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Estudo de polimorfismos genéticos na susceptibilidade e na resposta à sepse / Study of genetic polymorphisms in the susceptibility and in the response to sepsisFernanda Carregaro 10 April 2008 (has links)
Polimorfismos em genes codificando proteínas envolvidas no reconhecimento de microrganismos e na resposta imune contra patógenos podem influenciar na quantidade ou na função da proteína produzida em resposta ao estímulo bacteriano. Existem evidências de que alguns destes polimorfismos genéticos modificam a resposta do paciente à sepse. No presente estudo, foram estudados polimorfismos presentes em genes que, sabidamente ou supostamente, apresentam um efeito biológico importante na sepse com o objetivo de identificar marcadores associados com a sepse e com a evolução clínica favorável ou com a morte. Entre esses polimorfismos estão aqueles presentes nos genes TNF_, TNFß, IL1RN, HSP70, IL6, IL10, CD14, TLR4, TLR2. As técnicas utilizadas compreenderam PCR em tempo real usando sondas com marcação fluorescente (VIC e FAM), PCR usual, digestão com enzimas de restrição e eletroforese. Os 97 pacientes com sepse, sepse grave e choque séptico estudados foram tratados na UTI do Hospital de Base de São José do Rio Preto. Também foram estudadas amostras de 207 indivíduos saudáveis coletadas no Hemocentro do mesmo hospital. Os polimorfismos IL6-597, HSP70-2 e o haplótipo do gene IL6 apresentaram valores estatisticamente significativos. Os dados obtidos sugerem que os polimorfismos IL6-597 e o haplótipo IL6 -174/-1753/- 2954/-597 estão associados com a evolução clínica da sepse, enquanto o polimorfismo do gene HSP70 está associado com bacteremia. A associação de polimorfismos em pacientes com sepse deverá ser avaliada em um maior número de pacientes no Brasil para ampliar nosso conhecimento sobre variantes genéticas e seus efeitos no curso clínico da sepse. Associações de polimorfismos com sepse e susceptibilidade a infecção podem ser no futuro utilizadas como marcadores moleculares para prognóstico. / Polymorphisms in genes codifying proteins involved in the recognition of microorganisms and in the answer of pathogens can influence the amount or the function of the protein produced in response to bacterial incentive. There are evidences that some of these genetic polymorphisms modify the patient\'s answer to sepsis. In the present study, we studied polymorphisms present in genes that, knowingly or supposedly, has an important biological effect in sepsis with the objective of identifying markers associated with sepsis and with the favorable clinical evolution or with the death. Among those polymorphisms they are those presents in the genes TNF, TNF, IL1RN, HSP70, IL6, IL10, CD14, TLR4, TLR2. The used techniques were Real time PCR using fluorescent probes (VIC and FAM), PCR, digestion with restriction enzymes and electrophoresis. The 97 patients with sepsis, severe sepsis and septic shock studied were those treated in INTENSIVE CARE UNIT of the Base´s Hospital of Sao Jose do Rio Preto. And 207 healthy individuals\' samples were collected in Hemocentro of the same hospital. The polymorphisms of the genes IL6-597, HSP70-2 and the haplotype of the gene IL6 presented estatistical significant values. The polymorphism IL6-597 and the haplotype IL6 - 174/-1753/-2954/-597 can be associated with the clinical evolution of sepsis, while the polymorphism of the gene HSP 70 can be associated with bacteremia. The association of polymorphisms in patients with sepsis will have to be evaluated in bigger samples of patients in Brazil to extend our knowledge on genetic variants and its effect in the clinical course of sepsis. Associations of polymorphisms with sepsis and susceptibility to infection can be in the future used as molecular marker for prognostic.
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Genetic association studies of serotonergic gene polymorphisms with obsessive-compulsive disorder, deliberate self-harm and obesityPooley, Edward Charles January 2007 (has links)
No description available.
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Polimorfismos do gene da calpaína 10 (CAPN10) e associação com síndrome metabólica em pacientes com síndrome de ovários policísticos (PCOS) / Association between CAPN10 UCSNP-43 and UCSNP-19 polymorphisms and metabolic syndrome in polycystic ovary syndrome (PCOS)Wiltgen, Denusa January 2005 (has links)
Resumo não disponível.
