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The Future of Global Governance: Towards a Catholic Contribution Regarding the Idea of State Sovereignty

Bagot, Matthew Jervis January 2010 (has links)
Thesis advisor: S.J., David Hollenbach / This dissertation explores the possible contribution of the Catholic tradition to the current debate in the field of international studies regarding the appropriate role of state sovereignty in global governance. The dissertation addresses the issue from the perspective of ideas, and is divided into three parts. First, it describes how the modern sovereign states system emerged as a result of prior revolutions in ideas about justice and political authority thereby drawing on the work of Daniel Philpott. It then examines the writings of three twentieth-century Catholic writers who treated the issue of sovereignty as part of their reflections on international affairs: Luigi Sturzo, Jacques Maritain, and John Courtney Murray. Finally, the dissertation correlates the work of Sturzo, Maritain, and Murray with a number of contemporary political theorists of cosmopolitan democracy. It argues not only that there are significant similarities between Sturzo, Maritain, and Murray and cosmopolitan theory, but also that the Catholic tradition can complement cosmopolitanism in a helpful manner. Thus the dissertation suggests a way forward for the Catholic tradition with respect to the issue of state sovereignty and global governance, and it provides a challenge to the Catholic community regarding this matter. / Thesis (PhD) — Boston College, 2010. / Submitted to: Boston College. Graduate School of Arts and Sciences. / Discipline: Theology.
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A apropriação crítica da arquitetura e urbanismo modernos através da linguagem cinematográfica: Playtime, 1967, de Jacques Tati / A critical appropriation of modern architecture and urbanism through cinematographic language: Playtime, 1967, by Jacques Tati

Mardegan, Monica Silvia Gosso 13 May 2009 (has links)
A relação do cinema com outras linguagens e outras artes tem despertado grande interesse em novos trabalhos de pesquisa no âmbito da pós-graduação, e se insere no interior de uma pluralidade de posturas de investigação adotadas a partir dos anos 1980 acerca do espaço fílmico. Partindo da relação entre arquitetura/urbanismo e cinema, este trabalho se constitui numa interação de linguagens dinâmicas, tomando por princípio a polissemia dos interesses estéticos e das formas artísticas atuais. A escolha de nosso objeto de pesquisa, Playtime (Tempo de diversão, 1967) do cineasta Jacques Tati (1907-1982) nasceu do interesse em tratar uma questão central na experiência do cinema francês, qual seja seu diálogo crítico com a mudança de sensibilidade cultural provocada pela arquitetura e urbanismo modernos. A demanda gerada pela inserção criativa do cinema na reflexão sobre a sociedade e a cultura é correlata a uma vontade de questionar a arquitetura como instância de poder e representação, privilegiando a qualidade de interação entre pessoas e grupos sociais na vida urbana. O foco de análise, ao desvelar a realidade proposta, visa entender a relação entre obra e público numa busca de atualização das discussões entre arte e sociedade. / The relation between cinema and other forms of expression, as well as other kinds of art, has raised great interest among academic research, especially post-graduation studies, as part of a variety of investigative approaches to the subject of filmmaking from the 1980s onwards. Based on the relation between architecture/urbanism and cinema, this work focuses on the interaction of dynamic forms of expression, taking into account the polysemic context under which aesthetic interests and artistic forms operate. The choice of the object of study, the film Playtime (Tempo de diversão, 1967) by French filmmaker Jacques Tati (1907-1982), was due to address a central issue in the French cinema experience, namely its critical view in the dialogue with the cultural sensitivity changes caused by modern architecture and urbanism. Cinema became an important topic in the discussion of society and culture, as a means to question the role of architecture as an instance of power and representation, as opposed to the quality of interaction between individuals and social groups in urban life. The focus of the analysis, by uncovering the proposed truth of the film, aims to understand the relation between work and audience in a search for renewing the discussion of art and society.
