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Fórmulas de Poincaré-Hopf e classes características de variedades singulares / Poincaré-Hopf´s formulas and characteristic classes of singular manifoldsGiuliano Angelo Zugliani 08 February 2008 (has links)
Neste trabalho, estudamos diferentes construções e propriedades das classes características de variedades suaves e singulares. Para ilustrar a teoria, calculamos a obstrução de Euler de algumas superfícies singulares no espaço tridimensional e apresentamos uma fórmula do tipo Poincaré-Hopf para variedades singulares / In this work, we study different constructions and properties of the characteristics classes of smooth and singular manifolds. To ilustrate the theory, we compute the Euler obstructions of some singular surfaces in tridimensional space and state a Poincaré-Hopf´s formula for singular varieties
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Invariantes de variedades determinantais / Invariants of determinantal varietiesNancy Carolina Chachapoyas Siesquén 24 October 2014 (has links)
Neste trabalho estudamos variedades determinantais essencialmente isoladas (EIDS), definidas por W. Èbeling e S. M. Gusen-Zade em [23]. Este tipo de singularidades é uma generalização das singularidades isoladas. A variedade determinantal genérica Mtm, n é o subconjunto das matrizes m X n, tais que o posto seja menor que t, onde t ≤ min{n;m}. Uma variedade X ⊂ CN é determinantal se é definida como a pré-imagem de uma função holomorfa F : CN → Mm;n, sobre a variedade determinantal genérica M t</sup m;n, com a condição codim X = codim Mtm;n. Uma variedade determinantal tem singularidade isolada se N ≤ (n- t + 2)(m- t + 2) e admite suavização se N < (n-t+2)(m-t+2). Trabalhos recentes têm estudado variedades determinantais com singularidade isolada, [35, 31]. O número de Milnor de uma superfície determinantal é investigado em [35, 31, 12]. Para variedades determinantais de dimensões maiores a característica de Euler evanescente é definida em [31, 12]. Neste trabalho estudamos o conjunto de limites de hiperplanos tangentes às variedades determinantais X2 ⊂ C4 e X3 ⊂ C5 para dar uma caracterização deste conjunto, em que o número de Milnor de sua seção com a superfície no primeiro caso ou a 3- variedade no segundo caso não é mínimo. O primeiro caso foi estudado por Jawad Snoussi em [38]. Provamos também que se X é uma EIDS de dimensão d e H e H\' são dois hiperplanos fortemente gerais, se P ⊂ H e P\' ⊂H\' são planos lineares de codimensão d - 2 contidos respectivamente em H e H\', o número de Milnor das superfícies correspondentes X ∩ P\' são iguais. Este resultado foi provado para o caso em que a seção genérica é uma curva em [26]. Estudamos a transformada de Nash de uma EIDS e discutimos condições suficientes para que esta transformada seja suave. Outro objetivo é estudar a obstrução de Euler de singularidades determinantais essencialmente isoladas. Obtemos fórmulas que relacionam a obstrução de Euler com a característica de Euler evanescente da suavização essencial de suas seções gerais. Estudamos as variedades determinantais com o conjunto singular de dimensão 1 para ilustrar os resultados. / In this work, we study the essentially isolated determinantal singularities (EIDS), which have been defined by W. Èbeling and S. M. Gusen-Zade in the article [23]. This type of singularities is a natural generalization of isolated ones. A generic determinantal variety Mtm;n is a subset of the space of m X n matrices, given by matrices of rank less than t, where t ≤ min. A variety X ⊂ CN is determinantal if X is defined as the pre-image of Mtm;n by a holomorphic function F : CN → Mm;n with the condition codim X = codim Mtm;n. Determinantal varieties have isolated singularity if N ≤ (n - t + 2)(m - t + 2) and they admit smoothing if N < (n - t +2)(m - t +2). Several recent works investigate determinantal variety with isolated singularities. The Milnor number of a surface was defined in [35, 31] and the vanishing Euler characteristic was studied in [31]. In this work we study the set of limits of tangent hyperplanes to determinantal varieties X2 ⊂ C4 and X3 ⊂ C5 to give a characterization of this set by the fact that the Milnor number of its section with the surface in the first case or the 3-dimensional determinantal variety in the second case is not minimum. The first case is studied by Jawad Snoussi in [38]. We also prove that if X is a d- dimensional EIDS and H and H\' are strongly general hyperplans, if P ⊂ H and P\' are linear plans of codimension d - 2 contained in H and H\', the Milnor number of the surfaces X ∩ P and X ∩ P\' are equal. In the case that the generic section is a curve the result has been proved in [26]. We study the Nash transformation of an EIDS and give sufficient conditions for this transformation to be smooth. Another aim of our study is the Euler obstruction of essentially isolated determinantal singularities. We obtain inductive formulas associating the Euler obstruction with the vanishing Euler characteristic of the essencial smoothing of their generic sections. We study the determinantal variety with singular set of dimension 1 to illustrate the results.
