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Structural Reconnaissance Mapping of the Nasa Basement Window, Southern Norrbotten Caledonides

Hedin Baastrup, Hugo January 2018 (has links)
Too few documentative descriptions exist from the reactivated Proterozoic Nasa Basement window in Sweden. This re-exposed crustal piece predominantly consisting of 1.8 Ga granite and volcanic basement rock lack structural evidences on maps. The Western Gneiss region gave example of how rocks in extreme cases may experience protolith overprinting through collisional vertical granite basement subduction to eclogite ambient conditions, which would give traces in metamorphic quartz (coesite), muscovite, pyroxene and kyanite, and increased densities. Preliminary indications from literature points towards a locally passive Nasa Basement with limited translation, but because of too little documentation it cannot be assured metamorphic inertia under fluid absence has been unimportant in the basement evolution. To address this highly structural issue, field reconnaissance mapping and sampling was carried out, and aimed to achieve a structural characterisation of historic deformation back to Proterozoic time. Observations were collected from 166 outcrop vicinities, and 17 of 27 carefully examined thin sections aimed to describe microscopic structures, in addition to mineral relation to metamorphic minerals. Collected evidences in this project encompass a Proterozoic macroscopic concentric fold with axis striking NW-SE, as well as, mesoscopic folds striking WNW-ESE. Tectonic movements record syn-collisional top-SE and post- collisional top-SW translation, which truncate weakly shortened and foliated blocks. Basement blocks locally preserve igneous coarse but weakly recrystallized texture fabrics. Overall optically produced paleothermometry indicates low- to medium grade facies conditions of deformation, through widespread bulging recrystallization, occasional subgrain rotation and rare grain boundary migration in quartz. Feldspar response to deformation is brittle and rarely ductile. Hydrous biotite, chlorite and epidote are abundant. Mineralogy together with an observed average density of 2,6 g/cm3 can possibly reject the idea of unreacted local continental subduction to eclogite depths, due to the overall presence of hydrous mineral phases. Top-to-the shear sense proves Caledonian reactivation, but Bourguer anomaly indicates at least locally an important limited translation. NW-SE striking lineaments and strikes of foliation show best accordance with lineaments mapped in Norway and alignment with tectonic contacts in the Baltica interior, and do so show the best examples of candidates for Proterozoic structures.
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As Rochas Vulcanossedimentares do Greenstone Belt do Rio Itapicuru na Área aa Mina Fazenda Brasileiro: Petrografia e Geoquímica

Pena, Zilda Gomes January 2013 (has links)
Submitted by Everaldo Pereira (pereira.evera@gmail.com) on 2017-02-20T01:26:33Z No. of bitstreams: 1 Dissertaçao_zilda_Pena.pdf: 20071531 bytes, checksum: 636c5527dec3a4e97a3755ec06ed6311 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-02-20T01:26:33Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertaçao_zilda_Pena.pdf: 20071531 bytes, checksum: 636c5527dec3a4e97a3755ec06ed6311 (MD5) / Esta dissertação apresenta novos dados petrográficos e litogeoquímicos para as rochas da sequência vulcanossedimentar do Greenstone Belt do Rio Itapicuru (GBRI), na região da Mina Fazenda Brasileiro. O trabalho baseou-se principalmente em estudos nas rochas de subsuperfície da mina Fazenda Brasileiro (MFB) especificamente na sequência Fazenda Brasileiro. O Cráton do São Francisco (CSF), onde está localizada a área de estudo, é o maior remanescente de terrenos Precambrianos preservados na Plataforma Brasileira. Os terrenos do GBRI estão situados na porção nordeste do CSF, na área conhecida como Núcleo Serrinha (NSer). Possui aproximadamente 80x40 km, sendo rodeado por um embasamento granítico-gnáissico e cortado por vários granitos de idade Arqueana. Como a maior parte dos greenstones do CSF, o GBRI foi afetado por metamorfismo de fácies xisto-verde a anfibolito de baixo grau durante o Paleoproterozóico, aproximadamente a 2,07-2,08 Ga, um período em que a região em estudo também sofreu muitas intrusões de granitos potássicos pós-tectônicos e metamorfismo regional de alta temperatura. Os estudos petrográficos revelaram a presença de diversas texturas, tanto ígneas reliquiares, como texturas que indicam a atuação do metamorfismo (crenulação, lepidoblástica, nematoblástica, granoblástica) e que marcam a foliação descrita pela rocha. A partir dos estudos petrográficos foram identificadas: (i) rochas máficas-ultramáficas, essencialmente basaltos, (ii) e uma sequencia de lavas félsicas e intermediárias variando em composição de andesitos a riolitos. Ambas são cortadas por TTGs Arqueanos e Paleoproterozóicos, caracterizada na área de estudo pelos granitos Araci, Barrocas e