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Polimorfismos de inserção/deleção no cromossomo X : análise de 32 marcadores na população do estado de São Paulo (Brasil) /Martinez, Juliana. January 2017 (has links)
Orientador: Regina Maria Barretto Cicarelli / Banca: Leonor Gusmão / Banca: Joyce Aparecida Martins Lopes Ferraz / Banca: Raquel Mantuaneli Scarel Caminaga / Banca: Celso Teixeira Mendes Júnior / Resumo: Na rotina da genética forense, o uso exclusivo dos marcadores STRs (Short Tandem Repeats) em situações que a amostra biológica apresenta-se degradada pode gerar um resultado final estatístico inconclusivo, tornando fundamental a análise de marcadores adicionais para a resolução do caso. Utilizado como método complementar, os polimorfismos InDels (inserção/deleção) têm mostrado grande potencial para superar as limitações dos marcadores tradicionais. A análise de regiões do cromossomo X também vem ganhando significativa importância nesses estudos, especialmente nos casos em que a análise dos autossômicos não é suficiente. Nessa perspectiva, este trabalho teve por objetivo geral caracterizar a população do estado de São Paulo para 32 polimorfismos de inserção/deleção no cromossomo X (32 X-InDels) e avaliar a utilidade desse multiplex na resolução de casos forenses. Para tanto, buscou-se identificar a diversidade genética desses polimorfismos nessa população, a segregação dos alelos entre os genitores (pai e mãe) para as suas respectivas filhas e a eficiência desse painel na amplificação de DNA extraído de amostras ósseas. Para identificar a diversidade genética, foram analisados os perfis genotípicos de 500 indivíduos não aparentados nascidos no estado de São Paulo. Todos os marcadores mostraram-se polimórficos para a população, sendo MID3701 o que apresentou maior diversidade e somente MID2637 se mostrou pouco informativo. O marcador MID1361 apresentou-se em desequilíbrio de Ha... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: In forensic genetics routine, the exclusive use of STRs (Short Tandem Repeats) markers when the biological sample is degraded can generate an inconclusive final statistical result, making essential the analysis of additional markers for case resolution. Used as a complementary method, InDels (insertion/deletion) polymorphisms have shown great potential to overcome the limitations of traditional markers. Polymorphisms in the X chromosome is also gaining significant importance in these studies, especially in those cases in which the analysis of the autosomal markers is not enough. In this perspective, this study aimed to characterize the São Paulo state population for 32 X chromosome insertion/deletion polymorphisms (32 X-InDels) and to evaluate the utility of this multiplex in the resolution of forensic cases. Therefore, it was analyzed the genetic diversity of this population, the alleles segregation between the parents and their respective daughters, and the amplification efficiency of this panel in DNA extracted from human bones. To identify genetic diversity, the genotypic profiles of 500 unrelated individuals born in São Paulo state was analysed. All markers were polymorphic for the population, with MID3701 being the most diverse, and MID2637 the less informative. The MID1361 marker was in Hardy-Weinberg disequilibrium and an allelic variant was identified in its short allele. The panel showed high forensic efficiency, confirmed by the accumulated power of discrimination (0.9999999999993 in females and 0.99999993 in males) and by the accumulated mean exclusion chance (0.999996 in trios and 0.99995 in duos). Comparing with other populations, significant values of genetic distance were obtained and São Paulo is closer to three... (Complete abstract click electronic access below) / Doutor
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Mutações e polimorfismos do gene do receptor do hormônio folículo estimulante e associação com falência ovariana prematuraVilodre, Luiz Cezar Fernandes January 2007 (has links)
A falência ovariana prematura (FOP) é uma patologia rara, definida como a falência da função ovariana antes dos 40 anos de idade, causando amenorréia, hipogonadismo e níveis elevados de gonadotrofinas. Na maioria dos casos, apresenta-se na forma esporádica, pois apenas 5% apresentam história familial. Com relativa freqüência, a causa etiológica não é obtida, sendo então denominada de idiopática. Entre as causas conhecidas estão as alterações dos genes ligados ao cromossomo X e cromossomos autossômicos, doenças autoimunes, alterações tóxicas e iatrogênicas. Vários estudos têm sugerido que a FOP possa ser uma desordem genética, sendo o gene do receptor do FSH (FSHR) considerado um dos principais genes candidato. A primeira mutação inativadora do gene do receptor do FSH (FSHR) foi descrita por Aittomaki et al., 1995, em mulheres de famílias finlandesas que apresentavam amenorréia primária e uma mutação em ponto C566T no exon 7. Posteriormente, outras mutações inativadoras foram descritas: Ile169Thr e Arg573Cys (BEAU et al.,1998), Asp224Val e Leu601Val (TOURAINE et al.,1999), Ala419Thr (DOHERTY et al., 2002), Pro348Arg (ALLEN et al., 2003) e Pro519Thr (MEDURI et al., 2003). Por outro lado, duas variantes polimórficas, Ala307Thr e Ser307Asn, também, foram identificadas em pacientes com FOP (DA FONTE KOHEK et al., 1998, SUNDBLAD et al., 2004), embora uma relação com o fenótipo não tenha sido sistematicamente investigada.Assim, estudou-se uma coorte de 39 mulheres com FOP (casos esporádicos e familiais) que estão em acompanhamento na Unidade de Endocrinologia Ginecológica, Serviço de Endocrinologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, com o objetivo de determinar a presença de mutações e/ou polimorfismos no gene do FSHR e verificar se estão associadas com o fenótipo clínico. Para este fim foram realizados 2 trabalhos, o primeiro analisando 36 casos com FOP esporádica e incluindo 2 pacientes probantes de 2 familias com FOP. O segundo estudo descrevendo o genótipo e fenótipo de 5 pacientes oriundas de 2 famílias com FOP. Variáveis clínicas e