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Pacientes com cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva tratados com redução septal percutânea. Análise da evolução tardia / Patients with hypertrophic obstructive cardiomyopathy treated with percutaneous septal reduction. Analysis of late outcomeSilvia Judith Fortunato de Cano 12 August 2014 (has links)
Introdução: O tratamento alternativo de Redução septal percutânea (RSP) em pacientes com cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva é relativamente novo e há poucos trabalhos publicados sobre a evolução tardia. Objetivos: Avaliar nos pacientes com cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva sintomáticos e refratários ao tratamento clínico, tratados com RSP, a sobrevida cardíaca e global, qualidade de vida, eventos maiores e as alterações encontradas no eletrocardiograma (ECG), ecocardiograma(ECO) e Holter 24h antes e na evolução tardia de até 15 anos. Método: Foram incluídos pacientes consecutivos que realizaram RSP no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia e no Hospital do Coração de Outubro de 1998 até junho de 2013. Todos os pacientes realizaram exame clínico, ECG e ECO, e a maioria Holter 24h e responderam o questionário DASI antes e pós-RSP. Os dados qualitativos foram descritos em frequências absolutas e relativas e os quantitativos resumidos em médias ± desvios padrão. Para as variáveis quantitativas foram utilizados modelos ANOVA com medidas repetidas, seguidos pelo método de comparações múltiplas de Bonferroni. O nível de significância de 0,05 foi aceito. Resultados: Dos 56 pacientes incluidos, 28 (50%) eram homens, a idade média foi 53,2 ±15,5 anos sendo 2 crianças e 11 (19,6%) tinham coronariopatia. A maioria estava em classe funcional III-IV, o gradiente médio basal por ECO foi 92,8 ± 3,3 mmHg, a espessura do septo 23,9 ± 0,6 e 62,5% tinha insuficiência mitral (IM) moderada. Durante a internação 1 (1,7%)paciente implantou marcapasso. Durante o seguimento de 7,4 ± 4 anos ocorreram 3 implantes de CDI, 2 por prevenção secundaria e 1 marcapasso, 1 nova RSP, 3 cirurgias de miectomias e houve 7 (12,5%) óbitos, apenas 2 de causa cardíaca. O tempo médio de sobrevida, estimado pelo método de Kaplan Meier foi de 13,3 anos (IC95% 12,2 a 14,5 anos), com expectativa de sobrevida de 96,4% em 1 ano, 87,7% em 5 anos e 81,0% a os 12 anos pós-RSP. Houve melhora significativa na qualidade de vida pelo questionário DASI e na classe funcional da NYHA que passou de 3,6 ± 0,5 para 1,2 ± 0,5 no pós-RSP. Na última avaliação do ECO o gradiente 9,37 ± 6,7 mmHg, o septo 12,87 ± 0,98 mm e a IM foi discreta em 90% todos com p < 0,001. Das variáveis analisadas somente o gradiente no estresse, p=0,039 e a massa p=0,024 foram associados a pior prognóstico. Conclusões: A redução septal percutânea mostrou, na evolução tardia com 100% de seguimento, ser uma técnica segura, eficaz em manter os benefícios tardiamente com baixa mortalidade, oferecendo melhora significativa da classe funcional e da qualidade de vida para os pacientes. / Introduction: Percutaneous septal Reduction (PSR) is a relatively new alternative treatment in patients with obstructive hypertrophic cardiomyopathy and there are few published studies on late evolution. Objectives: Evaluate in symptomatic patients with hypertrophic obstructive cardiomyopathy refractory to medical treatment and who underwent PSR, cardiac and overall survival, quality of life, major events and changes found on the electrocardiogram (ECG), echocardiography (ECHO) and Holter 24h before and after PSR during an evolution up to 15 years. Method: Consecutive patients who were submitted to RSP in Dante Pazzanese Institute of Cardiology and Heart Hospital from October 1998 were included. All patients went through clinical, ECG and ECHO examination, and nearly all answered DASI questionnaire, 24-hour Holter monitoring before and after PSR. Qualitative data were described as absolute and relative frequencies and quantitative summarized as means ± standard deviations. ANOVA models were used for quantitative variables with repeated measures, followed by Bonferroni method for multiple comparison. Significance level of 0.05 was accepted. Results: From 56 patients included, 28 (50%) were men , the mean age was 53.2 ± 15.5 years with 2 children and 11 (19.6%) had coronary artery disease . Most were in functional class III - IV from NYHA, the mean baseline ECO gradient was 92.8 ± 3.3 mmHg, the septal thickness 23.9 ± 0.6mm and 62.5 % had moderate mitral regurgitation (MR). During hospitalization 1 (1.7%) patient required permanent pacemaker. During follow-up of 7.4 ± 4 years, 3 patient required ICD implantation, 2 (for secondary prevention), 1 permanent pacemaker, 1 new RSP, 3 myectomy surgery. There were 7 (12.5%) deaths but only 2 of cardiac causes. The median survival time estimated by the Kaplan Meier was 13.3 years (95% CI 12.2 to 14.5 years), with expected survival of 96.4% at 1 year, 87.7% at 5 years and 81.0% at 12 years post-PSR. Significant improvement was seen in quality of life inferred by DASI questionnaire answers and NYHA functional class from 3.6 ± 0.5 to 1.2 ± 0.5. In last evaluation we found statistical significant reduction in ECO gradient 9.37 ± 6.7 mmHg, septum thikness 12.87 ± 0.98 mm and MR was mild in 90 % of patients. Of the variables analyzed only stress gradient (p = 0.039) and mass (p = 0.024) were associated with worse prognosis. Conclusions: The results of this study suggest that percutaneous septal reduction in late evolution with no loses in follow-up, is a safe technique, effective in reducing ventricular gradient and preserving the benefits in long-term evolution with low mortality, offering significant improvement in functional class and quality of life for patients.
