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Polimorfismos do gene da calpaína 10 (CAPN10) e associação com síndrome metabólica em pacientes com síndrome de ovários policísticos (PCOS) / Association between CAPN10 UCSNP-43 and UCSNP-19 polymorphisms and metabolic syndrome in polycystic ovary syndrome (PCOS)

Wiltgen, Denusa January 2005 (has links)
Resumo não disponível.
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Polimorfismos genéticos em neonatos hiperbilirrubinêmicos com mais de 35 semanas de idade gestacional

Carvalho, Clarissa Gutierrez January 2009 (has links)
A icterícia neonatal é geralmente benigna, mas desfechos desfavoráveis podem ocorrer e a identificação dos casos de maior risco seria muito útil. Alguns fatores de risco já conhecidos são prematuridade, desidratação, aleitamento materno, deficiência de G6PD e incompatibilidade sanguínea. As alterações na conjugação hepática de bilirrubina devido a polimorfismos da UGT1A1 também podem contribuir para esse maior risco. O objetivo deste estudo foi estimar a freqüência da deficiência de G6PD e/ou das variantes polimórficas da UGT1A1 como fatores de risco para hiperbilirrubinemia grave em neonatos com mais de 35 semanas de idade gestacional e peso superior a 2000g em uma Unidade Neonatal do Sul do Brasil. Estudo prospectivo, observacional, de casos e controles, que incluiu 243 recémnascidos admitidos para fototerapia no HCPA e 247 controles, entre março e dezembro de 2007. Foi realizada dosagem da atividade da G6PD e análises genético-moleculares do respectivo gene. Foi também realizado PCR para a UGT1A1 com eletroforese capilar em analisador genético ABI 3130xl e análise no programa GeneMapper®. Foram detectados genótipos polimórficos da UGT1A1 em 16% dos pacientes, com prevalência nos ictéricos de 13,5% e nos normais de 18,2%, diferença não significativa. Identificada maior prevalência dos polimorfismos em negros e pardos (25%) em relação aos brancos (13%) (p=0,014). A prevalência da deficiência de G6PD foi 4,6%, sem mostrar correlação com a icterícia. Concluímos que nesta amostra de recém-nascidos do sul do Brasil nem as variantes da UGT1A1, nem a deficiência de G6PD foram associadas à hiperbilirrubinemia grave, com prevalências semelhantes às verificadas em outras populações. Considerando a grande miscigenação presente nessa região, outros fatores e interações gênicas devem ser procurados, incluindo possivelmente o estudo de outros polimorfismos, identificando fatores de risco para explicar a doença, um importante problema de saúde a merecer a atenção dos pesquisadores. / Neonatal jaundice is usually benign, but unfavorable outcomes may happen; therefore, the identification of high-risk cases would be very useful. Some risk factors already known are prematurity, dehydration, breastfeeding, G6PD deficiency and blood incompatibility. Alterations in the hepatic conjugation of bilirubin due to UGT1A1 polymorphisms may also contribute to this higher risk. The objective of this study was to estimate the frequency of G6PD deficiency and the promoter region of UGT1A1 gene variants as risk factors to severe hyperbilirubinemia in newborns of over 35 weeks of gestational age and weighing above 2,000g in a Neonatal Service in Southern Brazil. This is a prospective and observational study of cases and controls which included 243 newborns admitted for phototherapy at HCPA and 247 controls, between March and December, 2007. G6PD activity was determined and the deficient cases were investigated by genetic analysis. PCR for the UGT1A1 variants was also performed, followed by capillary electrophoresis in genetic analyzer ABI 3130xl and the analysis in GeneMapper® program. Polymorphic genotypes were detected in 16% of the patients, prevalence in icteric patients was 13,5% and in normal individuals was 18,2%, a difference which was not significant. A higher prevalence of polymorphisms in blacks and mulattos (25%) was identified when compared to whites (13%) (p=0,014). A prevalence of 4,6% of G6PD deficiency was found, without association to jaundice. We concluded that in this sample of newborns from the South of Brazil, polymorphic variants of UGT1A1 were not associated to severe hyperbilirubinemia as well as G6PD deficiency; being the prevalence similar to those found in other populations. Considering the high miscegenation that occurs in this area of Brazil, perhaps other factors and genic interactions should be sought in order to identify genetic risk factors, possibly including the study of further polymorphisms, as neonatal jaundice remains an important health problem to be approached by investigators.
