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Monitoramento de colônias de abelhas africanizadas (Apis mellifera L.) quanto ao desenvolvimento interno e comportamento de forrageamento em linhagens de abelhas higiênicas e não higiênicas / Monitoring of Colonies of Africanized Honey Bees (Apis mellifera L.): internal development of colonies and foraging behavior of strains of hygienic and non-hygienic honeybees.

Clycie Aparecida da Silva Machado 15 April 2013 (has links)
RESUMO As abelhas africanizadas (Apis mellifera L.) apresentam um comportamento higiênico mais intenso comparado a outras subespécies de abelhas europeias. Embora o comportamento higiênico das abelhas já seja bem conhecido, ainda existem estudos a serem feitos em torno desse complexo comportamento. Assim, no presente trabalho pretendeu-se obter subsídios para uma melhor compreensão desse comportamento em relação ao comportamento de forrageamento e ao desenvolvimento interno das colônias, através da comparação do desempenho entre colônias de linhagens higiênicas e não higiênicas de abelhas africanizadas (Apis mellifera L.). Portanto, quarenta e uma colônias de abelhas Africanizadas Apis mellifera L. foram testadas quanto ao comportamento higiênico (CH). O presente trabalho foi desenvolvido no Laboratório Apilab do Departamento de Genética da FMRP-USP. Foram constituídos dois grupos de colônias: um grupo de 3 colônias higiênicas (H) com CH igual ou superior a 90% e 3 colônias não higiênicas (NH) com valor igual ou inferior a 55%, com o objetivo de se estudar, mediante monitoramento mensal durante 13 meses (julho de 2011 a julho de 2012), as variáveis relacionadas ao desenvolvimento interno das colônias (atividade de postura, área de cria aberta e de cria operculada), atividades forrageiras (área de pólen, área de néctar aberto e de néctar operculado) e ganho de peso. Para o ganho de peso foram utilizadas balanças eletrônicas adaptadas. Os mapeamentos dos dados climáticos foram registrados por um período na Estação Climatológica do Apilab na USP, porém devido a um acidente com queda de energia a fonte foi queimada, não sendo possível o uso programado dos dados climáticos para estudos de correlação com as variáveis das colônias. Os dados das variáveis internas da colônia foram obtidos utilizando-se de um suporte de madeira com tela de arame dividindo a área total em 36 quadrantes idênticos dentro do qual se colocava o quadro da colmeia para se estimar as áreas respectivas em % (néctar, pólen, crias, oviposição etc.). Os dados foram transformados em arco-seno para aplicação dos testes estatísticos. As comparações estatísticas foram realizadas usando-se o teste t-Student e análises de correlação pelo método de Spearman, (Software Statistica 8). Como principais resultados obtivemos os seguintes: as colônias H tiveram melhor desempenho que as NH quanto as atividades de coleta de pólen (P = <0,001), área de cria aberta (P = <0,001), área de cria operculada (P = 0,050) e oviposição das rainhas (P = 0,015). As colônias H apresentaram maior taxa de remoção de crias doentes e mortas que as NH. As abelhas das colônias H são melhores coletoras de pólen que as NH. Não houve diferença entre as linhagens quanto ao ganho de peso. Encontramos correlação positiva significante nas colônias (H e NH) entre áreas de pólen com as áreas com cria aberta H (r = 0,599; P = 0,029), NH (r = 0,791; P = 0,000) e entre as áreas de pólen com cria operculada H (r = 0,659; P = 0,013), NH (r = 0,731; P = 0,004), confirmando que o feromônio das larvas estimula a coleta de pólen. Houve também correlação positiva significante nas colônias H entre área de néctar operculado e cria operculada (r = 0,714; P = 0,005), e néctar operculado e pólen (r = 0,659; P = 0,013). Concluiu-se que o CH pode também ser utilizado como uma