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Efeito da estocagem da goiabada a diferentes temperaturas sobre os teores de carotenóides e de ácido ascórbico /

Pinto, Jamilla Teixeira. January 2006 (has links)
Orientador: Célia Maria de Sylos / Banca: João Bosco Faria / Banca: Neura Bragagnolo / Mestre
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Níveis séricos de vitamina D associados com indicadores da síndrome metabólica na população brasileira /

Pesarini, João Renato. January 2013 (has links)
Orientador: Lucia Regina Ribeiro / Coorientador: Mário Sérgio Mantovani / Banca: Denise Crispim Tavares / Banca: Maria Izabel Souza Camargo / Resumo: Atualmente reconhece-se um importante papel nutricional da vitamina D e acredita-se que a deficiência da mesma não seja uma realidade em países onde a incidência solar é alta em todas as estações do ano. No entanto, uma série de estudos recentes mostram que os níveis séricos de vitamina D na população destes países encontram-se abaixo do ideal e outros estudos levam a crer que o aumento dos níveis séricos de vitamina D está diretamente relacionado ao perfil lipídico de pessoas com baixa incidência de dislipidemia. Frente ao exposto, o presente estudo avaliou os níveis séricos de vitamina D, em uma amostra da população brasileira, e os correlacionou com os fatores de risco para a Síndrome Metabólica e outros efeitos relacionados. Por meio da correlação de Pearsons, os resultados mostraram que existe tendência que indica uma correlação inversamente proporcional entre níveis de vitamina D sérica e a circunferência abdominal (r = -0,047, p = 0,403), o colesterol HDL (r = -0,082, p = 0,144), o triglicerídeo (r = -0,080, p = 0,150) e a glicose (r = -0,005, p = 0,934). Outros parâmetros que não são utilizados para o diagnóstico da Síndrome Metabólica como o colesterol LDL (r = -0,159, p = 0,004), os ácidos graxos livres (r = -0,049, p = 0,384) e a porcentagem de gordura corpórea (r = -0,097, r = 0,083), foram também avaliados e somente o colesterol LDL apresentou uma correlação inversamente proporcional significativa em relação à variável dependente. Apesar de não usados para o diagnóstico da Síndrome Metabólica, faz-se necessário salientar que esses parâmetros bioquímicos estão diretamente relacionados ao aumento do risco para o desenvolvimento da obesidade e da aterosclerose, enfermidades que acometem também pacientes com Síndrome Metabólica. Este estudo contribui para... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: Currently, an important nutritional role of vitamin D is recognized and infers that its deficiency is not a reality in countries where the solar incidence is high throughout the year. However, a series of recent studies show that vitamin D serum levels in these countries are less than ideal and other studies suggest that the increased of vitamin D serum levels is directly related to the lipid profile of people with low incidence of dyslipidemia. Based on these, the present study evaluated the serum levels of vitamin D in a sample of the Brazilian population, and correlated them with risk factors for metabolic syndrome and others. Through the Pearsons correlation, the results showed that there is tendency indicating an inverse correlation between serum levels of vitamin D and waist circumference (r = -0.047, p = 0.403), HDL cholesterol (r = -0.082, p = 0.144), triglycerides (r = -0.080, p = 0.150) and glucose (r = -0.005, p = 0.934). Other parameters that are not used for the diagnosis of Metabolic Syndrome as LDL cholesterol (r = -0.159, p = 0.004), free fatty acids (r = -0.049, p = 0.384) and body percentage fat (r = - 0.097, r = 0.083), were also evaluated and only the LDL cholesterol showed a significant inverse correlation related to the dependent variable. Despite of not used for the Metabolic Syndrome diagnosis it is necessary point out that these biochemical parameters are directly related to the increased risk for the development of obesity and atherosclerosis that are also diseases that affect patients with Metabolic Syndrome. This study helps to demonstrate not only osteoporosis, but also other non-classical vitamin D deficiency such as how cardiovascular disease can be prevented and even treated effectively, since LDL-cholesterol, the main... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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Desenvolvimento de sistemas para veiculação de vitamina C, avaliação da estabilidade química, permeação e retenção cutânea /

Ferreira, Guilherme Alves. January 2012 (has links)