Teofilândia, e também pelo magmatismo alcalino potássico como, por exemplo, o corpo de Barroquinhas. Ocorrem ainda corpos intrusivos sub-vulcânicos, representados por riodacitos, quartzo-dioritos. (iii) A sequência metassedimentar consiste basicamente de metapelitos, metatufos e xistos grafitosos, associados a carbonatos, e muitas vezes mineralizados em sulfetos e metais-base, que representam um menor componente. Devido às evidentes dificuldades na delimitação das litologias nas unidades e sequências clássicas da literatura preferiu-se estabelecer critérios litogeoquímicos para a descrição das amostras estudadas. As análises químicas mostraram a presença de dois conjuntos distintos: (i) toleiitico e (ii) cálcio-alcalino. Foi ainda possível identificar rochas com características sugestivas de um vulcanismo mais alcalino (shoshonítico) e distinguir rochas em campo descritas como sedimentares, como em verdade rochas vulcânicas muito finas (cinzas, aglomerados) e alteradas. Os dados aqui apresentados colaboram trazendo uma melhor compreensão das variações temporais e de caráter químico entre os diversos termos litológicos da MGB. O fato é que as rochas descritas como “Sequência Fazenda Brasileiro” estão relacionadas a eventos geológicos bem distintos, envolvendo diferentes pulsos de vulcanismo intercalados por sedimentação. As dificuldades na descrição das rochas do GBRI, na individualização dos pulsos vulcânicos, associada à confusão de nomenclatura entre os termos de mina e os clássicos levam à proposição de inúmeros modelos evolutivos para a região, o que torna ainda mais complexo o seu entendimento. Esta complexidade relaciona-se a fatores que incluem: (i) a extensa evolução química de cada uma das series magmáticas identificadas, com a presença de termos ultrabásicos a ácidos tanto na série toleiítica quanto na cálcio alcalina; (ii) a dificuldade de se obter uma idade mais precisa para os diferentes grupos de rochas em função da limitação das fases datáveis, (iii) a pronunciada recristalização e o intenso fluxo de fluidos ligados ao processo de hidrotermalismo, metamorfismo e deformação, que mascaram e agravam a complexidade estrutural da área.
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Rochas Meta-Vulcânicas Máficas da Unidade Intermediária do Greenstone Belt de Riacho de Santana, Estado da Bahia: Estudo Petrográfico e Geoquímico

Santos, Joilma Prazeres 08 1900 (has links)
Submitted by Everaldo Pereira (pereira.evera@gmail.com) on 2017-06-28T20:40:03Z No. of bitstreams: 1 Joilma Santos - Dissertação.pdf: 6021802 bytes, checksum: 02f3bb9f14736f8b87203b40546477c4 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-06-28T20:40:03Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Joilma Santos - Dissertação.pdf: 6021802 bytes, checksum: 02f3bb9f14736f8b87203b40546477c4 (MD5) / Na Plataforma Sul-Americana, inúmeros greenstone belts arqueanos (~ 2,9 a 3,2Ga) são identificados no Cráton do São Francisco, Estado da Bahia, entre eles destacam-se os de Riacho de Santana, Umburanas, Contendas Mirante e Mundo Novo. O greenstone belt de Riacho de Santana (GBRS) localizado na porção sudoeste do Estado da Bahia, Brasil, ocorre como unidade no embasamento cristalino do Bloco Guanambi-Correntina. Segundo Silveira & Garrido (2000), o GBRS apresenta três unidades litoestratigráficas reconhecidas: (i) Unidade Inferior, compreende rochas ultramáficas komatiíticas com finas intercalações de meta-basaltos e meta-gabros, associados a formações ferríferas bandadas (BIFs), quartzitos, meta-cherts, rochas cálcio-silicáticas e xistos aluminosos; (ii) Unidade Intermediária, constituída por meta-basaltos e meta-gabros, meta-tufos de composição intermediária a ácida, xistos aluminosos e xistos grafitosos, e (iii) Unidade Superior, compreende uma sequência de rochas silicáticas-carbonáticas. Neste trabalho são apresentados as descrições geológicas, petrográficas, as análises de química mineral e de geoquímicas de elementos maiores, traços e terras raras das rochas meta-vulcânicas máficas da Unidade Intermediária com inferências sobre os processos responsáveis pela formação destas rochas. As rochas meta-vulcânicas máficas da Unidade Intermediária do GBRS são caracterizadas por apresentarem texturas granoblástica e nematoblástica, tendo como minerais predominantes a actinolita/tremolita, hornblenda e plagioclásio e, subordinadamente assinala-se a presença de minerais opacos e titanita. Ocorre como minerais secundários o quartzo, epídoto e carbonatos. Sinais de alterações secundárias estão registradas nos cristais de plagioclásio, através dos processos de saussuritização e sericitização. Apesar das rochas não apresentarem mais a mineralogia primária preservada, foi identificado resquícios das texturas ígneas ofítica e intergranular. Em todas as amostras, a parâgenese mineral metamórfica observada é característica da fácies xisto verde (actinolita + hornblenda + andesina - média de 37,35% An). A química mineral permitiu classificar os anfibólios no grupo dos cálcicos, e dentro deste grupo