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Filogeografia do le?o-marinho-do-sul, otaria flavescens shaw 1800

Gehara, Marcelo Coelho Miguel 10 March 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2015-04-14T13:09:13Z (GMT). No. of bitstreams: 1 419881.pdf: 1337852 bytes, checksum: be16275c921dc2e6fc5db0597763a47e (MD5) Previous issue date: 2009-03-10 / Neste estudo investigamos a estrutura populacional do le?o-marinho-do-sul (Otaria flavescens), um otarideo amplamente distribu?do ao longo das costas dos oceanos Atl?ntico e Pac?fico na Am?rica do Sul, e que foi extremamente ca?ado durante os dois ?ltimos s?culos. Apesar de sua ampla distribui??o e intera??es com atividades de pesca, ate o momento poucos trabalhos avaliaram as diferen?as gen?ticas e estrutura??o ao longo da distribui??o da esp?cie. No presente trabalho, utilizamos marcadores de microssat?lites (10 loci) e DNA mitocondrial para avaliar a estrutura populacional e hist?ria evolutiva da esp?cie. Encontramos estrutura??o significativa entre as popula??es dos oceanos Pac?fico e Atl?ntico, correspondendo a duas linhagens mitocondriais reciprocamente monofil?ticas, separadas desde o in?cio do Pleistoceno, indicando forte filopatria das f?meas. Tamb?m encontramos estrutura??o gen?tica significativa intra-oce?nica entre diferentes s?tios de reprodu??o. A an?lise dos microssat?lites tamb?m demonstrou que as popula??es dos dois oceanos s?o significativamente diferentes, possuindo diversos alelos exclusivos, apesar de que um pequeno fluxo g?nico inter-oce?nico atrav?s dos machos n?o pode ser descartado. Nossos dados mostram que a esp?cie n?o sofreu recentemente nenhuma redu??o significativa na sua diversidade gen?tica. Estes resultados indicam fortemente que as popula??es de O. flavescens do Pac?fico e do Atl?ntico s?o duas unidades evolutivas significativas (ESUs) e que as col?nias de reprodu??o em cada oceano devem ser manejadas separadamente.
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Revis?o taxon?mica do grupo de taeniophallus occipitalis e o relacionamento filogen?tico da tribo echinantherini (serpentes, dipsadidae, xenodontinae)

Santos Junior, Alfredo Pedroso dos 09 December 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2015-04-14T13:09:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 422339.pdf: 8258255 bytes, checksum: 39b3a077af73929c6c9e936558f81673 (MD5) Previous issue date: 2009-12-09 / A tribo Echinantherini foi recentemente proposta para alocar os g?neros Sul-americanos Echinanthera e Taeniophallus, os quais est?o representados por seis e oito esp?cies, respectivamente. A necessidade de um estudo sistem?tico a fim de avaliar o status taxon?mico desses g?neros foi acentuda com a exist?ncia de um prov?vel complexo de esp?cies sob o nome T. occipitalis, as discord?ncias entre pesquisadores quanto ? posi??o taxon?mica das esp?cies do antigo grupo brevirostris, o poss?vel polifiletismo de Taeniophallus e o hipot?tico relacionamento monofil?tico dos g?neros da tribo. No presente estudo objetivou-se caracterizar o grupo de T. occipitalis e propor um relacionamento filogen?tico para as esp?cies de Echinantherini baseado em caracteres fenot?picos. Ap?s a an?lise de caracteres da morfologia externa (escama??o, colora??o e ultra-estrutura das escamas) e interna (hemip?nis) de v?rios esp?cimes de T. occipitalis, incluindo esp?cimes tipo, identificamos a presen?a de outros t?xons sob esse nome. Como resultados do presente estudo cinco esp?cies s?o atualmente reconhecidas para o grupo de T. occipitalis: Taeniophallus sp. nov.1, Taeniophallus sp. nov.2, T. miolepis (revalidada), T. occipitalis e T. quadriocellatus. Foi observado dimorfismo sexual significante (P < 0,05) no n?mero de ventral (VE), subcaudal (SC), comprimento rostrocloacal (CRC) e comprimento relativo da cauda (CCA/CRC) nas esp?cies do grupo. Diferen?as significativas entre as cinco esp?cies foram observadas no n?mero de VE, SC, CRC e CCA/CRC. Em uma an?lise multivariada utilizando 16 medidas corp?reas, inclusive de escudos cef?licos, constatamos que as esp?cies do grupo de T. occipitalis s?o parcialmente discriminadas. No