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Uma análise de auto-referência baseada em fluxos semânticos

da Silva Aguiar, Sergio 31 January 2008 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T15:51:05Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo1994_1.pdf: 1208830 bytes, checksum: 32c7ea2d84b4aa7902debd9b73581d77 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2008 / O objetivo principal desse trabalho é apresentar uma teoria de ‡uxos (streams em inglês), que são pares ordenados possivelmente aninhados, capaz de anal- isar sentenças (proposições) em geral, incluindo aquelas que apresentam auto- referência. Desejamos que uma teoria geral, como a teoria dos conjuntos, possa fundamentá-las. Entretanto, teorias clássicas de conjuntos como a ZFC controlam auto-referência por meio de um axioma - O Axioma da Fundação. Por esse motivo fundamentamos nossa semântica numa teoria mais abrangente desenvolvida por Honsell e Forti (1983) e aperfeiçoada por Peter Aczel (1988) - A Teoria dos Hiper- conjuntos. Na perspectiva dos hiperconjuntos, estruturas com auto-referência (circularidade) são admitidas sem problemas. Como desejamos analisar sentenças, isto é, interpretá-las num certo mundo e avaliá-las, uma das principais preocupações são os critérios …losó…cos do que en- tendemos como verdade. Por isso, começamos em nosso primeiro capítulo, fazendo um apanhado geral das teorias …losó…cas da verdade. A…m de compararmos o poder de interpretação de teorias clássicas com teo- rias mais modernas como a dos hiperconjuntos, apresentamos, ainda que muito resumidamente, os principais aspectos da teoria dos conjuntos (ZFC) e em seguida falamos sobre hiperconjuntos, bissimulação e ‡uxos, cuja compreensão é essencial para a semântica da linguagem em nossa abordagem. Com essas noções em mãos, entendemos que podemos analisar proposições tidas como paradoxais. O principal representante dos paradoxos com auto- referência é o assim chamado Paradoxo do Mentiroso: “Esta sentença é falsa”. Al- gumas linguagens foram desenvolvidas objetivando dar uma semântica adequada ao paradoxo, mas cadas uma delas apresentaram problemas e sofreram críticas por apresentarem pontos fracos sob alguns aspectos tidos como essenciais. Então, apresentamos algumas abordagens, concebidas para minimizar esses problemas: as abordagens de Bertrand Russel, Tarski, Kripke, Barwise & Etchemendy e de A. N. Prior. A nossa abordagem baseou-se principalmente numa a…rmação de Prior que "toda sentença pode ser entendida como uma a…rmação de verdade sobre ela mesma". Entretanto, apresenta também aspectos semelhantes às linguagens de- senvolvidas por Tarski (metalinguagens), Kripke (apelo semântico) e Barwise & Etchemendy (semântica situacional). Desenvolvemos uma linguagem que pode acomodar sentenças em geral, inclusive as que apresentam auto-referência. Al- guns problemas apresentados em abordagens multivaloradas foram resolvidos, pois o nosso sistema não apresenta mais do que dois valores para avaliação. Problemas de linguagens puramente sintáticas também foram sanados, pois a nossa estru- tura não é baseada apenas em aspectos sintáticos e possui ponto …xo. Com isso acreditamos que, sem perdermos intuição, ganhamos poder de interpretação. Acreditamos também que uma prova pode ser interpretada como sendo um ‡uxo semântico, pois é nada mais que uma seqüência de proposições adequada- mente encadeadas. Sendo assim, no último capítulo falamos sobre provas diretas e provas por absurdo. Um resultado interessante é que a interpretação de provas por absurdo dá origem a um objeto potencialmente in…nito bissimilar à sentença do Mentiroso
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A Minefield of Possibilities: The viability of Liberal Peace in Somaliland, with particular reference to Mine Action.

Njeri, Sarah January 2015 (has links)
The dominant liberal peacebuilding critiques tends to focus on ‘states’ and the failure of interventions in rebuilding them. Consequently, a standardised critique has emerged largely because the critics apply a broad brush across a diverse range of contexts, programmes, issues and activities as illustrated by the lack of scrutiny on mine action and emerging contexts such as Somaliland. The liberal peacebuilding critics critique the standardised ‘one size fits all approach’ employed by interveners, yet they take the same approach. I therefore argue for the need to broaden the critique to include other elements and contexts of peacebuilding. I demonstrate that as an intervention mine action has intrinsic peacebuilding potential. However, the way mine action is implemented both globally and in Somaliland reflects the same dominant characteristics of the liberal peacebuilding critique i.e.; it is externally led; uses technical and standardised formulaic approaches; disregards local context thus failing to secure local ownership. Attributes that the critics argue have led to the failure and/or limited success of peacebuilding interventions. I therefore contend with the critics and demonstrate how these attributes have contributed to the challenges of implementing mine action activities thereby limiting mine actions ‘peace-ability’ potential in Somaliland. However, beyond the implementation modalities there are other factors that further contribute to limiting this potential; these include the Sector Actors; the Somaliland context i.e. the historical and political context, and the perception of Somaliland people. Thus in conclusion I argue for a nuanced critique that acknowledges the challenging realities of implementing programmes in challenging post conflict environments.
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A minefield of possibilities : the viability of liberal peace in Somaliland, with particular reference to mine action

Njeri, Sarah January 2015 (has links)
The dominant liberal peacebuilding critiques tends to focus on ‘states’ and the failure of interventions in rebuilding them. Consequently, a standardised critique has emerged largely because the critics apply a broad brush across a diverse range of contexts, programmes, issues and activities as illustrated by the lack of scrutiny on mine action and emerging contexts such as Somaliland. The liberal peacebuilding critics critique the standardised ‘one size fits all approach’ employed by interveners, yet they take the same approach. I therefore argue for the need to broaden the critique to include other elements and contexts of peacebuilding. I demonstrate that as an intervention mine action has intrinsic peacebuilding potential. However, the way mine action is implemented both globally and in Somaliland reflects the same dominant characteristics of the liberal peacebuilding critique i.e.; it is externally led; uses technical and standardised formulaic approaches; disregards local context thus failing to secure local ownership. Attributes that the critics argue have led to the failure and/or limited success of peacebuilding interventions. I therefore contend with the critics and demonstrate how these attributes have contributed to the challenges of implementing mine action activities thereby limiting mine actions ‘peace-ability’ potential in Somaliland. However, beyond the implementation modalities there are other factors that further contribute to limiting this potential; these include the Sector Actors; the Somaliland context i.e. the historical and political context, and the perception of Somaliland people. Thus in conclusion I argue for a nuanced critique that acknowledges the challenging realities of implementing programmes in challenging post conflict environments.

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