Orientador: Hérida Regina Nunes Salgado / Coorientador: Marco Antonio Corrêa / Banca: Vera Lucia Borges Isaac / Banca: Marilisa Guimarães Lara / Resumo: O ácido ascórbico (AA), conhecido como vitamina C, é vital para o funcionamento das células e isso é particularmente evidente no tecido conjuntivo, pois é co-fator de duas enzimas essenciais na biossíntese do colágeno, a lisil e prolil hidroxilase. Aumenta a absorção de ferro e através de sua capacidade antioxidante protege as células e tecidos contra os danos oxidativos provocados pelos radicais livres e espécies reativas de oxigênio. No entanto, o AA quando incorporado em sistemas para o uso tópico é instável e por isso, é necessário que seja avaliada a sua estabilidade química. Este trabalho teve como objetivo desenvolver sistemas que auxiliem na estabilidade do AA, e para a avaliação da sua estabilidade química, foram propostos métodos de quantificação aplicados ao longo do tempo. Foram utilizados três métodos para a determinação e quantificação do AA, dois métodos titulométricos, que utilizam o NBS e o IODO como agentes titulantes e o método de inibição do radical DPPH (MIR), todos de baixo custo e fácil reprodutibilidade. Também foram realizados os ensaios in vitro de liberação, permeação e retenção cutânea para avaliar a eficácia do sistema que melhor auxiliou na manutenção da estabilidade química do AA ao longo do tempo. Foram preparados sistemas binários constituídos por propilenoglicol e água, sistemas contendo agregados supramoleculares (microemulsões e sistemas líquido cristalinos) e sistema emulsionado, e todos os sistemas foram adicionados de AA a 1%. Dentre os métodos de escolha o MIR foi validado por ser eficiente na quantificação de todos os sistemas propostos, diferentemente dos métodos titulométricos, que não foram adequados para os sistemas contendo agregados supramoleculares. O AA presente nos sistemas binários e sistemas contendo agregados supra moleculares foi determinado... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: Ascorbic acid (AA), known as vitamin C is vital to the functioning of cells and this is particularly evident in the tissue, it is a cofactor for two essential enzymes for the biosynthesis of collagen, the lysyl and prolyl hydroxylase. Increases iron absorption and by its antioxidant protects cells and tissues against oxidative damage caused by free radicals and reactive oxygen species. However, when the AA incorporated into systems for topical use is unstable and therefore it must be evaluated their chemical stability. This study aimed to develop systems that aid in the stability of AA, and to evaluate their chemical stability, have been proposed quantification methods applied over time. Three methods were used for the determination and quantification of AA, two titrimetric methods, using NBS and iodine agents as titrants and method of inhibiting the radical DPPH (MIR), all of low cost and easily reproduced. Were also performed in vitro release, permeation and skin retention to evaluate the effectiveness of the system that best helped in maintaining the AA chemical stability over time. Binary systems were prepared consisting of propylene glycol and water system containing supramolecular aggregates (microemulsions and liquid crystalline systems) and emulsified system, in all systems were added 1% of AA. Among the methods of choice has been validated by the MIR to be effective in the quantification of all the systems proposed, unlike titrimetric methods, which are not suitable for systems containing supramolecular aggregates. The AA present in binary systems and systems containing molecular aggregates was determined above, and these systems have been less effective in relation to the emulsified system O/A, which showed greater ability to maintain the stability of AA with 63.98% content active throughout the 90... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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Influência do suco de laranja na microbiota intestinal humana /

Duque, Ana Luiza Rocha Faria. January 2016 (has links)
Orientador: Katia Sivieri / Coorientador: Magali Monteiro da Silva / Banca: Elaine Cristina Pereira de Martinis / Banca: Thais Borges Cesar / Resumo: A microbiota intestinal apresenta impacto direto na saúde do hospedeiro sendo fortemente influenciada pela dieta. O consumo de suco de laranja vem sendo associado à redução do risco de desenvolvimento de doenças crônicas, principalmente devido à presença de compostos bioativos. Os compostos bioativos presentes no suco de laranja, especialmente os polifenóis, também podem estar relacionados com a composição e o metabolismo da microbiota intestinal. O objetivo desse trabalho foi avaliar a influência do suco de laranja fresco e pasteurizado sobre a microbiota intestinal usando o Simulador do Ecossistema Microbiano Humano (SEMH®). O SEMH® foi utilizado para investigar a fermentação do suco de laranja ao longo do cólon e para avaliar as alterações na composição e no metabolismo microbiano. A atividade antioxidante dos sucos e das amostras dos compartimentos do SEMH® também foi avaliada. Foi observado no tratamento com suco de laranja fresco aumento (p≤0,05) das populações de Lactobacillus spp., Enterococcus spp., Bifidobacterium spp. e Clostridium spp. e diminuição (p≤0,05) de enterobactérias, enquanto no tratamento com suco de laranja pasteurizado houve aumento (p≤0,05) da população de Lactobacillus spp. e diminuição (p≤0,05) de enterobactérias. A análise de PCR-DGGE mostrou redução dos valores de riqueza da população de bactérias totais para ambos os sucos. Em relação ao metabolismo microbiano, foi observado aumento (p≤0,05) da produção de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) e diminuição (p≤0,05) do conteúdo de íons amônio no tratamento com os sucos de laranja fresco e pasteurizado. A atividade antioxidante das amostras dos compartimentos do SEMH® no tratamento com os sucos de laranja foi elevada, com ligeira redução em comparação àquela do suco fresco e do suco pasteurizado.... / Abstract: The gut microbiota has a direct impact on host's health being strongly influenced by diet. Orange juice consumption has been associated with a reduced risk of chronic diseases, largely because of the presence of bioactive compounds. The bioactive compounds present in orange juice, particularly polyphenols, may also be associated with the composition and metabolism of gut microbiota. The aim of this work was to evaluate the influence of fresh orange juice and pasteurized orange juice on gut microbiota using the Simulator of the Human Intestinal Microbial Ecosystem (SHIME®). SHIME® was used to investigate orange juice fermentation throughout the colon and to assess changes in microbial composition and microbial metabolism. Antioxidant activity of the SHIME® vessels and juice was also evaluated. An increase (p≤0.05) in Lactobacillus spp., Enterococcus spp., Bifidobacterium spp. and Clostridium spp. population was observed in fresh orange juice treatment, as well as a reduction (p≤0.05) in enterobacteria. Regarding pasteurized orange juice treatment, an increase (p≤0.05) in Lactobacillus spp. population and a decrease (p≤0.05) in enterobacteria was observed. The PCR-DGGE analysis showed a reduction in total bacteria population richness values on both juices. According to microbial metabolism, an increasing (p≤0.05) of short-chain fatty acids (SCFA) production and decreasing (p≤0.05) of ammonium was observed for two juices treatments evaluated. The antioxidant activity of the samples from the SHIME® vessels in the orange juice treatments was high, with a slight reduction compared to that of fresh juice and pasteurized juice. Both fresh and pasteurized orange juice influenced on gut microbiota according to Principal Component Analysis (PCA), which enabled to differentiate the orange juice treatments from control and washout periods. Both juices ... / Mestre
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Suplementação alimentar com vitamina C e desempenho zootécnico de girinos de rã-touro (Rana catesbeiana) /

Colombano, Neidison Carneiro. January 2005 (has links)
Orientador: Flavio Ruas de Moraes / Coorientador: Marta Verardino de Stéfani / Banca: João Batista Kochenborger Fernandes / Banca: Maurício Laterça Martins / Resumo: O presente trabalho avaliou os efeitos da suplementação de vitamina C sobre o desempenho zootécnico de girinos de rã-touro (Rana catesbeiana), com peso médio de 0,0123g ± 0,002g. Distribuídos em quatro grupos, alocados em 16 caixas de amianto impermeabilizadas, com capacidade para 40 L de água, na densidade de um girino L-1, os animais receberam dieta suplementada com zero controle), 1.000, 1.500 e 2.000mg de vitamina C kg-1 de ração, constituindo os grupos T0, T1, T1,5 e T2, durante 75 dias. Foram avaliados a taxa de sobrevivência, porcentagem de girinos que se metamorfosearam em imagos, ganho de peso, taxa de crescimento específico e contagem diferencial de células no sangue. Os resultados mostraram que a melhor taxa de sobrevivência (93%), a melhor porcentagem de girinos que se metamorfosearam em imagos (29%), o maior ganho de peso (4,22g), e a melhor taxa de crescimento específico (6,03%/dia), foi observado nos girinos que receberam a suplementação de 2000mg vit C kg-1 ração. O pior desempenho foi observado nos girinos que não receberam vitamina C. Não se observou diferença significativa na contagem diferencial de células (leucócitos, trombócitos) entre os diferentes tratamentos. Os resultados sugerem que 2000/mg de vitamina C Kg-1 é uma boa opção para melhorar os índices de ganho de peso, taxa de crescimento específico, porcentagem de girinos que se metamorfosearam em imagos e taxa de sobrevivência na criação de girinos de rã-touro / Abstract: The present study evaluated the effects of vitamin C supplementation about the performance indexes of bull frog tadpoles (Rana catesbeiana) with middleweight of 0,0123g ± 0,002g. Distributed in four groups, allocated in 16 boxes of water proof (40 L), the density was of 1 tadpole L-1, The animals received diet supplemented with zero (control), 1,000, 1,500 e 2,000 mg of vitamin C Kg-1 of food, constituting the groups T1, T2, T3 e T4, for 75 days. They were evaluated in this survival rate, tadpole percentage that were metamorphosed in imago, weight gain, specific growth rate and cells differential counting in the blood. The results showed: the best survival rate (93%), the best tadpoles percentage that were metamorphosed in imago (29%), the biggest weight gain of the tadpoles (4,22g), and the best rate of specific growth (6,03%), was observed in the tadpoles that received a supplementation of 2,000mg vit C kg-1 ration. The worst performance was observed in the tadpoles that did not receive vitamin C. Significant difference in the cells differential counting was not observed (Leukocytes and trombocytes) among different treatments. The results suggest that 2000mg of vitamin C Kg-1 is a good option to improve the weight gain indices, specific growth rate, tadpoles percentage that were metamorphosed in imago and survival rate of the frog-bull tadpoles creation / Mestre