como Fe-hornblenda, com razões Mg/(Mg + Fe+2) entre 0,39 e 0,46. Os cristais de plagioclásio apresentam composição de andesina, com teores de anortita em torno de 40,93–33,09%. Os dados de temperatura adquiridos pela análise dos plagioclásios sugerem que o magma atingiu no mínimo, temperaturas da ordem de 1128oC a 1187oC. As rochas meta-vulcânicas máficas foram classificadas como basaltos, demonstrando baixa razão de álcalis versus sílica, demonstrando caráter toleítico, fortemente enriquecido em ferro. Com a evolução magmática observa-se empobrecimento de Cr, Ni, CaO e Al2O3 e enriquecimento de SiO2, TiO2, FeOt, K2O, Na2O e elementos incompatíveis. O comportamento geoquímico dos elementos maiores sugere um forte controle dos minerais plagioclásio e clinopiroxênio no fracionamento magmático. Padrões de elementos terras raras (ETR) normalizados para o manto primitivo sugerem que o magma primário das rochas meta-vulcânicas máficas do GBRS foi derivado a partir de reservatórios mantélicos primitivos ou por uma mistura entre reservatórios enriquecidos e empobrecidos. Os padrões planos de ETR/pesados indicam processo de fusão relativamente rasa com ausência de granada na fonte. Algumas amostras apresentaram enriquecimento anômalo de elementos LIL e presença de anomalia negativa de Sr, similar àquelas observadas do embasamento, sugerindo que o processo de contaminação destes magmas com as rochas do embasamento granítico-gnáissico do Bloco Guanambi-Correntina teve um papel importante na formação dessas rochas. / ABSTRACT - In the South American Plataform, many Archean greenstone belts (~ 2.9 to 3.2Ga) are identified in São Francisco Craton, Bahia State, among them stand out from the Riacho de Santana, Umburanas, Contendas Mirante and Mundo Novo. The Riacho Santana greenstone belt (RSGB) located in southwestern Bahia, Brazil, occurs as a unit in the basement of Guanambi-Correntina Block. According to Silveira & Garrido (2000) presents the RSGB recognized three lithostratigraphic units: (i) Lower Unit comprises ultramafic komatiites with thin intercalations of meta-basalts and meta-gabbro, associated with the banded iron formations (BIFs), quartzites, meta-cherts, calcisilicate rocks and aluminous schists; (ii) Intermediate Unit, consisting of meta-basalts and meta-gabbro, meta-tuffs of intermediate to acid composition, aluminous schists and graphitic schists, and (iii) Higher Unit comprises a sequence of carbonate-silicate rocks. In this work, the descriptions will be presented geological, petrographic, the analysis of mineral chemistry and geochemistry of major, trace and rare earth elements of meta-volcanic mafic rocks of the Intermediate Units with inferences about the processes responsible for the formation of these rocks. The meta-volcanic mafic rocks of the Intermediate Unit are characterized by presenting inequigranular, nematoblastic and granoblastic textures, with the predominant mineral tremolite/actinolite, hornblende and plagioclase and subordinate occurs the presence of opaque minerals and titanite. The secondary minerals include quartz, epidote and carbonates. Secondary changes are recorded in plagioclase crystals, through the processes of saussuritization and sericitization. Although the rocks have no more preserved primary mineralogy was identified remnants of igneous ophitic and intergranular textures. In all samples, the metamorphic mineral paragenesis observed is characteristic of greenschist facies (actinolite + hornblende + andesine - average of 37.35% An). The mineral chemistry allowed to classify the group of calcic amphiboles, and within this group as Fe-hornblende, with ratios of Mg/(Mg + Fe+2) between 0.39 and 0.46. The plagioclase crystals have the composition of andesine, with anorthite content of around 40.93 to 33.09%. The temperature data of plagioclase suggest that the magma reached a minimum temperature in the range of the 1128oC 1187oC. The meta-volcanic mafic rocks were classified as basalts, showing a low ratio of alkali versus silica, showing tholeiitic character, strongly enriched in iron. With the magmatic evolution is observed depletion of Cr, Ni, CaO and Al2O3 and enrichment of SiO2, TiO2, FeOt, K2O, Na2O and incompatible elements. The geochemical behavior of major elements suggests a strong control of the minerals plagioclase and clinopyroxene at magmatic fractionation. Patterns of rare earth elements (REE) normalized to the primitive mantle suggest that the primary magma of the rocks of the mafic meta-volcanic from the RSGB was derived from primitive mantle reservoirs or a mixture of enriched and depleted reservoirs. Standards plans heavy REE indicate relatively shallow melting process with the absence of garnet in the source. Some samples showed anomalous enrichment of LIL elements and presence of negative anomalies of Sr, similar to those observed basement, suggesting that the process of contamination of these magmas with granitic-gneissic rocks of Guanambi-Correntina basement had an important role in the formation of these rocks.
