Spelling suggestions: "subject:"hypoestrogenism"" "subject:"hipoestrogenism""
1 |
Influência do estrogênio na histomorfometria da parede vaginal: repercussões na função sexual / Influence of estrogen on the morphology of the vaginal wall: effects on sexual functionLara, Lucia Alves da Silva 11 December 2008 (has links)
Introdução: O hipoestrogenismo causa alteração estrutural na vaginal que pode levar a alterações na resposta sexual. Tem sido reportado o afinamento da parede vaginal após a menopausa, porém, sem comprovação morfométrica. Objetivos: Verificar a espessura da parede vaginal em condições normo e hipoestrogenicas, correlacionar disfunção sexual com espessura da parede, expressão do receptor estrogênico e estradiol sérico. Métodos: Espécimes cirúrgicos da vagina de31 mulheres, sendo 18 normoestrogênicas e 13 na pós-menopausa, submetidas a colpoperineoplastia por prolapso genital I e II. Aferidos: FSH e estradiol, prolactina e TSH. Realizou-se: tricrômico de Masson e HE, histomorfometria, imunohistoquímica para receptores estrogênicos ?, semi-quantificados pelo H-score, função sexual aferida pelo GRISS. Resultados: A parede vaginal é mais espessa no grupo menopausa em relação ao grupo menacme (2,72±0,72mm e 2,16±0,43, p=0,01 e 2,63±0,71mm e 2,07±0,49mm, p=0,01). A espessura e a fração de área da camadamuscular são maiores no grupo menopausa (parede anterior:1,54±0,44 e 1,09±0,3mm, p=0,02 e posterior 1,45±0,47 e 1,07±0,44mm, p=0,03 e 0,51±0,10 e 0,42±0,11mm 2 , p=0,03 e 0,40±0,10 e 0,49±0,08 mm 2 , p=0,02). O epitélio vaginal do segmentoproximal é mais espesso do que o segmento médio na parede posterior (0,17±0,07mm, 0,15±0,05mm, 0,24±0,09mm, p=0,02). Não houve correlação entre dor coital, espessura daparede e concentrações do estradiol nos dois grupos. Conclusão: A parede vaginal é mais espessa após a menopausa. Neste estudo, não ocorreu associação entre disfunção sexual genital concentrações estrogênicas e espessura da parede vaginal. / Hipoestrogenism causes structuralalteration on vaginal wall that can cause sexual problems. It has been reported vaginal wall thickness after menopause, however, without morphometric evidence. Objectives: To verify vaginal wall thickness in normal and hypoestrogenic conditions and to correlate sexual dysfunction with vaginal wall thickness, estrogen receptor expression and estradiol levels. Methods: Vagina surgical specimens of 18 pre and 13 post-menopausal women, submitted to surgery for genital prolapse I and II were examined. It had been surveyed: FSH and estradiol, prolactina and TSH to exclude other endocrinopatias. Masson´s tricrômico for morphometry and HE staining for histological analyses, and immunohistochemical staining for estrogen alpha receptor, quantified by H-score and the sexual function was accessed by GRISS. Results: Vaginal wall is thicker inthe post-menopausal group in relation to pre menopausal group (2,72±0,72mm e 2,16±0,43, p=0,01 e 2,63±0,71mm and 2,07±0, 49mm, p=0,01 anteriorand posterior wall, respectively). The fraction area and muscular layer thickness are bigger in the post-menopausal group (anterior: 1,54±0,44 and 1,09±0,3mm, p=0,02 and posterior wall 1,45±0,47 and 1,07±0,44mm, p=0,03 and 0,51±0,10 and 0,42±0,11mm2, p=0,03 and 0,40±0,10 and 0,49±0,08 mm2, p=0,02, respectively). Vaginal epithelium in the medium segment is thicker than the proximal one in the posterior wall (0,17±0,07mm, 0,15±0,05mm, 0,24±0,09mm, p=0,02). There is no correlation between coital pain, vaginal wall thickness and estradiol levels in the two groups. Conclusion:Vaginal wall is thicker after menopause. In this study, vaginal thickness and estrogen levels are not related to sexual dysfunction.