entanto, quando comparamos os dados brutos das esp?cies, a maioria dessas diferen?as n?o ? percept?vel. No estudo filogen?tico uma an?lise de m?xima parcim?nia foi realizada utilizando 57 caracteres fenot?picos e 33 t?xons terminais: 19 pertencentes ? tribo Echinantherini, 14 de outras tribos de Xenodontinae (Alsophiini, Hydrodynastini, Hydropsini, Philodryadini, Pseudoboini e Xenodontini) e uma esp?cie de Dipsadinae. Como resultado obteve-se duas ?rvores igualmente parcimoniosas com 231 passos, ?ndice de consist?ncia de 37 e ?ndice de reten??o de 62. Os ?nicos terminais que apresentaram conflitos entre as duas topologias encontradas foram as esp?cies do g?nero Echinanthera. A topologia da ?rvore de consenso estrito das duas ?rvores mais parcimoniosas foi: (T. nebularis ((T. brevirostris, T. nicagus) ((E. amoena, E. cephalomaculata, E. cephalostriata, E. cyanoleura, E. melanostigma e E. undulata) ((T. bilineatus (T. affinis (T. persimilis, T. poecilopogon))) (T. miolepis (Taeniophallus sp. nov.1 imaculado, T. quadriocellatus (Taeniophallus sp. nov.1 maculado (Taeniophallus sp. nov.2, T. occipitalis)))))))). Baseados na topologia encontrada mudan?as taxon?micas para os membros de Echinantherini foram propostas. Foram realizadas as seguintes mudan?as: (1) Taeniophallus ? redefinido sendo restito para T. brevirostris e T. nicagus; (2) um novo g?nero ? proposto para T. nebularis; (3) um novo g?nero ? proposto para as esp?cies do grupo de T. affinis; e (4) um novo g?nero ? proposto para as esp?cies do grupo de T. occipitalis. O g?nero Echinanthera ? mantido conforme a atual taxonomia.
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Anatomia e rela??es filogen?ticas da fam?lia Loricariidae (Ostariophysi: Siluriformes) com ?nfase na subfam?lia Hypoptopomatinae

Albornoz, Pablo Cesar Lehmann 21 August 2006 (has links)
Made available in DSpace on 2015-04-14T13:09:17Z (GMT). No. of bitstreams: 1 381156.pdf: 13539828 bytes, checksum: 28fa782a88d5f55c0b350e9d01fdb83e (MD5) Previous issue date: 2006-08-21 / A anatomia e osteologia de Parotocinclus maculicauda (Steindachner, 1877) s?o descritas e comparadas com outros loricari?deos e astroblep?deos examinados. O esqueleto de Parotocinclus maculicauda exibe fus?es, redu??es de tamanho e de n?mero de ?ssos, entre outros. Novas estruturas ou elementos ?sseos n?o descritos previamente na literatura tradicional, s?o descritos. Em adi??o, este hypoptopomat?neo foi utilizado como um modelo descritivo na busca de caracteres informativos para o estudo filogen?tico da subfam?lia Hypoptopomatinae. Baseado em 169 caracteres de osteologia e morfologia externa, foi realizada uma an?lise filogen?tica de 114 t?xon terminais de loricari?deos, especialmente das subfam?lias Hypoptopomatinae e Neoplecostominae. Os resultados permitem a re-diagnose da subfam?lia Hypoptopomatinae, reconhecendo 24 g?neros. Cinco agrupamentos monofil?ticos s?o reconhecidos como g?neros novos, e 34 novas esp?cies s?o identificadas. N?o foi encontrado suporte para demonstrar a monofilia de Otothyrini e as tribos previamente reconhecidas dentro de Hypoptopomatinae n?o s?o mantidas neste estudo. A inclus?o de representantes de outras subfamilias de Loricariidae na an?lise forneceu um melhor entendimento das rela??es filogen?ticas e da biodiversidade dos Loricariidae. Complementarmente, uma nova esp?cie de hypoptopomat?neo do g?nero Otocinclus ? descrita de duas localidades no alto rio Amazonas. O novo t?xon pode ser facilmente distinguido dos outros cong?neres, exceto Otocinclus cocama, pela presen?a de uma ?nica marca, fortemente pigmentada, em forma de morcego, na parte posterior da nadadeira caudal. De O. cocama a nova esp?cie ? distinguida pelo padr?o de colorido, que consiste em uma larga faixa lateral escura.A nova esp?cie ? possivelmente mais proximamente relacionada a um clado formado por O. huaorani, O. mariae, O. bororo, O. mura e O. cocama. Finalmente, Otocinclus arnoldi da bacia do rio da Prata ? revalidado da sinon?mia de O. flexilis, descrito da bacia do rio Jacu?. Tamb?m, Otocinclus mimulus de um tribuit?rio do Rio Paran?, ? considerado sin?nimo j?nior de Otocinclus arnoldi.
