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Política para a conservaçao de áreas verdes urbanas particulares em Curitiba

Pereira, Mauri César Barbosa 14 June 2013 (has links)
O presente trabalho aborda a influência do Imposto Predial Territorial Urbano – IPTU na conservação das áreas verdes urbanas particulares na bacia hidrográfica do Rio Belém, localizada no Município de Curitiba, Capital do Estado do Paraná. Todavia, levou-se a cabo, sob a ótica dos proprietários que possuem bosques nativos relevantes nos imóveis cadastrados no Setor Especial de Áreas Verdes, uma análise da redução e isenção do IPTU enquanto mecanismo de estimulo à conservação dos bosques nativos relevantes. A pesquisa realizada serve para entender a percepção que os proprietários têm sobre os benefícios dos bosques, e o que os motivou para empreender a conservação dos remanescentes de florestas no meio urbano. Para a realização da pesquisa foram utilizados dados e informações do mapeamento das áreas verdes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Curitiba – SMMA, de acordo com os critérios da Lei Municipal n.0 9.806 de 3 de janeiro de 2000, e dados socioeconômicos do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba – IPPUC. Para a análise, foram separadas as áreas verdes da bacia hidrográfica do Rio Belém, que representa 20% da área do Município de Curitiba e abriga aproximadamente 50% da população curitibana. Na bacia hidrográfica do Rio Belém, se computa 937 bosques nativos relevantes de acordo com os critérios estabelecidos para a investigação, o que representa 8,6% da área da bacia, dos quais 94,08% são bosques localizados em imóveis particulares. Um total de 126 amostras localizadas na bacia hidrográfica serviram de base para o estudo. O fundamento da pesquisa foi procurar entender as razões para a conservação de bosques particulares no meio urbano curitibano bem como ao acesso e utilização dos benefícios previstos na legislação municipal sobre áreas verdes, e os motivos que efetivamente entusiasmam e garantem a conservação destas áreas nos imóveis mantidos pelos particulares. As análises evidenciaram que os motivos para a permanência destes fragmentos de florestas no meio urbano estão relacionados com a duração do período de residência dos proprietários, sobretudo quando este período é superior a 20 anos. Outro aspecto de relevância são os laços culturais, familiares, históricos e ecológicos que eles mantêm com os seus antecedentes que mantiveram anteriormente estas florestas. O estudo demonstrou que mais da metade dos proprietários não usufrui o benefício da redução do IPTU para a conservação dos bosques. No caso daqueles que usufruem a redução garantida pela lei, esta alcança na maioria dos casos, 30% valor do IPTU. Para os atuais proprietários, os benefícios sociais e ambientais expressos pela conservação e proteção ambiental, lazer e paisagismo são os que mais motivam a manter estas áreas. Realizou-se ainda uma inferência relativa à simulação do impacto das áreas verdes na redução e isenção do IPTU na bacia hidrográfica do Belém. Da simulação conclui-se que existe uma possibilidade de que a isenção de IPTU na bacia do Belém implique de 61 a 68% de redução na arrecadação total do IPTU para imóveis territoriais (sem construção), comparativamente com os imóveis urbanos sem bosques. Para os imóveis residenciais que possuam parte de suas áreas construídas, a redução pode alcançar- dependendo do valor venal do imóvel (terreno e construção) - de 24 a 59%, comparados a imóveis sem bosques.
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Análise quantitativa das variáveis meteorológicas em diferentes tipologias de floresta urbana de Curitiba - PR