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Avaliação polissonográfica e endoscópica em crianças com sequência de Robin isolada submetidas a palatoplastia / Polysomnographic and endoscopic evaluation of children with isolated Robin sequence submitted to cleft palate repairArturo Frick Carpes 18 November 2015 (has links)
Introdução: A sequência de Robin (SR) é definida por retromicrognatia e glossoptose que levam à dificuldade respiratória de deglutição, com ou sem fissura palatina. Com espectro etiológico amplo e associações sindrômicas diversas, a expressão clínica da SR se torna heterogênea. Há alta prevalência de síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS), 40 a 60% nesta população. Conforme os protocolos atuais, o tratamento depende da gravidade dos sintomas e dos achados da endoscopia de via aérea superior (VFL). O momento ideal para o reparo cirúrgico do palato é controverso. Técnicas acessórias são fundamentais para o diagnóstico e avaliação prognóstica. No Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais de Bauru (HRAC-USP) a palatoplastia é adiada em pacientes SR pelo conhecido risco para desenvolvimento de SAOS pós-operatória. Ainda há pouca informação na literatura quanto às interações entre o tipo de fissura palatina, os achados da VFL e polissonografia (PSG), com o risco de comprometimento tardio da via aérea superior (VAS) após a cirurgia palatina em crianças com SR isolada (SRI). Objetivos: Avaliar por meio de PSG o efeito da palatoplastia na SAOS em crianças com SRI. Correlacionar estes achados com os obtidos por VFL e exame físico do palato. Detectar a frequência de SAOS nesta população. Estabelecer a importância da PSG como parte de protocolo de tratamento da fissura palatina em crianças com SRI. Métodos: Estudo prospectivo longitudinal que, entre abril de 2011 e abril de 2013, analisou 53 pacientes com diagnostico de SR admitidos no HRAC-USP em fase de avaliação para correção cirúrgica da fissura palatina (entre 10 e 23 meses de idade). Equipe interdisciplinar inicialmente afastou associação de síndromes ou alterações genéticas na amostra, classificou a forma da fissura, realizou os exames de PSG e VFL previamente à palatoplastia; em seguida, a PSG foi repetida entre três a cinco meses após a cirurgia. Resultados: Vinte e uma crianças terminaram o protocolo de estudo adequadamente, quatorze meninas (66,6%), e sete meninos (33,3%). A fissura palatina foi classificada como em forma de \"V\" em onze casos (52,4%), e em forma de \"U\" em dez casos (47,6%). Dezenove pacientes apresentaram tipo I de obstrução da VAS (90,5%); dois pacientes apresentando o tipo II (9,5%), por meio da VFL. A PSG no momento pré-operatório identificou ausência de critérios mínimos para SAOS em oito crianças (38,1%), SAOS leve em oito (38,1%), SAOS moderada em três (14,3%), e SAOS grave em dois casos (9,5%). A PSG no momento pós-operatório identificou a ausência SAOS em quatorze crianças (66,7%), SAOS leve em três (14,3%), SAOS moderada em quatro (19%), e não identificou casos de SAOS grave. Conclusões: A prevalência SAOS encontrada foi de 61,9% no momento anterior à palatoplastia, e 33,3% no momento pós-operatório. Embora os dados não apresentem diferença significativa estatisticamente, a palatoplastia indicou resultado positivo em relação aos distúrbios respiratórios do sono, reduzindo tanto os índices de eventos respiratórios quanto a gravidade dos mesmos. Pacientes considerados mais graves, com IAH mais elevados, endoscopia tipo II, e fissura em \"U\" foram os maiores beneficiados. A PSG não apresentou valores preditivos significativos quanto às complicações cirúrgicas tardias / Introduction: The Robin sequence (RS) is defined as micrognathia and glossoptosis that lead to difficulty in breathing and swallowing, with or without cleft palate. With broad etiological spectrum and various syndromic associations, the clinical expression of RS becomes heterogeneous. There is a high prevalence of obstructive sleep apnea syndrome (OSAS), 40% to 60% in this population. As the current protocols, treatment depends on the severity of symptoms and the findings of the upper airway endoscopy (UAE). The ideal time for palate surgical repair is controversial. Ancillary techniques are essential for the diagnosis and prognostic assessment. At the Hospital for Rehabilitation of Craniofacial Anomalies of Bauru (HRAC-USP) palatoplasty is deferred in RS patients, once the risk for developing OSAS after surgery is well known. Still there is little information in the literature about the interactions of cleft palate morphology, UAE findings and polysomnography (PSG), with the risk of late upper airway (UA) compromise after palate repair in children with isolated Robin sequence (IRS). Objectives: To evaluate the effect of palatoplasty over OSAS in children with IRS as measured by PSG. To correlate these findings with those obtained by UAE and physical examination of the palate. To detect the frequency of OSAS in this population. To establish the importance of the PSG as part of treatment protocol in children with SRI. Methods: It is a longitudinal prospective study that, between April 2011 and April 2013, evaluated 53 patients with RS admitted in the HRAC-USP during the assessment phase for surgical correction of cleft palate (between 10 and 23 months of age). Interdisciplinary team first discarded genetic disorders among the sample, described the cleft anatomy, and conducted the PSG and UAE prior to palatoplasty; then, repeated the PSG between three to five months after surgery. Results: Twenty-one children finished the study protocol properly, fourteen girls (66.6%), and seven boys (33.3%). Cleft palate was classified as \"V\" shaped in eleven cases (52.4%), and \"U\" shaped in 10 cases (47.6%). Nineteen patients presented type I UAE obstruction (90.5%); two patients presented type II (9.5%). The pre-operative PSG identified the absence of criteria for OSAS in eight children (38.1%), mild OSAS in eight (38.1%), moderate OSA in three (14.3%), and severe OSA in two cases (9.5%). The post-operative PSG identified the absence OSAS in fourteen children (66.7%), mild OSA in three (14.3%), moderate OSAS in four (19%), and did not identify cases of severe OSA. Conclusions: The prevalence of OSA was 61.9% at the moment prior to the cleft palate repair and 33.3% at the post-operative moment. Although non statistically significant difference was found between the findings, palate surgery has indicated positive result in relation to OSAS, decreasing respiratory events indexes, as well as its severity. Patients considered more severe, with highest AHI, endoscopy type II, and \"U\" shaped clefts, were the ones with better results. The PSG did not demonstrate significant predictive values for long term surgical complications