hormonais foram determinadas de todas pacientes. O DNA foi isolado de leucócitos periféricos. Os exons 6, 7, 9 e 10 do gene do FSHR foram analisados pela reação de polimerização em cadeia (PCR), seguidos por análise de restrição enzimática, eletroforese em gel com gradiente de desnaturação (DGGE) e seqüenciamento direto. Também foram medidos o volume uterino, espessura endometrial e volume ovariano porultrassonografia pélvica transvaginal. Embora não se tenha encontrado nenhuma mutação no gene do FSHR, identificou-se uma alta prevalência dos polimorfismos Ala307Thr e Ser680Asn, que se encontram em desequilíbrio de ligação. Não foram observadas associações entre a presença destes polimorfismos com os níveis séricos de FSH, LH, estradiol, bem como com volume ovariano e presença de folículos. No entanto, as pacientes com FOP esporádicas, com o polimorfismo Ala307Thr, apresentaram a última menstruação mais precocemente (A: idade=33.3 ± 7.1 anos vs. T: 28.6 ± 11.4 anos, p=0.04). A genotipagem dos casos de FOP familial evidenciou a presença dos 2 polimorfismos do gene do FSHR nas 5 pacientes e o fenótipo foi semelhante ao apresentado pelas mulheres com FOP esporádica. Em conclusão, a presença do polimorfismo Ala307Thr pode estar associada com um início mais precoce das manifestações clínicas em pacientes com FOP. Entretanto, estudos longitudinais são necessários para confirmar os resultados do presente estudo. / Premature ovarian failure (POF) is a rare pathology, defined as the failure of ovarian function before age 40, causing amenorrhea, hypogonadism and high gonadotropin levels. In most cases, premature ovarian failure is sporadic and only 5% of the affected individuals have a family history. Relatively often, the etiological cause is not determined and POF is thus labeled idiopathic. Among the known causes are alterations associated with the X chromosome and autosomal chromosomes, autoimmune diseases, and toxic and iatrogenic alterations. Several studies have suggested that POF may be a genetic disorder, the FSH receptor (FSHR) gene being considered one of the main candidate genes.The first inactivating mutation in the FSHR gene was described by Aittomaki et al., in 1995, in women of Finnish families with primary amenorrhea and a C566T point mutation in exon 7. Other inactivating mutations have since then been described: Ile169Thr and Arg573Cys (BEAU et al., 1998), Asp224Val and Leu601 Val (TOURAINE et al., 1999), Ala419Thr (DOHERTY et al., 2002), Pro348Arg (ALLEN et al., 2003), and Pro519Thr (MEDURI et al., 2003). On the other hand, two polymorphic variants, Ala307Thr and Ser307Asn, were also identified in POF patients (DA FONTE KOHEK et al., 1998, SUNDBLAD et al., 2004), although a relation with the phenotype has not been systematically investigated. Thus, a cohort was studied comprising 39 women with POF (sporadic and familial cases) being followed at the Gynecological Endocrinology Unit, Service of Endocrinology, Hospital de Clínicas de Porto Alegre, in order to determine the presence of mutations and/or polymorphisms in the FSHR gene and to ascertain if these are associated with the clinical phenotype. For this purpose, 2 studies were conducted, the first assessing 36 cases with sporadic POF, including 2 patients from 2 families with POF and the second describing the genotype and phenotype of 5 patients from 2 families with POF. Clinical and hormonal variables were determined for all patients. The DNA was isolated from peripheral leukocytes. Exons 6, 7, 9 and 10 of the FSHR gene were analyzed by polymerase chain reaction (PCR), followed by restriction enzyme analysis, denaturating gradient gel electrophoresis (DGGE), and direct sequencing. Also, uterine size, endometrial thickness and ovarian size were measured by transvaginal pelvic ultrasonography. Although no mutation of the FSHR gene was found, a high prevalence for Ala307Thr and Ser680Asn polymorphisms was found, that are in linkagedisequilibrium. No association was observed between the presence of these polymorphisms and the serum levels of FSH, LH and estradiol, as well as ovarian size and presence of follicles. However, patients with sporadic POF, presenting Ala307Thr polymorphism, had their latest menses earlier (A: age=33.3 ± 7.1 years vs. T: 28.6 ± 11.4 years, p = 0.04). The genotyping of cases with familial-related POF showed the presence of 2 polymorphisms in the FSHR gene in 5 patients, and the phenotype was similar to that presented by women with sporadic POF. In conclusion, the presence of Ala307Thr polymorphism may be associated with an earlier onset of clinical manifestations in POF patients. However, longitudinal studies are needed to confirm the results of the present study.
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Polimorfismos genéticos em neonatos hiperbilirrubinêmicos com mais de 35 semanas de idade gestacionalCarvalho, Clarissa Gutierrez January 2009 (has links)
A icterícia neonatal é geralmente benigna, mas desfechos desfavoráveis podem ocorrer e a identificação dos casos de maior risco seria muito útil. Alguns fatores de risco já conhecidos são prematuridade, desidratação, aleitamento materno, deficiência de G6PD e incompatibilidade sanguínea. As alterações na conjugação hepática de bilirrubina devido a polimorfismos da UGT1A1 também podem contribuir para esse maior risco. O objetivo deste estudo foi estimar a freqüência da deficiência de G6PD e/ou das variantes polimórficas da UGT1A1 como fatores de risco para hiperbilirrubinemia grave em neonatos com mais de 35 semanas de idade gestacional e peso superior a 2000g em uma Unidade Neonatal do Sul do Brasil. Estudo prospectivo, observacional, de casos e controles, que incluiu 243 recémnascidos admitidos para fototerapia no HCPA e 247 controles, entre março e dezembro de 2007. Foi realizada dosagem da atividade da G6PD e análises genético-moleculares do respectivo gene. Foi também realizado PCR para a UGT1A1 com eletroforese capilar em analisador genético ABI 3130xl e análise no programa GeneMapper®. Foram detectados genótipos polimórficos da UGT1A1 em 16% dos pacientes, com