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Fatores associados à prática do aleitamento materno exclusivo emcrianças menores de seis meses de vida no município de Niterói -2006 / Factors associated with the practice of exclusive breastfeeding emcrianças under six months of living in Niterói -2006

Medina, Candida Leite Pinto January 2010 (has links)
Made available in DSpace on 2011-05-04T12:36:14Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2010 / Este trabalho tem por objetivo investigar os fatores associados à prática do aleitamento materno exclusivo (AME) em menores de seis meses no município de Niterói no ano de 2006, bem como comparar as prevalências de AME obtidas nos anos de 2003 e 2006, segundo categorias de idade em meses. Em ambos os inquéritos, entrevistas foram realizadas com os responsáveis dos menores de seis meses durante a Campanha Nacional de Vacinação no município, os quais foram selecionados por meio de amostragem probabilística (...). Para se estimar a associação entre as variáveis independentes e o desfecho, utilizou-se como medida de associação a razão de prevalência (bruta e ajustada), obtida através da regressão log-binomial. Houve um aumento na prática do AME em 13,4 por cento, entre os anos de 2003 e 2006. (...) Apesar das melhorias observadas na prática do AME no município, ainda estamos muito aquém da recomendação preconizada, a qual prevê que todas as crianças devem receber exclusivamente o leite materno até os seis meses de vida. Logo, devemos investir em capacitação dos profissionais de saúde para que estes possam promover, proteger e apoiar à prática do AME durante o pré-natal, o parto e no acompanhamento mãe-bebê, fornecendo o suporte adequado a todas as mães, em especial àquelas mães que nunca tiveram filhos, desestimulando o uso de chupeta, assim como o uso de outros tipos de leite no retorno ao domicílio após a alta hospitalar. / This paper aims at investigating the factors associated with the practice of exclusive breastfeeding (EBF) in babies younger than six months old in the city of Niterói, Rio de Janeiro, on 2006, as well as comparing the EBF prevalences obtained on 2003 and 2006, according to age categories in months. In both inquiries, interviews were held with the children´s caregivers, selected through probability sampling, which attended the Nacional Vaccination Campaign in the district (2003, n=893; 2006, n=616). The prevalence ratios (crude and adjusted), obtained by log-binomial regression, were used to estimate the association between independent variables and the outcome. There was an increase in the practice of EBF in 13,4% from 2003 to 2006. For babies younger than six months old, the variables that were associated with EBF in the final model were: child´s age (PR 0|-2 = 3,52; CI95%=2,51-4,94 and PR 2|-4 = 2,76; CI95% = 1,93-3,93),multiparity ( PR =1,27; CI 95% =1,07-1,51), the non-use of pacifier (PR =1,32; CI 95% = 1,11-1,58), and the fact that the child was never hospitalized (PR = 1,60; CI 95% = 1,02 -2,49). For those children younger than four months, the variables associated with EBF, were child´s age (PR 0|-2 meses = 1,31; CI95% = 1,1-1,57), the non-offering of other milks on the first day after hospital discharge (PR= 2,20; CI 95% = 1,50-3,22), the non-use of pacifier (PR = 1,23; CI 95% = 1,03-1,46) and multiparity (PR = 1,25; CI 95% = 1,05-1,47). Despite the improvements observed in the practice of EBF in the city, we are still far from the recommended, which establishes that all children should receive only breast milk up to six months old. Thus, we must invest in the qualification of health workers so that they can protect, support and encourage the practice of EBF during the prenatal, delivery and postpartum, providing appropriate support for all mothers, specially those who never had children, discouraging the use of pacifiers and other types of milk at home, after hospital discharge.
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Desigualdades socioeconômicas e saúde bucal / Socioeconomic inequalities and oral health

Roger Keller Celeste 31 March 2009 (has links)
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / Esta tese tem como foco os efeitos da desigualdade de renda na saúde bucal e as tendências em desigualdades socioeconômicas em saúde bucal. Qualquer injustiça social, pelo caráter moral é digna de estudo, porém nem toda desigualdade de renda é socialmente injusta. Ela se torna injusta quando as pessoas com menos recursos são aquelas que permitem que as desigualdades econômicas afetem direitos humanos, como o direito a um nível de vida que assegure ao indivíduo e a sua família uma vida saudável. As desigualdades de renda foram estudadas em duas vertentes:a) efeitos contextuais da desigualdade de renda na saúde bucal ; b) tendências na diferença de saúde bucal entre pessoas com maior e menor renda. A primeira parte contém quatro artigos originais que estudaram a associação e os mecanismos contextuais p elos quais a desigualdade de renda afeta a saúde bucal. Para isso, foram utilizados dados do inquérito em saúde bucal SBBrasil de 2002. Os resultados mostraram que: a) a associação entre desigualdade de renda e saúde bucal é mais forte em relação à cárie dental do que outras doenças bucais (e.g. doenças periodontais e maloclusões); b)seus efeitos estão mais fortemente associados à doenças bucais de menor latência; c) os efeitos associados à cárie dental afetam pobres e ricos igualmente; e d) a ausência de políticas públicas parece ser a melhor explicação para os efeitos da excessiva desigualdade de renda no Brasil. Ainda em relação às políticas públicas, foi encontrados que os ricos beneficiam-se mais de políticas públicas municipais do que os pobres. A segunda parte desta tese contém dois artigos originais que descrevem as tendências em saúde bucal e o uso dos serviços odontológicos em grupos de maior e menor renda, no Brasil e na Suécia. Para essas análises, foram usados dados dos inquéritos em saúde bucal no Brasil dos anos de 1986 e 2002, e para Suécia foram obtidos dados do "Swedish Level of Living Survey" para 1968, 1974, 1981, 1991 e 2000. As tendências relacionadas à prevalência de edentulismo mostraram que houve uma redução das desigualdade em percentuais absolutos nos dois países, porém, no Brasil houve um aumento