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A metáfora e a metonímia sob a perspectiva dos sistemas dinâmicos complexos e da teoria fractal no processo de conceitualização da violência urbana na cidade de Fortaleza-CE / The metaphor and metonymy from the perspective of the complex dynamical systems and fractal theory in the conceptualization process of urban violence in the city of Fortaleza

Marques, Pedro Jorge da Silva January 2014 (has links)
MARQUES, Pedro Jorge da Silva. A metáfora e a metonímia sob a perspectiva dos sistemas dinâmicos complexos e da teoria fractal no processo de conceitualização da violência urbana na cidade de Fortaleza-CE. 2014. 300f. – Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Ceará, Departamento de Letras Vernáculas, Programa de Pós-graduação em Linguística, Fortaleza (CE), 2014. / Submitted by Márcia Araújo (marcia_m_bezerra@yahoo.com.br) on 2014-06-05T13:26:02Z No. of bitstreams: 1 2014_dis_pjsmarques.pdf: 2134374 bytes, checksum: 4cac6d3ff6cee499f4f77189d7c42784 (MD5) / Approved for entry into archive by Márcia Araújo(marcia_m_bezerra@yahoo.com.br) on 2014-06-05T13:58:23Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2014_dis_pjsmarques.pdf: 2134374 bytes, checksum: 4cac6d3ff6cee499f4f77189d7c42784 (MD5) / Made available in DSpace on 2014-06-05T13:58:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2014_dis_pjsmarques.pdf: 2134374 bytes, checksum: 4cac6d3ff6cee499f4f77189d7c42784 (MD5) Previous issue date: 2014 / The metaphor has always occupied an important place in meaning studies and with the advances on Cognitive Linguistics researches this figure presents itself more evident when put in relation with metonym, which has less importance on academic researches. In this context, this very work aims: (i) establish the primacy of metonym over metaphor by the dynamic discourse analysis of focal group participants when discussing urban violence in the city of Fortaleza; (ii) verify if the metonymic relations appear both in context and wording; and (iii) demonstrate that metonyms are responsible for the emerging of great part of metaphorical vehicles, so important to the construction of meaning. Thus, it was necessary to discuss the main approaches of these phenomena in light of Complex Dynamic Systems theory, anchored on Larsen-Freeman (1997); Larsen-Freeman e Cameron (2008), on fractal theory, based in Paiva (2010) e Mandelbrot (1982), as Capra (2006). This theoretical reference served as base to verify the hypothesis that great part of metaphors emerge from metonyms and that the relations contribute to the emerging of that both contextual and wording levels arise fragmented in the real discourse of focal group participants. Furthermore, the research proposes itself to also describe the process of conceptualization of urban violence based in the criteria of complexity paradigm, showing its importance to the current researches. To give consistency to that discussion we based ourselves in authors such as Goosens (1990, 1995), Barcelona (1997) and Radden (2003), who also discuss the complex relation between metaphor and metonym. Our study is ruled by a qualitative and theoretical research that allows us to reflect about the primacy of metonym over metaphor, analyzing the transcription of three focal groups that discussed the urban violence in the city of Fortaleza. The analysis allowed until this moment the ascertainment that in some cases, in the process of conceptualization, the metaphor arises from metonym, as relations that structure metonym, such as take a tree for a forest, institution for its responsible ones, effect by cause, permeate both wording and context of the discussion of the focal group participants. This made us come to the conclusion that a series of metaphors come from metonyms, what shows that although metaphor and metonym interact themselves, there is a primacy of the second over the first in some cases. / A metáfora sempre ocupou um lugar de destaque nos estudos do significado e, com o avanço das pesquisas em Linguística Cognitiva, essa figura apresenta-se mais evidente quando posta em relação com a metonímia, que ganha pouco destaque nas pesquisas acadêmicas. Nesse contexto, a presente pesquisa tem como objetivos: (i) estabelecer a primazia da metonímia sobre a metáfora por meio da análise dinâmica do discurso dos participantes de grupos focais, ao discutirem a violência urbana na cidade de Fortaleza; (ii) verificar se as relações metonímicas dão-se tanto em nível contextual como de enunciado; e (iii) demonstrar que as metonímias são responsáveis pela emergência de grande parte dos veículos metafóricos, tão importantes para a construção do sentido. Para tanto, fez-se necessário discutir as principais abordagens dos fenômenos à luz da teoria dos Sistemas Dinâmicos Complexos, ancorados em Larsen-Freeman (1997); Larsen-Freeman e Cameron (2008), na teoria fractal, com fundamentos em Paiva (2010) e Mandelbrot (1982), assim como Capra (2006). Esse referencial teórico serviu de base para verificarmos a hipótese de que grande parte das metáforas será oriunda de metonímia e de que as relações que contribuem para a emergência dessa figura deram-se tanto em nível contextual como de enunciado, surgindo de forma fragmentada no discurso real dos participantes dos grupos focais. Além disso, a pesquisa propõe-se também a descrever o processo de conceitualização da violência urbana com base nos critérios do paradigma da complexidade, mostrando sua importância para as atuais pesquisas. Para dar consistência à nossa discussão, embasamo-nos em autores como Goosens (1990, 1995), Barcelona (1997) e Radden (2003) que também discutem a complexa relação entre metáfora e metonímia. Nosso estudo está pautado em uma pesquisa qualitativa e teórica, que nos permite refletir acerca da primazia da metonímia em relação à metáfora, analisando a transcrição de três grupos focais que discutiram a questão da violência urbana na cidade de Fortaleza-CE. A análise permitiu constatar, até o momento que, em alguns casos, no processo de conceitualização da violência urbana, a metáfora tem procedência na metonímia, visto que as relações que estruturam a metonímia, como parte pelo todo, instituição pelos responsáveis, efeito pela causa, entre outros, permeiam tanto o enunciado como o contexto da discussão dos participantes dos grupos focais. Isso nos fez chegar à conclusão de que uma série de metáforas provém de metonímias o que mostra que, apesar de a metáfora e a metonímia interagirem entre si, em alguns casos, há primazia desta sobre aquela.
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Um modelo para a dinâmica de abertura e fechamento dos estômatos de uma folha. / A model for the dynamics of opening and closing of the leaf stomata.

