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As histórias de autoria que vivemos nas aulas de inglês do sexto ano na escola pública

Bengezen, Viviane Cabral 07 April 2017 (has links)
Nesta pesquisa narrativa (CLANDININ; CONNELLY, 2000, 2011, 2015; CLANDININ, 2013), eu investiguei narrativamente as experiências de autoria vividas com meus alunos nas aulas de Inglês em uma escola pública em Uberlândia – MG. A pesquisa narrativa considera os termos-chave temporalidade, sociabilidade e lugar como parte do espaço tridimensional da pesquisa narrativa, um espaço de pesquisa criado no relacionamento entre o pesquisador e os participantes. Essa metodologia é baseada em uma ontologia deweyana da experiência. Meus alunos do sexto ano (o Everton, a Kamilly Vitória, a Lowise e a Manoela) e a Larissa, mãe da Lowise, contam como viveram suas experiências de autoria na escola, e eu narro minhas experiências de tentativas de autoria da prática docente. Entre as contribuições para a área da Linguística Aplicada, considero, principalmente, as discussões sobre o processo de escrita em língua inglesa, sobre o processo de elaboração de materiais por parte dos professores de línguas, sobre as formas de avaliação nas aulas da escola pública e as possibilidades de trabalho com gêneros para ensinar e aprender inglês. Depois de investigar narrativamente as histórias vividas e narradas, eu as recontei e compreendi que as experiências de autoria que eu, o Everton, a Kamilly Vitória, a Manoela, a Lowise e a Larissa vivemos foram possíveis porque nós compartilhamos autoridade (OYLER, 1996) nas aulas de Inglês. Os resultados dessa pesquisa foram os seguintes: (1) Nós tivemos autoridade narrativa (OLSON, 1995) para vivermos histórias de liberdade, singularidade, responsabilidade e protagonismo, sempre considerando o aspecto ético-relacional da pesquisa narrativa (CLANDININ, 2013). (2) Nós nos tornamos autores quando deixamos nossa assinatura (MELLO, 2012a; CLANDININ; CONNELLY, 2000, 2011, 2015) na paisagem do conhecimento profissional, expressando nosso conhecimento prático pessoal (CLANDININ; CONNELLY, 1995). (3) As histórias de autoria foram construídas por meio das histórias que contamos e dos textos que produzimos nas aulas de Inglês, construídos na e pelas experiências vividas nas comunidades de construção de conhecimento (CRAIG, 1995; OLSON; CRAIG, 2001, 2002) que formamos. / In this narrative inquiry (CLANDININ; CONNELLY, 2000, 2011, 2015; CLANDININ, 2013), I narratively inquired into the experiences of authorship of the students I lived alongside in our English classes at a public school in Uberlândia - MG. Narrative inquiry considers the narrative commonplaces of temporality, sociality, and place as part of the three-dimensional inquiry space, a research space shaped in the relationships of the participants and the researcher. This methodology is based on a Deweyan ontology of experience. The grade six students Everton, Kamilly Vitória, Lowise, and Manoela, and Larissa (Lowise's mother), tell how they lived their experiences of authorship at school, and I tell my experiences of authoring my practice and the development of my signature as a teacher. Among the contributions to the area of Applied Linguistics, I consider, mainly, the discussions about the writing process in English, about the process of elaboration and creation of materials by language teachers, about the forms of assessment in English classes in public schools, and the possibilities of working with genres to teach and learn English. After inquiring into the stories we lived and told, I retold them and understood that the experiences of authorship that Everton, Kamilly Vitória, Manoela, Lowise, Larissa, and I lived were possible because we shared authority (OYLER, 1996) in English classes. The findings for this research are as follows: (1) We had narrative authority (OLSON, 1995) to live stories of freedom, singularity, responsibility and protagonism, always considering the ethicalrelational aspect of narrative inquiry (CLANDININ, 2013). (2) We become authors when we leave our signature (MELLO, 2012a, CLANDININ, CONNELLY, 2000, 2011, 2015) on the professional knowledge landscape of schools, expressing our personal practical knowledge (CLANDININ, CONNELLY, 1995). (3) We did this through the stories we told and texts we produced in English classes, built in and by the experiences lived in the knowledge communities (CRAIG, 1995; OLSON, CRAIG, 2001, 2002) we created. / Tese (Doutorado)
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Era uma vez um professor de inglês recém-formado, um mestrado e um curso de extensão sobre tecnologias digitais