das diferenças quando o desfecho foi a prevalência de nenhum dente perdido. As reduções das disparidades em edentulimo estiveram associadas à presença de uma diferença inicial significativa ,já o aumento das desigualdade na prevalência de nenhum dente perdido esteve relacionado a uma pequena desigualdade no início da coleta de dados. Em relação às desigualdades de uso dos serviços, ressalta-se que o grupo mais pobre permanece utilizando menos os serviços odontológicos em ambos os países e as diferenças continuam significantes através dos tempos. Entretanto, tanto no Brasil como na Suécia, essas diferenças reduziram levemente nas coortes jovens em função do declínio no percentual de pessoas mais ricas que visitam o dentista. Nossos dados permitem concluir que as desigualdades, em saúde bucal, mesmo em países altamente igualitários, como a Suécia. / This thesis focuses on the effect of income distribution on oral health and trends on socioeconomic disparities in oral health. Any social injustice, because of moral issues, is worth studying, though not all inequality of is unfair. Income inequality is unfair when people with less economic resources are penalized with poor health because of their condition of poverty. Unjust societies are those that allow economic inequalities to affect human rights as the right to a standard of living that ensures the individuals and their family a healthy life. Income inequalities were studied in two aspects: a) the contextual effects of income inequality in oral health, and; b) trends in the difference in oral health among people with higher and lower income. The first part contains 4 original articles that studied the association and the contextual mechanism by which income inequality affects oral health. For this we used data of the oral health survey SSBrasil in 2002. The results showed that: a) the association between income inequality and oral health is stronger in relation to dental caries than other oral diseases (e.g. periodontal diseases and malocclusions); b) the effects of inequality of income are more strongly associated with oral diseases of a shorter latency: c) that the effects associated with dental caries affect equally the rich and the poor. The second part of this thesis contains two original articles that described the trends in oral health and in the use of dental services into groups of higher and lower income, in Brazil and Sweden. For this analysis data were obtained from the Brazilian oral health surveys for the year 2002, while for Sweden were used data from the "Swedish Level of Living Survey" for the years 1968, 1974, 1981, 1991 and 2000. Trends in the prevalence of edentulismo showed a reduction in absolute disparities in both countries, but in Brazil trends in the prevalence of "no missing tooth" increased. Reductions in disparities in edentulismo were associated with the presence of a significant initiak difference, while the increase in inequality for outcome "no missing tooth" was related to small inequalities in the begining of data collection. Trends in the use of dental services highlighted that the poorer have been using less the dental services in both countries and the difference remain saignificant over time. however, in Brazil and Sweden, these differences decrease slightly in the cohort of young people because there was a decline in the percentage of rich people who visit the dentist. Our data show that income inequalities in oral health and use of dental serviceshave historically favored the more affluent population even in highly egalitarian countires as Sweden.
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Prevalência de transtornos mentais e fatores sociodemográficos associados em população atendida por equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) no município de Santa Cruz do Sul, RS, Brasil

Gonçalves, Daniel Maffasioli January 2009 (has links)
OBJETIVOS: Estimar a prevalência de transtornos mentais comuns (TMC) e transtornos de abuso e dependência de álcool (TADA) em população atendida por Estratégia Saúde da Família (ESF) do município de Santa Cruz do Sul, Brasil; estudar as associações entre TMC e TADA com variáveis sociodemográficas. METODOLOGIA: Todos moradores acima de 14 anos de 3 áreas atendidas por ESF foram convidados a participar no período de 10 de fevereiro de 2006 a 10 de fevereiro de 2007. RESULTADOS: Dos 2921 participantes, as prevalências de TMC e TADA foram de 29,93% (IC95%29,30%-30,56%) e 12,07% (IC95%11,63%-12,52%), respectivamente. Sexo feminino, situação ocupacional desfavorável, baixa escolaridade e baixa renda mostraram associação positiva e independente com TMC. Sexo masculino, situação ocupacional desfavorável e TMC apresentaram associação independente com TADA. DISCUSSÃO: Foram encontradas prevalências de TMC e TADA acima das relatadas em outros estudos brasileiros. Grupos com condições socioeconômicas desfavoráveis são os de maior risco para TMC e TADA. CONCLUSÕES: Os grupos de maior risco para TMC e TADA deveriam ser levados em consideração quando se planejam políticas públicas em saúde mental. / OBJECTIVE: Estimate the prevalence of common mental disorders (CMD) as well as alcohol abuse and dependence disorders (AADD) in a population assisted by Programa de Saúde da Família (PSF or Family Health Program) in the City of Santa Cruz do Sul, Southern Brazil; estimate the associations between CMD and AADD with socio-demographic variables. METHOD: All residents over 14 years of age from 3 areas assisted by the PSF were invited to participate between February 10, 2006 to February 10, 2007. RESULTS: Of 2,921 participants, the prevalence estimates of CMD and AADD were 29.93% (IC95%29.30%-30.56%) e 12.07% (IC95%11.63%-12.52%), respectively. Female, unfavorable employment situation, low schooling and low income showed a positive and independent association with CMD. Male, unfavorable employment situation and CMD showed an independent association with AADD. DISCUSSION: We found higher prevalence estimates of CMD and AADD in relation to the observed prevalence estimates in other Brazilian studies. Groups with unfavorable socioeconomic conditions present the highest risk. CONCLUSIONS: The groups with the highest risk for CMD and AADD should be taken into account when planning public mental health policies.