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Utiliza??o do espa?o arb?reo no forrageio por leptasthenura setaria (Temminck, 1824) e l. striolata (Pelzen, 1856) (furnariidae, aves) em floresta ombr?fila mista montana no Rio Grande do Sul, Brasil

Joenck, Cristian Marcelo 23 March 2005 (has links)
Made available in DSpace on 2015-04-14T13:09:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 381920.pdf: 876083 bytes, checksum: ceb9bfa254d0505b754ca74de08e4b98 (MD5) Previous issue date: 2005-03-23 / Segundo v?rios autores, os furnari?deos L. setaria (grimpeiro) e L. striolata (grimpeirinho) apresentam uma forte associa??o com a Araucaria angustifolia (pinheiro-do-paran?). Neste estudo, testa-se as hip?teses de associa??o e depend?ncia da A. angustifolia e avalia-se o grau de sobreposi??o do nicho tr?fico destes furnari?deos. Durante o per?odo de novembro de 2003 a agosto de 2004 o comportamento destas esp?cies foi estudado atrav?s do m?todo animal-focal em tr?s transectos em ?reas com diferentes n?veis de interven??o antr?pica (alterada, conservada e plantio) no nordeste do Rio Grande do Sul. As vari?veis analisadas foram n?mero de indiv?duos forrageando, esp?cies e estruturas vegetais inspecionadas, altura de forrageio e dos esp?cimes vegetais visitados e dist?ncia percorrida entre outras. Leptasthenura setaria forrageia aos pares e algumas vezes em pequenos grupos, possui uma forte tend?ncia em forragear em A. angustifolia, preferencialmente na parte superior da copa, e o seu substrato de forrageio preferencial s?o os ramos/grimpas verdes desta con?fera. Por outro lado, L. striolata tende a forragear solit?ria em ramos verdes de esp?cies arbustivas (p. ex., Baccharis sp.). Leptasthenura setaria e L. striolata divergem em v?rios aspectos de sua ecologia alimentar, o que pode facilitar a sua coexist?ncia. Enquanto a conserva??o de L. setaria parece estar relacionada ?s florestas com arauc?ria, o mesmo n?o ocorre com L. striolata. As informa??es deste trabalho poder?o auxiliar na elabora??o de planos de manejo para a conserva??o destes furnari?deos.