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Estudo dos polimorfismos CCR2-64I, CCR5-59353, CCR5-59356, CCR5-59402 e CCR5-59653 em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico do sul do Brasil

Schauren, Juliana da Silveira January 2013 (has links)
O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença autoimune inflamatória crônica que possui uma etiopatogênese complexa. Diversos fatores participam da patogênese da doença, dentre eles alterações no balanço de citocinas e quimiocinas. As quimiocinas e seus receptores são fundamentais na regulação da migração de leucócitos durante a inflamação e acredita-se que elas possam ter um papel importante na patogênese de doenças autoimunes, inclusive no LES. Diversos estudos abordaram o papel de quimiocinas e seus receptores no LES, porém, principalmente se tratando dos receptores de quimiocinas CCR5 e CCR2, não existe um consenso. Devido à falta de consenso em relação ao papel dos receptores de quimiocinas na patogênese do LES e considerando a necessidade de mais estudos nesta área, o presente trabalho tem por objetivo investigar o possível papel de polimorfismos na região promotora do CCR5 no desenvolvimento do LES, comparando as frequências dos genótipos e haplótipos entre pacientes e controles, e analisar o possível envolvimento destes polimorfismos nas manifestações clínicas/laboratoriais da doença. O estudo incluiu 382 pacientes com LES (289 Euro-descendentes e 93 Afro-descendentes) e 375 controles (243 Euro-descendentes e 132 Afro-descendentes) genotipados para os polimorfismos CCR2-64I G>A (rs1799864), CCR5-59353 C>T (rs1799988), CCR5-59356 C>T (rs41469351), CCR5-59402 A>G (rs1800023) e CCR5-59653 C>T (rs1800024) através de PCR-RFLP e sequenciamento, respectivamente. Dados prévios de nosso grupo em relação ao CCR5delta32 foram incluídos no estudo para a inferência dos haplótipos e como um possível fator de confusão na regressão binária logística. Os resultados obtidos indicam que, em pacientes Euro-descendentes, as frequências reduzidas o polimorfismo CCR5delta32 e o haplótipo HHG*2 observadas em pacientes quando comparados com controles foram associadas com a doença (p=0,001; OR 3,5; 95%CI 1,6-7,5 e 2,0% vs. 7,2%; presidual=2,9E-5; respectivamente). Em pacientes Afrodescendentes, as frequências dos haplótipos HHA/HHB, HHC e HHG*2 foram diferentes em pacientes e controles (10% vs. 20,5%, presidual = 0,003; 29,4% vs. 17,4%; presidual=0,003 e 3,9% vs. 0,8%; presidual=0,023; respectivamente). Em relação às manifestações clínicas da doença, a presença do CCR5delta32 foi confirmada como um fator de susceptibilidade para nefrite classe IV em pacientes Afro-descendentes e no grupo de pacientes como um todo (pcorrigido=0,012; OR 3,0; 95%CI 3,0-333,3 e pcorrigido=0,0006; OR 6,8; 95%CI 1,9-2,48; respectivamente). Em conclusão, o presente estudo indica que polimorfismos na região promotora do CCR5 podem atuar como modificadores no LES. Os resultados observados reforçam o papel do polimorfismo CCR5delta32 como um fator de proteção para o desenvolvimento do LES em Euro-descendentes e como um fator de susceptibilidade à nefrite classe IV em pacientes Afro-descendentes. Além disto, também foram descritos a redução da frequência dos haplótipos HHA/HHB e o aumento da frequência dos haplótipos HHC e HHG*2 em pacientes Afro-descendentes, que possivelmente podem estar associados com uma maior expressão do CCR5 em subtipos específicos celulares e com uma menor expressão deste receptor de maneira geral. / Systemic Lupus erythematosus (SLE) is a chronic inflammatory autoimmune disease, characterized by a complex etiopathogenesis. Many factors are known to participate in the pathogenesis of SLE, including alterations in the cytokines or chemokines balance. Chemokines and their receptors are central players in the regulation of leucocytes chemotaxis in inflammation and they are thought to have an important role in the pathogenesis of autoimmune diseases, including SLE. Several studies have addressed the role of chemokines and their receptors in SLE, however there is no consensus regarding their involvement on the pathogenesis of the disease. Given the lack of consensus considering the role of chemokine receptors in SLE pathogenesis and the need for more studies in this area, the present work aims to investigate a possible role of the CCR5 promoter region polymorphisms in the development of SLE comparing the frequencies of the genotypes and haplotypes with ethnically matched controls and analyze if there is a possible involvement of the polymorphisms in the clinical outcome of the disease. This study included 388 SLE patients (289 classified as Europeanderived and 93 as African-derived) and 375 controls (243 European-derived and 132 African-derived) genotyped for the CCR2-64I G>A (rs1799864), CCR5-59353 C>T (rs1799988), CCR5-59356 C>T (rs41469351), CCR5-59402 A>G (rs1800023) and CCR5-59653 C>T (rs1800024) polymorphisms though PCRRFLP and direct sequencing, respectively. Previous data from CCR5delta32 were included in the study to infer the haplotypes and also as a possible confounding factor in the binary logistic regression. Our results indicated that, in Europeanderived patients, CCR5delta32 and the HHG*2 haplotype reduced frequencies in patients when compared to controls were associated with the disease (p=0.001; OR 3.5; 95%CI 1.6-7.5 and 2.0%, vs. 7.2% residual p= 2.9E-5, respectively). In African-derived patients, the HHA/HHB, HHC and HHG*2 haplotype frequencies differed between patients and controls (10% vs. 20.5%, residual p= 0.003; 29.4% vs. 17.4%, residual p=0.003 and 3.9% vs. 0.8%, residual p=0.023; respectively). Considering the clinical manifestations of the disease, CCR5delta32 presence was confirmed as a susceptibility factor to class IV nephritis in the African-derived group and when patients were considered together (pcorrected=0.012; OR 3.0; 95%CI 3.0-333.3 and pcorrected= 0.0006; OR 6.8; 95%CI 1.9-2.48, respectively). In conclusion, this study indicates that CCR5 promoter polymorphisms are important disease modifiers in SLE. Present data reinforces CCR5delta32 polymorphism as a protective factor for the development of the disease in European-derived patients and as a susceptibility factor for class IV nephritis in African-derived patients. Furthermore, we also describe a reduced frequency of HHA/HHB and an enhanced frequency of HHC and HHG*2 haplotypes in our African-derived patients, which potentially could reflect in a higher expression of CCR5 in specific cell subsets and in a lower expression of CCR5 overall.