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Desigualdades socioeconômicas e saúde bucal / Socioeconomic inequalities and oral health

Roger Keller Celeste 31 March 2009 (has links)
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / Esta tese tem como foco os efeitos da desigualdade de renda na saúde bucal e as tendências em desigualdades socioeconômicas em saúde bucal. Qualquer injustiça social, pelo caráter moral é digna de estudo, porém nem toda desigualdade de renda é socialmente injusta. Ela se torna injusta quando as pessoas com menos recursos são aquelas que permitem que as desigualdades econômicas afetem direitos humanos, como o direito a um nível de vida que assegure ao indivíduo e a sua família uma vida saudável. As desigualdades de renda foram estudadas em duas vertentes:a) efeitos contextuais da desigualdade de renda na saúde bucal ; b) tendências na diferença de saúde bucal entre pessoas com maior e menor renda. A primeira parte contém quatro artigos originais que estudaram a associação e os mecanismos contextuais p elos quais a desigualdade de renda afeta a saúde bucal. Para isso, foram utilizados dados do inquérito em saúde bucal SBBrasil de 2002. Os resultados mostraram que: a) a associação entre desigualdade de renda e saúde bucal é mais forte em relação à cárie dental do que outras doenças bucais (e.g. doenças periodontais e maloclusões); b)seus efeitos estão mais fortemente associados à doenças bucais de menor latência; c) os efeitos associados à cárie dental afetam pobres e ricos igualmente; e d) a ausência de políticas públicas parece ser a melhor explicação para os efeitos da excessiva desigualdade de renda no Brasil. Ainda em relação às políticas públicas, foi encontrados que os ricos beneficiam-se mais de políticas públicas municipais do que os pobres. A segunda parte desta tese contém dois artigos originais que descrevem as tendências em saúde bucal e o uso dos serviços odontológicos em grupos de maior e menor renda, no Brasil e na Suécia. Para essas análises, foram usados dados dos inquéritos em saúde bucal no Brasil dos anos de 1986 e 2002, e para Suécia foram obtidos dados do "Swedish Level of Living Survey" para 1968, 1974, 1981, 1991 e 2000. As tendências relacionadas à prevalência de edentulismo mostraram que houve uma redução das desigualdade em percentuais absolutos nos dois países, porém, no Brasil houve um aumento das diferenças quando o desfecho foi a prevalência de nenhum dente perdido. As reduções das disparidades em edentulimo estiveram associadas à presença de uma diferença inicial significativa ,já o aumento das desigualdade na prevalência de nenhum dente perdido esteve relacionado a uma pequena desigualdade no início da coleta de dados. Em relação às desigualdades de uso dos serviços, ressalta-se que o grupo mais pobre permanece utilizando menos os serviços odontológicos em ambos os países e as diferenças continuam significantes através dos tempos. Entretanto, tanto no Brasil como na Suécia, essas diferenças reduziram levemente nas coortes jovens em função do declínio no percentual de pessoas mais ricas que visitam o dentista. Nossos dados permitem concluir que as desigualdades, em saúde bucal, mesmo em países altamente igualitários, como a Suécia. / This thesis focuses on the effect of income distribution on oral health and trends on socioeconomic disparities in oral health. Any social injustice, because of moral issues, is worth studying, though not all inequality of is unfair. Income inequality is unfair when people with less economic resources are penalized with poor health because of their condition of poverty. Unjust societies are those that allow economic inequalities to affect human rights as the right to a standard of living that ensures the individuals and their family a healthy life. Income inequalities were studied in two aspects: a) the contextual effects of income inequality in oral health, and; b) trends in the difference in oral health among people with higher and lower income. The first part contains 4 original articles that studied the association and the contextual mechanism by which income inequality affects oral health. For this we used data of the oral health survey SSBrasil in 2002. The results showed that: a) the association between income inequality and oral health is stronger in relation to dental caries than other oral diseases (e.g. periodontal diseases and malocclusions); b) the effects of inequality of income are more strongly associated with oral diseases of a shorter latency: c) that the effects associated with dental caries affect equally the rich and the poor. The second part of this thesis contains two original articles that described the trends in oral health and in the use of dental services into groups of higher and lower income, in Brazil and Sweden. For this analysis data were obtained from the Brazilian oral health surveys for the year 2002, while for Sweden were used data from the "Swedish Level of Living Survey" for the years 1968, 1974, 1981, 1991 and 2000. Trends in the prevalence of edentulismo showed a reduction in absolute disparities in both countries, but in Brazil trends in the prevalence of "no missing tooth" increased. Reductions in disparities in edentulismo were associated with the presence of a significant initiak difference, while the increase in inequality for outcome "no missing tooth" was related to small inequalities in the begining of data collection. Trends in the use of dental services highlighted that the poorer have been using less the dental services in both countries and the difference remain saignificant over time. however, in Brazil and Sweden, these differences decrease slightly in the cohort of young people because there was a decline in the percentage of rich people who visit the dentist. Our data show that income inequalities in oral health and use of dental serviceshave historically favored the more affluent population even in highly egalitarian countires as Sweden.