Fernandes, Gilmar Martins de Freitas 26 February 2014 (has links)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / In this research I recount a lived experience during an extension course, named ―Inserindo o mundo escolar no universo digital‖, about foreing language teachers digital literacy which took place in the city of Uberlandia. By developing this research, I have as a general aim to tell and to analyze the first teaching experience of a young teacher, a new graduate student of a Language course, in a context of an extension course about language teaching and learning mediated by digital technologies. Specifically, I intend to i) Investigate the in-service process of education of a new graduate student of a Language course living its first teaching experience and ii) Tell and research into how a young teacher, digitally literate, moves his personal practical knowledge to his teaching practice. I take as theoretical-methodological perspective the Narrative Inquiry (CLANDININ, 2006, 2007; CLANDININ; CONNELLY, 1998, 2000, 2011; CONNELLY; CLANDININ, 1990, 1994, 1999, 2006; et al), in which the analysis of field texts (narratives, lesson plans and course plan, photos, field notes, and others) is carried out through composing meaning (ELY; VINZ; DOWNING; ANZUL, 2001). This research is based on authors that research about language teachers education, about language teaching and learning mediated by technologies and about personal practical and professional knowledge (AFONSO, 2002; BUZATO, 2001, 2010; CELANI, 2001; CLANDININ. 1992; CLANDININ; CONNELLY, 2011; CONNELLY; CLANDININ;1988, 1999; FERRY, 1991; FREIRE, 1998, 2002; GARCIA, 1999; HUBER; MURPHY; CLANDININ, 2003; LANKSHEAR; KNOBEL, 2006; SELFE, 1999; SOUZA, 2011a; SOUZA, 2009b; WARSCHAUER, 2006; et al). From the stories I lived with the participants throughout this research, I could gather that the knowledge and the familiarity with sites and digital tools are not enough for teachers to know how to use them for teaching and learning languages. My experiences during the extension course and in the Language course, as a student and as a teacher in development, showed me that there seems to be a gap to be filled in Language courses with regard to the education of its students to teach and learn languages via digital technologies. My personal-practical knowledge has showed me that we can contribute to the digital-critical education of our students, prospective language teachers, when we create a space in which they can tell and compose meaning of their personal-practical and professional stories about the use of digital technologies for teaching and learning of languages. / Nesta pesquisa, narro uma experiência vivida em um curso de extensão, denominado ―Inserindo o mundo escolar no Universo Digital,‖ sobre letramento digital de professores de línguas estrangeiras, realizado na cidade de Uberlândia. Tenho como objetivo geral relatar e analisar a primeira experiência docente de um jovem professor, recém-formado no curso de Letras, no contexto de um curso de extensão sobre ensino e aprendizagem de línguas estrangeiras mediados por tecnologias digitais. Especificamente, pretendo i) Investigar o processo de formação em serviço de um professor recém-graduado do curso de Letras em sua primeira atuação docente e ii) Narrar e investigar como um jovem professor, digitalmente letrado, desloca seus conhecimentos prático-pessoais para sua prática docente. Adoto como perspectiva teórico-metodológica a Pesquisa Narrativa (CLANDININ, 2006,2007; CLANDININ; CONNELLY, 1998, 2000, 2011; CONNELLY; CLANDININ, 1990, 1994, 1999, 2006; et al), na qual a análise dos textos de campo (narrativas, planos de aula e de curso, fotos, notas de campo, entre outros) é feita pela composição de sentidos (ELY; VINZ; DOWNING; ANZUL, 2001). Fundamento-me em autores que pesquisam sobre formação de professores de línguas, ensino e aprendizagem de línguas mediados por tecnologias e conhecimento prático, pessoal e profissional (AFONSO, 2002; BUZATO, 2001, 2010; CELANI, 2001; CLANDININ. 1992; CLANDININ; CONNELLY, 2011; CONNELLY; CLANDININ;1988, 1999; FERRY, 1991; FREIRE, 1998, 2002; GARCIA, 1999; HUBER; MURPHY; CLANDININ, 2003; LANKSHEAR; KNOBEL, 2006; SELFE, 1999; SOUZA, 2011a; SOUZA, 2009b; WARSCHAUER, 2006; et al). Por meio das histórias que vivi juntamente com os participantes desta pesquisa, pude perceber que o conhecimento e a familiarização com sites e ferramentas digitais não são suficientes para que os professores saibam como usá-las em suas aulas para ensinar ou aprender línguas. Minhas experiências no curso de extensão e no curso de Letras me mostraram que parece haver ainda uma carência a ser preenchida nos cursos de Letras no que se refere à formação de seus alunos para ensinar e aprender línguas por meio de tecnologias digitais. Meu conhecimento prático-pessoal me mostrou que podemos contribuir para a formação crítico-digital de nossos alunos, futuros professores de línguas, quando criamos um espaço para que eles contem e componham sentidos de suas histórias prático-pessoais e profissionais sobre uso de tecnologias digitais para ensino e aprendizagem de línguas. / Mestre em Estudos Linguísticos
