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Perfil neuropsicológico e psiquiátrico de adolescentes submetidos a maus tratos Neuropsychological and psychiatric profile of adolescents exposed to maltreatment

Paula Approbato de Oliveira 24 May 2013 (has links)
Introdução: Os maus tratos na infância e adolescência são considerados um problema de saúde pública devido a alta prevalência no Brasil e no mundo. A exposição a maus tratos está associada a alterações no desenvolvimento cognitivo, porém, há uma escassez de estudos brasileiros que investiguem o tema. Objetivos: Comparar o funcionamento neuropsicológico de adolescentes com e sem histórico de maus tratos, bem como estudar as relações entre essas vivências, desempenho neuropsicológico e sintomas psiquiátricos relacionados a impulsividade, oposição, hiperatividade e desatenção. Método: Cento e oito adolescentes foram selecionados em dois programas de atendimento a população em situação de vulnerabilidade e/ou risco social de São Paulo (SP). De acordo com a pontuação do Questionário de Traumas na Infância (QUESI), foram classificados em três grupos: GMT1 (grupo de maus tratos leves, n=35), GMT2 (grupo de maus tratos moderado a grave, n=19) e GC (grupo de comparação, n=54). Os adolescentes passaram por avaliação neuropsicológica com o foco na investigação de funções relacionadas a percepção visual e spam atencional (primeira unidade funcional), processamento e armazenamento de informações (segunda unidade funcional) e funcionamento executivo (terceira unidade funcional). Foram utilizadas escalas para avaliação psiquiátrica (K-SADS-PL) e investigação de sintomas de impulsividade, hiperatividade, desatenção e oposição (BIS-1, SNAP-IV). Os resultados obtidos nos grupos foram comparados com o controle estatístico de variáveis sociais (dificuldades socioeconômicas, escolaridade e abrigamento) e clínicas (transtornos psiquiátricos internalizantes e externalizantes, uso de medicação psiquiátrica e quociente intelectual estimado- QI). Por fim, foram feitas associações entre exposição a maus tratos, funcionamento neuropsicológico e sintomas psiquiátricos. Resultados: Os GMTs (grupos de maus tratos) apresentaram pior funcionamento intelectual em relação ao GC, sendo que o pior desempenho foi encontrado no GMT2 (p< 0,001). Medidas menores de QI estiveram associadas a prejuízo nas três unidades funcionais (p<= 0,049) e a mais sintomas de hiperatividade e desatenção (p <= 0,008). Foi encontrado pior desempenho dos GMTs nos testes para avaliação de segunda unidade funcional (p<= 0,001), porém, não foram encontradas diferenças entre os grupos na primeira e terceira unidades. Apesar disso, os testes de correlação indicaram que o aumento das pontuações no QUESI estava associado à piora do desempenho em todas as unidades funcionais (p<= 0,046). Os GMTs apresentaram maior impulsividade e oposição (p<= 0,008) e, quanto maior a pontuação no QUESI, maior a presença de sintomas de impulsividade, oposição, sintomas isolados de desatenção e sintomas mistos de desatenção e hiperatividade (p<= 0,006). Conclusão: Os resultados obtidos corroboram a associação entre exposição a maus tratos e dificuldades cognitivas e psiquiátricas. Os dados obtidos poderão contribuir para o planejamento de políticas públicas voltadas tanto à prevenção quanto para o tratamento de patologias associadas ao desenvolvimento neurobiológico alterado de crianças e adolescentes que crescem em condições adversas. Introduction: Maltreatment experiences in childhood and adolescence are considered a public health problem due to high prevalence in Brazil and worldwide. The exposure to maltreatment is associated with changes in cognitive development; however, there is a shortage of Brazilian research that investigates this topic. Objectives: Comparison of neuropsychological functioning of adolescents with and without maltreatment history, as well as the research of relationships between these experiences, neuropsychological performance, and psychiatric symptoms relating to impulsivity, opposition, hyperactivity, and inattention. Methods: One hundred and eight adolescents were selected from two assistance programs for people in vulnerability and social risk situation in the city of Sao Paulo (SP). According to the Childhood Trauma Questionnaire (CTQ), three groups were classified: GMT1 Group (Mild Maltreatment, n = 35), GMT2 (group of moderate to severe maltreatment, n = 19) and GC (comparison group, n = 54). The adolescents underwent neuropsychological evaluation with a focus on the