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A escritura da natureza : derrida e o materialismo experimental

Pinto Neto, Moys?s da Fontoura 18 December 2013 (has links)
Made available in DSpace on 2015-04-14T13:55:21Z (GMT). No. of bitstreams: 1 454356.pdf: 2624723 bytes, checksum: 7fb4188229fd87478fc90d215439c0c3 (MD5) Previous issue date: 2013-12-18 / This thesis aims to read Derrida in a way to increase the speculative aspect of his thinking, in opposition with the dominant correlationist interpretation. The main keys for this reading are writing and diff?rance. For this task, I trace a polygonal articulation between Derrida, Quentin Meillassoux, Sigmund Freud and Catherine Malabou, trying to reconstruct the philosopher's positions in an affirmative way as materialism. The effect of this polyhedron works by contrasts, reflecting (as an inverted mirror) on other philosophers with whom Derrida debated all his life (especially Kant, Hegel, Levinas, Husserl and Heidegger). The figure is constructed in three moments: comparative, structural and experimental. The comparison emerges with a genealogy of Derrida's thinking departing from the French materialism of XXth Century, aiming to demonstrate that his thinking has never been oriented by the Kantian gaps between thing-in-itself and phenomenon, nature and culture, empirical and transcendental. It emerges in a specific philosophical, scientific, political and cultural context that is only now being reconstituted. Next step is the structural argument: departing from the critique of totality (Book), the thinking of writing appears as a graphematics that exceeds the traditional space where writing was enclosed, considering it as the facilitation (frayage) of form in the real, a non-hylomorphic (plastic) theory of form. To this graphematics is added spectrology (hauntology), virtual science that thinks reality in the general economy of diff?rance. From this general economy, restricted economies emerge: economimesis and economy of life_death. The graphems are inscribed in a surface without ground, empty and plastic, which Derrida nominates, remembering Plato, Khora. Finally, the third moment looks to relate experimentally Derrida's thinking with contemporary sciences (neuroscience and evolutionary biology), aiming to obliterate the boundaries between nature, culture and technology, on one side, and thinking and real, on the other. Writing and specters cross all these gaps in a generalized and hyper-historical materialism. / A tese procura ler a obra de Jacques Derrida para, opondo-se ? interpreta??o correlacionista predominante, potencializar o aspecto especulativo desse pensamento. As principais chaves de leitura s?o a escritura e a dyferen?a. Para tanto, tra?o uma articula??o poligonal entre Derrida, Quentin Meillassoux, Sigmund Freud e Catherine Malabou, buscando reconstruir as posi??es do fil?sofo de forma afirmativa enquanto um materialismo. O efeito desse poliedro funciona por contrastes, refletindo (como um espelho invertido) sobre outros pensadores com os quais Derrida debateu ao longo da sua vida (em especial Kant, Hegel, Levinas, Husserl e Heidegger). A figura ? constru?da em tr?s movimentos: comparativo, estrutural e experimental. A compara??o emerge a partir de uma genealogia do pensamento de Derrida a partir do que nomeio materialismo franc?s do s?culo XX, procurando demonstrar que esse pensamento nunca se orientou pelas cis?es kantianas entre coisa em si e fen?meno, natureza e humano, emp?rico e transcendental. Ele emerge em um espec?fico contexto fil?sofico, cient?fico, pol?tico e cultural que apenas recentemente vem sendo reconstitu?do. Tecido esse primeiro fio, passo ao argumento estrutural. A partir da cr?tica da ideia de totalidade (Livro), o pensamento da escritura aparece como grafem?tica que n?o se det?m no interior do espa?o no qual a escritura esteve confinada, pensando antes a escritura como forma sulcada do real, teoria n?o-hilem?rfica - pl?stica - da forma. A essa grafem?tica soma-se a espectrologia, ci?ncia do virtual que pensa o real no modo da economia geral da dyferen?a. Dessa economia geral inconsistente emergem economias restritas: econom?mesis e economia da vida_morte. Os grafemas inscrevem-se em uma superf?cie sem fundo, vazia e pl?stica, que Derrida nomeia, lembrando Plat?o, khora. Finalmente, o terceiro momento procura relacionar experimentalmente o pensamento de Derrida com as ci?ncias contempor?neas (neuroci?ncias e biologia evolucionista), almejando borrar as fronteiras entre natureza, cultura e tecnologia, de um lado, e pensamento e real, de outro. A escritura e os espectros atravessam todas essas cis?es em um materialismo generalizado e hiper-hist?rico.