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Polimorfismos T309g mdm2 E C590T WAF1 e a suceptibilidade às lesões e Câncer cervicais

AMARAL, Carolina Maria Medeiros do 02 March 2012 (has links)
Submitted by Caroline Falcao (caroline.rfalcao@ufpe.br) on 2017-04-06T18:52:51Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) 2012-Dissertação-CarolinaAmaral.pdf: 1292331 bytes, checksum: dd6bdfd9f0916002036086fe27d37cbf (MD5) / Made available in DSpace on 2017-04-06T18:52:51Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) 2012-Dissertação-CarolinaAmaral.pdf: 1292331 bytes, checksum: dd6bdfd9f0916002036086fe27d37cbf (MD5) Previous issue date: 2012-03-02 / Pequenos vírus de DNA, os Papilomavírus humano (HPV), são transmitidos por via sexual e infectam mucosas e epitélios levando ao desenvolvimento de tumores benignos, os quais podem evoluir para um processo carcinogênico. Este vírus apresenta seu genoma dividido em regiões de expressão precoce e tardia. Dentre as de expressão precoce, estão as regiões E6 e E7 as quais codificam para proteínas que interferem no ciclo celular do hospedeiro. A proteína viral E6 interage com a proteína celular p53 inibindo sua função supressora de tumor. Enquanto isso, a proteína E7 interage com a proteína pRb, também supressora de tumor, possibilitando a passagem do ciclo celular da fase G1 para a fase S. Dessa forma, o HPV é responsável pela transformação celular. Considerada o principal agente etiológico do câncer cervical, a infecção por HPV é necessária, porém não suficiente nesse processo. Fatores ambientais e genéticos têm sido apontados como co-fatores, sendo esse último responsável por 37% do risco total. Polimorfismos no gene TP53 bem como naqueles envolvidos na via da p53 têm sido relacionados com a susceptibilidade a lesões e câncer cervicais. Este trabalho teve como objetivo avaliar, em mulheres infectadas com HPV, a possível associação de polimorfismos em dois genes envolvidos na via da p53, MDM2(SNPT309G) e WAF-1(SNPC590T) com o aumento da susceptibilidade a lesões e câncer cervicais. Para tanto, foi utilizada a técnica de RFLP (Restriction Fragment Length Polymorphism). Os dados foram analisados através de testes estatísticos qui-quadrado de Pearson, teste G de aderência, equilibro de Hardy-Weinberg e teste exato de Fisher. Não se observou diferenças significativas entre as freqüências alélicas e genotípicas entre grupos de casos e de controles nos dois genes analisados. Os resultados obtidos nesse estudo sugerem que os polimorfismos MDM2(SNPT309G) e WAF-1(SNPC590T) não estão associados com lesões e câncer cervicais em pacientes da região nordeste do Brasil. / Small DNA viruses, the human papillomavirus (HPV) are sexually transmitted and infect mucosal and epithelia tissue leading to the development of benign tumors, wich can progress to a carcinogenic process. Its genome is divided into regions with early and late expression. Among the early expression, E6 and E7 encoded proteins that interfere in host cellular cycle. The viral E6 protein interacts with the cellular protein p53 and inhibits its tumor suppressor function. The E7 protein interacts with the pRb protein, also tumor suppressor, allowing the passage of the cell cycle form G1 phase to S phase. Thus, HPV is responsible for cell transformation. Considered the main etiological agent of cervical cancer, HPV infection is necessary but not sufficient in this process. Environmental and genetic factors have been implicated as cofactors, the latter being responsible for 37% of total risk. Polymorphisms in TP53 gene as well as those involved in the p53 pathway have been linked with susceptibility to cervical lesions and cancer. The aim of thisworkwas analysewomen infected with HPV to evaluate the possible association of polymorphisms in two genes involved in the p53 pathway, MDM2(SNPT309G) and WAF1(SNPC590T) with increasing susceptibility to cervical lesions and cancer. To this, technique Restriction Fragment Length Polymorphism(RFLP) was used. The dada was analyse by Pearson chi-square test, G adhesiontest, Hardy-Weinberg equilibriumand Fisher’s exact test. No significant differences were observed between the allelic and genotypic frequencies between groups of cases and controls in the two genes analyzed. The results of this study suggest that the MDM2polymorphism (SNPT309G) and WAF1(SNPC590T) are not associated with cervical lesions and cancer in patients from the Northeasternof Brazil.
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Caracterização molecular do polimorfismo CAG e de mutações do gene do receptor de andrógeno em homens férteis e inférteis na região da Serra Gaúcha

Frassini, Rafaele 04 October 2010 (has links)
A espennatogênese é andrógeno-dependente, porém muitos homens com problemas na espermatogênese têm níveis hormonais androgênicos normais. O mau funcionamento do receptor de andrógenos (Androgen Receptor- AR) é a possível causa deste problema. O AR é membro da família dos receptores nucleares e é codificado pelo Gene do Receptor de Andrógenos, que é de cópia única, localizado no cromossomo X e possui oito éxons. O éxon 1 contém um segmento com repetições CAG, que codifica poliglutamina. O trato glutamínico é polimórfico e varia de 1 O a 35 repetições na população normal. Alterações no segmento CAG estão envolvidas na etiologia de doenças neurodegenerativas (repetições CAG > 40) e câncer de próstata (< a 16 repetições). Mutações no Gene do AR estão correlacionadas com a síndrome de insensibilidade aos andrógenos, que varia desde a completa feminilização até homens inférteis com fenótipo normal. O objetivo do presente estudo constituiu em investigar a correlação entre o polimorfismo CAG e a prevalência de mutações nos éxons 5 e 7 e a alteração dos parâmetros seminais na população da Serra Gaúcha. O segmento CAG e a região codificadora dos éxons 5 e 7 foram amplificadas pela técnica de reação da polimerase em cadeia (PCR) e analisadas pela técnica de seqüenciamento automatizado. A média das repetições CAG do grupo de pacientes (n = 45) foi de 20,04±3,94 e a média do grupo controle (n = 45) foi 20,64±3,71. Não há significânc:ia estatística entre elas (p = O, 459). Verificamos correlação entre as repetições CAG e a morfologia seminal (Organização Mundial da Saúde) (p = O, 032; r = O, 349). Porém não se verificou associação com os demais parâmetros seminais: concentração (p =O, 134; r= O, 227), motilidade (p = 0,184; r= 0,202), morfologia (Kruger) (p = 0,213; r= 0,210). Não foram detectadas mutações nos éxons 5 e 7 nos dois grupos de estudo. Nosso estudo sugere que polimorfismo CAG e a presença de mutações nos éxons 5 e 7 não estão correlacionados com alterações seminais no grupo de estudo. / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES. / Spermatogenesis is androgen-dependent, but most men with impaired spermatogenisis have normal serum androgens leveis. Malfunction of androgen receptor (AR) may be a possible cause of this problem. AR is a member of the nuclear receptor family. It encodes a single copy gene in the X chromosome. The AR Gene is composed by eigth exons. The exon 1 contains a segment of CAG repeats, translated to polyglutamine. This glutamine repeat tract is polymorphic and its size varies from 10 to 35 in normal population. These changes have clinicai implications for human diseases: neurodegenerative disorders (CAG repeat > 40) and prostate cancer (CAG repeat < 16). Mutations in AR Gene cause a variety of defects related to androgen insensitivity, ranging from complete feminization to phenotypic males with infertilty. The aim of this study was to investigate the relationship between CAG repeat length and the prevalence of mutations in the exon:s 5 and 7 and impaired spermatogenesis in a Serra Gaucha population. The CAG repeat leng1th and the coding region of exons 5 and 7 was amplified by polymerase chain reaction (PCR) and analyzed by direct DNA sequencing. The mean CAG repeat length in the experimental group (n = 45) was 20.04±3.94 and in the control group (n = 45) was 20.64±3.71. No difference was found between patientes and controls in the mean values (p = 0.459). 1We found relationship between CAG repeat and morphology (World Health Organization) (p = 0.032; r = 0.349). However, the correlation was not found between CAG repeat and others seminais parameters: concentration (p = 0.134; r= 0.227), morphology (Kruger) (p = 0.213;. r= 0.210) and motility (p = 0.184; r= 0.202). No mutations were detected in the coding regions of exons 5 and 7 in both groups. Our study suggests that CAG polymorphism and mutations in the exons 5 and 7 are not likely to cause of spermatogenesis abnnormalities in our population.
