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O papel da urease e proteínas acessórias na virulência de Cryptococcus gattii

Feder, Vanessa January 2012 (has links)
Ureases (EC 3.5.1.5) são metaloenzimas dependentes de Ni2+que hidrolisam ureia para produzir amônia e CO2. Estas enzimas são encontradas em fungos, bactérias e plantas, compartilhando estruturas similares. Nosso grupo vem demonstrando que ureases possuem propriedades biológicas independentes da atividade ureolítica que potencialmente contribuem para a patogenicidade de micro-organismoss produtores de urease. A presença de urease em bactérias patogênicas (p.e. Helicobacter pylori, Proteus mirabilis) está correlacionada com a patogênese em algumas doenças humanas. Alguns fungos de importância médica também são produtores de urease entre eles Cryptococcus neoformans, Coccidioides immitis, Histoplasma capsulatum, Sporothrix schenckii. Cryptococcus gattii é um dos agentes etiológicos da criptococose em humanos e animais e acomete mais frequentemente indivíduos imunocompetentes. A maioria dos isolados produzem urease e vários autores sugerem que a liberação de amônia pela atividade da urease de Cryptococcus tem papel importante na patogenia da doença favorecendo uma maior permeabilidade que proporciona a transmigração das leveduras para o sistema nervoso central (SNC). No presente trabalho, para analisar o potencial de virulência da urease de C. gattii foram construídos mutantes com inativação do gene estrutural URE (ure1) e dos genes que codificam as proteínas acessórias (URED, UREF – ure4 e ure6 respectivamente). Assim como já descrito para H. pylori, a urease de C. gattii desempenha papel importante na virulência independente da atividade enzimática. Esta função ocorre anterior a invasão do SNC diminuindo a multiplicação da levedura em macrófagos, aumentando a carga infecciosa no sangue e atenuando a mortalidade tanto no mutante ure1Δ como no mutante ure6Δ em camundongos infectados por via intranasal. / Ureases (EC 3.5.1.5) are metalloenzymes Ni2+ dependents that hydrolyze urea to produce ammonia and CO2. These enzymes are found in fungi, bacteria and plants, show very similar structures. Our group has shown that plant and bacterial ureases display biological properties independent of their ureolytic activity that may contribute to the pathogenesis of urease-producing microrganisms. The presence of urease in pathogenic bacteria (e.g. Helicobacter pylori, Proteus mirabilis) strongly correlates with pathogenesis in some human diseases. Many medically important fungi also produce urease, among which are Cryptococcus neoformans, Coccidioides immitis, Histoplasma capsulatum, Sporothrix schenckii. Cryptococcus gattii is one of the etiologic agent that causes criptococcosis in human and animals, which often affects immunocompromised patients. The majority of clinical isolates produce large amounts of urease, and several authors suggest that the ammonia realease from urease activity might introduce a local damage of the endothelium, thus increasing permeability which provides yeast transmigration to central nervous system (CNS). To analyse virulence potential of C. gattii urease, mutants inactivating structural URE (ure1) gene and coding genes for accessory proteins required to assemble the Ni2+-containing active site (URED, UREF – ure4 and ure6 respectively ). As already described to H. pylori urease, the C. gattii urease play important roles in virulence independent of ureolytic activity before CNS invasion, reducing yeast multiplication in macrophage, decreasing blood burden and also attenuating mortality either ure1Δ and accessory ure6Δ mutant in mice intranasal infection.
