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Avaliação da dinâmica da infecção por Rickettsia parkeri cepa Mata Atlântica, agente etiológico de uma nova riquetsiose brasileira, em carrapatos Amblyomma ovale Koch, 1844 naturalmente infectados / Dynamics of the infection by Rickettsia parkeri strain Atlantic rainforest, the etiologic agent of a novel rickettsiosis in Brazil, in naturally infected Amblyomma ovale Koch, 1844 ticks

Felipe da Silva Krawczak 29 January 2013 (has links)
No início de 2010, uma nova riquetsiose foi descrita em um paciente humano, que foi infestado por carrapato em Barra do Una, no litoral sul do Estado de São Paulo. Técnicas moleculares indicaram que esta nova doença foi causada por uma nova cepa de riquétsia, que foi denominada de Rickettsia parkeri cepa Mata Atlântica. Estudos mais recentes demonstraram que 10 a 15% dos carrapatos Amblyomma ovale, coletados em áreas de Mata Atlântica nos estados de São Paulo (incluindo a área do caso índice da infecção humana em Barra do Una) e Santa Catarina estavam infectados com R. parkeri cepa Mata Atlântica. Desta forma, o presente estudo iniciou-se a partir de fêmeas ingurgitadas de A. ovale, coletadas de cães naturalmente infestados em Barra do Una. No laboratório, foi constatado por PCR que parte dessas fêmeas (6,25%) estavam naturalmente infectadas por R. parkeri cepa Mata Atlântica; os ovos dessas fêmeas foram utilizados para formar uma colônia de A. ovale naturalmente infectada por R. parkeri. Ovos de fêmeas não infectadas, foram utilizados para formar uma colônia não infectada. As duas colônias foram estudadas de forma paralela no laboratório, visando analisar e quantificar a transmissão transestadial e transovariana de R. parkeri cepa Mata Atlântica e a competência vetorial do A. ovale. As infestações por larvas foram realizadas em roedores (Calomys callosus), enquanto ninfas e adultos foram alimentados em Oryctolagus cunicullus (coelho doméstico). Amostras de 10 indivíduos de cada uma das fases (larvas, ninfas e adultos F1, ovos, larvas e ninfas F2) foram testadas individualmente por um sistema de taqman real-time PCR, para presença de Rickettsia spp. Os soros sanguíneos de todos animais infestados foram testados por imunofluorescência indireta com antígeno de R. parkeri, no dia zero e 21 dias após a infestação por carrapatos, a fim de verificar soroconversão para antígenos de Rickettsia. Os resultados obtidos demonstraram 100% de transmissões transestadial (larva para ninfas e ninfas para adultos) e transovariana de R. parkeri em A. ovale, uma vez que todas as amostras de ovos, larvas, ninfas e adultos do grupo infectado foram positivas na PCR. Larvas e ninfas de A. ovale demonstraram alta competência vetorial, pois todos animais infestados por esses estágios infectados soroconverteram para R. parkeri. Por outro lado, adultos foram parcialmente competentes, pois apenas metade dos coelhos soroconverteu após ser infestada com carrapatos adultos infectados. Nenhum carrapato do grupo controle foi positivo na PCR, assim como nenhum animal deste grupo soroconverteu para R. parkeri. Fêmeas infectadas por R. parkeri cepa Mata Atlântica tiveram parâmetros reprodutivos inferiores aos das fêmeas não infectadas, indicando algum efeito deletério da infecção por este agente sobre os carrapatos. Os resultados sugerem a importância do carrapato A. ovale na epidemiologia desta nova riquetsiose brasileira, assim como sugerem uma capacidade vetorial de A. ovale para R. parkeri cepa Mata Atlântica, uma vez que este carrapato é frequentemente encontrado infestando humanos no bioma de Mata Atlântica. / In early 2010, a novel rickettsiosis was described in a human patient that had been infested by a tick in Barra do Una, southern coast of the state of São Paulo, Brazil. Molecular tests indicated that the disease was caused by a new rickettsial strain, named Rickettsia parkeri strain Atlantic rainforest. More recent studies demonstrated that 10 to 15% of Amblyomma ovale ticks, collected in Atlantic rainforest areas in the states of São Paulo (including the human index case area in Barra do Una) and Santa Catarina were infected with R. parkeri strain Atlantic rainforest. Within this context, the present study started with A. ovale engorged females collected from naturally infested dogs in Barra do Una. In the laboratory, it was shown by PCR that part of these females (6.25%) were naturally infected with R. parkeri strain Atlantic rainforest; the eggs of these females were used to form a lab colony of A. ovale, naturally infected by R. parkeri. Eggs laid by uninfected females were used to form an uninfected tick colony. Both colonies were evaluated in parallel in the lab, aiming to verify and quantify the transstadial and transovarian transmissions of R. parkeri strain Atlantic rainforest in A. ovale ticks, and the vector competence of the different parasitic stages of this tick. Larval infestations were done on rodents (Calomys callosus), while nymphal and adult infestations were done