característica para critério de seleção para produção de pólen, sendo o CH considerado como uma das melhores alternativas para os programas de melhoramento de abelhas. / The africanized bees (Apis mellifera L.) present a more intensive hygienic behavior in comparison with another European subspecies bees. Although the hygienic behavior of these bees is already very known, there are studies being conducted on this complex behavior. Then, the present study aimed to obtain data to comprehend better the hygienic behavior in relation to the forager behavior and to the internal development of colonies through the comparison of development between colonies of A. mellifera bees from lineage hygienic and not hygienic. Thus, forty-one colonies of Africanized honey bee (Apis mellifera L.) were tested for hygienic behavior. This work was developed in the Apilab of the Department of Genetics, FMRP-USP in Ribeirão Preto-SP. There were two groups of colonies: a group of 3 hygienic colonies (H) ( H test => 90% ) and 3 non-hygienic colonies (NH) ( H test =< 55%) , with the objective of studying, through monitoring monthly from July/ 2011 to July/ 2012, variables related to the internal development of the colonies (oviposition area, open brood area and capped brood area) foraging activities (pollen area, open nectar area, capped nectar area) and weight gain. For weight gain determination adapted electronic scales were used. Mappings of climatic data were recorded for a period at the Apilab-USP, but due to an accident the Climatological Station was damaged, not being possible the correlation studies. Data of internal variables of the colonies were obtained using a wooden support mesh wire dividing the total area under 36 identical quadrants within which is placed the frame of the hive to estimate the respective areas in % (nectar, pollen, brood, eggs etc.). Data were transformed to arcsine in statistical tests. Statistical comparisons were performed using the Student t test and correlation analysis by the method of Spearman (Software Statistica 8). As main results we achieved the following: H colonies outperformed the NH in the following variables: pollen area (P = <0.001), open brood area (P = <0.001), capped brood area (P = 0.050) and oviposition (P = 0.015). Hygienic colonies (H) showed higher removal rate of sick and dead brood than Non hygienic colonies (NH). The Africanized Honey Bees of the Hygienic colonies ( H ) are better pollen-collecting than the Honey Bees of the Non-hygienic colonies (NH). There was no difference between strains regarding weight gain. Significant positive correlation was found in both groups of colonies (H and NH) between area of pollen with open brood H (r = 0.599; P = 0.029), NH (r = 0.791; P = 0.000) and between areas of pollen with capped brood H (r = 0.659; P = 0.013), NH (r = 0.731; P = 0.004), confirming that the larval pheromone stimulates pollen collection. There were also significant positive correlation in the Hygienic colonies (H) between area of capped brood and capped nectar area (r = 0.714; P = 0.005) as well as between pollen area and capped nectar area (r = 0.659; P = 0.013). It was also concluded that the Hygienic Behavior of the Honey Bees can also be used as a feature selection for pollen production. The Hygienic Behavior feature is being considered today as one of the best alternatives for Honey Bee breeding programs.
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Monitoramento de colônias de abelhas africanizadas (Apis mellifera L.) quanto ao desenvolvimento interno e comportamento de forrageamento em linhagens de abelhas higiênicas e não higiênicas / Monitoring of Colonies of Africanized Honey Bees (Apis mellifera L.): internal development of colonies and foraging behavior of strains of hygienic and non-hygienic honeybees.