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O papel da urease e proteínas acessórias na virulência de Cryptococcus gattii

Feder, Vanessa January 2012 (has links)
Ureases (EC 3.5.1.5) são metaloenzimas dependentes de Ni2+que hidrolisam ureia para produzir amônia e CO2. Estas enzimas são encontradas em fungos, bactérias e plantas, compartilhando estruturas similares. Nosso grupo vem demonstrando que ureases possuem propriedades biológicas independentes da atividade ureolítica que potencialmente contribuem para a patogenicidade de micro-organismoss produtores de urease. A presença de urease em bactérias patogênicas (p.e. Helicobacter pylori, Proteus mirabilis) está correlacionada com a patogênese em algumas doenças humanas. Alguns fungos de importância médica também são produtores de urease entre eles Cryptococcus neoformans, Coccidioides immitis, Histoplasma capsulatum, Sporothrix schenckii. Cryptococcus gattii é um dos agentes etiológicos da criptococose em humanos e animais e acomete mais frequentemente indivíduos imunocompetentes. A maioria dos isolados produzem urease e vários autores sugerem que a liberação de amônia pela atividade da urease de Cryptococcus tem papel importante na patogenia da doença favorecendo uma maior permeabilidade que proporciona a transmigração das leveduras para o sistema nervoso central (SNC). No presente trabalho, para analisar o potencial de virulência da urease de C. gattii foram construídos mutantes com inativação do gene estrutural URE (ure1) e dos genes que codificam as proteínas acessórias (URED, UREF – ure4 e ure6 respectivamente). Assim como já descrito para H. pylori, a urease de C. gattii desempenha papel importante na virulência independente da atividade enzimática. Esta função ocorre anterior a invasão do SNC diminuindo a multiplicação da levedura em macrófagos, aumentando a carga infecciosa no sangue e atenuando a mortalidade tanto no mutante ure1Δ como no mutante ure6Δ em camundongos infectados por via intranasal. / Ureases (EC 3.5.1.5) are metalloenzymes Ni2+ dependents that hydrolyze urea to produce ammonia and CO2. These enzymes are found in fungi, bacteria and plants, show very similar structures. Our group has shown that plant and bacterial ureases display biological properties independent of their ureolytic activity that may contribute to the pathogenesis of urease-producing microrganisms. The presence of urease in pathogenic bacteria (e.g. Helicobacter pylori, Proteus mirabilis) strongly correlates with pathogenesis in some human diseases. Many medically important fungi also produce urease, among which are Cryptococcus neoformans, Coccidioides immitis, Histoplasma capsulatum, Sporothrix schenckii. Cryptococcus gattii is one of the etiologic agent that causes criptococcosis in human and animals, which often affects immunocompromised patients. The majority of clinical isolates produce large amounts of urease, and several authors suggest that the ammonia realease from urease activity might introduce a local damage of the endothelium, thus increasing permeability which provides yeast transmigration to central nervous system (CNS). To analyse virulence potential of C. gattii urease, mutants inactivating structural URE (ure1) gene and coding genes for accessory proteins required to assemble the Ni2+-containing active site (URED, UREF – ure4 and ure6 respectively ). As already described to H. pylori urease, the C. gattii urease play important roles in virulence independent of ureolytic activity before CNS invasion, reducing yeast multiplication in macrophage, decreasing blood burden and also attenuating mortality either ure1Δ and accessory ure6Δ mutant in mice intranasal infection.
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Avaliação retrospectiva e prospectiva de micoses e actinomicetoses simulando neoplasia / Retrospective and prospective evaluation of mycosis and actinomycetous infections simulating neoplasia

Dall Bello, Aline Gehlen January 2013 (has links)
O estudo trata de infecções fúngicas por Histoplasma, Cryptococcus gattii e Paracoccidioides e por Actinomyces e Nocardia que simularam neoplasia a partir de achados radiológicos. O objetivo deste trabalho é demonstrar, através de casos do banco de dados do Laboratório de Micologia da Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, a importância de um diagnóstico diferencial destas infecções com doenças neoplásicas. Identificamos os aspectos epidemiológicos e clínico-laboratoriais desses pacientes e revisamos criticamente a literatura. A casuística foi constituída por 83 casos, extraídos de uma população de 1.368 pacientes, de 1981 a 2012. As características clínicas e radiológicas de neoplasia foram observadas principalmente na histoplasmose, pela formação de histoplasmoma, na criptococose por C. gattii pela capacidade de formar criptococoma; na actinomicose e na nocardiose pela produção de massas. O que reforça o fato de que a síndrome clínica não é patognomônica da doença neoplásica e que as doenças infecciosas, especialmente granulomatosas devem ser consideradas no diagnóstico diferencial. / The study comes to infections by Histoplasma, Cryptococcus gattii, Paracoccidioides, and also Actinomyces and Nocardia simulating neoplasia from radiological findings. The objective of this study is to demonstrated, through case database of Mycology Laboratory of Irmandade Santa Casa de Misericordia de Porto Alegre, the importance of a differential diagnosis of these infections with neoplastic disease. We identified the epidemiological, clinical and laboratorial datas of these cases and review the literature critically. The casuistic consisted of 83 cases, drawn from a population of 1,368 patients, from 1981-2012. The clinical and radiological features of malignancy were observed mainly in histoplasmosis by manifestation as histoplasmoma, in cryptoccosis by C.gattii to the ability to form crytococcoma; actinomycosis and nocardiosis by the production of masses. This fact emphasizes that the clinical syndrome is not pathognomonic of neoplastic diseases and that infectious diseases, especially granulomatous, should be considered in the differential diagnosis.
