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Maquiavel contra a tradição : o conflito como fundamento da Lei no Republicanismo Maquiaveliano

Winter, Lairton Moacir January 2017 (has links)
Orientadora: Profª. Drª. Maria Isabel Limongi / Coorientador: Prof. Dr. Jose Luiz Ames / Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa: Curitiba, 17/02/2017 / Inclui referências : f. 224-228 / Área de concentração: Filosofia / Resumo: O propósito deste trabalho consiste em investigar a centralidade do problema do conflito no pensamento político de Maquiavel. Para cumprir essa finalidade, passamos em revista as análises de importantes autores da tradição republicana (Aristóteles, Cícero e Guicciardini), para os quais o conflito, compreendido negativamente, representava grave ameaça à liberdade política. Ultrapassando esse limite imposto pelo republicanismo, Maquiavel apresenta uma nova interpretação ao problema do conflito, definindo-o como o elemento fundamental da vida política da cidade, princípio das leis que regulam a vida da comunidade política. Para demonstrar isso, analisamos o modus operandi dos dois grupos sociais que se opõem no interior de toda e qualquer cidade, os grandes e o povo, aos quais correspondem dois humores fundamentalmente antagônicos: os grandes, marcados por um desejo particular positivo, movidos pelo desejo de dominar o povo, logo, um desejo de poder; e o do povo, marcado por um desejo universal negativo, animado, unicamente, pelo desejo de não ser dominado pelos grandes, portanto, um desejo de viver em liberdade. Deste antagonismo fundamental Maquiavel extrai a tese de que o conflito é o fundamento da vida política porque é dele que nascem as leis responsáveis pela liberdade. Acreditamos que tal movimento do pensamento maquiaveliano, ao superar a lógica convencional negativa do republicanismo acerca do conflito, se mostra como absolutamente novo, operando verdadeira inversão no contexto do republicanismo: o conflito não é apenas constitutivo do corpo político, o que o torna incontornável, mas é dele também que nascem as leis favoráveis ao vivero politico. Mais, ainda: as análises de Maquiavel mostram que as leis que regulam a vida da comunidade política somente podem resultar da atividade do humor popular, precisamente a partir do seu movimento de oposição que continuamente faz aos grandes, produzindo liberdade para todo o corpo político. É dessa oposição ad infinitum que o povo faz aos grandes, afinal, que depende o verdadeiro regime de leis. De acordo com isso, a defesa do papel do povo na vida política da cidade revela o caráter verdadeiramente democrático da teoria política maquiavelina. Por isso mesmo, a relação entre o conflito e a atividade do humor do povo e sua importância na produção e na manutenção da liberdade estruturam a elaboração desta investigação. Palavras-chave: Maquiavel, Republicanismo, Conflito, Lei, Liberdade. / Abstract: The purpose of this research is to investigate the centrality of the problem of conflict in Machiavelli's political thought. For fulfilling this purpose, we reviewed the analyzes of republican tradition important authors (Aristotle, Cicero and Guicciardini), for whom the conflict, understood negatively, represented a serious threat to political freedom. Overcoming this limit imposed by republicanism, Machiavelli presents a new interpretation of the problem of conflict, defining it as the fundamental element of the political life of the city, the principle of the laws that regulate the life of the political community. To demonstrate this, we analyzed the modus operandi of two social groups that have opposed ideas within every city, the great ones and the people, to which two fundamentally antagonistic moods correspond: the great ones, defined by a particular positive desire, driven by the desire to dominate the people, so a desire for power; and the people's one, defined by a negative universal desire, animated only by the desire not to be dominated by the great ones, therefore, a desire to live in freedom. From this fundamental antagonism Machiavelli draws the thesis that conflict is the foundation of political life because it is from it that the laws, responsible for freedom, are created. We believe that the movement of Machiavellian thought, by overcoming the conventional negative logic of republicanism about the conflict, shows itself as absolutely new, operating a true inversion in the context of republicanism: conflict is not only constitutive of the political body, which makes it inevitable, but it is from it, also, that the laws are created favorable to the vivero politico. Moreover, Machiavelli's analysis shows that the laws, which regulate the life of the political community, can only result from the activity of popular humor, precisely from its opposition movement which continually makes the great ones, giving freedom to the whole political body. It is from this opposition ad infinitum that people make to the great ones, after all, which depends the true regime of laws. According to that, defending the people's role in the political life of the city reveals the truly democratic character of Machiavellian political theory. For this reason, the relation between the conflict and the people's humor activity, and its importance in the production and maintenance of freedom structures the elaboration of this investigation. Keywords: Machiavelli, Republicanism, Conflict, Law, Freedom.