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"Perdi uma palavra, que me buscava" : a linguagem do trauma, o trauma da linguagem, a diferen?a em quest?o na po?tica de Jacques Derrida e Paul Celan

Ketzer, Estevan de Negreiros 20 January 2017 (has links)
Submitted by Caroline Xavier (caroline.xavier@pucrs.br) on 2017-06-29T14:25:10Z No. of bitstreams: 1 TES_ESTEVAN_DE_NEGREIROS_KETZER_PARCIAL.pdf: 4368876 bytes, checksum: 178d340e8c705672039f8fb4f2e31f47 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-06-29T14:25:10Z (GMT). No. of bitstreams: 1 TES_ESTEVAN_DE_NEGREIROS_KETZER_PARCIAL.pdf: 4368876 bytes, checksum: 178d340e8c705672039f8fb4f2e31f47 (MD5) Previous issue date: 2017-01-20 / Coordena??o de Aperfei?oamento de Pessoal de N?vel Superior - CAPES / Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Cient?fico e Tecnol?gico - CNPq / This thesis is dedicated to a study on the possibility of a trauma theory in the Jacques Derrida?s thought with motivation referenced in the work of the Romanian poet German-speaking Paul Celan. Therefore, we have been thinking of three concerns derived from the idea of writing, trace and justice that permeate what we can identify here as the thought of difference (diff?rance). When we turn to the poetics of Paul Celan, we take into account the problem of aesthetic construction from the second half of the twentieth century, especially on the direct relationship which Paul Celan established with European philosophers such as T.W. Adorno, Martin Buber and Martin Heidegger. His discussion in the Western thought is going for the creation of a new aesthetic conception from the clash with avant-garde music. The discussion extends to the silence, its repercussions in extrapolating the field of phenomenology, addressing the historical dispositions that mark the two modalities of silence: one due to the helplessness from the victims and other from an embarrassment of those who lost the War. We also examine the widespread helplessness of Paul Celan?s poetic work, especially in the loss of the word as an object of meaning, and from now on rely on the perspective of a fragmented word. The idea of responsibility, in the Emmanuel Levinas? interpretation, leads us to the reflection of a support in the maternity as a necessary elaboration of the past and its impossibility imposed in the present time, taking us to the considerations of Jacques Derrida. Finally, we have ?Le Menhir?, the torment as we approach the graying stone, reinforcing the sense that its grayness color implies for the subjectivity. The trauma in Paul Celan here is seen with a perspective of future elaboration. / Cette th?se est consacr?e ? une ?tude de la possibilit? d'une th?orie du traumatisme ? la pens?e de Jacques Derrida avec la motivation a r?f?renc? ? l?oeuvre du po?te roumain germanophone Paul Celan. ? cette fin, ont ?t? d?riv?es trois pr?occupations de l?id?e d??criture, trace et la justice que nous pouvons ici identifier comme la pens?e de la diff?rence (diff?rance). Lorsque nous nous tournons vers la po?sie de Paul Celan, nous consid?rons le probl?me de la construction esth?tique de la seconde moiti? du XXe si?cle, en particulier dans la relation directe que Paul Celan ?tabli avec les philosophes europ?ens tels que T. W. Adorno, Martin Buber et Martin Heidegger. Sa discussion dans le pens?e occidentale vers ? un nouveau design esth?tique avec la musique d?avant-garde de l?affrontement. Le d?bat se prolonge au silence, ses r?percussions au extrapoler le domaine de la ph?nom?nologie, se dirigeant pour les r?gles historiques qui marquent les deux modalit?s du silence: l?une en raison de l?impuissance des victimes et une autre r?sultant d'un embarras des ceux qui ont perdu la guerre. Nous examinons aussi l?impuissance ?tendue dans toute l?oeuvre po?tique de Paul Celan, en particulier la perte du mot comme un objet signification, devrait d?sormais compter sur la perspective du mot fragment?e. L?id?e de responsabilit? dans l?interpr?tation de Emmanuel Levinas nous conduit ? la r?flexion d?un soutien dans la maternit?, l??laboration n?cessaire du pass? et de leur incapacit? impos?e ? l?heure actuelle, nous prendre ? des