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O papel do estresse oxidativo e nitrosativo gerado pelos antifúngicos em Cryptococcus gattii e sua influência na heterorresistência ao Itraconazol

Ferreira, Gabriella Freitas 03 July 2015 (has links)
Submitted by Renata Lopes (renatasil82@gmail.com) on 2018-08-03T12:16:33Z No. of bitstreams: 1 gabriellafreitasferreira.pdf: 1111733 bytes, checksum: 4b8a7e3965e36b834dcb1890165ad008 (MD5) / Approved for entry into archive by Adriana Oliveira (adriana.oliveira@ufjf.edu.br) on 2018-08-03T12:21:08Z (GMT) No. of bitstreams: 1 gabriellafreitasferreira.pdf: 1111733 bytes, checksum: 4b8a7e3965e36b834dcb1890165ad008 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-08-03T12:21:08Z (GMT). No. of bitstreams: 1 gabriellafreitasferreira.pdf: 1111733 bytes, checksum: 4b8a7e3965e36b834dcb1890165ad008 (MD5) Previous issue date: 2015-07-03 / PROQUALI (UFJF) / Embora os principais mecanismos de ação do fluconazol, itraconazol e anfotericina B estejam relacionados ao egosterol, é possível que essas drogas tenham outros efeitos nas células fúngicas. Além dos mais, a heterorresistência é considerada um mecanismo de adaptação frente a um estresse induzido por concentrações crescentes de antifúngicos no ambiente. Sendo o itraconazol um dos azólicos usados no tratamento da criptococose, o objetivo desse estudo foi avaliar a influência do estresse oxidativo e nitrosativo gerado pelos antifúngicos em células de C. gattii e sua influência no surgimento de clones heterorresistentes. Foram estudados distintos parâmetros para avaliar os estresses oxidativo e nitrosativo induzidos pelo fluconazol, itraconazol e anfotericina B em C. gattii. Já os efeitos da heterorresistência ao itraconazol foram estudados por meio de ensaios in vitro e em modelo murino. O itraconazol simultaneamente reduziu o conteúdo de ergosterol das células de C. gattii e induziu a produção de espécies reativas de oxigênio no início do tratamento, o que levou ao aumento da atividade das enzimas peroxidase e superoxidodismutase. O mesmo não aconteceu com o fluconazol. Já a anfotericina B promoveu grande estresse oxidativo e nitrosativo nas células de C. gattii, o que levou a uma elevada peroxidação lipídica e ineficiente ativação do sistema antioxidante celular. A heterorresistência ao itraconazol foi intrínseca para todas as linhagens testaddas, alterou parâmetros farmacodinâmicos, diminuiu o diâmetro celular e o tamanho da cápsula e ativação do sistema antioxidante celular. Observou-se uma correlação positiva entre a razão superfície/volume e o nível de heterorresistência ao itraconazol. Além do mais, a heterorresistência levou a maior internalização das células criptocócicas pelos macrófagos, mas também a uma maior proliferação dentro dessa célula fagocítica, o que culminou com o aumento da virulência dos clones heterorresistentes e alta carga fúngica nos pulmões e cérebro dos camundongos. Diante desses resultados, concluiu-se que o estresse oxidativo possuiu um importante papel no mecanismo de ação do itraconazol e pode ser um dos mecanismos que levam a heterorresistência e o aumento da virulência das células de C. gattii. / Although the most accepted mechanisms of action of amphotericin B and azoles are related to ergosterol, it is possible that these drugs have other effects on the fungal cell. Moreover, heteroresistance is an adaptive mechanism developed by the microorganism to counteract the stress of increasing drug concentration in the environment. Since itraconazole is used in the therapy of cryptococcosis, the aim of this study was to evaluate the role of endogenous reactive oxygen species (ROS) and peroxynitrite produced by azoles and amphotericin B in the fungus C. gattii and its influence on emergence of heteroresistante clones to itraconazole. We studied distinct parameters to evaluate the effect of oxidative and nitrosative stresses induced by fluconazole, itraconazole and amphotericin B in C. gattii cells. The effects of the heteroresistance to itraconazole were studied by performing tests in vitro and in a murine model. Itraconazole reduces the level of ergosterol and led to ROS production in C. gattii cells in the early stages of the treatment, enhancing the antioxidant activity. The same did not happen with fluconazole. Amphotericin B caused lipid peroxidation in C. gattii cells through a greatly enhanced production of oxidative and nitrosative radicals with increased lipid peroxidation and inefficient ativaction of antioxidant cellular system. Heteroresistance to itraconazole was intrinsic in all strains tested and changed pharmacodynamics parameters, diminished cell and capsule sizes, reduced ergosterol content and enhanced the antioxidant system of heteroresistant clones. Indeed, heteroresistance to itraconazole led to the increased internalization of cryptococcal cells by macrophages, but also to a prominent proliferation inside these phagocytic cells, culminating in the higher virulence of heteroresistant clones. Based on these results, we conclude that oxidative bursts play an important role in the antifungal activity of itraconazole and may be one of the mechanisms that lead to heteroresistance and the increased virulence of C. gattii.