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Efeitos da solução salina hipertônica e da pentoxifilina sobre o estresse oxidativo e a atividade inflamatória na sepse induzida por obstrução e isquemia intestinal em ratos / Effects of hypertonic saline and pentoxifylline on oxidative stress and inflammatory activity in sepsis-induced by intestinal obstruction and ischemia in ratsRoberto Rasslan 08 May 2013 (has links)
A obstrução intestinal representa uma das afecções abdominais agudas mais frequentes, com altas taxas de complicações e mortalidade, principalmente na vigência de sepse decorrente da isquemia intestinal. A reanimação volêmica precoce na sepse implica em ganho de sobrevida, entretanto, algumas discussões referentes ao fluido utilizado ou mesmo à terapêutica associada com drogas persistem atuais. Desta forma, o presente estudo propõe avaliar os efeitos da solução salina hipertônica e da pentoxifilina na resposta inflamatória e no estresse oxidativo, em modelo experimental que se assemelha ao problema clínico. Foram utilizados 36 ratos Wistar machos com peso entre 250 e 300 g. Os animais foram submetidos à laparotomia exploradora com ligaduras do íleo terminal a 10 cm e 1,5 cm da válvula íleo-cecal, além de oclusão do pedículo vascular responsável pela irrigação deste segmento intestinal. Após 24 horas, os animais foram reoperados e distribuídos em grupos (N=6), conforme o tratamento: sem reanimação volêmica (OI); Ringer lactato - 32 mL/kg (RL); solução salina hipertônica a 7,5% - 4 mL/kg (SH); pentoxifilina 25 mg/kg (PTX); Ringer lactato com pentoxifilina (RLPT) e solução salina hipertônica com pentoxifilina (SHPT). Ao término do tratamento, realizou-se ressecção do segmento intestinal isquêmico e anastomose para estabelecimento do trânsito intestinal. Os animais foram observados por duas horas, com medidas da pressão arterial média (PAM) registradas em 4 momentos. Após o período de observação, os animais foram submetidos à eutanásia com coleta do intestino e pulmão para análise. A quantificação do malondialdeído (MDA), no pulmão e intestino, foi realizada através do TBARS. No tecido pulmonar, também foram avaliadas as citocinas inflamatórias (IL-1?, IL-6, IL- 10 e CINC-1) pelo método de ELISA e o fator de transcrição nuclear fosforilado (NF-??) por Western blot. Os níveis da PAM, aos cinco minutos após o tratamento, ficaram mais elevados nos grupos RL e SH (p<0,05), com valor maior no SH em relação ao RL (p<0,05); aos 45 minutos, não se observou diferença nos níveis da PAM. A expressão das citocinas IL-1?, IL-6 e CINC-1 foi menor nos grupos SH, PTX e SHPT em relação ao OI e RL (p<0,05). Os grupos SH, PTX e SHPT apresentaram níveis inferiores de IL-1? e IL-6 comparadas ao RLPT (p<0,05) e os grupos SHPT e PTX foram iguais entre si. A expressão de IL-10 foi menor no grupo SHPT quando comparada ao OI (p<0,05). A expressão do NF-?B nos grupos SH, PTX e SHPT foi menor em relação ao OI (p<0,05), sendo que o SHPT ainda foi menor que o RL (p<0,05). Referente ao estresse oxidativo, no pulmão houve menor produção do MDA no grupo SHPT comparado aos demais (p<0,05) e no intestino, o MDA foi inferior nos grupos SH, PTX, RLPT e SHPT comparados aos OI e RL (p<0,05). Estes resultados permitem concluir que a solução salina hipertônica a 7,5% associada ou não à pentoxifilina, e a pentoxifilina isoladamente, atenuam o estresse oxidativo e inibem a ativação do NF-?B, implicando em menor atividade inflamatória com redução na produção de citocinas / Intestinal obstruction is one of the most common acute abdominal diseases, with high rates of complications and mortality, especially in the presence of sepsis due to intestinal ischemia. The early volume resuscitation in sepsis involves survival gain, however, some discussions concerning the fluid used or even combination therapy with drugs persist today. The present study proposes to assess the effects of hypertonic saline and pentoxifylline on inflammatory response and oxidative stress in an experimental model resembling the clinical problem. The study included 36 male Wistar rats weighting between 250 and 300 g. The animals underwent laparotomy with ligation of the terminal ileum 10 cm and 1.5 cm from the ileocecal valve and occlusion of the vascular pedicle responsible for the irrigation of this intestinal segment. After 24 hours, the animals were reoperated and distributed in groups (N=6), according to treatment: without volume resuscitation (OI); Ringer lactate - 32 mL/kg (RL), hypertonic saline 7.5% - 4 mL/kg (HS); pentoxifylline 25 mg/kg (PTX); Ringer lactate with pentoxifylline (RLPT) and hypertonic saline with pentoxifylline (SHPT). After the infusion of the drugs, the ischemic bowel was resected and performed the anastomosis for establishment of intestinal transit. The animals were observed for two hours, with measurements of mean arterial pressure (MAP) recorded in 4 times. After the observation period, the animals were euthanized with bowel and lung collection for analysis. Inflammatory cytokines (IL-1?, IL-6, IL-10 and CINC-1) were assessed by ELISA and phosphorylated nuclear transcription factor (NF-??) was determined by Western blot, both measured in lung tissue. The quantification of the malondialdehyde (MDA) in the lung and intestine was performed using the TBARS assay. Initial levels of MAP were