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Estudo comparado da denti??o em representantes da ordem characiformes (teleostei, ostariophysi, othophysi)

Charcansky, Alexandre 11 August 2006 (has links)
Made available in DSpace on 2015-04-14T13:09:24Z (GMT). No. of bitstreams: 1 382062.pdf: 17250596 bytes, checksum: 4895d4e222e5236e3481143673df137d (MD5) Previous issue date: 2006-08-11 / A diversidade morfol?gica da fauna de peixes de ?gua doce Neotropical ? considerada a maior dentre as ictiofaunas epicontinentais do planeta. Esta ? notavelmente maior que as estimativas, podendo chegar a um total de 8.000 esp?cies. A grande maioria dessas esp?cies est? inclu?da na superordem Ostariophysi a qual representa cerca de 25% das esp?cies de ambos ?gua doce e salgada. Sua grande diversidade ecol?gica e evolutiva faz deste grupo foco de estudos morfol?gicos e evolutivos. Uma das ordens, os Characiformes apresenta uma ampla diversidade morfol?gica na forma do corpo, tamanho, assim como na sua estrutura dentaria. Desta forma este trabalho tem como objetivo principal descrever e investigar, comparativamente representantes da ordem quanto ao aspecto da denti??o, seja os pr?prios dentes funcionais e de substitui??o ou as estruturas onde os mesmos est?o apoiados e/ou localizados. Para isso, foram utilizadas as t?cnicas da microscopia eletr?nica de varredura para descrever as ultra-estruturas e as histol?gicas para descrever morfologicamente os dentes de substitui??o, os processos de fixa??o dos dentes funcionais e a disposi??o dos dentes de substitui??o; acrescido a isto foi feito o exame de ossos que formam parte abertura oral. Todos estes processos tiveram como finalidade buscar padr?es morfol?gicos entre os representantes da ordem, podendo ser estes padr?es informativos ou n?o para as atuais hip?teses filogen?ticas do grupo. Secundariamente, verificar atrav?s dos resultados informativos obtidos, a corrobora??o das atuais. Foram analisadas 25 esp?cies representantes das 18 fam?lias da ordem. Ressalta-se aqui os seguintes caracteres que corroboraram a hip?tese de Calcagnotto et al. (2005: fig. 53) de rela??es pr?ximas entre Anostomidae, Chilodontidae, Prochilodontidae, Hemiodontidae e Parodontidae: organiza??o dos prismas de esmalte em rede dos dentes do pr?-maxilar (9.2), independentemente adquirido em Alestidae; implanta??o do dente funcional no l?bio (10.2), independentemente adquirido em Hemiodontidae; desenvolvimento dos dentes de substitui??o no tecido conjuntivo do l?bio (12.2), reverso a uma condi??o primitiva em Anostomidae; desenvolvimento dos dentes de substitui??o em grupos, envolvidos por uma camada de tecido conjuntivo (15.0), reverso a uma condi??o primitiva em Anostomidae; c?lulas odontoblastos largas (19.2), n?o codificado em Prochilodontidae, e regi?o da polpa dos dentes funcionais ampla, sem limite posterior identific?vel (20.0), reverso a uma condi??o primitiva em Prochilodontidae. O clado formado por Hemiodus e Apareiodon de Calcagnotto et al. 2005 ? sustentado pelo car?ter dentes de substitui??o em mais de duas fileiras horizontais (16.0), n?o codificado para Prochilodontidae. A condi??o do car?ter desenvolvimento dos dentes de substitui??o em cavidade de substitui??o (sensu Brewster, 1986) (14.0), corrobora a rela??o de Charax e Roeboides proposta por Lucena (1987, 2003). A an?lise feita aqui mostrou caracteres ?nicos para alguns dos g?neros estudados. Podemos citar: superf?cie do dente na regi?o apical com estrias (4.0) e posi??o dos dentes de substitui??o caninos no mesmo ?ngulo (18.1) exclusivos de Cynopotamus; trincheira com dentes na borda posterior de sua abertura dirigidos para tr?s (22.0) em Characidium; presen?a de pequenos foramens no teto da cripta est?o presentes, ao contr?rio de outros g?neros estudados que apresentam amplas aberturas na cripta, em Serrasalmus. Por fim, o trabalho confirma a enorme diversidade morfol?gica da denti??o que ocorre na ordem Characiformes.
