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A ancoragem funcional através do manejo de cão em tarefas de equilíbrio /

Melo, Janaina Aparecida Carneiro de. January 2011 (has links)
Orientador: Eliane Mauerberg de Castro / Banca: Cynthia Yukiko Hiraga / Banca: Renato de Moraes / Resumo: O objetivo deste trabalho é avaliar, ao longo de uma caminhada, a contribuição do sistema háptico durante a condução de um cão em condições de desafios ao sistema postural. Os desafios nas tarefas deste estudo incluem restrição da base de suporte para a marcha e privação visual. Esperamos que a sincronização entre condutor e cão se reflita em melhores níveis de desempenho no controle da marcha, especialmente na condição onde a visão é obstruída. Para este estudo foram recrutados 10 adultos jovens, com idade de média de 23,7 ± 4,32 anos e um cão treinado em obediência básica e na tarefa de condução em superfície restrita de apoio (traves de equilíbrio). As condições de tarefas foram: com e sem restrição da visão (CVSC e SVSC, respectivamente), e com e sem condução do cão (CVCC e SVCC, respectivamente). A primeira condição foi sempre a condição controle (olhos abertos sem condução do cão). Cada tentativa foi repetida três vezes. As tarefas foram filmadas por duas câmeras com o objetivo de avaliar a duração de cada ciclo do andar. Uma ANOVA three-way com medidas repetidas em todos os fatores (visão, tarefa e repetições) foi realizada para as variáveis: duração do ciclo de cada passada, média da fase relativa e o desvio da fase relativa, com medidas também repetitivas em todos os fatores para: visão, tarefa, pernas, e repetições. Testes a posteriori de Bonferroni foram calculados para comparações aos pares. Em relação à média da fase relativa as tarefas executadas com o cão foi significativamente superior àquelas sem o uso do cão. O pior relacionamento temporal foi mantido nas médias... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: The purpose of this study was to assess the contribution of the haptic system during walking with a dog on challenging tasks to the postural system. The challenges included restriction to the base support (walking on a balance beam for both, the human and the dog), and visual occlusion (for the human only). We expected that the synchronization between the walking individual and the dog reflected in improved levels of performance in motion control, especially in conditions where vision is occluded. We recruited 10 young adults with average age of 23.7 ± 4.32 years and a dog with obedience training and conditioned to walk on a restricted area of support (balance beam). The task conditions were: with and without vision (CVSC and SVSC, respectively), and with and without conducting the dog (CVCC and SVCC, respectively). The first condition was always the control condition (eyes open without conducting the dog). Each trial was repeated three times. The tasks were videotaped with two cameras in order to process the duration of each stepping cycle. A three-way ANOVA with repeated measures on all factors (vision, and task repetitions) was performed for the variables: duration of each stepping cycle, relative phase and standard deviation of the relative phase, also with repeated measures on all of the factors: vision, task conditions, legs, and trials. The mean relative phase of the tasks performed with the dog was significantly closer to symmetry than those without the use of the dog. The worst temporal relationship was maintained during the condition SVSC (right leg = 0,477 ± 0,030, left leg = 0,544 ± 0,035). However... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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Efeito imediato e contínuo da informação somatossensorial adicional na sensibilidade plantar e nos parâmetros do andar de indivíduos com doença de Parkinson /

Lirani-Silva, Ellen. January 2012 (has links)
Orientador: Lilian Teresa Bucken Gobbi / Banca: Renato de Moraes / Banca: Florindo Stella / Resumo: Introdução: A doença de Parkinson (DP) afeta diretamente a locomoção dos pacientes, o que gera prejuízos na qualidade de vida. Além de comprometimentos locomotores, pacientes com DP apresentam déficits no processamento de informações sensoriais como, por exemplo, as provenientes do sistema somatossensorial. A fim de minimizar esse déficit sensorial, o paradigma da informação somatossensorial adicional tem apontado melhoras significativas no comportamento locomotor e no controle postural dos pacientes. Entretanto, a comparação entre diferentes informações somatossensoriais adicionais, seus efeitos imediato e contínuo e os prováveis benefícios após um período subsequente sem o uso das palmilhas ainda não foram reportados nos parâmetros do andar desta população. Objetivo: verificar o efeito imediato (Estudo 1) e contínuo (Estudo 2) do uso da informação somatossensorial adicional na sensibilidade plantar e no andar de idosos sadios e com DP, bem como a retenção dos benefícios após um período subsequente (follow up) sem o uso das palmilhas (Estudo 2). Método: O Estudo 1 contou com a participação de 19 indivíduos com DP e 19 indivíduos neurologicamente sadios. Após avaliação clínica, o comportamento locomotor dos participantes, com o uso de palmilhas facilitadoras (efeito imediato), foi analisado por meio de ferramentas cinemática e cinética. Ainda, a sensibilidade plantar de todos os participantes foi avaliada antes e após o protocolo de avaliação do andar. O Estudo 2 contou com a participação de 19 indivíduos com DP e 18 idosos sadios distribuídos em 4 grupos: GDP1 - 10 pacientes com DP que utilizaram a palmilha com semiesferas; GDP2 - 9 pacientes com DP que utilizaram a palmilha convencional; GC1 - 9 idosos sadios que utilizaram a palmilha de semiesfera; GC2 - 9 idosos sadios que... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: Introduction: Parkinson's disease (PD) affects directly the walking ability of patients, which leads to deficits in quality of life. Besides locomotor impairments, PD patients have deficits in processing somatosensory information. To minimize this sensory deficit, the increased plantar cutaneous stimulation has been shown to improve locomotor behavior and postural control of PD patients. However, the effects (short and long-term) of different kinds of facilitatory insoles have not been tested. Also, likely benefits after a subsequent period without the use of insoles have not been reported. Objective: to address the immediate (Study 1) and continuous effect (Study 2) of the increased plantar cutaneous stimulation on plantar sensation and gait parameters in PD patients and healthy elderly, as well as the retention of benefits after a subsequent period (follow up) without the use the insole (Study 2). Methods: Study 1 involved the participation of 19 individuals with PD and 19 neurologically healthy individuals. After clinical assessment, the locomotor behavior of the participants, with the use of facilitatory insoles (immediate effect), was assessed by kinematics and kinetics tools. Also, plantar sensation of all participants was assessed before and after the walking task protocol. Study 2 involved the participation of 19 individuals with PD and 18 healthy elderly, which were allocated in 4 groups: PDG1 - 10 PD patients who used the insole with half-spheres; PDG2 - 9 PD patients who used conventional insole; HG1 - 9 healthy elderly individuals who used the insole with half-spheres; HG2 - 9 healthy elderly individuals who used the conventional insole. The plantar sensation and locomotor behavior of the participants were assessed before and after the period of one week using the insoles and after a week without use. They were reassessed... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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Papel da visão no controle locomotor durante a ultrapassagem de obstáculos de diferentes alturas em idosos com doença de Parkinon e idosos sadios /

Vitório, Rodrigo. January 2009 (has links)
Orientador: Lilian Teresa Bucken Gobbi / Banca: Florindo Stella / Banca: Renato de Moraes / Resumo: Pouco é conhecido sobre o andar de pacientes com doença de Parkinson (DP) em terrenos irregulares. Ainda, nenhum estudo abordou o controle visual na tarefa de ultrapassar obstáculo em pacientes com DP. Assim, o objetivo do estudo foi analisar o papel da visão no controle locomotor durante a ultrapassagem de obstáculos de diferentes alturas em idosos com DP e idosos sadios. Participaram 12 idosos com DP, classificados entre os estágios 1 e 2,5 da escala de Hoehn & Yahr, e 12 idosos sadios com idade, gênero e características antropométricas semelhantes. Os participantes foram convidados a percorrer andando, em velocidade preferida, uma distância de 8 metros, em condições sem obstáculo (SO) e com obstáculo baixo (OB) ou alto (OA). As tentativas foram apresentadas combinando condições de visão (informação visual dinâmica, estática e autosselecionada) e de obstáculo (SO, OB e OA), em 3 tentativas por condição, totalizando 27 tentativas; realizadas em 3 blocos. A amostragem visual foi manipulada através do uso de óculos de lentes de cristal líquido. A análise cinemática foi realizada tridimensionalmente e a análise cinética através de duas plataformas de força. As variáveis dependentes selecionadas incluíram a quantidade e duração das amostragens visuais autosselecionadas, o número de contatos, os parâmetros espaciais e temporais e variáveis extraídas a partir das curvas força-tempo normalizadas nas fases de aproximação e ultrapassagem do obstáculo. O tratamento estatístico das variáveis incluiu a estatística descritiva, uma ANOVA e oito MANOVAs. Os resultados revelaram que as manipulações experimentais, do terreno e da amostragem visual, provocaram modificações no comportamento motor dos participantes, tanto nos parâmetros cinemáticos como nos cinéticos. As condições de obstáculo alto e de informação visual estática foram as que mais... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: The Parkinson's disease (PD) patients' behavior during walking on uneven terrain is less known. Furthermore, we didn't find any paper that studied the visual control during obstacle avoidance task in people with PD. The aim of this study was to analyze the role of vision in locomotor control during obstacle avoidance of different heights in people with PD and healthy elderly. It has been collected data of 12 PD patients (from 1 to 2.5 stages in the Hoehn & Yahr Scale) and 12 healthy elderly matched by age, gender and anthropometric characteristics. Participants were invited to walk, at preferred velocity, on an 8m long pathway, under conditions without obstacle (WO), ankle height obstacle (AO) and mid shank height obstacle (MSO). Trials combined conditions of visual information (DVI = dynamic visual information; SVI = static visual information; SSVI = self-selected visual information) and obstacle (WO, AO, MSO); twenty-seven trials were realized; which were distributed into 3 blocks. The visual sample was manipulated by the use of liquid crystal display goggles. Kinematics and kinetic analysis were realized by digital camcorders and two force plates, respectively. The selected dependent variables refer to amount of self-selected visual information, obstacle contacts, spatial and temporal parameters during the approaching and crossing phases and variables extracted from normalized force-time curves. Variables were statistically treated in a descriptive way and by one ANOVA e eight MANOVAs. Results showed that experimental manipulations, terrain and visual sample, modified motor behavior of participants. Gait control was more disturbed by MSO and SVI conditions. The higher number of obstacle contacts was observed in PD patients at SVI condition. PD influenced, in approach phase, spatial kinematics variables and stride velocity and, in crossing phase, leading limb propulsion for gait... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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Complexidade do ambiente e assimetria no andar de idosos com doença de Parkinson /