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Paul Ricoueur leitor de Freud : o papel da energética na arqueologia do sujeito

Kosinski, Alba de Fátima January 2017 (has links)
Orientadora: Profª. Drª. Maria Isabel de Magalhães Papaterra Limongi / Dissertaçao (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa: Curitiba, 13/06/2017 / Inclui referências : f. 89-93 / Resumo: O trabalho desta dissertação é acompanhar as reflexões de Paul Ricoeur, leitor de Freud, tendo em vista seu posicionamento crítico no contexto revisionista da recepção francesa a psicanálise. Ricoeur, ao se propor ler Freud sem intermediários encontrou varias demandas, uma delas é ultrapassar o humanismo francês para olhar mais próximo os limites do naturalismo freudiano. O livro Da Interpretação: Um Ensaio Sobre Freud é uma retomada de Ricoeur à obra de Freud, que se propôs uma leitura sem a influência dos pós-freudianos. O que nos interessa desta leitura é, pontualmente, a questão que podemos considerar o ponto nevrálgico da teoria freudiana, traduzida na pergunta que Ricoeur se faz acerca da possibilidade integrar a força na interpretação do sentido. A integração de força e sentido, para além da questão epistemológica, é uma questão hermenêutica na arqueologia do sujeito, um conceito próprio de Ricoeur como lugar filosófico do discurso analítico. A psicanálise tem sido tema de debate no contexto da sua introdução na França e as consequências do seu afrancesamento tem sido relevante para o modo como atualmente a conhecemos. Hoje o que interessa a muitos dos novos leitores de Freud é justamente o diferencial oferecido por Ricoeur; a liberdade interpretativa ao pensar a psicanálise como uma hermenêutica, cujo método de análise é uma arqueologia do sujeito, sendo a hermenêutica o espaço de reflexão e liberdade. Palavras-chave: Hermenêutica. Arqueologia do Sujeito . História da psicanálise. Energética. Pulsão. / Abstract: The work of this dissertation is to follow the reflections of Paul Ricoeur, a Freud reader, considering his critical position in the revisionist context of French psychoanalysis reception. Ricoeur, by proposing upon himself to read Freud without intermediaries met several demands, one of which is to overcome French humanism in order to take a closer look at the limits of Freud's naturalism. The book: "Freud and Philosophy: An Essay on Interpretation" is a resumption of Ricoeur on Freud's work, which proposed a reading without the influence of the post-Freudians. What interests us in this reading is the exact question that we can consider the central nerve of Freudian theory, translated into the question that Ricoeur asks himself on the possibility of integrating the force in the interpretation of meaning. The integration of strength and direction, to a point beyond the epistemological question, is a hermeneutical question on the archeology of the subject, a Ricoeur's concept as a philosophical place of the analytic discourse. Psychoanalysis has been a subject of debate in the context of its introduction in France and the consequences of its Frenchification has been relevant to the way we currently know it. Today what matters to many new Freud readers is precisely the advantage offered by Ricoeur; the interpretative freedom by thinking psychoanalysis as a hermeneutics, which method of analysis is an archeology of the subject, being the hermeneutics a space of reflection and freedom. Keywords: Hermeneutics. Archaeology of the Subject. Psychoanalysis history. Energetics. Instictual impulse.
