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Respostas neuromusculares e fisiológicas entre protocolo intermitente e contínuo de fadiga no ciclismo

Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Florianópolis, 2015. / Made available in DSpace on 2015-10-20T03:13:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1
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Previous issue date: 2015 / O objetivo do presente estudo foi investigar e comparar o processo de fadiga em ciclistas e triatletas durante um protocolo específico de ciclismo que simulou situações reais de competição e outro de potência constante. Participaram deste estudo seis atletas competitivos (26 ± 3,8 anos; 74,8 ± 6,7 kg; 181,5 ± 4,0 cm). No primeiro dia de avaliação foi realizado um teste incremental máximo em cicloergômetro para verificar o consumo máximo de oxigênio, limiares fisiológicos e a potência aeróbia máxima. Nas visitas subsequentes foram realizados testes neuromusculares (contrações voluntárias máximas, contrações induzidas eletricamente, preensão manual), o teste específico de ciclismo (PIC) e o de potência constante (PCC) que acumulou um trabalho total equivalente àquele acumulado durante o PIC. Antes e após os testes de ciclismo foram analisadas: (1) a ativação voluntária (VA), (2) Onda motora (M-wave), (3) estímulos elétricos potencializados (4) a ativação muscular dos músculos vasto lateral (VL), reto femoral (RF), cabeça longa do bíceps femoral (5) valor root mean saquare (RMS) normalizado pela M-wave (RMS/M-wave) (6) força de preensão manual e (7) torque da contração voluntária máxima. Durante a pedalada variáveis fisiológicas (percepção subjetiva de esforço (PSE) e concentração de lactato ([La]) e a M-wave também foram verificadas. Foi utilizada a análise de variância (ANOVA two way) para detectar as diferenças e a correlação de Pearson para determinar a relação entre as variáveis nos dois protocolos estudados. O nível de significância adotado foi de p< 0,05 para todos os testes. Os resultados demonstraram uma redução similar no PIC e PPC do torque dos extensores (~14 e 10,5%, respectivamente) e flexores do joelho (~14 e 8%, respectivamente), VA (~11 e 10%, respectivamente), nos estímulos elétricos potencializados, na amplitude da M-wave, na ativação muscular e na razão RMS/M-wave. A força de preensão não apresentou diferença e foi similar entre os protocolos (p>0,05). PSE e [La] foram significativamente maiores durante o PIC. Durante a pedalada a amplitude da M-wave do músculo VL foi significativamente maior no 1, 30, 60 min comparado com o 120 min e do músculo RF apenas no 30 min em relação ao 120 min, tanto no PIC como no PPC. Por fim, conclui-se que ocorreu redução similar na produção de força após PIC e PPC. Além disso, as alterações centrais e periféricas responsáveis pela redução da força foram similares nos dois modelos de exercício.<br> / Abstract : The aim of this study was to investigate and to compare the process of fatigue in cyclists and triathletes during a specific protocol and a protocol with constant power. Six competitive athletes (26 ± 3.8 years; 74.8 ± 6.7 kg; 181.5 ± 4.0 cm) performed in the first day of evaluation a maximal incremental cycle ergometer test to verify the maximum oxygen consumption, physiological thresholds and maximal aerobic power. In subsequent were conducted neuromuscular tests (maximal voluntary contractions, contractions induced electrically and handgrip), the specific cycling (PIC) test and the constant power test. The constant power protocol (PPC) accumulated a total work equivalent to that accumulated during the PIC. Before and after cycling tests were analyzed: (1) maximal voluntary activation (VA), (2) M-wave, (3) electrically evoked contractions (4) root mean square of vastus lateralis (VL) , rectus femoris (RF), biceps femoris (5) RMS / M-wave (6) handgrip test (7) maximal voluntary contraction. It was analyzed, perceived exertion (PSE), lactate concentration ([LAC]) and the M-wave during cycling. Analysis of variance (two-way ANOVA) to detect differences in the variables and Pearson's correlation to determine the relationship between the variables in the two protocols. The level of significance was p <0.05 for all tests. The results showed a similar reduction in maximal voluntary contraction of knee extensor muscles in PIC and PPC (~ 14 and 10.5%, respectively) and knee flexors muscles (~ 14 and 8%, respectively), VA (~ 11 and 10%, respectively) electrically evoked contractions, M-wave amplitude, RMS, RMS / M-wave. Handgrip showed no difference and was similar between protocols (p> 0.05). PSE and [LAC] were significantly higher during the PEC. During cycling the amplitude of the VL muscle M-wave was significantly higher on 1th, 30th, 60th min compared with 120th min, however, RF muscle M-wave amplitude was higher only 30th compared with 120th min both the PIC and the PPC. It is concluded that there was a similar reduction in maximal voluntary contraction after PIC and PPC. Furthermore, the central and peripheral mechanisms responsible for the reduced strength were similar in both exercise models.

Identiferoai:union.ndltd.org:IBICT/oai:repositorio.ufsc.br:123456789/135682
Date January 2015
CreatorsBerneira, Joscelito de Oliveira
ContributorsUniversidade Federal de Santa Catarina, Diefenthaeler, Fernando
Source SetsIBICT Brazilian ETDs
LanguagePortuguese
Detected LanguagePortuguese
Typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion, info:eu-repo/semantics/masterThesis
Format87 p.| il., grafs., tabs.
Sourcereponame:Repositório Institucional da UFSC, instname:Universidade Federal de Santa Catarina, instacron:UFSC
Rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess

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