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Isolamento e caracterização de leveduras de uma madeireira e sua correlação com um caso clínico de criptocose

Crestani, Juliana January 2007 (has links)
A incidência de micoses tem aumentado drasticamente, representando a maioria de infecções oportunistas. As leveduras vêm se destacando pelo modo ao qual infectam o hospedeiro, por suas defesas contra o sistema imune dos hospedeiros e por serem amplamente distribuídas no ambiente. A criptococose é a terceira mais freqüente infecção em indivíduos HIV-positivos e atualmente o número de casos em pessoas ditas “aparentemente imunocompetentes” vem aumentando drasticamente. Os agentes etiológicos são ambas as leveduras Cryptococcus neoformans e Cryptococcus gattii. A infecção humana se dá pela inalação de propágulos infectivos de um sítio ambiental. Nesse estudo, nós relatamos um caso de criptococose disseminada em um individuo de 66 anos, do sexo masculino, HIV-negativo, o qual residia e trabalhava em uma Madeireira na cidade de Cachoeira do Sul – RS. O diagnóstico inicial foi realizado por biópsia de um nódulo subcutâneo e posteriormente foi realizada a confirmação da disseminação da doença através de Raio-X pulmonar e Ressonância Magnética Cerebral. Com base nesse caso clinico, foi proposto isolar os agentes causais da criptococose e outras leveduras dessa Madeireira. As leveduras foram isoladas para caracterizar a microbiota leveduriforme desse local e avaliar a que outras micoses emergentes os trabalhadores dessa Madeireira estão expostos. Foram coletadas amostras de monitoramento do ar, excretas de pombos e galinhas, serragem, pó de madeira, poeira, cascas e folhas de árvores do gênero Eucaliptus. As amostras foram coletas das quatro vezes no período de um ano (2005), sendo realizadas uma coleta por estação do ano. As amostras coletadas totalizaram 40 sítios amostrais do ar interno da madeireira, 40 amostras de excretas (pombos e galinhas) e 63 amostras no interior da madeireira (serragem, pó de madeira, poeira, casca de eucalipto e folha de eucalipto). De alguns desses sítios amostrais foram obtidos três isolados de C. neoformans var. grubii, um isolado de C. gattii e 180 leveduras. Dentre as leveduras, foram identificados 7 diferentes gêneros do Filo Basidiomycota e 10 pertencentes ao Filo Ascomycota. Dentre as espécies de leveduras identificadas, algumas são patógenos, porém a maioria é saprofítica. Os gêneros prevalentes são: Candida, Cryptococcus, Debaryomyces e Pichia. Estudos no ambiente doméstico de indivíduos infectados podem sugerir medidas profiláticas pelo conhecimento dos patógenos aos quais eles estão expostos.
