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Análise das características clínica, histopatológica e imunopatológica das lesões liquenoides orais. Revisão sistemática e estudo prospectivo / Analysis of clinical features, histopathological and immunohistochemical pathological oral lichenoid lesions. Systematic review and prospective study

Ferrisse, Túlio Morandin [UNESP] 31 March 2016 (has links)
Submitted by TULIO MORANDIN FERRISSE null (tuliomferrisse@gmail.com) on 2016-05-30T18:50:25Z No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO - FINAL.doc: 8888832 bytes, checksum: ca99c5983969f9477ae1a74714d6d280 (MD5) / Rejected by Ana Paula Grisoto (grisotoana@reitoria.unesp.br), reason: Solicitamos que realize uma nova submissão seguindo as orientações abaixo: A versão final da dissertação/tese deve ser submetida no formato PDF (Portable Document Format). O arquivo PDF não deve estar protegido e a dissertação/tese deve estar em um único arquivo, inclusive os apêndices e anexos, se houver. Por favor, corrija o formato do arquivo e realize uma nova submissão. Agradecemos a compreensão. on 2016-05-31T17:11:40Z (GMT) / Submitted by TULIO MORANDIN FERRISSE null (tuliomferrisse@gmail.com) on 2016-06-02T18:27:31Z No. of bitstreams: 2 DISSERTAÇÃO - FINAL.doc: 8888832 bytes, checksum: ca99c5983969f9477ae1a74714d6d280 (MD5) DISSERTAÇÃO_Mestrado_24_05_2016.pdf: 2063661 bytes, checksum: 945e0429ad165f9d8b64a9f65b91534a (MD5) / Approved for entry into archive by Ana Paula Grisoto (grisotoana@reitoria.unesp.br) on 2016-06-02T19:56:03Z (GMT) No. of bitstreams: 1 ferrisse_tm_me_arafo.pdf: 2063661 bytes, checksum: 945e0429ad165f9d8b64a9f65b91534a (MD5) / Made available in DSpace on 2016-06-02T19:56:03Z (GMT). No. of bitstreams: 1 ferrisse_tm_me_arafo.pdf: 2063661 bytes, checksum: 945e0429ad165f9d8b64a9f65b91534a (MD5) Previous issue date: 2016-03-31 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / O conceito de reação liquenóide ou interface liquenóide foi introduzido na dermatologia para definir diversas doenças inflamatórias da pele que apresentam características histopatológicas similares. Assim como a pele, a mucosa oral é afetada por uma variedade de lesões liquenóides orais (LLOs). As LLOs foram classificadas em: lesão liquenóide de contato; lesão liquenóide a medicamento; doença do enxerto-versus-hospedeiro e lesões liquenóides não classificáveis de aspecto liquen plano-like, como a estomatite ulcerativa crônica (EUC) recentemente descrita. Além da sobreposição de características entres as lesões que compõem este grupo, o líquen plano oral (LPO) representa o principal diagnóstico diferencial. Tradicionalmente, o diagnóstico das LLOs e do LPO depende da associação clínica e histopatológica, mas em vários casos, esta abordagem não oferece um diagnóstico confiável. As realizações de estudos clínicos e laboratoriais podem auxiliar no entendimento da etiopatogenia destas doenças e refinar a capacidade de diferenciar as LLOs. Diante disto, os objetivos específicos deste estudo foram: (1) Realizar uma revisão sistemática sobre EUC com ênfase específica nas características clínicas, histopatológicas e imunopatológicas desta condição recentemente descrita; e (2) Realizar um estudo prospectivo para avaliar as características clínicas e histopatológicas das LLOs. / The concept of lichenoid reaction or lichenoid interface was introduced in dermatology to define various inflammatory diseases of the skin that have similar histopathological features. Just as the skin and oral mucosa is affected by a variety of oral lichenoid lesions (OLLs). OLLs were classified as contact Lichenoides injury; drug Lichenoides injury; chronic graft versus host and not classifiable lichenoid lesions aspect lichen planus-like, such as chronic ulcerative stomatitis (CUS) recently described. Besides the overlapping features among injuries that make up this group, oral lichen planus (OLP) is the main differential diagnosis. Traditionally, the diagnosis of OLLs and the OLP depends on the clinical and histopathological association, but in many cases, this approach does not provide a confident diagnosis. The achievement of clinical and laboratory studies may help to understand the pathogenesis of these diseases and refine the ability to differentiate OLLs. Thus, the specific objectives of this study were: (1) conduct a systematic review of CUS with particular emphasis on clinical, histopathological and immunopathological of this newly described condition; and (2) Conducting a prospective study to evaluate the clinical and histopathological characteristics of OLLs.
