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Práticas de ensino de compreensão de leitura e conhecimentos de alunos do último ano do ensino fundamentalCybelle Rodrigues Fernandes Porto, Cynthia 31 January 2011 (has links)
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Previous issue date: 2011 / Faculdade de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco / O presente estudo se propôs a analisar práticas de ensino de compreensão de
leitura e sua possível relação com o desenvolvimento de habilidades de
compreensão de leitura nos alunos. Adotamos, em nosso marco teórico, uma
perspectiva interacionista de língua, no que concerne aos conceitos de língua, texto,
leitor, modalidades e estratégias de leitura, ensino de compreensão e aspectos
cognitivos da leitura, tomando por base os estudos da Lingüística Textual e da
Psicologia Cognitiva. A pesquisa foi desenvolvida em duas turmas do último ano do
Ensino Fundamental I da Rede Municipal de Recife. Como procedimentos
metodológicos, adotamos o paradigma de estudo de caso coletivo, para dar suporte
à variação da abordagem de ensino de compreensão de leitura em contextos
diferentes (Turma 1 e Turma 2), e fizemos uso de observações (12 dias letivos em
cada turma), além da aplicação de atividades diagnósticas de leitura, no início e no
final do ano escolar, nas quais usamos os quinze itens de avaliação de
compreensão de leitura que integram a Prova Brasil. A análise dos dados
demonstrou que as práticas das duas professoras eram bastante distintas, de modo
que na turma 1 encontramos um ensino mais planejado, que atendia melhor a uma
diversidade de gêneros textuais e modalidades de leitura, bem como a um exercício
bem mais sistemático e diversificado de estratégias de leitura. A análise dos
desempenhos dos alunos indicou que os que estudavam na turma 1 começavam o
ano com habilidades de compreensão leitora significativamente superiores aos seus
colegas da turma 2 e que tais diferenças se mantiveram ao final do ano. Em
nenhuma das turmas o desempenho alcançado ao final do ano foi superior ao
registrado no início. Atribuímos esses resultados a diversos fatores, dentre eles: o
histórico de aprendizado dos alunos e a oscilação dos níveis de complexidade dos
itens da Prova Brasil. Estas evidências nos levam a questionar a ausência de metas
claras quanto ao desempenho em compreensão de leitura para o conjunto de
alunos que frequentam nossas redes públicas. Também nos parece urgente uma
análise rigorosa do nível de complexidade dos itens que, a cada edição da Prova
Brasil, avaliam as mesmas habilidades de leitura
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Relação entre formas espontâneas de comunicação e desempenho ortográfico de crianças : um estudo com o dispositivo didático Jogo de comunicação por telefoneEliana Matos de Figueiredo Lima, Maria January 2007 (has links)
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Previous issue date: 2007 / O objetivo deste estudo foi o de analisar a relação entre o conhecimento das
correspondências fonográficas da norma ortográfica do português (regulares diretas e
contextuais e irregulares) e as formas de comunicação (repetição da mensagem, silabação e
comentários sobre a escrita) adotadas em três situações textuais (anúncio, receita de bolo e
convite) inscritas numa situação didática de significação. Participaram 40 crianças,
pertencentes a dois grupos socioculturais, distribuídas nas quatro séries iniciais do Ensino
Fundamental, sendo 20 oriundas de uma escola pública e 20, de uma escola particular. Com
quatro conjuntos de objetivos específicos, analisamos: 1) o desempenho na notação de
correspondências regulares diretas, regulares contextuais e irregulares; 2) o desempenho na
notação de correspondências regulares diretas, regulares contextuais e irregulares nas
situações textuais (anúncio, receita de bolo e convite; 3) a produção das formas de
comunicação produzidas em cada situação textual (anúncio, receita de bolo e convite); 4) a
comparação do desempenho na notação das correspondências fonográficas (regulares diretas e
contextuais e irregulares) com o emprego de formas de comunicação (repetição da mensagem,
silabação e comentários sobre a escrita). Os sujeitos foram submetidos a uma situação
didática concebida como uma comunicação a distância (jogo de faz-de-conta) que utilizou um
ditado para comunicar uma mensagem. Os resultados mostram que: 1) os erros dos sujeitos
quando notaram as correspondências fonográficas regulares (direta e contextual) e irregulares
são erros de natureza fonológica, sendo que os erros mais cometidos foram referentes às
restrições contextuais e irregulares. Indicaram que os desempenhos dos três tipos de
correspondências foram mais fáceis para o grupo sociocultural da escolar particular, tendo os
regulares (direta e contextual) se concentrado na 1ª série, enquanto os irregulares
apresentaram uma variação decrescente entre a 1ª e a 2ª séries e entre a 3ª e a 4ª séries. O
desempenho nas correspondências contextuais foi influenciado pelos fatores grupo
sociocultural e escolaridade. 2) Observou-se que a variação do desempenho na notação
ortográfica se deveu mais à escola pública do que a cada situação textual e que a variação do
desempenho entre séries decorreu muito mais dos erros cometidos pelos alunos da escola
pública do que de cada situação textual. Além disso, não foi encontrada correlação
significativa entre o domínio de cada correspondência fonográfica estudada e cada situação
textual. 3) Não foi encontrada relação significativa entre formas globais de comunicação e o
conjunto de situações textuais, nem entre o comentário a respeito de qual letra utilizar na notação e o comentário sobre a paragrafação e as situações textuais. Exceção verificada para a
pontuação que variou com o gênero textual. A relação entre produção de formas de
comunicação conforme a situação textual, em função dos grupos socioculturais e de
escolaridade, não foi também significativa. 4) Não houve correlação entre notação de
correspondências fonográficas (regulares diretas e contextuais e irregulares) e as formas de
comunicação (repetição da mensagem, silabação e comentários sobre a escrita), mas
observaram-se correlações entre repetição de mensagem, silabação e comentários sobre a
escrita. Em suma, firma-se a convicção de que as situações textuais não influenciaram nem a
notação das correspondências ortográficas, nem as formas de comunicação, evidenciando o
tipo de situação que, sendo de natureza pragmática, conduz à reflexão sobre o sentido da
aprendizagem da ortografia, ao destacar em qual situação é preciso ortografar. Enfim, o ditado
como uma situação de ordem do conhecimento, concernente à diversidade das tarefas
cognitivas, diferentes em razão da especificidade do conhecimento ortográfico e de sua
verbalização (novas situações produzidas pelos sujeitos), juntamente com os fatores grupo
sociocultural, escolaridade, características das correspondências fonográficas e uso das
palavras influenciaram os desempenhos infantis
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