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A confissão como fio condutor : da sujeição à subjetivação no pensamento de Michel Foucault

Silva, Valdson Carreiro January 2014 (has links)
Orientador: Prof. Dr. André de Macedo Duarte / Dissertaçao (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa: Curitiba, 05/12/2014 / Inclui referências / Área de concentração: Ética e política / Resumo: Partindo do notório deslocamento, não só temático mas metodológico e conceitual, ocorrido entre o primeiro volume da história da sexualidade de Michel Foucault, A vontade de saber, e seus dois volumes subsequentes, O uso dos prazeres e O cuidado de si, propõe-se tomar a problemática da confissão enquanto fio condutor capaz de elucidar os principais movimentos teóricos ocorridos durante esse ínterim. No centro desse deslocamento, acreditamos que se encontra o movimento teórico que vai da noção de poder-saber para a de governo pela verdade, o qual, por sua vez, manifesta o alargamento de horizontes que possibilitou a transição do filósofo de seus estudos sobre a sexualidade moderna, passando pelas pesquisas sobre os modos aleturgicos e de veridicção, até a ética dos prazeres na antiguidade. No primeiro capítulo, analisamos o aparecimento da noção de confissão no contexto da proposta de uma história da sexualidade e da analítica do poder, tal como estabelecido nos anos de 1975 e 1976, respectivamente, em Os anormais e em A vontade de saber. No segundo capítulo, a partir sobretudo do curso Segurança, território, população, abordamos a confissão sob o arcabouço do conceito de governo, a partir do qual Foucault se afasta de uma concepção de poder enquanto correlação de forças rumo a uma genealogia do governo dos homens, entendido enquanto condução de condutas. No terceiro capítulo nos ocupamos do curso Du gouvernement des vivants, onde a confissão aparece no centro da grade conceitualmetodológica do "governo pela verdade na forma da subjetividade". Este eixo é fundamental à genealogia dos modos de veridicção, isto é, dos modos aletúrgicos pesquisados por Foucault nos anos 1980, em que o problema do sujeito, da subjetivação e da ética são explicitamente abordados. Palavras-chave: Foucault; confissão ; veridicção; aleturgia; verdade; governo. / Abstract: The Dissertation takes as its point of departure the discussion of the thematic, methodological as well as the conceptual shift occurred between the publication of volume I of Michel Foucault's History of Sexuality, and its two subsequent volumes. Our hypothesis is that the phenomenon of confession would be an important guideline to understand the theoretical moves that led the author from his previous researches on the power-knowledge relations to his later concerns on truth governing. This is the theoretical context in which Foucault placed his new interrogations concerning sexuality, overcoming his previous ideas concerning modern sexuality in order to understand certain features of sexuality in Ancient times. In the course of this theoretical shift, Foucault became interested in the question of ancient alethurgic modes of veridiction and the Antiquity's pleasure ethics. In chapter one, I discuss Foucault's understanding of confession as it appeared in the broad context of his analysis of power-knowledge relations, both in volume I of his History of Sexuality and in his Lecture course titled The Abnormals, respectively from 1976 and 1975. In chapter two, I discuss confession as it appears in the Lecture course titled Security, Territory, Population, where it is analyzed under the new conceptual framework of governance and governmentality. It is at this moment that Foucault departs from his previous understanding of power in terms of confronting power relations to understand it in terms of governing, understood as the practices that enable one to conduct its own and the others' conducts. In chapter three I discuss some aspects of the Lecture course Du gouvernement des vivants, where confession appears at the center of a new conceptual framework designed by Foucault as "truth governing under the form of subjectivity." This is the fundamental core of Foucault's later genealogy of the veridiction and alethurgic modes which interested him in his 1980's researches. It is at this very moment that Foucault explicitly discusses the problem of the subject and its ethical modes of subjectivation. Key-words: Foucault; confession; modes of veridiction; alethurgy; thruth; governing.
