Return to search

CORPO E OBJETO EM DANÇA CONTEMPORÂNEA: RELAÇÕES DE PARCERIA

Submitted by Diana Alves (ppgdancaufba.adm@gmail.com) on 2018-07-09T13:18:35Z
No. of bitstreams: 1
DISSERTAÇÃO - Mariana Hilda.pdf: 1841343 bytes, checksum: 732849791f0b3ecbe4a3f4c039d3b875 (MD5) / Approved for entry into archive by Setor de Periódicos (per_macedocosta@ufba.br) on 2018-07-09T20:01:04Z (GMT) No. of bitstreams: 1
DISSERTAÇÃO - Mariana Hilda.pdf: 1841343 bytes, checksum: 732849791f0b3ecbe4a3f4c039d3b875 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-07-09T20:01:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1
DISSERTAÇÃO - Mariana Hilda.pdf: 1841343 bytes, checksum: 732849791f0b3ecbe4a3f4c039d3b875 (MD5) / Este estudo apresenta uma discussão sobre configurações de danças contemporâneas
compostas por uma relação entre corpo e objeto. Nos questionamos
sobre quais as implicações em analisar configurações de danças contemporâneas,
considerando o estatuto do objeto em tais configurações. Portanto, falamos
de jogos combinatórios entre corpo e objeto em dança, suas implicações
estéticas e os modos de observar essas danças. Esta discussão desenvolve-se
através da análise de quatro configurações de danças, sendo elas: amarelo
(2007) e BURACO (2013), de Elisabete Finger e in-organic (2007) e Natureza
Monstruosa (2011), de Marcela Levi. Nosso interesse parte das visualidades promovidas
nessas danças, pois a maneira diferenciada como corpo e objeto se
relacionam provoca o modo de olhar para essas configurações. Corpo e objeto
promovem uma relação de parceria onde nem o corpo domina o objeto, nem o
objeto domina o corpo, constituindo uma composição coletiva em dança
(DALTRO, 2014), estabelecendo, com isso, uma relação horizontalizada entre
eles, o que modifica seus aspectos visuais e significativos. Falamos então de
variações para corpo e objeto em dança, relações de parceria nas quais se colocam
em questão modos hegemônicos de ver o corpo e o objeto em dança, ou
seja, o corpo como protagonista da dança e o objeto como utilitário e submisso
ao corpo. Nessas variações, discutimos sobre um não utilitarismo do objeto através
de uma relação mediadora (LATOUR, 2012) e, em diálogo com Lepecki
(2010), propomos três desapegos com relação ao centramento do corpo na
dança, o que promove implicações no fazer e ver dança. Dessa maneira, falamos
da possibilidade de uma equivalência visual entre corpo e objeto, o que gera uma
inquietação na percepção das configurações de danças, pois corpo e objeto se
deslocam de suas categorias normativas e, na relação, se transformam um com
o outro e, em conjunto, criam visualidades que provocam o olhar. Em diálogo
com Didi-Huberman (2010) e Setenta (2008), colocamos em discussão um modo
de olhar para essas configurações de maneira ativa e crítica, um olhar que cria
sentido junto com a obra.

Identiferoai:union.ndltd.org:IBICT/oai:192.168.11:11:ri/26337
Date14 December 2017
CreatorsBatista, Mariana Hilda
ContributorsSetenta, Jussara Sobreira, Britto, Fabiana Dultra, Costa, Pablo Assumpção Barros
PublisherEscola De Dança, Programa de Pós- Graduação em Dança, UFBA, brasil
Source SetsIBICT Brazilian ETDs
LanguagePortuguese
Detected LanguagePortuguese
Typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion, info:eu-repo/semantics/masterThesis
Sourcereponame:Repositório Institucional da UFBA, instname:Universidade Federal da Bahia, instacron:UFBA
Rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess

Page generated in 0.0022 seconds