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Histórias de aprendizagem de língua inglesa e de formação de professores

Bengezen, Viviane Cabral 26 August 2010 (has links)
This work aims at analyzing and reflecting on the stories of English teacher education at the Modern Languages course. My specific goals were to observe and narrate pre-teachers' English learning and teacher education stories, besides my own teaching stories as a language teacher and the continuous education process I lived throughout the inquiry. The research was carried out alongside some undergraduate students attending a critical-reflexive English learning course at a Brazilian Federal University. I was also a researcher-participant. The theoretical background used to discuss pre-teachers' and my own English teaching and learning stories includes Wallace (1991), Celani (2001), Cristóvão and Szundy (2008), Gimenez (2007), Ifa (2006), Teixeira-da-Silva (2006), Mello (2004), Telles (2004) and Motta- Roth (2001). Yet, Carr and Kemmis' (1988), Schön s (1983, 2000), Van-Manen's (1990) and Diamond's (1991) perspectives guided some of the discussions. The research theoreticmethodological approach I used in the inquiry was Clandinin and Connelly's (2000) Narrative Inquiry perspective. The field texts that I composed emerged from the activities of MOODLE, students' and my e-mails exchanges, field notes written by me during the experiences lived in the classroom, the course curriculum and activities and the diaries written during the research process. These documents were viewed with the lens of Ely, Vinz, Downing and Anzul's (2001) interpretative perspective, who sustain possibilities for composing meanings in the research. In reconstructing the lived experiences, I composed the themes: stories of being a teacher, stories of being a researcher, stories of using technology and stories of English language teaching. These themes that emerged out of the pre-teachers' and my own stories point out to the learning that I, the researcher, and the participants could experience through the research process we lived. / Este trabalho tem como objetivo analisar e refletir sobre as histórias de formação do professor de inglês no curso de Letras. Meus objetivos específicos foram observar e narrar histórias de aprendizagem dos alunos em relação à língua e sua formação docente, além de analisar minha própria experiência de formação continuada vivida durante todo o processo de pesquisa. O contexto desta pesquisa foi a disciplina Língua Inglesa: aprendizagem críticorreflexiva do curso de Letras de uma universidade federal brasileira e os participantes foram os alunos dessa disciplina e eu como pesquisadora-participante. A partir das discussões teóricas sobre formação do professor, de acordo com Wallace (1991), Celani (2001), Cristóvão e Szundy (2008), Gimenez (2007), Ifa (2006), Teixeira-da-Silva (2006), Mello (2004), Telles (2004) e Motta-Roth (2001), minha fundamentação teórica traz algumas perspectivas de formação de professores, baseadas na pesquisa-ação de Carr e Kemmis (1988), no paradigma reflexivo, conforme Schön (1983, 2000), na abordagem hermenêutico-fenomenológica (VAN-MANEN, 1990) e na pesquisa educacional com base nas artes, segundo Diamond (1991). A perspectiva teórico-metodológica que utilizei foi a pesquisa narrativa, conforme Clandinin e Connelly (2000). Os textos de campo que compus partiram das atividades da plataforma MOODLE, dos e-mails trocados entre mim e os participantes, das notas de campo escritas por mim durante as aulas observadas, da ementa da disciplina, das atividades de sala e dos diários que escrevi durante o processo de pesquisa. Analisei esses textos de campo conforme Ely, Vinz, Downing e Anzul (2001), que sustentam possibilidades de composição de sentidos. Ao reconstruir as experiências vividas compus os temas: histórias de ser professor, histórias de ser pesquisador, histórias de uso da tecnologia e histórias de ensino de língua inglesa. Esses temas apontam os tipos de aprendizagem vividos pelos participantes de pesquisa, durante o processo vivenciado. / Mestre em Estudos Linguísticos
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Interdisciplinaridade, planejamento e as histórias de duas professoras de inglês: vamos dialogar?