on rabbits (Oryctolagus cunicullus). Samples of 10 individuals of each tick stage (F1 larvae, nymphs and adults; F2, eggs, larvae, and nymphs) were tested individually by a taqman real-time PCR targeting the genus Rickettsia. Blood serum samples from all infested animals were tested through immunofluorescence assay employing R. parkeri antigens, on zero and 21 days post tick infestation, in order to verify seroconversion to rickettsial antigens. The results demonstrated 100% of transstadial (larvae to nynphs; nymphs to adults) and transovarian transmissions of R. parkeri in A. ovale ticks, since all egg, larval, nymphal, and adult samples from the infected colony were PCR-positive. A. ovale larvae and nymphs demonstrated high vector competence because all animals infested by these tick infected stages seroconverted to R. parkeri. On the other hand, adult ticks were partially competent since only half of the animals seroconverted after being infested by infected adult ticks. None tick of the uninfected control colony was PCR positive, as well as no animal from this group seroconverted to R. parkeri. Tick females infected by R. parkeri strain Atlantic rainforest had lower reproductive parameters than uninfected females, indicating some deleterious effect of the infection on these ticks. The results suggest an important role of A. ovale ticks in the epidemiology of this novel Brazilian rickettsiosis, and also suggest that A. ovale are capable to transmit R. parkeri strain Atlantic rainforest under natural conditions, since this tick is frequently found infesting humans on the Atlantic rainforest biome.
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Epidemiological aspects of semi-domiciled domestic dogs present in the Brazilian Atlantic Rainforest Area of Caraguatatuba City and the correlation between the genetic variability of dogs ticks and the wild environment / Aspectos epidemiológicos dos cães domésticos semidomiciliados presentes na área de Mata Atlântica do Município de Caraguatatuba e a correlação entre a variabilidade genética dos carrapatos dos cães e do ambiente silvestre

Gislene Fatima da Silva Rocha Fournier 24 January 2018 (has links)
Considered the most abundant carnivore in the world, the domestic dog can cause negative impacts when he is present in forested areas. Dogs can develop different roles in the environment in which they live as hunter, shepherd, guardian, companion and even more affective relationships in which the dog is seen like a family member. These roles are closely linked to the way of life of their owners. In Caraguatatuba City, dogs that live in the vicinity of Serra do Mar, an important Atlantic Rainforest Conservation Unit, are commonly parasitized by Amblyomma ovale. From data obtained through three years of monitoring in three different areas around the Serra do Mar State Park Caraguatatuba City, it has been possible to generate results that help in understanding the causes and consequences of the dog presence in the surroundings of the forest as well as its participation in the epidemiology of riquetsiosis and rangeliosis. Comparing the lifestyle of the owners and the role of their dogs in the environment in which they are inserted, it has been possible to estimate the risk of transmission of Rickettsia parkeri to these dogs. In addition, through the molecular analysis of the A. ovale individuals collected on dogs and also in free life, it has been possible to infer about the population structure and genetics of this parasite in Serra do Mar, which is an important ecological corridor for the Atlantic Rainforest wild fauna. / Considerado o carnívoro mais abundante do mundo, o cão doméstico pode causar impactos negativos quando presente em áreas florestadas. Cães podem desenvolver diferentes papéis no ambiente em que vivem desde caçador, pastor, guardião, companheiro e até mesmo relações mais afetivas em que o cão é visto como um membro da família. Estes papéis estão intimamente ligados ao modo de vida de seus proprietários. Em Caraguatatuba, cães que vivem no entorno da Serra do Mar, uma importante Unidade de Conservação da Mata Atlântica, são comumente parasitados por Amblyomma ovale. A partir de dados obtidos através de três anos de monitoramento em três diferentes áreas do entorno do Parque Estadual Serra do Mar Núcleo Caraguatatuba, foi possível gerar resultados que auxiliam no entendimento das causas e consequências da presença do cão no entorno da floresta e sua participação na epidemiologia da riquetsiose e rangeliose. Comparando o estilo de vida dos proprietários e o papel do cão no ambiente em que ele está inserido, foi possível estimar o risco de transmição de Rickettsia parkeri para estes cães. Além disso, através da análise molecular dos indivíduos de A. ovale coletados em cães e também coletados em vida livre, foi possível inferir sobre a estrutura e genética populacional deste parasita na Serra do Mar em Caraguatatuba, importante corredor ecológico para a fauna silvestre da Mata Atlântica.
