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Radiodifusão local na faixa de 26 MHz usando DRM : resultados de testes em Brasília

Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Tecnologia, Departamento de Engenharia Elétrica, 2007. / Submitted by Aline Jacob (alinesjacob@hotmail.com) on 2010-01-05T22:27:30Z
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Previous issue date: 2007-03-16 / A digitalização da radiodifusão sonora está em andamento em vários países do mundo. Um dos sistemas disponíveis para essa digitalização é o Digital Radio Mondiale (DRM), que foi concebido para ser usado em freqüências inferiores a 30 MHz. Esse sistema pode propiciar recepção e áudio de qualidade muito superior àquela oferecida pela radiodifusão sonora AM, utilizando canais com largura de 10 ou 20 kHz. Uma aplicação desse sistema que tem despertado interesse é a radiodifusão local na faixa de 26 MHz (25,67 a 26,1 MHz), por meio de propagação em linha de visada, de forma semelhante ao que se faz em VHF usando a modulação analógica FM. A faixa de 26 MHz é usada tradicionalmente para transmissão de longa distância por meio de reflexão ionosférica, mas essa propagação não é efetiva na maior parte do ciclo de 11 anos da atividade solar. Por isso, ela é muito pouco utilizada. Com objetivo de avaliar o desempenho do sistema DRM em transmissões locais na faixa de 26 MHz e, conseqüentemente, a viabilidade dessa modalidade de radiodifusão, foi realizada uma campanha de testes de campo em Brasília. Essa dissertação descreve os testes realizados e os resultados obtidos. Esses testes indicaram que o sinal DRM de 26 MHz pode ter uma área de cobertura similar a de um sinal FM/VHF, tendo uma potência bem menor que a desse último. Contudo, podem ocorrer interrupções do áudio recuperado quando a recepção é em movimento e se está nos limites da área de cobertura ou em local onde a intensidade do sinal recebido varia muito por causa dos múltiplos percursos de propagação. Testes complementares e testes de maior duração são recomendados para uma avaliação mais indubitável da viabilidade dessa modalidade de radiodifusão. __________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / The digitalization of the sound broadcasting systems is currently underway throughout the world. One of the systems available for such a process is Digital Radio Mondiale (DRM), which is currently designed to operate in frequencies below 30 MHz. Through the use of the DRM system, a much higher audio quality can be achieved than that of AM radio with the use of 10 or 20 kHz wide channels. One interesting application of this system is local broadcasting in the 26 MHz band (25.67 to 26.1 MHz), using line-of-sight propagation in a way similar to that used in VHF, with frequency modulated signals. The 26 MHz band is traditionally used for long range transmission through ionospheric reflection. However, this propagation method is not effective in most of the time of the 11 year sunspot cycle. Therefore it is nowadays scarcely used. A test campaign was carried out in Brasilia in the attempt to better evaluate the performance of the DRM system for local broadcasting in the 26 MHz band and consequently the viability of such an application. This dissertation describes those tests and the results obtained. There was a clear indication that the 26 MHz DRM signal can achieve a reception area similar to that of a FM/VHF signal using a much lower radiated power. Nevertheless, audio dropouts can occur in the mobile reception performed in the boundaries of the reception area or in locations where the signal received experiences strong variations caused by multipath propagation. Some complementary tests, as well as some long-term tests, should be made in order to better endorse this broadcasting strategy.

Identiferoai:union.ndltd.org:IBICT/oai:repositorio.unb.br:10482/2950
Date16 March 2007
CreatorsNeves, Rafael Granja
ContributorsSilva, Lúcio Martins da
Source SetsIBICT Brazilian ETDs
LanguagePortuguese
Detected LanguageEnglish
Typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion, info:eu-repo/semantics/masterThesis
Sourcereponame:Repositório Institucional da UnB, instname:Universidade de Brasília, instacron:UNB
Rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess

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