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Wittgenstein versus Wittgenstein sobre regras

Dias, Aline da Silva January 2014 (has links)
Orientador: Prof. Dr. Alexandre Noronha Machado / Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa: Curitiba, 06/02/2014 / Inclui referências / Área de concentração: História da filosofia moderna e contemporânea / Resumo: Esta dissertação apresenta duas interpretações sobre as considerações de Wittgenstein a respeito do seguir regras nas Investigações Filosóficas (§§138- 242). A primeira delas é a exposta por Saul Kripke em seu livro Wittgenstein on Rules and Private Language, na qual este afirma que, nos §§138-242, Wittgenstein desenvolve um paradoxo cético para mostrar que não há fatos constituintes da significação. Contudo, isso não implica na negação da significatividade da linguagem, pois ele oferece uma solução cética a esse paradoxo, que apela a um comunitarismo linguístico, como indicaremos ao longo dessa pesquisa. Segundo Kripke, Wittgenstein sustentaria que a linguagem é essencialmente social. A segunda proposta interpretativa é a de Colin McGinn em seu livro Wittgenstein on Meaning. Ele propõe que o intuito de Wittgenstein com as considerações dos §§138-242 seria afastar concepções mentalistas equivocadas a respeito do seguir regras, significar ou entender algo por uma palavra. De acordo com McGinn, Wittgenstein não é um cético semântico, pois ele oferece uma explicação sobre o que é significar algo com uma palavra, explicação que apela às nossas capacidades ou habilidades de utilizar um sinal; para ele, Wittgenstein tampouco seria um comunitarista, pois essas capacidades e habilidades poderiam ser exercidas por uma única pessoa (individualmente), sem qualquer referência a uma comunidade. Diante dessas duas leituras, avaliaremos qual delas explica de modo mais satisfatório as reflexões de Wittgenstein sobre esse tema. Palavras-chave: seguir regras, paradoxo cético, solução cética, comunitarismo, individualismo. / Abstract: It will be discussed two interpretations regarding the Wittgenstein's considerations on the "following rules", in the Philosophical Investigations (§§138-242). The first one, it is suggested by Saul A. Kripke, as he pointed out in the book Wittgenstein on Rules and Private Language, in which he holds that, in the §§138-242, Wittgenstein develops a sceptical paradox to maintain the idea that there are not facts of meaning. However, it doesn't implie that the language is meaningless, because he offers a sceptical solution to this paradox in which he appeals to a linguistic comunitarism, as we will indicate in this research. According to Kripke, Wittgenstein argues that the language is fundamentally social. The second interpretation is held by Colin McGinn in his book Wittgenstein on Meaning. He suggest that Wittgenstein tried to dismiss the misleading mentalist conceptions of following rules, meaning and understanding something through a word. According to McGinn, Wittgenstein is not a sceptic, because he offers an explanation of meaning something through a word: employing our capacities or abilities to use a sign; he is not even a communitarist, since the capacities and the abilities could be exercised by only one single person, without any reference to a certain community. After the presentation of these two interpretations, we will evaluate which one explains more satisfactorily Wittgenstein's thought related to this matter. Key-words: following rules, sceptical paradox, sceptical solution, comunitarism, individualism.
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A metáfora do meio-dia em Nietzsche

Ishikawa, Ítalo Kiyomi January 2015 (has links)
Orientador: Prof. Dr. Walter Romero Menon Junior / Co-orientador: Prof. Dr. Antonio Edmilson Paschoal / Dissertaçao (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa: Curitiba, 10/02/2015 / Inclui referências / Área de concentração: Filosofia / Resumo: Esta dissertação tem por objetivo refletir sobre o papel filosófico da metáfora do meio-dia em Nietzsche. Postulamos que a metáfora solar, utilizada pelo autor durante toda sua produção intelectual, ultrapassa a função de recurso literário ornamental, inserindo-se, assim, com relevância filosófica. Trataremos o meio-dia como metáfora porque o termo não possui demarcações conceituais fixas, e