Orcioli-Silva, Diego. January 2015 (has links)
Orientadora: Lilian Teresa Bucken Gobbi / Coorientador: Fabio Augusto Barbieri / Banca: Renato de Moraes / Banca: Luciane Aparecida Pascucci Sande de Souza / Resumo: Introdução: A presente dissertação de mestrado é composta por dois estudos. O Estudo 1 analisou e comparou a influência do aumento da complexidade do ambiente nos parâmetros cinemáticos e cinéticos do andar de idosos com doença de Parkinson (DP) e idosos neurologicamente sadios. O Estudo 2 analisou e comparou a assimetria do andar de idosos com DP e idosos neurologicamente sadios em ambientes com múltiplos obstáculos. Materiais e método: A amostra do estudo foi composta por 38 idosos, sendo 19 idosos com DP e 19 idosos sadios. A tarefa experimental consistiu em andar em velocidade preferida nas seguintes condições: sem ultrapassagem de obstáculo; com ultrapassagem de um obstáculo; com ultrapassagem de dois obstáculos a 108cm de distância entre eles (Estudo 1), ainda, no Estudo 2 foi acrescentada a condição com ultrapassagem de dois obstáculos a 50cm de distância entre eles. No Estudo 1, a ultrapassagem foi realizada com o membro inferior direito e, no Estudo 2, com ambos os membros inferiores. Para o andar sem obstáculo, foi analisada a passada central. Nas condições com obstáculo(s) foram analisadas as fases de aproximação e ultrapassagem, sendo que, na condição com dois obstáculos, a análise foi realizada apenas para o primeiro obstáculo. No Estudo 1 foram analisados os parâmetros cinemáticos e cinéticos do andar e no Estudo 2 foi calculado o Índice de Assimetria para cada variável do andar. Resultados: Estudo 1: os idosos diminuíram o comprimento da passada nas condições com 1 e 2 obstáculos e, na condição com 2 obstáculos, aumentaram a duração da passada. Ainda, os idosos com DP diminuíram a porcentagem em suporte simples e aumentou o duplo suporte em ambas as condições com obstáculos. Na fase de ultrapassagem, a presença de 2 obstáculos no andar exigiu ajustes cinemáticos e cinéticos ... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: Introduction: This dissertation consists of two studies. Study 1 investigated the influence of environmental complexity on kinematic and kinetic parameters of gait in people with Parkinson's disease (PD) and healthy older adults. Study 2 compared gait asymmetry between people with (PD) and healthy older adults while walking on an environment with multiple obstacles. Materials and method: Thirty-eight older adults (19 patients with PD and 19 healthy individuals) participated in the study. The experimental task required participants to walk at preferred speed under the following conditions: free (regular) walking, avoiding one obstacle, avoiding two obstacles placed 108cm apart (Study 1); in the Study 2, another experimental condition was added: avoiding two obstacles placed 50cm apart. In the Study 1, obstacle avoidance was performed with the right limb as the leading limb, while both limbs were used as the leading limb for the Study 2. For free walking condition, the stride cycle performed in the central area of the pathway was considered for analysis. For conditions with two obstacles, outcome measures included calculations related to the first obstacle only, considering both approach and crossing phases. In the Study 1, we calculated kinematic and kinetic parameters of walking; in the Study 2, we calculated the asymmetry index for each outcome measure. Results: Study 1: both people with PD and healthy individuals decreased the stride length while approaching obstacles (one or two) and increased stride duration while approaching two obstacles. Also, people with PD decreased the percentage of time spent in single support and increased the time spent in double support in both condition with one and two obstacles. For the crossing phase, the presence of 2 obstacles in the pathway required more evident kinematic and kinetic adjustments ... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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Parâmetros cinéticos e cinemáticos em cães da raça Rottweiler com displasia coxofemoral tratados cirurgicamente /

Araújo, Fábio André Pinheiro de. January 2012 (has links)
Orientador: Sheila Canevese Rahal / Coorientador: Alexander de Oliveira El-Warrak / Banca: Alexandre Lima de Andrade / Banca: Ana Carolina Mortari / Banca: Carlos Alberto Hussni / Banca: Stelio Pacca Loureiro Luna / Resumo: O trabalho teve por objetivos descrever parâmetros cinéticos e cinemáticos de cães da raça Rottweiler não displásicos e displásicos, bem como desses últimos antes e após pectineomiectomia, tenotomia do m. iliopsoas e neurectomia da cápsula articular. Treze cães foram divididos em dois grupos: Grupo 1 (G1), com sete animais não displásicos, de 2 a 8 anos de idade, pesando entre 30,3 e 58 kg; e Grupo 2 (G2), constituído por seis cães displásicos, de 1,5 a 10 anos de idade, pesando entre 36 e 60 kg. Os parâmetros cinéticos e temporoespaciais foram aferidos por uma plataforma de pressão. Para a análise cinemática da locomoção os ângulos e a velocidade angular das articulações do ombro, cotovelo, do carpo, coxofemoral, joelho e do tarso, bem como a abdução-adução da articulação coxofemoral foram registrados por três câmeras infravermelhas e processados em um programa de computador. A comparação entre G1 e G2 demonstrou que o deslocamento angular do cotovelo e amplitude de abdução-adução foram maiores no G2, exceto o ângulo mínimo da articulação coxofemoral. Diferenças na porcentagem de apoio, impulso vertical e pico de força vertical foram observadas apenas nos membros torácicos (MT's), sendo maiores no G2. Os cães displásicos avaliados entre o pré-operatório e 100 dias de pós-cirúrgico apresentaram valores para velocidade angular mínima do ombro e tempo de apoio dos MT's maiores na última avaliação. Pela avaliação clínica, os escores de dor e claudicação demonstraram melhora. Concluiu-se que cães displásicos apresentam valores cinemáticos, cinéticos e temporoespaciais que indicam maior flexão do quadril e uma maior amplitude do movimento de abdução dos membros pélvicos para se adaptarem à dor articular. Além... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: The aim of this study was to describe kinematic and kinetic parameters in healthy and dysplastic dogs, as well as in dysplastic dogs before and after pectineomyectomy, iliopsoas tenotomy and neurectomy of the hip joint capsule. Thirteen Rottweiler dogs were used. These animals were divided into two groups: Group 1 (G1), seven clinically healthy dogs aged from 2 to 8 years and ranging in mass from 30.3 to 58 kg, Group 2 (G2), six dysplastic dogs aged from 1.5 to 10 years and ranging from 36 to 60 kg. The kinetic and temporospatial parameters were collected using a pressure-sensitive walkway. Kinematic analysis was performed using three infrared cameras to record 3D angles, angular velocity angular acceleration were determined for the shoulder, elbow, carpal, hip, stifle, and tarsal joints. The data was processed by a motion-analysis software. In addition, the degree of coxofemoral joint abduction-adduction was determined. The comparison between G1 and G2 showed angular displacement of the elbow and abduction-adduction was higher in G2 except the minimum hip joint angle. The percentage of stance, vertical impulse and peak of vertical force were higher in G2 only for the forelimbs. The forelimbs of dysplastic dogs among the preoperative and the post-operative assessments showed higher values for minimal angular velocity of the shoulder and stance time at the last assessment. Clinical evaluation showed improvement of pain and lameness scores. Based on the data, dysplastic dogs have kinematic, kinetic and temporospatial parameters suggest that the greater hip flexion and greater range of hind limbs abduction is an adaptation for the articular pain. Moreover, dysplastic dogs treated with palliative surgical technique above demonstrate clinical pain improvement, supported by kinetic and temporospatial analysis... (Complete abstract click electronic access below) / Doutor
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Leishmaniose visceral canina : estudo imagiológico em cães naturalmente infectados /

Silva, Alexandre Redson Soares da. January 2014 (has links)
Orientador: Maria Jaqueline Mamprim / Banca: Sheila Canavese Rahal / Banca: Maria Lúcia Gomes Lourenço / Banca: Luciana Del Rio Pinoli Ciarlini / Banca: Priscilla Macedo de Souza / Resumo: Alterações locomotoras são incomuns em cães com leishmaniose visceral. Embora a origem dos sinais clínicos permaneça obscura, a poliartrite deve ser considerada como um potencial diagnóstico nestes casos. Muitos agentes etiológicos podem causar poliartropatias, sendo estas classificadas em não inflamatórias e inflamatórias. Acredita-se que a poliartrite induzida por Leishmania spp. seja decorrente de uma reação inflamatória granulomatosa, causada pela presença de parasitos ou por uma resposta celular e humoral. O diagnóstico clínico ainda é um desafio para os profissionais de saúde, devido à grande variedade de sinais inespecíficos em decorrência da leishmaniose visceral. Desta forma, o presente trabalho teve como objetivos avaliar radiotomograficamente as articulações umeroradioulnares, radiocarpicametacárpicas, femurotibiopatelares e tibiotarsicametatársicas, a fim de caracterizar as lesões osteoarticulares, fornecendo subsídios para os clínicos que atuam em áreas endêmicas. Para tanto, foram utilizados 46 cães, naturalmente infectados, com diagnóstico firmado por meio dos exames imunocromatográfico (95,65%), ELISA (97,82%) e/ou parasitológico direto (95,65%), provenientes do Centro de Controle de Zoonoses de Bauru. Não houve predileção quanto ao sexo (1:1). A maioria dos animais não apresentava precisa definição racial (78,26%). A idade variou entre um a 12 anos, com mediana igual a três anos. Sinais clínicos compatíveis com poliartrite foram observados em 32,60%. Alterações radiográficas e tomográficas importantes foram observadas em 77% e 91% dos caninos, respectivamente, sendo as articulações tibiotarsicametatársicas a mais afetada em ambos os testes, acomentendo cães sintomáticos e assintomáticos. Os sinais imaginológicos foram variados, não sendo possível determinar um padrão específico para a doença, porém a presença de trabeculado ósseo evidente, ... / Abstract: Locomotor alterations are uncommon in dogs with visceral leishmaniasis (VL). Although the origin of clinical signs remain unclear, polyarthritis should be considered as a potential diagnosis in these cases. Many etiological agents may cause polyarthropathies, which are classified into inflammatory and non-inflammatory. It is believed that the polyarthritis induced by Leishmania spp. may be due to a granulomatous inflammatory reaction caused by the presence of parasites or by cellular and humoral response. Clinical diagnosis is still a challenge for health professionals, due to the great variety of nonspecific clinical signs on VL. Thus, the aim of the present study were to evaluate radiographically and tomographically elbows, carpal, stifle and tarsal joints, in order to characterize the osteoarticular