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Confiabilidade da auto-aplicação do health assessment questionnaire modificado (HAQ-M) em uma população de portadores de artrite reumatóide no Brasil

Costa, Gustavo de Paiva January 2006 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, 2006. / Submitted by Tania Milca Carvalho Malheiros (tania@bce.unb.br) on 2009-05-11T12:58:34Z No. of bitstreams: 1 2006_GustavodePaivaCosta.pdf: 283083 bytes, checksum: 9913f8dc75b70f7ce620db452176bdf4 (MD5) / Approved for entry into archive by Guimaraes Jacqueline(jacqueline.guimaraes@bce.unb.br) on 2009-05-11T16:24:01Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2006_GustavodePaivaCosta.pdf: 283083 bytes, checksum: 9913f8dc75b70f7ce620db452176bdf4 (MD5) / Made available in DSpace on 2009-05-11T16:24:01Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2006_GustavodePaivaCosta.pdf: 283083 bytes, checksum: 9913f8dc75b70f7ce620db452176bdf4 (MD5) Previous issue date: 2006 / Introdução: O Health Assessment Questionnaire (HAQ) é um questionário desenvolvido para avaliar o impacto funcional da Artrite Reumatóide (AR) nos pacientes. Tem como um dos fatores que podem impedir sua boa utilização o baixo nível sócio-cultural de quem o responde, que é o que encontramos na população de pacientes atendidos nos serviços públicos de saúde no Brasil, o que poderia comprometer sua utilização em nossa realidade. Objetivo: Correlacionar os escores encontrados no HAQ quando este for respondido pelos pacientes com os escores encontrados quando o mesmo é respondido pela equipe assistente. Material e Métodos: Foram estudados 90 pacientes portadores de AR, que preenchiam os critérios para classificação da doença do American College fo Rheumatology (ACR). Primeiramente os pacientes respondiam o HAQ e, após um intervalo mínimo de tempo, o HAQ era respondido pela equipe. Os escores foram, então, analisados utilizando-se o método de correlação de Pearson. Resultados: A população estudada tinha idade média de 48,2 ± 12,8 anos, com média de tempo de educação formal de 7 ± 3,2 anos, e média de renda per capta de 0,9 ± 1,5 salários-mínimos. Os escores de HAQ encontrados nos questionários respondidos pelos pacientes tiveram média de 1,156 ± 0,835. Nos escores encontrados nos questionários aplicados pelos entrevistadores a média foi de 1,293, com desvio-padrão de ± 0,856. Houve correlação significativa entre os escores dos dois grupos – correlação de 0,84 (p<0.001 e intervalo com 95% de confiança de [0,77;0,90]). Conclusão: Mesmo em uma população com baixo nível sócio-educacional no Brasil o HAQ, quando auto-aplicado, é ferramenta confiável, com baixa variância inter-observador. ___________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Introduction: The Health Assessment Questionnaire (HAQ) is a tool developed to address the functional impact of Rheumatoid Arthritis (RA) in the individual patient. One of the factors that can implicated in a wrong use of it is low socioeducational level, which is the prevalent situation among our patients in Brazil. This finding can impact in the correct use of HAQ in our reality. Objective: To correlate HAQ scores found when it is self-administered by our patient, with the scores found when it is administered by the staff. Material and Methods: 90 RA patients, whom fulfilled the American College of Rheumatology set criteria for RA, were included. In a first moment the patients self-administered the HAQ and, after a time, the HAQ was answered by a staff with the patient. The scores were analyzed using the Pearson´s correlation method. Results: The population of the study showed median age of 48,2 years ±12,8, with a median monthly income of $144 ± 240. The median spare time of formal education was 7 years ± 3,2. HAQ scores found in the self-administered questionnaires had a median of 1.156 ± 0,835, and the median of the HAQ scores found in the questionnaires fulfilled by the medical staff was 1,293 ± 0,856. The correlation found was 0,84 (p<0.001 and CI [0,77;0,90]). Conclusion: Even in a population of low socio-economic level in Brazil, the HAQ, when self-administered, is a reliable tool, with a low inter-observer variance.