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Influencia do polimorfismo D104N do gene COL18A1 na susceptilidade ao cancer de mama esporadico / Influence of the D104N do gene COL18A1 gene in sporadic breast cancer susceptibility

Lourenço, Gustavo Jacob, 1978- 26 January 2006 (has links)
Orientador: Carmen Silvia Passos Lima / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas / Made available in DSpace on 2018-08-06T13:26:41Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Lourenco_GustavoJacob_M.pdf: 17814526 bytes, checksum: 4b05f16607bfec15eee0533ac8440e33 (MD5) Previous issue date: 2006 / Resumo: A angiogênese é um importante processo para o desenvolvimento e progressão do câncer de mama esporádico (CME). Há evidências de que as células tumorais podem produzirproteínas antiangiogènicas como a endostatina (ES). A ES é codificada pelo gene COL18A1. Recentemente, um polimorfismo do gene COL18A1, o D104N, foi associado ao aumento do risco de ocorrência do adenocarcinoma de próstata. Considerando que não há descrições sobre a influência do polimorfismo D104N na susceptibilidade ao CME, este foi definido como o objetivo do estudo. Assim, o DNA genômico de 181 mulheres com CME e 448 controles foi analisado por meio da reação em cadeia da polimerase e digestão enzimática com a enzima Msél. O método ELISA foi utilizado para a quantificação da ES sérica de 118 pacientes com CME e 158 controles. As amostras dos controles estiveram no Equilíbrio de Hardy-Weinberg (X = 2,15; P= 0,14). Em contraste, as amostras das pacientes não confirmaram a expectativa de Hardy-Weinberg no lócus D104N do gene COL18A1 (X2= 22,87; P< 0,0001). Observamos que a freqüência do polimorfismo 104NN foi maior em pacientes do que em controles (2,8% vs 0,0%; respectivamente). Os indivíduos com o genótipo NN apresentaram um risco infinitamente maior de ocorrência da doença do que aqueles com os outros genótipos (P= 0,003). As freqüências do polimorfismo 104NN foram similares em pacientes estratificados por variáveis clínicas (idade, raça, idades da menarca, menopausa, da primeira gestação a termo, lactação, terapia de reposição hormonal e hábito de fumar) e laboratoriais (histologia, graus histológico e nuclear, padrão dos receptores de estrogênio e progesterona e estágio TNM do tumor). A mediana das concentrações da ES foi maior em pacientes do que em controles (P< 0,001). Valores similares foram encontrados em pacientes (P> 0,759) e controles (P= 0,535) estratificados por genótipos. Os nossos resultados sugerem que o polimorfismo 104NN do gene COL18A1 está associado à susceptibilidade do CME, possivelmente devido à anormalidade funcional da proteína. / Abstract: Angiogenesis is an important step in sporadic breast cancer (SBC) development and progression There is evidence that neoplastic cells play a role in the generation of endogenous antiangiogenic proteins, such as endostatin (ES). ES is codified by the COL18A1 gene. Recently, a COL18A1 polymorphism (D104N) was associated with increased risk for the prostatic adenocarcinoma. Considering that it is unknown whether the D104N polymorphism of the COL18A1 gene alters the risk for SBC, this was the aim of this study. Thus, genomic DNA from peripheral blood of 181 SBC women and 448 controls were analysed using the polymerase chain reaction followed by restriction endonuclease digestion with Msel. ELISA for quantification of ES was performed in serum from 118 SBC woman and 158 controls. Controls' samples were in Hardy-Weinberg equilibrium (X2= 2.15, P= 0.14). In contrast, patients' samples did not confirm the Hardy-Weinberg expectations at the D104N locus (X2= 22.87, P< 0.0001). We observed a higher frequency of 104NN polymorphism in SBC patients than in controls (2.8% vs 0.0%, respectively). Individuals with the 104NN polymorphism had an infinite risk for disease (P= 0.003) when compared with those with other genotypes. The frequencies of the 104NN polymorphism were similar in patients stratified by clinical (age, ethnical origin, ages of menarche, menopause, first full-term pregnancy, lactation, hormone replacement therapy, and smoke habit) and laboratory variables (tumour histology, histological and nuclear grades, status of estrogen and progesterone receptors, and stage TNM of the tumour). The median values of ES was higher in patients than in controls (P< 0.001). Similar median values of ES were seen among patients (P> 0 759) and controls (P= 0.535) stratified by genotypes However, differences in clinical and laboratory manifestation and levels of ES may not have reached statistical significance due to the small number of individuals with the 104N allele, enrolled in study. Our results suggest that the 104NN genotype of the COLI8AI gene is associated with SBC susceptibility, possibly due to an abnormal ES function. / Mestrado / Clinica Medica / Mestre em Clinica Medica
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Influencia do polimorfismo G894T do gene da oxido nitrico sintase endotelial na vasodilação endotelio-dependente / Influence of G894T polymorphism of endothelial nitric oxide synthase gene on endothelium-depedent vasodilation

Dias, Rodrigo Gonçalves 12 August 2018 (has links)
