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ESCRIDELEITURAS: GESTOS QUE TRANSBORDAM INFÂNCIA

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Previous issue date: 2017-01-30 / Uma tese. Canto de ternura. Experiência inventiva que se configura como escrita-ensaio para também pensarmos a nós mesmos nos processos de afirmação da vida. Vida despregada dos modelos hegemônicos da razão instrumental, provocando aberturas, movendo formas. Um encontro com gestos que transbordam infância e invadem o mundo prescrito, buscando desfazer as lógicas das disciplinas adestradas pelas concepções linguísticas invariáveis. Devir-criança, tempo que agencia uma maneira de estar no mundo e de conhecê-lo. Sendo assim, produzimos quais políticas da cognição? Cognição Representacional ou Cognição Inventiva? Estamos entre processos representacionais e inventivos que colocam o problema do conhecer em questão. Entre território de passagem, desafio das aprendizagens investigativas, outras sonoridades: fazer uma experiência com os gestos-afeções que ainda podem ser escritos no aprender como fluxo e não como código; problematizar diferenciados processos escrideleituras das crianças que podem criar outros modos de pensar, de ler, de dizer e de sentir as relações com a escola e com o educativo, bem como cartografar os movimentos territoriais do Centro Municipal de Educação Infantil Ritornelo com seus deslocamentos intensivos. Linhas narradas com Deleuze, Guattari, Rancière, Blanchot, Kohan, Corazza, Kastrup, Spinoza, Skliar, Larrosa e outros. Aventura filosófica das pistas do plano conceitual rizomando usos, conversas, processos formativos, invenção, diferença. Composições que evocam a potência dos bons encontros. Podemos inventar? Estamos implicados em fazer durar o que de algum modo escapa da totalidade representativa do código alfabetizador e fragiliza os métodos de aquisição das habilidades de ler e escrever. Portanto, abraçamos escritas e leituras povoadas de gestos-textos. Estilo que gagueja com a força do expressivo. Acreditamos na condição indefinida do que estar sendo criança: modos escrideleituras, uma língua que vibra diferença, um jeito de existir. Cores de poesia, ternura de uma vida que transborda infância.

Identiferoai:union.ndltd.org:IBICT/oai:dspace2.ufes.br:10/8523
Date30 January 2017
CreatorsMEDEIROS, F. V.
ContributorsGOMES, M. R. L., Soares, M.C.S., PAIVA, J. M., Barros, M. E. B. de, CARVALHO, J. M., FERRACO, C. E.
PublisherUniversidade Federal do Espírito Santo, Doutorado em Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, UFES, BR
Source SetsIBICT Brazilian ETDs
Detected LanguagePortuguese
Typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion, info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
Formatapplication/pdf
Sourcereponame:Repositório Institucional da UFES, instname:Universidade Federal do Espírito Santo, instacron:UFES
Rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess

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