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Fadiga em pacientes da Coorte Brasília de artrite reumatoide (AR) : estudo da prevalência e comparação entre diferentes instrumentos de avaliação

Diniz, Leonardo Rios January 2016 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas, 2016. / Submitted by Aline Mequita (alinealmeida@bce.unb.br) on 2016-06-24T17:08:40Z No. of bitstreams: 1 2016_LeonardoRiosDiniz.pdf: 1293874 bytes, checksum: 554aad2b639e3406f67320ea880d3c88 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana(raquelviana@bce.unb.br) on 2016-06-29T22:16:26Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2016_LeonardoRiosDiniz.pdf: 1293874 bytes, checksum: 554aad2b639e3406f67320ea880d3c88 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-06-29T22:16:26Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2016_LeonardoRiosDiniz.pdf: 1293874 bytes, checksum: 554aad2b639e3406f67320ea880d3c88 (MD5) / A fadiga na AR é considerada como um sintoma extraarticular multidimensional comum e incapacitante, relatado entre 40 e 80% dos pacientes e historicamente pouca atenção tinha sido dada ao sintoma devido provavelmente à falta de consenso na definição do que é fadiga, e à falta de um agente etiológico específico. Além disso, existe a dificuldade para a caracterização e diferenciação das expressões utilizadas pelos indivíduos para descrever a fadiga e os demais sintomas, especialmente em países com grande extensão territorial e que apresentam grande diversidade cultural em sua população. Objetivos: 1) Avaliar a prevalência da fadiga nos pacientes da Coorte Brasília de AR; 2) Determinar a associação entre a ocorrência de fadiga e variáveis epidemiológicas e clínicas da doença, com o uso dos seguintes instrumentos: a) Dimensão de Vitalidade do questionário SF-36 (Medical Outcomes Study Short Form 36); b) Perfil dos estados de humor – POMS (Profile of Mood States) dimensão de fadiga; c) Escala de avaliação multidimensional da fadiga – MAF (Multidimensional Assessment of Fatigue Scale); d) Escala de severidade da fadiga – FSS (Fatigue Severitiy Scale); e) Questionário Bristol multidimensional de fadiga na artrite reumatoide BRAF-MDQ (Bristol Rheumatoid Arthritis Fatigue Multidimensional Questionnaire); f) Escala numérica do questionário Bristol multidimensional de fadiga na artrite reumatoide BRAF-NRS (Bristol Rheumatoid Arthritis Fatigue Numerical Rating Scales for Severity, Effect and Coping); g) Escala Visual Análoga de fadiga (EVAfad); h) Questionário de avaliação funcional da terapia de doenças crônicas – fadiga FACIT-F (Functional Assessment of Chronic Illness Therapy Fatigue Scale); 3) Comparar o desempenho dos diferentes instrumentos de avaliação de acordo com o grau de fadiga nessa população; 4) Medir o grau de similaridade entre os instrumentos de avaliação da fadiga. Pacientes e Métodos: Foram coletados dados socioeconômicos demográficos e clínicos de uma amostra de conveniência de 80 pacientes acompanhados regularmente na coorte Brasília de AR do Hospital Universitário de Brasília. Avaliouse a fadiga com os instrumentos supracitados e aplicou-se a regressão linear múltipla para determinar a associação da fadiga com as variáveis coletadas (nível de significância de 5%). Então, foram divididos em 3 grupos de acordo com o grau de ix fadiga avaliado pela Escava Visual Análoga de Fadiga (EVAfad): Grupo 1 – EVAfad de 0 a 2; Grupo 2 – EVAfad de 2,1 a 5; e, Grupo 3 – EVAfad de 5,1 a 10. A seguir, foi executada nova regressão linear múltipla, para se avaliar o desempenho de cada instrumento de acordo com grau de fadiga observado em cada grupo. Resultados: A idade média foi de 49 anos, com predomínio em mulheres (87,5%) pardas (56,3%). O tempo médio de doença foi de 5 anos e os pacientes apresentavam, na média, baixo nível de atividade da doença (DAS28 = 2,79) e com pouca ou nenhuma incapacidade (HAQ = 0,92). A prevalência da fadiga (EVAfad >2) foi de 71,25%, com correlação constante com