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Par?metros bioqu?micos e hormonais durante o ciclo reprodutivo de Vanellus chilensis (Aves, Charadriiformes)

P?erschke, Filipe 14 March 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2015-04-14T13:09:26Z (GMT). No. of bitstreams: 1 431513.pdf: 2239838 bytes, checksum: 492d7c0bdd6ea51921fcdde0c40726b5 (MD5) Previous issue date: 2011-03-14 / Vanellus chilensis ? altamente territorial e agressivo durante o per?odo reprodutivo, formando grupos de tr?s a quatro indiv?duos ? uma das esp?cies mais freq?entes no ambiente urbano de Porto Alegre (Fontana, 2004). Existe um n?mero grande de trabalhos sobre a avifauna urbana, mas nenhum utilizando a ecofisiologia como ferramenta de trabalho no Brasil. Este estudo teve como objetivo analisar em dois ambientes, um com caracter?sticas rurais e outro inserido dentro de um centro urbano, as varia??es dos n?veis plasm?ticos de: corticosterona, testosterona e metab?litos. Os animais foram sempre capturados ? noite e amostras de sangue e dados de muda foram coletados. Os metab?litos (glicose, lip?dios totais, triglicer?deos, colesterol, HDL, LDL, VLDL, glicerol, ?cido ?rico e prote?nas totais) foram quantificados no plasma utilizando-se espectrofotometria; a corticosterona e a testosterona determinadas por radioimunoensaio. Nos jovens da ?rea 1 verificamos um predom?nio de f?meas (2,7 f?meas: 1 macho); na ?rea 2 esta rela??o se inverte (2 machos: 1 f?mea), o que parece relacionar-se com os maiores n?veis de testosterona e menores de corticosterona observados nas f?meas (per?odo 1) na ?rea 2.Comparando-se as ?reas de captura, os maiores n?veis de corticosterona plasm?tica foram observados nos jovens da ?rea 2 sugerindo um maior estresse ambiental que pode estar relacionado com uma maior press?o de preda??o, e/ou pela intensa atividade e presen?a humana e/ou pela competi??o intra-espec?fica. Nos jovens, ao longo do estudo, nas duas localidades estudadas n?o observamos varia??es para os n?veis dos metab?litos plasm?ticos, com exce??o dos triglicer?deos dos jovens da ?rea 2. Contudo, ao compararmos a ?rea 1 com a ?rea 2 se observa um comportamento diferencial, ao longo do desenvolvimento dos jovens na concentra??o plasm?tica de triglicer?deos, HDL, VLDL e prote?nas totais; os demais par?metros analisados (glicose, lip?dios totais, colesterol, LDL, glicerol e ?cido ?rico) n?o apresentam um comportamento diferencial. Nos adultos houve diferen?a nos n?veis de corticosterona nas f?meas da ?rea 2, mas em ambos os sexos e localidades observamos uma tend?ncia de diminui??o dos n?veis hormonais ao longo do per?odo reprodutivo. Os resultados mostraram diferen?as nos n?veis de testosterona entre os machos e as f?meas da ?rea 1 quando comparadas ? ?rea 2 durante o per?odo de estudo; por?m, entre os per?odos da esta??o reprodutiva em cada localidade houve diferen?as somente nas f?meas.Na ?rea 1, o per?odo reprodutivo foi cerca de 2 vezes menor que na ?rea 2 e as f?meas apresentaram um aumento significativo de todos os metab?litos plasm?ticos, com exce??o do glicerol, j? os machos mostram um aumento da glicose, colesterol, HDL e LDL principalmente no per?odo 3. Na ?rea 1 observamos um aumento gradual dos n?veis de glicose no plasma atingindo valores m?ximos, tanto em machos como em f?meas, no per?odo 3, per?odo caracterizado pela presen?a de comportamentos de defesa e cuidado dos filhotes, sendo tamb?m, o per?odo que antecede a muda das penas de v?o. J? na ?rea 2 n?o foi observada varia??o nos n?veis de metab?litos plasm?ticos, exceto para a glicose em machos e triglicer?deos, glicerol e ?cido ?rico em ambos os sexos. Perfil que talvez possa ser explicado pela maior disponibilidade de alimento e/ou menor competi??o e/ou maior investimento na procura do alimento. Os resultados sugerem que Vanellus chilensis capturados na ?rea 2 apresentam um padr?o adaptativo em rela??o ? a??o humana e as rela??es bi?ticas e abi?ticas desta ?rea. Ao final deste trabalho pode-se concluir que houve diferen?a entre as duas ?reas de estudo, sendo os n?veis de corticosterona, de testosterona, de metab?litos plasm?ticos e a dura??o do per?odo reprodutivo influenciados pela a??o antr?pica.