prevalência nos ictéricos de 13,5% e nos normais de 18,2%, diferença não significativa. Identificada maior prevalência dos polimorfismos em negros e pardos (25%) em relação aos brancos (13%) (p=0,014). A prevalência da deficiência de G6PD foi 4,6%, sem mostrar correlação com a icterícia. Concluímos que nesta amostra de recém-nascidos do sul do Brasil nem as variantes da UGT1A1, nem a deficiência de G6PD foram associadas à hiperbilirrubinemia grave, com prevalências semelhantes às verificadas em outras populações. Considerando a grande miscigenação presente nessa região, outros fatores e interações gênicas devem ser procurados, incluindo possivelmente o estudo de outros polimorfismos, identificando fatores de risco para explicar a doença, um importante problema de saúde a merecer a atenção dos pesquisadores. / Neonatal jaundice is usually benign, but unfavorable outcomes may happen; therefore, the identification of high-risk cases would be very useful. Some risk factors already known are prematurity, dehydration, breastfeeding, G6PD deficiency and blood incompatibility. Alterations in the hepatic conjugation of bilirubin due to UGT1A1 polymorphisms may also contribute to this higher risk. The objective of this study was to estimate the frequency of G6PD deficiency and the promoter region of UGT1A1 gene variants as risk factors to severe hyperbilirubinemia in newborns of over 35 weeks of gestational age and weighing above 2,000g in a Neonatal Service in Southern Brazil. This is a prospective and observational study of cases and controls which included 243 newborns admitted for phototherapy at HCPA and 247 controls, between March and December, 2007. G6PD activity was determined and the deficient cases were investigated by genetic analysis. PCR for the UGT1A1 variants was also performed, followed by capillary electrophoresis in genetic analyzer ABI 3130xl and the analysis in GeneMapper® program. Polymorphic genotypes were detected in 16% of the patients, prevalence in icteric patients was 13,5% and in normal individuals was 18,2%, a difference which was not significant. A higher prevalence of polymorphisms in blacks and mulattos (25%) was identified when compared to whites (13%) (p=0,014). A prevalence of 4,6% of G6PD deficiency was found, without association to jaundice. We concluded that in this sample of newborns from the South of Brazil, polymorphic variants of UGT1A1 were not associated to severe hyperbilirubinemia as well as G6PD deficiency; being the prevalence similar to those found in other populations. Considering the high miscegenation that occurs in this area of Brazil, perhaps other factors and genic interactions should be sought in order to identify genetic risk factors, possibly including the study of further polymorphisms, as neonatal jaundice remains an important health problem to be approached by investigators.
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Investigação de polimorfismos no gene humano da glut1: correlação com a infecção pelo HTLV-1 / Polymorphisms investigation at glut1 human gene: correlation with HTLV-1 infectionCosta, Giselle Calasans de Souza January 2008 (has links)
Submitted by Ana Maria Fiscina Sampaio (fiscina@bahia.fiocruz.br) on 2012-07-19T20:54:41Z
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Giselle Calasans de Souza Costa. Investigação de Polimorfismos no gene humano da Glut1 - CPqGM - Dissertação de Mestrado - 2008.pdf: 901999 bytes, checksum: f8d18c6846f38a411006c2e451309767 (MD5) / Made available in DSpace on 2012-07-19T20:54:41Z (GMT). No. of bitstreams: 1
Giselle Calasans de Souza Costa. Investigação de Polimorfismos no gene humano da Glut1 - CPqGM - Dissertação de Mestrado - 2008.pdf: 901999 bytes, checksum: f8d18c6846f38a411006c2e451309767 (MD5)
Previous issue date: 2008 / Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz. Salvador, Bahia, Brasil / O HTLV-1 é o agente etiológico da Paraparesia Espástica Tropical/Mielopatia
Associada ao HTLV-1 (TSP/HAM) e da Leucemia/Linfoma das Células T do Adulto
(ATLL). No entanto, o desenvolvimento de manifestações clínicas associadas ao
HTLV-1 ocorre em 2-4% da população infectada e ainda não se sabe por que esta
infecção permanece assintomática na maioria dos portadores. Tem sido sugerido que o
desfecho da infecção pode ocorrer devido a variações (mutações) em genes do
hospedeiro e/ou do vírus. Recentemente, foi demonstrado que o HTLV é capaz de
utilizar a glicoproteína transportadora de glicose do tipo 1 (GLUT1) para infectar
linfócitos T CD4+. Diversos estudos têm demonstrado uma associação entre mutações
em regiões regulatórias de genes humanos e manifestação de doença. Polimorfismos no
gene da GLUT1 foram associados à susceptibilidade a nefropatia diabética, em
pacientes com diabetes mellitus dos tipos 1 e 2 em diferentes populações. Com o
objetivo de verificar possíveis correlações entre polimorfismos nas regiões regulatórias
e codificante do gene humano da GLUT1 com o desenvolvimento de TSP/HAM,
analisamos os polimorfismos -2841A>T, XbaIG>T e HaeIIIT>C em indivíduos
infectados pelo HTLV-1 e em indivíduos não-infectados de Salvador. Os SNPs
XbaIG>T e HaeIIIT>C foram verificados por PCR/RFLP e o SNP -2841A>T, por
seqüenciamento. Além disso, a carga proviral do HTLV-1 foi quantificada por PCR
quantitativo em tempo real. Com o intuito de verificar a freqüência dos polimorfismos
em GLUT1 na população brasileira com diferentes etnias, foi realizada a análise dos
polimorfismos XbaIG>T e HaeIIIT>C em Ameríndios da tribo Tiriyó; descendentes de
europeus da região Sul do Brasil; descendentes de japoneses, descendentes de europeus
e afro-descendentes da região Sudeste. As freqüências genotípicas para os
polimorfismos analisados estavam de acordo com o esperado pelo Equilíbrio de Hardy-
Weinberg. O polimorfismo HaeIIIT>C estava em desequilíbrio de ligação com os
polimorfismos XbaIG>T (χ2=37,555, p=0,003, 4 d.f.) e -2841A>T (χ2=∞, p=0,000, 4
d.f.). A freqüência do genótipo T/T do polimorfismo XbaIG>T foi mais elevada nos
indivíduos assintomáticos e com TSP/HAM do que nos indivíduos oligosintomáticos.
