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Estudo randomizado comparando drenagem versus não drenagem após linfadenectomia axilar por câncer de mama

Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Convênio Rede Centro - Oeste (UnB, UFG, UFMS), 2010. / Submitted by Albânia Cézar de Melo (albania@bce.unb.br) on 2011-06-07T15:57:20Z
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2010_LuizFernandoJubeRibeiro.pdf: 1212987 bytes, checksum: b7a758acf5d2007ef8f76223130c3656 (MD5) / Introdução: A drenagem após linfadenectomia axilar reduz o número de punções evacuadoras
para o seroma; não obstante, gera desconforto e ansiedade para a paciente.
Objetivo: Avaliar a possibilidade de não se drenar a axila após linfadenectomia axilar em
pacientes com câncer de mama. Métodos: Estudo randomizado incluindo 240 pacientes, portadoras de câncer de mama, submetidas à linfadenectomia axilar, alocadas em dois grupos: drenagem e não drenagem do leito
operatório, como parte do tratamento de conservação mamária. Resultados: As características demográficas das pacientes foram semelhantes em ambos os grupos. Quanto às complicações, houve dois casos (2,4%) de deiscência no grupo com dreno, enquanto no grupo sem dreno, foram 13 (13,5%) casos (p=0,007, OR=3,70, IC95%= 1,31 – 13,59).
As taxas de infecção, necrose e hematoma foram semelhantes entre os dois grupos. A mediana de volume aspirado foi de 0,00ml (0,00 – 270,00) no grupo drenado e de 522,50ml (130,00 – 1148,75) (p<0,001) no grupo sem dreno. A mediana de aspirações realizadas foi de 0,5 (0,0 – 4,0) e 5,0 (3,0
– 7,0), para os grupos de dreno e sem dreno, respectivamente (p<0,001). O volume de fluido
seroso total foi semelhante nos dois grupos.
Conclusão: É factível a realização da linfadenectomia sem a drenagem axilar, uma vez que a taxa de segurança (número total de pacientes sem complicações) foi similar nos dois grupos estudados, porém com possibilidade do aumento do número de punções evacuadoras e de deiscência da
ferida operatória. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT / Introduction: Drainage following axillary lymphadenectomy reduces the number of evacuating punctures for seroma. Nonetheless, it causes discomfort and anxiety for patients. Objective: To evaluate the possibility of not draining the axilla following axillary lymphadenectomy
for breast cancer patients. Methods: This randomized study included 240 breast cancer patients who underwent axillary lymphadenectomy as part of the breast conservation treatment. They were divided between two groups: with or without drainage of the operative bed. Results: The patients’ demographic characteristics were similar in the two groups. Regarding complications, there were two cases (2.4%) of dehiscence in the group with drainage, while there
were 13 cases (13.5%) in the group without drainage (p = 0.007, OR = 3.70, 95% CI = 1.31 – 13.59). The infection, necrosis and hematoma rates were similar between the two groups. The median aspirated volume was 0.00 ml (0.00 – 270.00) in the drained group and 522.50 ml (130.00 – 1148.75) (p < 0.001) in the group without drainage. The median number of aspirations performed as
part of the breast conservation treatment was 0.5 (0.0 – 4.0) and 5.0 (3.0 – 7.0), for the groups with and without drainage, respectively (p < 0.001). The volume of serous fluid was similar in the two
groups. Conclusion: It is feasible to perform lymphadenectomy without axillary drainage, since the safety rate (total number of patients without complications) was similar in the two groups studied; however a greater numbers of evacuating punctures and occurrences of dehiscence of the operative wound might be expected.

Identiferoai:union.ndltd.org:IBICT/oai:repositorio.unb.br:10482/8304
Date09 April 2010
CreatorsRibeiro, Luiz Fernando Jubé
ContributorsMoreira, Marise Amaral Rebouças
Source SetsIBICT Brazilian ETDs
LanguagePortuguese
Detected LanguageEnglish
Typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion, info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
Sourcereponame:Repositório Institucional da UnB, instname:Universidade de Brasília, instacron:UNB
Rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess

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