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Migra??o de melanophryniscus cambaraensis (Anura, Bufonidae) no munic?pio de S?o Francisco de Paula, Rio Grande do Sul, Brasil

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Previous issue date: 2010-03-04 / Foram estudados alguns padr?es gerais da migra??o do sapinho-de-barriga-vermelha Melanophryniscus cambaraensis, uma esp?cie que forma agrega??es de reprodu??o explosiva em intervalos irregulares ao longo de todo o ano. Os indiv?duos em atividade de migra??o foram capturados atrav?s de dois m?todos: conjuntos de armadilhas de intercepta??o e queda (pitfall traps) instalados na floresta, e cercas-guia fechando completamente o s?tio reprodutivo com armadilhas em forma de funil (aberturas voltadas para o interior e exterior). A orienta??o direcional das migra??es pr?- e p?s-reprodutivas foi n?o aleat?ria, independente do sexo ou do tratamento das pseudor?plicas, indicando que o padr?o observado foi a n?vel populacional. A orienta??o direcional das migra??es pr?-reprodutivas foi significativamente diferente das p?s-reprodutivas quando as pseudor?plicas foram inclu?das nas an?lises. Entretanto, n?o foi encontrada diferen?a quando as peseudor?plicas foram exclu?das, indicando a import?ncia de considerar sua potencial influ?ncia no desenho de estudos sobre a orienta??o da migra??o. Ao contr?rio de nossa hip?tese, a atividade migrat?ria de M. cambaraensis foi fortemente diurna, e n?o ocorreu devido a mudan?as nas vari?veis ambientais. N?s sugerimos que a migra??o diurna ? melhor explicada pela filogenia e n?o por press?es contempor?neas. A atividade diurna ? primitiva em M. cambaraensis e evoluiu no ancestral comum Agastorophrynia, antes da evolu??o das defesas qu?micas encontradas nos sapos (Bufonidae) e nas r?s venenosas (Dendrobatidae). Isso sugere que as defesas qu?micas nesses grupos podem ter evolu?do como resultado da atividade diurna, que os colocou em contato com predadores diurnos orientados pela vis?o, e n?o o contr?rio. Sobre os padr?es temporais, n?s identificamos cinco picos principais de atividade migrat?ria e tr?s menores. Machos e f?meas n?o apresentaram diferen?as temporais nos picos de migra??o. O periodograma identificou dois ciclos migrat?rios principais: um com dura??o de 23 dias e outro com dura??o de 13.8 dias. N?s sugerimos que o ciclo que melhor se aplica ao M. cambaraensis ? o com dura??o de 13.8 dias. Os maiores valores de correla??o dos preditores da atividade migrat?ria foram umidade relativa do ar e chuva acumulada nas 72 h anteriores, ambas no lag zero. A chuva acumulada em 72 h foi o ?nico preditor do n?mero de capturas, representando 73% de sua varia??o.

Identiferoai:union.ndltd.org:IBICT/oai:tede2.pucrs.br:tede/180
Date04 March 2010
CreatorsSantos, Raquel Rocha
ContributorsGrant, Taran
PublisherPontif?cia Universidade Cat?lica do Rio Grande do Sul, Programa de P?s-Gradua??o em Zoologia, PUCRS, BR, Faculdade de Bioci?ncias
Source SetsIBICT Brazilian ETDs
LanguagePortuguese
Detected LanguagePortuguese
Typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion, info:eu-repo/semantics/masterThesis
Formatapplication/pdf
Sourcereponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS, instname:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, instacron:PUC_RS
Rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
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