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Associação entre níveis séricos de vitamina D, estilo de vida e pressão arterial em pacientes com diabete melito tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica

Moreira, Juliano Soares Rabello January 2017 (has links)
Introdução e Objetivos: Valores séricos de vitamina D têm sido inversamente associados com índice de massa corporal (IMC) e pressão arterial (PA) na população em geral. Sendo a obesidade um fator de risco para hipovitaminose D e, considerando o fato de a maior parte dos pacientes com diabete melito (DM) tipo 2 serem obesos e hipertensos, o objetivo deste estudo foi avaliar a deficiência de vitamina D com parâmetros nutricionais, metabólicos e níveis de pressão arterial nessa população. Métodos: Neste estudo transversal, pacientes ambulatoriais hipertensos com DM tipo 2 realizaram avaliação clínica, nutricional e laboratorial. PA foi avaliada por medidas em consultório (Omron HEM-705CP) e Monitorização Ambulatorial de 24 horas (MAPA; Spacelabs®). Atividade física foi avaliada por contagem diária de passos (Pedômetro-Yamax Digi-Walker®), composição corporal por Densitometria por emissão de raios X de dupla energia (DXA Lunar Prodigy®) e dieta por questionário alimentar de frequência. Resultados: Um total de 116 pacientes com idade média de 65,0±8,9 anos, 43% masculino, com IMC 30,3±4,1kg/m², duração do DM 11,5 (5-19) anos, HbA1c 7,2 (6,5-8,3)%, e PA de consultório 150,7±20,9/83,5±11,0mmHg foram incluídos. A 25(OH)D média foi 21,0 (16,0-26,9)ng/ml e 43% dos pacientes foram considerados deficientes [25(OH)D<20 ng/ml]. Na MAPA, pacientes deficientes mostraram maior PA sistólica em 24h (135,7±10,2 vs. 130,2±13,3mmHg; P=0,016) e em vigilia (138,1±11,3 vs. 132,8±13,4mmHg; P=0,026) comparado aos não deficientes. Menor contagem de passos [4350,0 (2647,8-6598,0) vs. 6390,6 (4706,9-8081,1)passos/dia], menor cálcio urinário em 24 horas [47,0 (32,0-141,2) vs. 89,5 (67,7-152,5)mEq] e maior massa de gordura (30,8±8,2 vs. 27,2±6,6Kg) ocorreram em deficientes quando comparado aos não deficientes. Consumo de leite (35,6 vs. 64,4%; P=0,009) e peixe (31,2 vs. 68,8%; P<0,001) foi menor em pacientes com do que sem deficiência de vitamina D. Em análise multivariada, ajustada para massa de gordura e coleta dos dados no inverno, <5000 passos/dia (OR=3,30; IC95% 1,34-8,12), não consumo de leite e peixe (OR=6,56; IC95% 2,52-17,17) e ambos número <5000 passos/dia e não consumo de leite/peixe (OR=7,24; IC95% 2,19-23,90) permaneceram associados com deficiência de vitamina D. Conclusão: Deficiência de vitamina D é altamente prevalente em pacientes hipertensos e com DM tipo 2 e foi associada com elevada PA sistólica (MAPA), pouca atividade física e ausência de consumo de peixe e leite na dieta.
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Efeitos da suplementação de vitamina A nos parâmetros redox e resposta inflamatória de ratos Wistar treinados

Petiz, Lyvia Lintzmaier January 2017 (has links)
A vitamina A (VA), uma vitamina lipossolúvel obtida na dieta, exerce um papel fundamental em vários processos fisiológicos e metabólicos, como a transcrição genética e a resposta imune. É armazenada no fígado, e frequentemente utilizada como antioxidante. A ingestão de suplementos é uma prática comum para a prevenção do estresse oxidativo, especialmente um estresse induzido por exercício. Dependendo da carga, a sinergia entre exercício, equilíbrio redox e sistema imunológico pode ser prejudicial, e é possível usar a suplementação como estratégia para a prevenção de lesões. Neste estudo, investigamos o papel da suplementação de VA nos parâmetros redox e resposta inflamatória do soro, músculo esquelético e fígado de ratos Wistar adultos treinados. Durante oito semanas, os animais foram submetidos a um treino de natação 5x por semana e ingestão diária de 450 equivalentes de retinol. A VA comprometeu a capacidade antioxidante total do soro adquirida pelo exercício, sem alteração nos níveis de IL-1β e TNF-α. No músculo esquelético, a VA causou peroxidação lipídica e dano proteico sem interferir na atividade das enzimas antioxidantes; no entanto, a VA diminuiu o imunoconteúdo de SOD1 e SOD2. Além disso, a VA diminuiu o imunoconteúdo da citocina anti-inflamatório IL-10 e da chaperona HSP70, duas proteínas importantes no processo