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Vigilância entomológica de vetores de arbovírus na cidade de São Paulo: análise espaço temporal de criadouros, de acordo com fatores sazonais e socioeconômicos, no período de 2012 a 2016 / Entomological surveillance of arbovirus vectors in the city of São Paulo: analysis of breeding sites, according to seasonal and socioeconomic factors, between 2012 and 2016

Patricia Placoná Diniz 13 June 2018 (has links)
Introdução: Conhecer e monitorar fatores associados a transmissão de arboviroses são um grande desafio para os gestores de saúde pública e também uma necessidade para regiões onde há registro da circulação de arbovírus e a presença de vetores. Objetivos: Identificar os principais grupos de recipientes que podem se tornar ou são criadouros de mosquitos vetores no Município de São Paulo e verificar se os mesmos sofrem influências de fatores sazonais e socioeconômicos em sua distribuição. Método: Foram levantados dados das inspeções realizadas nas atividades de vigilância e controle de Aedes aegypti no período de 2012-2016, por Supervisão Técnica de Saúde e para o município. Em seguida foram construídos grupos de recipientes para avaliar predominância nas diferentes condições de encontro (existente, com água, com larva). Os indicadores gerados foram utilizados para testar diferenças significativas das frequências entre as estações do ano e analisar correspondência entre incidência de casos dengue e predominância de grupos de criadouros. Posteriormente, foi realizada análise de agrupamento por fatores socioeconômicos para identificar diferenças na distribuição dos grupos de recipientes. Para as análises de variância foi utilizado o teste não paramétrico de Kruskal-Wallis. Resultados: O grupo de recipientes móveis foi o potencial criadouro mais frequente em todos os anos, seguido dos grupos planta e pneus. Móvel e planta foram os criadouros mais frequentes para o município. O grupo móveis, apesar de numeroso, não foi o mais colonizado. Por outro lado, os depósitos para armazenamento de água tiveram baixa frequência, porém alta proporção de colonização. A sazonalidade influenciou na distribuição de recipientes com água e com larva, sendo que as maiores frequências ocorreram no verão e outono. A proporção de imóveis tendo recipientes com água aumentou de acordo com o tempo, principalmente em 2015. O grupo que teve maior incremento do índice nesse período foi o de depósito não ligado à rede. Foram gerados cinco grupos de STS por condições socioeconômicas, nos quais houve diferenças no padrão de distribuição de potenciais criadouros e criadouros. Regiões com melhor condição socioeconômica apresentaram menor frequência dos indicadores, mas não necessariamente menor risco de transmissão de dengue no período avaliado. Conclusões: Os principais grupos de criadouros mais frequentes no Município de São Paulo dentro do período analisado foram os de menor tamanho, principalmente os do tipo móvel. Reservatórios de maior tamanho e destinados ao armazenamento de água demonstraram importância na proporção de colonização e tiveram sua frequência aumentada no período da crise hídrica do abastecimento. Fatores sazonais e condições socioeconômicas influenciaram a distribuição de criadouros em São Paulo. Para melhor direcionamento das ações de prevenção e controle de vetores, analises sistemáticas e continuas por regiões devem ser realizadas. / Introduction: Knowing and controlling factors associated with arbovirus transmission is a major challenge for public health managers, but it is necessary for regions where arbovirus circulation and the presence of vectors are present. Objectives: To identify the main groups of containers that can become or are breeding sites of mosquito vectors in the São Paulo Municipality and verify if their distribution are influenced by seasonal and socioeconomic factors. Method: Data were collected from the inspections carried out in the surveillance and control activities of Ae. aegypti in the period 2012-2016, by Health Technical Supervision and county. Groups of containers were then created to evaluate predominance in the different checked conditions (existing, with water, with larvae). The generated indicators were used to test significant differences of the frequencies between the seasons of the year and to analyze correspondence between incidence of dengue cases and predominance of breeding sites groups. After, a socioeconomic grouping analysis was performed to identify differences in the distribution of groups of recipients. The Kruskal-Wallis non-parametric test was used for the variance analysis. Results: The group of mobile containers was the most frequent potential breeding site in all the years, followed by container plants and tires groups. Mobile and plant were the most frequent breeding sites for the county. The mobile group, although numerous, was not the most colonized. On the other hand, deposits for water storage had a low frequency, but a high proportion of colonization. Seasonality influenced the distribution of water and larvae containers, with the highest frequencies occurring in summer and fall. The proportion of buildings having containers with water increased over time, especially in 2015. The group that had the largest increase in the index in this period was the deposit not connected to the water supply network. Five Health Technical Supervision groups were generated by socioeconomic conditions, in which there were differences in the pattern of distribution of potential breeding sites and breeding sites for mosquitoes. Regions with better socioeconomic status had lower frequency of indicators, but not necessarily a lower risk of dengue transmission in the period evaluated. Conclusions: The main breeding sites groups most frequent in the city of São Paulo during the analyzed period were the smaller groups, mainly those of the mobile type. Larger reservoirs destined to water storage showed importance in the proportion of colonization and had their frequency increased in the period of the water supply crisis. Seasonal factors and socioeconomic conditions influenced the distribution of breeding sites in. To better target vector prevention and control actions, systematic and continuous analyzes by regions should be performed.
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O papel da escolaridade, do alfabetismo funcional e dos fatores sociodemográficos na avaliação cognitiva do idoso / The role of formal education, functional literacy, and demographic factors on the cognitive assessment of older adults

Daniel Apolinario 06 August 2013 (has links)
