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O comportamento socioambiental de empresas do arranjo produtivo local de confecções do Agreste pernambucano, na percepção de seus principais stakeholdersde Fátima Silva Oliveira Santos, Claudinete 31 January 2010 (has links)
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Previous issue date: 2010 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / O Desenvolvimento Local tem por estratégia inovadora os Arranjos Produtivos Locais
(APLs), que são redes sociais nas quais seus stakeholders interagem por meio de coopetição,
inclusive as Micro e Pequenas Empresas. Elas precisam se adaptar às expectativas da
sociedade e pressão dos stakeholders quanto a sua Responsabilidade Socioambiental em
produtos e processos, refletindo no seu Comportamento Socioambiental Empresarial (CSAE),
que pode ser avaliado por instrumentos de gestão como indicadores socioambientais. Assim, o
propósito dessa pesquisa é analisar como ocorre o comportamento socioambiental de
empresas do Arranjo Produtivo Local (APL) de Confecções do Agreste Pernambucano,
apontadas por seus principais stakeholders, mediante instrumento de avaliação para arranjos
produtivos locais, construído a partir da adaptação do conjunto de Indicadores de
Responsabilidad Social para Cooperativas de Usuarios/Asociados do IARSE (2007). Para
tanto, foram discutidos no arcabouço teórico: a Responsabilidade e o CSAE, suas Dimensões
e Instrumentos de Gestão como os indicadores de Responsabilidade Social para cooperativas
proposto pelo IARSE (2007) e para empresas do Instituto Ethos (2007); a Teoria dos
Stakeholders e as suas Estruturas de Influência em Redes propostas por Rowley (1997); e os
APLs e seus Instrumentos de Gestão. Foi realizado um estudo de caso qualitativo com
pesquisa bibliográfica e documental, aplicação de questionários com perguntas fechadas,
entrevistas semi-estruturadas e observação direta não-participante, tendo análise por empresa
e do grupo de empresas pesquisado. Os resultados indicaram que: 1) o mapeamento da rede
social do APL de Confecções apresentou relações de influência entre stakeholders, tendência
de aumento da centralidade pela circulação de informações e pouca densidade ou capacidade
de intermediação social; 2) a identificação dos principais stakeholders (definitivos) do APL
estudado são os articuladores da sua rede: Confecções e Lavanderias, SENAI-PE, SEBRAEPE
e AD DIPER, dotados de maior densidade e centralidade pela sua elevada capacidade de
aproximação e intermediação com outros atores; 3) o recall da pesquisa identificou as
empresas relevantes pelos stakeholders ao desenvolvimento do APL, tendo a predominância
da dimensão econômica em critérios de competitividade; 4) a adaptação da ferramenta gráfica
do Instituto Ethos (2001) e do conjunto de indicadores do IARSE (2007) permite o
acompanhamento sistemático da evolução comportamental nos sete temas socioambientais em
análise individual ou por grupo empresarial; 5) em sua maioria, o CSAE apresenta
preocupação com a legislação vigente, ausência de disseminação de valores organizacionais,
gestão participativa dos funcionários, boas relações com sindicatos e associações, soluções
fim-de-tubo para impactos ambientais, práticas de mercado com fornecedores, políticas de
comunicação para resultados financeiros, ações filantrópicas à comunidade, e participação dos
empresários na vida sociopolítica local. Assim, as empresas Kikorum Jeans Wear, Iska Viva,
Adágio Jeans Wear, DTS Jeans Wear e Ateliê apresentam CSAE Reativo, a Rota do Mar e a
Lavanderia Mamute demonstram CSAE Defensivo, e a Magda Moda Íntima, CSAE
Estratégico; e 6) verificou-se na comparação dos resultados por empresa que o CSAE do
grupo é Reativo na análise dos temas socioambientais, demonstrando desequilíbrio entre as
dimensões da RSE devido à ênfase na atuação empresarial nos temas Público Interno, e
Governo e Sociedade
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