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Associação entre doença periodontal e hipertensão gestacionalAlves, Rafael Coutinho January 2010 (has links)
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Previous issue date: 2010 / Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, RJ, Brasil / Introdução: A doença periodontal atualmente tem sido associada a diversas
condições médicas. Diversas publicações têm tentado mostrar que a doença
periodontal pode influenciar no aparecimento e evolução da pré-eclâmpsia.
Nenhuma estudou se o mesmo é válido para a hipertensão gestacional (não-
proteinúrica). Objetivo: Avaliar se existe uma associação entre doença periodontal e
hipertensão gestacional. Método: Conduzimos um estudo caso-controle em 2
maternidades públicas da cidade do Rio de Janeiro. O grupo caso foi composto de
40 puérperas com hipertensão gestacional e o controle de 80 puéperas sem
hipertensão. Exame periodontal foi realizado em todas as pacientes. Testes de
hipótese foram usados para comparar as variáveis nominais e numéricas.
Resultados: Houve diferença significativa entre grupos em relação a profundidade
de sondagem das bolsas periodontais (mediana de 0,53mm nos casos versus
0,21mm nos controles, p=0,024). Conclusão: Nosso trabalho conseguiu mostrar que
a principal medida de avaliação de doença periodontal apresentava associação
significativa com o diagnóstico de hipertensão gestacional. / Objective: In the past years, periodontal disease (PD) has been linked to many
medical conditions. We hypothesized that there could be an association between PD
and gestational hypertension (GH) similarly as seen with preeclampsia. Methods: A
case-control study in 2 hospitals from Rio de Janeiro, Brazil, enrolled 120 eligible
women in their first 96 hours postpartum. Case group was composed by 40 patients
with GH and control by 80 patients that had normotensive pregnancies. Periodontal
examination was performed on all subjects according to the American Academy of
Periodontology disease definitions. Hypothesis tests were used to compare nominal
and numerical variables. Results: There was a significant difference in the median
value for periodontal probing depth between groups (0.53mm for cases versus
0.21mm for controls, p=0.024). Conclusion: As seen in preeclampsia studies, our
work has shown significant statistical difference in a periodontal measurement
between hypertensive and non-hypertensive postpartum women.
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Variação de peso materno e fatores associados em diferentes ambientes intrauterinosCazarotto, Bianca da Rosa January 2017 (has links)
Introdução: Diferentes ambientes intrauterinos podem influenciar na variação de peso corporal materno pré-gestacional até seis meses após o parto. A variação de peso é um importante traço materno na direção do ganho de peso gestacional, uma vez que um ganho de peso insuficiente é relacionado ao parto prematuro, ao baixo peso ao nascer ou a um recém-nascido pequeno para a sua idade gestacional, enquanto o seu excesso está associado com o desenvolvimento de diabetes gestacional, parto prematuro, parto cesáreo, recém-nascidos grandes para a sua idade gestacional, retenção de peso materno e, consequentemente, sobrepeso e obesidade. Objetivo: Avaliar a variação do peso materno pré-gestacional até o sexto mês após o parto em puérperas de diferentes ambientes intrauterinos, verificando a associação de fatores sociodemográficos, obstétricos, nutricionais e comportamentais com este desfecho. Métodos: Trata-se de um estudo observacional longitudinal, utilizando uma amostra de conveniência de pares de mães e filhos divididos em quatro grupos: gestantes diabéticas (DM), hipertensas (HAS), tabagistas (TAB) e um grupo controle (CTL). A amostra foi recrutada em três hospitais públicos de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, no período de 2011 a 2016. Entrevistas domiciliares e no Centro de Pesquisa Clínica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre foram realizadas para a coleta de dados. Foram coletadas informações de peso corporal materno, índice de massa corporal (IMC) pré-gestacional, ingestão alimentar, orientação nutricional durante a gestação e práticas de lactação como variáveis nutricionais-antropométricas; escolaridade materna, etnia, idade, renda familiar e estado civil, como variáveis sociodemográficas; planejamento da gestação, tipo de parto, número de consultas pré-natais e paridade como variáveis obstétricas e percepção de estresse, sintomas depressivos, e nível de atividade física durante a gestação, como variáveis comportamentais. As variáveis nutricionais-antropométricas, sociodemográficas e obstétricas foram coletadas por questionários estruturados. As variáveis comportamentais foram coletadas por meio de instrumentos validados (Escala de Estresse Percebido – 14, Escala de Depressão Pós-Parto de Edimburgo e Questionário Internacional de Atividade Física – versão curta). Regressões lineares múltiplas e modelos de estimativas generalizadas (GLMs) foram conduzidas para a identificação dos fatores associados à variação de peso materno 6 meses após o parto. Todas as análises foram realizadas no programa SPSS, versão 18.0, e o nível