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Isolamento e caracterização de leveduras de uma madeireira e sua correlação com um caso clínico de criptocose

Crestani, Juliana January 2007 (has links)
A incidência de micoses tem aumentado drasticamente, representando a maioria de infecções oportunistas. As leveduras vêm se destacando pelo modo ao qual infectam o hospedeiro, por suas defesas contra o sistema imune dos hospedeiros e por serem amplamente distribuídas no ambiente. A criptococose é a terceira mais freqüente infecção em indivíduos HIV-positivos e atualmente o número de casos em pessoas ditas “aparentemente imunocompetentes” vem aumentando drasticamente. Os agentes etiológicos são ambas as leveduras Cryptococcus neoformans e Cryptococcus gattii. A infecção humana se dá pela inalação de propágulos infectivos de um sítio ambiental. Nesse estudo, nós relatamos um caso de criptococose disseminada em um individuo de 66 anos, do sexo masculino, HIV-negativo, o qual residia e trabalhava em uma Madeireira na cidade de Cachoeira do Sul – RS. O diagnóstico inicial foi realizado por biópsia de um nódulo subcutâneo e posteriormente foi realizada a confirmação da disseminação da doença através de Raio-X pulmonar e Ressonância Magnética Cerebral. Com base nesse caso clinico, foi proposto isolar os agentes causais da criptococose e outras leveduras dessa Madeireira. As leveduras foram isoladas para caracterizar a microbiota leveduriforme desse local e avaliar a que outras micoses emergentes os trabalhadores dessa Madeireira estão expostos. Foram coletadas amostras de monitoramento do ar, excretas de pombos e galinhas, serragem, pó de madeira, poeira, cascas e folhas de árvores do gênero Eucaliptus. As amostras foram coletas das quatro vezes no período de um ano (2005), sendo realizadas uma coleta por estação do ano. As amostras coletadas totalizaram 40 sítios amostrais do ar interno da madeireira, 40 amostras de excretas (pombos e galinhas) e 63 amostras no interior da madeireira (serragem, pó de madeira, poeira, casca de eucalipto e folha de eucalipto). De alguns desses sítios amostrais foram obtidos três isolados de C. neoformans var. grubii, um isolado de C. gattii e 180 leveduras. Dentre as leveduras, foram identificados 7 diferentes gêneros do Filo Basidiomycota e 10 pertencentes ao Filo Ascomycota. Dentre as espécies de leveduras identificadas, algumas são patógenos, porém a maioria é saprofítica. Os gêneros prevalentes são: Candida, Cryptococcus, Debaryomyces e Pichia. Estudos no ambiente doméstico de indivíduos infectados podem sugerir medidas profiláticas pelo conhecimento dos patógenos aos quais eles estão expostos.
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Diferenciação das espécies Cryptococcus neoformans e Cryptococcus gattii utilizando a metodologia de PCR multiplex e determinação do perfil epidemiológico de pacientes com meningite criptocócica

Leal, Ana Lusia January 2006 (has links)
Cryptococcus neoformans é uma levedura oportunista que pode se alojar no sistema nervoso central causando meningite, meningoencefalite e encefalite principalmente em indivíduos com algum comprometimento do sistema imune. É responsável por 4,5% das infecções oportunistas que acometem pacientes portadores do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV-positivos). Cryptococcus gattii é um patógeno primário responsável por uma alta incidência de criptococomas no pulmão e no cérebro e que apresenta uma alta morbidez neurológica e uma resposta retardada à terapia antifúngica. O diagnóstico da criptococose é, atualmente, baseado na detecção da levedura em amostras clínicas, no cultivo com posterior identificação bioquímica e na pesquisa de antígenos circulantes. A diferenciação entre as espécies C. neoformans e C. gattii, na maioria dos laboratórios, é realizada utilizando o meio de cultura ágar canavanina-glicina-azul de bromotimol (CGB) e demora em torno de sete dias. Neste trabalho foi padronizada uma metodologia de PCR multiplex que pode vir a substituir as provas bioquímicas utilizadas atualmente para a identificação das espécies de Cryptococcus, reduzindo em 6 dias o tempo necessário para a identificação das espécies. A metodologia também se mostrou mais específica na identificação das espécies, concordando com os resultados das sorotipagens em todos os 132 isolados de Cryptococcus testados, enquanto o resultado obtido com o cultivo em ágar CGB foi discordante em 6 dos 132 isolados, sendo 5 falso-positivos e 1 falso negativo. Foi também realizado o primeiro estudo epidemiológico do perfil de pacientes com meningite criptocócica no estado do Rio Grande de Sul notificados no Laboratório Central de Saúde Pública IPB-LACEN/RS no período de 2000 a 2005. A maioria dos pacientes é do sexo masculino (77,12%), branco (83,5%), na faixa etária entre 30 a 39 anos (46,24%) e infectados pelo HIV (95%).