lesions, providing subsidies for veterinary practitioners in endemic areas. For this, 46 dogs were used, naturally infected, with diagnosis confirmed by immunochromatography (95.65%), ELISA (97.82%) and/or cytological (95.65%) methods, from the Zoonoses Control Center of Bauru. There was no preference to gender (1:1). The majority of animals were mixed breed (78.26%). Ages varied from 1 to 12 years, with a median of 3 years. Clinical signs consistent with polyarthritis were observed in 32.60%. Radiographic and tomographic alterations were observed in 77% and 91% of dogs, respectively, with tarsal joints the most affected on both methods, on asymptomatic and symptomatic dogs. Imaging signs varied, and it was not possible to establish a pattern for the disease, however the presence of apparent trabecular bone, bone sclerosis and osteolysis were the most frequently observed. Furthermore, we noticed a tendency for bilateral and symmetric involvement. It was observed a lack of significance when comparing the radiographic and tomographic lesions between symptomatic and asymptomatic ... / Doutor
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Identificação do padrão biomecânico de condutas motoras em escolares: o caso da marcha / Identification of biomechanics patterns of motor behaviour in scholars: the case of gait

Daniel das Virgens Chagas 17 December 2010 (has links)
A constituição de uma base de dados normativa da marcha é essencial para o diagnóstico e o tratamento de padrões atípicos da locomoção (SUTHERLAND et al., 1997). Não obstante, são escassas as informações relativas aos padrões normais da marcha de crianças (GANLEY e POWERS, 2005), carência ainda mais evidente no tocante à produção acadêmica sobre o padrão biomecânico da locomoção da população de crianças brasileiras. Nesse sentido, especialistas em análise de marcha alertam para o fato que crianças de diferentes populações podem exibir diferentes padrões de marcha de acordo com os grupos étnicos das quais foram extraídas (MORENO-HERNÁNDEZ et al., 2010). Assim sendo, o objetivo do presente estudo foi descrever o padrão biomecânico da marcha de crianças hígidas brasileiras entre 6 e 11 anos de idade. Cento e vinte e duas crianças hígidas, entre seis e 11 anos de idade foram aleatoriamente recrutadas de um universo de 328 alunos. Os sujeitos foram alocados em três grupos etários: Grupo 1 (6-7 anos), Grupo 2 (8-9 anos) e Grupo 3 (10-11 anos). Para o registro das imagens das marchas das crianças foi utilizado um sistema de captura bidimensional de movimento a uma freqüência de aquisição de 30 Hz, composto por uma câmera Sony modelo HC 46 posicionada ortogonalmente a 6 metros da pista. Marcadores esféricos reflexivos de 20mm de diâmetro foram fixados em ambos os lados do corpo dos participantes. Os valores em bruto das coordenadas dos marcadores foram transformadas em coordenadas globais 2D (CALDWELL et al., 2004) e processadas no software SkillSpector (Versão 1.0). A estratégia de Hof (1996) foi utilizada para a normalização dos dados da marcha. Os comprimentos de passo e passada apresentaram uma tendência de aumento com o avanço da idade até 8-9 anos de idade, ao passo que a cadência dos passos apresentou uma tendência de diminuição até o mesmo período. Os números não-dimensionais não apresentaram qualquer tendência de alteração com o avanço da idade. Os três grupos etários apresentaram trajetórias angulares articulares semelhantes. O presente estudo constitui ação pioneira no que tange à descrição do padrão cinemático da marcha de crianças hígidas brasileiras entre 6 e 11 anos de idade. Assim sendo, consideramos que um primeiro passo foi dado no sentido da constituição de uma base de dados normativa da locomoção desses indivíduos. / A normative database of gait is essential for diagnosis and treatment of atypicals locomotion patterns (SUTHERLAND et al., 1997). Although, there is a little knowledge about normal patterns of children gait (GANLEY & POWERS, 2005), especially concerning to academic production about biomechanics gait patterns of Brazilian children. In this sense, gait analysis expert warn that children PF different populations may exhibit different gait patterns according to ethnic groups wich were extracted (MORENO-HERNÁNDEZ et al., 2010). Therefore, the objective of this study was to describe biomechanical gait pattern of healthy Brazilian children between six and 11 years old. One hundred and twenty-two healthy children aged 6-11 years were randomly recruited from a population of 328 students. Subjects were divided into three age groups: Group 1 (6-7 years), Group 2 (8-9 years) and Group 3 (10-11 years). The data were recorded using a two-dimensional motion capture system, at 60 Hz, composed of a camera of the Sony model that was positioned orthogonally at 6-m distance to the walkway. Spherical reflexive markers 20mm in size were attached on both sides of the body of participants. Raw data values were transformed in 2D global coordinates through a Direct Linear Transformation method and were processed in SkillSpector software (version 1.0), wich was validated using studies with predominantly uniplanar displacement (CALDWELL et al., 2004). Hofs strategy (1996) was used for the normalization of gait data. Step and stride length showed a tendency of increase with advancing age until 8-9 years old, while the cadence of steps showed a decreasing tendency until the same period. Nondimensional numbers did not show any tendence to change with advancing age. The three age groups showed similar joint angle trajectories. This study is a pioneering action in regard to the description of kinematic patterns of gait in healthy Brazilian children aged 6-11 years. Therefore, we consider that a first step was taken towards establishment of a normative database of gait o these individuals.