de significância adotado para todas as análises foi fixado em 5%, exceto para as comparações aos pares por GLMs, sendo estes em 10%. Resultados: A amostra foi composta de 124 puérperas distribuídas entre diferentes ambientes intrauterinos e um grupo controle. Para todas as GLMs, as medidas de peso materno foram ajustadas para algumas variáveis (estatura materna, paridade, escolaridade materna e tipo de parto), e foram fixadas 3 medições de tempo (peso pré-gestacional, peso antes do parto e 15 dias após o parto) para todas as análises. Os grupos DM e TAB apresentaram maior peso antes do parto, quando comparados com as demais medições. O grupo CTL apresentou maiores pesos 15 dias e 1 mês após o parto, enquanto o grupo HAS apresentou maior peso antes e 15 dias após o parto, em relação às outras avaliações. Um modelo hierárquico associou proximamente o diagnóstico materno de hipertensão arterial e o IMC pré-gestacional de sobrepeso com o ganho de peso materno aferido até o sexto mês após o parto (a diferença entre o peso materno ao sexto mês e o peso pré-gestacional). Já os IMCs pré-gestacionais maternos de desnutrição e de obesidade se associaram com a diminuição de peso corporal seis meses após o parto. Conclusões: Em uma população de diferentes ambientes intrauterinos verificou-se que o IMC de sobrepeso prégestacional e o diagnóstico de hipertensão arterial materna se relacionam com o aumento de peso corporal materno seis meses após o parto. / Introduction: Different intrauterine environments may influence maternal prepregnancy weight variation up to six months after delivery. Gestational weight gain has important maternal-infant repercussions, affecting outcomes of pregnancy and delivery. Insufficient weight gain is related to preterm birth, low birth weight and to newborns small for their gestational age, while its excess is associated with the development of gestational diabetes, preterm delivery, cesarean delivery, newborns large for their gestational age, maternal postpartum weight retention and, consequently, overweight and maternal obesity. Aim: To evaluate the prepregnancy weight gain up to the sixth month after delivery in mothers from different intrauterine environments, verifying its association with sociodemographic, obstetric, nutritional and behavioral factors. Methods: This was a longitudinal observational study, using a convenience sample of mothers and children divided according to four groups of pregnant women: diabetic (DM), hypertensive (HM), smokers (SM), and control (CM) women. The sample was recruited from three public hospitals in Porto Alegre, capital of Rio Grande do Sul, from 2011 to 2016, and the interviews were home conducted or at the Clinical Research Center of the Clinical Hospital of Porto Alegre. Data collection included information on maternal body weight, prepregnancy body mass index (BMI), food intake, nutritional orientation during gestation and lactation practices as nutritionalanthropometric variables; maternal educational level, ethnicity, age, family income and marital status as sociodemographic variables; gestation planning, type of delivery, number of antenatal care visits and parity as obstetric variables; and perceived stress, depressive symptoms, and physical activity level during gestation as behavioral variables. The sociodemographic, nutritional, anthropometric and obstetric variables were collected by structured questionnaires, and the behavioral ones by validated instruments (Perceived Stress Scale – 14, Edinburgh Postpartum Depression Scale, and the International Physical Activity Questionnaire – short version). Multiple linear regressions and Generalized estimates models (GLMs) were conducted to identify factors associated with maternal weight variation up to six months after delivery. The significance level adopted for all analyzes was set at 5%, except for the pairwise comparisons by GLMs, which were set at 10%. All analyzes were performed in the SPSS, version 18.0. Results: The samples consisted of 124 mothers distributed among the four different intrauterine environments. For all GLMs analyzes, maternal weight measures were adjusted for some variables (maternal height, parity, educational level and the type of delivery) and 3 measurements were fixed (prepregnancy, preceding delivery, and 15 days weight after delivery). The DM and SM groups presented greater weight preceding delivery when compared with all other measurements. The CM group displayed higher weights 15 days and 1 month after delivery, while the HM group presented higher weight 15 days after delivery, in relation to other evaluations. A hierarchical model associated maternal diagnosis of hypertension and prepregnancy BMI of overweight with maternal weight gain measured up to the sixth month after delivery (the difference between maternal weight at 6 months and prepregnancy weight). Maternal prepregnancy BMIs of malnutrition and obesity were associated with a decrease in body weight gain six months after childbirth. Conclusions: In a population of different intrauterine environments, it was verified that the prepregnancy overweight BMI and the diagnosis of maternal hypertension were related to maternal body weight gain six months after delivery.