a incapacidade e idade em quase todos os instrumentos utilizados. Conclusão: A fadiga é um sintoma prevalente na coorte Brasília de AR, acometendo ao menos 71,25% dessa população. Os instrumentos utilizados apresentaram bom desempenho na avaliação da fadiga, exceto FSS e BRAF-NRS que explicaram menos de 30% da fadiga. O questionário FACIT-F apresentou boa sensibilidade na avaliação geral e dos grupos de fadiga. Os instrumentos SF36 vitalidade, POMS fadiga e FSS têm maior sensibilidade em indivíduos com níveis baixos de fadiga; o instrumento MAF-GFI tem maior sensibilidade nos indivíduos com fadiga de leve a moderada; e o FACIT-F no grupo de fadiga severa. ________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Fatigue in Rheumatoid Arthritis is considered a common, disabling multidimensional extraarticular symptom, reported between 40 and 80% of the patients, and historically little attention has been paid to it probably due to the lack of a consensus on the definition of fatigue and/ or the lack of a defined etiology. In addition, the individuals have difficulty to characterize and differentiate the expressions to describe fatigue, especially in country with large territorial extension and with great cultural diversity. Objectives: 1) Assess the prevalence of fatigue among the patients of the Brasília cohort of RA; 2) Determine the association between fatigue and the clinical and epidemiological variables of the disease, by using the questionnaires: Medical Outcomes Study Short Form 36 vitality scale (SF36); b) Profile of Mood States (POMS) fatigue scale; c) Multidimensional Assessment of Fatigue Scale (MAF); d) Fatigue Severity Scale (FSS); e) Bristol Rheumatoid Arthritis Fatigue Multidimensional Questionnaire (BRAF-MDQ); f) Bristol Rheumatoid Arthritis Fatigue Numerical Rating Scales for Severity, Effect and Coping (BRAF-NRS); g) Visual Analog Scale of fatigue (VAS fatigue); h) Functional Assessment of Chronic Illness Therapy Fatigue Scale (FACIT-F); 3) Compare the results of the different instruments according to the fatigue degree; 4) Assess the similarity of the instruments in assessing fatigue. Patients and Methods: Socioeconomic, demographic and clinical data were collected from a convenience sample of 80 patients regularly followed at the Brasília cohort of RA of the University Hospital of Brasília. Fatigue as assessed with the aforementioned instruments and a multiple linear regression was conducted to determine the association between fatigue and the variables (5% level of significance). The sample was separated in three groups, according to the level of fatigue assessed by the VAS fatigue: Group 1 – VAS fatigue score 0 - 2; Group 2 – VAS fatigue score 2.1 - 5; and, Group 3 – VAS fatigue score 5.1 - 10. Then, a multiple linear regression was conducted to assess the performance of each instrument, observing the severity of fatigue. Results: Mean age was 49 years with prevalence of women (87.5%) and brown skinned (56.3%). The mean time of disease was 5 years and the patients a low level of disease activity (DAS28 = 2.79) and none or little disability level (HAQ = 0.92). The xi prevalence of fatigue (VAS fatigue >2) was of 71.25%, with correlation with disability and age (negative correlation) in almost all questionnaires. Conclusion: Fatigue is a prevalent symptom in the Brasília cohort of RA, affecting at least 71.25% of this population. The instruments used to assess fatigue presented good performance, except for the FSS and BRAF-NRS that explained less than 30% of the fatigue. The FACIT-F questionnaire presented good sensibility when assessing the groups separately. The SF36 vitality, POMS fatigue and FSS presented greater sensibility when assessing individuals with low level of fatigue; the MAF-GFI performed better when assessing individual with moderate fatigue; and the FACIT-F performed better when assessing the severe fatigue group.

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