também pelo fato de Nietzsche jamais ter conferido um significado assertivo ao termo. A pesquisa está dividida em três capítulos: o primeiro visa justificar o tema da metáfora em Nietzsche, o segundo capítulo trata da metáfora do meio-dia no Nascimento da tragédia e nas conferências da época, e o último capítulo visa explorar o meio-dia em Assim falou Zaratustra. No primeiro capítulo, buscaremos no escrito Sobre verdade e mentira no sentido extramoral as primeiras indicações de Nietzsche a respeito do tema da metáfora, que é pensada, nesse momento, como criação artística que não diz respeito à natureza das coisas, mas pertencente à ordem da invenção. Buscaremos nos fragmentos póstumos da época da elaboração do Zaratustra as indicações da gênese dos impulsos metafóricos que formam a linguagem. A partir do segundo capítulo, passaremos a tratar da metáfora do meio-dia, utilizada no Nascimento da tragédia e em textos da época, para aludir a união entre os princípios apolíneo e dionisíaco que confere origem ao mito trágico. No terceiro capítulo, a metáfora do meio-dia ganhará novos contornos ao ser explorada no Zaratustra, e passará a insinuar o pensamento do eterno retorno, seja como presságios no percurso do personagem, ou como figura presente nos ditirambos entoados pelo profeta. O meio-dia, em Nietzsche, apesar das diferenças de sentido que o termo possui ao longo da obra do autor, surge como metáfora que alude à experiência de fascínio e de gozo nos instantes de maior potência de vida. Palavras-chave: Meio-dia. Metáfora. Apolíneo. Dionisíaco. Eterno Retorno. / Abstract: This dissertation has as purpose to reflect about the philosophical role of the midday metaphor in Nietzsche. We postulate that the solar metaphor, used by the author during all his intellectual production, exceeds its function as an ornamental literal feature, inserting itself with a philosophical relevance. We will treat the midday as a metaphor because the term does not have a permanent conceptual demarcation, and also because of the fact that Nietzsche never inferred an assertive meaning to the term. The research is divided into three chapters: the first one aims on clarifying the meaning of the metaphor’s theme in Nietzsche, the second deals with the midday metaphor in the work The Birth of Tragedy also in that epoch’s conferences, finally the last chapter focus on exploring the midday from the work Thus Spoke Zarathustra. In the first chapter, we will search On Truth and Lies in a Non-moral Sense, the first indications from Nietzsche about the metaphor’s theme, which is thought at this point, as an artistic creation that has nothing to do with the nature of things, although that belongs to the invention’s order. We will search the posthumous fragments of the elaboration of Zarathustra’s epoch, the indications of the genesis of the metaphorical impulses that creates the language. From the second chapter, we will start to deal with the midday metaphor, used in The Birth of Tragedy as well as the epoch’s texts alluding the union between the Apollonius and Dionysius principles, which confers origin to the tragical myth. In the third chapter, the midday metaphor will gain new contours to be explored in Zarathustra, starting to insinuate the thought of the eternal return, either as omens in the character’s passage or as a present image of the harmonious dithyrambs by the prophet. The midday in Nietzsche, besides the differences of meaning that the term carries throughout the author’s work, also appears like a metaphor that alludes the experience of infatuation and joy at the moments that life has it's greatest power. Keywords: Midday. Metaphor. Apollonius. Dionysius. Eternal Return.
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Direito e natureza em Pascal

Oliveira, Wilson de January 2017 (has links)
