, o estudo dá subsídios para que os professores possam melhor refletir sobre os recursos didáticos que chegam à escola, em particular, sobre a atividade de leitura de histórias na Educação Infantil.
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A Guerra Silenciosa de Manuel Scorza: Literatura e denúnciaPérez, Marcelo Jorge 01 December 2015 (has links)
Submitted by Fabio Sobreira Campos da Costa (fabio.sobreira@ufpe.br) on 2016-01-18T13:32:36Z
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Previous issue date: 2015-12-01 / Manuel Scorza escreveu na década de 1970 uma obra de cinco romances que
conformaram a pentalogia conhecida como A Guerra Silenciosa. O enorme sucesso
internacional de sua publicação influiu fortemente na realidade política do Peru. Este
trabalho pretende fazer uma descrição detalhada dos objetivos político-ideológicos do
autor e das estratégias narrativas que escolheu e desenvolveu com maestria para
atingir públicos diferentes. A denúncia dos massacres e do feudalismo reinante na
região dos Andes Centrais, submetendo as populações descendentes do povos
originários, para o público do resto do mundo — e uma porta de entrada na História e
na literatura dos povos em luta contra a opressão. Retomando postulados e posturas
ideológicas vindas dos autores do chamado indigenismo, rompeu os moldes
estilísticos limitadores dessa catalogação, resgatou o respeito e a capacidade de
representar esses povos na sua riqueza cultural e simbólica e elevou as epopeias dos
referentes ao território das altas páginas da melhor literatura do continente. / Manuel Scorza escribió en la década de 70 una obra de cinco romances que
conformaron la pentalogia conocida como La Guerra Silenciosa. El enorme suceso
internacional de su publicación influyó fuertemente en la realidad política del Perú.
Este trabajo pretende hacer una descripción detallada de los objetivos políticoideológicos
del autor y de las estrategias narrativas que escogió y desenvolvió con
maestría para alcanzar públicos diferentes. La denuncia de las masacres y del
feudalismo reinante en la región de los Andes Centrales, sometiendo las poblaciones
descendentes de los pueblos originarios para el público del resto del mundo — y una
puerta de entrada en la historia y en la Literatura de los pueblos en lucha contra la
opresión. Retomando postulados y posturas ideológicas venidas de los autores del
llamado indigenismo, rompió los moldes estilísticos limitadores de esa catalogação,
rescató el respeto y la capacidad de representar esos pueblos en su riqueza cultural y
simbólica y elevó las epopeyas de los referentes al territorio de las altas páginas de la
mejor literatura del continente.
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Leitura literária e transdisciplinaridade : uma ponte possível para os direitos humanos com crianças em sala de aulaAZEVÊDO, Nelma Menezes Soares de 12 May 2016 (has links)
Submitted by Mario BC (mario@bc.ufrpe.br) on 2016-08-12T13:33:36Z
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Previous issue date: 2016-05-12 / This research had as the main objective to investigate, in a trans-disciplinary perspective, the mediation of literary reading in early childhood education and their interrelationship with Human Rights themes. Literary reading is understood as an activity of transdisciplinary nature, which congregates itself the three pillars that support this approach: complexity, different levels of reality and logic of this third included, since the literary genre due to its high degree of complexity does not fragment its constituent knowledge in several parts, but reveals itself in the condition of real life interconnected by common axes; when mediated in a meaningful manner it makes possible to consider classroom discussions as a means of debating issues related to the Human Rights, and may make children more creative, welcoming and critical. Based on this hypothesis, we believe that developing a transdisciplinary work taking into consideration the human being in their entire individuality, their different realities, creating conditions for flexible attitudes of tolerance, respect and reflection about life. The experience of literary reading allows us