de adaptações ao exercício e prevenção de danos teciduais. No fígado, a VA também causou dano lipídico e proteico, além de inibir o aumento da expressão de HSP70. O exercício sozinho aumentou a atividade das enzimas antioxidantes, e a VA inibiu esse aumento. Ainda assim, as citocinas pró-inflamatórias IL-1β e TNF-α apresentaram níveis mais baixos e a anti-inflamatória IL-10 aumentou no grupo exercitado e suplementado com VA. Ambos os grupos exercitados apresentaram níveis mais baixos do imunoconteúdo do receptor RAGE, mostrando que a VA não afetou esse fator. Em conclusão, no músculo esquelético, a suplementação de VA causou dano oxidativo e atenuou algumas importantes adaptações positivas adquiridas com o exercício; no entanto, apesar de a VA ter causado danos oxidativos no fígado, exerceu efeitos protetores liberando mediadores pró-inflamatórios. Portanto, a suplementação com VA parece ser prejudicial para o músculo esquelético, o tecido mais recrutado durante o treino, sem prejuízo para o local onde ocorre seu armazenamento e metabolismo, o fígado. / Vitamin A (VA), a fat-soluble vitamin obtained in daily diet, exerts a fundamental role in several physiological and metabolic processes, such as gene transcription, and the immune response. It is stored in the liver, and usually applied as an antioxidant. Supplement intake is a common practice for oxidative stress prevention, especially an exercise-induced stress. Depending on the working load, exercise, redox balance, and immune system synergy can be harmful, and supplementation can be applied as a strategy for injury prevention. In this study, we investigated the role of VA supplementation on redox and immune responses in the serum, skeletal muscle and liver of adult Wistar trained rats. Over eight weeks, animals were submitted to swimming exercise training 5x/week and a VA daily intake of 450 retinol equivalents/day. VA impaired the total serum antioxidant capacity acquired by exercise, with no change in IL-1β and TNF-α levels. In skeletal muscle, VA caused lipid peroxidation and protein damage without differences in antioxidant enzyme activities; however, immunocontent analysis showed that expression of SOD1 was downregulated, and upregulation of SOD2 induced by exercise was blunted by VA. Furthermore, VA decreased anti-inflammatory IL-10 and HSP70 immunocontent, important factors for positive exercise adaptations and tissue damage prevention. In the liver, VA also caused lipid and protein damage, in addition to inhibiting the increase of HSP70 expression. Exercise alone increased the activity of antioxidant enzymes, and VA inhibited this improvement. Still, pro-inflammatory cytokines IL-1β and TNF-α showed lower levels and anti-inflammatory IL-10 was increased in the exercised group supplemented with VA. Both exercised groups had lower levels of the receptor RAGE immunocontent, showing that VA did not affect this factor. In conclusion, VA caused oxidative damage and blunted some important positive adaptations acquired with exercise in the skeletal muscle; however, even though VA caused oxidative damage in the liver, it exerted protective effects by releasing pro-inflammatory mediators. Therefore, VA supplementation appears to be detrimental to skeletal muscle, the most recruited tissue during exercise training, without harm for its storage and metabolism site, the liver.
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Investigação do mecanismo de indução de distúrbio comportamental em ratos Wistar adultos perante suplementação com vitamina A

Oliveira, Marcos Roberto de January 2010 (has links)
Fora o papel de micronutriente essencial à manutenção da fisiologia celular de mamíferos, a vitamina A é utilizada como fármaco no tratamento de patologias que vão desde distúrbios dermatológicos até certas formas de câncer. Embora a utilização de vitamina A na clínica venha sendo considerada segura, trabalhos mostram que a toxicidade exercida pela vitamina A atinge praticamente qualquer tecido, com conseqüências que podem comprometer a qualidade de vida do paciente. Além disso, o consumo inadvertido de vitamina A na forma de ésteres de retinol (palmitato de retinol, acetato de retinol) adicionados a alimentos colabora para a aquisição de mais vitamina A além daquilo recomendado para a vida saudável. Alguns estudos mostram que, a nível cognitivo, a ingestão excessiva de vitamina A pode levar à irritabilidade, distúrbios do sono, distúrbios alimentares, ansiedade, déficits de aprendizado e de memória, depressão e tentativa de suicídio. No entanto, embora estes efeitos sejam alarmantes e, mais preocupante, possam atingir indivíduos que não têm histórico de doença mental na família, não se tem uma clara visão acerca dos mecanismos envolvidos no desenvolvimento destes males. Então, decidimos investigar, neste trabalho, as conseqüências de uma suplementação com vitamina A na forma de palmitato de retinol nas doses de 1000, 2500, 4500 e 9000 UI/kg.dia-1 por 28 dias sobre os estados redox e bioenergético