Orientadora: Profª Drª Maria Isabel de Magalhães Papaterra Limongi / Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa: Curitiba, 11/12/2017 / Inclui referências : f. 179-181 / Resumo: Esta tese tem como objetivo situar mais precisamente Pascal no contexto da discussão do direito. Precedido por uma vasta tradição que fez da lei natural o fundamento do direito civil, Pascal parece romper com essa tradição ao referir-se ao direito com um tom demasiadamente cético, principalmente nos fragmentos que tratam do tema nos Pensamentos. Essa tonalidade cética empregada ao tema do direito, isto é, do ordenamento jurídico, permite que alguns intérpretes aloquem Pascal na fileira dos precursores do que um século mais tarde se tornou conhecido como positivismo jurídico. No entanto, o perfil de Pascal não é o de um pensador cético ou libertino que não tem mais nenhum compromisso com as questões teológicas, nas quais a tradição cristã havia vinculado o tema do direito. Ao contrário, seus escritos revelam um pensador muito preocupado e profundamente envolvido com tais questões. Sendo assim, como poderia ele romper com essa tradição propondo uma tese do ordenamento jurídico à parte da lei natural, como parece sugerir os fragmentos dos Pensamentos? Nossa tese é a de que Pascal não rompeu totalmente com a tradição, mas que ele alterou radicalmente o polo que fundamenta do ordenamento jurídico. A tradição cristã entendeu o ordenamento jurídico como uma expressão positiva de uma estrutura ordenada que remonta à fonte mais originária do direito - Deus. Assim, ela estruturou o direito civil numa relação vinculada à lei natural que por sua vez estava vinculada positivamente à lei eterna. Pascal entenderá esse vínculo de maneira diferente, isto é, que o ordenamento jurídico está fundamentado na concupiscência, entendida como a transgressão da lei eterna. Desse modo, ele ainda preserva a mesma estrutura que a tradição, mas altera o polo de fundamento do ordenamento, o que explica a sua visão trágica do mesmo. Palavras-chave: Pascal, direito, direito natural, lei natural, justiça, natureza, concupiscência, ordenamento. / Résumé: Cette thèse vise à situer Pascal plus précisément dans le contexte de la discussion sur le droit. Précédé par une vaste tradition qui a fait de la loi naturelle le fondement du droit civil, Pascal semble rompre avec cette tradition en se référant au droit avec un ton trop sceptique, surtout dans les fragments qui traitent du sujet dans Pensées. Ce ton sceptique appliqué au sujet de la loi, c'est-à-dire de l'ordre juridique, permet à certains interprètes de mettre Pascal dans la lignée des précurseurs qu'un siècle plus tard est devenu connu sous le nom de positivisme juridique. Cependant, le profil de Pascal n'est pas celui d'un penseur sceptique ou libertin qui n'a plus aucun engagement envers les questions théologiques dans lesquelles la tradition chrétienne avait lié le sujet du droit. Au contraire, ses écrits révèlent un penseur très concerné par de telles questions et profondément impliqué dans celles-ci. Alors, comment pourrait-il rompre avec cette tradition en proposant une thèse de l'ordre juridique en dehors de la loi naturelle, comme semble suggérer les fragments de Pensées ? Notre thèse est que Pascal n'a pas totalement rompu avec la tradition, mais qu'il a radicalement modifié le pôle qui sous-tend l'ordre juridique. La tradition chrétienne a compris l'ordre juridique comme une expression positive d'une structure ordonnée qui remonte à la source la plus originale du droit - Dieu. Ainsi, elle a structuré le droit civil dans une relation liée à la loi naturelle qui à son tour était positivement liée à la loi éternelle. Pascal comprendra ce lien différemment, c'est-à-dire, que l'ordre juridique est basé sur la concupiscence, qui est la transgression de la loi éternelle. De cette façon, il conserve toujours la même structure que la tradition, mais modifie le pôle de fondation de l'ordre, ce qui explique sa vision tragique. Mots-clés : Pascal, droit, droit naturel, loi naturel, justice, nature, concupiscence, ordonnancement.
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A forma e o princípio da filosofia

Da Costa Pereira, Caio Heleno January 2013 (has links)
Resumo: O trabalho a seguir é constituído das traduções dos textos de Schelling Sobre a possibilidade de uma forma da filosofia em geral e Sobre o eu como princípio da filosofia em geral ou sobre o incondicionado no saber humano. À tradução segue um breve comentário em que se tenta relacionar os escritos a uma ampla discussão gerada pela publicação da Crítica da Razão Pura, em que se buscava encontrar o princípio fundador do sistema da filosofia. Posteriormente, relacionou-se este princípio a algumas questões da filosofia prática, especialmente aqueles referentes ao projeto idealista de aprimoramento humano.
