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[en] SCRIPTING CUSTOMIZED COMPONENTS FOR WIRELESS SENSOR NETWORKS / [pt] PROGRAMANDO REDES DE SENSORES SEM FIO COM SCRIPTS SOBRE COMPONENTES CUSTOMIZADOSADRIANO FRANCISCO BRANCO 09 June 2016 (has links)
[pt] Programar redes de sensores sem fio (RSSF) é uma tarefa difícil. O
programador tem que lidar com várias atividades simultâneas em um ambiente
com recursos extremamente limitados. Neste trabalho propomos um
modelo de programação para facilitar essa tarefa. O modelo que propomos
combina o uso de máquinas virtuais configuráveis baseadas em componentes
com uma linguagem de script reativa que pode ser analisada estaticamente
para evitar conitos de memória e execução de laços infinitos. Essa abordagem
permite a exibilidade de carregamento remoto de código nos nós
da rede combinado com um conjunto de garantias para o programador. A
escolha de um conjunto específico de componentes numa configuração de
máquina virtual define o nível de abstração visto pelo script da aplicação.
Para avaliar esse modelo, construímos Terra, um sistema que combina a
linguagem de script Céu-T com uma máquina virtual e uma biblioteca de
componentes. Nós projetamos esta biblioteca considerando as funcionalidades
comumente necessárias em aplicações de RSSF - tipicamente para
sensoreamento e controle. Implementamos diferentes aplicações utilizando
Terra e uma linguagem orientada a eventos baseados em C. Além disso discutimos
as vantagens e desvantagens dessas implementações alternativas.
Finalmente, também avaliamos Terra medindo o custo adicional em uma
aplicação básica e discutimos sua utilização e custo em diferentes cenários
de aplicações WSNs. / [en] Programming wireless sensors networks (WSN) is a difficult task. The
programmer must deal with several concurrent activities in an environment
with severely limited resources. In this work we propose a programming
model to facilitate this task. The model we propose combines the use of
configurable component-based virtual machines with a reactive scripting
language which can be statically analyzed to avoid unbounded execution
and memory conicts. This approach allows the exibility of remotely
uploading code on motes to be combined with a set of guarantees for
the programmer. The choice of the specific set of components in a
virtual machine configuration defines the abstraction level seen by the
application script. To evaluate this model, we built Terra, a system
combining the scripting language Céu-T with the Terra virtual machine and
a library of components. We designed this library taking into account the
functionalities commonly needed in WSN applications - typically for sense
and control. We implemented different applications using Terra and using
an event-driven language based on C and we discuss the advantages and
disadvantages of the alternative implementations. Finally, we also evaluate
Terra by measuring its overhead in a basic application and discussing its
use and cost in different WSN scenarios.
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Towards a safe and secure synchronous languageAttar, Pejman 12 December 2013 (has links) (PDF)
Cette thèse propose une nouvelle approche du parallélisme et de la concurrence, posant les bases d'un langage de programmation à la fois sûr et "secure" (garantissant la sécurité des données), fondé sur une sémantique formelle claire et simple, tout en étant adapté aux architectures multi-cores. Nous avons adopté le paradigme synchrone, dans sa variante réactive, qui fournit une alternative simple à la programmation concurrente standard en limitant l'impact des erreurs dépendant du temps ("data-races"). Dans un premier temps, nous avons considéré un langage réactif d'orchestration, DSL, dans lequel on fait abstraction de la mémoire (Partie 1). Dans le but de pouvoir traiter la mémoire et la sécurité, nous avons ensuite étudié (Partie 2) un noyau réactif, CRL, qui utilise un opérateur de parallélisme déterministe. Nous avons prouvé la réactivité bornée des programmes de CRL. Nous avons ensuite équipé CRL de mécanismes pour contrôler le flux d'information (Partie 3). Pour cela, nous avons d'abord étendu CRL avec des niveaux de sécurité pour les variables et les évènement, puis nous avons défini dans le langage étendu, SSL, un système de types permettant d'éviter les fuites d'information. Parallèlement (Partie 4), nous avons ajouté la mémoire à CRL, en proposant le modèle DSLM. En utilisant une notion d'agent, nous avons structuré la mémoire de telle sorte qu'il ne puisse y avoir de "data-races". Nous avons également étudié l'implémentation de DSLM sur les architectures multi-cores, fondée sur la notion de site et de migration d'un agent entre les sites. L'unification de SSL et de DSLM est une piste pour un travail futur.
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