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Prevalence and factors associated intrafamily violence against children in an area served by the family health strategy. / PrevalÃncia e fatores associados a violÃncia Intrafamiliar contra crianÃa em uma Ãrea Atendida pela EstratÃgia SaÃde da FamÃlia.

The phenomenon of violence is of great importance for public health because of
magnitude, severity and social impact on individual health and collective
worldwide. Violence against children has historical roots,
economic and cultural consequences and causes physical and / or mental defects which remain
recorded throughout life, affecting their development. Objectives: (1)
determine the prevalence of family violence against children in an area
covered by the Family Health Program in the city of Fortaleza, (2) describe
types of violence that affect children, (3) identify the types of violence
physics used by parents / guardians, (4) to determine the prevalence of violence
marriage that occurs within families with mothers, (5) estimate the risk factors for
physical violence against children. Method: Cross-sectional study
population sample of 402 children (<12 years) and their mothers (15-49 years)
residents in low-income neighborhood in the city of Fortaleza, covered by
Family Health Strategy. The standardized instruments were applied by
trained interviewers: CORE questionnaire (WorldSAFE), to assess violence
intrafamilial and associated factors; Screening Questionnaire Problems
Adult Mental Health in the community (SRQ) and the Classification Questionnaire
Economic Family (ANEP), for determination of economic classes, according to the
power consumption of the family. The primary endpoint was the existence of some
physical violence against children committed by parents / guardians. Were
evaluated three groups of potential associated factors: relating to the child,
parent / guardian and family. This research study is part of the World
Domestic Violence (WorldSAFE). Result: the high prevalence rates
physical violence against children were not severe violence (81.6%) and severe violence
(23.6%) the mother being the main aggressor (79.4%). The male had
1.19 times higher risk of the child being "victimized" (PR: 1.19 CI: 1.09 to 1.29) and
over two years with a risk 1.36 times more likely (PR: 1.36 CI: 1.03 to 1.79). The study
found a prevalence of domestic violence in the last twelve months 21%
mental health of the mother (p <0.04), physical violence during childhood (p <0.02),
marital violence in the last 12 months (p <0.00), suicide attempt,
presence of depressed mood, alcohol / other drugs and drunkenness by his
husband / partner had statistically significant. The
families with disadvantaged socioeconomic status had higher
frequency of marital violence. Conclusion: The prevalence of physical violence against
child was considered high. Factors associated with practices of violence were:
age (older than two years) and child gender (male), related to
parent / guardian: mental health problem, physical violence in childhood,
marital violence in the last twelve months, presence of depressed mood,
suicide attempt, low socioeconomic level, alcohol and / or other drugs and
intoxication of the husband / partner. It is recommended greater investment in policy
mental health in primary care and greater involvement of professionals
Family Health in the prevention of family violence / O fenÃmeno violÃncia tem grande importÃncia para a SaÃde PÃblica em razÃo da
sua magnitude, gravidade e impacto social sobre a saÃde individual e coletiva em
todo o mundo. A violÃncia praticada contra crianÃas tem raÃzes histÃricas,
econÃmicas e culturais e provoca sequelas fÃsicas e/ou mentais que permanecerÃo