consid?rations Jacques Derrida. Enfin, nous avons ? Le Menhir ? l'?preuve que nous approchons de cette pierre, renforce le sentiment que sa couleur gris implique ? la subjectivit?. Le traumatisme dans Paul Celan ici est vu dans une perspective de d?veloppement futur. / Esta tese ? dedicada a um estudo sobre a possibilidade de uma teoria do trauma no pensamento de Jacques Derrida com motiva??o referenciada no trabalho do poeta romeno de l?ngua alem? Paul Celan. Para tanto, foram pensadas tr?s inquieta??es derivadas da ideia de escrita, rastro e justi?a que permeiam aquilo que aqui podemos identificar como o pensamento da diferen?a (diff?rance). Ao nos voltarmos para a po?tica de Paul Celan, temos em conta o problema da constru??o est?tica a partir da segunda metade do s?culo XX, principalmente na rela??o direta que Paul Celan estabeleceu com os fil?sofos europeus como T.W. Adorno, Martin Buber e Martin Heidegger. Sua discuss?o no pensamento ocidental se dirige para a cria??o de uma nova concep??o est?tica a partir do embate com a m?sica de vanguarda. O debate se estende at? o sil?ncio, suas repercuss?es ao extrapolar o campo da fenomenologia, dirigindo-se para as disposi??es hist?ricas que marcam as duas modalidades de sil?ncio: uma devido ao desamparo das v?timas e outra decorrente de um constrangimento dos que perderam a Guerra. Examinamos tamb?m o desamparo estendido por toda a obra po?tica de Paul Celan, especialmente na perda da palavra como objeto de significa??o, devendo a partir de agora apoiar-se na perspectiva de palavra fragmentada. O exame da ideia de responsabilidade, na interpreta??o de Emmanuel Levinas, nos conduz at? a reflex?o de um apoio na maternidade como necess?ria elabora??o do passado e sua impossibilidade imposta no tempo presente, levando-nos ?s considera??es de Jacques Derrida. Por fim, temos ?Le Menhir?, o supl?cio ao nos aproximarmos da pedra, refor?ando a sensa??o de que sua cor cinza implica ? subjetividade. O trauma em Paul Celan, aqui, ? visto com uma perspectiva de elabora??o futura.
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La síntesis musical de Jean-Jacques Rousseau: un análisis de las relaciones entre naturaleza y melodía en el pensamiento rousseauniano

Alayza Prager, Cristina 05 November 2013 (has links)
En los manuales de historia de la música suele comúnmente ubicarse a Rousseau, sin mayor distinción, entre aquellos teóricos que colocan a la música en relación con la sensación o con el mero placer de los sentidos. Se cita continuamente una famosa frase de su Diccionario de música de 1767 –que se utiliza indistintamente como definición–, según la cual la música es el “Arte de combinar los sonidos de una manera agradable al oído” (artículo “música”, 281) y con ello parece jugarse el destino de la rica concepción musical de Rousseau: la música, sobre todo si la concebimos bajo la distinción posterior que ofrece Kant en la jerarquía de las artes del §51 de su Crítica de la facultad de juzgar (1790), sería solo un arte menor, en la medida en que no alcanza las esferas sentimental ni mucho menos intelectual del ser humano. La música con las justas alcanzaría –aunque de manera agradable, cosa que estaría a su favor– el placer sensorial, hedonista. Con esto, mostramos desconocimiento, olvidamos o pasamos por alto muy rápido otras sentencias de Rousseau más importantes, como la siguiente: “Así como la pintura no es el arte de combinar colores de manera agradable a la vista, tampoco la música es el arte de combinar sonidos de una manera agradable al oído. Si se redujeran a esto, tanto la una como la otra formarían parte de las ciencias naturales y no de las bellas artes” (Ensayo, XIII, 104; cursivas nuestras). / Tesis
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A condição animal na filosofia de Jacques Derrida

Ferreira, Kelly Cristini Rocha da Silva 29 August 2007 (has links)