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Filogenia dos peixes-agulha da familia Belonidae (Atherinomorphae: Beloniformes)

Sant?Anna, Vivianne Bernardo de 14 March 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2015-04-14T13:09:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 431680.pdf: 16463641 bytes, checksum: 5d308424aa6204847b79a46e56df2868 (MD5) Previous issue date: 2011-03-14 / Belonidae ? composta por 48 esp?cies de peixes que compartilham o corpo alongado, as nadadeiras dorsal e anal posicionadas posteriormente, nadadeiras p?lvicas com seis raios e as maxilas finas e compridas, com dentes grandes e c?nicos. Apesar da grande homogeneidade morfol?gica, t?cnicas moleculares sugeriram que Belonidae n?o ? monofil?tica. Com o objetivo de testar a monofilia de Belonidae este estudo foi concebido para realizar uma abrangente an?lise filogen?tica de evid?ncia total. Para isto, foi realizada uma an?lise de m?xima parcim?nia sem pesagem diferencial dos caracteres, baseada numa matriz com 257 caracteres morfol?gicos e 4808 pares de bases de sete fragmentos de DNA (nuclear- RAG2, CK e TMO 4C4 e mitocondrial- 12S, 16S, ATPase 6 e 8, Citb) codificados a partir de 104 t?xons terminais. O grupo interno foi composto por todas as esp?cies recentes e f?sseis v?lidas de Belonidae e as popula??es mais representativas de algumas esp?cies que apresentam ampla distribui??o. Para grupo externo foram selecionadas esp?cies de quase todos os g?neros v?lidos de Beloniformes e tr?s representantes da ordem Cyprinodontiformes. A an?lise encontrou nove ?rvores igualmente mais parcimoniosas com 8465 passos (IC= 0,35; IR= 0,67). Nossos resultados corroboram a monofilia da superfam?lia Belonoidea e das fam?lias Exocoetidae, Scomberesocidae e Zenarchopteridae, e refutam a monofilia da superfam?lia Exocoetoidea e das fam?lias Belonidae e Hemiramphidae. Por este motivo, ? aqui proposta uma nova composi??o para a fam?lia Belonidae, com a anexa??o dos g?neros atualmente em Scomberesocidae. Esta nova classifica??o restaura a monofilia de Belonidae, que ? fortemente suportada por 20 sinapomorfias morfol?gicas e 19 moleculares. Em seu novo arranjo, a fam?lia Belonidae est? composta por 14 g?neros distribu?dos em quatro subfam?lias: Beloninae, Platybeloninae, Potamorrhaphinae e Strongylurinae. Todos os g?neros de Belonidae s?o monofil?ticos, a exce??o de Strongylura, que para tornar-se monof?tico deve ter suas esp?cies alocadas em quatro g?neros: Strongylura, Dorybelone e dois g?neros novos. S?o apresentadas diagnoses filogen?ticas para todas as subfam?lias e g?neros, al?m de discutidas hip?teses de evolu??o dos principais caracteres morfol?gicos.
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Estudo filogeogr?fico de Bothrops jararaca (WIED, 1824) baseado no DNA mitocondrial (squamata: serpentes: viperidae)

Grazziotin, Felipe Gobbi 18 March 2004 (has links)
Made available in DSpace on 2015-04-14T13:09:38Z (GMT). No. of bitstreams: 1 321320.PDF: 907276 bytes, checksum: a0226a07cabe2f0bbd6b7f25bfb0b2fa (MD5) Previous issue date: 2004-03-18 / Bothrops jararaca distribui-se na regi?o da Mata Atl?ntica, concentrando-se nos estados do sul e sudeste do Brasil. Possui grande varia??o nos padr?es de desenho e cor, entretanto sua hist?ria evolutiva ? desconhecida. Visando avaliar a variabilidade do gene mitocondrial cyt-b sequenciamos aproximadamente 700pb de 154 exemplares de 96 localidades (abrangendo sete estados brasileiros) mais cinco esp?cimes insulares (duas B. insularis e tr?s B. alcatraz). As rela??es filogen?ticas foram estimadas utilizando tr?s m?todos: M?xima-Parcim?nia; Neighbor-Joining e Maximum-likelihood com seq??ncias de B. atrox e B. erythromelas como grupos externos. Estas an?lises demonstram, com alto suporte, a forma??o de dois clados: um majoritariamente composto de indiv?duos do sudeste (SEC) e outro com indiv?duos do sul (SC). Comparativamente a diversidade m?dia dentro de B. jararaca (2,9%) ? maior que as esp?cies de Bothrops at? o momento avaliadas. SEC possui 30 hapl?tipos e diversidade nucleot?dica de 0,01, SC possui 14 hapl?tipos e diversidade nucleot?dica de 0,007. Nas an?lises