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Perfil HLA na população do Rio Grande do Sul : diversidade genética e potencial impacto na gestão de transplantes de medula óssea

Boquett, Juliano André January 2017 (has links)
Os genes HLA são os mais polimórficos do genoma humano e suas frequências alélicas variam entre populações de diferentes regiões e etnias pelo mundo. Assim, os genes HLA têm sido usados como marcadores genéticos em estudos de genética de populações e história do povoamento humano. Este trabalho teve como objetivo realizar a caracterização HLA da população gaúcha, visando contribuir no melhor entendimento da ancestralidade e miscigenação da população do Rio Grande do Sul, bem como na efetividade na gestão de programas de transplante de medula óssea. Foi realizado um estudo com dados genéticos HLA de doadores de medula óssea do Rio Grande do Sul (RS), onde foi avaliada a correspondência do perfil HLA dentro e entre grupos étnicos com a autodeclaração de cor de pele – sistema oficial adotado pelo IBGE para caracterização étnica da população. Os resultados indicam que o sistema HLA é um melhor indicador de ancestralidade que a auto avaliação baseada em cor de pele, sendo esta uma ferramenta ineficiente para a caracterização da população. Para a caracterização da variação molecular HLA em diferentes regiões do RS, foram realizadas análises em dados genéticos HLA de mais de 90 mil doadores de medula óssea. Os resultados não indicaram correlação entre a variação HLA e a divisão geográfica oficial definida pelo IBGE no RS. Por outro lado, foram observadas diferenças a respeito da etnia. Além disso, quando comparada com as populações parentais e com dados históricos, a população rio-grandense apresenta maior similaridade genética com suas populações parentais correspondentes. Este estudo apresenta uma caracterização completa da variação genética HLA no RS. Análise espacial e georeferenciamento de dados genéticos HLA e de doenças autoimunes no estado também foram realizadas. Os resultados indicam uma estrutura genética HLA compatível com a história de colonização do RS, onde é possível observar diferenciação entre as regiões que sofreram processo de colonização distintos, como as regiões sudoeste e metropolitana em relação à região central e noroeste. Análises espaciais sobre dados de internação de doenças autoimunes foram realizadas, revelando agrupamentos para artrite reumatoide e doença de Crohn na região centro-oriental do estado e para esclerose múltipla agrupamento na região centro-ocidental. A avaliação da correlação entre a frequência alélica e a ocorrência de doenças autoimunes indicou uma correlação significativa entre o alelo HLA-B*08 e artrite reumatoide. O mapeamento genético de populações tem grande relevância econômica na formulação de campanhas e políticas de saúde pública, contribuindo no planejamento e ajuste de ações clínicas, bem como informar e educar profissionais e público. Nesta pesquisa são apresentados extensivos dados referentes à caracterização HLA da população rio-grandense levando em consideração dados históricos e geográficos. Os resultados aqui apresentados podem ter utilidade na otimização de campanhas de recrutamento de medula óssea bem como contribui com o entendimento do contexto histórico e demográfico do estado do Rio Grande do Sul. As estratégias e ferramentas utilizadas nesta pesquisa poderão servir como base para futuros estudos em outras populações. / HLA genes are the most polymorphic of the human genome and their allelic frequencies vary among populations from different regions and ethnicities throughout the world. Thus, HLA genes has been used as genetic markers in population genetics studies and in the history of human settlement. This work aimed to perform the HLA characterization of Rio Grande do Sul (RS) population, looking forward to contribute in the understanding of the ancestry and miscegenation of the Rio Grande do Sul population, as well as in the effectiveness in the management of bone marrow transplantation programs. A study with HLA genetic data of bone marrow donors from Rio Grande do Sul was performed, evaluating the correspondence of the HLA profile within and between ethnic groups with the self-declaration of skin color – official system adopted by the IBGE for population ethnic characterization. The results indicate that the HLA system is a better indicator of ancestry than the self-evaluation based on skin color, this being an inefficient tool for the characterization of the population. For the characterization of HLA molecular variation in different RS regions, analyzes were performed on HLA genetic data of more than 90,000 bone marrow donors. The results did not indicate correlation between the HLA variation and the official geographic division defined by IBGE in RS. On the other hand, major differences were observed regarding. In addition, when compared to the parental populations and with historical data, local populations from Rio Grande do Sul were found to be genetically similar to their corresponding parental European populations. This study provides a thorough characterization of the HLA genetic variation in RS. Spatial and georeferencing analysis of HLA genetic data and autoimmune diseases in the state were also performed. The results indicate a HLA genetic structure compatible with the RS history of colonization, where it is possible to observe differentiation among regions that underwent different colonization processes, such as the southwest and metropolitan regions in relation to the central and northwestern regions. Spatial analyzes with data from hospitalization of autoimmune diseases were performed, revealing clusters for rheumatoid arthritis and Crohn's disease in the central-oriental region of the state and for multiple sclerosis clustering in the central-occidental region. The correlation analysis between allelic frequency and the occurrence of autoimmune diseases indicated a significant correlation between the HLA-B*08 allele and rheumatoid arthritis. Genetic mapping of populations has great economic relevance in the formulation of public health campaigns and policies, contributing to the planning and adjustment of clinical actions, as well as informing and educating professionals and the public. In this research, extensive data referring to the HLA characterization of the Rio Grande population taking into account historical and geographic data are presented. The results presented here may be useful in the optimization of bone marrow recruitment campaigns as well as contribute to the understanding of the historical and demographic context of Rio Grande do Sul state. The strategies and tools used in this research may be useful as a basis for future studies in other populations.
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Adsorção de IgG humana em duas matrizes porosas derivatizadas com o ligante histidina

Aquino, Luciana Cristina Lins de 26 July 2018 (has links)