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Disfunções do assoalho pélvico no pós-parto imediato, um mês e três meses após o parto vaginal e cesáreaColla, Cássia January 2017 (has links)
Introdução: Devido à fatores hormonais e mecânicos, a gestação e o parto provocam alterações que podem gerar disfunções do assoalho pélvico (DAP). Os estudos sobre as DAP no puerpério a curto prazo são escassos e fazem uso assistemático de métodos avaliativos. Objetivo: Identificar e avaliar as DAP no pós-parto imediato, um mês e três meses após o parto, comparando parto vaginal (PV), cesárea eletiva (CE) e cesárea intraparto (CI). Métodos: Estudo observacional longitudinal que avaliou mulheres até 48 horas (fase 1); um mês (fase 2) e três meses após o parto (fase 3). Utilizou-se o International Consultation on Incontinence Questionnaire (ICIQ-SF); o Índice de Incontinência Anal (IA) de Jorge-Wexner; a Escala Análoga Visual (EVA) para dor pélvica; o Pelvic Organ Prolapse Quantification system (POP-Q) e a perineometria dos Músculos do Assoalho Pélvico (MAP), além de questionário estruturado. Resultados: Foram avaliadas 227 pacientes na fase 1 (141 realizaram PV; 28 realizaram CI e 58 realizaram CE); 79 na fase 2 e 41 na fase 3. O escore do ICIQ-SF, índice de IA, EVA e perineometria não apresentaram diferenças significativas em relação ao tipo de parto. O ponto distal do colo uterino apresentou-se mais prolapsado no grupo PV. Conclusão: O tipo de parto não foi um fator significante para o desenvolvimento das DAP no pós-parto a curto prazo. Foi identificado que ocorreu recuperação fisiológica na funcionalidade dos MAP e piora na sustentação da parede vaginal anterior e no impacto da incontinência urinária na qualidade de vida ao longo dos três meses. / Introduction: Due to mechanical and hormonal factors, pregnancy and childbirth triggers changes that can lead to pelvic floor dysfunction (PFD). PFD studies in the immediate postpartum period are scarce and do unsystematic use of evaluation methods. Objective: To identify and evaluate the immediate, one month and three months postpartum PFD, comparing vaginal delivery (VD), elective cesarean (ECS) and cesarean indicating (ICS) during labor. Methods: This was a longitudinal observational study that assessed postpartum women after up to 48 hours (phase 1); one month (phase 2) and three months (phase 3). The study used the International Consultation on Incontinence Questionnaire (ICIQ-SF); Jorge-Wexner's Anal Incontinence (AI) score; the Visual Analogue Scale (VAS) for pelvic pain; the Pelvic Organ Prolapse Quantification System (POP-Q); and a Pelvic Floor Muscles (PFM) perineometer, as well as a structured questionnaire. Results: A total of 227 patients were assessed in phase 1 (141 had VD, 28 ICS and 58 ECS); 79 in phase 2 and 41 in phase 3. The ICIQ-SF, AI, VAS and perineometer index did not present significant differences in relation to the type of delivery. The distal point of the cervix presented more prolapse in VD. Conclusion: The type of delivery was not a significant factor for the development of postpartum PFD in the short term. The study found that there was physiological recovery of the functionality of PFM and worsening prolapse of the anterior vaginal wall and urinary incontinence over the three months.
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Efeito analgésico da morfina e xilazina associadas à ropivacaína pela via epidural em cadelas submetidas à mastectomia unilateral totalHerrera Becerra, José Ricardo January 2018 (has links)
Este estudo teve por objetivo investigar os efeitos analgésicos trans e pós-operatórios da administração epidural da ropivacaína associada à morfina e/ou xilazina em cadelas submetidas a mastectomia unilateral total. Poucos são os relatos na literatura sobre uso de epidural mastectomia radical. Foram utilizadas 23 cadelas, pre-medicadas com acepromazina (0,02 mg/kg IM) e morfina (0,3 mg/kg IM) , e anestesiadas com propofol e posteriormente isofluorano associado à anestesia epidural com um dos três tratamentos: grupo RM (n=7), ropivacaína com morfina (0,75 e 0,1 mg/kg respectivamente); grupo RX (n=8), ropivacaína com xilazina (0,75 e 0,1 mg/kg respectivamente); e grupo RMX (n=7), ropivacaína associada à morfina e xilazina nas mesmas doses. O volume padronizado final dos tratamentos epidurais foi de 0,35 mL/kg ao serem diluídos com solução salina. Foram avaliados parâmetros cardiovasculares e respiratórios em seis momentos: Basal (durante a anestesia inalatória, antes da anestesia epidural), pós-epidural (30 minutos após tratamento epidural), T1, T2 e T3 (durante incisão da pele e divulsão do tecido dos terços caudal, médio e cranial da cadeia mamária, respectivamente) e T4 (rafia). Os escores de dor (escalas de Glasgow e EAVID) e necessidade de resgates analgésicos no pós-operatório foram avaliados durante 24 horas Houve menor requerimento de isofluorano nos animais dos grupos RX (1,1±0,2% em T3 e T4) e RMX (0,9 a 1,0±0,2% em T2, T3 e T4) versus o RM (1,3±0,2%). Nos grupos RX e RMX, houve diminuição da frequência cardíaca (RX no pós-epidural e em RMX no pós-epidural e T3) quando comparada com o basal mas não houve variações das pressões arteriais intra-grupo nem entre os grupos. O resgate pós-operatório foi necessário em 85,7%, 14,3% e 25,0% dos animais dos grupos RX, RM e RMX respectivamente. Os escores de dor foram menores nas primeiras quatro horas de pós-operatório no grupo RMX versus RX. Os animais do grupo RX demoraram mais para se manter em posição quadrupedal que o grupo RM (335 ± 82 versus 113 ± 69 minutos respectivamente) e teve maiores tempos de bloqueio motor (299 ± 90 versus 195 ± 37 minutos respectivamente). Quando administrados por via epidural, os três tratamentos fornecem analgesia trans-operatória aceitável para cadelas submetidas à mastectomia unilateral total, com mínimos efeitos cardiovasculares. A analgesia pós-operatória é mais prolongada nos protocolos de anestesia que têm morfina na sua composição (RM e RMX). Os protocolos com xilazina podem reduzir o requerimento de isofluorano, mas podem retardar o tempo de deambulação das cadelas. / This study aimed to investigate the intra and postoperative analgesic effects of epidural administration of ropivacaine combined with morphine and/or xylazine in bitches undergoing total unilateral mastectomy. There are few reports in the literature on the use of epidural in radical mastectomy. Twenty-three bitches were pre-medicated with acepromazine (0.02 mg/kg IM) and morphine (0.3 mg/kg IM) and anesthetized with propofol and isoflurane associated with epidural anesthesia with one of three treatments: RM group (n = 7), ropivacaine with morphine (0.75 and 0.1 mg/kg respectively); RX group (n = 8), ropivacaine with xylazine (0.75 and 0.1 mg/kg respectively); and RMX group (n = 7), ropivacaine combined