Orientador: Marta Helena Krieger / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia / Made available in DSpace on 2018-08-12T15:37:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dias_RodrigoGoncalves_D.pdf: 2107835 bytes, checksum: 6fd6d265e1589073318d2dfbcbfe35c1 (MD5) Previous issue date: 2008 / Resumo: O Óxido Nítrico (NO) é um radical livre gasoso sintetizado nos vasos sanguíneos principalmente pela enzima óxido nítrico sintase endotelial (eNOS). No sistema cardiovascular ele está diretamente envolvido no controle do fluxo sanguíneo regional, especialmente na musculatura esquelética. O polimorfismo G894T do gene da eNOS vem sendo amplamente investigado e o alelo 894T, que resulta na troca do aminoácido glutamato por aspartato na posição 298 da enzima, parece estar associado ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares. No entanto, não se conhece o efeito dessa variante genética na vasodilatação muscular. Neste estudo testou-se a hipótese de que a resposta reflexa de vasodilatação muscular durante o exercício isométrico de handgrip estaria atenuada em indivíduos portadores do alelo 894T. Em adição, que a resposta atenuada estaria ocorrendo em conseqüência de uma biodisponibilidade reduzida do NO e/ou aumento da atividade nervosa simpática vasoconstritora para a musculatura esquelética. Para testar tais hipóteses, 287 voluntários foram previamente genotipados e, deste total, 33 indivíduos saudáveis foram selecionados para representar 3 genótipos: GG (n=15, Idade=43±3 anos, IMC=22,9±0,3 kg/m2), GT (n=9, Idade=39±3 anos, IMC=24,6±1,2 kg/m2) e TT (n=9, Idade=40±4 anos, IMC=23,5±0,9 kg/m2). A freqüência cardíaca (FC; ECG), pressão arterial média (PAM; oscilométrico) e fluxo sangüíneo no antebraço (FSA; pletismografia de oclusão venosa) foram avaliados por 3 minutos no basal e 3 minutos durante o exercício isométrico de handgrip, realizado a 30% da máxima contração voluntária. Não houve diferença nos valores basais de FC, PAM, FSA e condutância vascular no antebraço (CVA) entre GG (69±2 bpm; 91±3 mmHg; 1,81±0,09 ml.min-1.100 ml-1; 2,03±0,12 unidades, respectivamente), GT (69±4 bpm; 94±2 mmHg; 1,80±0,23 ml.min-1.100 ml-1; 1,90±0,24 unidades) e TT (63±3 bpm; 95±3 mmHg; 1,79±0,17 ml.min-1.100 ml-1; 1,89±0,17 unidades). Em resposta ao exercício, a CVA foi significativamente menor no genótipo TT ('delta'=0,07±0,14 unidades, P=.002) quando comparado aos genótipos GG ('delta'=0,57±0,09 unidades) e GT ('delta'=0,64±0,20 unidades). Para investigar os mecanismos responsáveis pela vasodilatação reduzida no genótipo TT, o FSA foi estudado durante a infusão intra-arterial de L-NMMA (4 mg.min-1) e L-NMMA + fentolamina (4 mg.min-1 e 100µg.min-1), num subgrupo de 8 indivíduos com genótipo GG e 7 indivíduos com genótipo TT. Em adição, avaliou-se a xvi atividade nervosa simpática muscular (ANSM; microneurografia). Em resposta ao exercício, L-NMMA não alterou a CVA no genótipo TT ('delta'-0,05±0,20 vs. -0,09±0,18 unidades). Ao contrário, L-NMMA reduziu significativamente a CVA no genótipo GG ('delta'=0,79±0,14 vs. 0,14±0,09 unidades). Desta forma, a diferença entre os genótipos não foi mais observada (P=.62). L-NMMA + fentolamina aumentou similarmente a CVA em resposta ao exercício nos genótipos GG e TT ('delta'=1,16±0,26 vs. 0,56±0,24 unidades, P=.43). A PAM e a ANSM aumentaram significativamente e de forma similar em ambos os genótipos. Estes resultados permitem concluir que o polimorfismo G894T do gene da eNOS está associado à vasodilatação muscular reflexa diminuída em resposta ao exercício. Em adição, esta atenuação na vasodilatação nos indivíduos homozigotos para o alelo 894T parece ser primariamente mediada por uma biodisponibilidade reduzida do óxido nítrico, mas não por um aumento da atividade nervosa simpática muscular / Abstract: Nitric oxide (NO) is a free radical synthesized in vessels mainly by endothelial nitric oxide synthase (eNOS) enzyme. In the cardiovascular system NO is involved in the modulation of regional blood flow, mainly in the skeletal muscle. The G894T polymorphism of the eNOS gene has been extensively investigated, and the 894T allele that results in glutamate to aspartate exchange at the position 298 of the eNOS enzyme, has been associated with cardiovascular diseases. However, the effects of 894T allele on muscle vasodilatation are unknown. We hypothesized that the reflex forearm blood flow responses during handgrip isometric exercise would be attenuated in individuals carrying the 894T allele. In addition, these responses would be mediated by impairment in nitric oxide availability and/or an increase in vasoconstrictor sympathetic nerve activity to skeletal muscle. To test the previous hypothesis, 287 volunteers were previously genotyped, and 33 healthy individuals selected to represent three genotypes: GG (n=15, age=43±3 years, BMI=22.9±0.3 kg/m2), GT (n=9, age=39±3 years, BMI=24.6±1.2 kg/m2) and TT (n=9, age=40±4 years, BMI=23.5±0.9 kg/m2). Heart rate (HR; ECG), mean blood pressure (MBP; oscillometric cuff) and forearm blood flow (FBF; venous occlusion plethysmography) were recorded for 3 minutes at baseline and 3 minutes during isometric handgrip exercise performed at 30% of maximal voluntary contraction. Baseline HR, MBP, FBF and forearm vascular conductance (FVC) were similar among GG (69±2 bpm; 91±3 mmHg; 1.81±0.09 ml.min-1.100 ml-1; 2.03±0.12 units, respectively), GT (69±4 bpm; 94±2 mmHg; 1.80±0.23 ml.min-1.100 ml-1; 1.90±0.24 units) and TT (63±3 bpm; 95±3 mmHg; 1.79±0.17 ml.min-1.100 ml-1; 1.89±0.17 units). FVC responses to exercise were significantly lower in TT ('delta'=0.07±0.14 units, P=.002) when compared with GG ('delta'=0.57±0.09 units) and GT ('delta'=0.64±0.20 units). To investigate the mechanisms underlying the lowered vasodilatation in TT genotype, we studied FBF during brachial intra-arterial infusion of L-NMMA (4 mg.min-1) and L- NMMA + phentolamine (4 mg.min-1 and 100µg.min-1, respectively) in a subset of 8 GG and 7 TT individuals. In addition, we directly measured muscle sympathetic nerve activity (MSNA) by means of microneurography. L-NMMA did not significantly change FVC responses to exercise in TT when compared with saline