Orientadores: Sonia Maria Alves Bueno, Paulo de Tarso Vieira e Rosa / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Engenharia Quimica / Made available in DSpace on 2018-07-26T21:37:07Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Aquino_LucianaCristinaLinsde_M.pdf: 5114792 bytes, checksum: e7d2de55259ac53d6cb7ff9c538344a9 (MD5) Previous issue date: 2000 / Resumo: A técnica de adsorção por afinidade, que utiliza adsorventes com alta seletividade para adsorver compostos, principalmente proteínas, tem sido empregada para remover autoanticorpos do plasma de pacientes com doenças auto-imunes e também na produção em larga escala de drogas terapêuticas através do ftacionamento do plasma humano ou animal. Na circulação extracorpórea o plasma do paciente é alimentado em uma coluna contendo um ligante imobilizado em uma matriz insolúvel que remove os auto-anticorpos, e as proteínas não adsorvidas retomam para o paciente sem nenhuma alteração. Na busca de sistemas adequados para a aplicação no tratamento de doenças auto-imunes, esta pesquisa investiga a adsorção de IgG em dois suportes de afinidade empregando a histidina como ligante, imobilizado em membranas de fibras ocas de álcool poli etileno vinílico (pEV A) e gel de copolímero de metacrilato (Toyopearl), denominados His-PEV A e His- Toyopearl, respectivamente. Sendo verificada a possibilidade de adsorção de IgG em ambos suportes, experimentos de seletividade e de capacidade de adsorção em modo dinâmico e estático demonstraram uma maior eficiência para o sistema His-PEV A do que para o HisToyopearl, tanto na presença do tampão Hepes a pH 7,0 como do Tris-HCI pH a 7,4. Através da obtenção de isotermas de adsorção, para os suportes com e sem ligante, à temperatura ambiente e à 37 °C, foi constatada a existência de interações não-específicas entre a proteína e a matriz, sendo necessário efetuar as etapas de lavagem, eluição e regeneração, após ser atingido o equilíbrio de adsorção, para obter a quantidade de proteína adsorvida especificamente nos suportes. A determinação de parâmetros como a capacidade máxima de adsorção, a constante de dissociação do complexo IgG-histidina (KJ) e as constantes cinéticas de adsorção (Iça) de dessorção (kd) de proteína, indicaram que apesar de ambos sistemas apresentarem uma afinidade pela proteína da mesma ordem de grandeza (lO-sM), o suporte His-PEV A apresenta uma maior capacidade para a adsorção específica de proteína, nas temperaturas analisadas / Abstract: Affinity adsorption explores the characteristics that certain compounds have to selectively interact with substances or classes of substances. This technique has been used to purify proteins in small and large scale and also to remove autoantibodies from plasma of autoimmune patients. In an extracorporeal treatment, the autoantibodies are retained in a column that contains an affinity ligand immobilized in an insoluble matrix. The unretained fraction containing the plasma proteins different from the autoantibodies can be returned to the patient. In this work, the behavior of IgG adsorption either onto poly ethylene vinyl alcohol (pEV A) hollow-fiber membranes or onto metacrylate gels (Toyopearl) containing histidine as affinity ligand was studied. The IgG adsorption in both supports was feasable. The selectivity studies as well as the static and dynamic adsorption experiments showed that the IgG adsorption onto PEV A hollow-fibers was more efficient than onto Toyopearl, independently ifHepes pH 7.0 or Tris-HCI 7.4 buffer were used. The adsorption isotherms of IgG in the supports with or without ligand showed that there is also non-specific adsorption of the protein onto the matrix surface. The amount of specifically adsorbed protein was determined by the elution and regeneration of the support following extensive washing of the particles with buffer. The values of the adsorption capacity constant (Qm), dissociation constant of the IgG-histidine complex (Kd), adsorption constant (ka), and desorption constant (kd) indicated that both systems have approximately the same affinity for the IgG (10.5 M) and that PEV A hollow-fibers have a large specific adsorption capacity. This behavior was observed for temperatures of25 and 37°C / Mestrado / Desenvolvimento de Processos Biotecnologicos / Mestre em Engenharia Química
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Desenvolvimento de imunossensor para detecção de Fator de Necrose Tumoral Alfa Humano (TNF- α)

Santana, Luana Kelly Lima, 92-99122-7332 20 October 2016 (has links)
Submitted by Divisão de Documentação/BC Biblioteca Central (ddbc@ufam.edu.br) on 2018-01-25T14:50:21Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertação_Luana Kelly Lima Santana.pdf: 2499614 bytes, checksum: 94374bcf1be6d3610725ac792c811734 (MD5) / Approved for entry into archive by Divisão de Documentação/BC Biblioteca Central (ddbc@ufam.edu.br) on 2018-01-25T14:50:34Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertação_Luana Kelly Lima Santana.pdf: 2499614 bytes, checksum: 94374bcf1be6d3610725ac792c811734 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-01-25T14:50:34Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertação_Luana Kelly Lima Santana.pdf: 2499614 bytes, checksum: 94374bcf1be6d3610725ac792c811734 (MD5) Previous issue date: 2016-10-20 / Immunosensor is an immune system based on the interaction of antigen-antibody recognition, which involves immobilizing antigens or antibodies on the transducer surface, with consequent emission of signals during this molecular recognition interaction. The types of transducers are available physicochemical or integrated microsystems, optical, electrochemical, thermometric, piezoelectric, magnetic or micromechanical. Several immunosensors are being developed to simplify the detection process, reduce the analysis time, improve the sensitivity and reduce costs. Among the detection techniques electrochemical generates high quality data and is suitable for detection of cytokines, proteins, enzymes and other substances. The literature that supported the review was based on papers published in the last 20 years (1996-2016), obtained from Scientific databases like ScienceDirect, Capes, Scopus, and Lilacs and at the end we selected 2,332 articles, which used the technique electrochemistry. Among the advantages of this technique are the diversity of options that are available to the public in terms of electrodes, instruments, reagents and enzyme markers. In addition to having low electrochemical interferences in complex clinical or food sample, reduction or elimination of washing steps or the addition of external reagents coupled with the low cost and ease of instrumentation used for fast diagnosis, prevention and treatment of many diseases including infectious and autoimmune diseases. / Imunossensor é um sistema baseado na interação imune de reconhecimento antígeno-anticorpo, que envolve imobilização de antígenos ou anticorpos sobre a superfície transdutora, com consequente emissão de sinais durante essa interação de reconhecimento molecular. Os tipos de transdutores disponíveis são os físico-químicos ou microssistemas integrados, ópticos, eletroquímicos, termométricos, piezoelétricos, magnéticos ou micromecânicos. Diversos imunossensores estão sendo desenvolvidos para simplificar os processos de detecção, diminuir o tempo de análise, melhorar a sensibilidade e reduzir custos. Dentre as técnicas de detecção a eletroquímica gera dados de elevada qualidade e é indicada para detecção de citocinas, proteínas, enzimas e outras substâncias. A pesquisa bibliográfica que subsidiou essa revisão foi baseada em trabalhos publicados nos últimos 20 anos (1996 a 2016), obtidos nas Bases de dados Científicos como ScienceDirect, Periódicos Capes, Scopus e Lilacs e, ao final foram selecionados 2.332 artigos, que utilizaram a técnica eletroquímica. Dentre as vantagens dessa técnica têm-se a diversidade de opções que estão disponíveis para o público em termos de eletrodos, instrumentos, marcadores enzimáticos e reagentes. Além de apresentarem pequeno nível de interferências eletroquímicas em amostras clínicas ou alimentares complexas, redução ou eliminação de etapas de lavagem ou adição de reagentes externos acoplados com o baixo custo e a facilidade de uso de instrumentação para o diagnóstico rápido, prevenção e tratamento de muitas doenças, incluindo doenças infecciosas e autoimunes.