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Avaliação da dinâmica da infecção por Rickettsia parkeri cepa Mata Atlântica, agente etiológico de uma nova riquetsiose brasileira, em carrapatos Amblyomma ovale Koch, 1844 naturalmente infectados / Dynamics of the infection by Rickettsia parkeri strain Atlantic rainforest, the etiologic agent of a novel rickettsiosis in Brazil, in naturally infected Amblyomma ovale Koch, 1844 ticks

Krawczak, Felipe da Silva 29 January 2013 (has links)
No início de 2010, uma nova riquetsiose foi descrita em um paciente humano, que foi infestado por carrapato em Barra do Una, no litoral sul do Estado de São Paulo. Técnicas moleculares indicaram que esta nova doença foi causada por uma nova cepa de riquétsia, que foi denominada de Rickettsia parkeri cepa Mata Atlântica. Estudos mais recentes demonstraram que 10 a 15% dos carrapatos Amblyomma ovale, coletados em áreas de Mata Atlântica nos estados de São Paulo (incluindo a área do caso índice da infecção humana em Barra do Una) e Santa Catarina estavam infectados com R. parkeri cepa Mata Atlântica. Desta forma, o presente estudo iniciou-se a partir de fêmeas ingurgitadas de A. ovale, coletadas de cães naturalmente infestados em Barra do Una. No laboratório, foi constatado por PCR que parte dessas fêmeas (6,25%) estavam naturalmente infectadas por R. parkeri cepa Mata Atlântica; os ovos dessas fêmeas foram utilizados para formar uma colônia de A. ovale naturalmente infectada por R. parkeri. Ovos de fêmeas não infectadas, foram utilizados para formar uma colônia não infectada. As duas colônias foram estudadas de forma paralela no laboratório, visando analisar e quantificar a transmissão transestadial e transovariana de R. parkeri cepa Mata Atlântica e a competência vetorial do A. ovale. As infestações por larvas foram realizadas em roedores (Calomys callosus), enquanto ninfas e adultos foram alimentados em Oryctolagus cunicullus (coelho doméstico). Amostras de 10 indivíduos de cada uma das fases (larvas, ninfas e adultos F1, ovos, larvas e ninfas F2) foram testadas individualmente por um sistema de taqman real-time PCR, para presença de Rickettsia spp. Os soros sanguíneos de todos animais infestados foram testados por imunofluorescência indireta com antígeno de R. parkeri, no dia zero e 21 dias após a infestação por carrapatos, a fim de verificar soroconversão para antígenos de Rickettsia. Os resultados obtidos demonstraram 100% de transmissões transestadial (larva para ninfas e ninfas para adultos) e transovariana de R. parkeri em A. ovale, uma vez que todas as amostras de ovos, larvas, ninfas e adultos do grupo infectado foram positivas na PCR. Larvas e ninfas de A. ovale demonstraram alta competência vetorial, pois todos animais infestados por esses estágios infectados soroconverteram para R. parkeri. Por outro lado, adultos foram parcialmente competentes, pois apenas metade dos coelhos soroconverteu após ser infestada com carrapatos adultos infectados. Nenhum carrapato do grupo controle foi positivo na PCR, assim como nenhum animal deste grupo soroconverteu para R. parkeri. Fêmeas infectadas por R. parkeri cepa Mata Atlântica tiveram parâmetros reprodutivos inferiores aos das fêmeas não infectadas, indicando algum efeito deletério da infecção por este agente sobre os carrapatos. Os resultados sugerem a importância do carrapato A. ovale na epidemiologia desta nova riquetsiose brasileira, assim como sugerem uma capacidade vetorial de A. ovale para R. parkeri cepa Mata Atlântica, uma vez que este carrapato é frequentemente encontrado infestando humanos no bioma de Mata Atlântica. / In early 2010, a novel rickettsiosis was described in a human patient that had been infested by a tick in Barra do Una, southern coast of the state of São Paulo, Brazil. Molecular tests indicated that the disease was caused by a new rickettsial strain, named Rickettsia parkeri strain Atlantic rainforest. More recent studies demonstrated that 10 to 15% of Amblyomma ovale ticks, collected in Atlantic rainforest areas in the states of São Paulo (including the human index case area in Barra do Una) and Santa Catarina were infected with R. parkeri strain Atlantic rainforest. Within this context, the present study started with A. ovale engorged females collected from naturally infested dogs in Barra do Una. In