with morphine and xylazine at the same doses. The final standarized volume of the epidural treatments was 0.35 mL/kg when diluted with saline solution. Cardiovascular and respiratory parameters were evaluated in six moments: Basal (during inhalational anesthesia, before epidural anesthesia), post-epidural (30 minutes after epidural treatment), T1, T2 and T3 (skin incision and divulsion of the caudal, middle and cranial thirds of the mammary chain, respectively) and T4 (raffia). Pain scores (Glasgow scales and EAVIDs) and the need for postoperative analgesic rescues were evaluated for 24 hours The intraoperative requirement for isofliurane was lower in the RX (1.1±0.2% in T3 and T4) and RMX (0.9 to 1.0±0.2% in T2, T3 and T4) groups versus RM group (1.3±0.2%). Heart rate decreased bellow baseline in the RX and RMX groups, (post-epidural in RX group and post-epidural and T3 in RMX group) when compared to baseline but there was no significant change in blood pressure within any group or among groups. Postoperative analgesic rescue was necessary in 85.7%, 14.3% and 25.0% of the animals of the RX, RM and RMX groups, respectively. Pain scores were significantly lower from 1 to 4 hours postoperatively in the RMX versus RX group. Time to standing was longer in the RX group than the RM group (335 ± 82 versus 113 ± 69 minutes, respectively) and duration of motor block was also longer in the RX compared to the RM group (299 ± 90 versus 195 ± 37 minutes respectively). When administered epidurally, all three treatments provide acceptable intraoperative analgesia for bitches undergoing total unilateral mastectomy with minimal cardiovascular adverse effects. Postoperative analgesia is longer in protocols containing morphine (RM and RMX groups). Protocols containing xylazine may reduce the intraoperative requirement of isoflurane, but may prolong the time until ambulation of the dogs.
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Prevalência de transtorno do estresse pós-traumático no período pós-parto entre mulheres atendidas em maternidade de referência para agravos perinatais no município do Rio de Janeiro / Prevalence of post-traumatic stress disorder in postpartum period among women with high risk fetal pregnancy in Rio de JaneiroTatiana Henriques Leite 17 February 2014 (has links)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / O Transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) é um transtorno mental que ocorre em resposta a um evento traumático que coloca em risco a vida do indivíduo ou de outras pessoas. O TEPT no período pós-parto foi documentado pela primeira vez em 1978. Porém, há poucos estudos sobre o tema, principalmente em gestantes de alto risco materno e fetal. Visando preencher essa lacuna, essa dissertação tem por objetivo estimar a magnitude de TEPT no período pós-parto em uma maternidade de alto risco fetal no município do Rio de Janeiro e identificar subgrupos vulneráveis ao transtorno. Trata-se de um estudo transversal, cuja população de estudo foi composta por 456 mulheres que tiveram o parto no Instituto Fernandes Figueira e realizaram a consulta de revisão pós-parto entre fevereiro e julho de 2011. Casos suspeitos de TEPT foram identificados por meio de dois instrumentos: Trauma History Questionnaire (THQ) utilizado para a captação de situações potencialmente traumáticas ao longo da vida e Post-Traumatic Stress Disorder Checklist (PCL-C) para rastreio de sintomas de TEPT. A prevalência agregada de TEPT no período pós-parto foi de 9,4%. Subgrupos considerados vulneráveis foram: mulheres com três ou mais partos anteriores (15,1%), com o recém-nascido com APGAR menor ou igual a 7 no primeiro minuto (13,6%), com histórico de psicopatologia anterior (29,0%) ou concomitante à gestação (36,7%), com depressão pós-parto (31,5%), mulheres que sofreram violência física (19,8%) e psicológica (11,6%) perpetrada por parceiro íntimo durante a gestação, mulheres que sofreram abuso sexual na infância (25,7%) e com histórico de 5 ou mais situações traumáticas anteriores (25,9%). A elevada prevalência de TEPT encontrada entre as mulheres entrevistadas pode ser, em parte, atribuída às particularidades da população assistida nessa instituição, de reconhecido risco materno e fetal. A alta prevalência de casos suspeitos de depressão pós-parto entre as mulheres com suspeição de TEPT é um fator de preocupação adicional, já que dificulta o manejo clínico dos casos e afasta a mulher e a criança dos serviços de saúde. TEPT no período pós-parto não é um evento raro e merece atenção. Rápido diagnóstico e tratamento são fundamentais para a melhor qualidade de vida da mãe tornando-a apta aos cuidados do recém-nascido. / The Posttraumatic Stress Disorder (PTSD) is a mental disorder that occurs in response to a traumatic event which endangers the life of the individual or of other people. There are few studies on this topic, especially in pregnant women with high maternal and fetal risk. Thinking of filling this gap, this study aims at estimating the magnitude of PTSD postpartum period in a maternity with high fetal risk and identifying vulnerable subgroups. This is a cross-sectional study conducted at Instituto Fernandes Figueira (IFF), with 456 women who delivered at the IFF and were underwent postpartum review between February and July 2011. Suspected cases of PTSD were identified through two instruments: Trauma History Questionnaire used for capturing potentially lifelong traumatic situations and Post - Traumatic Stress Disorder Checklist-Civilians in screening for PTSD symptoms. The aggregate prevalence of PTSD postpartum period was 9,4%. Groups were considered vulnerable: Women with three or more previous deliveries (18,9%), with the newborn with less or equal to 7 APGAR (13,6%) , with a history of previous (29,0%) or concurrent psychopathology pregnancy (36,7%), with postpartum depression (31,5%), woman who have suferred physical (19,8%) and psychological (11,6%) violence perpetrated by intimate partner during pregnancy, women who have experienced childhood sexual abuse (25.7%) and with a history of 5 or more previous traumatic situations (25,9%). The high prevalence of PTSD found among the interviewed women can be partly attributed to the particularities of the patients attended at this institution. The high prevalence of suspected postpartum depression among women with suspected PTSD cases is an additional point of concern, as it complicates the clinical management of cases and keeps the women and the children away from health services. The results indicate that the occurrence of PTSD in the postpartum period is not a rare event and deserves attention, as well as other mental health problems in the postpartum period. Quick diagnosis and treatment are key to better quality of life of the mother making it able to care of the newborn.