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Manifestações clínicas e laboratoriais associadas a IL-17 no lúpus eritematosos sistêmico juvenil / Clinical and laboratory manifestations associated to IL-17 in childhood-onset systemic lupus erythematosus

Peliçari, Karina de Oliveira, 1989 02 April 2013 (has links)
Orientadores: Simone Appenzeller, Lilian Tereza Lavras Costallat, Roberto Marini / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Médicas / Made available in DSpace on 2018-08-22T13:05:21Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Pelicari_KarinadeOliveira_M.pdf: 707715 bytes, checksum: 41d920f7671a64c2ce3b93fd4dbcdf3f (MD5) Previous issue date: 2013 / Resumo: Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) e uma doença autoimune, crônica e mutissistemica, caracterizada por períodos de atividade e remissão. Anormalidades hematológicas e imunológicas são comumente encontrados. A avaliação laboratorial, incluindo o perfil de citosinas, auxilia no diagnostico e na determinacao da atividade da doença. O presente estudo, de característica transversal, teve como objetivo avaliar os níveis de IL- 17 em pacientes com LESj (inicio da doença ?16 anos), familiares de primeiro grau e controles sadios e ainda elucidar sua associação com a atividade da doença, dados laboratoriais e de tratamento. Foram selecionados pacientes consecutivos com LESj acompanhados na Unidade de Reumatologia Pediátrica da UNICAMP entre 2009/2011. Manifestações clinicas, laboratoriais, atividade da doença [SLE Disease Activity Index (SLEDAI)], dano cumulativo [Lúpus International Collaborating Clinics / American College of Rheumatology Damage Index (SDI)] e medicação em uso foram avaliados. Os transtornos de humor foram determinados através dos inventários de Depressão (BDI) e Ansiedade (BAI) de Beck. A dosagem da citosina foi realizada por ELISA. Níveis séricos de IL-17 estavam aumentados no LESj (p?0,05) quando comparado controles sadios. Observamos uma associação entre os níveis séricos de IL-17 e migranea (p = 0,03) e nefrite (p = 0,01). Níveis de IL-17 não foram associados com atividade da doença (p = 0,32), dano cumulativo (p = 0,34), medicação (p = 0,63), ansiedade (p = 0,42) e depressão (p = 0,42). Estudos longitudinais sao necessários para determinar se a dosagem de IL-17 pode ser utilizado como um biomarcador em LESj / Abstract: Systemic lupus erythematosus (SLE) is a chronic, multisistemic autoimmune disease, , characterized by periods of activity and remission. Haematological and immunological abnormalities are commonly observed. Laboratory evaluation, including the cytokine profile, aids in the diagnosis and determination of disease activity. The present transverse study, we aimed to evaluate levels of IL-17 in patients with childhood-onset SLE (cSLE) (disease onset ? 16 years), first-degree relatives and healthy controls and to determine the association between IL-17 levels and disease activity, laboratory data and treatment. We selected consecutive patients with cSLE followed at the Pediatric Rheumatology Unit at UNICAMP between 2009/2011. Clinical, laboratory, disease activity [SLE Disease Activity Index (SLEDAI)], cumulative damage [Systemic Lupus International Collaborating Clinics / American College of Rheumatology Damage Index (SDI)] and medication use were assessed. Mood disorders were measured using the Beck's Depression Inventory (BDI) and Anxiety Inventory (BAI). Determination of cytokine levels was carried out by ELISA. Serum levels of IL-17 were increased in SLE (p ? 0.05) when compared to healthy controls. An association was observed between serum IL-17 levels and migraine (p = 0.03) and nephritis (p = 0.01). IL-17 levels were not associated with disease activity (p = 0.32), cumulative damage (p = 0.34), medication (p = 0.63), anxiety (p = 0.42) and depression (p = 0.42). Longitudinal studies are needed to determine if serum IL-17 levels can be used as a biomarker in SLE / Mestrado / Clinica Medica / Mestra em Ciências
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Predição In Silico de Epítopos de Microrganismos com Identidade a Autoantígenos Humanos / In Silico Prediction of Microorganism Motifs with Identity to Human Autoantigens

Breve, André Luis da Silva 31 March 2010 (has links)
A origem das doenças autoimunes é multifatorial, sendo que envolve condições ambientais e predisposição genética, dificultando sua identificação. Muitos pesquisadores têm estudado a associação entre agentes infecciosos e autoimunidade, a qual pode ser disparada pelo processo conhecido por mimetismo molecular. Neste caso, respostas imunes cruzadas envolvendo antígenos próprios têm sido documentadas. O presente projeto tem como objetivo a busca in silico por associações entre epítopos de microrganismos e autoantígenos humanos. Iniciaram-se as análises pela identificação de semelhanças de sequências de aminoácidos entre epítopos de microrganismos e autoantígenos humanos por meio do alinhamento local de sequências efetuado pelo programa BLASTP. As sequências de epítopos dos microrganismos e autoantígenos humanos foram previamente adquiridas nos bancos de dados Immune Epitope Database and Analysis Resource (IEDB) e no Genbank, respectivamente. Foram também realizadas modelagens de estruturas proteicas para o antígeno e o autoantígeno que obtiveram melhores valores de alinhamento, com base no valor do E-value, por meio dos programas Modeller e Rosetta. Por fim, a predição de epítopos foi executada, pelo uso dos softwares NetMHC e NetMHCII, para avaliar a possibilidade de epítopos de microrganismos e de autoantígenos humanos se associarem aos mesmos alelos de HLA. Como resultado, foram encontradas similaridades tanto de sequências proteicas quanto de afinidade a 4 tipos de alelos de HLA entre um epítopo do antígeno LSA-1 de Plasmodium falciparum e o autoantígeno de miosina, o que sugere uma associação entre eles, atingindo o objetivo deste trabalho. / The origin of autoimmune diseases is multifactorial. It involves environmental conditions and genetic predisposition that difficulties its identification. Several researchers have studied the association between infectious agents and autoimmunity, which can be initiated by a process named molecular mimicry. In this case, cross immune responses involving self antigens have been documented. This project aims to search in silico for associations between microorganisms epitopes and human autoantigens. The first step was the identification of similarities in amino acid sequences between microorganisms epitopes and human autoantigens by use of sequence local alignment performed by the program blastp. The sequences of the microorganisms epitope and the human autoantigens had been previously acquired in the Immune Epitope Database and Analysis Resource (IEDB) and Genbank, respectively. The modeling of protein structures for the antigen and autoantigen was also carried out to show the best alignment values, based on the E-value, using the programs Modeller and Rosetta. Finally, the prediction of epitopes was performed by use of NetMHC and NetMHCII softwares to evaluate the possibility of microorganisms epitopes and human autoantigens join the same HLA alleles. Similarities of protein sequences was found for both. It was possible to observe affinity of 4 HLA alleles between an epitope from LSA-1 Plasmodium falciparum antigen and the myosin, suggesting an association between them, reaching the goal of this work.