Machado, Clycie Aparecida da Silva 15 April 2013 (has links)
RESUMO As abelhas africanizadas (Apis mellifera L.) apresentam um comportamento higiênico mais intenso comparado a outras subespécies de abelhas europeias. Embora o comportamento higiênico das abelhas já seja bem conhecido, ainda existem estudos a serem feitos em torno desse complexo comportamento. Assim, no presente trabalho pretendeu-se obter subsídios para uma melhor compreensão desse comportamento em relação ao comportamento de forrageamento e ao desenvolvimento interno das colônias, através da comparação do desempenho entre colônias de linhagens higiênicas e não higiênicas de abelhas africanizadas (Apis mellifera L.). Portanto, quarenta e uma colônias de abelhas Africanizadas Apis mellifera L. foram testadas quanto ao comportamento higiênico (CH). O presente trabalho foi desenvolvido no Laboratório Apilab do Departamento de Genética da FMRP-USP. Foram constituídos dois grupos de colônias: um grupo de 3 colônias higiênicas (H) com CH igual ou superior a 90% e 3 colônias não higiênicas (NH) com valor igual ou inferior a 55%, com o objetivo de se estudar, mediante monitoramento mensal durante 13 meses (julho de 2011 a julho de 2012), as variáveis relacionadas ao desenvolvimento interno das colônias (atividade de postura, área de cria aberta e de cria operculada), atividades forrageiras (área de pólen, área de néctar aberto e de néctar operculado) e ganho de peso. Para o ganho de peso foram utilizadas balanças eletrônicas adaptadas. Os mapeamentos dos dados climáticos foram registrados por um período na Estação Climatológica do Apilab na USP, porém devido a um acidente com queda de energia a fonte foi queimada, não sendo possível o uso programado dos dados climáticos para estudos de correlação com as variáveis das colônias. Os dados das variáveis internas da colônia foram obtidos utilizando-se de um suporte de madeira com tela de arame dividindo a área total em 36 quadrantes idênticos dentro do qual se colocava o quadro da colmeia para se estimar as áreas respectivas em % (néctar, pólen, crias, oviposição etc.). Os dados foram transformados em arco-seno para aplicação dos testes estatísticos. As comparações estatísticas foram realizadas usando-se o teste t-Student e análises de correlação pelo método de Spearman, (Software Statistica 8). Como principais resultados obtivemos os seguintes: as colônias H tiveram melhor desempenho que as NH quanto as atividades de coleta de pólen (P = <0,001), área de cria aberta (P = <0,001), área de cria operculada (P = 0,050) e oviposição das rainhas (P = 0,015). As colônias H apresentaram maior taxa de remoção de crias doentes e mortas que as NH. As abelhas das colônias H são melhores coletoras de pólen que as NH. Não houve diferença entre as linhagens quanto ao ganho de peso. Encontramos correlação positiva significante nas colônias (H e NH) entre áreas de pólen com as áreas com cria aberta H (r = 0,599; P = 0,029), NH (r = 0,791; P = 0,000) e entre as áreas de pólen com cria operculada H (r = 0,659; P = 0,013), NH (r = 0,731; P = 0,004), confirmando que o feromônio das larvas estimula a coleta de pólen. Houve também correlação positiva significante nas colônias H entre área de néctar operculado e cria operculada (r = 0,714; P = 0,005), e néctar operculado e pólen (r = 0,659; P = 0,013). Concluiu-se que o CH pode também ser utilizado como uma característica para critério de seleção para produção de pólen, sendo o CH considerado como uma das melhores alternativas para os programas de melhoramento de abelhas. / The africanized bees (Apis mellifera L.) present a more intensive hygienic behavior in comparison with another European subspecies bees. Although the hygienic behavior of these bees is already very known, there are studies being conducted on this complex behavior. Then, the present study aimed to obtain data to comprehend better the hygienic behavior in relation to the forager behavior and to the internal development of colonies through the comparison of development between colonies of A. mellifera bees from lineage hygienic and not hygienic. Thus, forty-one colonies of Africanized honey bee (Apis mellifera L.) were tested for hygienic behavior. This work was developed in the Apilab of the Department of Genetics, FMRP-USP in Ribeirão Preto-SP. There were two groups of colonies: a group of 3 hygienic colonies (H) ( H test => 90% ) and 3 non-hygienic colonies (NH) ( H test =< 55%) , with the objective of studying, through monitoring monthly from July/ 2011 to July/ 2012, variables related to the internal development of the colonies (oviposition area, open brood area and capped brood area) foraging activities (pollen area, open nectar area, capped nectar area) and weight gain. For weight gain determination adapted electronic scales were used. Mappings of climatic data were recorded for a period at the Apilab-USP, but due to an accident the Climatological Station was damaged, not being possible the correlation studies. Data of internal variables of the colonies were obtained using a wooden support mesh wire dividing the total area under 36 identical quadrants within which is placed the frame of the hive to estimate the respective areas in % (nectar, pollen, brood, eggs etc.). Data were transformed to arcsine in statistical tests. Statistical comparisons were performed using the Student t test and correlation analysis by the method of Spearman (Software Statistica 8). As main results we achieved the following: H colonies outperformed the NH in the following variables: pollen area (P = <0.001), open brood area (P = <0.001), capped brood area (P = 0.050) and oviposition (P = 0.015). Hygienic colonies (H) showed higher removal rate of sick and dead brood than Non hygienic colonies (NH). The Africanized Honey Bees of the Hygienic colonies ( H ) are better pollen-collecting than the Honey Bees of the Non-hygienic colonies (NH). There was no difference between strains regarding weight gain. Significant positive correlation was found in both groups of colonies (H and NH) between area of pollen with open brood H (r = 0.599; P = 0.029), NH (r = 0.791; P = 0.000) and between areas of pollen with capped brood H (r = 0.659; P = 0.013), NH (r = 0.731; P = 0.004), confirming that the larval pheromone stimulates pollen collection. There were also significant positive correlation in the Hygienic colonies (H) between area of capped brood and capped nectar area (r = 0.714; P = 0.005) as well as between pollen area and capped nectar area (r = 0.659; P = 0.013). It was also concluded that the Hygienic Behavior of the Honey Bees can also be used as a feature selection for pollen production. The Hygienic Behavior feature is being considered today as one of the best alternatives for Honey Bee breeding programs.