the laboratory, it was shown by PCR that part of these females (6.25%) were naturally infected with R. parkeri strain Atlantic rainforest; the eggs of these females were used to form a lab colony of A. ovale, naturally infected by R. parkeri. Eggs laid by uninfected females were used to form an uninfected tick colony. Both colonies were evaluated in parallel in the lab, aiming to verify and quantify the transstadial and transovarian transmissions of R. parkeri strain Atlantic rainforest in A. ovale ticks, and the vector competence of the different parasitic stages of this tick. Larval infestations were done on rodents (Calomys callosus), while nymphal and adult infestations were done on rabbits (Oryctolagus cunicullus). Samples of 10 individuals of each tick stage (F1 larvae, nymphs and adults; F2, eggs, larvae, and nymphs) were tested individually by a taqman real-time PCR targeting the genus Rickettsia. Blood serum samples from all infested animals were tested through immunofluorescence assay employing R. parkeri antigens, on zero and 21 days post tick infestation, in order to verify seroconversion to rickettsial antigens. The results demonstrated 100% of transstadial (larvae to nynphs; nymphs to adults) and transovarian transmissions of R. parkeri in A. ovale ticks, since all egg, larval, nymphal, and adult samples from the infected colony were PCR-positive. A. ovale larvae and nymphs demonstrated high vector competence because all animals infested by these tick infected stages seroconverted to R. parkeri. On the other hand, adult ticks were partially competent since only half of the animals seroconverted after being infested by infected adult ticks. None tick of the uninfected control colony was PCR positive, as well as no animal from this group seroconverted to R. parkeri. Tick females infected by R. parkeri strain Atlantic rainforest had lower reproductive parameters than uninfected females, indicating some deleterious effect of the infection on these ticks. The results suggest an important role of A. ovale ticks in the epidemiology of this novel Brazilian rickettsiosis, and also suggest that A. ovale are capable to transmit R. parkeri strain Atlantic rainforest under natural conditions, since this tick is frequently found infesting humans on the Atlantic rainforest biome.
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Epidemiological aspects of semi-domiciled domestic dogs present in the Brazilian Atlantic Rainforest Area of Caraguatatuba City and the correlation between the genetic variability of dogs ticks and the wild environment / Aspectos epidemiológicos dos cães domésticos semidomiciliados presentes na área de Mata Atlântica do Município de Caraguatatuba e a correlação entre a variabilidade genética dos carrapatos dos cães e do ambiente silvestre

Fournier, Gislene Fatima da Silva Rocha 24 January 2018 (has links)
Considered the most abundant carnivore in the world, the domestic dog can cause negative impacts when he is present in forested areas. Dogs can develop different roles in the environment in which they live as hunter, shepherd, guardian, companion and even more affective relationships in which the dog is seen like a family member. These roles are closely linked to the way of life of their owners. In Caraguatatuba City, dogs that live in the vicinity of Serra do Mar, an important Atlantic Rainforest Conservation Unit, are commonly parasitized by Amblyomma ovale. From data obtained through three years of monitoring in three different areas around the Serra do Mar State Park Caraguatatuba City, it has been possible to generate results that help in understanding the causes and consequences of the dog presence in the surroundings of the forest as well as its participation in the epidemiology of riquetsiosis and rangeliosis. Comparing the lifestyle of the owners and the role of their dogs in the environment in which they are inserted, it has been possible to estimate the risk of transmission of Rickettsia parkeri to these dogs. In addition, through the molecular analysis of the A. ovale individuals collected on dogs and also in free life, it has been possible to infer about the population structure and genetics of this parasite in Serra do Mar, which is an important ecological corridor for the Atlantic Rainforest wild fauna. / Considerado