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OS CONSENSOS PARA PESQUISA DE AUTOANTICORPOS EM CÉLULAS HEp-2 (FAN HEp-2): IMPLANTAÇÃO DAS DIRETRIZES NOS LABORATÓRIOS CLÍNICOS BRASILEIROS

Silva, Glaucielen Gomes da 08 March 2017 (has links)
Submitted by admin tede (tede@pucgoias.edu.br) on 2017-04-27T14:19:15Z No. of bitstreams: 1 GLAUCIELEN GOMES DA SILVA.pdf: 1992448 bytes, checksum: 7764de752332d80cd64fa3e7a9e1b7a1 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-04-27T14:19:16Z (GMT). No. of bitstreams: 1 GLAUCIELEN GOMES DA SILVA.pdf: 1992448 bytes, checksum: 7764de752332d80cd64fa3e7a9e1b7a1 (MD5) Previous issue date: 2017-03-08 / The search for autoantibodies in HEp-2 cells represents a relevant tool for diagnostic assistance in the investigation of autoimmune diseases, especially rheumatic diseases. This methodology, over the last years, underwent by intense process of improvement and standardization with the accomplishment of the Brazilian Consensus. The objective of this study was to evaluate the implantation of recommendations in the clinical laboratories that perform the methodology, 16 years after the accomplishment of the I Brazilian Consensus on ANA in HEp-2 cells. A research was conducted for the laboratories between February and October 2016. The laboratories were invited to answer questions that dealt with the guidelines of the Consensus, addressing technical aspects, quality control, reading of the slides, issuance of reports and educational programs. The study counted on the participation of 53 laboratories that jointly realize an estimate of 300,000 ANA by month. It has been identified that several medical specialties request the examination, and different professionals are responsible for the technical procedure and reading of the fluorescence slides. Consensus recommendations are being followed by all laboratories, in absolute by 58.5% of the laboratories. Regarding the technical procedure, 83.1% of the participants are screening at a 1:80 dilution and the title depletion, recommended by consensus, is being adopted by all participants. It was evidenced that 39.6% of the participants use more than one brand of kit and that 22.6% performs titration of the conjugate to each new kit and different lamp powers are used in laboratories with a predominance of 100 Watts. Regarding the reading of the slides, 94.3% stated that they observed the four cell compartments, 92.5% said to classify the chromosome metaphase plate negative or positive and 32.1% of the participants did not affirm to observe the cells in all phases of the cycle. In the issue of reports, 13.2% of the laboratories admitted to reporting only the name of the standard followed by the title, not presenting the descriptive report and 24.5% of the participants do not use education and quality control programs. Most laboratories were able to identify representative images of sets of patterns. The results presented here demonstrate consistent advances from the implementation of the ANA Consensus in Brazil, but also evidence the need for actions to implement continuing education programs. / A pesquisa de autoanticorpos em células HEp-2 tem auxiliado no diagnóstico na investigação de doenças autoimunes especialmente as reumáticas. Tal metodologia, ao longo dos últimos anos, passou por um intenso processo de aperfeiçoamento e padronização com a realização do Consenso Brasileiro. O presente trabalho teve como objetivo avaliar, 16 anos após a realização do I Consenso Brasileiro de FAN em Células HEp-2, a implantação das recomendações nos laboratórios clínicos que realizam a metodologia. Foi realizada uma pesquisa direcionada aos laboratórios entre fevereiro e outubro de 2016. Os laboratórios foram convidados a responder um questionário sobre as diretrizes do Consenso, abordando aspectos técnicos, controle de qualidade, leitura das lâminas, emissão de laudos e programas educativos. O estudo contou com a participação de 53 laboratórios que, em conjunto, realizam uma estimativa de 300.000 FAN/mês. Foi identificada uma heterogeneidade em especialidades médicas solicitantes do teste e profissionais responsáveis pelo procedimento técnico e leitura das lâminas de fluorescência. As recomendações do Consenso estão sendo seguidas em sua totalidade por 58,5% dos laboratórios. Em relação ao procedimento técnico, 83,1% dos participantes fazem triagem com diluição 1:80 e o esgotamento de título, recomendado pelo Consenso, está sendo adotado por todos os participantes. Evidenciou-se que 39,6% dos participantes utilizam mais de uma marca de kit e que 22,6% realiza a titulação do conjugado a cada nova kit, e diferentes potências de lâmpadas são utilizadas nos laboratórios com predomínio das de 100 Watts. Em relação à leitura das lâminas, 94,3% afirmam observar os quatro compartimentos celulares, 92,5% afirmam classificar a placa metafásica cromossômica em negativa ou positiva e 32,1% dos participantes não afirmaram observar as células em todas as fases do ciclo celular. Na emissão de laudos, 13,2% dos laboratórios admitiram relatar somente o nome do padrão seguido pelo título, não apresentando o laudo descritivo e 24,5% dos participantes não utilizam programas de educação e controle de qualidade. A maioria dos laboratórios foi capaz de identificar imagens representativas de grupos de padrões. Os resultados aqui apresentados demonstram consistentes avanços a partir da implantação do Consenso de FAN no Brasil, porém, evidenciam também a necessidade de ações para implementação dos programas de educação continuada.