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[en] THE IMPACT OF STRATEGIC ALLIANCES AND INTERNAL KNOWLEDGE SOURCES ON THE MANUFACTURING FIRMS INNOVATION AND ON THEIR FINANCIAL PERFORMANCE: A COMPARISON BETWEEN BRAZIL AND EUROPE / [pt] O IMPACTO DAS ALIANÇAS ESTRATÉGICAS E DAS FONTES DE CONHECIMENTO INTERNAS NA INOVAÇÃO E NO DESEMPENHO FINANCEIRO DAS FIRMAS DE MANUFATURA: UMA COMPARAÇÃO ENTRE BRASIL E EUROPA

FABIO DE OLIVEIRA PAULA 11 December 2017 (has links)
[pt] O fenômeno da inovação e a forma como ele contribui para o desempenho das firmas depende de várias variáveis, como as características da firma, as suas estratégias, a indústria e o ambiente. O Brasil não é reconhecido como tendo um ambiente amigável para a inovação, ao contrário da maioria dos países europeus, e isto pode ser uma das razões pelas quais o país está travado em seu desenvolvimento econômico. Considerando o que foi mencionado acima, esta tese tem como objetivo contribuir explorando a relação entre P e D interno e externo, desempenho de inovação e desempenho financeiro nas firmas de manufatura brasileiras e de alguns países europeus e comparar as duas realidades para tirar lições sobre como as firmas brasileiras podem evoluir no seu desempenho de inovação e no seu desempenho financeiro. A estratégia para atingir esse objetivo foi propor um modelo teórico e algumas hipóteses baseadas em uma extensa revisão bibliográfica dos campos de gestão de inovação e estratégia e testá-los através de modelagem de equações estruturais (SEM), utilizando a estimativa bayesiana. Para testar o modelo no contexto brasileiro, utilizou-se uma amostra de 2.810 firmas de manufatura que realizaram atividades de inovação entre 2009 e 2011 da pesquisa de inovação brasileira PINTEC 2011. Para o contexto europeu, tomou-se uma amostra de 2.745 firmas de manufatura de 14 países (Bulgária, República Checa, Chipre, Espanha, Croácia, Portugal, Hungria, Eslovênia, Noruega, Lituânia, Romênia, Itália, Eslováquia e Estônia) da Pesquisa de Inovação da Comunidade (CIS) 2010, que considerou os anos de 2008 a 2010. No caso do Brasil, uma relação positiva direta entre alianças estratégicas e desempenho de inovação foi detectada. O P e D interno, por outro lado, não influenciou diretamente o desempenho da inovação, no entanto, moderou positivazmente a relação entre alianças estratégicas e inovação, o que é consistente com a teoria da capacidade absortiva. Ao contrário da teoria, o desempenho de inovação teve uma influência negativa no desempenho financeiro futuro. Esta relação negativa pode ter sido causada pelo atraso de dois anos entre as proxies desses dois construtos do modelo, que não permitiu identificar um aumento nas receitas obtidas pelos novos produtos e serviços, mas permitiu capturar o efeito negativo do redirecionamento de recursos do marketing e vendas para atividades de inovação, como P e D interno, e dos custos gerenciais das alianças estratégicas. Para os países europeus, a análise empírica detectou uma relação positiva entre o P e D interno e externo (de alianças estratégicas) e o desempenho de inovação separadamente. Contrariamente às expectativas, não se encontrou uma moderação do P e D interno na relação entre as alianças estratégicas e o desempenho de inovação. Isso provavelmente foi provocado pela baixa capacidade absortiva das firmas nos países europeus estudados em comparação com os países mais inovadores da Europa e mundialmente. O desempenho de inovação não influenciou o desempenho financeiro. Isso pode ter sido causado pela ausência de um intervalo de tempo entre a medida das proxies desses dois construtos, o que não permitiu identificar um aumento nas receitas de novos produtos e serviços, que leva algum tempo para ser percebido. Os resultados de ambos os modelos sugeriram que, se o principal objetivo é uma melhoria imediata nos níveis de desempenho da inovação, as firmas de manufatura devem se concentrar em P e D interno ou externo. No entanto, se o objetivo principal é o longo prazo, começar por fortalecer o P e D interno é mais efetivo para melhorar a capacidade absortiva das firmas e ao mesmo tempo alcançar um desempenho