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Caracterização de isolados clínicos de Cryptococcus neoformans e Cryptococcus gattii quanto à susceptibilidade a flunocazol

Amaro, Maria Cristina de Oliveira January 2006 (has links)
Nos últimos anos tem ocorrido um aumento de infecções fúngicas, devido à elevação do número de pacientes imunossuprimidos, principalmente pelo surgimento da epidemia da AIDS (Acquired Immunodeficiency Syndrome). O uso aumentado de antifúngicos tem levado ao surgimento de cepas resistentes a estes agentes, já verificado com o azólico fluconazol, o agente antifúngico mais utilizado na terapia de manutenção de pacientes com AIDS, que desenvolvem criptococose. Neste trabalho, foram determinadas as Concentrações Inibitórias Mínimas (CIMs) de fluconazol para isolados clínicos de Cryptococcus neoformans e Cryptococcus gattii, utilizando-se o teste de microdiluição em caldo padronizado pelo National Commitee for Clinical Laboratory Standards (NCCLS), o método padrão para testar susceptibilidade antifúngica de leveduras. Foram testados 173 isolados clínicos de C. neoformans e C. gattii, sendo que as CIMs para fluconazol variaram de 0,125 a 16 μg/mL, com uma CIM50% de 2 e uma CIM90% de 4 μg/mL. Todos os isolados foram considerados sensíveis a fluconazol. Também foi realizado um teste de indução de resistência a fluconazol, por exposição de um isolado sensível, a concentrações crescentes da droga, para verificar se apenas a exposição, levaria ao desenvolvimento de resistência. No entanto, verificou-se apenas uma resistência transitória, em uma das subpopulações, sendo que o fenótipo de sensibilidade foi restaurado. Os dados obtidos neste trabalho estão em concordância com estudos nacionais e internacionais, que também utilizaram o teste padrão de microdiluição em caldo. A resistência entre isolados clínicos de C. neoformans e C. gattii ainda tem se mostrado rara em termos mundiais comparada a resistência adquirida por outras leveduras. No entanto, devido aos relatos de desenvolvimento de resistência durante a terapia de manutenção da criptococose, é importante alertar quanto à possibilidade do surgimento e da propagação de cepas resistentes. / In the last years have occurred an increase of fungal infections due to rise of number of immunocompromised patients, particularly by appearance of the Acquired Immunodeficiency Syndrome (AIDS). The incresing use of antifungal agents has determined the appearance of resistants strains to this agents, already verified with the fluconazole azole, the antifungal agent more used in the maintenance therapy of AIDS patients that developing criptococosis. In this work were determined the Minimuns Inibitories Concentrations (MICs) of fluconazole to Cryptococcus neoformans and Cryptococcus gattii clinical isolates, using the National Commitee for Clinical Laboratory Standards (NCCLS) broth microdilution method. This is the test standard to test antifungal susceptibility to yeasts. Were tested 173 clinical isolates of C. neoformans and C. gattii. The MICs to fluconazole ranged of 0.125 to 16 μg/mL and the MIC50% was 2 and MIC90% was 4μg/mL. All isolates were considered susceptibles to fluconazole. A test of fluconazole resistance inducing was carry out by exposure to drug incresing concentrations of one susceptible isolate, to verify if only the exposure can to result in the resistance development. However occurred only a temporary resistance in one of the subpopulations, since the susceptibility profile was restored. The data obtained in this work are in agreement with national and international studies that also used the standard broth microdilution method. The resistance between C. neoformans and C. gattii clinical isolates has been rare in the world when compared with others yeasts. Nonetheless due to references to resistance development during the maintenance therapy of cryptococosis, it’s important to remain alert as for possibility of appearance and spread of resistants strains.
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Alterações histopatológicas iniciais pulmonares na infecção aguda experimental de camundongos Swiss webster imunocompetentes por Cryptococcus neoformans e C. gatti.

Lourenço, Manoel Gionovaldo Freire January 2008 (has links)