Silva, Clarissa Costa e 25 February 2011 (has links)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Mestre em Estudos Linguísticos / Este estudo narrativo investigou a experiência de construção de um planejamento de aulas de inglês, delineado a partir das vozes de alunos do primeiro ano do ensino médio de uma escola da rede pública estadual de Minas Gerais. Por um período de dois meses, a professora participante e eu construímos um planejamento de aulas de inglês que buscou se aproximar de uma perspectiva interdisciplinar de ensino e escrevemos sobre esta experiência em diários, relatos e notas de campo. A partir do estudo deste material documentário, sob a perspectiva teórico-metodológica da pesquisa narrativa, segundo Connelly e Clandinin (2000), foi possível recontar nossas histórias com planejamentos e destacar alguns aspectos emergentes de nossa experiência. Ainda, compreender como estes aspectos figuraram na imagem do planejamento elaborado e reconfiguraram alguns paradigmas de planejamento de aulas de inglês da professora participante e meus. Algumas vertentes teóricas, ligadas a conceitos e práticas curriculares e interdisciplinares, são apresentadas e discutidas de modo a problematizar o foco em questão neste estudo. Perspectivas curriculares, segundo autores como Schawb (1962), Dewey (1938; 1976), Connelly e Clandinin (1988; 1995), Mello (2005) e, ainda, perspectivas interdisciplinares, segundo Japiassú (1976), Fazenda (1978; 1997) e Freire (1987; 1996) são destaques neste trabalho. Dentre os aspectos emergentes da experiência, que deram forma à imagem do planejamento das aulas de inglês, destacaram-se: o entusiasmo, as surpresas, insatisfações, a esperança, os aspectos responsorial e relacional do planejamento, a insegurança de aproximar língua inglesa e interdisciplinaridade e os desafios de se planejar aulas. Este estudo se encontra na área de ensino e formação de professores de línguas estrangeiras da Linguística Aplicada, poderá colaborar com discussões neste campo e, possivelmente, com a prática de professores de inglês como língua estrangeira.
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Sobre mudar de paisagens, sobre mirar com outros olhos – narrativas a partir de deslocamentos territoriais / Sobre cambiar de paisaje, sobre mirar con otros ojos - narrativas desde desplazamientos territoriales

Rosa, Aline Nunes da 24 February 2015 (has links)
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Motiva por la pregunta “Qué variaciones y giros son producidos y experimentados a partir de los desplazamientos territoriales?” la presente tesis fue desarrollada en un formato narrativo a través del cruce de relatos autobiográficos de ocho sujetos nómada, entre los cuales me incluyo. La construcción de la tesis se realizó por medio de diferentes caminos que producen encuentros: con autores cuyo pensamiento y escrita transitan por la perspectiva de los Estudios de la Cultura Visual; con literaturas diversas que me facilitaron pensar y ampliar las nociones sobre el tema problematizado; con imágenes producidas en medio de los desplazamientos y halladas al azar; de aquellos que despiertan ciertas películas, en un paseo a la deriva, en una visita a un museo y en las conversaciones con aquellos que colaboraron con la investigación. Metodológicamente, la tesis fue realizada de acuerdo a los presupuestos de la Investigación Narrativa y de la Investigación Cartográfica. La orientación teórica y argumentativa del tema fue tramada con bases en las nociones de nomadismo, a través de autores como Deleuze y Guattari, Rosi Braidotti y Onfray. El concepto deleuzo-guatariano de desterritorialización fue también incorporado al estudio como una manera de cartografiar los movimientos realizados por los participantes de la investigación. Adicionalmente, en medio de mis recorridos teóricos propongo algunas reflexiones en torno a los desplazamientos en diálogo con Rolnik; Preciosa; Lopes; Maffesoli, entre otros. Esta tesis defiende en su escrita la posibilidad de reinvención potenciada por el acto de dejar un territorio, inicialmente geográfico, pero que aquí fue entendido como otro tipo de dominio, es decir, dejar aquello que se instaura como seguro y familiar, con el fin de lanzarse en busca de algo todavía no vivido, que está latente y se configura como territorio de experimentación. En este sentido, tales movimientos se configuran como tres paisajes que titulo de la siguiente manera: “Callejeo”; “Uno en la casa, otro”; “Quién dentro de si no sale…Todos ellos tan mutables y movedizos como la condición de estar viviendo un desplazamiento. A través de estos paisajes presento algunos desarrollos conceptuales que posibilitan, a mi modo de ver, una comprensión de lo que se desplaza en nosotros cuando nos desplazamos. / By presenting as research focus territorial