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Intersubjetividade em Merleau-Ponty

Andrade, André Dias de January 2015 (has links)
Orientador: Prof. Dr. Luiz Damon Santos Moutinho / Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa: Curitiba, 26/02/2015 / Inclui referências / Área de concentração: História da filosofia moderna e contemporânea / Resumo: Este trabalho desenvolve questões sobre como a intersubjetividade é tematizada e quais as dificuldades que tal noção enfrenta na filosofia de Merleau-Ponty. Primeiramente, estudamos a abordagem fenomenológica de uma dimensão de experiência comum – a percepção –, partindo da generalidade para então demarcar os limites da subjetividade. Trata-se, na Fenomenologia da Percepção, de investigar a relação entre eu e outro tendo em vista o elo que os une através do corpo próprio. Em seguida passamos ao exame de teses intermediárias da obra de Merleau-Ponty, a fim de pensar a intersubjetividade no âmbito da linguagem. Se num primeiro momento havia uma dimensão de solidão que faz par com a comunicação, ainda em 1945, com os trabalhos em torno do fenômeno da fala este silencio vai passar a ser considerado de outra maneira. Buscamos entender quais as consequências para a intersubjetividade ao se pensar aquele campo comum da experiência como um campo diacrítico, em que o Eu e o Outro não são anteriores à relação. Por fim, examinamos como os elementos descobertos com a fenomenologia da linguagem permitem a Merleau-Ponty pensar a intersubjetividade a partir dum pano de fundo ontológico – o sensível – e, assim, vertê-la em intercorporeidade. Palavras-chave: Merleau-Ponty; Ego; alter Ego; Intersubjetividade; Intercorporeidade. / Abstract: This academic work develops questions about how intersubjectivity is tematized and about which are the difficulties that this notion faces on Merleau-Ponty’s philosophy. Firstly we study the phenomenological approach of a common ground of experience – the perception –, tarting of generality to line off the limits of subjectivity. In Phenomenology of Perception the goal is to investigate the relation between I and other aiming the tie tha bunds then throught the body proper. Afterward we examinate Merleau-Ponty’s middle thesis in order to think intersubjectivity in the field of language. If, at a starting point, there were a dimension of silence and loneliness along with the communication, still in 1945, with the works around the phenomenon of speech this silence will be considered otherwise. We seek to understand wich are the consequences among intesubjectivity when one thinks that common field of experience as a diacritical field, where I and other don’t subsists to relation. Finally, we examine how the elements discovered on the phenomenology of language allow Merleau-Ponty to think intersubjectivity from an ontological stanground – the sensible – and, furthermore, turn it into intercorpority. Keywords: Merleau-Ponty; Ego; alter Ego; Intersubjetividade; Intercorporeidade
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O sentido da ciência em Heidegger na década de 1920 : o problema da mudança na compreensão de ser em Ser e tempo

Milek, Murilo Luiz January 2016 (has links)
Orientador: Prof. Dr. Marco Antonio Valentim / Dissertaçao (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa: Curitiba, 23/02/2016 / Inclui referências : f. 106-107 / Resumo: Investigaremos a filosofia heideggeriana na década de 1920, com ênfase no questionamento do autor sobre a ciência, principalmente em duas de suas obras da época: Introdução à Investigação Fenomenológica e Ser e Tempo. Tentaremos mostrar como a crítica à concepção de verdade como certeza da representação e do conhecimento reconhecido se articula com o conceito existenciário de ciência e o problema na mudança na compreensão-de-ser, característica do projeto físico matemático da natureza; por fim, procuraremos apontar para desenvolvimentos posteriores da questão na obra de Heidegger. Para tal, deveremos, primeiramente, mostrar como a questão heideggeriana sobre o sentido da ciência se posiciona frente à história da filosofia, no que concerne à fundamentação da fenomenologia, principalmente através do diálogo que o autor trava com a tradição moderna representada por Husserl e Descartes, e investigar o lugar da ciência no projeto heideggeriano, através de um levantamento das estruturas da analítica de Ser e Tempo necessárias à interpretação da ciência a partir da existência. Palavras-chave: Fenomenologia, Ciência, Husserl, Compreensão, Existência. / Abstract:This work intend to investigate Heidegger's philosophy in the 1920s, with emphasis on the author's questioning of science, especially in two of his works of the period: Introduction to Phenomenological Research and Being and Time. We will try to show how criticism of the conception of truth as certainty of representation and recognized knowledge is articulated with the existential concept of science and the problem in the change of comprehension-of-being, characteristic of mathematical physical design of nature; Finally, we try to point to further development of the issue in the work of Heidegger. To do this, we must first show how Heidegger's question about the meaning of science face the history of philosophy, concerning the foundation of phenomenology, especially through the dialogue that the author leads with modern tradition represented by Husserl and Descartes and to investigate the place of science in Heidegger's project, through a survey of analytical structures of Being and Time, necessary to the interpretation of science from existence. Keywords: Phenomenology, science, Husserl, understanding, Existence.