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Efeitos do treinamento da caminhada nórdica e da caminhada livre sobre parâmetros clínico-funcionais e biomecânicos de pessoas com doença de parkinson : ensaino clínico randomizado

Monteiro, Elren Passos January 2014 (has links)
Introdução: Alterações de parâmetros clinico-funcionais e parâmetros biomecânicos da marcha, são características marcantes na Doença de Parkinson (DP). Tais alterações são incapacitantes para a realização das atividades de vida diária (AVDS), pois representam um alto risco de quedas e comprometem a qualidade de vida (QV) desta população. Embora o exercício físico seja preconizado com um modelo de intervenção terapêutica eficaz para minimizar os sintomas da doença, pouco se sabe sobre os efeitos da caminhada nórdica sobre sintomas motores e não motores em pacientes com DP. Objetivo: o objetivo do presente estudo foi avaliar e comparar os efeitos de um programa de treinamento de caminhada nórdica e de caminhada livre sobre parâmetros clínico-funcionais e biomecânicos da marcha de pessoas com DP. Desenho Experimental: ensaio clínico controlado randomizado (ECR). Local da Pesquisa: Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. Métodos: Participaram deste estudo 33 voluntários, com idade acima de 50 anos, de ambos os sexos, com diagnóstico clínico de DP idiopática, com o estadiamento entre 1 a 4 na escala Hoehn e Yahr (H&Y). Voluntários com DP receberam dois tipos de intervenções: treinamento de caminhada nórdica (CN, N = 16) e caminhada livre (CL, N = 17), durante seis semanas. Com o intuito de avaliar os efeitos do treinamento, avaliações foram realizadas: Baseline: avaliação inicial pré-treinamento + préfamiliarização (T1); avaliação pós-familiarização + pré-treinamento (T2); avaliação pós-treinamento (T3). Desfechos do estudo A: Sintomas motores: estadiamento e gravidade da DP, equilíbrio (EEB), mobilidade funcional da caminhada, velocidade autosselecionada da caminhada (VAS), e índice de reabilitação (IR). Sintomas não motores: função cognitiva, sintomas depressivos e qualidade de vida. Desfechos do estudo B: Parâmetros cinemáticos (espaço-temporais e estabilidade dinâmica da caminhada) e parâmetros neuromusculares (amplitude do sinal eletromiográfico, limiar inicial e final de ativação, duração de ativação e índice de co-contração dos músculos: vasto lateral (VL), bíceps femural (BF), tibial anterior (TA) e gastrocnêmio medial (GM)). Análise Estatística: Os dados de descrição da amostra, no baseline, foram comparados aplicando-se ANOVA one-way. Os desfechos foram analisados utilizando as Equações de Estimativas Generalizadas (GEE), para a comparação entre os grupos (CN e CL) e os momentos (T1, T2 e T3). Utilizou-se um post-hoc de Bonferroni, para identificar as diferenças entre os efeitos e interações. Os dados foram apresentados em “model-based adjusted means”, e foram analisados com o software Statistical Package for the Social Sciense (SPSS) v.20.0. Adotou-se um nível de significância de α=0,05. Resultados: A intervenção proposta no presente estudo proporcionou um efeito benéfico significativo após o período de treinamento, para todos os domínios da CIF (função e estrutura corporal, atividade e relações sociais e ambientais). No estudo A, para os desfechos dos sintomas motores, houve uma redução da UPDRS III (p < 0,001), aumento nos escores da EEB (p < 0,035), incremento da mobilidade funcional da caminhada por meio da redução do TUGVAS (p < 0,001), TUGVR (p < 0,001), VAS (p < 0,001) e IR (p < 0,001), bem como para os desfechos dos sintomas não motores: aumento na função cognitiva (p < 0,046), redução dos sintomas depressivos (p < 0,001), e aumento para os domínios de QV geral (p < 0,001), físico (p < 0,037), psicológico (p < 0,019), participação social (p < 0,007) e intimidade (p < 0,033), independente do grupo de treinamento. O grupo da CN apresentou melhora, estatisticamente significativa, no domínio autonomia (p < 0,001), quando comparado ao grupo da CL. No estudo B, para os desfechos cinemáticos, houve uma redução do tempo de contato tempo de contato (TC), tempo de balanço (TB), comprimento (CP) e frequência de passada (FP) para a CN quando comparada a CL (p < 0,05). Em relação aos parâmetros neuromusculares, houve um aumento na amplitude do sinal EMG do VL e BF, redução do limiar final de ativação (offset) do VL e GM (p < 0,05), redução da ativação do VL e BF (p< 0,05) e índice de co-contração do TA e GM (p < 0,05), enquanto que o grupo da CL apresentou melhoras significativas somente na amplitude do GM quando comparado ao grupo da CN. Conclusão: Conclui-se que os programas de treinamento de CN e CL, promoveram melhora sem diferença entre os grupos, em todos os domínios da funcionalidade propostos pela CIF (estrutura e função corporal, atividade e relação social, e meio ambiente), após a intervenção proposta. Entretanto, o uso de bastões através da técnica da CN em comparação ao treinamento de caminhada sem bastões (CL), mostrou vantagens na mobilidade funcional e parâmetros neuromusculares pontuais (índice de co-contração de membros inferiores, offset dos músculos TA e GM) ao mesmo tempo em que melhorou aspectos clínico-funcionais, fundamentais para a saúde e QV dos indivíduos com DP. / Introduction: Changes in clinical, functional and biomechanical parameters of gait are remarkable features in Parkinson's disease (PD). Such changes are disabling for the performance of daily living activities (DLAs) as they represent a high risk of falls and impair quality of life (QL) in this population. Although exercise is recommended as an effective model of therapeutic intervention, to minimize the symptoms of this disease, little is known about the effects of Nordic walking on motor and non-motor symptoms in patients with PD. Purpose: The aim of this study was to evaluate and compare the effects of a Nordic and free walking training program on clinical, functional and biomechanical parameters of gait, in people with PD. Experimental Design: Randomized controlled clinical trial (RCT). Study Site: Physical Education School of the Federal University of Rio Grande do Sul and the Clinical Hospital of Porto Alegre, in Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil. Methods: The sample comprised 33 participants, aged above 50 years, of both sexes, with a clinical diagnosis of idiopathic PD, with the staging of 1-4 in the Hoehn and Yahr scale (H&Y). The participants received two types of intervention: Nordic walking training program (NW, n = 16) and free walking training program (FW, n = 17), during six weeks. Aiming to evaluate the effects of the training program, the participants underwent the tests in the following period: pre-training + prefamiliarization (T1); post-familiarization + pre-training (T2); post-training (T3). Outcomes of Study A: Motor symptoms: Staging and severity of PD, balance, walking functional mobility, self selected walking velocity, and rehabilitation index. Non-Motor symptoms: Cognitive function, depressive symptoms and QL. Outcomes of Study B: Kinematic parameters (spatiotemporal and dynamic stability of walking) and neuromuscular parameters (amplitude of the EMG signal, initial and final activation threshold, activation time and co-contraction index, of the following muscles: Vastus Lateralis (VL), Biceps Femoris (BF), Tibialis Anterior (TA), Gastrocnemius Medialis (GM). Statistical Analysis: Sample characteristics, at baseline, were compared by applying the One Way ANOVA. Outcomes were analyzed using the Generalized Estimates Equations (GEE), to compare groups (NW and FW) and moments (T1, T2 and T3). The Bonferroni post-hoc was used to identify differences between effects and interactions. Data were presented in a “model-based adjusted means”, and analyzed using the Statistical Package for Social Sciences (SPSS, v.20.0) software. A significance level of α=0.05, was adopted. Results: The intervention proposed in this study provided a significant beneficial effect after the training period, for all ICF domains (body function and structure, activity, and social and environmental relations). Regarding study A, for motor symptoms outcomes, there was a reduction in UPDRS III (p < 0,001), increase in EEB scores (p < 0,035), increase in walking functional mobility through TUGVAS reduction (p < 0,001), as well as TUGVR (p < 0,001), VAS (p < 0,001) e IR (p < 0,001) reduction. For non-motor symptoms outcomes, there was an increase in cognitive function (p < 0,046), reduction of the depressive symptoms (p < 0,001), and increase in the overall QL domain (p < 0,001), as well as in the physical (p < 0,037), psychological (p < 0,019), social participation (p < 0,007) and intimacy (p < 0,033) domains, independent of the training group. The NW group showed significant improvement in the autonomy domain (p < 0,001), when compared to the FW group. Regarding study B, for kinematic outcomes, there was a reduction in contact time (CT), swing time (ST), stride length (SL) and stride frequency (FP), for NW when compared to FN (p <0.05 ). Regarding the neuromuscular parameters, an increase in the amplitude of the VL and BF EMG signal, reduction of the final activation threshold (offset) of the VL and GM (p <0.05), reduction in the activation of the VL and BF (p <0.05) and reduction in the co-contraction index of the TA and GM (p <0.05), were found for the NW group, whereas the FW group showed statistically significant improvements only on the amplitude of GM when compared to the CN group. Conclusion: The NW and FW training programs provided improvement, without difference between groups, in all functionality domains proposed by ICF (body function and structure, activity and social relationships, and environment), after the intervention. However, the use of sticks in the technique of NW compared to the free walking without the sticks (FW training), showed advantages in functional mobility and neuromuscular specific parameters (index of co-contraction of lower limbs, offset of muscles TA and GM), improving, as well, clinical and functional aspects, that are imperative to health and QL of individuals with PD.
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Alterações nas variáveis mecânicas e energéticas da caminhada decorrentes da dor lombar crônica inespecífica : estudo observacional transversal

Carvalho, Alberito Rodrigo de January 2012 (has links)
Introdução: A dor lombar gera alterações motoras que podem comprometer a caminhada. Contudo, pouco se sabe sobre suas repercussões sobre a cinemática e energética da caminhada. Objetivo: Verificar: a) a correlação entre variáveis cinemáticas da caminhada (intensidade do deslocamento e velocidade horizontal) e variáveis neurofisiológicas e psicossociais da dor lombar (intensidade da dor e nível de incapacidade, respectivamente); b) o efeito da dor lombar crônica sobre parâmetros cinemáticos e metabólicos da caminhada. Métodos: A amostra foi composta por voluntários com dor lombar crônica inespecífica, (GL/ n=6) e indivíduos saudáveis (GC/ n-7). O nível de incapacidade foi obtido pelo Índice de Incapacidade de Oswestry e a intensidade da dor pela escala visual analógica (EVA). As variáveis cinemáticas foram determinadas por cinemetria, e as variáveis metabólicas por análise de gases enquanto os sujeitos caminharam em esteira rolante. A bateria de teste foi dividida em três blocos de acordo com a intensidade do esforço (preferida, abaixo e acima da preferida). Resultados: Não foram observadas correlações entre as variáveis cinemáticas da caminhada e as variáveis neurofisiológicas e psicossocias da dor. Também não se observou efeito da dor lombar sobre os parâmetros cinemáticos. Embora não houvesse diferença entre os grupos nos parâmetros metabólicos, os lombálgicos foram mais econômicos nas velocidades mais baixas. Conclusão: Embora a dor lombar crônica não tenha influenciado os parâmetros mecânicos da caminhada, e não se tenha observado diferenças nos parâmetros metabólicos entre os grupos, a velocidade ótima de caminhada nos lombálgicos parece estar nas baixas velocidades. / Introduction: Low back pain causes motor abnormalities that may impair walking. However, little is known about its effects on the kinematics and energetics of walking. Objectives: To check: a) the correlation between kinematic variables of walking (intensity of displacement and horizontal velocity) and neurophysiological and psychosocial variables of low back pain (pain intensity and disability level, respectively), b) the effect of chronic low back pain on kinematic and metabolic parameters walk. Methods: The sample consisted of patients with chronic nonspecific low back pain, (GL / n=6) and healthy subjects (GC / n=7). The level of disability was obtained by the Oswestry Disability Index and pain intensity by visual analog scale (VAS). The kinematic variables were determined by kinematics, and metabolic variables for gases analysis while the subjects walked on a treadmill. The battery test was divided into three blocks according to the intensity of the effort (preferably above and below the preferred). Results: There were no correlations between the kinematic variables of the walk and the neurophysiological and psychosocial variables of low back pain. Also there was no effect of back pain on the kinematic parameters. Although there was no difference between the groups in metabolic parameters, the lumbar group were more economical in lower speeds. Conclusion: Although chronic back pain did not influence the mechanical parameters of the walk, and has not been seen differences in metabolic parameters between groups, the optimal speed of walking on person with low back pain seems low speeds.