Ferraz, Marcus Cima 16 August 2005 (has links)
Onde há luz suficiente ,os estômatos, pequenos poros localizados na superfície das folhas, com abertura regulável, tendem a abrir . Isto permite a absorção de C02 (e, portanto, a fotossíntese) , e a evaporação de água, que não pode, porém, ser excessiva. As plantas conseguem ajustar a sua abertura dos estômatos, otimizando a absorção de C02 e adequando-se, ao mesmo tempo, à disponibilidade de água no ambiente. Recentemente, inúmeras experiências mostraram que, ao contrário do que se supunha, a abertura de um estômato parece depender da interação deste com seus estômatos vizinhos. Sob estresse hídrico, o movimento de abrir e fechar, dos estômatos de uma região da folha, freqüentemente se sincroniza, formando padrões espaço-temporais persistentes. Este trabalho teve como objetivo o estudo da dinâmica desses padrões. Reproduzimos, num primeiro momento deste estudo, um modelo proposto por Haefner e colaboradores, para entender melhor o problema. Este modelo , no entanto, demonstrou ser ineficiente sob vários aspectos, ao contrário do que observam os autores. Novos modelos foram então propostos, com resultaados mais próximos aos observados nos experimentosque apresentam melhor concordância com os experimentos. Em particular, destacamos o Modelo de Veias Aleatórias com Histerese, que utiliza a hipótese da existência de um retardo e uma histerese no mecanismo de abertura e fechamento dos estômatos, com resultados que reproduzem a diversidade de comportamento da dinâmica estomática observada experimentalmente. / When there is enough light, stomata - variable aperture pores distributed on plant´s leaves - tend to open. This mechanism allows the absorption of C02 (and so the reaction of photosynthesis) as well as the evaporation of water. The plant can adjust its stomatal aperture over time, in order to maximize C02 uptake with an water loss compatible with environmental conditions. Recently, many experiments have shown that the aperture of a single stomata depends on its interaction with the neighbors in an emergent complex behavior. Under water stress the opening and closing of stomata aperture often becomes synchronized in spatially extended patches, with a rich dynamical behavior. In this work we have studied this phenomena. We first reproduce a model proposed by Haefner and collaborators, in an attempt to better understand this phenomena. The model, however, has been unable to generate patches or an oscillatory behavior in the steady state, as claimed by th authors. We proposed then new models, that show better agreement with experiments. In a particular, the model called by us Randon Vein Model with Hysteresis was able to reproduce most of the behaviors observed in real leaves, including the formation of patches and an non-regular oscillations in the steady state.
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Um modelo para a dinâmica de abertura e fechamento dos estômatos de uma folha. / A model for the dynamics of opening and closing of the leaf stomata.

Marcus Cima Ferraz 16 August 2005 (has links)
Onde há luz suficiente ,os estômatos, pequenos poros localizados na superfície das folhas, com abertura regulável, tendem a abrir . Isto permite a absorção de C02 (e, portanto, a fotossíntese) , e a evaporação de água, que não pode, porém, ser excessiva. As plantas conseguem ajustar a sua abertura dos estômatos, otimizando a absorção de C02 e adequando-se, ao mesmo tempo, à disponibilidade de água no ambiente. Recentemente, inúmeras experiências mostraram que, ao contrário do que se supunha, a abertura de um estômato parece depender da interação deste com seus estômatos vizinhos. Sob estresse hídrico, o movimento de abrir e fechar, dos estômatos de uma região da folha, freqüentemente se sincroniza, formando padrões espaço-temporais persistentes. Este trabalho teve como objetivo o estudo da dinâmica desses padrões. Reproduzimos, num primeiro momento deste estudo, um modelo proposto por Haefner e colaboradores, para entender melhor o problema. Este modelo , no entanto, demonstrou ser ineficiente sob vários aspectos, ao contrário do que observam os autores. Novos modelos foram então propostos, com resultaados mais próximos aos observados nos experimentosque apresentam melhor concordância com os experimentos. Em particular, destacamos o Modelo de Veias Aleatórias com Histerese, que utiliza a hipótese da existência de um retardo e uma histerese no mecanismo de abertura e fechamento dos estômatos, com resultados que reproduzem a diversidade de comportamento da dinâmica estomática observada experimentalmente. / When there is enough light, stomata - variable aperture pores distributed on plant´s leaves - tend to open. This mechanism allows the absorption of C02 (and so the reaction of photosynthesis) as well as the evaporation of water. The plant can adjust its stomatal aperture over time, in order to maximize C02 uptake with an water loss compatible with environmental conditions. Recently, many experiments have shown that the aperture of a single stomata depends on its interaction with the neighbors in an emergent complex behavior. Under water stress the opening and closing of stomata aperture often becomes synchronized in spatially extended patches, with a rich dynamical behavior. In this work we have studied this phenomena. We first reproduce a model proposed by Haefner and collaborators, in an attempt to better understand this phenomena. The model, however, has been unable to generate patches or an oscillatory behavior in the steady state, as claimed by th authors. We proposed then new models, that show better agreement with experiments. In a particular, the model called by us Randon Vein Model with Hysteresis was able to reproduce most of the behaviors observed in real leaves, including the formation of patches and an non-regular oscillations in the steady state.

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