de inovação satisfatório. Esta estratégia permitirá que elas adotem estratégias mais complexas, equilibrando o P e D interno e externo, de forma efetiva no futuro, quando o nível de capacidade absortiva se tornar alto. / [en] The innovation phenomenon and how it contributes to the firms performance is contingent on several variables, such as the firm s characteristics, its strategies, the industry and the environment. Brazil is not recognized as having a friendly environment for innovation, in contrast with most of the European countries, and this issue may be one of the reasons why the country is stuck in its economic development. Considering all mentioned above, this dissertation aims to contribute by exploring the relationships among internal and external R and D, innovation performance and financial performance in the Brazilian and in some European countries manufacturing firms and compare both realities to learn lessons about how Brazilian firms may evolve in their innovation and financial performance. The strategy to achieve this goal was to propose a theoretical model and some hypotheses based on an extensive literature review of the innovation management and strategy fields and test them through structural equation modeling (SEM), using Bayesian estimation. In order to test the model in the Brazilian context, a sample of 2,810 manufacturing firms that conducted innovation activities from 2009 to 2011 of the Brazilian innovation survey PINTEC 2011 was used. For the European context, the sample had 2,745 manufacturing firms of 14 countries (Bulgaria, Czech Republic, Cyprus, Spain, Croatia, Portugal, Hungary, Slovenia, Norway, Lithuania, Romania, Italy, Slovakia and Estonia) of the Community Innovation Survey (CIS) 2010, which considered the years of 2008 to 2010. In the case of Brazil, a positive direct relationship between strategic alliances and innovation performance was detected. Internal R and D, on the other hand, did not influence innovation performance directly, however, it positively moderated the relationship between strategic alliances and innovation, which is consistent with the absorptive capacity theory. Contrary to the theory, innovation performance had a negative influence on the future financial performance. This negative relationship may have been caused by the two-years lag between the proxies of the two constructs of the model, that did not identify an increasing in revenues achieved by the new products and services, but captured the negative effect of the redirection of resources from marketing and sales to innovation activities, such as internal R and D, and of the managerial costs of the strategic alliances. For the selected European countries, the empirical analysis detected a positive relationship between internal and external R and D (from strategic alliances) and innovation performance separately. Contrary to the expectations, it did not find a moderation of internal R and D on the relationship between strategic alliances and innovation performance. This was probably caused by the low absorptive capacity of the firms in the European countries studied compared to the most innovative countries in Europe and in the world. Innovation performance did not influence financial performance. This may have been caused by the absence of a time-lag between the measurement of the proxies of these two constructs, which did not to allow to identify an increasing in revenues from new products and services, that takes some time to be perceived. All the results of both models suggested that, if the main goal is an immediate improvement in the innovation performance levels, manufacturing firms should focus on either internal or external R and D. However, if the main goal is the long-term, beginning to strengthen their internal R and D is effective to improve the firms absorptive capacity while achieving a satisfactory innovation outcome. This strategy will allow them to adopt more complex strategies, balancing internal and external R and D, effectively in the future, when the absorptive capacity level becomes high.

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