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Infertilidade em mulheres com Doença de Graves e Tireoidite de Hashimoto : Infertility among women with Graves's disease or Hashimoto's thyroiditis / Infertility among women with Graves's disease or Hashimoto's thyroiditis

Quintino-Moro, Alessandra, 1973 09 January 2019 (has links)
Orientadores: Arlete Maria dos Santos Fernandes, Denise Engelbrecht Zantut Wittmann / Dissertação (Mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Médicas / Made available in DSpace on 2019-01-09T11:51:06Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Moro_AlessandraQuintino_M.pdf: 1160579 bytes, checksum: da4d51faeb6041f68c9c786482aef230 (MD5) Previous issue date: 2013 / Resumo: A disfunção autoimune, representada pelo hipertireoidismo da Doença de Graves (DG) e pelo hipotireoidismo da Tireoidite de Hashimoto (TH), ocorre de forma mais frequente em mulheres e interfere no mecanismo da reprodução, em especial no processo ovulatório. Existe o senso comum de que as disfunções tireoideanas diminuem o potencial de fertilidade das mulheres; entretanto, não existem estudos sobre a prevalência da infertilidade nesses grupos. Objetivos: Determinar a prevalência de infertilidade em mulheres com TH e DG e as possíveis variáveis associadas. Sujeitos e métodos: Foi um estudo de corte transversal. Mulheres com TH (n=66) e idade entre 18 e 60 anos e DG (n=193) com idade entre 18 e 50 anos, em seguimento no Ambulatório de Tireoidopatias do HC/UNICAMP, no período de agosto de 2010 a dezembro de 2011, foram entrevistadas com respeito às variáveis ginecoobstétricas: história de períodos de infertilidade, alterações do ciclo menstrual, história obstétrica e antecedentes familiares. Infertilidade foi definida como ausência de gravidez após período de exposição ?12 meses. Após a entrevista, seus prontuários foram revisados para determinar as características da doença: idade ao diagnóstico, tempo do diagnóstico, antecedentes de outras doenças autoimunes associadas, exames laboratoriais e de imagem. O estudo obteve aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da FCM/UNICAMP. Os critérios de inclusão foram: ao menos um ano de convívio com parceiro masculino e concordância em participar da pesquisa. Os dados foram anotados em ficha de coleta e posteriormente digitados em banco de dados elaborado para o estudo. Após a consistência do banco, foi realizada análise descritiva das variáveis gineco-obstétricas e características da doença, e foram aplicados os testes quiquadrado ou exato de Fisher, teste de Mann-Whitney e teste de Wilcoxon. Posteriormente, foi realizada a análise univariada com o cálculo de Odds Ratio bruto e respectivo intervalo de confiança (IC) de 95%, seguida pela regressão logística múltipla incluindo todas as variáveis, buscando aquelas significativamente associadas à infertilidade. O grau de significância estatística foi de 5%. Resultados: A prevalência de infertilidade foi de 52,3% e 47,0% nas mulheres, respectivamente com DG e TH. Na DG, as perdas gestacionais tiveram prevalência de 18,8% e 21,7% em mulheres com e sem infertilidade, enquanto na TH as perdas gestacionais ocorreram em 22,6% e 20,6% nos mesmos grupos. A média do número de gestações foi menor após o diagnóstico de DG e TH nas mulheres com idade ?35 anos. No mesmo grupo de idade, a média do número de gestações antes do diagnóstico foi de 1,68 (DP ±1,41) para DG e 1,48 (DP ±1,31) para TH. As alterações de ciclo menstrual na DG ocorreram em 47,5% e 35,9% das mulheres, respectivamente com e sem infertilidade, e na TH as taxas foram de 64,5% e 34,3% nos mesmos grupos. A única variável associada à infertilidade na TH foi o tempo de doença menor que seis anos. Não houve variável associada nas mulheres com DG. Conclusões: a prevalência de infertilidade foi alta e, no grupo de mulheres com idade ?35 anos, houve diminuição na média de gestações, mostrando o comprometimento da fertilidade das mulheres com DG e TH. Mulheres com TH com menos tempo de doença foram as mais afetadas pela infertilidade / Abstract: The autoimmune dysfunction, hyperthyroidism represented by the Graves disease (GD) and by hypothyroidism of Hashimoto's thyroiditis (TH), occurs more often in women and interferes in the mechanism of reproduction, especially in the ovulatory process. There is common sense that thyroid dysfunction decreases the fertility potential of women, however, there are no studies on the prevalence of infertility in these groups. Objectives: To determine the prevalence of infertility in women with TH and DG and possible associated variables. Subjects and Methods: This was a cross-sectional study. Women with TH (n = 66) aged between 18 and 60 years and DG (n = 193) aged between 18 and 50 years was followed at the Endocrinology Division, Departament of Clinical Medicine, School of Medical Sciences, University of Campinas (UNICAMP), from August 2010 to December 2011 were interviewed with respect to gynecological and obstetric variables: history of periods of infertility, menstrual abnormalities, obstetric history and family history. Infertility was defined as 12 months of unprotected sexual intercourse without conception. After the interview, their medical records were reviewed to determine the characteristics of the disease: age at diagnosis, time since diagnosis, history of other autoimmune diseases associated, laboratory tests and imaging tests. The study was approved by the Research Ethics Committee of the FCM/UNICAMP. Inclusion criteria were: at least a year of living with a male partner, and agreed to participate. Data were recorded on collection and subsequently entered into a Summary - xvii database designed for the study. After the database consistency, descriptive analysis was performed gynecological and obstetric variables and disease characteristics, and applied the chi-square or Fisher's exact test, Mann-Whitney and Wilcoxon test. Subsequently, univariate analysis was performed to calculate crude odds ratios and confidence intervals (CI) of 95%, followed by multiple logistic regressions including all variables significantly associated with those seeking infertility. The level of statistical significance was 5%. Results: The prevalence of infertility was 52.3% and 47.0% in women, with DG and TH respectively. In DG, the miscarriages had a prevalence of 18.8% and 21.7% in women with and without infertility, while in the TH pregnancy loss occurred in 22.6% and 20.6% in the same groups. The mean number of pregnancies was lower after the diagnosis of GD and HT in women aged ? 