Submitted by Tatiana Oliveira (tsilva@icict.fiocruz.br) on 2012-06-06T00:07:57Z No. of bitstreams: 1 manoel_gf_lourenco_ioc_bp_0041_2008.pdf: 1698623 bytes, checksum: 26dac485e0b5d05c5bbc0ba69007c66a (MD5) / Made available in DSpace on 2012-06-06T00:07:57Z (GMT). No. of bitstreams: 1 manoel_gf_lourenco_ioc_bp_0041_2008.pdf: 1698623 bytes, checksum: 26dac485e0b5d05c5bbc0ba69007c66a (MD5) Previous issue date: 2008 / Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Rio de janeiro, RJ, Brasil / O envolvimentonto do sistema nervoso central com meningites tem sido tradicionalmente relatado em ambas as infecções por C. neoformans e C. gattii, com ou sem sinais clínicos ou radiológicos de lesão pulmonar. Quase todas as formas disseminadas por cepas de C. neoformans ocorreram em indivíduos imunocomprometidos, exceto em poucos casos com fatores predisponentes, sugerindo a existência de alguns mecanismos de escape. Em contraste criptococose por C. gattii, quase sempre afeta indivíduos sem prejuízo imune identificável, e comumente apresenta lesões pulmonares e do sistema nervoso central associado à meningite. Como os mecanismos envolvidos nos estágios precoces da infecção pulmonar por espécies de Cryptococcus ainda são poucos conhecidos, foram acompanhados separadamente o processo de internalizaçao, de duas cepas de C. neoformans e C. gattii, nos pulmões de camundongos imunocompetentes, descrevendo esta penetração e comparando possíveis diferenças. Materiais e Métodos: Camundongos Swiss Webster foram instilados intratraquealmente com: a) 10 5 leveduras de C. neoformas em 50µL de salina (30 animais); b) 10 5 leveduras de C. gattii em 50µL de salina (30 animais); ou c) 50µL de salina sem leveduras de Cryptococcus (10 animais). Após a instilação o abdômen dos camundongos foi comprimido e liberado para promover uma inalação profunda. Os animais foram mortos 2, 12, 24, 48 e 72h após a instilação.A cada período os animais foram submetidos a eutanásia por injeção intraperitonial de 1.0 mL de pentobarbital sódico a 2,5%. Resultados e Discussão: A histopatologia entre os pulmões de camundongos infectados por C. neoformans ou C. gattii revelaram peculiaridades importantes. Uma das diferenças principais foi a expressão precoce da cápsula de polissacarídeo por C. neoformans em comparação com C. gattii. Pór causa da expressão precoce da sua cápsula de polissacarídeo, C. neoformans é maior em tamanho, o que pode contribuir para seu escape dos mecanismos de defesa do hospedeiro e, maior persistência no trato respiratório. Este mecanismo de escape e a conseqüente dificuldade para difusão resultam numa grande reação inflamatória local acompanhada de brotamento precoce. Conclusões: a invasão pulmonar e os mecanismos de disseminação de Cryptococcus no trato respiratório em estágios precoces da infecção experimental não dependeram diretamente da participação de células mononucleares e neutrofilicas. Este processo aconteceu, pela interação física entre os fungos e o epitélio respiratório, contudo sendo desconhecido os mecanismos intrínsecos / The envolvimentonto central nervous system with meningitis has traditionally been reported in both infections C. and C. neoformans gattii, with or without clinical or radiological signs of lung injury. Almost all forms disseminated by strains of C. neoformans occurred in immunocompromised individuals, except in a few cases with predisposing factors, suggesting the existence of some escape mechanisms. In contrast cryptococcosis by C. gattii, often affects individuals without identifiable immune injury, and commonly shows pulmonary lesions and central nervous system associated with meningitis. As the mechanisms involved in the early stages of pulmonary infection by Cryptococcus species are still little known, were tracked separately the process of internalization of two strains of C. and C. neoformans gattii, the lungs of immunocompetent mice, describing and comparing this penetration possible differences. Materials and Methods: Swiss Webster mice were intratracheally instilled with: a) 10 5 yeasts of C. 50μL neoformas in saline (30 animals), b) 10 5 yeasts C. gattii in 50μL of saline (30 animals), or c) 50μL of saline without yeast Cryptococcus (10 animals). After instillation, the abdomen of the mice was compressed and released to promote a deep inhalation. Animals were sacrificed 2, 12, 24, 48 and 72h after instilação.A each period the animals were euthanized by intraperitoneal injection of 1.0 mL of 2.5% sodium pentobarbital. Results and Discussion: The histopathology of the lungs of mice infected with C. or C. neoformans gattii revealed important peculiarities. One of the main differences is the early expression of capsule polysaccharide by C. in comparison to C. neoformans gattii. Because of their expression of early polysaccharide capsule, C. neoformans is larger in size, which may contribute to their escape from host defense mechanisms, and greater persistence in the respiratory tract. This escape mechanism and the consequent difficulty for the diffusion result in significant local inflammatory reaction accompanied by sprouting early. Conclusions: Lung invasion and the mechanisms of dissemination of Cryptococcus in the respiratory tract in the early stages of experimental infection did not directly dependent on the participation of mononuclear cells and neutrophilic. This process took place, the physical interaction between fungi and respiratory epithelium, but the mechanisms are unknown intrinsic