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Efeitos do cloreto de mercúrio e do cloreto de zinco sobre parâmetros renais e hepáticos em ratas lactantes e não-lactantes / Effects of mercury chloride and zinc chloride on renal and hepatic parameters in lactating and non-lactating ratsFavero, Alexandre Marafon 08 April 2011 (has links)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / The aim of this study was to compare the effects of mercuric chloride (HgCl2)
on renal and hepatic parameters in adult non-lactating and lactating rats and their pups
and to assess the potential preventive role of Zn, given as zinc chloride (ZnCl2), on the
nephrotoxic and hepatotoxic effects caused by exposure to inorganic mercury. Nonlactating
and lactating rats were pre-exposed to a daily dose of ZnCl2 (27 mg/kg/day;
s.c.) or saline 0.9% during five consecutive days and to a daily dose of HgCl2 (5
mg/kg/day; s.c.) or saline 0.9% for the five subsequent days. The exposure of lactating
rats to metals began on day 3 of lactation. Suckling pups were exposed to metals
exclusively through maternal milk. Animals were observed daily throughout the study
for signs of toxicity and mortality. Water and food consumption of lactating and nonlactating
rats were monitored daily during the entire period of exposure to metals.
Animals were euthanized 24 h after the last dose of HgCl2 and tissue samples were
collected (blood, kidney and liver) to analyze the following parameters: daminolevulinic
acid dehydratase (d-ALA-D) activity; biochemical parameters indicative
of renal (plasma urea and creatinine levels) and hepatic (plasma AST, ALT and LDH
activities) toxicity and the metal levels (Hg and Zn) in all tissues studied. In nonlactating
rats, the survival rate; food consumption; body and kidney weights; blood and
renal d-ALA-D activity; plasma urea and creatinine levels; plasma ALT and AST
activities; renal histology; blood Zn levels and blood, kidney and liver Hg levels were
significantly affected by HgCl2 exposure. Previous exposure to ZnCl2 prevented some of
the effects of mercury, such as: decrease in survival rate, increase in plasma urea and
creatinine levels, inhibition in blood (partially) and renal d-ALA-D activity, the increase
in plasma AST (partially) activity and the decrement in blood Zn levels. In contrast,
ZnCl2 was unable to prevent the effects of mercury on the decrease in food consumption
and in body and kidney weights, inhibition of plasma ALT activity, renal histological
alterations and on the increased Hg levels in tissues. In lactating rats, food consumption,
body and kidney weights, blood and hepatic d-ALA-D activity, plasma ALT activity
and Hg levels in blood and kidneys were significantly modified by HgCl2 exposure.
Previous exposure to ZnCl2 was not able to prevent any physiological and biochemical
changes induced by HgCl2 exposure. Moreover, the pre-exposure to ZnCl2 potentiated
the effects of HgCl2 exposure on retention of Hg in renal and hepatic tissues and
induced histological alterations in the liver (which were not observed when lactating
rats were exposed to HgCl2 alone). In pups, body weight gain, absolute kidney and liver
weights and retention of Hg in these tissues were significantly altered by indirect exposure to heavy metal through maternal milk. None of these changes were prevented
by pre-exposure of their mothers to ZnCl2. Taken together, this study showed for the
first time that lactating rats exposed to HgCl2 presented distinct biochemical responses
comparing to non-lactating rats when renal and hepatic parameters were evaluated.