to uncover other forms of existence, opens unsuspected horizons and echoes meaningfully. Thus, through a theoretical-empirical, methodology of qualitative nature, research the corpus to be reviewed consists of literary readings mediated by researcher, under the transdisciplinary perspective, held through participant observation. The individuals involved in the research are 5-year-old children attending Child Education of a public school in the city of Recife/, Pernambuco. Our research, has a basic support a transdisciplinary approach with contributions from Nicolescu (1999, 2003), Morin (2008, 2009, 2011), Ferreira (2007); we also count on concepts and foundation of the Human Rights based on Barretto (2004), Ramos (2015), Rizzini and Pilotti (2011); as to Child Education we count on Oliveira (2011, 2012), Kramer (2011, 2013), Corsino (2012); concerning the literary theory we count with the support of Rabbit (2000) Zilberman (2001, 2004, 2009), Sh (2003) and mediation theory based on Tébar (2011), Vygotsky (2007). The research exposed that the emerging themes related to Human Rights and can come to light pedagogical mediation concerns due to the transdisciplinary nature of a literary text. Among the conclusions it is highlighted that the literary text mediated from the transdisciplinary perspective, promotes reflections on the Human Rights principles favouring the formation of individuals who are more human, who are able to understand their role in the world and being able to modify it through their attitudes. / Essa pesquisa teve como objetivo principal investigar, numa perspectiva transdisciplinar, a mediação da leitura literária na Educação Infantil e sua inter-relação com temáticas de Direitos Humanos. A leitura literária, compreendida como uma atividade de natureza transdisciplinar, congrega em si os três pilares que sustentam essa abordagem: complexidade, diferentes níveis de realidade e lógica do terceiro incluído, uma vez que o gênero literário, em função do seu alto grau de complexidade, não fragmenta os saberes que lhe são constituintes, em diversas partes, mas apresenta-os, como se fosse a vida real, conectados por eixos comuns a todos. Quando mediada de modo coerente, ela possibilita discussões em sala de aula as quais fazem emergir problemáticas relacionadas aos Direitos Humanos, podendo tornar as crianças mais criativas, acolhedoras e críticas. Partindo dessa hipótese, acreditamos que desenvolver um trabalho transdisciplinar leva em conta o ser humano na sua totalidade, suas diferentes realidades, criando condições para atitudes flexíveis de tolerância e respeito, além de ensejar reflexão sobre a vida. A experiência da leitura literária nos permite descortinar outras formas de existência, abrir horizontes insuspeitados, refletir de forma significativa. Sendo assim, através de pesquisa teórico-empírica, metodologia de cunho qualitativo, o corpus a ser analisado compõe-se de leituras literárias mediadas pela pesquisadora, sob a ótica transdisciplinar, realizadas por meio da observação participante. Os sujeitos envolvidos são crianças na faixa etária de 5 anos, da Educação Infantil, de escola pública do município de Recife/PE. Sustentam nossa pesquisa a teoria da transdisciplinaridade com as contribuições de Nicolescu (1999, 2003), Morin (2008, 2009, 2011), Ferreira (2007); a concepção e fundamento dos Direitos Humanos, baseados em Barretto (2004), Ramos (2015), Rizzini e Pilotti (2011); princípios da Educação Infantil, com Oliveira (2011, 2012), Kramer (2011, 2013), Corsino (2012); apoio na teoria da literatura, com os estudos de Coelho (2000), Zilberman (2001, 2004, 2009), Soares (2003), além da teoria sobre a mediação, com base em Tébar (2011), Vygotsky (2007). A pesquisa evidenciou que as temáticas emergentes relacionadas aos Direitos Humanos conseguem vir à tona nas tratativas da mediação pedagógica, em razão da natureza transdisciplinar do texto literário. Dentre as conclusões, destaca-se a de que o texto literário, mediado sob a ótica transdisciplinar, promove a reflexão sobre os Direitos Humanos, favorecendo a formação de indivíduos mais humanos, que são capazes de entender seu papel no mundo e de modificá-lo por meio de suas atitudes.
