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O assédio moral no cenário trabalhista contemporâneo: análise da sua ocorrência diante das novas formas e ferramentas de trabalho e a necessidade de preservação da dignidade da pessoa que trabalha

Bujak, Selena Maria Klock January 2012 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T18:48:24Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000438132-Texto+Completo-0.pdf: 97124 bytes, checksum: d5bd13af60da3d36d8ddb661ed9403de (MD5) Previous issue date: 2012 / Questa dissertazione affronta il fenomeno dell’assedio morale, le sue forme di presentazione e il suo rapporto con il mondo del lavoro contemporaneo, caratterizzato dalla crescita delle nuove tecnologie, dalla necessità di un facile adattamento ai nuovi strumenti di lavoro da parte dei dipendenti, dalla precarietà del mercato del lavoro e dall'esacerbata esigenza di produttività. In questo scenario si incentiva la competizione sregolata e illimitata tra le persone. L’abitudine di vedere il dipendente come un costo e non come un investimento, lo stimolo all’individualismo e alla ricerca dei risultati a qualsiasi prezzo finiscono per stimolare l’uso di pratiche ostili. Il dipendente, sempre più timoroso della perdita del posto di lavoro o, ancora, di non adattarsi o non presentare la polivalenza che gli viene sollecitata, finisce per assoggettarsi alle più diverse pratiche di umiliazione e imbarazzo, che avvengono in modo sistematico e ripetuto. La dignità della persona umana e la valorizzazione del lavoro sono principi costituzionali che sono vilipesi quando avviene il fenomeno dell’assedio morale. Il potere direttivo che il datore di lavoro detiene, nella misura in cui assume i rischi della propria attività, gli fornisce un supporto per coordinare e controllare la prestazione dei servizi. Tuttavia tale potere ha dei limiti, specialmente basati nel rispetto del principio della dignità della persona umana. La ricerca enfatizza l'importante ruolo del datore di lavoro, che non può adottare comportamenti ostili e neppure stimolare la pratica di questi comportamenti, nella misura in cui detiene delle responsabilità di ambito sociale e civile destinate alla manutenzione di un ambiente di lavoro sano e decente, che non comporti malattie e danni alla salute fisica e mentale dei suoi lavoratori. ita / Esta dissertação aborda o fenômeno do assédio moral, suas formas de apresentação e sua relação com o mundo do trabalho contemporâneo, caracterizado pelo avanço das novas tecnologias, pela necessidade de fácil adaptação às novas ferramentas de trabalho por parte dos empregados, pela precarização do mercado de trabalho e pela exacerbada exigência de produtividade. Nesse cenário, incentivase a competição desregrada e ilimitada entre os pares. O hábito de enxergar o empregado como custo e não como um investimento, o estímulo ao individualismo e a busca de lucros a qualquer preço acabam por incentivar a ocorrência de práticas hostis. O empregado, cada vez mais temeroso da perda do emprego ou ainda, de não se adaptar ou não apresentar a polivalência que lhe é cobrada, acaba se sujeitando às mais variadas práticas de humilhação e constrangimentos, que acontecem de forma sistemática e repetitiva. A dignidade da pessoa humana e a valorização do trabalho são princípios constitucionais que restam vilipendiados quando da ocorrência do fenômeno do assédio moral. O poder diretivo do qual o empregador é detentor, na medida em que assume os riscos do seu empreendimento, fornece-lhe suporte para coordenar e fiscalizar a prestação dos serviços. No entanto, tal poder sofre limites, especialmente lastreados no respeito ao princípio da dignidade da pessoa humana. A pesquisa enfatiza o importante papel do empregador, que não pode adotar comportamentos hostis e nem incentivar a prática dessas atitudes, na medida em que detém responsabilidade de âmbito social e civil pela manutenção de um ambiente de trabalho sadio e decente, que não acarrete doenças e danos à saúde física e mental de seus trabalhadores.
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O ass?dio moral no cen?rio trabalhista contempor?neo : an?lise da sua ocorr?ncia diante das novas formas e ferramentas de trabalho e a necessidade de preserva??o da dignidade da pessoa que trabalha