Made available in DSpace on 2015-03-04T21:02:08Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 29 / Nenhuma / Neste estudo o que se pretende analisar são as possibilidades de debate acerca da condição animal a partir das reflexões levadas a efeito por Jacques Derrida. O texto é desenvolvido em cinco etapas. A primeira, dedicada à exposição da tese heideggeriana o animal é pobre de mundo – oportuna para a compreensão das reflexões posteriormente desenvolvidas por Derrida; a segunda, dedicada à apresentação, ainda ampla e genérica, da forma como Derrida desenvolveu suas reflexões a respeito da condição animal; na terceira, na quarta e na quinta etapas, assentadas já, nas duas anteriores, as bases para que se possa compreender, adequadamente, o pensamento de Derrida a respeito do tema, a condição animal é apresentada, respectivamente, à luz dos seguintes enfoques: o sujeito e o cálculo do sujeito, a amizade e as políticas de amizade, a justiça e a hospitalidade. Os trabalhos de Derrida de presença mais marcante neste estudo são: O animal que logo sou, E digo que o animal respondeu?, conferências proferidas no colóquio r / This work intents to analyse issues of discussion concerning to the animal condition, considering reflections brought to the light by Jacques Derrida. The text is developed in five steps. The first one is dedicated to the exposition of the heideggerian thesis animal is poor of world – that fits to the context in terms of comprehending reflections developed later by Derrida; the second one deals with the presentation, in a wide and generic way, the form as Derrida developed his reflections concerning to the animal condition. In the third, fourth and in the fifth, these supported in the preceeding ones, is gave some bases to comprehend correctly and in a large scale Derrida’s thought in relation to the theme. Animal condition is showed by the light of the following focuses, respectively: the subject and the calculation of the subject, friendship and the policies of friendship, justice and hospitality. The Derrida’s works that have a very remarkable presence in this study are: The Animal That Therefore I am, And
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A constituição originária do mecanismo de rejeição (Verwerfung) pela perspectiva de Wilfred Ruprecht Bion e Jacques Lacan

Fonseca, Rodrigo Otávio 15 August 2014 (has links)
Made available in DSpace on 2016-04-28T20:38:55Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Rodrigo Otavio Fonseca.pdf: 1560842 bytes, checksum: e0d40ea21bb1df11f87252c0e82b5dd0 (MD5) Previous issue date: 2014-08-15 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / Psicose was always, for Freud, a fenomenom which symptoms were certainly proportional to the radicalism of the defense mechanisms which are busy with it. Among the possibilities of searching a metapsycological unterstanding, Freud thinks about a more primitive and radical mechanism than the repression, which could work decisively to cause psychosis. Considering an hallucinatory incident that was lived by Ergei Pankejeff, The Wolves Man, Freud calls this mechanism as rejection (Verwerfung). Without a systematic continuity of the research on psychosis, new heirs to the Master developed new ideas not only about psychosis but also about its psycological operation. That s what happened to the psychiatries Wilfred R. Bion and Jacques Lacan. Even if they are from different schools of thought and have different traditions, both consider the diversity of the psychotic categories (Bion with schizophrenia and Lacan with paranoia) to develop their systems of the psychoanalytic thought abou the theme. The originality and the diversity of their ideas make the authors have particular view points about the psychic mechanisms of psychosis; by the way, even withou a dialogue between them, some of their propositions can be considered very similar. The objective of this study is to consider mainly the concept of the defense mechanism called rejection (Verwerfung) e its connections between Wilfred Bion s and Jacques Lacan s thoughts abou their role on the constitution of the psychic system / A psicose sempre foi, aos olhos de Freud, um fenômeno cuja peculiaridade dos sintomas era certamente proporcional à radicalidade dos mecanimos de defesa nele envolvidos. Dentre as possibilidades de buscar um entendimento metapsicológico, Freud lança mão da idéia de um mecanismo mais primitivo e radical que o recalque, e que funcionaria de maneira