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Leitura e identidades étnico-raciais: reflexões sobre práticas discursivas na educação de jovens e adultosMOURA, Dayse Cabral de 31 January 2010 (has links)
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Previous issue date: 2010 / Universidade de Pernambuco / Essa tese se insere nos estudos sobre o ensino da leitura e os processos de
construção de identidades sociais dos educandos. Tivemos como objetivo geral
investigar os discursos de uma professora e dos discentes, desenvolvidos em
momentos de interação nas aulas de leitura em uma sala de aula da Educação de
Jovens e Adultos, buscando identificar os efeitos de sentido daquelas práticas
discursivas em relação às possíveis contribuições para a construção das identidades
étnico-raciais dos estudantes. Tomando como aporte teórico os estudos de
Fairclough (2001), compreendemos que os processos de interações em sala de aula
organizam relações sociais, que podem se estabelecer também em práticas
emancipatórias, práticas de inclusão social na medida em que os discursos
configuram-se em uma prática política, ideológica, podendo constituir, naturalizar,
manter e transformar os significados de mundo nas mais diferentes posições das
relações de poder. Desenvolvemos uma metodologia qualitativa de pesquisa,
dialogando com a análise de discurso textualmente orientada (ADTO) proposta por
aquele autor. Nosso corpus foi composto por observações de aulas, gravadas em
áudio e vídeos e de entrevistas semi-estruturadas com uma professora e estudantes
de uma sala de aula da EJA, do 3º módulo, de uma rede municipal de ensino. As
análises ressaltaram a importância da educação das relações étnico-raciais para
problematizar e desvelar o processo de construção das formações discursivas sobre
o racismo na sociedade brasileira, apontando o papel que as teorias racialistas
desempenharam para naturalizar a inferioridade do negro, e a influência do mito da
democracia racial nos processos de silenciamento e invisibilidade das situações de
racismo e desigualdades entre brancos e negros no Brasil. Identificamos nos
discursos analisados o surgimento de marcas de sentidos que emergiram nos
enunciados, através das seguintes ideias-forças: o negro sofre discriminação no
Brasil; não existe discriminação contra o negro no Brasil; o próprio negro é racista;
falar sobre a discriminação contra o negro gera tristeza/constrangimento. Tais ideias
ilustravam como os discursos sobre o racismo no Brasil eram produzidos,
distribuídos e consumidos nas práticas sociais. Observamos que
independentemente do pertencimento racial, os estudantes observados
estabeleceram um diálogo com os autores, atribuindo sentidos aos textos lidos,
tomando como base as pistas textuais, mobilizando seus conhecimentos prévios e
suas experiências pregressas com as situações de discriminação racial. Contudo,
também houve momentos nos quais os estudantes não estabeleceram um diálogo
mais efetivo com os autores, apresentando falhas no processo de compreensão
textual. As falhas no processo de compreensão pareceu-nos ter sido motivada por
diferentes motivos, dentre eles, identificamos o pouco domínio das correspondências
grafofônicas, a falta de conhecimentos prévios necessários para lidar com o texto, e
a interdição provocada por uma rejeição ao que foi dito no texto ou ao próprio tema
das relações étnico-raciais. Concluímos que a leitura na escola de textos sobre as
relações étnico-raciais se constitui em uma ferramenta importante para o
desenvolvimento de discursos contra hegemônicos, emancipatórios como campo de
possibilidades de resistência e críticas aos múltiplos processos de desigualdades
étnico-raciais, econômico-sociais e de exclusão histórico-cultural, promovendo a
compreensão e a superação de práticas racistas e a inclusão social dos estudantes
da EJA
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Escola da vida: conhecimentos de adultos analfabetos sobre a escritaGLÉRIA, Ana Carolina Faria Coutinho 31 January 2010 (has links)
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Previous issue date: 2010 / Universidade Federal de Alagoas / A presente pesquisa trata do que os sujeitos analfabetos idealizam e conhecem acerca da escrita, sujeitos estes que não possuem habilidades referentes à leitura e à escrita, mas vivem em um mundo grafocêntrico no qual a todo o momento estão em contato com textos escritos. Os sujeitos da pesquisa são pessoas que freqüentaram (ou não) uma sala de aula por um curto período de tempo, e que dizem não possuir habilidades de ler e escrever, mas lidam com a leitura e a escrita em seus cotidianos. Esta tese buscou investigar como os sujeitos lidam com a leitura e a escrita e porque não estudaram ou não terminaram os estudos e estão atualmente fora de uma sala de aula de Educação de Jovens e Adultos - EJA. Procurou analisar os conhecimentos que esses sujeitos possuíam sobre o Sistema de Escrita Alfabética. A metodologia utilizada teve uma abordagem qualitativa, e