Bujak, Selena Maria Klock 12 March 2012 (has links)
Made available in DSpace on 2015-04-14T14:33:52Z (GMT). No. of bitstreams: 1 438132.pdf: 97124 bytes, checksum: d5bd13af60da3d36d8ddb661ed9403de (MD5) Previous issue date: 2012-03-12 / Questa dissertazione affronta il fenomeno dell assedio morale, le sue forme di presentazione e il suo rapporto con il mondo del lavoro contemporaneo, caratterizzato dalla crescita delle nuove tecnologie, dalla necessit? di un facile adattamento ai nuovi strumenti di lavoro da parte dei dipendenti, dalla precariet? del mercato del lavoro e dall'esacerbata esigenza di produttivit?. In questo scenario si incentiva la competizione sregolata e illimitata tra le persone. L abitudine di vedere il dipendente come un costo e non come un investimento, lo stimolo all individualismo e alla ricerca dei risultati a qualsiasi prezzo finiscono per stimolare l uso di pratiche ostili. Il dipendente, sempre pi? timoroso della perdita del posto di lavoro o, ancora, di non adattarsi o non presentare la polivalenza che gli viene sollecitata, finisce per assoggettarsi alle pi? diverse pratiche di umiliazione e imbarazzo, che avvengono in modo sistematico e ripetuto. La dignit? della persona umana e la valorizzazione del lavoro sono principi costituzionali che sono vilipesi quando avviene il fenomeno dell assedio morale. Il potere direttivo che il datore di lavoro detiene, nella misura in cui assume i rischi della propria attivit?, gli fornisce un supporto per coordinare e controllare la prestazione dei servizi. Tuttavia tale potere ha dei limiti, specialmente basati nel rispetto del principio della dignit? della persona umana. La ricerca enfatizza l'importante ruolo del datore di lavoro, che non pu? adottare comportamenti ostili e neppure stimolare la pratica di questi comportamenti, nella misura in cui detiene delle responsabilit? di ambito sociale e civile destinate alla manutenzione di un ambiente di lavoro sano e decente, che non comporti malattie e danni alla salute fisica e mentale dei suoi lavoratori. / Esta disserta??o aborda o fen?meno do ass?dio moral, suas formas de apresenta??o e sua rela??o com o mundo do trabalho contempor?neo, caracterizado pelo avan?o das novas tecnologias, pela necessidade de f?cil adapta??o ?s novas ferramentas de trabalho por parte dos empregados, pela precariza??o do mercado de trabalho e pela exacerbada exig?ncia de produtividade. Nesse cen?rio, incentivase a competi??o desregrada e ilimitada entre os pares. O h?bito de enxergar o empregado como custo e n?o como um investimento, o est?mulo ao individualismo e a busca de lucros a qualquer pre?o acabam por incentivar a ocorr?ncia de pr?ticas hostis. O empregado, cada vez mais temeroso da perda do emprego ou ainda, de n?o se adaptar ou n?o apresentar a polival?ncia que lhe ? cobrada, acaba se sujeitando ?s mais variadas pr?ticas de humilha??o e constrangimentos, que acontecem de forma sistem?tica e repetitiva. A dignidade da pessoa humana e a valoriza??o do trabalho s?o princ?pios constitucionais que restam vilipendiados quando da ocorr?ncia do fen?meno do ass?dio moral. O poder diretivo do qual o empregador ? detentor, na medida em que assume os riscos do seu empreendimento, fornece-lhe suporte para coordenar e fiscalizar a presta??o dos servi?os. No entanto, tal poder sofre limites, especialmente lastreados no respeito ao princ?pio da dignidade da pessoa humana. A pesquisa enfatiza o importante papel do empregador, que n?o pode adotar comportamentos hostis e nem incentivar a pr?tica dessas atitudes, na medida em que det?m responsabilidade de ?mbito social e civil pela manuten??o de um ambiente de trabalho sadio e decente, que n?o acarrete doen?as e danos ? sa?de f?sica e mental de seus trabalhadores.

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