Em relação ao polimorfismo HaeIIIT>C, nós observamos uma maior freqüência do
genótipo T/C nos pacientes com TSP/HAM. Quanto ao polimorfismo -2841A>T, foi
verificada uma distribuição similar dos genótipos analisados em todos os grupos
estudados. Não foram observadas diferenças estatisticamente significantes nas
distribuições genotípicas e alélicas entre os indivíduos infectados e não-infectados pelo
HTLV-1, assim como em relação ao status clínico dos pacientes infectados pelo HTLV-
1 nos polimorfismos XbaIG>T, HaeIIIT>C e -2841A>T. Em relação ao seqüenciamento
de 339pb da região promotora de GLUT1, foi observada uma nova mutação G>T na
posição -2807 em 6 indivíduos (1 assintomático, 2 com TSP/HAM e 3 não-infectados),
caracterizando esta mutação como um polimorfismo. Nossos resultados indicam que os
polimorfismos XbaIG>T, HaeIIIT>C e -2841A>T, apesar de, possivelmente, estarem
relacionados com a entrada de glicose na célula (XbaIG>T e -2841A>T) não estão
relacionados com a infecção pelo HTLV-1 nem com o desenvolvimento de TSP/HAM,
sugerindo que as diferentes atividades realizadas pela proteína GLUT1 (transporte de
glicose e recepção do HTLV-1) são mediadas por diferentes domínios da mesma.
Quanto ao estudo de base populacional, nós confirmamos que as freqüências alélicas
dos polimorfismos XbaIG>T e HaeIIIT>C variaram de acordo com a etnia. / The HTLV-1 is the etiological agent of Tropical spastic paraparesis/HTLV-1
associated mielopathy (TSP/HAM) and Adult T cell leukemia/lymphoma (ATLL).
However, the development of HTLV-1 associated clinic manifestations occurs in 2-4%
of the infected population and it is still an answered question why this infection remains
asymptomatic at the most of the infected carriers. It has been suggested that the
outcome of HTLV-1 associated disease manifestations may occur by individual and/or
viral genetic variations (mutations). Recently, it was demonstrated that HTLV is able to
use the Glucose transporter type 1 (GLUT1) to infect T CD4+ lymphocytes. Many
studies have demonstrating an association between mutations in regulatory regions of
human genes and disease manifestations. Polymorphisms in the GLUT1 gene were
associated with susceptibility to diabetic nephropathy in patients with types 1 and 2
diabetes mellitus in different populations. To evaluate the role of GLUT1 gene
polymorphisms in the development of TSP/HAM in HTLV-1 infected individuals, we
had analyzed the -2841A>T, XbaIG>T and HaeIIIT>C polymorphisms in HTLV-1
infected and non-infected individuals from Salvador. The XbaIG>T and HaeIIIT>C
SNP were analyzed by PCR/RFLP and the -2841A>T polymorphism, by sequencing.
The proviral load of the HTLV-1 infected patients was analyzed by Real Time
Quantitative PCR. We also analyzed the XbaIG>T and HaeIIIT>C polymorphisms in
distinct Brazilian populations with different ethnic backgrounds: Amerindians from
Tiriyó tribe, European descendants from Brazil South region; Japanese descendants,
Europeans descendants and African descendants from Southeast region. Genotypic
frequencies of the polymorphisms analyzed were in agreement with the expected by the
Hardy-Weinberg Equilibrium. The HaeIIIT>C polymorphism was in linkage
disequilibrium with the XbaIG>T (χ2=37.555, p=0.003, 4d.f.) and -2841A>T
polymorphisms (χ2=∞, p=0.000, 4d.f.). T/T genotypic frequency of the XbaIG>T
polymorphism was higher in asymptomatic and TSP/HAM individuals than in
oligosymptomatics. Concerned to the HaeIIIT>C polymorphism, we observed a higher
frequency of the T/C genotype in TSP/HAM patients. In relation to the -2841A>T
polymorphism, it was verified a similar distribution of the analyzed genotypes in all
studied groups. Genotypic and allelic frequencies of the three sites analyzed did not
differ significantly for controls and HTLV-1 infected individuals. There were no
differences in genotypic and allelic distribution among patients for either the presence
or absence of HTLV-1 associated clinic manifestations. In relation to the sequencing of
339 bp of GLUT1 promoter region, it was observed a new mutation G>T at -2807
position in 6 individuals (1 asymptomatic, 2 with TSP/HAM and 3 non-infected).
Regarding the quantification of the provirus load according to GLUT1 genotypes, we
did not observe any differences. These results suggest that the XbaIG>T, HaeIIIT>C
and -2841A>T polymorphisms, although possibly related with cell glucose entry
(XbaIG>T and -2841A>T), do not contribute to HTLV-1 infection and to the genetic
susceptibility of TSP/HAM in Brazilian HTLV-1 infected individuals, suggesting that
different activities performed by GLUT1 protein (glucose transport and HTLV-1 entry)
are mediated by its different domains. Concerned to the population study, we confirmed
that the allelic frequencies from the XbaIG>T and HaeIIIT>C are influenced by
ethnicity among the six Brazilian ethnic groups studied.