control infusion ('delta'=- 0.05±0.20 vs. -0.09±0.18 units). In contrast, L-NMMA significantly reduced FVC in GG xviii genotype ('delta'=0.79±0.14 vs. 0.14±0.09 units), and the difference between genotypes were no longer observed (P=.62). L-NMMA + phentolamine increased similarly FVC responses to exercise in GG and TT individuals ('delta'=1.16±0.26 vs. 0.56±0.24 units, respectively, P=.43). MBP and MSNA increased significant and similarly throughout experimental protocols in GG and TT genotypes. We concluded that G894T gene eNOS polymorphism is functionally associated with impaired reflex muscle vasodilatation to exercise. In addition, the attenuated vasodilatation responsiveness to exercise in individuals who are homozygous for the 894T allele of the eNOS gene seems to be primarily mediated by a reduced nitric oxide bioavailability, but not increase in MSNA / Doutorado / Fisiologia / Doutor em Biologia Funcional e Molecular
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Influencia dos polimorfismos dosalelos Mu 1 (GSTM1) e Theta 1 (GSTT1) do sistema da glutatina S-transferase na susceptibilidade ao cander de mama esporadico

Cardoso Filho, Cassio, 1974- 13 July 2007 (has links)
Orientador: Maria Salete Costa Gurgel / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas / Made available in DSpace on 2018-08-09T01:46:42Z (GMT). No. of bitstreams: 1 CardosoFilho_Cassio_M.pdf: 1571004 bytes, checksum: 252da74a9dd5114a82f05ed36b7face1 (MD5) Previous issue date: 2007 / Resumo: Introdução: As deleções dos genes GSTM1 e GSTT1 têm sido associadas ao aumento do risco de várias neoplasias, porém não há consenso sobre suas influências no câncer de mama. Objetivo: Avaliar a ocorrência das deleções homozigóticas dos GSTM1 e GSTT1 em mulheres com câncer de mama esporádico (CME) ¿ casos - e em mulheres sem câncer ¿ controles - e comparar as características clínicas e biológicas dos CME entre mulheres portadoras e não-portadoras das referidas deleções. Casuística e Método: Foram avaliados 177 casos e 169 controles, com determinação das freqüências das referidas deleções pelo PCR. Estas foram correlacionadas às características clínicas e biológicas através do cálculo de odds ratio com seus respectivos intervalos de confiança de 95%. Resultados: Dos casos e controles, respectivamente, 46% e 45% não apresentaram qualquer deleção, 37% e 35% apenas do GSTM1, 11% e 10% apenas do GSTT1, 6% e 9% apresentaram ambos os genes deletados. Observou-se freqüência menor da deleção do GSTM1 em mulheres pardas (p=0,1128), OR=0,48 (0,24 ¿ 0,98). O risco foi menor de ocorrência de tumores grau nuclear 3 em pacientes com deleção do GSTT1 (p=0,04), OR=0,37 (0,15 - 0,90). A deleção homozigótica de pelo menos um dos genes associou-se com mulheres que não amamentaram (p=0,0202), OR=0,41 (0,19 ¿ 0,88), e com a ausência de expressão dos receptores hormonais (p=0,0300), ORadj=2,25 (1,03 ¿ 4,90). Já a deleção de ambos os genes associou-se ao aumento de risco da ocorrência de tipos histológicos diferentes do carcinoma ductal invasivo clássico (p=0,0571), ORadj=12,09 (1,03 ¿ 142,03). Conclusões: mulheres com CME e antecedente de miscigenação com etnia negra tiveram menor freqüência da deleção do GSTM1, enquanto os tumores com grau de diferenciação nuclear mais favorável relacionaram-se à deleção do GSTT1. Já as pacientes com pelo menos um dos genes deletados apresentaram maior risco de tumores que não expressam receptores hormonais, e a deleção combinada de ambos os genes associou-se ao aumento de risco para tipo histológico não ductal clássico / Abstract: Introduction: The GSTM1 and GSTT1 gene deletions have been associated with an increased risk of various neoplasms, although there is a lack of consensus about their influence on breast cancer. Objective: To evaluate the occurrence of homozygous deletions of the GSTM1 and GSTT1 genes in women with sporadic breast cancer (SBC) ¿ cases ¿ and in women without cancer ¿ controls ¿ and compare the clinical and biological characteristics of SBC among women with and without the referred deletions. Case Study and Method: The study evaluated 177 cases and 169 controls, determining the frequency of the abovementioned deletions by PCR. These were correlated with the clinical and biological characteristics by calculating the odds ratios and their 95% confidence intervals. Results: Of the cases and controls, 46% and 45% did not present any deletion, 37% and 35% had only GSTM1 deletion, 11% and 10% had only GSTT1 deletion, 6% and 9% had both genes deleted, respectively. A lower frequency of GSTM1 deletion was observed in mulatto women (p=0.1128), OR=0.48 (0.24 ¿ 0.98). The risk of occurring nuclear grade 3 tumors was lower in patients with GSTT1 deletion (p=0.04), OR=0.37 (0.15 ¿ 0.90). Homozygous deletion of at least one gene was associated with women who had not breastfed (p=0.0202), OR=0.41 (0.19 ¿ 0.88), and with absence of hormone receptor expression (p=0.0300), ORadj=2.25 (1.03 ¿ 4.90). The deletion of both genes was associated with an increased risk of occurring histologic types different from classic invasive ductal carcinoma (p=0.0571), ORadj=12.09 (1.03 ¿ 142.03). Conclusions: women with SBC and a history of miscegination with the black race had a lower frequency of GSTM1 deletion, while tumors with a more favorable degree of nuclear differentiation were related to GSTT1 deletion. Patients with at least one gene deleted had a higher risk for tumors that did not express hormone receptors, and the combined deletion of both genes was associtated with a greater risk for the non-classic ductal histologic type / Mestrado / Tocoginecologia / Mestre em Tocoginecologia