baseadas em simula??es de anelamento (SAMOVA) n?o foi poss?vel encontrar o agrupamento com o maior FCT, pois este aumentou em fun??o do n?mero de grupos selecionados. Contudo foram definidos dois grupos populacionais: sudeste e sul, baseado nas ?rvores filogen?ticas e nos networks inferidos utilizando Median-joining e Parcim?nia Estat?stica. Em todas as an?lises os grupos mantiveram-se com apenas dois indiv?duos migrantes, sendo que sua estrutura??o apresentou FST de 0,70 e Nm de 0,21. O limite aproximado da divis?o entre os grupos relaciona-se com o leito do Rio Paranapanema, entretanto n?o existe fundamenta??o para afirmar que este rio tenha sido a barreira para o fluxo g?nico. O tempo de diverg?ncia entre os dois grupos foi estimado entre 3,6 e 1,0 milh?es de anos o que situaria o evento cladog?nico no final do Plioceno e inicio do Peistoceno, per?odo de grandes mudan?as clim?ticas que poderiam ter fragmentado a popula??o ancestral. Os resultados do NCA (Nested Clade Analisys) confirmam uma fragmenta??o passada como explica??o para a estrutura??o entre os dois grandes clados, al?m de fluxo g?nico restrito para a forma??o da maioria dos subclados. An?lises de Aucorrela??o espacial contrariamente indicam com alta signific?ncia uma varia??o clinal, contudo este padr?o poderia ser gerado pela grande diferen?a entre os clados. Testes de neutralidade foram significantes apenas para os subclados do SC, assim como, o padr?o unimodal nas an?lises de mismatch distrution, sugerindo um bottleneck moderado seguido de uma expans?o populacional para SC. As esp?cies insulares: B. alcatraz e B. insularis agrupam-se no SEC e possuem hapl?tipos continentais. Contudo provem de subclados distintos dentro de SEC. Estes dados sugerem que a coloniza??o das ilhas ocorreu a poucos milhares de anos, e podem estar associados a flutua??o do mar durante o Pleistoceno
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Microdermatografia do estrato c?rneo das escamas de Pseudoboini Jenner e Dowling, 1985 (serpentes, colubridae, xenodontinae)

Ribeiro, S?ria Lisandra de Barcelos 23 March 2006 (has links)
Made available in DSpace on 2015-04-14T13:09:48Z (GMT). No. of bitstreams: 1 383110.pdf: 14093201 bytes, checksum: 16d73dc2236702a5ae712932688cd50e (MD5) Previous issue date: 2006-03-23 / Foram analisadas microscopicamente amostras de estratos c?rneos de escamas dorsais de 205 esp?cimes de Pseudoboini Jenner e Dowling, 1985 e Tropidodryas Fitzinger, 1843, e estratos epid?rmicos de Philodryas patagoniensis (Girard, 1857). O objetivo deste estudo foi verificar a exist?ncia de varia??o na micro-ornamenta??o de diferentes tipos de escamas, e descrever os padr?es microdermatogr?ficos dos estratos epid?rmicos (P. patagoniensis) e a micro-ornamenta??o dos diferentes t?xons de Pseudoboini. Com base nos resultados obtidos, pode-se fazer as seguintes afirma??es quanto ?s varia??es da micro-ornamenta??o dos estratos c?rneos de Pseudoboini: a) varia em cinco por??es da escama: mediana, apicilar (posterior), lateral, basal (anterior) e fossetas apicilares; b) varia em diferentes regi?es do tronco e nos diferentes tipos de escama; c) n?o apresenta varia??o ontogen?tica, exceto nas fossetas; d) n?o apresenta dimorfismos sexual. Nos estratos epid?rmicos de P. patagoniensis observou-se aus?ncia de ornamenta??o no estrato profundo da epiderme e varia??o microdermatogr?fica entre o estrato c?rneo e a ex?via. A micro-ornamenta??o do estrato c?rneo das escamas de esp?cies de Pseudoboini apresentou na por??o mediana padr?o equinado, diferindo entre os t?xons em: rebaixado e proeminente (proeminente pseudocristado, proeminente pseudopapilado e proeminente pregueado). Na por??o apicilar manteve-se o padr?o equinado, com proje??es mais dispersas e menos saliente em rela??o ao substrato, caracterizando o padr?o rebaixado. Na por??o basal observou-se padr?o equinoreticulado, variando irregularmente entre os t?xons. Nas fossetas as ornamenta??es mostraram-se muito vari?veis, n?o havendo um padr?o espec?fico. A micro-ornamenta??o do estrato c?rneo de Pseudoboini apresentou poucas varia??es, inter-gen?ricas e inter-espec?ficas significativas.