Furthermore, these results showed that mercury is transferred to the pups through
maternal milk and that mercury levels available to pups were not sufficient to induce
any change in biochemical parameters evaluated. The preventive effect of ZnCl2 on
renal toxicity induced by HgCl2 in non-lactating rats suggests effectively that it serves
as a promising alternative for the preventive treatment of inorganic mercury poisoning
cases; however, since pre-exposure to ZnCl2 potentiated the effects of HgCl2 on
mercury levels in kidney and liver and induced histological changes in hepatic tissue of
lactating rats, we suggest that ZnCl2 should be used with caution during lactation and
that more studies are necessary to ensure the safety of its use in this period. / O objetivo deste estudo foi comparar os efeitos da exposição ao cloreto de
mercúrio (HgCl2) sobre parâmetros renais e hepáticos em ratas adultas não-lactantes e
ratas lactantes e seus filhotes, e avaliar o possível efeito preventivo do zinco (Zn),
administrado na forma de cloreto de zinco (ZnCl2), sobre os efeitos nefro e
hepatotóxicos causados pela exposição ao mercúrio inorgânico. As ratas lactantes e nãolactantes
foram pré-expostas a uma dose diária de ZnCl2 (27 mg/kg/dia; s.c.) ou solução
salina 0,9% durante cinco dias. Nos cinco dias subsequentes, as ratas foram expostas a
uma dose diária de HgCl2 (5 mg/kg/dia; s.c.) ou salina 0,9%. A exposição das ratas
lactantes aos metais iniciou-se no 3º dia de lactação. Os filhotes foram expostos aos
metais exclusivamente via leite materno. Os animais foram observados diariamente
quanto aos sinais de toxicidade e mortalidade. O consumo de água e de ração das ratas
lactantes e não-lactantes foi monitorado diariamente durante o período de exposição aos
metais. Os animais foram eutanaziados 24 horas após a administração da última dose de
HgCl2. Amostras de sangue, rim e fígado foram retiradas para a análise dos seguintes
parâmetros: atividade da enzima d-aminolevulinato desidratase (d-ALA-D); parâmetros
bioquímicos indicativos de toxicidade renal (níveis plasmáticos de uréia e creatinina) e
hepática (atividade das enzimas AST, ALT e LDH plasmáticas) e os níveis de metais
(Hg e Zn) nos tecidos estudados. Nas ratas não-lactantes, a taxa de sobrevivência, o
consumo de ração, os pesos do corpo e dos rins, a atividade da enzima d-ALA-D
sanguínea e renal, os níveis plasmáticos de uréia e creatinina, a atividade das enzimas
AST e ALT plasmáticas, a histologia do tecido renal, os níveis de zinco no sangue e os
níveis de mercúrio no sangue, rins e fígado foram significativamente alterados pela
exposição ao HgCl2. A exposição prévia ao ZnCl2 preveniu alguns dos efeitos induzidos
pelo mercúrio, tais como: a diminuição na taxa de sobrevivência, o aumento nos níveis
plasmáticos de uréia e creatinina, a inibição da atividade da enzima d-ALA-D sanguínea
(parcialmente) e renal, o aumento na atividade da AST (parcialmente) e a diminuição
dos níveis sanguíneos de zinco. Por outro lado, o ZnCl2 não foi capaz de prevenir os
efeitos do mercúrio sobre a diminuição do consumo de ração e dos pesos corporal e
renal, a inibição da atividade da ALT, as alterações histológicas e os níveis de mercúrio
nos tecidos. Nas lactantes, o consumo de ração, os pesos do corpo e dos rins, a atividade
das enzimas d-ALA-D sanguínea e hepática e ALT plasmática, os níveis de zinco no
sangue e os níveis de mercúrio no sangue e nos rins foram significativamente alterados
pela exposição ao HgCl2. A pré-exposição ao ZnCl2 não preveniu nenhuma das
alterações bioquímicas e fisiológicas induzidas pela exposição ao HgCl2. Além disso,
essa pré-exposição potencializou o acúmulo de mercúrio nos tecidos renal e hepático e induziu o aparecimento de alterações histológicas no fígado, as quais não foram
observadas nas ratas lactantes expostas exclusivamente ao HgCl2. Em relação aos
filhotes, o ganho de peso corporal, os pesos absolutos de rins e fígado e o acúmulo de
mercúrio nesses tecidos foram significativamente alterados pela exposição indireta ao
metal tóxico via leite materno. Nenhuma dessas alterações foram prevenidas pela
exposição prévia das lactantes ao ZnCl2. Este estudo demonstrou, pela primeira vez, que
as ratas lactantes expostas ao HgCl2 apresentam respostas bioquímicas distintas em
relação as ratas adultas não-lactantes quando analisados parâmetros renais e hepáticos
de toxicidade. Além disso, estes resultados demonstram que o mercúrio é transferido
aos filhotes via leite materno e que os níveis de mercúrio disponíveis não são suficientes
para alterar os parâmetros bioquímicos analisados. O papel preventivo do ZnCl2 sobre a
toxicidade renal induzida pelo HgCl2 nas ratas não-lactantes sugere efetivamente que
ele serve como alternativa promissora no tratamento preventivo dos casos de exposição
ao mercúrio inorgânico. Entretanto, uma vez que a pré-exposição ao ZnCl2
potencializou os efeitos do HgCl2 sobre os níveis de mercúrio em rim e fígado e induziu
alterações histológicas no tecido hepático de ratas lactantes, sugere-se que o ZnCl2 deva
ser usado com cautela durante o período da lactação e que mais estudos são necessários
para certificar-se da segurança de seu uso nesse período.