INTRODUÇÃO: A busca pelo diagnóstico cada vez mais precoce das demências traz a necessidade de estratégias mais eficientes na utilização dos testes cognitivos. A definição dos parâmetros de normalidade para esses testes é particularmente desafiadora no contexto brasileiro de baixa escolaridade e grande heterogeneidade sociocultural. OBJETIVO: Avaliar os efeitos de diferentes estratégias de ajuste de normas nas propriedades do Mini-Exame do Estado Mental (MEEM). MÉTODOS: Duzentos e trinta idosos encaminhados a um serviço de Geriatria por suspeita de comprometimento cognitivo foram recrutados sequencialmente e submetidos ao MEEM. Todos os pacientes passaram por uma segunda avaliação cega para o resultado do MEEM, constituída de testagem neuropsicológica e entrevista com um informante para obtenção de diagnóstico padrão-ouro. Para o ajuste de normas, quatro fatores preditores foram testados: (1) características sociodemográficas; (2) uma classificação simples de alfabetismo funcional com quatro níveis; (3) um questionário de habilidades cognitivas pré-morbidas respondido pelo informante; (4) um teste de leitura de palavras aplicado diretamente ao paciente. Três técnicas de predição foram testadas: (1) agrupamento em níveis; (2) regressão linear; (3) regressão não-linear por modelo polinomial fracional. As combinações de fatores preditores e técnicas de predição deram origem a vinte modelos que foram testados individualmente na comparação com o MEEM sem ajuste. Os desfechos avaliados foram a acurácia do modelo na detecção de comprometimento cognitivo e a variação da sensibilidade e da especificidade entre os níveis socioeconômicos. RESULTADOS: Entre os 230 idosos recrutados, 106 (46%) apresentavam envelhecimento cognitivo normal, 56 (24%) comprometimento cognitivo sem demência e 68 (29%) demência. A classificação de alfabetismo funcional, o questionário de habilidades cognitivas pré-mórbidas e o teste de leitura de palavras não apresentaram propriedades adequadas para ajuste de normas, mas as limitações podem estar relacionadas a problemas específicos dos instrumentos utilizados e não devem ser generalizadas. Alguns modelos baseados em fatores sociodemográficos foram capazes de melhorar a acurácia do MEEM, resultado que diverge da literatura atual e que deve ser confirmado em outros estudos com populações de baixa escolaridade. Um modelo polinomial fracional utilizando variáveis sociodemográficas apresentou propriedades ótimas de acurácia e promoveu estabilização da sensibilidade e da especificidade entre os níveis socioeconômicos. A partir das equações geradas por esse modelo podem ser construídas tabelas simples de uso clínico para converter o resultado bruto em escore z ou percentil. CONCLUSÕES: Nossos resultados apontam o modelo polinomial fracional baseado em variáveis sociodemográficas como a melhor opção para ajuste de normas de testes cognitivos em nosso meio / INTRODUCTION: The need for diagnosing dementia early demands effective strategies on the use of cognitive tests. Establishing criteria of normality for these tests is a challenging task in environments of low education and enormous sociocultural heterogeneity such as observed in Brazil. OBJETIVE: To evaluate how different strategies for adjusting norms can change the properties of the Mini-Mental Status Examination (MMSE). METHODS: Two hundred and thirty older adults referred for a geriatric service because of suspected cognitive impairment were recruited sequentially and completed the MMSE. All the patients underwent a second assessment, blind to the result of the MMSE, which was composed of a neuropsychological battery and an interview with a close informant for the establishment a gold-standard diagnosis. For the adjustment of the norms, four predictive factors were evaluated: (1) demographic characteristics; (2) a simple classification of functional literacy with four levels; (3) a premorbid abilities questionnaire; (4) a word-reading test. Three techniques of prediction were evaluated: (1) grouping in demographic or ability levels; (2) simple or multivariate linear regression; (3) nonlinear regression by using a fractional polynomial model. Some possible combinations of predictive factors and prediction techniques originated twenty models that were assessed individually in comparison with the raw MMSE scores. The endpoints assessed were accuracy of the model for detecting cognitive impairment and the variation of the sensibility and specificity across socioeconomic levels. RESULTS: Of the 230 older adults recruited, 106 (46%) had normal cognitive aging, 56 (24%) presented cognitive impairment no dementia (CIND) and 68 (29%) had dementia. The functional literacy classification, the premorbid cognitive abilities questionnaire and the word-reading test did not present adequate properties for the adjustment of norms, but the limitations may be associated to specific problems of the instruments an cannot be generalized. Some models based on the demographic characteristics were able to improve the accuracy of the MMSE. This finding diverges from the currently available literature and should be confirmed in further studies with low-educated populations. A fractional polynomial model employing demographic factors presented very good properties and was able to stabilize the sensibility and the specificity across the socioeconomic levels. The equations generated by this model can be employed to construct practical tables for converting raw scores into z scores and percentiles. CONCLUSIONS: Our results point to the fractional polynomial model based on demographic variables as the best choice to adjust norms for cognitive tests in our context
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Condições socioeconômicas e câncer de cabeça e pescoço / Socioeconomic standings and head and neck cancer

Antonio Fernando Boing 07 December 2007 (has links)
Foi realizado estudo caso-controle de base hospitalar, envolvendo pacientes diagnosticados com câncer de cabeça e pescoço e que participaram do \"Estudo Multicêntrico Latino-americano de Fatores Ambientais, Vírus e Câncer da Cavidade Oral e Laringe\" do projeto \"Genoma Clínico do Câncer\". Foram incluídos pacientes atendidos no Hospital Heliópolis, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e no Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho entre novembro de 1998 e dezembro de 2005. Consideraram-se casos os pacientes com diagnóstico histologicamente confirmado de câncer de boca, faringe ou laringe e controles pessoas atendidas nos mesmos hospitais por outros motivos que não neoplasia maligna e doenças associadas com os fatores de risco do câncer de cabeça e pescoço. A análise empregou regressão logística não-condicional baseada em modelo hierárquico de determinação. No nível mais distal foram incluídas as variáveis demográficas (sexo, cor de pele e idade), seguidas pela escolaridade (série mais elevada que a pessoa cursou) e ocupação (exercida por mais tempo). No nível mais proximal, foram considerados o consumo de tabaco e de álcool. Também foi investigado se a associação de instrução e ocupação com câncer de cabeça e pescoço se mediava apenas por padrões diferenciais de consumo de álcool e tabaco entre os estratos sociais, ou se havia variação residual que excedia esses dois fatores. Todas as análises conduzidas para câncer de cabeça e pescoço foram replicadas de modo específico para as localizações topográficas da boca, faringe e laringe em separado. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo sob parecer no. 68/07 e os procedimentos estatísticos foram realizados no programa Stata 9. A amostra foi composta por 1017 casos e 951 controles. A análise hierárquica identificou maior chance de câncer de cabeça e pescoço entre os homens (OR=2,01; IC95% 1,57-2,59), pessoas entre 48 e 55 anos (OR=1,82; IC95% 1,42-2,33), pessoas sem estudo ou apenas alfabetizados (2,48; IC95% 1,73-3,52), entre pessoas com primeiro grau completo ou incompleto (1,31; IC95% 1,05-1,63) e entre as pessoas que exerceram durante mais tempo profissão manual (1,38; IC95% 1,10-1,74). Além disso, fumantes e consumidores de bebidas alcoólicas apresentaram maior razão de chances em relação àqueles que nunca consumiram os produtos. No modelo não hierárquico, mesmo após o ajuste por tabagismo e ingestão de álcool, maior chance foi verificada para o grupo de menor escolaridade em todas as localizações topográficas (exceto para os tumores de boca), e para pessoas com ocupações manuais (exceto para os tumores de boca e faringe). A identificação desse efeito residual indica haver fatores adicionais, além da exposição ao álcool e tabaco, operando na distribuição desigual do câncer de cabeça e pescoço entre os estratos sociais. / This is a hospital-based case-control study involving patients diagnosed with head and neck cancer. Such patients have participated in the \"Latin American Multicentric Study from Environmental Factors, Virus and Oral Cavity and Larynx Cancer\", and in the \"Clinical Genome of Cancer Project\", from November 1998 to December 2005, and were attended at the Hospital Heliópolis, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo and Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho. The case group comprised patients histologically diagnosed with mouth, pharynx or larynx cancer; the control group comprised patients treated at the same hospitals for other diseases than malignant neoplasms or conditions related to head and neck cancer risk factors. Data analysis used non-conditional logistic regression based on a hierarchical model of determination. At the most distal level, demographic variables were included (e.g. sex, skin color and age), followed by education level (e.g. highest grade or degree completed) and occupation (i.e. the one performed the longest period). Alcohol and tobacco consumption were included at the most proximal level. The investigation also assessed whether the association between education level and occupation with mouth and neck cancer was only mediated by differential patterns of alcohol and tobacco consumption among social strata, or there was residual variation that exceeded those two factors. All analyses for mouth and neck cancer were specifically replicated for each topographic location (mouth, pharynx and larynx). The study was approved by the University of Sao Paulo School of Dentistry\'s Ethics Committee, report number 68/07, and statistical analyses used the Stata 9 program. The sample was composed of 1017 cases and 951 controls. Hierarchical analysis identified a greater chance of head and neck cancer for men (OR=2,01; CI95% 1,57-2,59), patients aged 48 to 55 years old (OR=1,82; CI95% 1,42-2,33), uneducated or semi-literate patients (2,48; CI95% 1,73-3,52), subjects with elementary education (8 years) (1,31; IC95% 1,05-1,63) and those performing manual occupations (1,38; CI95% 1,10-1,74). In addition, tobacco smokers and alcohol users presented a higher odds than those non-exposed to these conditions. In the non-hierarchical model, even after the adjustment for tobacco and alcohol use, a higher odds was identified for the less-schooled strata in every topographic location (except for mouth tumors), and for subjects with manual labor occupations (except for mouth and pharynx tumors). Identification of such residual effect indicates that there are other factors than alcohol and tobacco consumption, which mediate the uneven distribution of head and neck cancer across the socioeconomic strata.
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Avaliação do impacto da renda, educação e cor na hipertensão arterial, diabetes mellitus e doença renal crônica

Tirapani, Luciana dos Santos 03 August 2018 (has links)
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No. of bitstreams: 1 lucianadossantostirapani.pdf: 7656377 bytes, checksum: 0a3b611219390192f5e767266c918a24 (MD5) Previous issue date: 2018-08-03 / INTRODUÇÃO: As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) são responsáveis pelas principais causas de óbito em todo o mundo, matando cerca de 15 milhões de mulheres e homens com idades de 30 e 70 a cada ano (WHO, 2017), ocasionando graves consequências sociais e econômicas em todas as sociedades e economias, principalmente em populações pobres e vulneráveis, emergindo como um grave problema de saúde pública em todo o mundo (WHO, 2014). Existe forte evidência que correlaciona os fatores socioeconômicos a uma maior prevalência e fatores de risco para doença cardiovascular, doença renal crônica e diabetes fatores sociais como educação, ocupação, renda, gênero e etnia (ABEYTA et al; 2012; LASH ,2009; SIEGEL,LUENGEN e STOCK, 2013). OBJETIVOS: Avaliar a prevalência de fatores de risco sociais em pacientes com hipertensão arterial, diabetes mellitus e doença renal crônica. Correlacionar Renda, Educação e Cor com os fatores de risco sociais e o impacto destas nos indicadores clínicos de controle. METODOLOGIA: É um estudo longitudinal do tipo coorte retrospectiva abrangendo o período de agosto de 2010 a dezembro de 2014. Foram utilizados os seguintes critérios de inclusão: usuários com mais de 18 anos e que passaram por pelo menos 2 consultas no Centro Hiperdia de Juiz de Fora no período de agosto de 2010 a dezembro de 2014. Os usuários elegíveis foram aqueles encaminhados pela atenção primária à saúde da área de abrangência do Centro. As informações demográficas foram levantadas na admissão e as demais variáveis foram coletadas no atendimento. As variáveis demográficas analisadas foram: sexo, idade, cor, cidade, UBS de origem, estado civil, escolaridade, renda, tabagismo, etilismo. As variáveis clínicas coletedas foram: pressão arterial, peso, altura, IMC. Quanto aos registros laboratoriais foram coletados dados referentes a Creatinina, Glicemia de jejum, Hemoglobina e Hemoglobina glicada, colesterol total, HDL e LDL. O levantamento das medicações utilizadas: IECA, BRAT, Betabloqueadores, Estatina, AAS, diuréticos, Insulina, Biguanida, Sulfoniuréia e Fibrato. Como também tempo de acompanhamento e número de consultas. CONCLUSÃO: A cor, a renda e a educação apresentaram baixo impacto na progressão da HAS, do DM e da DRC. Apenas a renda impactou na progressão do diabetes mellitus, possívelmente pelo fato do acesso às medicações pela população com menor renda ser restrito às classes disponíveis no SUS. Observamos sim, associações das patologias com gênero, analfabetismo e cor, porém essas variáveis não impactaram na progressão avaliada ao final do estudo. Acreditamos que o modelo universal do sistema de