|
2 |
Influência do estrogênio na histomorfometria da parede vaginal: repercussões na função sexual / Influence of estrogen on the morphology of the vaginal wall: effects on sexual functionLucia Alves da Silva Lara 11 December 2008 (has links)
Introdução: O hipoestrogenismo causa alteração estrutural na vaginal que pode levar a alterações na resposta sexual. Tem sido reportado o afinamento da parede vaginal após a menopausa, porém, sem comprovação morfométrica. Objetivos: Verificar a espessura da parede vaginal em condições normo e hipoestrogenicas, correlacionar disfunção sexual com espessura da parede, expressão do receptor estrogênico e estradiol sérico. Métodos: Espécimes cirúrgicos da vagina de31 mulheres, sendo 18 normoestrogênicas e 13 na pós-menopausa, submetidas a colpoperineoplastia por prolapso genital I e II. Aferidos: FSH e estradiol, prolactina e TSH. Realizou-se: tricrômico de Masson e HE, histomorfometria, imunohistoquímica para receptores estrogênicos ?, semi-quantificados pelo H-score, função sexual aferida pelo GRISS. Resultados: A parede vaginal é mais espessa no grupo menopausa em relação ao grupo menacme (2,72±0,72mm e 2,16±0,43, p=0,01 e 2,63±0,71mm e 2,07±0,49mm, p=0,01). A espessura e a fração de área da camadamuscular são maiores no grupo menopausa (parede anterior:1,54±0,44 e 1,09±0,3mm, p=0,02 e posterior 1,45±0,47 e 1,07±0,44mm, p=0,03 e 0,51±0,10 e 0,42±0,11mm 2 , p=0,03 e 0,40±0,10 e 0,49±0,08 mm 2 , p=0,02). O epitélio vaginal do segmentoproximal é mais espesso do que o segmento médio na parede posterior (0,17±0,07mm, 0,15±0,05mm, 0,24±0,09mm, p=0,02). Não houve correlação entre dor coital, espessura daparede e concentrações do estradiol nos dois grupos. Conclusão: A parede vaginal é mais espessa após a menopausa. Neste estudo, não ocorreu associação entre disfunção sexual genital concentrações estrogênicas e espessura da parede vaginal. / Hipoestrogenism causes structuralalteration on vaginal wall that can cause sexual problems. It has been reported vaginal wall thickness after menopause, however, without morphometric evidence. Objectives: To verify vaginal wall thickness in normal and hypoestrogenic conditions and to correlate sexual dysfunction with vaginal wall thickness, estrogen receptor expression and estradiol levels. Methods: Vagina surgical specimens of 18 pre and 13 post-menopausal women, submitted to surgery for genital prolapse I and II were examined. It had been surveyed: FSH and estradiol, prolactina and TSH to exclude other endocrinopatias. Masson´s tricrômico for morphometry and HE staining for histological analyses, and immunohistochemical staining for estrogen alpha receptor, quantified by H-score and the sexual function was accessed by GRISS. Results: Vaginal wall is thicker inthe post-menopausal group in relation to pre menopausal group (2,72±0,72mm e 2,16±0,43, p=0,01 e 2,63±0,71mm and 2,07±0, 49mm, p=0,01 anteriorand posterior wall, respectively). The fraction area and muscular layer thickness are bigger in the post-menopausal group (anterior: 1,54±0,44 and 1,09±0,3mm, p=0,02 and posterior wall 1,45±0,47 and 1,07±0,44mm, p=0,03 and 0,51±0,10 and 0,42±0,11mm2, p=0,03 and 0,40±0,10 and 0,49±0,08 mm2, p=0,02, respectively). Vaginal epithelium in the medium segment is thicker than the proximal one in the posterior wall (0,17±0,07mm, 0,15±0,05mm, 0,24±0,09mm, p=0,02). There is no correlation between coital pain, vaginal wall thickness and estradiol levels in the two groups. Conclusion:Vaginal wall is thicker after menopause. In this study, vaginal thickness and estrogen levels are not related to sexual dysfunction.
