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Brasagem sem fluxo entre aço carbono e cobre com metais de adição convencionais à base de Ag e com revestimento metálico de Sn /

Tese (Doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. / Made available in DSpace on 2012-10-18T21:27:33Z (GMT). No. of bitstreams: 0Bitstream added on 2016-01-09T04:25:40Z : No. of bitstreams: 1
153234.pdf: 40830188 bytes, checksum: faef4a826b752d5e809ddd5ad30ee7ae (MD5) / Estudou-se a brasagem sem fluxo entre aço carbono e cobre buscando avaliar a influência dos materiais base, dos metais de adição, das atmosferas de brasagem e do ciclo térmico na qualidade final da junta brasada. As brasagens foram realizadas utilizando metais de adição convencionais contendo Ag-Cu, Ag-Cu-Sn e Ag-Cu-Zn-Sn na forma de arame, ou através de revestimento de Sn, pela técnica conhecida como união por fase líquida transiente. Alto vácuo, médio vácuo, nitrogênio e mistura argônio-hidrogênio serviram como atmosferas de brasagem. A qualidade da junta brasada com metais de adição convencionais pode ser avaliada pela presença de defeitos, tais como pequenos rechupes, falhas de enchimento e até mesmo a presença de trincas. A ocorrência destes defeitos depende da combinação metal de adição/atmosfera de brasagem e da temperatura de brasagem utilizadas. O alto vácuo mostrou-se como a melhor atmosfera de brasagem, proporcionando juntas sem falhas de enchimento. A correta temperatura de brasagem é fundamental para evitar o aparecimento de trincas.Comparando-se a brasagem com metais de adição convencionais sem fluco e com fluxo mineral, verificou-se que a primeira proporciona juntas de melhor qualidade, com menor nível de falhas de enchimento e isento de defeitos inerentes à brasagem com fluxo. A união por fase líquida transiente com revestimento de Sn, como técnica alternativa à brasagem com metais de adição convencionais contendo Ag mostrou-se tecnicamente viável, tendo-se constatado que a resistência mecânica da junta brasada depende da espessura da camada de Sn e do ciclo térmico utilizado. A microestrutura, a presença de fases frágeis, falhas na interface entre a fase líquida formada e o aço carbono são os fatores que acarretam a variação da resistência mecânica medida.

Identiferoai:union.ndltd.org:IBICT/oai:repositorio.ufsc.br:123456789/80971
Date January 1999
CreatorsOkimoto, Paulo Cesar
ContributorsUniversidade Federal de Santa Catarina, Buschinelli, Augusto Jose de A. (Augusto Jose de Almeida)
PublisherFlorianópolis, SC
Source SetsIBICT Brazilian ETDs
LanguagePortuguese
Detected LanguagePortuguese
Typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion, info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
Formatxix, 173f.| il., grafs., tabs.
Sourcereponame:Repositório Institucional da UFSC, instname:Universidade Federal de Santa Catarina, instacron:UFSC
Rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess

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