o carnívoro mais abundante do mundo, o cão doméstico pode causar impactos negativos quando presente em áreas florestadas. Cães podem desenvolver diferentes papéis no ambiente em que vivem desde caçador, pastor, guardião, companheiro e até mesmo relações mais afetivas em que o cão é visto como um membro da família. Estes papéis estão intimamente ligados ao modo de vida de seus proprietários. Em Caraguatatuba, cães que vivem no entorno da Serra do Mar, uma importante Unidade de Conservação da Mata Atlântica, são comumente parasitados por Amblyomma ovale. A partir de dados obtidos através de três anos de monitoramento em três diferentes áreas do entorno do Parque Estadual Serra do Mar Núcleo Caraguatatuba, foi possível gerar resultados que auxiliam no entendimento das causas e consequências da presença do cão no entorno da floresta e sua participação na epidemiologia da riquetsiose e rangeliose. Comparando o estilo de vida dos proprietários e o papel do cão no ambiente em que ele está inserido, foi possível estimar o risco de transmição de Rickettsia parkeri para estes cães. Além disso, através da análise molecular dos indivíduos de A. ovale coletados em cães e também coletados em vida livre, foi possível inferir sobre a estrutura e genética populacional deste parasita na Serra do Mar em Caraguatatuba, importante corredor ecológico para a fauna silvestre da Mata Atlântica.
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Pesquisa de Carrapatos e Riquétsias no Parque Estadual da Serra do Mar, Núcleo Itutinga - Pillões, São Paulo / Research on ticks and Rickettsias in the Parque Estadual da Serra do Mar, Núcleo Itutinga Pillões, São Paulo

Guilherme Sakae Sabatini 26 February 2010 (has links)
As riquétsias são pesquisadas por muitos grupos em diversas regiões do mundo, pois podem infectar os humanos e animais. No período de julho de 2008 a junho de 2009 no Núcleo Itutinga Pilões, localizado no Parque Estadual da Serra do Mar, foram realizadas coletas mensais de carrapatos (455 adultos, 1939 ninfas e 46 bolos de larvas) distribuídas por seis trilhas distintas. No presente estudo constatou-se a existência de cerca de treze espécies de carrapatos no local (A. aureolatum, A. brasiliense, A. dubitatum, A. fuscum, A. incisum, A. longirostre, A. naponense, A. nodosum, A. ovale, Ixodes aragaoi, Ixodes loricatus. Haemaphysalis juxtakochi e Riphicephalus sanguineus) As espécies de maior expressão foram: A. incisum, frequentemente presente em antas, seguido por H. juxtakochi e A. ovale. Encontramos R. parkeri , R. belliie R. amblyommii. Em A. ovale infectados com a R. parkeri, tivemos uma prevalência de 11,7% para o ambiente e 15,3% para os carrapatos coletados em hospedeiros cães. O R. sanguineus que se coalimentou com A. ovale em cães também estava infectado com R. parkeri. Podemos concluir que indivíduos que freqüentem a região onde encontramos o A. ovale infectado pode adquirir bactérias do Grupo Febre Maculosa. / Rickettsia has been receiving attention from several researcher groups around the world, once these bacteria can infect animals and human being. In this study, monthly, during the period of July, 2008 and June, 2009, was carried out at Núcleo Itutinga Pilões, localized in the Parque Estadual da Serra do Mar, a field research when ticks were collected from vegetation in six specific trials into the forest, overall were collected 455 adults, 1,939 nymphs and 46 larval agglomerates ticks. This study found out 13 different tick species (A. aureolatum, A. brasiliense, A. dubitatum, A. fuscum, A. incisum, A. longirostre, A. naponense, A. nodosum, A. ovale, Ixodes aragaoi, Ixodes loricatus. Haemaphysalis juxtakochi e Riphicephalus sanguineus). The majority found species were: A. incisum, H. juxtakochi and A. ovale. Three Rickettsia species were found naturaly infecting ticks in the park: R. parkeri, R. bellii e R. amblyommii. A. ovale ticks showed a R. parkeri infection prevalence of 11.7% for free-living ticks and 15.3% for ticks collected upon dogs. Ticks R. sanguineus collected feeding upon the same dogs as A. ovale were also found infected with R. parkeri. Since A. ovale ticks can attach onto human being, we predict that visitors of this park might be exposed to Spotted Fever Group Rickettsia infected ticks.

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