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Processos metalogenéticos relacionados aos depósitos de ouro da Faixa Mansinha – Centro Oeste do Greenstone Belt do Rio Itapicuru, Bahia

Rodrigues, Daniel Mendonça 05 September 2017 (has links)
Submitted by Everaldo Pereira (pereira.evera@gmail.com) on 2017-12-12T14:01:06Z No. of bitstreams: 1 Dissertação Daniel.pdf: 7519004 bytes, checksum: 974f5d52c5c0cb196fbd59d1da9636c5 (MD5) / Approved for entry into archive by NUBIA OLIVEIRA (nubia.marilia@ufba.br) on 2017-12-12T16:11:13Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertação Daniel.pdf: 7519004 bytes, checksum: 974f5d52c5c0cb196fbd59d1da9636c5 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-12-12T16:11:13Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertação Daniel.pdf: 7519004 bytes, checksum: 974f5d52c5c0cb196fbd59d1da9636c5 (MD5) / Os depósitos de ouro da Faixa Mansinha estão confinados em uma zona de cisalhamento sinistral rúptil-dúctil que está localizada em metadacitos, metatufos líticos, metatufos de cristal e rochas da Unidade Metassedimentar metamorfisadas na facies xisto verde e com trend preferencial Norte Sul com mergulho médio de 60º para oeste localizado no setor centro norte do Greenstone belt do Rio Itapicuru, NE Bahia. Alterações de carbonatação e sericitização são pervasivas nas rochas sedimentares e vulcânicas de caráter félsico dentro da zona de cisalhamento. Dois depósitos foram estudados, sendo: o M11, com corpo mineralizado caracterizado por um veio tabular de quartzo fumê com espessura de até 2 metros e comprimento de 500 metros, relacionado à metatufos de cristal e metassedimentos de origem turbiditica, com orientação subparalela à foliação da encaixante; e o M3, em que o minério está associado a 4 gerações de veios tabulares de quartzo leitoso e a um sistema de stockwork na parte norte do depósito, ambos encaixados nos metatufos de cristal associados. O ouro ocorre na forma de grãos livres finamente disseminados ou relacionados com sulfetos nos veios de quartzo. Estudos de inclusões fluidas por microtermometria revelaram que os veios de quartzo são amplamente dominados por inclusões primárias, pseudosecundárias de CO2± (CH4+N2) classificadas como inclusões do Tipo I, e inclusões H2O-CO2-(± CH4 ± N2) de baixa salinidade (<3% eq. NaCl) classificadas como do Tipo II. O valor de ThCO2 indicou uma variação da densidade de CO2 de 0,6 para 0,93 g/cm3 para inclusões do tipo I, e variação de 0,75-0,82 g/cm3 para as inclusões do tipo II. A variação mais ampla da densidade de CO2 das inclusões carbônicas pode ter resultado de um aprisionamento do fluido do veio dentro de um regime de pressão variado, ou de seu reequilíbrio durante a deformação continua dentro do domínio da zona de cisalhamento e redução da pressão durante o soerguimento. Os dados obtidos relacionados ao comportamento estrutural, alterações hidrotermais e de inclusões fluidas, combinados com dados de outros depósitos (C1, Antas I, II e III, todos da Unidade Maria Preta), possibilitam a classificação desses depósitos como de ouro do tipo lode orogenético. / ABSTRACT - The gold deposits of the Mansinha Strip are confined in a sinistral brittle-ductile shear zone that is located in metadacites, lithic metatuffs, crystal metatuffs and rocks of Metassedimentary Units, which are metamorphosed in a greenschist facies and with preferential North South trend with average dip of 60º to the west located in the north-central sector of the Greenstone belt of Itapicuru River, NE Bahia. Alteration is pervasive throughout the shear zones and characterized by carbonatization and sericitization of sedimentary and felsic volcanic rocks. Two deposits were studied: M11 with a mineralized body characterized by a tabular smoky quartz vein with a thickness of up to 2 meters and a length of 500 meters, related to crystal metatuffs and metasediments of turbiditic origin, with a subparallel orientation to the foliation of the host rock; And the M3 in which the ore is associated with 4 generations of milky quartz tabular veins and a stockwork system in the northern part of the deposit, both embedded in the associated crystal metatuffs. Gold appears as free finely disseminated grains or sulfide-related in the quartz veins. Fluid inclusions studies by microthermometry revealed that quartz veins are largely dominated by