movements lived as transits and changes of subjective and geographical nature, the effort permeating this PhD dissertation has been in the search for exploring what happens, and how the work subjects experience this moment. Boosted by the question “What changes and twists are produced and experienced through territorial movements?”, this dissertation was developed in a narrative format through the interweaving of autobiographical reports from eight nomadic subjects, among whom I am included. The dissertation construction was made by different paths, which promote encounters: with authors whose thinking and writing transit through the perspective of Visual Cultural Studies; with several literatures which promote thinking and widening the notion on the problematized theme; with images produced within the movements and found lurking around; what is felt in certain movies in a drifting stroll, in a visit to the museum, and in conversations with those who collaborate to the investigation. Methodologically, the dissertation was developed according to the principles of Narrative Inquiry and Cartography. The theoretical and argumentative orientation on the theme is based on the notions of nomadism, by means of authors such as Deleuze and Guattari, Rosi Braidotti and Onfray. The deleuze-guattarian concept of deterritorialization is also incorporated in the work in order to catograph the movements produced by the research participants. Among the theoretical paths some reflections are proposed around the movements/displacements in dialogues with Rolnik; Preciosa; Lopes; Maffesoli, among others. This dissertation defends in its writing the possibility of reinvention potentialized by the act of leaving a territory, initially geographical, but understood here as other types of domain, that is, leaving what presents itself as safe and familiar in order to go after something not lived yet, which is latent and configured as territory of experimentation. In this sense, such movements are configured as three landscapes that I have named: “Callejeo”; “Um em casa, outro”; “Quem de dentro de si não sai...” All of them are changeable and unstable in terms of the condition to be living a displacement. By means of landscapes some unfoldings are presented, which make possible a way of seeing and, to a certain extent, of understanding what changes in us while we move around. / Apresentando como foco investigativo os deslocamentos territoriais, vividos como trânsitos e mudanças de ordem geográfica e subjetiva, no decorrer da tese o esforço esteve na busca por explorar o que passa, o que acontece, e como os sujeitos implicados neste trabalho vivenciam este movimento. Tomada pela pergunta “Que mudanças e torções são produzidas e experienciadas a partir de deslocamentos territoriais?” a tese foi desenvolvida num formato narrativo a partir do entrecruzamento dos relatos autobiográficos de oito sujeitos nômades, entre os quais me incluo. A construção da tese fez-se por diferentes caminhos que provocam encontros: com autores cujo pensamento e escrita transitam pela perspectiva dos Estudos da Cultura Visual; com literaturas diversas que proporcionam pensar e ampliar as noções sobre o tema problematizado; com imagens produzidas em meio aos deslocamentos e achadas à espreita; daquilo que é sentido em certos filmes, num passeio à deriva, numa visita a um museu, e nas conversações com aqueles que colaboram com a investigação. Metodologicamente, a tese foi realizada segundo os pressupostos da Investigação Narrativa e da Cartografia. A orientação teórica e argumentativa acerca do tema aconteceu com base nas noções de nomadismo, por meio de autores como Deleuze e Guattari, Rosi Braidotti e Onfray. O conceito deleuze-guattariano de desterritorialização é também incorporado no trabalho como forma de cartografar os movimentos produzidos pelos participantes da pesquisa. Ainda, em meio aos percursos teóricos são propostas algumas reflexões em torno aos deslocamentos em diálogos com Rolnik; Preciosa; Lopes; Maffesoli, dentre outros. A tese defende em sua escrita a possibilidade de reinvenção potencializada pelo ato de deixar um território, inicialmente geográfico, mas que aqui foi entendido enquanto outros tipos de domínio, ou seja, deixar aquilo que se apresenta seguro e familiar, a fim de lançarse em busca de algo ainda não vivido, que está latente e configura-se como território de experimentação. Neste sentido, tais movimentos se configuram como três paisagens que intitulo: “Callejeo”; “Um em casa, outro”; “Quem de dentro de si não sai...” Todas elas tão mutáveis e movediças quanto a condição de estar vivendo um deslocamento. A partir das paisagens são apresentados alguns desdobramentos, que possibilitam um modo de ver e, em certa medida, de compreender o que se desloca em nós quando nos deslocamos.