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O esquema de ação e a constituição do sujeito epistêmico: contribuições da epistemologia genética à teoria do conhecimentoMarçal, Vicente Eduardo Ribeiro [UNESP] 01 June 2009 (has links) (PDF)
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marcal_ver_me_mar.pdf: 427386 bytes, checksum: ac9b9cc338342dd3ef178ed8a8055e10 (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / A partir da consideração, feita pelo próprio Jean Piaget, de que a Epistemologia Genética é uma teoria do conhecimento, em seu sentido pleno, e que realiza também uma crítica dos conhecimentos (portanto é uma epistemologia) e de suas gêneses (no indivíduo e históricoculturalmente), o objetivo central desta Dissertação é o de apresentar algumas contribuições essenciais que a Epistemologia Genética pode trazer às discussões contemporâneas em Teoria do Conhecimento. Nela, mostramos como conceitos centrais como os de ação, esquema de ação e sistema de esquemas de ação, bem como o de processo de adaptação-organização, fazem parte de um modelo biológico-cognitivo que possibilita explicar, por um lado, a constituição das estruturas necessárias ao conhecimento e, por outro, a própria estruturação do real pelo sujeito epistêmico, i.e., o sujeito do conhecimento. Empreendemos aqui uma sistematização das definições e conceitos que permitem essa explicação e mostramos como o sistema de esquemas de ação do sujeito epistêmico se constitui como estofo da sua estruturação do real, em particular das noções de objeto permanente e de espaço objetivo. Por questão de delimitação, tratamos apenas do período inicial da construção do sistema de esquemas de ação (Período Sensório- Motor). / À partir de la considération, qui a été faite par Jean Piaget, de que l’Épistémologie Génétique est une théorie de la connaissance, dans son plein sens, et que elle fait aussi une critique des connaissances (donc c’est une épistémologie) et de ses genèses (dans l’individu et dans l’historique-culturellement), l’objectif central de cette dissertation c’est de présenter quelques contributions indispensables que l’Épistémologie Génétique peut porter aux débats contemporains en Théorie de la Connaissance. Dans celle-là, nous montrons comme concepts centraux, comme ceux de l’action, du schème de l’action et du système de schèmes de l’action, ainsi que celui de la procédure d’adaptation-organisation, qui font partie d’un modele biologique-cognitif qui rend possible expliquer, d’un côté, la constitution des structures nécessaires à la connaissance et, de l’autre côté, la juste structuration du réel par le sujet épistémique, i. e., le sujet de la connaissance. Entreprenons ici une systematisation des définitions et concepts qui permettent cette explication et nous montrons comme le système de schèmes d’action du sujet épistémique se forme comme étoffe de sa structuration du réel, en particulier des notions d’objet permanent et d’espace objectif. Par raison de délimitation, nous parlons juste de la période initiale de la construction du système de schèmes de l’action (la Période Sensori-Moteur).
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Legítimos vassalos: pardos livres e forros na Vila Rica colonial (1750-1803)Precioso, Daniel [UNESP] 14 June 2010 (has links) (PDF)
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precioso_d_me_fran.pdf: 1690256 bytes, checksum: 928420da304d64bfbc64ffd9b7efa2e8 (MD5) / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) / Este estudo aborda os mecanismos forjados pelos pardos da Capitania de Minas Gerais, mais precisamente na Vila Rica Setecentista, visando a conquista de reconhecimento em uma sociedade colonial herdeira de critérios de hierarquização típicos do Antigo Regime, mas igualmente trespassada por valores ligados ao acúmulo de riquezas e por concepções jurídicas vinculadas ao Direito Natural. Neste sentido, por meio de um estudo prosopográfico, buscamos analisar de que maneira os homens pardos da Confraria de São José de Vila Rica procuraram distinguir-se socialmente dos demais homens livres de cor durante a segunda metade do século XVIII (1750-1803). Para tanto, observamos a captação de recursos materiais e simbólicos, o desempenho de atividades religiosas, militares, artísticas e artesanais, e a negociação dos pardos com as autoridades locais e ultramarinas para um melhor arranjo do grupo na escala social / The present study sorts the mechanisms forged by the pardos of the Capitany of Minas Gerais, precisely the 1700’s Vila Rica, aiming the conquest of recognition in a colonial society heir to the hierarchy criteria typical from the Old Regime, but equally affected by the values related to the fortune amassed and legal conceptions connected to Natural Right. In that sense, through a posopographical study, we search in which ways the pardos from Confraria de São José de Vila Rica attempt to differ from the other men free in colour during the second part of the XVIII century. For this purpose, we observe the collection of material and symbolic resources, the performance of the religious, military, artistic and handmade activities, as well as the negotiation among the pardos, the local authority and ultramarine for a better rearrangement of the group into the society
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As práticas e os saberes médicos no Brasil colonial (1677-1808)Viotti, Ana Carolina de Carvalho [UNESP] 09 October 2012 (has links) (PDF)