primary, pseudo-secondary inclusions of CO2 ± (CH4 + N2) classified as Type I inclusions, and H2O-CO2 inclusions (± CH4 ± N2) of low salinity (<3% eq NaCl) classified as Type II. The ThCO2 data indicated a variation in the CO2 density of 0.6 to 0.93 g/cm3 for Type I inclusions, and variation from 0.75-0.82 g/cm3 for Type II inclusions. The broader variation of the CO2 density for the CO2-rich fluid could have been the result of trapping of the vein fluid under a variable pressure regime, or by its re-equilibration during continuous deformation within the shear zone domains and reduction of the overburden pressure during uplift. The data obtained related to structural behavior, hydrothermal alterations and fluid inclusions, combined with data from other deposits (C1, Antas I, II and III, all of the Maria Preta Unit), make it possible to classify these deposits as lode gold orogenetic.
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Testing the late-Holocene climate signal from ombrotrophic bogs in southernmost Chile and the Falkland Islands : a multi-proxy, multi-profile and multi-site approach

Rice, Emma May January 2017 (has links)
Peatlands in Southern South America (SSA), in the path of the Southern Westerly Wind belt (SWW), offer the potential of reliable palaeoclimate archives. This investigation aimed to test the late-Holocene climate signal related to variability of the SWW. Three sites were investigated: San Juan and Karukinka bog, southernmost Chile and San Carlos, a Sphagnum dominated bog, discovered in the Falkland Islands, to form a regional comparison. A multi-proxy approach was used, combining both palaeoecological and stable isotopic methods. At one site, Karukinka, intra-site replicability was tested across three profiles located along a microtopographical gradient. A low number of statistically significant correlations between proxies were evident. KAR-EM-1, the low-hummock profile, displayed the highest number of significant correlations, suggesting an optimal coring location. Chronological uncertainty in the high-hummock profile, KAR-EM-3, was the focus of discussion. Intra-site replicability between the palaeoecological records was improved by plotting the records against a ‘master chronology’, from the mid-hummock profile, KAR-EM-2, assuming a synchronous acrotelm-catotelm boundary across the profiles. The testate amoeba inferred depth to water table (WTD) reconstructions offered the highest intra-site coherence, while the stable isotope records suggested generally poor intra-site replicability. A semi-quantitative method of intra-site comparison was carried out which resulted in a number of climate scenarios. The inter-site comparison assessed correlations between the records from the three sites. A lack of significant correlations between the sites may have been due to regional climate variations and differences in the temporal resolution of the records. Robust climatic inferences were limited to the last 300 years. The WTD reconstructions displayed the highest inter-site coherence and suggested a drying trend after AD 1930 due to a southerly shift of the SWW. Late-Holocene climate variability was inferred from the palaeoecological records from Karukinka. Two periods were identified: a MCA period of generally wetter conditions (AD 750-1100) and a LIA period of overall drier conditions (~AD 1100-1900) during a southerly and northerly shifted SWW respectively, driven by solar variability and polar cell strengthening.
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Optimalizace sklizně chmele ve vztahu k dosažení maximálních kvalitativních ukazatelů produktu / Optimization of the hop harvest in relation to maximizing product quality indicators

PEŠINA, Milan January 2013 (has links)
The thesis analyses and evaluates content and composition of bitter acids by HPLC method and Hop Storage Index (HSI). These methods were applied on samples taken from four varieties of hop (Saaz, Brewer, Premiant and Agnus) in four locations (Blšany, Běsno, Nesuchyně and Strojetice) of žatec hop-growing area in the period from 18. 8. 2012 to 4. 9. 2012 during the hop harvest. Furthermore, the influence of the drying procedures on the hops was monitored, it means, difference in the content and composition of bitter acids between green and dry hops and the comparison between the band and chamber drying rooms.