saúde aliado ao modelo de atenção interdisciplinar tenham suplantados as diferenças socioeconômicas. / INTRODUCTION: Chronic noncommunicable diseases (CDN) are led by causes of death worldwide, killing about 15 million women and men between the ages of 30 and 70 each year (WHO, 2017). Graves increase rates and vulnerabilities, emerging as a serious public health problem worldwide (WHO, 2014). Rating: 0.0 The main risk factors for cardiovascular disease, chronic kidney disease and diabetes social factors such as education, occupation, income, gender and ethnicity (ABEYTA et al; 2012, LASH, 2009, SIEGEL, LUENGEN and STOCK, 2013). OBJECTIVES: medical prescription of risk factors in patients with hypertension, diabetes mellitus and chronic kidney disease; Correlate Income, Education and Color with social risk factors and the impact of the same clinical indicators of control. METHODS: This is a longitudinal retrospective cohort study covering the period from August 2010 to December 2014. The following inclusion criteria were used: users older than 18 years and who had at least 2 visits in the Hiperdia Juiz de Fora period from August 2010 to December 2014. Eligible users were referred to primary health care in the area covered by the Center. Demographic information is collected at admission and the other variables are collected at the attendance level. As demographic variables analyzed were: sex, age, color, city, UBS, marital status, schooling, income, smoking, alcohol consumption. For clinical clinics: blood pressure, weight, height, BMI, heart rate. The laboratory records of: creatinine, fasting glycemia, hemoglobin and glycated hemoglobin, total cholesterol, HDL and LDL. The application of medications used: ACEI, BRAT, Beta blockers, Statin, AAS, diuretics, Insulin Biguanide, Sulfoniureia and Fibrato. As well as follow-up time and number of queries. CONCLUSION: The ethnicity, an income and an impact on the progression of hypertension, DM and CDR. Only one study on the progression of diabetes mellitus can be done through access to medications by the population with restricted access to the classes available in the SUS. We observed an association of pathologies with gender, illiteracy and color, but these variables did not impact on the progression of the final evaluation of the study. We believe that the universal environment of the health system coupled with the interdisciplinary care model is supplanted as socioeconomic differences.
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Healthy young adults' oral health and associated factors:cross-sectional epidemiological study

Tanner, T. (Tarja) 09 August 2015 (has links)
Abstract The aim of this epidemiological study was to investigate the oral health situation and associated factors among a group of Finnish healthy males born in the early 1990s. A pilot study was carried out in two garrisons of the Finnish Defence Forces in July 2010 to evaluate and time the various parts of the protocol (n = 256 men and women). In the main study, oral health of 13,564 men and 255 women who entered the military service in 2011 was screened for restorative treatment need (DT), dental history (DMFT) and periodontal status (CPI and BOP). In this cross-sectional study, a representative sample of the entire group of draftees in 2011 was achieved by examining all conscripts in 15 out of 20 garrisons and every fifth conscript in alphabetical order randomising the subjects in the five largest garrisons. Also 8,539 men answered a questionnaire covering their smoking and snuffing habits and alcohol use as well as other behaviour and background factors. BOP was available on 6,596 conscripts. The findings suggested stagnation in the improvement or even deterioration of the caries status in young healthy males. Among the study group of young male adults, caries burden was polarised, mainly due to primary caries. Prevalence of smoking was alarmingly high (39.6%). Smoking significantly increased the odds for restorative treatment need, high BOP or high CPI and was associated with other behaviour related to poor health. Snuffing and alcohol use were not associated with caries prevalence, BOP and CPI in the study group. The importance of the place of residence to caries experience was evident, but the impact decreased when health behaviours were included in the statistical analyses. Sociodemographic factors were associated with oral health among young men. In conclusion, health behaviour of young Finnish males does not support good oral health, and therefore caries control continues to be a challenge. Both health behaviours and environmental factors are associated with oral health, which should be considered in oral health promotion. / Tiivistelmä Tämän epidemiologisen tutkimuksen tavoitteena oli tutkia 1990-luvulla syntyneiden perusterveiden suomalaisten nuorten miesten suun terveyden tilannetta ja siihen vaikuttavia taustatekijöitä. Pilottitutkimuksessa heinäkuussa 2010 testattiin tutkimusprotokolla ja arvioitiin sen soveltuvuus epidemiologiseen tutkimukseen. Pilottitutkimus tehtiin kahdessa Puolustusvoimien varuskunnassa, ja siihen osallistui yhteensä 256 varusmiestä Epidemiologinen tutkimus tehtiin tammikuussa ja heinäkuussa 2011 kahdessakymmenessä varuskunnassa. Kliininen tarkastus tehtiin kaikille alokkaille lukuun ottamatta viittä suurinta varuskuntaa, joissa tutkimukseen valittiin joka viides alokas. Tutkimukseen osallistui yhteensä 13 564 miestä ja 255 naista. Heiltä selvitettiin korjaavan hoidon tarve (DT) ja hoidon historia (DMFT) sekä korkein parodontaalisen hoidon tarve indeksihampaista (CPI). Ikenien vuotoindeksi (BOP) mitattiin 6 596 varusmieheltä. Kliinisen tarkastuksen lisäksi 8 539 varusmiestä vastasi kyselyyn, jolla selvitettiin muun muassa heidän tupakointi-, nuuskaus- ja alkoholinkäyttötottumuksiaan sekä muuta terveyskäyttäytymistä ja sosioekonomisia ja -demografisia taustatietoja. Tulosten perusteella suomalaisten nuorten miesten kariologinen tilanne ei ole enää parantunut vaan jopa hieman huonontunut aiempiin tutkimuksiin verrattuna. Karieskertymä on polarisoitunut tutkimusjoukossa, ja suurin osa löydöksistä oli uusia kariesleesioita. Varusmiehistä jopa 39,6 % tupakoi päivittäin. Tupakoinnin ja lisääntyneen kariologisen ja parodontaalisen hoidon tarpeen sekä huonon terveyskäyttäytymisen välillä havaittiin yhteys. Nuuskaaminen ja alkoholin käyttö eivät vaikuttaneet todettuun kariologisen ja parodontaalisen hoidon tarpeeseen tässä tutkimuksessa. Varusmiehen asuinpaikka vaikutti kariologisen hoidon tarpeeseen, mutta vaikutus väheni, kun terveyskäyttäytyminen otettiin analyyseihin mukaan. Myös varusmiehen omalla sekä hänen vanhempiensa koulutustaustalla oli vaikutusta nuorten miesten suun terveyteen. Tutkimuksen perusteella voidaan sanoa, että suomalaisten nuorten miesten terveyskäyttäytyminen ei tue hyvää suun terveyttä, jonka takia karieksen hallinta tulee olemaan haastavaa myös tulevaisuudessa. Sekä terveyskäyttäytyminen että ympäristö vaikututtavat suun terveyteen, mikä on tärkeä pitää mielessä terveyden edistämistyössä.