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Correlação entre a genotipagem dos alelos mais comuns do gene MDR1 e a farmacocinetica da droga dextromethorphan em voluntarios sadios / Influence of MDR1 polymorphisms on dextromethorphan pharmacokinetics in health Brazilian subjects

Roversi, Fernanda Marconi, 1981- 29 October 2007 (has links)
Orientador: Jose Luiz Donato / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas / Made available in DSpace on 2018-08-09T11:59:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Roversi_FernandaMarconi_M.pdf: 7284789 bytes, checksum: 9104ecb7671bb8b4b2288503432576a0 (MD5) Previous issue date: 2007 / Resumo: A farmacogenômica utiliza informações genéticas para orientar a escolha da terapia farmacológica em uma base individual, pressupondo que se podem prever diferenças na resposta a agentes terapêuticos entre indivíduos, a partir de sua constituição genética. Os estudos atuais de farmacogenômica objetivam otimizar a eficácia de uma droga e diminuir os efeitos colaterais e a toxicidade. Os estudos de polimorfismos genéticos podem ter um impacto nos ajustes individuais da dose de um determinado fármaco. Os polimorfismos de genes que codificam transportadores de drogas, como o gene MDR1; das enzimas metabolizadoras de fármacos, como a isoforma 2D6 do citocromo P450 (CYP2D6), e de receptores para drogas, relacionam-se às alterações funcionais no fenótipo, contribuindo na resposta a uma droga. O dextromethorphan é um agente antitússico que atua no centro da tosse. Este fármaco é metabolizado, principalmente pela CYP2D6, no metabólito ativo Dextrorphan e sua absorção sofre interferência da proteína codificada pelo gene MDR1. O presente trabalho teve como objetivo a avaliação do genótipo de uma população de voluntários sadios através da análise dos polimorfismos dos exons mais freqüentes (12, 21, e 26) do gene MDR1, correlacionando-se esses polimorfismos com a farmacocinética do fármaco dextromethorphan e do seu principal metabólito dextrorphan. Após uma seleção dos participantes do estudo, feita através de anamnese, exames físico, neurológico, psiquiátrico e laboratorial, e histórico médico, foram realizados experimentos de fenotipagem através da análise quantitativa da droga dextromethorphan e do seu metabólito dextrorphan na urina, em dois períodos distintos (imediatamente após e 12 horas após a administração da droga), por meio de cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC) acoplada à espectrometria de massa (LC-MS-MS) e de genotipagem CYP2D6, classificando os voluntários em metabolizadores rápidos ou lentos. Os 27 indivíduos, identificados como metabolizadores rápidos, foram incluídos num protocolo de avaliação farmacocinética dos compostos, ao longo de um período de 48 horas após a administração do xarope dextromethorphan, por meio do método HPLC / LC-MS-MS. A análise da genotipagem MDR1 foi realizada em três etapas sucessivas: extração de DNA, amplificação do gene MDR1 e seqüenciamento automático. Uma vez determinado o genótipo de cada voluntário, uma correlação entre esses dados genotípicos, a farmacocinética do dextromethorphan e algumas características (idade, altura, peso e índice de massa corpórea) foi estabelecida por meio de análise estatística, usando-se o teste Wilcoxon Rank Sum. Os valores obtidos para as Áreas Sob a Curva (AUCs) 0-4 h, 0-24 h, 0-48 h (± DP) foram significativamente mais baixos para os indivíduos 3435TT (1,18 ± 0,05, 2,11 ± 0,83, 2,12 ± 0,83 ngh/ml) em relação aos indivíduos 3435CC (4,49 ± 3,91, 11,07 ± 9,98, 11,33 ± 10,53 ngh/ml) e 3435CT (3,91 ± 3,22, 8,07 ± 7,41, 8,20 ± 7,57 ngh/ml). Os valores referentes a Concentração Máxima (Cmáx) (± DP) também foram significativamente mais baixos nos indivíduos 3435TT (0,45 ± 0,05 ng/ml) em relação aos indivíduos 3435CC (1,74 ± 1,52 ng/ml) e 3435CT (1,52 ± 1,22 ng/ml). Nenhuma diferença significativa foi observada entre os grupos analisados e os fatores idade, peso, altura e IMC. A distribuição genotípica para o exon 26 do gene MDR1 foi 41 % CC, 44 % CT e 15 % TT. Para os exons 21 e 12 desse mesmo gene, essas distribuições genotípicas foram, respectivamente, 56 % GG, 40 % GT, e 4 % TT e 12 % CC, 38 % CT, e 50 % TT. Desse modo, observou-se uma correlação entre o polimorfismo C3435T ¿ exon 26 do gene MDR1 ¿ e alguns parâmetros farmacocinéticos: a Cmáx e as AUCs do fármaco dextromethorphan, após uma única administração oral, apresentaram valores mais baixos nos indivíduos 3435TT. A existência de uma correlação entre a genotipagem e a farmacocinética demonstra que a implementação de técnicas de biologia molecular pode auxiliar alguns testes clínicos, cujo alvo de interesse é a investigação da absorção e da metabolização de drogas / Abstract: Pharmacogenomics is used to study the effects of genetic basis for interindividual differences in drug response. This genetic information can predict and optimize the drug efficacy and/or safety and can minimize the adverse drug reactions and toxicity. Dextromethorphan shares part of the adverse event profile of opioids and is widely used as a probe drug for CYP2D6 phenotyping and for the assessment of its activity. Dextromethorphan is an antitussigen agent that acts in the center of the cough. This drug is mainly metabolized by the CYP2D6 in the active metabolite dextrorphan and its absorption suffers interference from the protein codified for MDR1 gene. In this present study, we investigated the relationship between the MDR1 genotype and the dextromethorphan (DM) pharmacokinetics in 27 healthy Brazilian subjects and determinated the MDR1 genotype frequency in this population. The MDR1 genotype was determined by PCR-DNA sequencing. After single oral administration of 30 