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Características de campo, petrografia e litogeoquímica da Unidade Santo Aleixo em sua localidade-tipo / Field geology, petrography and lithogeochemistry of Santo Aleixo Unit in its type location

Deidimar Aparecida Dias 26 September 2008 (has links)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / A Unidade Santo Aleixo, em sua localidade-tipo, é representada por gnaisses homogêneos, e, mais restritamente, por gnaisses bandados e gnaisses com inclusões máficas e félsicas. Todos os tipos litológicos mostram contatos gradacionais entre si. Na área de pesquisa, ocorrem ainda leucognaisses, migmatitos, granitos tardios e diques de diabásio. A área é marcada por foliação principal com trend NE e mergulho de baixo a médio ângulo, ora para SE ora para NW, relacionado a dobramento com traço do plano axial NE-SW. Foram descritas zonas de cisalhamento dúcteis a rúpteis de fases deformacionais tardias. A análise modal dos diversos tipos gnáissicos revelou uma composição tonalítica a granítica e menos comumente, quartzo-monzodiorítica e quartzo-monzonitica. A biotita está sempre presente podendo ou não vir acompanhada de hornblenda. Os acessórios mais comuns nessas rochas são apatita, zircão e opacos, enquanto titanita e allanita são mais variáveis, e às vezes podem estar ausentes. É rara a presença de granada que apenas foi observada em uma amostra do gnaisse homogêneo. Observou-se cloritização de biotita e sericitização e formação de muscovita a partir de plagioclásio. Os resultados geoquímicos apontam para a existência de apenas um grupo subalcalino disposto ao longo de um trend calci-alcalino. A maioria das amostras são metaluminosas a fracamente peraluminosas. Os gnaisses apresentam valores de terras raras pesadas inferiores a 10 ppm, o que resulta em elevadas razões (La/Lu)N. As comparações petrográficas e litogeoquímicas entre a Unidade Santo Aleixo e do Complexo Rio Negro mostram que: a) a Unidade Santo Aleixo compreende uma série petrográfica expandida enquanto que o Complexo Rio Negro é representado por séries mais restritas; b) o quimismo das duas unidades é semelhante, e representa um magmatismo calci-alcalino metaluminoso à biotita e hornblenda; c) as unidades são semelhantes em termos de ambientação tectônica, representando um ambiente do tipo arco vulcânico; d) os gnaisses da Unidade Santo Aleixo são empobrecidos em terras raras pesadas em comparação aos gnaisses do Complexo Rio Negro; comportamento causado pela presença de granada na fonte geradora. A inclusão da Unidade Santo Aleixo no Complexo Rio Negro, portanto, é sustentada pelas semelhanças petrográficas e geoquímicas, entendendo-se que o Complexo inclui tipos magmáticos com modos de evolução e fontes diferentes. / The Santo Aleixo Unit in its type-location is represented by homogenous gneiss and subordinated banded and inclused mafic-felsic-rich gneisses, all rocks separated by gradational contacts. Leucogranitic gneiss, migmatites, late-tectonic granite stocks and diabase dikes also occur in the studied area. The gneissic foliation dips to SE or NW with low to medium angles according to large vertical folds with a NE trending axial plane. The main foliation is deformed by late tectonic ductile to brittle shear zones. The gneisses are classified as tonalites to granites and, subordinated quartz-monzodiorites and quartz-monzonites. Biotite is always present with or without hornblende. Garnet was described only in the homogenous gneiss. Apatite, zircon, opaque minerals and minor titanite and allanite are the acessory minerals. Biotite chloritization and plagioclase sericitization are the observed metamorphic-hidrotermal processes. Lithogeochemical data classify the Santo Aleixo Unit gneisses as metaluminous metaigneous rocks from a calc-alkaline sequence. Heavy REE concentrations are lower than 10 ppm, resulting in elevated (La/Lu)N ratios. Comparing petrographic and lithogeochemical data from the Santo Aleixo Unit and the Rio Negro Complex points to the following statements: a) Santo Aleixo Units petrographic series are expanded while Rio Negro Complexs series are more restricted; b) the units presents same chemical signatures (calc-alkaline volcanic arc metaluminous magmas with biotite and hornblende); c) the Santo Aleixo Unit gneisses are depleted in heavy REE related to the presence of garnet at the magma source. Therefore, the incorporation of the Santo Aleixo Unit into the Rio Negro Complex is sustained by petrographic and lithogeochemical similarities, and also makes clear that the arc magmatism had different sources and evolutionary paths.