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Associação de polimorfismos nos genes da metilenotetrahidrofolatoredutase, metionina sintase, cistationina beta-sintetase e micronutrientesrelacionados à via metabólica da homocisteína em mães e recém-nascidos do Estado da Bahia / Associação de polimorfismos nos genes da metilenotetrahidrofolatoredutase, metionina sintase, cistationina beta-sintetase e micronutrientesrelacionados à via metabólica da homocisteína em mães e recém-nascidos do Estado da BahiaLeal, Renato Santos January 2008 (has links)
Submitted by Ana Maria Fiscina Sampaio (fiscina@bahia.fiocruz.br) on 2012-08-03T18:51:56Z
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RenatoLeal Associação de polimorfismos nos genes....pdf: 1146092 bytes, checksum: dc3d04e8dbf3baaa5becc9279b8cc89f (MD5) / Made available in DSpace on 2012-08-03T18:51:56Z (GMT). No. of bitstreams: 1
RenatoLeal Associação de polimorfismos nos genes....pdf: 1146092 bytes, checksum: dc3d04e8dbf3baaa5becc9279b8cc89f (MD5)
Previous issue date: 2008 / Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz. Salvador, Bahia, Brasil / Níveis elevados de homocisteína (Hcy) no plasma têm sido
associados à presença de polimorfismo no gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase
(MTHFR), Metionina Sintase (MS) e Cistationina beta Sintetase (CBS) ou relacionados com
quadros nutricionais, que podem alterar uma das duas vias metabólicas que envolvem os
precursores do metabolismo da Hcy, remetilação ou trans-sulfuração. Desta forma, os
polimorfismos gênicos associados ao metabolismo da vitamina B12, folato podem conferir
níveis elevados de homocisteína, assim como diminuição nos níveis de folato e vitamina B12
plasmático, produzindo complicações durante a gravidez bem como, alterações na metilação
do DNA e conseqüentemente evoluir para doenças cardíacas, vasculares, câncer, síndrome de
Down, defeitos de fechamento de tubo neural e baixo peso ao nascer. Considerando o
metabolismo anormal de folato, vitamina B12 e homocisteína às mutações do gene de enzimas
envolvidas no metabolismo destes podem ser marcadores de fatores de risco materno. O
objetivo deste trabalho foi investigar em 240 mães e 240 recém-nascidos (RNs) associações
entre os polimorfismos presentes em genes responsáveis no metabolismo da homocisteína e
seus substratos caracterizando de forma hematológica, bioquímica e molecular. Foram
investigados os polimorfismos C677T e A1298C no gene da MTHFR; A2756G no gene da
metionina sintase (MS) e a inserção 844ins68 no gene da enzima cistationina beta sintetase
(CBS), utilizando a técnica de PCR – RFLP. Os níveis séricos de homocisteína, vitamina B12 e
folatos foram determinados pela técnica de quimioluminescência. As freqüências alélicas dos
polimorfismos entre 191 mães e 226 recém-nascidos foram 27,7%. e 25,6%, respectivamente,
para o polimorfismo C677T da MTHFR; 14,0% e 14,6%, respectivamente, para o
polimorfismo A1298C da MTHFR; 23,9% e 24,5%, respectivamente, para o polimorfismo
A2756G da MS; e 22,3% e 20,2%, respectivamente, para a inserção 844ins68 da CBS. Os
níveis de Folatos e Vitamina B12 entre mães normais e portadores para os diversos genótipos
estudados não demonstraram diferenças estatisticamente significativas. Porém, para os RNs
diferenças estatisticamente significantes foram encontradas para os portadores do
polimorfismo A2756G e níveis de vitamina B12 (p=0,0023). Diferenças estatísticas
significantes foram encontradas entre mães normais e portadores para o polimorfismo
A1298C e níveis de homocisteína (p=0,0002). Também foram encontradas diferenças
estatisticamente significantes para a ocorrência dos polimorfismos C667T da MTHFR e
valores de leucócitos (p=0,0482); A2756G da MS e valores de leucócitos (p=0,0168) e de Ht
(p=0,0103); e 844ins68 da CBS e valores de Hb (p=0,0432) no grupo de mães.Para o grupo de
RNs os dados hematológicos apresentaram significância estatística apenas entre os valores de
plaquetas (p=0,0247) e HCM (p=0,0278) e o polimorfismo A1298C. Os resultados deste
estudo contribuem para o entendimento de fatores genéticos relacionados com nutrientes
indicando a grande importância de apontar os fatores de risco que possam ser prevenidos e
definir estratégias intervencionistas que reduzam os riscos maternos, bem como os cuidados
que devem ser tomados durante o acompanhamento pediátrico relacionado aos níveis séricos
de Vitamina B12 e folatos e a ocorrência de alterações genéticas de enzimas, uma vez que a
presença destas pode conduzir a associação de riscos relacionados a doenças genéticas. / High levels of homocysteine (Hcy) in plasma have been
associated with the presence of the polymorphism in the gene MTHFR, Methionine Synthase
(MS) and Cystathionine beta Synthase (CBS) or related to nutrition tables, which can alter one
of two metabolic pathways involving the precursors of metabolism of Hcy, remethylation or
trans-sulphuration. Thus the gene polymorphisms associated with the metabolism of vitamin
B12, folate can give high levels of homocysteine, as well as reduction in the levels of folate
and vitamin B12 plasma, producing complications during pregnancy as well as changes in
methylation of DNA and thus evolve into heart disease, vascular, cancer, Down syndrome,
defects in the neural tube closure and low birth weight. Considering the abnormal metabolism
of folate, vitamin B12 and homocysteine to mutations of the gene of enzymes involved in the
metabolism of these can be markers of risk factors mother. The research aimed to investigate
in 240 mothers and 240 newborns (NBs) associations between polymorphisms in these genes
responsible for the metabolism of homocysteine and their way of characterizing substrates
hematological, biochemical and molecular. We investigated the C677T and A1298C
polymorphisms in the gene MTHFR; A2756G in the gene of methionine synthase (MS) and
844ins68 insertion in the gene of the enzyme cystathionine beta synthase (CBS), using the
technique of PCR - RFLP. Serum levels of homocysteine, vitamin B12 and folate were
determined by the technique of chemiluminescences. Allelic frequencies of polymorphisms
between 191 mothers and 226 newborns were 27.7%. and 25.6% respectively, for the MTHFR
C677T polymorphism, 14.0% and 14.6% respectively in the A1298C of MTHFR
polymorphism, 23.9% and 24.5% respectively in the A2756G polymorphism of MS, and
22.3% and 20.2% respectively in the integration of CBS 844ins68. The levels of Folate and
Vitamin B12 between mothers and normal carriers for the various genotypes studied showed
no statistically significant differences. But for NBs statistically significant differences were
found to carry the A2756G polymorphism and levels of vitamin B12 (p = 0.0023). Significant
statistical differences were found between normal and mothers bearers for the polymorphism
A1298C and levels of homocysteine (p=0.0002).Were also found statistically significant
differences in the occurrence of the MTHFR C667T polymorphism and values of white blood
cells (p = 0.0482); A2756G of MS and values of white blood cells (p = 0.0168) and Ht (p =
0.0103) and 844ins68 of CBS and values of Hb (p = 0.0432) in the group of mothers. For the
group of NBs data hematological statistically significant only between the values of platelets
(p = 0.0247) and HCM (p = 0.0278) and A1298C polymorphism. The results of this study
contribute to the understanding of genetic factors related nutrients indicating the great
importance of pointing the risk factors that can be prevented and interventionist strategies that
reduce risks maternal, and the care that must be taken during the pediatric related to the serum
levels of vitamin B12 and folate and the occurrence of genetic modification of enzymes, since
the presence of these can lead to association of risks related to genetic diseases.