investigation of functions related to visual perception and attention spam (first functional unit), processing and retention of information (second functional unit) and executive functioning (third functional unit). Scales were used for psychiatric assessment (K-SADS-PL) and investigation of impulsivity, hyperactivity, inattention, and opposition symptoms (SNAP-IV, BIS-11). Results obtained in these groups were compared with statistical control of social variables (socioeconomic, school level, and shelter), and clinical variables (internalizing and externalizing psychiatric disorders, use of psychiatric medication, and estimated intellectual quotient - IQ). Lastly, associations between exposure to maltreatment, neuropsychological functioning and psychiatric symptoms were made. Results: The GMT (maltreatment groups) had a worse intellectual functioning compared to GC, while the worst performance was found in GMT2 (p < 0.001). Lower IQ measures were associated to impairment on the three functional units (p<= 0.049) and to more symptoms of inattention and hyperactivity (p <= 0.008). Worse performance on tests for evaluation of the second functional unit (p<= 0.001) was found for GMT, but no differences were found between the groups on the first and third units. Nevertheless, the correlation tests indicated that the increase in CTQ scores was associated to worse performance in all of the functional units (p<= 0,046). The GMT presented higher impulsivity and opposition (p<= 0,008) and the higher the CTQ score the more symptoms of impulsivity, opposition, isolated symptoms of inattention, and mixed symptoms of inattention and hyperactivity (p<= 0,006). Conclusion: The results confirm the negative association between exposure to maltreatment and psychiatric and cognitive difficulties. The data obtained will contribute to the planning of public policies for both prevention and treatment of diseases associated to altered neurobiological development of children and adolescents who grow up in adverse conditions.
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Ativação cerebral associada à memória episódica verbal no transtorno obsessivo-compulsivo por meio de ressonância magnética funcional Brain activation associated with verbal episodic memory in obsessivecompulsive disorder using magnetic resonance imaging

Marcelo Camargo Batistuzzo 19 February 2014 (has links)
O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é um transtorno psiquiátrico que acomete cerca de 1 a 3,1% das pessoas ao longo da vida. Embora o seu modelo neurobiológico ainda não esteja completamente estabelecido, inúmeras evidências apontam para áreas relacionadas ao circuito córtico-estriado-pálido-talâmico-cortical (CEPTC). Em especial, o córtex órbito-frontal (COF) é uma região que desempenha um papel fundamental dentro da hipótese fisiopatológica do TOC. Paralelamente, esta região já foi associada, em sujeitos saudáveis, com a habilidade de utilização espontânea da estratégia de agrupamento semântico na memorização de palavras - o que facilita sua evocação posterior. Ao mesmo tempo, estudos neuropsicológicos evidenciaram que pacientes com TOC apresentam déficits na memória episódica verbal (MEV) e que tais déficits poderiam ser mediados por dificuldades em funções executivas ligadas ao planejamento, como utilização de estratégias. Portanto, para testar a hipótese de que há diferenças no correlato neural da codificação da MEV entre pacientes com TOC e controles saudáveis, foi utilizado um teste neuropsicológico adaptado para ressonância magnética funcional (RMf): o paradigma tinha apresentação em bloco. O objetivo do presente estudo foi investigar a etapa de codificação da MEV e a capacidade de agrupamento semântico espontâneo em crianças e adolescentes com TOC. Assim, o paradigma foi constituído por duas listas de palavras: uma, semanticamente relacionada (SR), na qual as palavras eram divididas em categorias semânticas e outra, não relacionada (NR), na qual não havia relação aparente entre as palavras. O contraste de maior interesse do estudo foi a diferença entre essas duas condições (SR > NR). O nível de agrupamento semântico foi quantificado por um índice semântico. Os grupos foram formados por 25 crianças e adolescentes com TOC e 25 controles saudáveis, pareados por sexo, idade, escolaridade, preferência manual e QI. Embora os grupos estivessem pareados por essas características, eles se diferiram em sintomas clínicos, tais como sintomas de depressão, ansiedade e necessidade de rotina por parte da criança/adolescente. Os