Martini, Angeline January 2016 (has links)
Orientador : Profª. Daniela Biondi / Coorientador : Prof. Demóstenes F. da Silva Filho / Coorientador : Prof. Antonio Carlos Batista / Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestal. Defesa: Curitiba, 05/09/2016 / Inclui referências: f. 107-122 / Área de concentração / Resumo: A floresta urbana proporciona inúmeros benefícios para a população, dentre os quais, a melhoria climática é um dos mais importantes, contribuindo para a qualidade de vida nos centros urbanos. Por esse motivo, nos últimos anos, muitos estudos passaram a ser desenvolvidos nesta área, uma vez que a vegetação é um dos principais elementos para atenuar diversos problemas ambientais e sociais. O objetivo desta pesquisa foi analisar quantitativamente a influência da cobertura arbórea no clima da cidade de Curitiba - PR, com ênfase nas diferentes tipologias de floresta urbana. Para isso, a análise climática foi realizada em escala local e microclimática, nas estações do verão e inverno. Na escala local, os valores de temperatura e umidade relativa do ar, coletados em pesquisas anteriores, foram correlacionados com a quantidade de cobertura arbórea e vegetal (m²), obtidas a partir de técnicas de sensoriamento remoto em imagens de alta resolução espacial do Satélite GeoEye-1. Na escala microclimática, foram selecionadas três áreas distintas para cada tipologia de floresta urbana (Remanescente Florestal, Área Verde Antiga, Área Verde Moderna, Arborização de Ruas e Árvore Isolada), totalizando 15 áreas. Com o método de pontos fixos foi analisado o microclima das diferentes tipologias de floresta urbana e por meio do método de transectos móveis (percurso com 500 m de caminhamento) foi possível analisar a influência dessas tipologias no microclima do entorno imediato. Os resultados indicaram que aproximadamente 65% do valor da temperatura urbana é explicado pela quantidade de cobertura arbórea, sendo ainda mais expressivo na análise da cobertura vegetal (71%). Tendo como base a equação de regressão estabelecida para esses coeficientes, pode-se afirmar que para diminuir 1 °C seria necessário acrescentar 3.381.384,32 m² de cobertura arbórea na cidade. Com relação às tipologias de floresta urbana, a temperatura média do ar no Remanescente Florestal foi estatisticamente menor do que nas demais áreas, enquanto a umidade relativa foi maior. A tipologia Árvore Isolada foi a que apresentou maiores temperaturas e menores valores de umidade relativa. De modo geral, o raio de influência que a floresta urbana exerce no seu entorno foi de 200 m, sendo que a tipologia Remanescente Florestal alcançou 250 m. Em média, a intensidade de influência da floresta urbana a 50 m de distância foi 0,66 °C, a 100 m foi 0,45 °C, a 150 m foi 0,34°C e a 200 m foi 0,30 °C, mas cada tipologia sofreu variações. Todos os resultados microclimáticos foram mais acentuados no verão. O número de indivíduos e a densidade arbórea das áreas foram as características que exerceram maior influência no microclima. Conclui-se que a floresta urbana proporciona microclimas mais agradáveis, o que enfatiza sua importância para a cidade. Além disso, as diferentes tipologias de floresta urbana apresentam microclimas distintos, proporcionando diferentes raios e intensidades de influência no seu entorno imediato. Palavras-chave: Melhoria climática. Temperatura. Umidade relativa. Microclima urbano. Raio de influência. Praça. Arborização de ruas. / Abstract: Urban forest provides several benefits for population, among which the climate improvement is one of the most important, contributing to improve the quality of life in urban centers. For this reason, in recent years, many studies have been developed in this area, as the vegetation is one of the main elements for mitigate various environmental and social issues. The main goal of this research was analyze quantitatively the influence of the arboreal coverage in the climate of Curitiba - PR city, with emphasis on different typologies of urban forest. For this purpose, it was performed a climate analysis on a local and a microclimate scale, in summer and winter seasons. In the local scale, the values of temperature and relative air humidity, collected in preview researches, were correlated to arboreal and vegetal coverage (m²), obtained from remoting sensing techniques in high spatial resolution images of GeoEye-1 satellite. In the microclimate scale, there were selected three different areas for each urban forest type (Remaining Forest, Old Green Area, Modern Green Area, Street Trees and Isolated Tree), totalizing 15 areas. Using the method of fixed point, it was analyzed the microclimate of the different urban forest types and through mobile transect method (pathway with 500 m) it was possible to analyze the influence of these typologies in the immediate surrounding microclimate. The results indicated that approximately 65% of the urban temperature value is explained by the quantity of arboreal coverage, being even more expressive in the analysis of vegetal coverage (71%). Based on the regression equation established for these coefficients, it is possible to state that, to decrease 1 ºC, it would be necessary to add 3,381,384.32 m² of arboreal coverage in the city. In relation to the urban forest typologies, the average air temperature in the Remaining Forest was statistically lower than in the other areas, while the relative air humidity was greater. The typology Isolated Tree was the one that presented greater temperatures and lower relative air humidity values. In general, the influence radius that the urban forest had on its surroundings was 200 m, while the Remaining Forest typology reaches 250 m. In average, the influence intensity of urban forest at 50 m of distance was 0.66 ºC, at 100 m it was 0.45 ºC, at 150 m it was 0.34 ºC and at 200 m it was 0.30 ºC, but each typology has variations. All microclimate results were more pronounced in summer. The number of individuals and the arboreal density of the areas were the characteristics that had greatest influence on microclimate. It is possible to conclude that urban forest provides more pleasant microclimates, which emphasizes the importance of the urban forest to the city. Furthermore, the different urban forest typologies present distinct microclimates, promoting different radius and intensities of influence on its immediate surroundings. Keywords: Climate improvement. Temperature. Relative air humidity. Urban microclimate. Influence radius. Square. Street tree.

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