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Tapirus terrestris (Linnaeus, 1758) (Mammalia, Perissodactyla) em uma área de floresta subtropical no sul do Brasil : dieta, uso da área e densidade populacional

Affonso , Renato de Oliveira January 1998 (has links)
Submitted by Alberto Vieira (martins_vieira@ibest.com.br) on 2018-05-24T20:01:45Z No. of bitstreams: 1 273272.pdf: 10845502 bytes, checksum: e0fb087ca900b9dbb7bf9e10bedd25d3 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-05-24T20:01:45Z (GMT). No. of bitstreams: 1 273272.pdf: 10845502 bytes, checksum: e0fb087ca900b9dbb7bf9e10bedd25d3 (MD5) Previous issue date: 1998 / CAPES / Este estudo apresenta uma análise de dados referentes ao uso do habitat, dieta, dispersão de sementes, e densidade populacional de Tapirus terrestris no Parque Florestal Estadual do Turvo, localizado em uma área de floresta subcaducifólia subtropical, na Bacia do Alto Uruguai, no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil. O estudo foi realizado com base na observação de pegadas; número e localização de trilhas e bolos fecais, ao longo de dois transectos num total de 910Km percorridos. Frutos de Syagrus romanzoffiana (Arecaceae) foram os mais consumidos, sendo substituídos somente quando houve disponibilidade de frutos estacionais como Holocalix balansae (Caesalpiniaceae) e Campomanesia xanthocarpa (Myrtaceae). Tapirus terrestris é um bom dispersar para as espécies de frutos consumidos principalmente para Syagrus romanzoffiana. Encontrou-se uma proporção bem maior de bolos fecais depositados no solo do que dentro d'água o que favorece a taxa de germinação das sementes. A disponibilidade de água, de frutos, a presença de caçadores e a atividade turística parecem ser as maiores razões para as diferenças observadas quanto ao uso dos habitats e à densidade da espécie entre as diferentes áreas do Parque. Áreas sujeitas a uma maior visitação turística apresentaram menores densidades. As densidades calculadas para o Parque, foram mais baixas do que as observadas para populações amazônicas submetidas à pressão de caça. A sazonalidade dos recursos alimentares pode estar parcialmente relacionada com os valores observados para habitats subtropicais. / This study presents an analysis of a data set concerning habitat use, diet, seed-dispersal role, and density of the lowland tapir (Tapirus terrestris L. ) population from the Parque Florestal Estadual do Turvo in the subtropical forest of the upper Uruguay river basin, Rio Grande do Sul State, Brazil. The presence of tapir was determined by following fresh tracks, counting tracks and feaces found by walking along 910km cumulative transects of trail on roads, and near creeks. Syagrus romanzoffiana (Arecaceae) was the main fruit in the diet of T. terrestris, replaced by Holocalix balansae (Caesalpinaceae) and Campomanesia xanthocarpa (Myrtacea) when available. Viable seeds of this palm were found in dung piles, suggesting a possible dispersal role of tapirs. The usual deposition of pile of dungs in non flooded areas may favor the germination of seeds The water in permanent swamps, the availability of fruits and the presence of hunters seem to be the main reason for the differences regarding habitat use and density observed between the studied areas in the Park. The estimated density of Tapirus terrestris population is below the values observed for hunted areas in Amazonia. The seasonality of food resources may be partially related to the observed values for subtropical habitats.

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