de regiões cerebrais envolvidas em disfunções neuropsiquiátricas como ansiedade e depressão (substantia nigra, estriado, hipocampo, hipotálamo, córtex frontal, córtex cerebral total e cerebelo) em ratos Wistar machos adultos (3 meses). Ainda, analisamos o imunoconteúdo de α- e β- sinucleínas, bem como o do receptor para produtos terminais de glicação avançada (RAGE) e do receptor dopaminérgico D2. Também avaliamos o efeito da vitamina A sobre a quantidade de fator de necrose tumoral-α (TNF-α) e o destino celular via ativação das enzimas pró-apoptóticas caspase-3 (via intrínseca) e caspase-8 (via extrínseca). Além destes parâmetros, observamos o comportamento dos animais em campo aberto e em três tarefas diferentes de abordagem de depressão. Encontramos disfunção mitocondrial considerando a cadeia transportadora de elétrons, aumento na quantidade de α-sinucleína e de RAGE, diminuição no nível de receptor D2 e aumento na atividade de caspase-3. A nível comportamental, a suplementação com vitamina A induziu ansiedade, mas não depressão neste modelo experimental. Assim, tais alterações, algumas vezes globais no sistema nervoso central (SNC) dos animais, podem ter um importante papel no desenvolvimento de distúrbio cognitivo, como ansiedade e, provavelmente, possa causar uma facilitação para o estabelecimento de futura neurodegeneração e declínio cognitivo. / In addition to the role of essential micronutrient to the maintenance of mammalian cells physiology, vitamin A has been utilized as an alternative drug during therapy of diseases that vary from dermatological disturbances to some types of cancer. Even thought the clinical utilization of vitamin A has been take as safe, some works demonstrate that the toxicity elicited by vitamin A affects virtually any tissue, leading to decreased life quality. Furthermore, inadvertent intake of vitamin A through vitamin A esters added to food facilitates the acquisition of excessive vitamin A. Some studies have shown that excessive vitamin A intake may induce cognitive decline, including irritability, sleep disturbances, metabolic impairments, anxiety, decreased capacities to learn and memory, depression, and suicide ideation. Nevertheless, even thought the alarming effects seen here and, more concerning, may affect subjects without prior clinical history to mental illness, the mechanisms around the development of such effects are not completely understood. Then, we decided to investigate here the consequences of vitamin A supplementation as retinol palmitate at 1000, 2500, 4500, or 9000 IU/kg.day-1 for 28 days on redox and bioenergetics states in cerebral regions that may be affected during neuropsychiatric dysfunctions, for instance anxiety and depression (substantia nigra, striatum, hippocampus, hypothalamus, frontal cortex, total cerebral cortex, and cerebellum), in adult male Wistar rats (90 days old). Moreover, we analyzed the amount of α- e β-synucleins, as well as that of receptor for advanced glycation end products (RAGE) and dopaminergic receptor D2. We also investigated the effect of vitamin A supplementation on tumor necrosis factor-α (TNF-α) levels and, regarding cell fate, we quantified caspase-3 (intrinsic pathway) and caspase-8 (extrinsic pathway) enzyme activity, which are pro-apoptotic enzymes. In addition to these molecular parameters, we have observed rat behavior in an open field apparatus and during three different tasks related to the study of depression. Overall, we found mitochondrial dysfunction regarding the mitochondrial transfer chain, increased amounts of α-synuclein and RAGE, decreased D2 levels, and increased caspase-3 enzyme activity. Regarding rat behavior, vitamin A supplementation induced anxiety-like behavior, but not depressionrelated behavior in this experimental model. Concluding, the effects elicited by vitamin A supplementation, which were observed to affect virtually any rat brain region investigated here, may take an important role during cognitive impairment, as for example anxiety, and it is plausible that this vitamin may induce a facilitation to future neurodegeneration and cognitive decline.
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Efeitos da suplementação com vitamina A sobre parâmetros bioquímicos, de estresse oxidativo e comportamentais em modelo animal de menopausa por ovariectomia bilateral

Behr, Guilherme Antônio January 2013 (has links)