decisiva no desencadeamento da psicose. A despeito de um episódio alucinatório vivido por Ergei Pankejeff, o Homem dos Lobos, Freud nomeia esse mecanismo de rejeição (Verwerfung). Sem uma continuidade mais sistemática nas investigações sobre as psicoses, novos herdeiros do Mestre desenvolveram novas idéias não só a respeito da psicose como também do seu funcionamento psíquico. Foi assim com os psiquiatras Wilfred R. Bion e Jacques Lacan. De Escolas e tradições psicanalíticas diferentes, ambos os autores partem da diversidade dos quadros psicóticos (Bion com as esquizofrenias e Lacan com as paranóias) para desenvolverem seus sistemas de pensamento psicanalítico sobre o tema. A originalidade e diversidade de suas idéias faz com que os autores busquem pontos de vista muito particulares acerca dos mecanimos psiquicos da psicose; entretanto, mesmo sem um dialógo entre eles, algumas de suas proposições podem ser consideradas bem semelhantes. O objetivo desse estudo parte principalmente do conceito do mecanismo de defesa chamado rejeição (Verwerfung) e dos seus entrelaçamentos com os pensametos de Wilfred Bion e Jacques Lacan sobre seu papel na constituição do aparelho psíquico
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Horizontes do perdão: reflexões a partir de Paul Ricoeur e Jacques Derrida

Migliori, Maria Luci Buff 05 December 2007 (has links)
Made available in DSpace on 2016-04-27T17:27:20Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Maria Luci Buff Migliori.pdf: 2095464 bytes, checksum: 395e3de80b3f5c2f867335ee7f3f4baa (MD5) Previous issue date: 2007-12-05 / This workpiece develops a cartography of forgiveness dimensions, encompassing the branches of law, ethic, politics, Christian theology and therapy. It takes profit of Paul Ricoeur s and Jacques Derrida s readings. Forgiveness place is a border place that communicates with a variety of domains. Its discussion involves that of guiltiness and reconciliation with past. The thesis intends to analyze the ethical inscription of forgiveness in philosophy, appointing that this issue requires an incursion in the nonphilosophic field. It adopts as a model the work of the Truth and Reconciliation Commission in South Africa, an experience of reconciliation through a conditional amnesty and a new model of restorative Justice. Some applications of forgiveness spirit in law highlight obligation and responsibility relations, supported by the concept of debt and equivalence applied by Justice. They bring the context of the initial debate about crimes against humanity, after the Second World War, and its relations to the Statement of Rights. According to Ricoeur s view, forgiveness inscription lies in the abundance of non-realized evil. Ricoeur s difficult forgiveness equation reveals the dynamics emerging from the disproportion between the height of learned hymn and guiltiness depth, its imputability and the problematic of incapability. Derrida s reflection about the forgiveness and the unforgivable, in the geopolitical scene, explores the ideas of conditional forgiveness, pure forgiveness and circulation between hyperbolical ethic and politics. The public debate upon the interpretation and reach of Amnesty Law in 1979, promulgated under military dictatorship in Brazil, is an opportunity to appreciate the abuse of forgetter and the need of not erasing the facts, even though debt has been broken up / A cartografia de algumas dimensões do perdão no campo jurídico, ético, político, teológico-cristão e terapêutico é desenvolvida neste trabalho, partindo das leituras de Paul Ricoeur e Jacques Derrida, e valendo-se da contribuição essencial de Hannah Arendt para o tema do perdão na política. O lugar do perdão é um lugar de fronteira que se comunica com domínios limítrofes diversos. Sua ampla problemática envolve a da culpabilidade e a da reconciliação com o passado. A tese procura indagar a forma de inscrição ética do perdão na filosofia, mostrando que esta questão demanda a incursão no não-filosófico. Adota como modelo de estudo o trabalho da Comissão de Verdade e Justiça CVR - da África do Sul, instalada por ocasião da ruptura com o regime do apartheid (1995), um momento filosófico