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Comportamento de parâmetros metabólicos e mecânicos da caminhada de indivíduos com doença pulmonar obstrutiva crônica

Sanseverino, Marcela Alves, Bona, Renata Luisa January 2016 (has links)
Introdução. Os pacientes com DPOC apresentam capacidade de exercício reduzida e limitação funcional para realização de suas atividades diárias, impactando a qualidade de vida desses indivíduos. Além disso, foi demonstrado para esses indivíduos um maior risco de queda em comparação a indivíduos saudáveis da mesma idade. Contudo, não se sabe o papel da intolerância ao exercício em variáveis relacionadas a locomoção dos pacientes com DPOC como o custo de transporte (C), a velocidade autosselecionada (VAS) e a estabilidade dinâmica, que podem auxiliar na dimensão da influência dessa intolerância na vida diária desses indivíduos. Objetivo. O presente estudo se propôs a investigar o comportamento do C, da eficiência ventilatória, do conforto ventilatório e da estabilidade dinâmica em diferentes velocidades de caminhada de indivíduos com DPOC e comparar com indivíduos sem a doença, além de verificar a possível correspondência entre a VAS e a velocidade ótima. Materiais e Métodos. Onze participantes com DPOC fizeram parte desse estudo e foram comparados com onze controles pareados por sexo e idade. Eles foram primeiramente submetidos a um teste de exercício cardiopulmonar e, em um segundo momento, a uma avaliação do C. No protocolo submáximo, os participantes caminharam em cinco velocidades diferentes, sendo uma a VAS e outras quatro ±20% e ±40% da VAS. Além disso, os participantes foram avaliados em uma velocidade pré-determinada igual a todos (isovelocidade). Para todas as velocidades do protocolo os participantes caminharam durante cinco minutos. A partir dos valores de consumo de oxigênio (VO2) obtidos, foram calculados os valores de C. Simultaneamente, foram realizados registro de vídeos dos participantes para posterior análise cinemática da marcha. Foram calculados a frequência de passada (FP), o comprimento de passada (CP) e o coeficiente de variação (CoV) referente a FP, como medida da estabilidade dinâmica. Resultados. Não houve diferença do C dos pacientes com DPOC em relação aos controles, nem mesmo quando caminhavam em isovelocidade (p=0,623). Em todas as velocidades, os pacientes demonstraram menor eficiência ventilatória. A VAS dos pacientes foi menor, no entanto observou-se menor valor de C nas velocidades mais altas de caminhada. Apesar de os indivíduos com DPOC apresentarem menor FP e CP, a estabilidade dinâmica não demonstrou-se prejudicada na amostra estudada. Conclusão. Pacientes com DPOC caminham em velocidades reduzidas, em relação aos controles, especialmente devido à dispneia acompanhada de uma menor eficiência ventilatória. Embora o C seja semelhante ao de indivíduos saudáveis, os participantes com DPOC apresentaram o índice de reabilitação inferior, sugerindo, portanto, que o mecanismo pendular não esteja otimizado na VAS. Além de não encontrar diferenças na economia de caminhada, foram observadas alterações mínimas na estabilidade dinâmica da marcha destes indivíduos. Terapias que tratem do conforto ventilatório são potenciais ferramentas para a melhora da locomoção de pacientes com DPOC. / Background. Subjects with COPD present reduced exercise capacity and functional limitation to perform daily activities, which affects their quality of life. Furthermore, it is known that this population has increased risk of falls when compared to health subjects. However, it is still unknown the role of exercise intolerance on important variables to assess locomotion, as the cost of transport (C), the self-selected speed (VAS) and the dynamic stability, which might be able to help to dimension the exercise intolerance on their daily life. Objective. To investigate the behaviour of C ventilatory efficiency, ventilatory comfort and dynamic stability at different walking speeds in COPD subjects and compare them to healthy controls, as well as to verify the possible correspondence of VAS and optimal speed. Methods and Materials. 11 patients with COPD participated in this study and were matched with 11 control subjects in terms of gender and age. They underwent a cardiopulmonary exercise test and an evaluation of C. In this last evaluation, participants walked at five different walking speeds, among them VAS and the others ±20% and ±40% of the VAS. There was also a sixth predetermined walking speed (isovelocity). The participants walked during five minutes in each speed. The C values were calculated from the oxygen consumption (VO2) values. Simultaneously, the subjects were filmed for later analysis of gait kinematics. The stride frequency (FP), stride length (CP) and the coefficient of variation (CoV) from FP as a measure of dynamic stability, were calculated. Results. There was no significant difference between the C of participants with COPD and control subjects, not even when walking at isovelocity (p=0,623). For all speeds investigated, the ventilatory efficiency of COPD subjects was impaired when compared to healthy individuals. The participants in COPD group walked at a slower VAS, but the lower value of C was found during faster walking speeds. Even though the COPD group had less FP and shorter strides, their dynamic stability showed minimal impairment. Conclusion. The patients with COPD walked at a reduced walking speed when compared to control subjects, specially caused by dyspnea and a lower ventilatory efficiency. In spite of a similar C between groups, the COPD subjects presented an inferior rehabilitation index, therefore suggesting that their pendulum-like mechanism is not optimal at VAS. Furthermore, besides a walking economy with no differences between groups, minimal impairments were found for dynamic stability in COPD group. Therapies that treat ventilatory comfort are a potential tool to improve locomotion of COPD subjects.

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