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Atividade física em diferentes contextos em escolares do Nordeste do Brasil, 2011 e 2016

Guimarães, Ana Claudia Santos Silva 28 June 2018 (has links)
Introduction: The Insufficient Physical Activity Level (IPAL) resulting from Leisure Time, School Physical Education classes and Displacement mode is a harmful factor for adolescents' health and may be associated with economic, social, demographic and behavioral indicators. Objective: To analyze the prevalence and association of the Insufficient Level of Physical Activity in the domains of Leisure, School and Displacement in relation to demographic, socioeconomic factors and risk behaviors in students in the state of Sergipe, Brazil, 2011-2016. Methods: The study was carried out in two epidemiological surveys with a cross-sectional design, carried out in 2011 and 2016, with a representative sample of students from the Sergipe State Teaching Network, composed of 8143 adolescents (2011 = 3992, 2016 = 4151), aged between 14 and 19 years. The instrument used was the Global School-based Student Health Survey (GSHS). The development originated two studies, each with three dependent variables related to IPAL domains, the first being associated with sociodemographic characteristics, and the second with health risk behaviors. The data were analyzed in the form of descriptive statistics, the application of the Chi-square test for inferential analysis and the Gross and Adjusted Logistic Binary Logistic Regression for association among the variables. Results: There was a high prevalence of IPALs among adolescents. In study 1, IPAL in Lazer was associated with female students and the 3rd year of high school in both surveys, and with day shift and white skin color only in the year 2016. With IPAL Escolar, were associated with female, night shift and urban residents in both years of research; with white skin color in 2011 and those with the highest socioeconomic level in 2016. The IPAL of Displacement was significant for the night shift, residents of the rural area, with mothers of higher educational level and who had a family income above 2 minimum wages in the year 2011; in 2016 the same odds were maintained except for the family income. In study 2, IPAL in Lazer was associated with exposure to sedentary behavior in both surveys, not smoking tobacco in 2011, and with non-users of drugs and consuming low portions of fruit in the year 2016. The IPAL School was associated with low fruit consumption and IPAL in Displacement with non-use of tobacco. Conclusion: It was evidenced a high prevalence of IPAL among the surveys and the Physical Activity domains are associated differently with sociodemographic and behavioral aspects, depending on the characteristics, the IPAL of Displacement being the only domain influenced by economic aspects. / Introdução: O Nível Insuficiente de Atividade Física (NIAF) resultante do tempo de Lazer, das aulas de Educação Física Escolar e do modo de Deslocamento constitui fator prejudicial à saúde dos adolescentes e pode estar associado a indicadores econômicos, sociais, demográficos e comportamentais. Objetivo: Analisar a prevalência e a associação do Nível Insuficiente de Atividade Física nos domínios do Lazer, da Escola e do Deslocamento em relação à fatores demográficos, socioeconômicos e de comportamentos de risco em escolares do estado de Sergipe, Brasil, 2011 e 2016. Método: O estudo trata-se de dois levantamentos epidemiológicos com delineamento transversal, realizados em 2011 e 2016, com amostra representativa de escolares da Rede Estadual de Ensino de Sergipe, composta por 8143 adolescentes (2011=3992; 2016=4151), com idade entre 14 e 19 anos. O instrumento utilizado foi o Global School-based Student Health Survey (GSHS). O desenvolvimento originou dois manuscritos, cada qual com três variáveis dependentes relativas aos domínios de NIAF, sendo o primeiro associado com características socioeconômicas, e o segundo com comportamentos de risco à saúde. Os dados foram analisados na forma de estatística descritiva, aplicação do teste do Qui-quadrado para análise inferencial e a Regressão Logística Binária Bruta e Ajustada para associação entre as variáveis. Resultados: Houve elevada prevalência dos NIAFs entre os adolescentes. No estudo 1, o NIAF no Lazer foi associado com os estudantes do sexo feminino e do 3º Ano do Ensino Médio nos dois inquéritos, e com o turno diurno e a cor da pele branca apenas no ano de 2016. Com o NIAF Escolar verificou-se associação com o sexo feminino, do turno noturno e residentes da zona urbana em ambos os anos de pesquisa; com a cor de pele branca em 2011 e os de maior nível socioeconômico em 2016. O NIAF de Deslocamento foi significativo para o turno noturno, residentes da zona rural, com mães de nível superior de escolaridade e que possuíam renda familiar acima de 2 salários mínimos no ano de 2011; em 2016 manteve-se as mesmas chances com exceção da renda da família. No estudo 2, o NIAF no Lazer apresentou associação com a exposição ao comportamento sedentário nos dois inquéritos, com o fato de não fumar tabaco em 2011, e com os não usuários de drogas e que consumiam baixas porções de frutas no ano de 2016. O NIAF Escolar foi associado com o baixo consumo de frutas e o NIAF no Deslocamento com o não uso do tabaco. Conclusão: Foi evidenciado elevadas prevalências de NIAF entre os inquéritos e os domínios de Atividade Física se associam diferentemente com aspectos sociodemográficos e comportamentais, a depender das características, sendo o NIAF de Deslocamento o único domínio influenciado por aspectos econômicos. / São Cristóvão, SE

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