privilegiado, que reúne as diferentes perspectivas mencionadas e, assim, a possibilidade de reflexão sobre o perdão, em uma experiência de reconciliação, por meio de uma anistia condicional e um novo paradigma de justiça, o da justiça restaurativa. Uma pequena geografia das aplicações do espírito do perdão na lei aponta relações de obrigação e responsabilidade, tendo como fio condutor o conceito de dívida e uma lógica de equivalência aplicada pela justiça. Coloca o contexto de surgimento da discussão dos crimes contra a humanidade, após a Segunda Guerra, e suas relações com a Declaração de Direitos de 1948. A inscrição do perdão, numa economia de dádiva ou dom, é traçada ante a superabundância de não-sentidos do mal, na leitura de Ricoeur. A economia da redenção é introduzida no plano simbólico e teológico cristão. A equação do perdão difícil, traçada por Ricoeur, revela a dessimetria decorrente da desproporção entre a altura do hino sapiencial e a profundidade da culpa, sua imputabilidade e a problemática da incapacidade e sua superação. A pesquisa do dar e retribuir envolve a revisitação do modelo arcaico e aspectos cerimoniais do dom e do reconhecimento. A reflexão de Derrida sobre o perdão e o imperdoável na cena geopolítica explora as noções de perdão condicional e perdão puro e a circulação entre ética hiperbólica e política. A discussão pública a respeito da interpretação e alcance da Lei de Anistia, promulgada durante a ditadura militar brasileira em 1979, é oportunidade para uma apreciação a respeito dos abusos do esquecimento e a necessidade de não apagamento dos fatos, mesmo que a dívida tenha sido quebrada
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O problema da sociabilidade em Jean-Jacques Rousseau

Rodrigues Junior, Edward Pereira 29 May 2008 (has links)
Made available in DSpace on 2016-04-27T17:27:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Edward Pereira Rodrigues Junior.pdf: 390055 bytes, checksum: 4fd2708e1f6ba848792d9272f2bd945a (MD5) Previous issue date: 2008-05-29 / The goal of this work is to reflect about the sociability problem in Jean-Jacques Rousseau. For the jurisconsults of school of the natural right, as well as for Locke, the sociability is a characteristic trace of the human nature. Thus, it can understand easily that, being the naturally sociable man, he stipulates without difficulty the organization of the political body, when this seems to you convenient. In Hobbes, the situation is different, because the civil society is resultant of the peace and safety wish and particularly of the fear of the violent death in a war state in which the human company expresses through an innate belligerent and natural inclination. Rousseau, as well as Hobbes, denies the natural sociability, but on the other side of the author of Leviathan, considers that, in the state of original nature, the man lives in the more complete loneliness and independence, once, when not finding in your absolutely impassable middle obstacles, it satisfies fully their needs, because these are simple and of order purely physical and biological. In this perfect balance state between wishes and needs, the natural man, only led by the instinct, does feel need to their fellow creatures help, until new circumstances modify the balance of your environment, awaking him new needs. Inclusively, they are these new needs that provoke the union among men. In this idea, however, there is something of generous for with human nature, because to when admitting the possibility of benefit us of our union, Rousseau affirms that the man is by nature good, and that is possible to cohabit under the auspices of this natural kindness / O objetivo deste trabalho é refletir sobre o problema da sociabilidade em Jean Jacques Rousseau. Para os Jurisconsultos da escola do direito natural, assim como para Locke, a sociabilidade é um traço característico da natureza humana. Desta forma, se pode entender facilmente que, sendo o homem naturalmente sociável, ele convenciona sem dificuldade a organização do corpo político, quando isto lhe parece conveniente. Em Hobbes, a situação é diferente, pois a sociedade civil é resultante do desejo de paz e segurança