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Extração de proteínas de folha de mandioca (Manihot esculenta Crantz) para obtenção de concentrado protéico / The extraction of protein from the Manioc Leaf ( Manihot esculenta Crantz) to obtain protein essence

Ferri, Priscila 07 July 2006 (has links)
Made available in DSpace on 2017-07-10T19:25:02Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Priscila Ferri.pdf: 2540438 bytes, checksum: 0e96b497fd0903bba8d9e7c5a5161c00 (MD5) Previous issue date: 2006-07-07 / The objective of this work was to evaluate the efficiencies of protein extration for attainment of proteins leaf concentrate cassava (Manihot esculenta Crantz), using seven methods of extration cited by authors CEREDA & VILPOUX (2003), CHAVES (1987), TUPINAMBÁ & VIEIRA (1979) and FASUYI & ALETOR (2005). The experiment was carried through in the dependences of the State University of the West of the Paraná campus Cascavel, in the laboratory of Sanitation of the course of Agricultural Engineering. The cassava leves had been harvested in third part of the plant with age of 12 months in a property of the city of Cascavel. For the protein extration dehydrated leves had been used, with rude protein texts in dry base of 36.55 % and humidity of 11.27%. Methods 1 and 2 cited by CEREDA & VILPOUX (2003), method 5 cited by CHAVES (1987), method 6 cited by TUPINAMBÁ & VIEIRA (1979) and method 7 of FASUYI & ALETOR (2005) had been the ones that had gotten greaters proteins texts in the concentrates, above of 50%. The biggest incomes of extration had been gotten by methods 2, 5, 6 and 7 with incomes of protein extration above of 35%. Methods 1, 2, 4 and 5 had been tested using two consecutive extrations similar to improve the losses of mass and to increase the extration income, however only occurred the reduction of the losses of mass in the process, not being then necessary the use of two phases of extration. Methods 1, 2, 4 and 5 had been compared, already applied with leves dehydrated, using cool leves. The cassava leves (Manihot esculenta Crantz) cool had been harvested in third part of the plant with age of 9 months with rude protein texts in dry base of 27.70% with 72% of humidity. It did not have difference in the extration incomes, being more advantageous to use dehydrated leves due to possess minors toxic factors and greater durability. Methods 2 and 5 had revealed alternative for attainment of cassava proteins leaf concentrates, due to extration easiness, and not to need equipment and materials that can increase the cost of protein extration, thus making possible one better exploitation of cassava leves. / O objetivo deste trabalho foi avaliar as eficiências de extração de proteínas para obtenção de concentrados protéicos de folhas de mandioca (Manihot esculenta Crantz), utilizando sete métodos de extração descritos por: CEREDA e VILPOUX (2003), CHAVES (1987), TUPINAMBÁ e VIEIRA (1979) e FASUYI e ALETOR (2005). O experimento foi realizado nas dependências da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, campus de Cascavel, no Laboratório de Saneamento do curso de Engenharia Agrícola. As folhas de mandioca foram colhidas no terço superior da planta com idade de 12 meses em uma propriedade da cidade de Cascavel. Para a extração de proteínas utilizaram-se folhas desidratadas, com teores de proteína bruta em base seca de 36,55 % e umidade de 11,27%. Os métodos 1 e 2 descritos por CEREDA e VILPOUX (2003), o Método 5 descrito por CHAVES (1987), o Método 6 e descrito por TUPINAMBÁ e VIEIRA (1979) e o Método 7 descritos por FASUYI e ALETOR (2005) foram os que obtiveram maiores teores protéicos nos concentrados, acima de 50%. Os maiores rendimentos de extração foram obtidos pelos métodos 2 e 4, com rendimentos de extração de proteína acima de 35%. Foram testados os métodos 1, 2, 4 e 5, utilizando-se duas extrações consecutivas, a fim de melhorar as perdas de massa e aumentar o rendimento de extração, no entanto somente ocorreu a minimização das perdas de massa no processo, não sendo necessária a utilização de duas fases de extração. Foram comparados os métodos 1, 2, 4 e 5, já aplicados com folhas desidratadas, utilizando-se folhas frescas. As folhas de mandioca (Manihot esculenta Crantz) frescas foram colhidas no terço superior da planta com idade de 9 meses com teores de proteína bruta em base seca de 27,70% com 72% de umidade. Não houve diferença nos rendimentos de extração, sendo mais vantajoso utilizar folhas desidratadas, devido ao menor fator tóxico e maior durabilidade. Os métodos 2 e 5 mostraram-se alternativos para obtenção de concentrados protéicos de folhas de mandioca, devido à facilidade de extração e de não necessitarem de equipamentos e materiais que possam aumentar o custo de extração de proteínas, possibilitando assim um melhor reaproveitamento das folhas de mandioca.
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Extração de proteínas de folha de mandioca (Manihot esculenta Crantz) para obtenção de concentrado protéico / The extraction of protein from the Manioc Leaf ( Manihot esculenta Crantz) to obtain protein essence