35 years. In the same age group, the mean number of pregnancies before diagnosis was 1.68 (SD ± 1.41) for DG and 1.48 (SD ± 1.31) for TH. Changes in the menstrual cycle in DG occurred in 47.5% and 35.9% of women, respectively with and without infertility, and TH rates were 64.5% and 34.3% in the same groups. The only variable associated with infertility in TH disease duration was less than six years. There was no associated variable in women with GD. Conclusions: The prevalence of infertility was high and, in the group of women aged ? 35 years, there was a decrease in average pregnancies, showing impairment of fertility in women with GD and HT. Women with TH with shorter disease were most affected by infertility / Mestrado / Fisiopatologia Ginecológica / Mestra em Ciências da Saúde
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Pesquisa de autoanticorpos contra antígenos intracelulares, em células HEp-2, em Goiânia Goiás / Research on autoantibodies against intracellular antigens in HEp-2 cells, in Goiânia Goiás

RÊGO, Jozelia 17 December 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2014-07-29T15:25:24Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese Jozelia rego.pdf: 289983 bytes, checksum: 81f90ad780122cbecb664ab66f6306c0 (MD5) Previous issue date: 2009-12-17 / Autoimmune diseases are a clinical syndrome caused by the activation of T and/or B cells. They are multifactorial in nature and characterized by the presence of autoantibodies directed against cellular components. These autoantibodies can act as diagnostic markers or as predictors for these diseases. The ANA test is a very useful tool in the investigation of autoimmune diseases. OBJECTIVES: a) establishing a correlation between clinical diagnoses and fluorescence patterns in ANA tests on HEp-2 cells; b) determining the frequency of fluorescence patterns; c) establishing a correlation between clinical diagnosis and fluorescence titers; d) establishing possible correlations of changes in fluorescence patterns. CASES AND METHODS: All the ANA requests sent to the Immunorheumatology Laboratory of the Teaching Hospital of the Federal University of Goias, from January / 2000 to December / 2007 were analyzed and those with positive results were selected. For the ANA research, the investigator used the IFI technique and HEp-2 cells as substrate. To classify the fluorescence patterns decision trees proposed by the Brazilian Consensus for Standardization of ANA in HEp-2 cells were used. RESULTS: Among the 8,631 ANA requests, 1,167 presented positive results (13,52%). These positive tests were divided into two groups: Group I (tests requested in one occasion) and Group II (tests requested in more than one occasion). In Group I, nuclear patterns were more prevalent (89,41%). Speckled nuclear patterns were seen more frequently (78,81%), with special notice to fine speckled nuclear patterns (32,74%), coarse speckled nuclear patterns (29,86%) and fine dense speckled nuclear patterns (9,79%). Among the clinical diagnoses, rheumatic autoimmune diseases were the most prevalent (59,87%) and they correlated mostly with speckled nuclear patterns. A positive ANA was noted in 216 cases (34,67%) of non-immune conditions and in 22 cases (3,53%) of undetermined diagnosis. Cases with moderate (1:160) and high (1:640 and > 1:640) titers presented a high association with autoimmune diseases (54,25%; 73,23%; 83,91%, respectively). In Group II, the analytic clinical diagnosis and fluorescence titer factors showed a significant association with the change in the fluorescence pattern. CONCLUSIONS: 1) ANA was found to be positive in autoimmune (61,80%) and in non-autoimmune diseases (34,67%). 2) The most frequently found positive ANA correlation was seen with a diagnosis of lupus erythematosus (38,04%), mainly with coarse speckled nuclear pattern (32,91%), fine speckled nuclear pattern (25,73%), homogeneous nuclear pattern (19,40%) and fine dense speckled nuclear pattern (10,12%). 3) Nuclear patterns were more frequently found (89,41%), and among them, speckled patterns were prevalent (78,81%). 4) Low titers can be found in rheumatic autoimmune diseases and, therefore, can not be interpreted as an exclusion criteria for autoimmune disease, as long as there are clinical indications. 5) High titers can be found in non-autoimmune diseases and, therefore, can not be interpreted as specific to autoimmune diseases. 6) When the ANA test was requested in more than one occasion for the same patient, the clinical diagnosis (especially SLE) and the fluorescence titer (1:40 and 1:160) showed an association with the change of the fluorescence pattern. 7) A correct valuation of the ANA test should associate information from positive results to the clinical history and the physical examination of the patient when they are suggestive of an autoimmune disease, most notably, of rheumatic autoimmune diseases / As doenças autoimunes são síndromes clínicas causadas pela ativação de células T e/ou B, de origem multifatorial, caracterizadas pela presença de autoanticorpos dirigidos contra componentes celulares. Os autoanticorpos podem atuar como marcadores diagnósticos ou como marcadores preditores destas doenças. O teste de FAN é um exame útil na investigação de doenças autoimunes. OBJETIVOS: a) verificar a correlação entre os diagnósticos clínicos e os padrões de fluorescência na pesquisa de FAN em células HEp-2; b) determinar a freqüência dos padrões de fluorescência; c) verificar a correlação entre os diagnósticos clínicos e os títulos de fluorescência; d) verificar as possíveis correlações da mudança dos padrões de fluorescência. CASUÍSTICA E MÉTODOS: Foram analisadas todas as solicitações de FAN encaminhadas ao Laboratório de Imuno-Reumatologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás, durante o período de jan./ 2000 a dez./ 2007, e selecionadas as solicitações com resultados positivos. A pesquisa do FAN foi realizada pela técnica de IFI, utilizando-se como substrato células HEp-2. Para a classificação dos padrões de fluorescência utilizou-se as árvores de classificação definidas pelo I Consenso Nacional para padronização dos