mg DM, plasma concentrations of DM and DX were measured and its pharmacokinetic characteristics were compared according to MDR1 genotype. The area under the plasma concentration-time curve 0-4h, 0-24h and 0-48h was significantly lower in subjects with 3435TT (1.18 ± 0.05, 2.11 ± 0.83, 2.12 ± 0.83 ngh/ml) than in those with 3435CC (4.49 ± 3.91, 11.07 ± 9.98, 11.33 ± 10.53 ngh/ml) and 3435CT (3.91 ± 3.22, 8.07 ± 7.41, 8.20 ± 7.57 ngh/ml). The maximum plasma concentrations were lower in subjects with 3435TT (0.45 ± 0.05 ng/ml) than in those with 3435CC (1.74 ± 1.52 ng/ml) and 3435CT (1.52 ± 1.22 ng/ml). There wasn¿t effect of gender or age on the distribution. The distribution of the MDR1 genotype at exon 26, 21 and 12 was, respectively, 41 % CC, 44 % CT, and 15 % TT, 56 % GG, 40 % GT, and 4 % TT and 12 % CC, 38 % CT, and 50 % TT. In conclusion, DM pharmacokinetics was affected by the genetic polymorphisms of the MDR1 gene in healthy Brazilian subjects. These findings may provide a plausible explanation for interindividual variation in the disposition of DM, although our data couldn¿t explain the exact mechanisms by which the polymorphic MDR1 gene paradoxically reduces the plasma levels of DM. Further evaluation is thus warranted. / Mestrado / Mestre em Farmacologia
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Influencia dos polimorfismos nos genes CYP1A1*2A, GSTM1, GSTT1 e GSTP1*B na susceptibilidade ao cancer de pulmão / Influence of the polymorphisms CYP1A1*2A, GSTM1, GSTT1 e GSTP1*B genes on lung cancer susceptibility

Honma, Helen Naemi, 1971- 31 August 2007 (has links)
Orientadores: Lair Zambon, Carmen Silvia Passos Lima / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas / Made available in DSpace on 2018-08-09T12:57:06Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Honma_HelenNaemi_M.pdf: 6073042 bytes, checksum: 8de4d548610b680b2101397d10fc9e52 (MD5) Previous issue date: 2007 / Resumo: A citocromo P- 450 1A1 (CYP1A1) é uma importante enzima do metabolismo carcinogênico, em virtude da regulação polimórfica, a CYP1A1 é um marcador genético promissor para susceptibilidade de certas malignidades, particularmente o câncer de pulmão (CP). A primeira variação detectada (chamada de m1 ou *2A) foi a transição de T?C no exon 7 com 1194pb, criando um sítio de clivagem para a enzima MspI. Esta alteração foi mais prevalente em Asiáticos do que em Caucasóides. Os genes GSTM1, GSTT1 e GSTP1 vem sendo estudados extensivamente em relação ao CP, pois estão relacionados com a perda completa ou redução da atividade de certos xenobióticos metabolizados por enzimas. O genótipo variante Val/Val do gene GSTP1*B tem uma maior atividade para com o epóxido diol hidrocarbono e BPDE, portanto um menor potencial de detoxificação, resultando em um grande risco para o câncer. O objetivo deste estudo foi analisar a susceptibilidade dos genes polimórficos para o risco em CP e a correlação dos genótipos com as interações das variáveis clínicas. Para cumprir tais objetivos, o DNA genômico de 200 pacientes com CP e 264 doadores de sangue (controles), foram analisados por meio da reação em cadeia da polimerase (PCR) e digestão enzimática. Freqüências similares da deleção homozigótica dos genes polimórficos isolados GSTM1 (45,5% vs 48,1% p= 0,14), GSTT1 (13,5% vs 12,9% p=0,54), GSTM1/T1 ambos nulos (6,0% vs 4,9% p=0,83), da variante Val/Val do gene GSTP1 (12,5% vs 11,4% p=0,87) e da variante CYP1A1*2A (5,5% vs 3,4% p= 0,69) foram observadas em pacientes e controles. Não foram observadas diferenças significativas entre as freqüências de todos estes genótipos. Os resultados sugerem que os genótipos isolados e combinados não influenciaram o risco para CP, mas podemos sugerir que na população Afro-Brasileira estudada, há indícios de uma associação dos genótipos hetero/ variante do gene CYP1A1*2A e GSTs possam levar a uma maior susceptibilidade para o CP / Abstract: Cytochrome P-450 A1 (CYP1A1 ) is an important enzyme of carcinogen metabolism. Due to polymorphic regulation, CYP1A1 is a biomarker of genetic susceptibility to certain malignancies, especially lung cancer (LC). The first detected variation, named m1 or *2A, was a T-to-C transition in exon 7, with 1194bp, which produced a breakage point for the MspI enzyme. Originally, more Asians than Caucasians presented with LC. Intensive studies have shown that GSTM1, GSTT1 and GSTP1 genes are related to LC, which may lead to whole loss or certain hazard reduction. The GSTP1 Val/Val variant genotype has a strong activity, especially along with hydrocarbon diol epoxide and BPDE, leading to detoxification potency. The purpose of this study was to analyze the susceptibility of polymorphism genes to LC risk and the correlation of genotypes with clinical variations. In order to achieve these objectives, the genomic DNA of 200 patients with LC and 264 blood donors (controls) were analyzed through PCR and enzymatic digestion. Similar frequencies of homozygotic deletion of polymorphic isolated genes were observed in patients and controls, as follows: GSTM1 (45.5% vs 48.1%, p= 0.14), GSTT1 (13.5% vs 12.9%, p= 0.54), GSTM1/T1 both null (6.0% vs 4.9%, p= 0.83), GSTP1 gene Val/Val variant (12.5% vs 11.4%, p= 0.87) and the CYP1A1*2A variant (5.5% vs 3.4%, p= 0.69). The differences observed among the frequencies of all combined genotypes were not significant. The final results suggested that isolated and combined genotypes did not influence LC risk; on the other hand, there is a high susceptibility for LC in African-Brazilian people with CYP1A1*2A and GSTs hetero/variant genotype / Mestrado / Clinica Medica / Mestre em Clinica Medica

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