higher in groups RL and HS than others (p<0.05), but at the end levels were similar in all groups. The expression of IL-1?, IL-6 and CINC-1 was lower in the SH, PTX and SHPT groups compared to OI and RL (p <0.05). The SH, SHPT and PTX groups showed lower levels of IL-1? and IL-6 compared to RLPT (p <0.05) and SHPT and PTX groups were equal. The synthesis of IL- 10 was lower in SHPT compared to OI (p <0.05). The expression of NF-?B in SH, PTX and SHPT groups was lower compared to OI (p <0.05), whereas the SHPT was still less than the RL (p <0.05). MDA in the lung was lower in SHPT compared to the other groups (p<0.05) and in the intestine was lower in SH, PTX, RLPT and SHPT groups compared to OI and RL (p<0.05). The results indicate that hypertonic saline 7.5% with or without pentoxifylline, and pentoxifylline alone attenuate oxidative stress and inhibit the activation of NF-?B, resulting in lower inflammatory activity with reduced production of cytokines
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Efeito da solução salina hipertônica associada à pentoxifilina sobre a lesão renal aguda após obstrução e isquemia intestinal em ratos / Effect of hypertonic saline solution associated to pentoxifylline on acute renal failure after obstruction and intestinal ischemia in ratsGustavo Scapini 19 May 2016 (has links)
Introdução: O tratamento da lesão renal aguda decorrente do processo inflamatório sistêmico e sepse é um desafio à prática clínica. A reanimação volêmica promove o aumento da sobrevida e menos complicações sistêmicas. Entretanto, persiste a controvérsia sobre qual o melhor fluido para a reposição e outras medicações que possam auxiliar nessa terapêutica. O objetivo deste estudo é avaliar os efeitos do Ringer lactato, da solução salina hipertônica e da pentoxifilina sobre a lesão renal aguda decorrente da obstrução e isquemia intestinal, em um modelo experimental. Métodos: Foram utilizados ratos Wistar machos, com peso entre 250 e g. Os animais foram submetidos a laparotomia mediana para obstrução em alça fechada do íleo terminal associada a oclusão do pedículo vascular deste segmento. Após 24 horas, os animais foram reoperados e distribuídos em grupos (n = 8), conforme o tratamento: sem reanimação volêmica (Controle); Ringer lactato - 32 mL / kg (RL); solução salina hipertônica 7,5% - 4 mL / kg (SH); pentoxifilina 25 mg / kg (PTX); Ringer lactato e pentoxifilina (RLPTX); solução salina hipertônica e pentoxifilina (SHPTX). Ao término do tratamento, o segmento intestinal obstruído e isquêmico foi ressecado e o trânsito intestinal foi reconstruído por anastomose primária. Após três horas, os animais foram sacrificados. Amostras de tecido renal foram coletadas para análise histológica com hematoxilina-eosina, imuno-histoquímica com Bcl-2, Bax e TUNEL e dosagem de malondialdeído e nitrito. Resultados: Em relação aos achados histológicos, não houve diferença significante entre os grupos. A avaliação imuno-histoquímica demonstrou que o grupo SHPTX apresentou menos eventos de apoptose e produção de óxido nítrico do que os demais grupos (p < 0,01). Já os grupos com reposição volêmica (RL e SH) também apresentaram menos eventos de apoptose (p < 0,05) do que os grupos Controle e PTX. Conclusão: A pentoxifilina associada à solução salina hipertônica 7,5%, em modelo de obstrução e isquemia intestinal em ratos, atenua a lesão renal, especialmente aquela relacionada a apoptose das células renais / Background: Treatment of acute kidney injury due to systemic inflammatory response syndrome and sepsis is a challenge in clinical practice. Fluid resuscitation promotes increased survival and lower systemic complications, though some discussions related to best fluid and medications that should be used persist. This study aims to evaluate the effects of Ringer lactate, hypertonic saline solution and pentoxifylline on acute kidney injury due to intestinal obstruction and ischemia in an experimental model. Methods: 48 male Wistar rats weighing between 250 and 300 g were used. The animals underwent laparotomy for closed loop obstruction of the terminal ileum associated with occlusion of the vascular pedicle of this segment. After 24 hours, the animals were re-operated and divided in six groups (n = 8), according to treatment: no fluid resuscitation (Control); Ringer lactate - 32 mL / kg (RL); hypertonic saline solution ,5% - 4 mL / kg (SH); pentoxifylline 25 mg / kg (PTX); Ringer lactate and pentoxifylline (RLPTX); hypertonic saline solution and pentoxifylline (SHPTX). After treatment, the obstructed and ischemic intestinal segment was resected and intestinal transit was restablished by primary anastomosis. After three hours, the animals were euthanized. Kidney tissue samples were collected for histological analysis with hematoxylin-eosin, immunohistochemistry with Bcl-2, Bax and TUNEL and malondialdehyde and nitrite dosage. Results: Regarding histological findings, there was no significant difference between groups. In Immunohistochemical evaluation, the group SHPTX had less apoptosis events and nitric oxide production than the other groups (p < , The groups that received fluid resuscitation (RL and SH) also had fewer apoptotic events (p < than the group Control and the group PTX. Conclusion: Pentoxifylline associated with hypertonic saline 7, , in an experimental rat model of obstruction and intestinal ischemia, attenuates renal injury, especially as evaluated by apoptosis of renal cell
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Fatores preditivos de resposta a azatioprina em pacientes com doença de Crohn suboclusivaZanini, Karine Andrade Oliveira 04 March 2016 (has links)
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Previous issue date: 2016-03-04 / Introdução: Apesar dos avanços recentes no tratamento de pacientes com doença
de Crohn (DC), os sintomas oclusivos e suboclusivos observados na presença de
estenoses clinicamente significativas permanecem um problema clínico desafiador.
Na DC, a identificação de fatores que se associam à redução do risco de cirurgia é
importante.