laudos de FAN em células HEp-2. RESULTADOS: Das 8631 solicitações de FAN, 1167 apresentaram resultados positivos (13,52%). Os testes positivos foram divididos em dois grupos: Grupo I (exames solicitados em uma ocasião) e Grupo II (exames solicitados em mais de uma ocasião). No Grupo I, os padrões encontrados em maior freqüência foram os nucleares (89,41%). Os padrões nucleares pontilhados foram observados em maior freqüência (78,81%), destacando-se os padrões nuclear pontilhado fino (32,74%), nuclear pontilhado grosso (29,86%) e nuclear pontilhado fino denso (9,79%). Dentre os diagnósticos clínicos descritos, as doenças autoimunes reumáticas foram observadas em maior freqüência (59,87%) e correlacionaram-se, principalmente, com os padrões nucleares pontilhados. FAN positivo foi observado em 216 casos (34,67%) de situações não-autoimunes e em 22 casos (3,53%) de diagnóstico não definido. Os casos com títulos moderados (1:160) e elevados (1:640 e > 1:640) apresentaram maior associação com enfermidades autoimunes (54,25%; 73,23%; 83,91%, respectivamente). No Grupo II, os fatores analíticos diagnóstico clínico e título de fluorescência mostraram associação significativa com a mudança do padrão de fluorescência. CONCLUSÕES: 1) A positividade do teste de FAN foi observada em doenças autoimunes (61,80%) e em doenças não-autoimunes (34,67%). 2) A correlação mais freqüente do FAN positivo foi observada com o diagnóstico de lupus eritematoso (38,04%), principalmente com os padrões nuclear pontilhado grosso (32,91%), nuclear pontilhado fino (25,73%), nuclear homogêneo (19,40%) e nuclear pontilhado fino denso (10,12%). 3) Os padrões nucleares foram observados em maior freqüência (89,41%), sendo os pontilhados os mais comuns (78,81%). 4) Títulos baixos podem ser encontrados em doenças autoimunes reumáticas e, portanto, não devem ser interpretados como critério para exclusão de doença autoimune, desde que exista suspeita clínica. 5) Títulos altos podem ser encontrados em doenças não-autoimunes e, portanto, não devem ser interpretados como específicos de doença autoimune. 6) Quando o teste de FAN foi solicitado em mais de uma ocasião, para o mesmo paciente, o diagnóstico clínico (principalmente de LES) e o título de fluorescência (1:40 e 1:160) mostraram associação com a mudança do padrão de fluorescência. 7) A valorização correta do teste de FAN deve associar as informações fornecidas pelo resultado positivo à história clínica e exame físico do paciente, quando sugestivos de doença autoimune, principalmente de doenças autoimunes reumáticas.
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A modulação da resposta imune na colite experimental induzida por TNBS em camundongos da linhagem BALB/c : efeitos da tolerância oral e da transferência adotiva de células dendríticas CD11c+ /

Paiatto, Lisiery Negrini. January 2017 (has links)
Orientador: Patrícia Ucelli Simioni / Banca: Patricia Pasquali Parise / Banca: Daniela Maira Camargo / Resumo: A quebra da tolerância imunológica a antígenos próprios é um mecanismo gerador comum às respostas imunes deletérias. Várias estratégias têm sido propostas para modular respostas autoimunes, entre as quais se destacam a administração oral de antígenos relacionados à doença, a transferência adotiva de células tolerogênicas e/ou o tratamento com citocinas reguladoras. Nesse contexto, tem sido mostrado que a ingestão de antígenos proteicos presentes na dieta pode gerar efeitos indiretos sobre o sistema imune do hospedeiro, caracterizados pela supressão da resposta imune a proteínas antigenicamente não relacionadas, conhecidos como supressão bystander. O presente projeto teve por objetivo analisar os efeitos indiretos da tolerância oral induzida pela ingestão de ovalbumina (OVA) e a transferência adotiva de células dendríticas isoladas de animais tolerantes a OVA (tDC) na colite induzida por TNBS em camundongos. Os resultados mostraram que o tratamento de camundongos com OVA por via oral, antes ou após a indução da colite e a transferência adotiva de tDC, foram capazes de reduzir sinais da doença, tais como a perda de peso, bem como preservar parcialmente a integridade do tecido colônico, quando comparados aos animais colíticos não tratados com OVA (controles). A supressão bystander relacionada ao consumo de OVA foi associada à expansão da frequência de células T reguladoras (regs) e de células T secretoras de interleucina (IL) -10, possíveis mecanismos de regulação das manifestaç... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: The breakdown of immune tolerance to self antigens is a common mechanism for deleterious immune responses. Several interventions have been proposed to modulate autoimmune responses, such as oral administration of disease-related antigens, adoptive transfer of tolerogenic cells and/or treatment with regulatory cytokines. In this context, it has been demonstrated that the ingestion of protein antigens can generate indirect effects on the immune system of the host, characterized by suppression of the immune response to antigenically unrelated proteins, known as bystander suppression. The present project aims to analyze the indirect effects of oral tolerance induced by ovalbumin (OVA) and by adoptive transfer of tolerant dendritic cells (tDC) in TNBS induced colitis in mice. Our results showed that the treatment of oral OVA mice before or after induction of colitis and the adductive transfer of tDC were able to reduce the signs of the disease, such as weight loss, as well as partially preserve the integrity of the Compared to non-OVA treated animals (controls). The bystander suppression related to OVA consumption appears to favor the expansion of regulatory (regs) T and interleukin (IL)-10 secreting T cells responsible for reducing the clinical manifestations of TNBS-induced colitis. On the other hand, DC obtained from OVA-tolerant animals showed increased expression of CD80. Administration of this cells population to colitic animals was able to reduce the clinical and histological signs of colitis, possibly by reducing Th17 cells, reduction of secretion of Il-17 and IL-9 and augment of IL-10 and IL-4. To the best of our knowledge, there are no data in the literature showing the effect of oral tolerance and the adoptive transfer of tDC in the treatment of colitis / Mestre

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