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000726155.pdf: 934703 bytes, checksum: d9d1ec0ecc8fd9f6b1deef28e265c3d1 (MD5) / A institucionalização do saber médico no Brasil deu-se somente após a chegada da Família Real e de sua Corte, no início do Oitocentos, ao Rio de Janeiro, através, primeiramente, das Escolas de Cirurgia da Bahia e do Rio de Janeiro (1808), e, num segundo momento, das Faculdades de Medicina baiana e carioca (1832). Ainda que a produção e disseminação do estudo sobre as artes de curar realmente ganhem corpo a partir do desembarque, há, nos séculos anteriores à emergência da clínica, diversas formas de pensar e tratar o doente e as doenças, com a presença de distintas personagens que não o médico entre as detentoras da possível cura. A elaboração de explicações para o adoecimento, individual ou coletivo, e para o tratamento dos achaques partia, pois, de diferentes lugares da sociedade. Diante das muitas perspectivas que se dispuseram a pensar a relação entre o são e o doente no período colonial – de onde se destacam os que curavam “pela alma”, como os religiosos cristãos e curandeiros; e os que curavam “pela prática e profissão”, especialmente sangradores, barbeiros, cirurgiões e doutores –, o objetivo maior da presente pesquisa está em pensar como se deu a construção do discurso sobre a doença e a cura que alcançaria a primazia, o discurso médico, e de que modo este elaborou uma ideia própria do que seria a doença, o doente e as formas de curá-lo. A partir do estudo dos compêndios e tratados médicos que circularam na colônia entre a publicação da primeira obra em vernáculo sobre medicina no Brasil, por Simão Pinheiro Morão (1677), e a criação das citadas Escolas de Cirurgia, buscamos compreender o processo de validação deste modo particular de olhar para as patologias / The institutionalization of medical knowledge in Brazil took place only after the arrival of the Royal Family and his Court at the beginning of the nineteenth century, to Rio de Janeiro, through, first, the Schools of Surgery of Bahia and Rio de Janeiro (1808) and, second, the Faculties of Medicine of Bahia and Rio (1832). Although the production and dissemination of the study on the healing arts actually gain body from their landing, there were different ways of thinking and treating the patients and the diseases in the preceded centuries to the institucionalization of clinic, with the presence of distinct characters in cure’s field. The doctors were not the only ones to observe and describe the illness by that time. The development of explanations for the illness, individual or collective, and for the treatment of ailments departed therefore from different parts of society. Given the many prospects who were willing to think about the relationship between the healthy and the sick in the colonial period – from where we highlight those cured the soul as Christians and religious healers, and those who cured by practice and profession especially bleeders, barbers, surgeons and doctors - the main purpose of this research is to think how was the construction of the discourse about the disease and the cure that would achieve primacy, medical discourse, and how this has developed an idea of their own that would be the disease, the patient and how to cure them. From the study of textbooks and medical treatises that circulated in the colony between the publication of the first book in the vernacular of medicine in Brazil, by Simão Pinehiro Morão (1677), and the creation of the aforementioned schools Surgery, we seek to understand the validation process thus particular to look for pathologies
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Controle biológico de Sagittaria montevidensis com Cylindrocarpon spFiorillo, Claudia Maria Toffanelli [UNESP] 11 July 2007 (has links) (PDF)
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fiorillo_cmt_dr_jabo.pdf: 399101 bytes, checksum: 0abac3d781532f7b3d6e83aad7d31df7 (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Funep/Light / Sagittaria montevidensis é uma planta aquática emergente, de difícil controle desde que se tornou problemática em arroz irrigado. Infestante em corpos hídricos de usinas hidrelétricas, o biocontrole com o fungo Cylindrocarpon sp. empregado na estratégia inundativa, tem sido sugerido para manejo dessa macrófita onde o uso do controle químico tem se mostrado ineficiente devido ao desenvolvimento de resistência aos herbicidas inibidores da enzima ALS (acetolactato sintase). O presente trabalho foi conduzido em casa de vegetação e no laboratório de Controle Biológico de Plantas Daninhas Prof. Giorgio de Marinis, da FCAV – UNESP, Jaboticabal, visando avaliar a especificidade do agente de biocontrole em plantas não alvo de diferentes famílias botânicas e determinar a severidade da doença em função do número e intervalos de aplicações do bioherbicida, do período de orvalho e idade da planta além de estimar os efeitos de adjuvantes sobre o desenvolvimento de Cylindrocarpon sp. no controle de S. montevidensis. O fungo mostrou-se específico a S. montevidensis, não sendo constatado sintomas da infecção fúngica em plantas de interesse econômico e nas plantas aquáticas Pistia stratiotes, Eichhornia crassipes, E. azurea, Salvinia sp., Azolla caroliniana, Lemna minor, Heteranthera reniformis, Hydrocotyle verticillata, Pontederia rotundifolia, P. parviflora, P. cordata, Polygonum lapathifolium, Ludwigia sedoides, L. elegans, L. repens, L. helminthorrhiza, Potamogeton pectinatus, Cerathophylum demersum, Myriophyllum aquaticum, Egeria densa, E. najas, Najas guadalupensis, Hydrilla verticillata, Alternanthera phyloxeroides, Nimphoides indica. A doença foi mais severa quando o bioherbicida foi aplicado em plantas com 3 a 4 folhas e na fase de inflorescência, submetidas as condições de período de orvalho superior a 6 horas... / Sagittaria montevidensis is a very important aquatic in shallow water bodies in wetland rice, mainly recentely because tolerant biotipes is raising in areas with repetitive spraying with ALS inhibitor herbicide. The fungus Cylindrocarpon sp. has a good potential as biocontrol agent for this control action of this fungus against S. montevidensis under different conditions of spore concentration, dew period, number and intervals of spraying and surfactants adittion in the spraying solution. The fungus specificity also was evaluated in aquatic and crop plants. The fungus showed high specificity to S. montevidensis. The disease severity was more strong when the plants were inoculated a 3-4 leaf stage and during blooming. A dew period longer than 6 hours was enough for to reach the maximum disease severity. Two a three spraying with the fungus enhanced the disease severity comparing with a single application and the intervals of 21 days between spraying produced better control than intervals of 7 and 14 days. Among the surfactants, Silwet L-77AG and Iharaguen-S improved the disease severity while Energic and Herbitensil reduced the Cylindrocarpon sp. disease severity.
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