Materiais e Métodos: Neste estudo retrospectivo, avaliamos os possíveis fatores
preditivos, incluindo os marcadores inflamatórios associados à redução da
necessidade de intervenção cirúrgica em pacientes com DC que apresentaram o
primeiro episódio de suboclusão intestinal clinicamente resolvido e tratados,
subsequentemente, com azatioprina (AZA) durante três anos.
Resultados: Trinta e seis pacientes com DC suboclusiva foram incluídos, dos quais,
24 não necessitaram de ressecção intestinal. Nenhum dado demográfico ou clínico
associou-se com a resposta à AZA. Apenas a proteína C reativa (PCR) apresentou
correlação com a eficácia da AZA. Para cada aumento de 1 mg na PCR, houve uma
redução do risco de cirurgia em 8% (RR 0,92; IC 0,86-0,98; p=0,008). O grupo
PCR>6 (elevada) apresentou 81% de redução de risco de cirurgia em relação ao
grupo PCR<6 (OR 0,19 IC 0,05-0,64; p=0,008).
Conclusões: Os pacientes que apresentaram PCR elevada tiveram uma menor taxa
de cirurgia a médio e longo prazos durante a terapia com AZA. A PCR pode
identificar pacientes com estenoses predominantemente inflamatórias e responsivas
ao tratamento clínico. / Background: Despite recent advances in the treatment of patients with Crohn's
disease (CD), occlusive and subocclusive symptoms observed in the presence of
clinically significant stenosis remains a challenging clinical problem. In inflammatory
bowel diseases (IBD), the identification of factors associated with reduced risk of
surgery in this context is important.
Materials and methods: In this retrospective study, we evaluated the possible
predictive factors, including inflammatory markers associated with reduced need for
surgical intervention in patients with CD who presented the first episode of clinically
solved subocclusion and treated subsequently with azathioprine (AZA) for three
years.
Results: Thirty-six patients with subocclusive CD were included, of these, 24 has not
required bowel resection. No demographic or clinical data associated with the
response to AZA. Only C reactive protein (CRP) was correlated with the
effectiveness of AZA. For each increase of 1 mg CRP, there was a reduction of
surgery risk in 8% (RR 0.92, CI 0.86-0.98; P = 0.008). The CRP group> 6 (elevated)
had 81% of surgery risk reduction compared to PCR group <6 (OR 0.19 CI 0.05-0.64;
P = 0.008).
Conclusions: Patients with elevated CRP has a lower rate of surgery in the medium
and long term during therapy with AZA. CRP can identify patients with inflammatory
stenosis and responsive to clinical treatment.
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Identificação do reflexo naso-brônquico por meio da provocação nasal em indivíduos com rinite alérgica persistente / Nasobronchial reflex identification by means of nasal provocation in subjects with persistent allergic rhinitisVilella, Luiz Felipe Nora Rosa, 1985- 12 September 2013 (has links)
Orientador: Ricardo de Lima Zollner / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Médicas / Made available in DSpace on 2018-08-24T16:04:12Z (GMT). No. of bitstreams: 1
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Previous issue date: 2013 / Resumo: As vias aéreas superiores e inferiores constituem um sistema integrado, cuja interação é evidente na presença das doenças alérgicas, incluindo a rinite alérgica, que é co-morbidade relevante para o desenvolvimento da asma. Mecanismos já consolidados estão envolvidos, contudo o reflexo naso-brônquico, que consiste em um reflexo neural originado nas vias aéreas superiores causando impacto nas vias aéreas inferiores por meio da inflamação neurogênica foi sugerido em estudos experimentais. Evidências da presença deste reflexo em humanos baseiam-se em diferentes métodos que demonstraram prejuízo na função pulmonar após estimulação nasal, porém o monitoramento objetivo da permeabilidade nasal pela rinometria acústica associado ao estudo da função pulmonar por meio da espirometria, possibilita acessar respostas agudas nas vias aéreas após estimulação nasal, representando uma ferramenta promissora na investigação do reflexo naso-brônquico. Portanto, o objetivo deste estudo foi avaliar alterações na função pulmonar após provocação nasal, visando identificar o reflexo naso-brônquico na rinite alérgica isolada. 33 voluntários com rinite alérgica persistente moderada/grave (grupo experimento) e 10 saudáveis (grupo controle) foram submetidos a avaliação inicial e protocolo de investigação composto por espirometria e rinometria acústica basais, seguidas por teste de provocação nasal com concentrações crescentes de histamina; após aplicação de cada concentração a rinometria acústica era novamente realizada passados 1, 4, 8 e 12 minutos, sendo considerada provocação positiva após 20% de obstrução em AST-2, determinando o PN20; por fim, imediatamente nova espirometria era realizada. Ao comparar os dados de função pulmonar antes e após provocação nasal, foi observada diferença significativa no grupo rinite para VEF1 (p=0,002), CVF (p=0,005) e PFE (p=0,005), entretanto não houve variação significativa para nenhum dos parâmetros analisados no grupo controle. O reflexo naso-brônquico foi identificado a partir da variação do VEF1, após a provocação nasal no grupo controle (média acrescida de dois desvios padrões), logo 18,2% dos indivíduos com rinite apresentaram reflexo naso-brônquico (queda > 3% em VEF1). Além disso, para estes verificamos correlação positiva entre as alterações observadas em VEF1 e FEF25-75% (p=0,002 / r=0,97), sugerindo envolvimento das vias aéreas de pequeno calibre. Considerando as vias aéreas superiores, o protocolo proposto demonstrou respostas similares nos dois grupos, sem diferença significativa entre os mesmos para dose de histamina (p=0,98), tempo para atingir PN20 (p=0,97) e porcentagem de obstrução nasal (p=0,97). As alterações observadas na função pulmonar após provocação nasal sugerem a presença do reflexo naso-brônquico no paciente com rinite alérgica persistente moderada/grave. O protocolo proposto apresentou reprodutibilidade, sem intercorrências e, diante dos resultados obtidos, propomos que deva ser pensado na prática clinica com objetivo de aperfeiçoar o diagnóstico da presença do reflexo naso-brônquico, relevante para os pacientes com hiperreatividade brônquica / Abstract: Upper and lower airways consists an integrated system and their interaction becomes evident in allergic diseases, highlighting allergic rhinitis, which is co morbidity to asthma onset. Consolidated paths are involved in this crosstalk, however the nasobronchial reflex, that represents a neural reflex originated in upper airways that causes lower airways impairments was suggested in experimental studies. Evidences for the presence of this reflex in humans are based in different methods that have demonstrated impaired pulmonary function after nasal challenge, although, utilizing objective monitoring of nasal patency by acoustic rhinometry in association with pulmonary function evaluation provided by spirometry, it is possible to access acute airways responses after nasal provocations, representing to be promising tools in nasobronchial reflex investigation. Thus, the aim of this study was to evaluate changes in pulmonary function after nasal provocation, looking for nasobronchial reflex identification in subjects with isolated allergic rhinitis. 