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Evolução metamórfica do terreno oriental da Faixa Ribeira entre Italva e Bom Jesus do Itabapoana, noroeste do RJ

Rodson de Abreu Marques 27 March 2009 (has links)
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / A região entre Bom Jesus de Itabapoana e Italva tem seu contexto geológico situado no Terreno Oriental (Domínios Cambuci, Costeiro e Italva) do Setor Central da Faixa Ribeira. Esta Faixa foi formada durante a Orogenia Brasiliana (Neoproterozóico-Cambriano), na borda sul/sudeste do Cráton São Francisco. A partir de mapas publicados na área e coletas de amostra em dois perfis estruturais, desenvolveu-se o presente trabalho, cuja meta foi a análise química de mineral para a investigação do metamorfismo dos Domínios Cambuci, Costeiro (Unidades Angelim e São Fidélis) e Italva. Para tal, foi objeto de estudo os metapelitos e metabasitos dos domínios supracitados. A identificação de associações minerais, a discriminação de diferentes equilíbrios metamórficos e a determinação de valores absolutos de pressão e temperatura (geotermobarometria) para cada um dos Domínios Tectônicos do Terreno Oriental foram os parâmetros fundamentais para a caracterização da evolução metamórfica da área de estudo. Estes dados indicaram diferentes condições e evoluções metamórficas, com distintos níveis crustais, para os diferentes domínios do Terreno Oriental. As rochas do Domínio Cambuci registram dois eventos térmicos distintos, ambos sob condições de alta temperatura, sendo o primeiro formado sob condições de pressão mais baixas que o segundo. Os litotipos do Domínio Costeiro registram pico metamórfico sob condições de facies granulito de pressão intermediária e os valores de pressão e temperatura obtidos foram os mais altos dentre os três domínios estudados. As rochas do Domínio Italva fornecem valores de temperatura correspondentes às condições de facies anfibolito superior a granulito, sob pressão baixa a intermediária. / The region between Bom Jesus de Itabapoana and Italva consists of a high-grade metamorphic terrane situated within the so-called Oriental Terrane of the Central Sector of the Ribeira Belt. This belt, of neoproterozóic-cambrian age, was formed during the Brasiliano Orogeny, in the south / southeast margin of the São Francisco Craton. The present work was developed on the basis of preexisting geological maps and collection of samples along two structural sections of the study area. The aim of this work is the investigation of the metamorphism of the Cambuci, Costeiro and Italva Domains of the Oriental Terrane. This investigation was based on the acquisition and interpretation of chemical analyses of mineral phases from metapelites and metabasites of the previously quoted domains. The identification of mineral parageneses, the discrimination of different metamorphic equilibriums and the determination of absolute values of pressure and temperature (geothermobarometry) for each one of the study tectonic domains were the basic tools used for the characterization of the metamorphic evolution of the area. The obtained data indicated different conditions and metamorphic evolutions, including different crustal levels, for the different tectonic domains of the Oriental Terrane. The rocks of the Cambuci Domain register two different thermal events, both under high temperature and medium pressure conditions. The first event, not inequivocaly metamorphic, was developed under lower pressures than the second one. The rocks of the Costeiro Domain record metamorphic peak under conditions of medium pressure granulite facies. The obtained pressure and temperature values were the highest among the three studied domains. The rocks of the Italva Domain yield temperature values of the transition zone between upper anfibolite and granulite facies conditions. Low to medium pressure values were obtained for this domain.
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The molecular epidemiology and ecology of Neisseria species in the African meningitis belt

Diallo, Kanny January 2017 (has links)
Neisseria meningitidis (Nm) is one of the major causes of bacterial meningitis in the African meningitis belt (AMB). This organism is part of the genus Neisseria, which includes ten human restricted species, mostly harmless commensals of the nasopharynx; however, Nm is capable of causing invasive meningococcal disease. The transition from carriage to pathogenic state remains perplexing, and strict virulece factors have yet to be identified. It has been hypothesised that non-pathogenic Neisseria (NPN) carried asymptomatically in the oroopharynx could play a role in modulating carriage of Nm, and therefore, its likelihood of invasion. In chapter 3, the diversity of the genus was characterised within a collection of 46 034 nasopharyngeal samples obtained across the AMB: five different species were identified, with Nm and NPNs displaying inversely related risk factors fo carriage. Chapter 5 presents the whole genome sequence (WGS) analysis of 107 Neisseria isolates unclassified by other methods. This higher genetic resolution, complemented with the use of a novel speciation approach, revealed seven novel Neisseria species, mostly collected in African countries. The invasive potential may also be due to the presence of particular genetic factors in the meningococcal genome. Chapter 4 presents the WGS comparison of 23 carried and invasive serogroup A Nm collected in Chad during the 2011 meningitis epidemic. Isolates from both phenotypic groups were found to be part of the same bacterial populations; however, discrete clusters were identified, associated with distinct age groups. These results indicate that genomic analyses are essential to appropriately study Neisseria diversity, and that lower resolution methods have greatly underestimated the diversity of the genus in Africa. The identification of Nm clusters associated with certain niches and of the differences in carriage risk factors suggests that variation in the environment, including the presence of NPNs, may be key in modulating carriage of Nm.