resultados comportamentais do teste de MEV mostraram que os grupos não se diferenciaram: ambos evocaram a mesma quantidade de palavras e não apresentaram diferenças no índice semântico. Apesar disso, a comparação entre os grupos - controlada para variáveis clínicas - revelou menor ativação (sinal BOLD) nos pacientes em diversas regiões cerebrais: frontais, parietais e occipito-temporais. Por outro lado, a análise de interação psicofisiológica (PPI) revelou que os pacientes apresentaram um aumento da conectividade do COF com regiões temporais em relação aos controles. Isso ocorreu para três das quatro regiões de interesse que foram posicionadas no COF: lateral e medial de ambos os hemisférios. Além disso, o grupo de pacientes apresentou uma correlação positiva entre o índice semântico e o efeito BOLD no COF, o que não ocorreu para o grupo controle. Esses resultados indicam diferenças no funcionamento cerebral de crianças e adolescentes com TOC tanto em regiões que estão dentro do modelo neurobiológico proposto para o TOC (circuito CEPTC), como fora dele também. De acordo com os resultados do presente estudo, as diferenças de ativação e de conectividade poderiam ser consideradas como um déficit latente, uma vez que ambos os grupos apresentaram o mesmo desempenho no paradigma The obsessive-compulsive disorder (OCD) is a psychiatric disorder that affects 1-3.1% of the general population (lifetime rate). Although its neurobiological model has not been completely establish, numerous evidences indicate that areas of the cortico-striatalpale- thalamic-cortical (CSPTC) circuit are engaged in the disease. In particular, the orbitofrontal cortex (OFC) is a region that plays a key role in the pathophysiological hypothesis of OCD. In parallel to this, in healthy controls this region has been associated with the ability of using spontaneous strategies of semantic clustering at the encoding of related words - in a way that facilitates the posterior retrieval of these words. At the same time, neuropsychological studies showed that OCD patients present verbal episodic memory (VEM) deficits, and that these deficits could be mediated by executive dysfunction - like planing and utilization of strategies. Thus, to investigate the hypothesis that there are differences at the neural correlates of VEM encoding between children and adolescents with OCD and healthy controls, we used a blocked design functional Magnetic Resonance Imaging (fMRI) paradigm to evaluate both groups. The main objective of the study was to investigate the VEM encoding and the ability to spontaneously organize words according to their semantic categories. In order to do this, the fMRI paradigm consisted of two kinds of word lists: a semantically related list (SR), in which words were divided into semantic categories and a unrelated list (UR), were there was no apparent relationship between the words. However, the contrast of most interest of this study, was the difference between the conditions (\'SR > UR\'). The semantic clustering level was quantified by a semantic clustering index. Groups were constituted by 25 children and adolescents with OCD and 25 healthy controls paired by gender, age, educational level, handedness and IQ. Although both groups were matched for these characteristics, they differed in clinical symptoms such as depression, anxiety and routines. Behavioral results showed that the groups were similar in terms of retrieved words and semantic index. Nevertheless, the comparison between groups - controlled for clinical variables - showed less activation (BOLD signal) in patients in several brain regions: frontal, parietal and occipito-temporal. On the other hand, the psychophysiological interaction analysis (PPI) revealed that patients have had an increase in the OFC connectivity with the temporal regions. This has occurred in three of the four regions of interest that were placed in the OFC: lateral and medial of both hemispheres. Also, the patients showed a positive correlation between the semantic index and the BOLD effect in the OFC, which was not observed in the control group. These results suggest that there are differences in brain functioning of children and adolescents with OCD in regions that are inside/outside of the neurobiological model for OCD (CSPTC circuit). In accordance with the present results, these differences in brain activation and connectivity could be regarded as a latent deficit, since both groups presented the same behavioral performance

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