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Avaliação do teor de tanino em linhagens de sorgo granífero [Sorghum bicolor (L.) Moench] e seus cruzamentos / not availableBorges, Jose Fernando Martins 11 November 1993 (has links)
Este estudo teve como objetivo estimar parâmetros genéticos do teor de tanino em sorgo granífero em ensaios conduzidos em dois locais (Não Me Toque-RS e Capinópolis-MG). Os tratamentos originaram-se de um esquema de cruzamentos dialéticos parciais. O teor de tanino dos grãos foi estimado através do método da vanilina-HCL. Os teores de tanino, em equivalentes de catequina, variaram de 0,00 a 4,48 e.c. O alto conteúdo de tanino foi dominante sobre o baixo. Houve pronunciada heterose nos cruzamentos, com média de 1,33 e.c. ou de 249,60% em relação à média dos pais. Os componentes que mais contribuíram para a manifestação heterótica foram a heterose média e a heterose do conjunto 1. Verificou-se que o controle genético do tanino no grão diferiu daquele nas partes verdes da planta. Observou-se que a produtividade de grãos não foi influenciada pela presença de tanino. No local1 mediu-se o tanino em diferentes fases de desenvolvimento do grão, a saber: maturidade fisiológica, época da colheita e 30 dias após a colheita. O valor médio mais alto foi obtido na maturidade fisiológica (2, 27, e.c.), reduzindo nos dois estágios subsequentes (1, 53 e 1,27 e.c. respectivamente) / not available
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Avaliação do teor de tanino em linhagens de sorgo granífero [Sorghum bicolor (L.) Moench] e seus cruzamentos / not availableJose Fernando Martins Borges 11 November 1993 (has links)
Este estudo teve como objetivo estimar parâmetros genéticos do teor de tanino em sorgo granífero em ensaios conduzidos em dois locais (Não Me Toque-RS e Capinópolis-MG). Os tratamentos originaram-se de um esquema de cruzamentos dialéticos parciais. O teor de tanino dos grãos foi estimado através do método da vanilina-HCL. Os teores de tanino, em equivalentes de catequina, variaram de 0,00 a 4,48 e.c. O alto conteúdo de tanino foi dominante sobre o baixo. Houve pronunciada heterose nos cruzamentos, com média de 1,33 e.c. ou de 249,60% em relação à média dos pais. Os componentes que mais contribuíram para a manifestação heterótica foram a heterose média e a heterose do conjunto 1. Verificou-se que o controle genético do tanino no grão diferiu daquele nas partes verdes da planta. Observou-se que a produtividade de grãos não foi influenciada pela presença de tanino. No local1 mediu-se o tanino em diferentes fases de desenvolvimento do grão, a saber: maturidade fisiológica, época da colheita e 30 dias após a colheita. O valor médio mais alto foi obtido na maturidade fisiológica (2, 27, e.c.), reduzindo nos dois estágios subsequentes (1, 53 e 1,27 e.c. respectivamente) / not available
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