Ferri, Priscila 07 July 2006 (has links)
Made available in DSpace on 2017-05-12T14:48:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Priscila Ferri.pdf: 2540438 bytes, checksum: 0e96b497fd0903bba8d9e7c5a5161c00 (MD5) Previous issue date: 2006-07-07 / The objective of this work was to evaluate the efficiencies of protein extration for attainment of proteins leaf concentrate cassava (Manihot esculenta Crantz), using seven methods of extration cited by authors CEREDA & VILPOUX (2003), CHAVES (1987), TUPINAMBÁ & VIEIRA (1979) and FASUYI & ALETOR (2005). The experiment was carried through in the dependences of the State University of the West of the Paraná campus Cascavel, in the laboratory of Sanitation of the course of Agricultural Engineering. The cassava leves had been harvested in third part of the plant with age of 12 months in a property of the city of Cascavel. For the protein extration dehydrated leves had been used, with rude protein texts in dry base of 36.55 % and humidity of 11.27%. Methods 1 and 2 cited by CEREDA & VILPOUX (2003), method 5 cited by CHAVES (1987), method 6 cited by TUPINAMBÁ & VIEIRA (1979) and method 7 of FASUYI & ALETOR (2005) had been the ones that had gotten greaters proteins texts in the concentrates, above of 50%. The biggest incomes of extration had been gotten by methods 2, 5, 6 and 7 with incomes of protein extration above of 35%. Methods 1, 2, 4 and 5 had been tested using two consecutive extrations similar to improve the losses of mass and to increase the extration income, however only occurred the reduction of the losses of mass in the process, not being then necessary the use of two phases of extration. Methods 1, 2, 4 and 5 had been compared, already applied with leves dehydrated, using cool leves. The cassava leves (Manihot esculenta Crantz) cool had been harvested in third part of the plant with age of 9 months with rude protein texts in dry base of 27.70% with 72% of humidity. It did not have difference in the extration incomes, being more advantageous to use dehydrated leves due to possess minors toxic factors and greater durability. Methods 2 and 5 had revealed alternative for attainment of cassava proteins leaf concentrates, due to extration easiness, and not to need equipment and materials that can increase the cost of protein extration, thus making possible one better exploitation of cassava leves. / O objetivo deste trabalho foi avaliar as eficiências de extração de proteínas para obtenção de concentrados protéicos de folhas de mandioca (Manihot esculenta Crantz), utilizando sete métodos de extração descritos por: CEREDA e VILPOUX (2003), CHAVES (1987), TUPINAMBÁ e VIEIRA (1979) e FASUYI e ALETOR (2005). O experimento foi realizado nas dependências da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, campus de Cascavel, no Laboratório de Saneamento do curso de Engenharia Agrícola. As folhas de mandioca foram colhidas no terço superior da planta com idade de 12 meses em uma propriedade da cidade de Cascavel. Para a extração de proteínas utilizaram-se folhas desidratadas, com teores de proteína bruta em base seca de 36,55 % e umidade de 11,27%. Os métodos 1 e 2 descritos por CEREDA e VILPOUX (2003), o Método 5 descrito por CHAVES (1987), o Método 6 e descrito por TUPINAMBÁ e VIEIRA (1979) e o Método 7 descritos por FASUYI e ALETOR (2005) foram os que obtiveram maiores teores protéicos nos concentrados, acima de 50%. Os maiores rendimentos de extração foram obtidos pelos métodos 2 e 4, com rendimentos de extração de proteína acima de 35%. Foram testados os métodos 1, 2, 4 e 5, utilizando-se duas extrações consecutivas, a fim de melhorar as perdas de massa e aumentar o rendimento de extração, no entanto somente ocorreu a minimização das perdas de massa no processo, não sendo necessária a utilização de duas fases de extração. Foram comparados os métodos 1, 2, 4 e 5, já aplicados com folhas desidratadas, utilizando-se folhas frescas. As folhas de mandioca (Manihot esculenta Crantz) frescas foram colhidas no terço superior da planta com idade de 9 meses com teores de proteína bruta em base seca de 27,70% com 72% de umidade. Não houve diferença nos rendimentos de extração, sendo mais vantajoso utilizar folhas desidratadas, devido ao menor fator tóxico e maior durabilidade. Os métodos 2 e 5 mostraram-se alternativos para obtenção de concentrados protéicos de folhas de mandioca, devido à facilidade de extração e de não necessitarem de equipamentos e materiais que possam aumentar o custo de extração de proteínas, possibilitando assim um melhor reaproveitamento das folhas de mandioca.

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