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From memories of the past to anticipations of the future:pre-service elementary teachers’ mathematical identity work

Lutovac, S. (Sonja) 30 September 2014 (has links)
Abstract This study explored mathematical identity work by drawing on the cases of Finnish and Slovenian pre-service elementary teachers. All cases reported having had negative experiences with mathematics during their school years. These experiences were shown to have a central meaning for pre-service teachers’ mathematical identities. However, identity also extends to the future. For this reason, pre-service teachers’ anticipations of the future were also explored. The concepts of narrative identity (Ricoeur, 1992) and possible selves (Markus & Nurius, 1989) were applied in the context of mathematics education. The overall narrative perspective of the study enabled a psycho-social understanding of identity. The special interest of the study was confined to an understanding of the role that educational contexts play in pre-service teachers’ mathematical identity work. Narrative inquiry was applied as a research methodology. In-depth interviews invited pre-service teachers to construct narratives of their mathematics-related experiences. These narratives were analysed holistically and categorically, as well as in terms of content and form. The findings showed striking similarities in pre-service teachers’ school-time memories. The cases in question felt like victims of their own mathematical experiences. The anticipations of mathematics teaching were also underlined by the challenges rooted in their school-time experiences. However, a surprising finding was that the identity work in which the Finnish and Slovenian cases engaged during their teacher education differed substantially. The main reasons for the differences in identity work seemed to stem from different emphases and pedagogical practices in mathematics education courses within the Finnish and Slovenian teacher education settings. The study argued that identity work can be facilitated during teacher education. To begin such a process, it would be central to focus on pre-service teachers’ biographical context through narrative pedagogical tools. The findings also showed that neglecting issues from school-time experiences might engender further challenges for pre-service teachers’ future mathematics teaching. Finally, the study argued for the need to openly address identity during teacher education. The significant theoretical contribution of the study is the conceptualisation of ‘mathematical identity work’. / Tiivistelmä Tutkimuksessa tarkasteltiin matemaattista identiteettityötä suomalaisten ja slovenialaisten luokanopettajaopiskelijoiden kokemusten kautta. Opiskelijoiden mukaan heillä oli ollut omana kouluaikanaan kielteisiä matematiikan opintoihin liittyviä kokemuksia, joilla osoitettiin olevan negatiivisia vaikutuksia opiskelijoiden matemaattisiin identiteetteihin. Koska tutkimuksessa korostuu identiteetin tulevaisuusaspekti, tarkastelun kohteina olivat opiskelijoiden tulevaisuuteen liittyvät toiveet ja odotukset. Tutkimuksessa sovellettiin narratiivisen identiteetin (Ricoeur, 1992) ja mahdollisten minuuksien (Markus & Nurius, 1989) käsitteitä matematiikan opetuksen kontekstissa. Identiteetin ymmärtämisen psyko-sosiaalisena ilmiönä mahdollisti narratiivinen näkökulma. Erityinen huomio kohdistettiin siihen, millainen merkitys kasvatuksellisilla konteksteilla on luokanopettajaopiskelijoiden matemaattisessa identiteettityössä. Tutkimusmetodologiana käytettiin narratiivista tutkimusta. Opiskelijat kertoivat syvähaastatteluissa matematiikkaan liittyvistä kokemuksistaan. Nämä narratiivit analysoitiin holistisesti ja kategorisesti ottaen huomioon myös niiden sisältö ja muoto. Tuloksista ilmenee merkittävää samankaltaisuutta luokanopettajaopiskelijoiden omaan kouluaikaan liittyvissä muistoissa. Monet esimerkiksi kuvailivat itsensä uhreiksi. Myös tulevaan matematiikan opetukseen liittyvät ennakko-odotukset olivat värittyneet opettajaopiskelijoiden omaan kouluaikaan liittyvien haasteellisten kokemusten kautta. Yllättävä tulos oli se, että suomalaisten ja slovenialaisten opiskelijoiden luokanopettajakoulutuksen aikainen identiteettityö erosi huomattavasti toisistaan. Erojen pääsyynä ovat nähtävästi erilaiset painotukset ja käytänteet opettajankoulutuksen matematiikan pedagogisissa opinnoissa. Tutkimus osoittaa, että identiteettityötä voidaan pyrkiä edistämään opettajankoulutuksen aikana. Prosessin aloittamiseksi olisi tärkeää kohdentaa huomio opettajaopiskelijoiden elämäkerrallisiin konteksteihin soveltamalla narratiivisia pedagogisia työkaluja. Sillä että omaan kouluaikaan liittyviä kokemuksia ei oteta huomioon, voi olla kielteisiä heijastuksia opettajaopiskelijoiden tulevaan matematiikan opetukseen. Tutkimuksen mukaan identiteetti on syytä ottaa avoimesti tarkasteluun opettajankoulutuksen aikana. Tutkimuksen teorian kannalta merkittävä anti on termin matemaattinen identiteettityö käsitteellistäminen.