um caráter de pesquisa de campo. Foram utilizadas conversas informais, entrevistas semi-estruturadas, uma atividade de aquisição da língua escrita para abordar os saberes dos sujeitos acerca das práticas de leitura e escrita, além de uma atividade para avaliar o nível de letramento dos sujeitos. O objetivo principal foi analisar o que e o quanto os adultos analfabetos sabem acerca do Sistema de Escrita Alfabética (SEA), e analisar como criam estratégias de interação com as atividades discursivas escritas para estarem inseridos e lidarem com o mundo grafocêntrico no qual vivem. A pesquisa trouxe como resultados que os sujeitos lidam com as práticas e eventos de letramento nos quais participam no dia-a-dia de forma a tentarem estar inseridos nesse mundo grafocêntrico de maneira autônoma, entretanto, em muitas ocasiões necessitam do outro leitor e escritor para mediar tais práticas e eventos para estabelecerem interações com as atividades discursivas escritas em que se envolvem, com base no que aprenderam no contexto do cotidiano, estabelecendo vínculos com a prática escrita de diferentes formas. Ao estarem em contato com o outro , seja enquanto pessoa ou enquanto meio escrito, acabam por apreender alguns aspectos do Sistema de Escrita Alfabética, de modo informal, nas relações dialógicas de aprendizagem, que não acontecem somente de sujeito para sujeito, mas também nas interações do sujeito com materiais escritos, vivência que atribui a eles o poder de apropriarem-se de algumas práticas letradas. Dessa forma, a pesquisa conclui que os sujeitos ditos analfabetos possuem conhecimentos de base letrada, inclusive conhecimentos acerca do Sistema de Escrita Alfabética, porém, não percebem seus próprios saberes. Caso a escola levasse em consideração esses saberes que os analfabetos já possuem, o processo de ensino aprendizagem seria mais proveitoso e significativo
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Práticas e eventos de letramento: um estudo sobre os usos sociais da escrita de jovens de meios popularesLira dos Santos, Roberta 31 January 2011 (has links)
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Previous issue date: 2011 / Universidade Federal de Pernambuco / A presente pesquisa teve como objetivo geral conhecer as práticas de letramento de
jovens de meios populares. O trabalho tem por base os pressupostos teóricos do
letramento enquanto uma prática social. Essa perspectiva analisa o letramento como
prática processada pela intermediação da palavra escrita; como atividade interativa,
social, cultural e historicamente situada. A pesquisa foi realizada em um bairro pobre
do Recife chamado Coque com o qual a pesquisadora já mantinha um vínculo desde
o ano de 2006. A aproximação com o Coque deu-se através de uma ação de
extensão (uma oficina de memoriais) realizada pela orientadora e pela orientanda
dessa pesquisa no NEIMFA, uma associação que atua no bairro há 24 anos. Foi por
meio desta ação de extensão da UFPE que a pesquisadora conheceu os três
sujeitos da pesquisa. Durante mais de dois meses, a pesquisadora acompanhou a
rotina dos jovens por meio de entrevistas semi-estruturadas e coletou materiais
escritos que circulavam entre eles. Foram realizadas em torno de sete entrevistas
com cada jovem. Entre as perguntas que nortearam a pesquisa estavam: em que
eventos de letramento os jovens se inserem e a partir de que domínios (do trabalho,
educativo, religioso, do lazer)? Como se dava o acesso e a circulação dos materiais
escritos? Que concepções e valores associam-se à leitura e à escrita? E, por fim,
como tem se configurado a trajetória de letramento desses jovens e em que medida
se relacionam com as suas atuais práticas de letramento? Os dados apontam para a
presença de diferentes domínios de atividade, em especial, do domínio da
educação, do lazer e o doméstico dando origem a diferentes eventos de letramento.
Os materiais escritos em circulação envolviam um leque grande de opções:
diferentes tipos de livros (teóricos, de literatura, técnicos, biografias, ficção, livros
didáticos, religiosos), revistas, jornais, fanzines, dicionários, apostilas,
correspondências, entre outros. Entre as principais formas de acesso percebemos o
papel das bibliotecas, das associações, das redes de amizades, através das
compras, da internet e com pessoas da família. Notamos que a trajetória dos jovens
esteve marcada pela presença da escola uma vez que os três jovens possuem mais
de dez anos de escolarização, mas que, no que se refere a esta instituição,
percebemos formas distintas de engajamento em suas práticas. Os eventos de
letramento do domínio do lazer têm uma relação forte com as inserções sociais e
culturais possibilitadas pelas associações comunitárias, marcando até hoje as
práticas de letramento dos jovens relativas a este domínio. Os resultados reforçam a
importância de se pensar o letramento a partir das experiências sociais e culturais
em que os jovens se engajam
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