gravadas por toda a vida, prejudicando o seu desenvolvimento. Objetivos: (1)
determinar a prevalÃncia da violÃncia intrafamiliar contra crianÃa em uma Ãrea
coberta pela EstratÃgia SaÃde da FamÃlia no MunicÃpio de Fortaleza; (2) descrever
os tipos de violÃncia que acometem as crianÃas; (3) identificar os tipos de violÃncia
fÃsica utilizados pelos pais/responsÃveis; (4) conhecer a prevalÃncia da violÃncia
intrafamiliar conjugal que ocorre com as mÃes; (5) estimar os fatores de risco para
violÃncia fÃsica contra as crianÃas. MÃtodo: estudo transversal realizado com
amostra populacional de 402 crianÃas (<12 anos) e suas mÃes (15-49 anos)
residentes num bairro de baixa renda do MunicÃpio de Fortaleza- CE, coberto pela
EstratÃgia SaÃde da FamÃlia. Os instrumentos padronizados foram aplicados por
entrevistadoras treinadas: CORE questionnaire (WorldSAFE), para avaliar violÃncia
intrafamiliar e fatores associados; QuestionÃrio de Rastreamento para Problemas de
SaÃde Mental em Adultos da comunidade (SRQ), e o QuestionÃrio de ClassificaÃÃo
EconÃmica Familiar (ANEP), para determinaÃÃo de classes econÃmicas, segundo o
poder de consumo da famÃlia. O desfecho clÃnico principal foi a existÃncia de algum
tipo de violÃncia fÃsica contra crianÃas cometida por pais/responsÃveis. Foram
avaliados trÃs grupos de potenciais fatores associados: relacionados à crianÃa, Ã
mÃe/responsÃvel e à famÃlia. Esta pesquisa faz parte do Estudo Mundial de
ViolÃncia DomÃstica (WorldSAFE). Resultado: as altas taxas de prevalÃncia de
violÃncia fÃsica contra a crianÃa foram: violÃncia nÃo grave (81,6%) e violÃncia grave
(23,6%) sendo a mÃe a principal agressora (79,4%). O sexo masculino apresentou
risco 1,19 vez maior de a crianÃa ser âvitimizadaâ (RP: 1,19 IC: 1,09-1,29) e os
maiores de dois anos com risco 1,36 vez maior (RP: 1,36 IC: 1,03-1,79). O estudo
revelou prevalÃncia de violÃncia conjugal nos Ãltimos doze meses de 21%,
problemas de saÃde mental da mÃe (p<0,04), violÃncia fÃsica na infÃncia (p<0,02),
violÃncia conjugal fÃsica nos Ãltimos 12 meses (p<0,00), tentativa de suicÃdio,
presenÃa de humor depressivo, uso de Ãlcool/outras drogas e embriaguez pelo seu
marido/companheiro apresentaram resultados estatisticamente significativo. As
famÃlias com nÃvel socioeconÃmico menos favorecido apresentaram maior
frequÃncia de violÃncia conjugal. ConclusÃo: a prevalÃncia de violÃncia fÃsica contra
crianÃa foi considerada alta. Os fatores associados Ãs prÃticas de violÃncia foram:
idade (maior de dois anos) e sexo da crianÃa (masculino), relacionados Ã
mÃe/responsÃvel: problema de saÃde mental, violÃncia fÃsica sofrida na infÃncia,
violÃncia conjugal fÃsica nos Ãltimos doze meses, presenÃa de humor depressivo,
tentativa de suicÃdio, nÃvel socioeconÃmico baixo, uso de Ãlcool e/ou outras drogas e
embriaguez do marido/companheiro. Recomenda-se maior investimento em polÃtica
de saÃde mental na atenÃÃo bÃsica e maior envolvimento dos profissionais da
SaÃde da FamÃlia na prevenÃÃo da violÃncia intrafamiliar

Identiferoai:union.ndltd.org:IBICT/oai:www.teses.ufc.br:4385
Date20 May 2009
CreatorsAna Paula Cavalcante Ramalho Brilhante
ContributorsÃlvaro Jorge Madeiro Leite, Cristiane Silvestre de Paula, Ãngela de Alencar Araripe Pinheiro
PublisherUniversidade Federal do CearÃ, Programa de PÃs-GraduaÃÃo em SaÃde PÃblica, UFC, BR
Source SetsIBICT Brazilian ETDs
LanguagePortuguese
Detected LanguageEnglish
Typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion, info:eu-repo/semantics/masterThesis
Formatapplication/pdf
Sourcereponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFC, instname:Universidade Federal do Ceará, instacron:UFC
Rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess

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