|
3 |
Influ?ncia do hipoestrogenismo por ooforectomia na adapta??o antioxidante em ratas wistar exercitadas regularmenteMarcedo, Ulisvaldo Brunno de Oliveira 31 March 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2014-12-17T14:16:36Z (GMT). No. of bitstreams: 1
UlisvaldoBOM_DISSERT.pdf: 1587047 bytes, checksum: 7f013a41cdb97c77a1a82dc5c85aadb8 (MD5)
Previous issue date: 2009-03-31 / Post-menopause is a period of women s life cycle that is characterized by estrogen
depletion and therefore increasing cardiovascular diseases, neurodegenerative
disorders, urogenital atrophy, osteoporosis, hot flushes and sexual discomfort
incidences. Estrogen is a hormone with comfirmed antioxidant action and its
depletion is related to oxidative stress instalation and damaging various important
biomolecules. Regular physical activity has been identified as a factor involved in
reducing women s post-menopausal complications in addition to improving
antioxidant defense by reducing the oxidative damage and consequently improving
life s quality in this part of the population. This study aims to evaluate the influence of
hypoestrogenism in antioxidant adaptation due to regular exercise, by determining
reduced glutathione (GSH) and Thiobarbituric Acid Reactive Substances (SRAT)
concentrations and antioxidant enzymes glutathione peroxidase (GPx), Superoxide
Dismutase (SOD) and Catalase (CAT) activities in blood, brain and liver of rats. To
achieve this goal we used 50 Wistar rats, weighing 180-250g which were divided into
two groups, control - GC (25) and ooforectomized - GO (25). Each group was
subdivided into five subgroups: Not-trained - S (5), Not-trained Acute Exercise - SEA
(5), regular exercise 30 days - E30 (5), regular exercise 60 days - E60 (5) and regular
exercise 90 days - E90 (5). Each of the three subgroups exercised regularly was
subjected to acute exercise on the eve and the day of sacrifice to collect biological
samples of blood, liver and brain and subsequent determination of SRAT
concentration, GSH content and antioxidant enzymes GPx, SOD and CAT activities.
The results indicated that the sedentary animals acutely exercised presented
oxidative stress and regular physical activity led to antioxidant adaptation. In
ooforectomized group the antioxidant adaptation seen in control animals showed to
be impaired. Unlike the results from blood and liver, in brain there was a shield
against oxidative damage originated by the exercise and that hypoestrogenism led to
a loss of this natural antioxidant potential. Therefore, hypoestrogenism interferes
negatively in antioxidant adaptation due to regular exercise / A p?s-menopausa ? um per?odo do ciclo de vida da mulher que se caracteriza pela
deple??o dos estrog?nios e, por conseq??ncia, o aumento da incid?ncia de doen?as
cardiovasculares, neurodegenerativas, atrofia urogenital, osteoporose, fogachos e
desconforto sexual. O estr?geno ? um horm?nio com a??o antioxidante comprovada
e sua deple??o est? relacionada ? instala??o de estresse oxidativo gerando danos a
diversas biomol?culas importantes. O exerc?cio f?sico regular vem sendo apontada
como um fator de diminui??o das complica??es da p?s-menopausa al?m de
melhorar a defesa antioxidante diminuindo os danos oxidativos e conseq?ente
melhorando a qualidade de vida nesta parcela da popula??o. O presente trabalho
tem por objetivo avaliar a influ?ncia do hipoestrogenismo na adapta??o antioxidante
decorrente do exerc?cio f?sico regular, mediante determina??o das concentra??es de
Glutationa reduzida (GSH), Subst?ncias Reativas ao ?cido Tiobarbit?rico (SRAT) e
atividade das enzimas antioxidantes, Glutationa Peroxidase (GPx), Super?xido
Dismutase (SOD) e Catalase (CAT) em sangue, c?rebro e f?gado de ratas. Para se
alcan?ar esse objetivo foram utilizadas 50 ratas Wistar, pesando entre 180-250 g, as
quais foram divididas em dois grupos, controle - GC (25) e ooforectomizados - GO
(25). Cada um dos grupos foi subdividido em cinco subgrupos: N?o-treinado NT
(5), N?o-treinado Exerc?cio Agudo - NTEA (5), Exercitados regularmente 30 dias E30
(5), Exercitados regularmente 60 dias E60 (5) e Exercitados regularmente 90 dias
E90 (5) dias. Cada um dos tr?s subgrupos exercitados regularmente foi submetido a
exerc?cio agudo na v?spera e no dia de sacrif?cio para coleta das amostras
biol?gicas sangue, f?gado e c?rebro e posterior determina??o das concentra??es das
SRAT, determina??o do conte?do de GSH e atividade das enzimas antioxidantes
GPx, SOD e CAT. A avalia??o dos resultados indicaram que os animais sedent?rios
exercitados agudamente apresentaram estresse oxidativo e que a atividade f?sica
regular levou a adapta??o antioxidante. No grupo ooforectomizado a adapta??o
antioxidante, vista nos animais controle apresentou-se prejudicada. Diferentemente
dos resultados em sangue e f?gado, no c?rebro foi verificado uma prote??o contra
danos oxidativos decorrentes do exerc?cio f?sico e que o hipoestrogenismo acarretou
perda desse potencial antioxidante natural. Portanto, o hipoestrogenismo interfere
negativamente na adapta??o antioxidante decorrente do exerc?cio f?sico regular
|
Page generated in 0.058 seconds