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Estudo dos polimorfismos CCR2-64I, CCR5-59353, CCR5-59356, CCR5-59402 e CCR5-59653 em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico do sul do BrasilSchauren, Juliana da Silveira January 2013 (has links)
O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença autoimune inflamatória crônica que possui uma etiopatogênese complexa. Diversos fatores participam da patogênese da doença, dentre eles alterações no balanço de citocinas e quimiocinas. As quimiocinas e seus receptores são fundamentais na regulação da migração de leucócitos durante a inflamação e acredita-se que elas possam ter um papel importante na patogênese de doenças autoimunes, inclusive no LES. Diversos estudos abordaram o papel de quimiocinas e seus receptores no LES, porém, principalmente se tratando dos receptores de quimiocinas CCR5 e CCR2, não existe um consenso. Devido à falta de consenso em relação ao papel dos receptores de quimiocinas na patogênese do LES e considerando a necessidade de mais estudos nesta área, o presente trabalho tem por objetivo investigar o possível papel de polimorfismos na região promotora do CCR5 no desenvolvimento do LES, comparando as frequências dos genótipos e haplótipos entre pacientes e controles, e analisar o possível envolvimento destes polimorfismos nas manifestações clínicas/laboratoriais da doença. O estudo incluiu 382 pacientes com LES (289 Euro-descendentes e 93 Afro-descendentes) e 375 controles (243 Euro-descendentes e 132 Afro-descendentes) genotipados para os polimorfismos CCR2-64I G>A (rs1799864), CCR5-59353 C>T (rs1799988), CCR5-59356 C>T (rs41469351), CCR5-59402 A>G (rs1800023) e CCR5-59653 C>T (rs1800024) através de PCR-RFLP e sequenciamento, respectivamente. Dados prévios de nosso grupo em relação ao CCR5delta32 foram incluídos no estudo para a inferência dos haplótipos e como um possível fator de confusão na regressão binária logística. Os resultados obtidos indicam que, em pacientes Euro-descendentes, as frequências reduzidas o polimorfismo CCR5delta32 e o haplótipo HHG*2 observadas em pacientes quando comparados com controles foram associadas com a doença (p=0,001; OR 3,5; 95%CI 1,6-7,5 e 2,0% vs. 7,2%; presidual=2,9E-5; respectivamente). Em pacientes Afrodescendentes, as frequências dos haplótipos HHA/HHB, HHC e HHG*2 foram diferentes em pacientes e controles (10% vs. 20,5%, presidual = 0,003; 29,4% vs. 17,4%; presidual=0,003 e 3,9% vs. 0,8%; presidual=0,023; respectivamente). Em relação às manifestações clínicas da doença, a presença do CCR5delta32 foi confirmada como um fator de susceptibilidade para nefrite classe IV em pacientes Afro-descendentes e no grupo de pacientes como um todo (pcorrigido=0,012; OR 3,0; 95%CI 3,0-333,3 e pcorrigido=0,0006; OR 6,8; 95%CI 1,9-2,48; respectivamente). Em conclusão, o presente estudo indica que polimorfismos na região promotora do CCR5 podem atuar como modificadores no LES. Os resultados observados reforçam o papel do polimorfismo CCR5delta32 como um fator de proteção para o desenvolvimento do LES em Euro-descendentes e como um fator de susceptibilidade à nefrite classe IV em pacientes Afro-descendentes. Além disto, também foram descritos a redução da frequência dos haplótipos HHA/HHB e o aumento da frequência dos haplótipos HHC e HHG*2 em pacientes Afro-descendentes, que possivelmente podem estar associados com uma maior expressão do CCR5 em subtipos específicos celulares e com uma menor expressão deste receptor de maneira geral. / Systemic Lupus erythematosus (SLE) is a chronic inflammatory autoimmune disease, characterized by a complex etiopathogenesis. Many factors are known to participate in the pathogenesis of SLE, including alterations in the cytokines or chemokines balance. Chemokines and their receptors are central players in the regulation of leucocytes chemotaxis in inflammation and they are thought to have an important role in the pathogenesis of autoimmune diseases, including SLE. Several studies have addressed the role of chemokines and their receptors in SLE, however there is no consensus regarding their involvement on the pathogenesis of the disease. Given the lack of consensus considering the role of chemokine receptors in SLE pathogenesis and the need for more studies in this area, the present work aims to investigate a possible role of the CCR5 promoter region polymorphisms in the development of SLE comparing the frequencies of the genotypes and haplotypes with ethnically matched controls and analyze if there is a possible involvement of the polymorphisms in the clinical outcome of the disease. This study included 388 SLE patients (289 classified as Europeanderived and 93 as African-derived) and 375 controls (243 European-derived and 132 African-derived) genotyped for the CCR2-64I G>A (rs1799864), CCR5-59353 C>T (rs1799988), CCR5-59356 C>T (rs41469351), CCR5-59402 A>G (rs1800023) and CCR5-59653 C>T (rs1800024) polymorphisms though PCRRFLP and direct sequencing, respectively. Previous data from CCR5delta32 were included in the study to infer the haplotypes and also as a possible confounding factor in the binary logistic regression. Our results indicated that, in Europeanderived patients, CCR5delta32 and the HHG*2 haplotype reduced frequencies in patients when compared to controls were associated with the disease (p=0.001; OR 3.5; 95%CI 1.6-7.5 and 2.0%, vs. 7.2% residual p= 2.9E-5, respectively). In African-derived patients, the HHA/HHB, HHC and HHG*2 haplotype frequencies differed between patients and controls (10% vs. 20.5%, residual p= 0.003; 29.4% vs. 17.4%, residual p=0.003 and 3.9% vs. 0.8%, residual p=0.023; respectively). Considering the clinical manifestations of the disease, CCR5delta32 presence was confirmed as a susceptibility factor to class IV nephritis in the African-derived group and when patients were considered together (pcorrected=0.012; OR 3.0; 95%CI 3.0-333.3 and pcorrected= 0.0006; OR 6.8; 95%CI 1.9-2.48, respectively). In conclusion, this study indicates that CCR5 promoter polymorphisms are important disease modifiers in SLE. Present data reinforces CCR5delta32 polymorphism as a protective factor for the development of the disease in European-derived patients and as a susceptibility factor for class IV nephritis in African-derived patients. Furthermore, we also describe a reduced frequency of HHA/HHB and an enhanced frequency of HHC and HHG*2 haplotypes in our African-derived patients, which potentially could reflect in a higher expression of CCR5 in specific cell subsets and in a lower expression of CCR5 overall.
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Investigação de polimorfismos de base única relacionados à pigmentação e associação com risco para melanoma em amostra do Rio Grande do SulReis, Larissa Brussa January 2016 (has links)
O melanoma é uma doença complexa, associada com diversos fatores de risco genéticos e ambientais. Este o tipo mais agressivo de câncer de pele e origina-se nos melanócitos, as células da pele produtoras de pigmento nos mamíferos. Polimorfismos de base única (Single Nucleotide Polymorphisms - SNPs) presentes em genes envolvidos na pigmentação têm sido descritos envolvidos na modulação de risco para o melanoma, porém o conhecimento neste campo ainda é bastante limitado. Neste estudo, foi avaliado o efeito de quatro SNPs em quatro genes de pigmentação: TYR (rs1126809), HERC2 (rs1129038), SLC24A5 (rs1426654) e SLC45A2 (rs16891982) no aumento de risco para melanoma, usando análises de regressão logística multivariada e redução de dimensão multifatorial (MDR), em uma abordagem caso-controle. Em 255 indivíduos (120 pacientes com melanoma e 135 controles sem melanoma) provenientes do Rio Grande do Sul, Brasil, identificamos associação com o risco para melanoma em três dos quatro SNPs investigados (HERC2 rs1129038, P=0.017; SLC24A5 rs1426654, P<0.001; e SLC45A2 rs16891982, P=0.002). Além disso, a interação entre rs1426654 e rs16891982 (genótipos AA e GG, respectivamente), aumentou significamente o risco para melanoma nas análises de regressão logística multivariada e análises de MDR [OR = 6.936 (CI 95%: 1.607 – 50.294), P= 0.022]. Estes resultados contribuem para o conhecimento atual, indicando que esses SNPs contribuem para o aumento de risco de desenvolvimento de melanoma. / The melanoma is a complex disease, associated with several environmental and genetic risk factors. This is the most aggressive type of skin cancer and originates in melanocytes, the pigment producing skin cells in mammals. Single nucleotide polymorphisms (SNPs) in pigmentation genes have been describe in melanoma risk modulation but our knowledge in the field is still limited. Here, we assessed the effect of SNPs in four pigmentation genes – TYR (rs1126809), HERC2 (rs1129038), SLC24A5 (rs1426654), and SLC45A2 (rs16891982) on increase of melanoma risk using multivariate logistic regression and a multifactorial dimension reduction (MDR) analysis, in a case-control approach. In 255 individuals (120 melanoma patients and 135 controls free melanoma) from Rio Grande do Sul, Brazil, we identified an association of melanoma risk with three of the four SNPs studied (HERC2 rs1129038, P=0.017; SLC24A5 rs1426654, P<0.001; and SLC45A2 rs16891982, P=0.002). In addition, the interaction between rs1426654 and rs16891982 (AA and GG genotypes, respectively) significantly increased the risk of melanoma [OR = 6.936 (CI 95%: 1.607 – 50.294), P= 0.022] in both MRD and multivariate logistic regression analyses. Our results contribute to the current knowledge, indicating that SNPs contribute to the increase risk of melanoma.
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