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Modelo estrutural da jazida de sulfetos de NI-CU-CO e MGP, Fortaleza de Minas, MG

Fabián Rosas, Claudio [UNESP] 10 October 2003 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:26:14Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2003-10-10Bitstream added on 2014-06-13T19:54:21Z : No. of bitstreams: 1 fabianrosas_c_me_rcla.pdf: 1833154 bytes, checksum: 7f54453e4517cd519f2424843a053a1b (MD5) / A Jazida Fortaleza de Minas de níquel, cobre e cobalto localiza-se cerca de 6 km a sudoeste da cidade de Fortaleza de Minas (MG). Ela está inserida na Seqüência Morro do Niquel, do Greenstone Belt Morro do Ferro, na Faixa Fortaleza de Minas, ocorrendo no Cinturão de Cisalhamento Campo do Meio e apresentando os seguintes litotipos: Anfibólio Xistos, Serpentinitos, Formação Ferrífera Bandada e Talco Xistos. A mina é constituída por um corpo de sulfeto maciço explorado em uma cava de 1600 m de comprimento e 300 m de largura, atingindo a cota 940 no fundo do open pit e possuindo galerias nos subníveis 920, 919, 900, 870, 851, 833, 817, 801, 781 e 761. O corpo do minério ocorre em uma zona de cisalhamento transtensiva, sinistral (Santos 1996), onde o amendoamento dos corpos provoca uma variação na direção e no mergulho da foliação. Realizou-se uma análise dos elementos estruturais observados em superfície e subsuperfície, uma análise de strain e produziu-se um modelo tridimensional do corpo do minério. Os dados estruturais levantados em todos os subníveis, divididos em norte e sul, e excluindo-se os subníveis 900 e 761., mostraram que a foliação mantém o mesmo padrão em profundidade, isto é, elevado mergulho para SW com máximos em torno de 221/78 e padrão amendoado. Os dados de lineação mineral e de estiramento obtidos mostram que a lineação não é direcional, mas concentrada nos máximos de 137/54 e subordinadamente 326/49, isto é, com plunge respectivamente para SE e NW. A direção principal corresponde ao eixo X do elipsóide de deformação, e a segundária ao eixo Y, que também é de estiramento (Y>1), como revelado pela análise da deformação em quatro amostras de minério, que mostrou elipsóides de deformação finita oblatos, isto é, no campo do achatamento geral. Estes dados indicam uma movimentação oblíqua, sinistral, normal para a zona de cisalhamento na qual insere-se a jazida. / The nickel, copper and cobalt Fortaleza of Mines ore deposit is located about six km southwest of Fortaleza of Mines town, Minas Gerais. The mine is constituted of a body of solid sulfites which is explored in a digging of 1600 m of length and 300 m of width along the galleries of level 920, 919, 900, 870, 851, 833, 817, 801, 781 and 761. The mine levels are physically divided in northem and the southern sector by a small gallery, which is originated in the access ramp to the underground. The structural analysis of surface and underground data, strain analysis and a three-dimensional geometric model of the ore deposit confirmed its setting along a ductile sinistral transtensive shear zone, as previously mentioned in Santos (1996). Lenticular ore bodies and anastoming pattern provokes variation in the strike and dip of the foliation around a maximum of 221/78. Stretching and mineral lineations plunge preferentially to SW (maximum around 137/54) and secondarily to NW (326/49), which indicates the strong oblique character of the sinistral shear zone. The strain analysius of four deformed ore samples revealed finite strain ellipsoids of strong oblate shape and deformation in the flattening field, where the X axes is parallel to the main direction of the stretching lineations and Y, also of stretching (Y>1), is parallel to the secondary direction of the lineations.

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