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Negotiating historical continuities in contested terrain : a narrative-based reflection on the post-apartheid psychosocial legacies of conscription into the South African Defence Force

Edlmann, Tessa Margaret January 2015 (has links)
For a 25-year period during the apartheid era in South Africa, all school-leaving white men were issued with a compulsory call-up to national military service in the South African Defence Force. It is estimated that 600 000 men were conscripted between 1968 and 1993, undergoing military training and being deployed in Namibia, Angola and South Africa. The purpose of this system of military conscription was to support both the apartheid state’s role in the “Border War” in Namibia and Angola and the suppression of anti-apartheid resistance within South Africa. It formed part of the National Party’s strategy of a “total response” to what it perceived as the “total onslaught” of communism and African nationalism. While recruiting and training young white men was the focus of the apartheid government’s strategy, all of white South African society was caught up in supporting, contesting, avoiding and resisting this system in one way or another. Rather than being a purely military endeavour, conscription into the SADF therefore comprised a social and political system with wide-ranging ramifications. The 1994 democratic elections in South Africa heralded the advent of a very different political, social and economic system to what had gone before. The focus of this research is SADF conscripts’ narrations of identity in the contested narrative terrain of post-apartheid South Africa. The thesis begins with a contextual framing of the historical, social and political systems of which conscription was a part. Drawing on narrative psychology as a theoretical framework, the thesis explores discursive resources of whiteness, masculinities and perceptions of threat in conscripts’ narrations of identity, the construction of memory fields in narrating memories of war and possible trauma, and the notions of moral injury and moral repair in dealing with legacies of war. Using a narrative discursive approach, the thesis then reflects on historical temporal threads, and narrative patterns that emerge when analysing a range of texts about the psychosocial legacies of conscription, including interviews, research, memoirs, plays, media reports, video documentaries, blogs and photographic exhibitions. Throughout the thesis, conscripts’ and others’ accounts of conscription and its legacies are regarded as cultural texts. This serves as a means to highlight both contextual narrative negotiations and the narrative-discursive patterns of conscripts’ personal accounts of their identities in the post-apartheid narrative terrain. The original contribution of this research is the development of conceptual and theoretical framings of the post-apartheid legacies of conscription. Key to this has been the use of narrative-based approaches to highlight the narrative-discursive patterns, memory fields and negotiations of narrative terrains at work in texts that focus on various aspects of conscription and its ongoing aftereffects. The concept of temporal threads has been developed to account for the emergence and shifts in these patterns over time. Existing narrative-discursive theory has formed the basis for conscripts’ negotiations of identity being identified as acts of narrative reinforcement and narrative repair. The thesis concludes with reflections on the future possibilities for articulating and supporting narrative repair that enables a shift away from historical discursive laagers and a reconfiguration of the narrative terrain within which conscripts narrate their identities. / Also known as: Edlmann, Theresa
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The Big and Small Stories of Faculty in the Changing Landscape of Higher Education

Iams, Steve 07 October 2021 (has links)
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Voices of Bangladeshi Environmental Youth Leaders: A Narrative Study

Pappianne, Paige 10 May 2019 (has links)
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When Bad Genes Ruin a Perfectly Good Outlook: Psychological Implications of Hereditary Breast and Ovarian Cancer via Narrative Inquiry Methodology

Clark, Cammi 13 August 2019 (has links)
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