33 subjects with persistent moderate/severe allergic rhinitis and 10 healthy subjects underwent screening evaluation and investigation protocol consisting in baseline spirometric and acoustic rhinometry measurements, followed by histamine nasal provocation in increasing concentrations; after each histamine application, comparative acoustic rhinometry measurements were performed passed 1, 4, 8 and 12 minutes and positive provocation was considered after reached 20% of obstruction in MCA-2, determining the NPT20; finally, another spirometry was performed immediately NPT20 was reached. Comparing the pulmonary function before and after provocation in the rhinitis group, it was observed significant difference for FEV1 (p=0,002), FVC (p=0,005) and PEF (p=0,005), however in the same comparison for the control group no significant difference could be found for any of the analyzed parameters. Nasobronchial reflex was identified based on VEF1 percentage of variation after nasal provocation in control group (mean plus two standard deviations), 18,2% of rhinitis group presented nasobronchial reflex (> 3% fall in FEV1). Furthermore, for these ones we could verify positive correlation between VEF1 and FEF25-75% impairments (p=0,002/r=0,97), suggesting distal lower airways involvement. Considering upper airways, the proposed protocol demonstrated similar reactions in the two groups, with no significant differences between them for histamine dose (p=0,98), time to reach NPT20 (p=0,97) and percentage of nasal obstruction (p=0,97). Concluding, spirometric impairments showed here suggest the presence of nasobronchial reflex in patients with persistent moderate/severe allergic rhinitis. The proposed protocol proved to be reproducible, without intercurrences and, regarding results showed here, we propose that it should be thought in clinical practice, in order to improve the diagnosis of the presence of nasobronchial reflex, relevant to patients with bronchial hyperreactivity / Mestrado / Clinica Medica / Mestre em Clinica Medica
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Childhood sleep-disordered breathing – dentofacial and pharyngeal characteristicsPirilä-Parkkinen, K. (Kirsi) 29 November 2011 (has links)
Abstract
The aim of this work was to examine distinct dentofacial and pharyngeal features in children with sleep-disordered breathing (SDB). A further aim was to test the validity of the conventional methods used in orthodontics for recognition of obstructed airways.
Seventy children (36 girls, 34 boys, age range 4.2–11.9 years), who were diagnosed as having SDB during the years 2000–2002, constituted the source of subjects for four separate studies. The study protocol included otorhinolaryngological and orthodontic examinations. Dental impressions and lateral cephalograms were taken. In addition, upper airway was imaged in 36 children in different head postures by magnetic resonance imaging (MRI). Age- and gender-matched healthy children were used as controls.
The results showed that children with SDB had increased overjet, smaller overbite, narrower upper and shorter lower dental arches and higher incidence of anterior open bite and distal molar relationship when compared with control children. The severity of the obstruction correlated with larger deviations from normal in the dental characteristics. There were more children with crowding and with anterior open bite with increased severity of the disorder. Children with SDB displayed an increased sagittal jaw relationship, a more vertical growth pattern of the mandible, a longer and thicker soft palate, a lower hyoid bone position, larger craniocervical angles and narrower pharyngeal airway measured at multiple levels, when compared with the controls. Deviation in pharyngeal variables showed highest correlation with the severity of SDB. MRI indicated a smaller than normal oropharyngeal airway in children with SDB. The effect of head posture on pharyngeal airway dimensions differed in children with SDB when compared with the controls.
These findings verify that the developmental course of occlusal characteristics and craniofacial structures may be modulated by breathing pattern, and, on the other hand, that certain features may predispose to the development of the disorder. It is important to recognize these signs in order to guide further development in a more favorable direction. The results confirmed that cephalometry is a valid screening tool when assessing nasopharyngeal and retropalatal airway dimensions. Clinical examination of tonsillar size was found reliable when retroglossal airway size was evaluated. / Tiivistelmä
Väitöskirjatyön tarkoituksena oli selvittää lasten unenaikaisten hengityshäiriöiden yhteyttä kasvojen ja leukojen kasvuun, purennan kehitykseen sekä ylempien hengitysteiden rakenteeseen. Lisäksi tutkittiin, kuinka luotettavasti hammaslääkäreiden käytössä olevin menetelmin pystytään arvioimaan lasten ahtautuneita ilmateitä.
Tutkimusaineistossa oli mukana 70 lasta (36 tyttöä, 30 poikaa, ikä 4.2–11.9 vuotta), joilla diagnosoitiin unenaikainen obstruktiivinen hengityshäiriö vuosina 2000–2002. Lapsille tehtiin kliiniset tutkimukset oikojahammaslääkärin ja korva-, nenä- ja kurkkutautien erikoislääkärin toimesta sekä otettiin lateraalikallokuva ja hampaistosta kipsimallijäljennökset. Lisäksi ylempien hengitysteiden magneettitutkimus suoritettiin 36 lapselle eri pään asennoissa. Verrokkiryhmässä oli sama ikä- ja sukupuolijakauma kuin tutkimusryhmässä.
