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O grupo: de espaço interacional à ferramenta de mediação / The group: from interactional space to mediational tool

CLARINDO, Janailson Monteiro. O grupo: de espaço interacional à ferramenta de mediação. 2015. 85f. – Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-graduação em Psicologia, Fortaleza (CE), 2015. / Submitted by Márcia Araújo (marcia_m_bezerra@yahoo.com.br) on 2015-06-23T11:26:41Z
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Previous issue date: 2015 / This study aimed to analyze the process of transition between two possible functions that a group assumes: an interactional symbolic space for its members and a meditational cultural tool. In the case of this second group conformation, their dynamics assumes the role of mediator instrument to the participants of the group. To achieve the goal above, the research used was influenced by the ethnography and took place in a Psychology class in the Federal University of Ceará (UFC), with participant observation during the entire semester and the video recording of four specific classes which were facilitated by the students themselves. The main theory used was the Historical-Cultural Psychology. Nineteen young adults of both genders students were both the discipline and research participants. In videotaped meetings, group dynamics were performed with various topics such as communication, competition and motivation. The examination of the video recordings were made through an interpretative analysis focusing on group functioning and characteristics that suggest evidence of the transition between the two functions assumed by the group. Theoretical analysis categories were the concepts of group and mediation. The empirical categories identified in the observation of the recordings was the relationship between competition and cooperation, and the awareness of the group process, observing the times when there was a transition between the group space interaction function to the mediating tool function. To this phenomenon was given the name of transition F1 - F2. The results indicate that the competition together with the cooperation in a group context favors the transition F1 - F2. Another factor that can leverage this transition arises from reflection and awareness of all the stages of group process. / Este trabalho teve como principal objetivo analisar o processo de transição entre duas funções possíveis que um grupo assume: espaço de interação simbólica para seus membros e ferramenta cultural de mediação. No caso desta segunda conformação grupal, a sua dinâmica assume o papel de instrumento mediador para os participantes do grupo. Para alcançar o objetivo acima foi feita uma pesquisa de cunho etnográfico, a partir da inserção em uma disciplina optativa do curso de Psicologia da Universidade Federal do Ceará, com observação participante no decorrer de todo o semestre letivo e realização de videogravações de quatro aulas específicas, relativas à atividade prática de facilitação grupal. A principal abordagem teórica utilizada foi a Psicologia Histórico-Cultural. Participaram da disciplina dezenove estudantes jovens adultos, de ambos os sexos, que se constituíram também os participantes da pesquisa. Nos encontros videogravados, facilitados pelos próprios estudantes, foram realizadas dinâmicas de grupo com temas diversos, como comunicação, competição e motivação. O exame das videogravações foi feito por meio de uma análise interpretativa com foco no funcionamento grupal e nas características que sugeriam indícios da transição entre as duas funções assumidas pelo grupo como instância coletiva. As categorias teóricas de análise foram os conceitos de grupo e de mediação e as categorias empíricas identificadas nas observações das filmagens foram a relação entre competição e a cooperação, bem como a consciência do processo grupal, observando-se os momentos em que houve a transição do grupo funcionando como espaço de interação para aquele em que assumiu a função de ferramenta mediadora. A tal fenômeno foi dado o nome de transição F1 – F2. Os resultados obtidos indicam que a competição aliada à cooperação em um contexto grupal favorece a transição F1 – F2. Outro fator que pode potencializar essa transição decorre da reflexão e consciência de todas as etapas do processo grupal.

Identiferoai:union.ndltd.org:IBICT/oai:www.repositorio.ufc.br:riufc/12903
Date January 2015
CreatorsClarindo, Janailson Monteiro
ContributorsColaço, Veriana de Fátima Rodrigues
Publisherwww.teses.ufc.br
Source SetsIBICT Brazilian ETDs
LanguagePortuguese
Detected LanguagePortuguese
Typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion, info:eu-repo/semantics/masterThesis
Sourcereponame:Repositório Institucional da UFC, instname:Universidade Federal do Ceará, instacron:UFC
Rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess

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