Introdução: A caracterização de alterações metabólicas, associadas ao aumento nos níveis de estresse oxidativo, em mulheres na menopausa ganhou força na última década. Alterações no estado redox similares às observadas em mulheres durante o declínio da atividade hormonal do ovário podem ser obtidas experimentalmente pela ovariectomia bilateral de ratas. A busca por tratamentos alternativos que possibilitem uma melhora na qualidade de vida da mulher na menopausa é realmente de grande importância. Objetivos: Os objetivos desta tese foram: I – determinar os parâmetros de estresse oxidativo, bioquímicos e de comportamento que distingam ratas Wistar bilateralmente ovariectomizadas (OVX) de ratas sham (controle); II – investigar os efeitos da suplementação com palmitato de retinol (vitamina A) nas doses de 500 ou 1500 UI/kg/dia, durante 30 dias, nos parâmetros previamente citados, com foco no sistema nervoso central (SNC) e sangue/plasma. Resultados I: A ovariectomia causou aumento no ganho de peso corporal e pronunciada atrofia uterina. Diminuição de triglicerídeos, aumento nos níveis de colesterol total, e redução no teor de ácido úrico no plasma. Verificamos aumento nas atividades das enzimas glutationa peroxidase (GPx) e catalase (CAT) no sangue. Diminuição nas defesas antioxidantes totais não enzimáticas (TRAP e TAR) e nos níveis de tióis proteico e não-proteico no plasma, acompanhado pelo aumento no dano oxidativo às proteínas (carbonil). Observamos também que a relação nas enzimas superóxido dismutase/catalase (razão SOD/CAT) encontra-se aumentada no hipotálamo e córtex frontal, o conteúdo de tióis totais (SH) diminuído no hipocampo, acompanhado de aumento na lipoperoxidação (TBARS) em córtex frontal, nas ratas OVX. Além disso, as ratas OVX apresentaram atividade locomotor/exploratória diminuída nos testes de comportamento. Resultados II: Em uma primeira análise, a suplementação com vitamina A foi capaz de melhorar a capacidade antioxidante em ratas OVX, restaurando as defesas tanto enzimáticas quanto não enzimáticas no plasma, e promovendo a redução nos níveis de dano oxidativo às proteínas plasmáticas. Entretanto, em uma segunda análise, a suplementação com vitamina A diminuiu o comportamento exploratório e o teor de SH no hipocampo em ratas sham; promoveu o aumento na relação SOD/CAT no hipocampo, diminuiu o potencial antioxidante total no hipocampo em ambos os grupos sham e OVX, além de promover aumento nos níveis de TBARS em córtex frontal nas ratas OVX. Conclusão: Mesmo que a suplementação com vitamina A tenha apresentando efeitos antioxidantes em plasma, a mesma acaba por induzir um estado pró-oxidante em regiões cerebrais de ratas OVX. Este trabalho relata pela primeira vez que a vitamina A em doses relativamente baixas pode desencadear efeitos completamente distintos dependendo dos tecidos estudados, sugerindo que deve haver cautela em relação ao uso de suplementos com vitamina A durante a menopausa. / Introduction: Menopause has been reported to be associated with increased oxidative stress and metabolic disorders among women worldwide. Disarrangements in the redox state similar to those observed in women during the decline of ovarian hormonal activity can be obtained experimentally through rat bilateral ovariectomy. The search for alternative treatments to improve life quality in postmenopausal woman is really important. Aims of study: I – to evaluate the oxidative stress, biochemical and behavioral parameters that distinguish sham-operated female rats from Wistar rats bilaterally ovariectomized (OVX). II – to investigate the effects of retinol palmitate (a vitamin A) supplementation (500 or 1500 IU/kg/day, during 30 days) on behavioral parameters, brain structures and blood/plasma redox profiles. Results I: Ovariectomy caused an increase in body weight gain, pronounced uterine atrophy, decreased the plasma triglycerides and the uric acid content, but increased the total cholesterol levels. We found that blood peroxidase activities (catalase and glutathione peroxidase) where increased, plasma non-enzymatic antioxidant defenses (TRAP and TAR), and protein and non-protein SH levels where found to be decreased, which was accompanied by an enhancement on protein oxidative damage (carbonyl). Moreover, we observed that increased hypothalamic and frontal cortex superoxide dismutase/catalase (SOD/CAT) ratio where associated with decreased hippocampal thiol content, and accompanied by an increased frontal cortex lipid oxidative damage (TBARS) in OVX rats. Also, ovariectomy affected the locomotor/exploratory activity which was observed in the behavioral tests. Results II: In a first analysis, vitamin A supplementation was capable to ameliorate antioxidant status in OVX rats, restoring both enzymatic and non-enzymatic defenses, and decreasing protein oxidative damage levels in plasma. However, in a second analysis, vitamin A supplementation decreased locomotor/exploratory behavior and total hippocampal thiol content in sham-operated rats, increased hippocampal SOD/CAT ratio and decreased total antioxidant potential in the hippocampus on both sham and OVX groups, and increased cortical TBARS levels in OVX rats. Conclusion: Even though vitamin A supplementation can act as an antioxidant in plasma, it can also induce a pro-oxidant status in determined brain regions of OVX rats. This is the first research in the literature showing that relatively low vitamin A doses have completely different effects depending on the studied tissue, suggesting that some caution need to be taking when regarding the use of vitamin A supplementation during menopause.