Tulokset osoittivat, että unenaikaisista hengityshäiriöistä kärsivillä lapsilla horisontaalinen ylipurenta oli suurentunut, vertikaalinen ylipurenta oli pienentynyt, ylähammaskaari oli kapeampi ja alahammaskaari lyhyempi kuin terveillä verrokeilla. Alaetualueen ahtaus ja etualueen avopurenta olivat yleisempiä niillä lapsilla, joilla oli vaikeampiasteinen hengityshäiriö. Lasten unenaikaiset hengityshäiriöt liittyivät suurentuneeseen leukojen väliseen kokoepäsuhtaan, alaleuan avautuvaan kasvumalliin, pidempään ja paksumpaan pehmeään suulakeen, kieliluun alempaan asentoon, kohonneeseen pään asentoon sekä ahtaampiin nielun ilmatilan mittoihin verrattaessa terveisiin lapsiin. Häiriön vaikeusaste korreloi suurempiin poikkeamiin nielun mitoissa. Lapsilla, joilla todettiin unenaikainen hengityshäiriö, magneettitutkimukset osoittivat nielun olevan ahdas. Pään asennon vaikutukset ilmatien rakenteeseen poikkesivat unenaikaisista hengityshäiriöistä kärsivillä lapsilla.
Saadut tulokset osoittivat, että hengitystapa voi vaikuttaa hampaiston, kasvojen ja leukojen rakenteiden kehitykseen. Tietyt kasvojen ja leukojen piirteet puolestaan saattavat altistaa häiriön kehittymiselle. On tärkeää tunnistaa nämä merkit, jotta kehitystä voidaan ohjata suotuisampaan suuntaan. Tutkimukset osoittivat, että kefalometrinen analyysi on luotettava arvioitaessa nenänielun sekä pehmeän suulaen takana olevan ilmatilan kokoa. Nielurisojen kliinisen koon arviointi on luotettava arvioitaessa alemman suunielun ilmatilan kokoa.
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Azatioprina ou mesalazina para prevenção de obstrução intestinal recorrente em pacientes com doença de Crohn ileocecal. Um estudo controlado e randomizadoVidigal, Fernando Mendonça 12 December 2014 (has links)
Submitted by Renata Lopes (renatasil82@gmail.com) on 2016-01-21T13:29:23Z
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Previous issue date: 2014-12-12 / Introdução: Pacientes com Doença de Crohn (DC) suboclusiva que receberam tratamento com azatioprina (AZA) tiveram menores taxas de re-hospitalização devido a todas as causas e para tratamento operatório da DC quando comparados àqueles tratados com mesalazina durante um período de três anos. Nós investigamos se a AZA também foi efetiva para a prevenção da obstrução intestinal recorrente.
Material e Métodos: Taxas de obstrução intestinal recorrente foram comparadas entre pacientes tratados com AZA e aqueles tratados com mesalazina. Nós avaliamos o intervalo de tempo livre de obstrução intestinal assim como a sobrevida livre de oclusão para ambos os grupos.
Resultados: Houve uma taxa cumulativa significativamente mais baixa de pacientes com suboclusão recorrente no grupo da AZA (43,8%) comparado ao grupo da mesalazina (79,4%; OR 3,34, 95% IC 1,67-8,6; p = 0,003) com o número necessário para prevenir um episódio de suboclusão de 3,7 a favor da AZA. O intervalo de tempo livre de oclusão foi maior no grupo da AZA comparado ao grupo da mesalazina (28,8 vs. 18,3 meses, p = 0,000). A sobrevida livre de oclusão aos 12, 24 e 36 meses foi significativamente maior no grupo da AZA (91%, 81%, e 72%, respectivamente) do que no grupo da mesalazina (64,7%, 35,3%, e 23,5%, respectivamente; p < 0.05 para todas as comparações).
Conclusão: Em uma análise exploratória de pacientes com DC ileocecal suboclusiva, a terapia de manutenção com AZA é mais efetiva que a mesalazina para evitar ou postergar a obstrução intestinal recorrente durante um período de três anos de tratamento. / Background: Patients with subocclusive Crohn’s disease (CD) who received azathioprine (AZA) therapy had lower re-hospitalization rates due to all causes and for surgical management of CD compared to those treated with mesalazine during a 3-year period. We investigated whether AZA also was effective for prevention of recurrent bowel obstruction.
Material and Methods: Rates of recurrent bowel occlusion were compared between patients treated with AZA and those treated with mesalazine. We assessed the time interval-off intestinal obstruction as well as the occlusion-free survival for both groups.
Results: There was a significantly lower cumulative rate of patients with recurrent subocclusion in the AZA group (43.8%) compared with the mesalazine group (79.4%; OR 3.34, 95% CI 1.67-8.6; P= 0.003) with a number needed to treat in order to prevent one subocclusion episode of 3.7 favoring AZA. The occlusion-free time interval was longer in AZA compared with the mesalazine group (28.8 vs. 18.3 months; P=0.000).The occlusion-free survival at 12, 24, and 36 months was significantly higher in the AZA group (91%, 81%, and 72%, respectively) than in the mesalazine arm (64.7%, 35.3%, and 23.5%, respectively; P<0.05 for all comparisons).
Conclusions: In an exploratory analysis of patients with subocclusive ileocecal CD maintenance therapy with AZA is more effective than mesalazine for eliminating or postponing recurrent intestinal obstruction through 3 years of therapy.
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