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Suscetibilidade in vitro de Cryptococcus neoformans e Cryptococcus gattii frente a drogas antifúngicas pela citometria de fluxo

Morales, Bernardina Penarrieta January 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2014-08-11T12:37:24Z (GMT). No. of bitstreams: 4 license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) bernardina_morales_ipec_mest_2009.pdf: 1163368 bytes, checksum: f202e217c54ce0cedbcb4c79e65c8190 (MD5) bernardina_morales_ipec_mest_2009.pdf.txt: 105699 bytes, checksum: d49cfc5d18502e60aefc9acd95bd3a8b (MD5) bernardina_morales_ipec_mest_2009.pdf.jpg: 1571 bytes, checksum: d645520da44b852110b75eff2c71cf71 (MD5) Previous issue date: 2014-05-06 / Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas. Rio de Janeiro, RJ, Brasil / Cryptococcus neoformans (C. n) e Cryptococcus gattii (C. g) são agentes da criptococose. A carência de publicações sobre teste de suscetibilidade de C. n e principalmente de C. g é evidente. A maioria de isolados clínicos de C. g mostra-se suscetível in vitro a fluconazol e itraconazol; no entanto o surgimento de resistência a drogas antifúngicas incentivou os testes de suscetibilidade in vitro. Como conseqüência, Clinical and Laboratory Standadards Institute \2013 CLSI, anteriormente National Committee for Clinical Laboratory Standards \2013 NCCLS, publicaram metodologia padronizada M27-A2 para alcançar reprodutibilidade e permitir a comparação de resultados de suscetibilidade entre laboratórios, porém alguns problemas como o tempo de incubação e o padrão de leitura levaram à busca de técnicas alternativas, tais como a citometria de fluxo. O objetivo deste trabalho é padronizar a técnica de citometria de fluxo para o teste de suscetibilidade in vitro de C.n e C.g. visando a redução do tempo de incubação, a utilização de leitura automatizada e a obtenção de resultados rápidos e reprodutíveis A concentração inibitória mínima (CIM) de 20 isolados de C.n e 21 de C.g foi determinada por citometria de fluxo e os resultados comparados com o protocolo padrão proposto pelo CLSI/M27A-2. Após duas horas de incubação com anfotericina B utilizando FUN-1, C. gattii resultou em 100% de concordância entre as duas técnicas para diluição de 2\03BCg/mL e 95,2% para 1\03BCg/mL e C. neoformans resultou em 100% de concordância para 1 e 2\03BCg/mL. Para azólicos e flucitosina, foram obtidos resultados reprodutíveis com o fluorocromo Acridine Orange após 18 horas de incubação, que resultou em 78% de concordância entre as duas técnicas para fluconazol, 85% para itraconazol e 97% para flucitosina. Em ambas as metodologias, C. gattii foi menos suscetível do que C. neoformans frente ao itraconazol e flucitosina (p<0,05). A citometria de fluxo é uma ferramenta útil, com potencial para testes in vitro e determinação da CIM dos antifúngicos estudados, com apreciável redução do tempo mínimo para obtenção de resultados / Cr yptococcus neoformans ( C.n ) and Cryptococcus gattii ( C.g ) are the agents of cryptococcosis. The lack of publications on susceptibility tests of C.n and especially C.g is evident. Most clinical isolates of C.g proved to be susceptible in vitro to fluconazol e and itraconazole and yet the emergence of resistance to antifungal drugs encouraged susceptibility testing in vitro . As a consequence, Clinical and Laboratory Standadards Institute – CLSI ( National Committee for Clinical Laboratory Standards – NCCLS ) pub lished standardized methodology to achieve reproducibility and allow comparison of susceptibility results between laboratories (M27 - A2 document) , however some problems of methodology, like incubation time and standard reading, led to the search for alterna tive techniques, such as flow cytometry. The objective of this work is to standardize the technique of flow cytometry to test the in vitro susceptibility of C . n and C . g in order to reduce the incubation time, use of automated reading and obtain fast and re producible results . The minimum inhibitory concentration (MIC) of 20 isolates of C.n and 21 of C.g was determined by flow cytometry and the results compared with the standard protocol proposed by CLSI/M27A - 2. Flow citometry showed 100% agreement with CLSI/ M27A - 2 results for 2 μ g/mL and 95.2% for 1 μ g/mL dilution when C.g isolates were tested, and 100% agreement for 1 and 2 μ g/ml dilution when C.n were tested after two hours of incubation with amphotericin B using FUN - 1 . Reproducible results were obtained with fluorochrome Acridin e Orange for azoles and flucytosine after 18 hours incubation, resulting in 78% agreement for fluconazole, 85% for itraconazole and 97% for flucytosine. C.g was less susceptible than C.n against itraconazole and flucytosine (p <0.05) in both methodologies. Flow cytometry is a useful tool, with potential for in vitro susceptibility test s of the antifungal agents studied, with appreciable reduction in the minimum time for achieving results.

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