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Efeito da co-exposição materna ao metilmercurio e ao palmitato de retinol durante a gestação e lactação sobre a toxicidade em filhotes em modelo de ratos Wistar

Espitia-Pérez, Pedro Juan January 2018 (has links)
Atualmente a biodisponibilidade de doses baixas de metilmercurio (MeHg) pelo consumo de peixe é muito generalizada. Por outro lado, a vitamina A (VitA) é um nutriente essencial com uma alta presença entre os consumidores globais na dieta normal, alimentos processados e suplementos. O MeHg e um conhecido neurotóxico, mesmo em doses baixas, com a capacidade de afetar diversos órgãos e produzir efeitos deletérios na saúde, especialmente em mulheres gravidas, onde pode desencadear alterações sistêmicas e no neurodesenvolvimento após o nascimento. Adicionalmente, nosso laboratório demostrou com sucesso em modelos animais, os efeitos pró-oxidantes e alterações comportamentais produzidos pela suplementação com VitA em doses consideradas seguras. No entanto, apesar de serem conhecidos os efeitos biológicos do MeHg e da VitA de forma individual, nenhum estudo da literatura avaliou seus efeitos combinados. Então, o objetivo deste trabalho foi investigar os efeitos de uma dose baixa e ambientalmente relevante de MeHg coadministrada com uma dose de suplementação de VitA em ratas gestantes e lactantes sobre o comportamento e tecidos das mães e seus filhotes. Trinta ratas Wistar gravidas (entre 7 e 8 por grupo) foram suplementadas oralmente com azeite mineral (controle), MeHg (0,5 mg/Kg/dia) e palmitato de retinol (7500 μg RAE/Kg/dia) individualmente ou em combinação, desde o início da gestação (GD 0) até o desmame dos filhotes (DPN 21). Nem as mães nem os filhotes apresentaram alterações morfológicas, sistêmicas, toxicológicas ou metabólicas provocadas pelo tratamento de co-exposição MeHg-VitA No entanto, foram encontradas modulações de atividades enzimáticas nas enzimas glutationa- dependentes em forma tecido-específica, assim como efeitos deletérios/benéficos em termos da peroxidação lipídica. Por último, o tratamento MeHg-VitA foi capaz de alterar o processo de aprendizado associativo na etapa neonatal, sem modular o neurodesenvolvimento dos filhotes. Além disso, não produziu alterações comportamentais em idades posteriores, mas afetou a resposta de aprendizado de maneira sexo-dependente. Em conclusão, o tratamento MeHg-VitA sob nosso paradigma de exposição pode modular reações nocivas/benéficas em termos da toxicidade tanto em mães como filhotes, dependendo do tecido estudado, e produzir efeitos in vivo em combinação (MeHg+VitA) completamente diferentes dos efeitos individuais dos compostos. Nossos resultados no modelo animal mostram a importância do cuidado na alimentação de gestantes e lactantes para evitar alterações na saúde da futura criança pelo consumo inadvertido destes compostos em combinação. As respostas pró-oxidantes podem levar a efeitos a nível celular. Além disso, recomendamos mais trabalhos sobre metabolitos ativos do palmitato de retinol que podem ter efeitos benéficos durante casos de intoxicação com MeHg em doses baixas, especialmente no sistema nervoso. As implicações epidemiológicas de nossos resultados ainda são desconhecidas, por tanto são requeridos mais estudos epidemiológicos de seguimento e hábitos alimentares nas populações materna e infantil ao nível mundial. / Actually, low-dose methylmercury (MeHg) bioavailability through fish consumption is ubiquitous. In contrast, vitamin A (VitA) is an essential nutrient with a high presence among global consumers in the regular diet, processed foods, and supplements. MeHg is a well-known neurotoxin, even at low doses, capable of affecting other organs and produce deleterious effects on health, especially in pregnant women, where it can unleash systemic and neurodevelopmental alterations after birth. Additionally, our lab successfully demonstrated, in an animal model, pro-oxidant effects and behavioral disturbances produced by VitA supplementation at doses considered as safe. However, although individual biological effects of the previous compounds are well known, no study in literature evaluated their effects in combination. Thus, the aim of the present work was to investigate the effects of an environmentally relevant low-dose of MeHg co-administered with a supplementation dose of VitA in pregnant and lactating rats on maternal and offspring behavior and tissues. Thirty Wistar female pregnant rats were orally supplemented with mineral oil (control), MeHg (0,5 mg/Kg/day) and retinyl palmitate (7500 μg RAE/Kg/day) either individually or in combination from the beginning of gestation (GD 0) until weaning (DPN 21). Neither dams nor their offspring presented morphological, systemic, toxicological or metabolic disturbances caused by co-exposition treatment MeHg-VitA. But, showed tissue-specific modulations of enzymatic activities in glutathione-dependent enzymes, and deleterious/beneficial effects regarding lipid peroxidation Finally, MeHg-VitA treatment was able to alter associative learning in neonatal stage, with no modulation of pup´s neurodevelopment. Also, it did not produce behavioral alterations at later age, however, affected learning response in a sex-dependent manner. In conclusion, MeHg-VitA treatment under our exposure paradigm can modulate harmful/beneficial reactions in terms of toxicity either for dams and their offspring depending of the studied tissue, and produce in vivo effects in combination (MeHg+VitA) completely differents from individual effects of the compounds. Our results in animal model shows the importance regarding the care in food consumption in pregnant and lactating, to avoid health disturbances in the future infant due to unadverted consumption of these compounds in combination. Pro-oxidant responses can lead to effects at cellular level. Furthermore, we recommend more studies regarding active metabolites of retinyl palmitate which can have beneficial effects during cases of low-dose MeHg intoxication, especially in the nervous system. Epidemiological implications of our results are still unknown, for that more follow-up and food habits epidemiologic studies are required among maternal and infant populations worldwide.

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