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[en] ECONOMY OF COMMUNION AND THE CONCEPT OF LEARNING ORGANIZATION / [pt] ECONOMIA DE COMUNHÃO E O CONCEITO DE ORGANIZAÇÕES DE APRENDIZAGEMMARCELO ALVES LOPES SAMPAIO 22 February 2007 (has links)
[pt] A era na qual vivemos tem nos apresentado impasses e
incertezas nas mais
diversas áreas. As conseqüências da globalização e os
avanços tecnológicos
reduziram distâncias, inseriram a velocidade e a
intangibilidade em nossa
sociedade e causaram profundos distúrbios de ordem
econômica, geográfica e
social. Convivemos com um modo de produção capitalista, o
qual consolidou um
enorme campo de teorias organizacionais para um modelo de
desenvolvimento
industrial, onde o homem é colocado numa posição
subordinada à eficiência e ao
rendimento da máquina. O que de fato ocorreu foi a
transição do modelo
industrial para o informacional, sem que a mentalidade da
estruturação do
trabalho fosse mudada em grau tão profundo quanto a
própria transição. Dentro
desse cenário, os teóricos das organizações buscam um novo
paradigma capaz de
responder às exigências cada vez mais complexas de um
mundo que, ao mesmo
tempo em que se transformou em uma aldeia global,
continuou a enfatizar o
produto (o lucro) em detrimento do produtor (o ser
humano). O presente estudo
busca a intersecção entre dois depoimentos sobre mudanças
fundamentais que
clamam a urgência da necessidade da transformação tanto
nos modos de pensar
quanto interagir: um de caráter acadêmico, representado no
conceito de
Organizações de Aprendizagem proposto por Peter Senge, e
outro de caráter
espiritual, proposto pelas empresas de Economia de
Comunhão, que encontra na
Doutrina da Igreja Católica sua base. / [en] The actual era has presented us with many debates and
uncertainties in the
most diverse areas. The consequences of globalization and
the technological
advances have reduced distances, inserted speed and
instangibility into our
society, causing profound turbulence in the economic,
geographic and social
orders. We live under a capitalist production mode, which
consolidated an
enormous amount of organizational theories for one
industrial development
model, placing man as a subordinate to mechanic efficiency
and output. What has
really happened is the transition from the industrial
model to the information
based model without any change in the mentality of
structuring the work in a
proportional depth to the change itself. In this scenario,
the organizational
theoreticians search for a new paradigm capable of
answering the ever increasing
and complex demands of a world that simultaneously becomes
a global tribe as it
emphasizes the production (wealth) over the producer (the
human being). The
present study is a quest for the intersection between two
declarations about the
fundamental changes that urge necessity for
transformation, in the way of thinking
as well as interacting: one of academic characteristics,
represented by Peter
Senge´s concepts in the Learning Organizations and, the
other of spiritual
characteristics, proposed in enterprises of Economy of
Communion, based on the
doctrine of the Catholic Church.
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[pt] LIBERDADE E RELIGIÃO: DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS À LUZ DO PENSAMENTO DE JOSEPH RATZINGER / [it] LIBERTÀ E RELIGIONE: DIRITTI E GARANZIE FONDAMENTALI ALLA LUCE DEL PENSIERO DI JOSEPH RATZINGERMICHELLE FIGUEIREDO NEVES 28 September 2021 (has links)
[pt] A teologia política de Joseph Ratzinger a respeito da liberdade de consciência e religiosa é imprescindível quando se trata de direitos humanos. Com absoluto respeito aos limites correspondentes à natureza da Igreja e do Estado, Ratzinger compreende que uma das missões do Cristianismo é contribuir com a ética política e, em vista disso, exorta a reflexão sobre os verdadeiros fundamentos da liberdade e da religião como garantias fundamentais do Estado Democrático de Direito. Através de uma metodologia provocativa, o teólogo alemão, no decorrer de sua vida acadêmica, sacerdotal e como prefeito da Congregação para a Doutrina e Fé debate as incongruências que fragilizam a dignidade humana como um direito fundamental, cujo pano de fundo é a desconsideração da raiz histórica das nações, consideradas periféricas e até sem valor; a redução da fé cristã ao mero sentimentalismo e; a promoção da ideia de exclusão de Deus das questões de interesse público. Para Ratzinger o racionalismo científicio, que impõe a autolimitação da razão é o causador desta realidade, com reflexos exponenciais nas políticas de estado voltadas para defesa e promoção da dignidade humana. Por isso, é imprescindível que a religião e a liberdade sejam reconhecidas e garantidas como direitos fundamentais, posto que oriundas do direito natural e, mais imprescindível ainda, que este reconhecimento ultrapasse a proteção da presença física das Igrejas, a realização de cultos e a associação de fiéis, constatando o caráter contributivo religião para o desenvolvimento social e humano, em vista à verdadeira liberdade, cuja fonte é o logos. / [it] La teologia politica della libertà di coscienza e religiosa di Joseph Ratzinger è indispensabile quando si tratta di diritti umani. Nel rispetto assoluto dei limiti corrispondenti alla natura della Chiesa e dello Stato, Ratzinger comprende che una delle missioni del cristianesimo è contribuire all etica politica e, in considerazione di ciò, esortare la riflessione sul reale fondamenti della libertà e della religione come garanzie fondamentali dello Stato Democratico di Diritto. Attraverso una metodologia provocatoria, il teologo tedesco, per tutta la sua vita accademica e sacerdotale e come prefetto della Congregazione per la Dottrina e la Fede, discute le incongruenze che indeboliscono la dignità umana come diritto fondamentale, il cui sfondo è una mancanza di considerazione della radice storica delle nazione, considerate periferiche e persino inutili; la riduzione della fede cristiana al mero sentimentalismo e; promuovere l idea dell esclusione di Dio da questioni di interesse pubblico. Per Ratzinger, il razionalismo scientifico, che impone l autolimitazione della ragione, è la causa di questa realtà, con riflessioni esponenziali delle politiche statali volte a difendere e promuovere la dignità umana. Pertanto, è essenziale che la religione e la libertà siano riconosciute e garantite come diritti fondamentali, poiché provengono dalla legge naturale e, cosa più indispensabile, che tale riconoscimento vada oltre la protezione della presenza fisica delle Chiese, la realizzazione di culti e l associazione dei fedeli, affirmando il carattere che contribuisce alla religione allo sviluppo sociale e umano, in vista della vera libertà, la cui fonte sono o logos.
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