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A atuaÃÃo do acompanhante terapÃutico no processo de inclusÃo escolar / The acting of therapist accompanying in school inclusion

Natalie Brito Araripe 13 December 2012 (has links)
CoordenaÃÃo de AperfeiÃoamento de Pessoal de NÃvel Superior / Essa dissertaÃÃo investiga o trabalho do acompanhante terapÃutico na inclusÃo escolar de crianÃas com deficiÃncia. O acompanhamento terapÃutico à uma modalidade de atendimento individualizado e intensivo de pessoas com necessidades especÃficas, em seus ambientes naturais, como casa, escola ou trabalho. NÃo obstante, o trabalho desse profissional, que muitas vezes à chamado tambÃm de âestagiÃrio de inclusÃoâ, em ambiente escolar tem gerado opiniÃes controversas na literatura. Devido a essas controvÃrsias e à indefiniÃÃo dos papÃis desse profissional na escola, delineamos o objetivo que norteou a pesquisa aqui relatada: compreender a atuaÃÃo de acompanhantes terapÃuticos no processo de inclusÃo escolar de crianÃas com necessidades especÃficas, a partir do entendimento de sua funÃÃo mediadora. Tal funÃÃo mediadora tem seu ponto de partida na teoria de Vigotski, que utilizamos como base para articular os achados da pesquisa. Utilizamos tambÃm, como base teÃrica complementar à discussÃo dessa pesquisa, traÃados crÃticos, de autores contemporÃneos, sobre a deficiÃncia e a inclusÃo escolar. Como ferramentas metodolÃgicas, adotamos um estudo de caso de carÃter etnogrÃfico numa sala de aula com acompanhante terapÃutica, localizada em uma escola particular de Fortaleza. Elegemos interaÃÃes e a dividimos em categorias teÃricas (interaÃÃo, mediaÃÃo, produÃÃes de sentido lÃgicas de aÃÃo e binÃmio inclusÃo/ exclusÃo) e categorias empÃricas, ligadas Ãs interaÃÃes especÃficas do acompanhante terapÃutico com a crianÃa em processo de inclusÃo, com outras crianÃas, com o professor e com a famÃlia da crianÃa. Observamos que o acompanhamento terapÃutico tem condiÃÃes de mediar processos de inclusÃo voltados para o social e para o conteÃdo da crianÃa quando atua em articulaÃÃo com o professor e as crianÃas da sala, sem isolar a crianÃa. Quando o acompanhante terapÃutico volta-se apenas à crianÃa em processo de inclusÃo, provavelmente a torna dependente e alheia aos processos em sala de aula, o que à muito provÃvel de ocorrer. ConcluÃmos que o acompanhante terapÃutico, na sala de aula, muitas vezes aparece como um sintoma da escola, que nÃo possui soluÃÃo para sua obrigaÃÃo legal de realizar uma educaÃÃo para todos e que, portanto, nÃo và que o processo de inclusÃo nÃo ocorre isolado da sua dialÃtica exclusionista.

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