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O desenvolvimento do eu em J. S. Mill

Dalaqua, Gustavo Hessmann January 2015 (has links)
Orientadora: Profª Drª Maria Isabel de Magalhães Limongi / Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa: Curitiba, 05/02/2015 / Inclui referências / Área de concentração: Ética e política / Resumo: Esta dissertação tem como objetivo investigar o desenvolvimento do eu [self] no pensamento de John Stuart Mill. O modo como Mill pensa o eu pode ser analisado em três grandes eixos: ético, político e jurídico. Para cada eixo, dedicaremos um capítulo. No primeiro capítulo, veremos de que maneira o desenvolvimento do eu, da individualidade ou do indivíduo (seguindo Mill, empregaremos os três termos indiscriminadamente) implica a formação do caráter [êthos]. Veremos, ademais, que a formação do caráter está intimamente relacionada com a liberdade, que não se realiza isoladamente. Para que o eu se desenvolva e adquira liberdade, o intercâmbio com outrem lhe é fundamental. O término do primeiro capítulo nos levará, pois, à conclusão de que o eu milliano não é insular ou atomístico – isto é, seu desenvolvimento requer a presença de outrem. A mesma conclusão será observada no capítulo seguinte. Do ponto de vista político, o eu milliano tampouco se revela atomístico, uma vez que seu desenvolvimento requer a interação com os outros na esfera política. No terceiro capítulo, notaremos algo similar. Analisado sob seu aspecto jurídico, o indivíduo milliano não deve ser compreendido como uma mônada fechada em si mesma, porquanto os direitos fundamentais que o constituem são estabelecidos mediante um debate que se realiza publicamente. A conclusão de nossa dissertação será a de que o desenvolvimento do eu é para Mill um empreendimento que está sempre em aberto e que, portanto, varia conforme o tempo e o espaço. A individualidade humana jamais se estabelece de uma vez por todas e a interação com outrem é determinante para a sua constituição. Palavras-chave: liberdade; eu; indivíduo; ética; política; justiça; John Stuart Mill. / Resumo: Esta dissertação tem como objetivo investigar o desenvolvimento do eu [self] no pensamento de John Stuart Mill. O modo como Mill pensa o eu pode ser analisado em três grandes eixos: ético, político e jurídico. Para cada eixo, dedicaremos um capítulo. No primeiro capítulo, veremos de que maneira o desenvolvimento do eu, da individualidade ou do indivíduo (seguindo Mill, empregaremos os três termos indiscriminadamente) implica a formação do caráter [êthos]. Veremos, ademais, que a formação do caráter está intimamente relacionada com a liberdade, que não se realiza isoladamente. Para que o eu se desenvolva e adquira liberdade, o intercâmbio com outrem lhe é fundamental. O término do primeiro capítulo nos levará, pois, à conclusão de que o eu milliano não é insular ou atomístico – isto é, seu desenvolvimento requer a presença de outrem. A mesma conclusão será observada no capítulo seguinte. Do ponto de vista político, o eu milliano tampouco se revela atomístico, uma vez que seu desenvolvimento requer a interação com os outros na esfera política. No terceiro capítulo, notaremos algo similar. Analisado sob seu aspecto jurídico, o indivíduo milliano não deve ser compreendido como uma mônada fechada em si mesma, porquanto os direitos fundamentais que o constituem são estabelecidos mediante um debate que se realiza publicamente. A conclusão de nossa dissertação será a de que o desenvolvimento do eu é para Mill um empreendimento que está sempre em aberto e que, portanto, varia conforme o tempo e o espaço. A individualidade humana jamais se estabelece de uma vez por todas e a interação com outrem é determinante para a sua constituição. Palavras-chave: liberdade; eu; indivíduo; ética; política; justiça; John Stuart Mill.

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