e particularmente do medo da morte violenta num estado de guerra em que a convivência humana se expressa através de uma inclinação beligerante inata e natural. Rousseau, assim como Hobbes, nega a sociabilidade natural, mas, ao contrário do autor do Leviatã , considera que, no estado de natureza originário, o homem vive na mais completa solidão e independência, uma vez que, ao não encontrar em seu meio obstáculos absolutamente intransponíveis, satisfaz plenamente suas necessidades, pois estas são simples e de ordem puramente física e biológica. Nesse estado de perfeito equilíbrio entre desejos e necessidades, o homem natural, conduzido somente pelo instinto, não sente necessidade do auxílio dos seus semelhantes, até que circunstâncias novas modifiquem o equilíbrio de seu ambiente, despertando-lhe novas necessidades. Inclusive, são estas novas necessidades que provocam a união entre os homens. Nesta idéia, porém, há algo de generoso, pois ao admitir a possibilidade de nos beneficiarmos de nossa união, Rousseau afirma que o homem é por natureza bom, e que é possível conviver sob os auspícios dessa bondade natural
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“Escrevi sobre diversos assuntos, mas mantive os mesmos princípios”: a linguagem paradoxal como construção crítica no pensamento de Jean-Jacques Rousseau / I have written on various subjects, but always with the same principles” :the paradoxal language as critical construction in Jean-Jacques Rousseau’s thinking

Barbosa, Barbara Rodrigues 01 September 2016 (has links)
Submitted by Filipe dos Santos (fsantos@pucsp.br) on 2016-10-20T17:23:10Z No. of bitstreams: 1 Barbara Rodrigues Barbosa.pdf: 770347 bytes, checksum: 2679fa42541849016dfad86395b3d065 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-10-20T17:23:10Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Barbara Rodrigues Barbosa.pdf: 770347 bytes, checksum: 2679fa42541849016dfad86395b3d065 (MD5) Previous issue date: 2016-09-01 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / This research’s investigative motto is the Jean-Jacques Rousseau’s adage in his book Emile, or On the Education (1762), to know, “whatever they may say I would rather be a man of paradoxes than a man of prejudices” (ROUSSEAU, 2004, p.96). We take from the analysis of some of his works, as in, Discourse About the Science and the Arts (1750) and the Narcissus’ Preface (1752), just as the polemics about his dircours. It’s about, above all, of clarifying that in the study we look to the paradox as a philosophical concept, videlicet, to understand the paradox as a line of thought capable of understanding the received opinions and reorganize then. Other authors have already concerned about paradox in some studies and in their works2, but with no intention to run out of it, or to give a definitively answer, this rummage comes in an attempt to sense the presence of the paradox in the Discourse About the Science and the Arts and notice what is the function of this Jean-Jacques’s line of thought and if it can be recognized as a critical language / O mote investigativo dessa pesquisa é a máxima adotada por Jean-Jacques Rousseau em seu Emílio, ou da Educação, a saber, “digam o que disserem, prefiro ser homem de paradoxos a ser homem de preconceitos” (ROUSSEAU, 2004, p.96). O tomamos a partir da análise de obras como o Discurso sobre as ciências e as Artes (1750) e o Prefácio de Narciso (1752), bem como da polêmica entorno do discurso. Trata-se, antes de tudo, de esclarecer que no presente estudo procuramos nos referir ao paradoxo enquanto conceito filosófico, isso significa dizer, entender o paradoxo como uma forma de pensamento capaz de entender as opiniões recebidas e as reconfigurarem. Outros autores já procuram colocar essa questão em alguns estudos e em suas obras1, mas longe de querer a esgotar, ou responde-la definitivamente, essa investigação se apresenta na tentativa de entender a presença do paradoxo no Discurso sobre as ciências e as artes e perceber qual é a função desempenhada por esse conceito no pensamento de Jean-Jacques e se ele pode ser entendido como linguagem crítica

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