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Adjuntos e adjunções em fronteiras de constituintes no portugues do Brasil

Rocha, Maura Alves de Freitas 13 January 2001 (has links)
Orientador: Mary Aizawa Kato / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Estudos da Linguagem / Made available in DSpace on 2018-08-03T07:17:48Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Rocha_MauraAlvesdeFreitas_D.pdf: 5517616 bytes, checksum: 20a9632d9381cd94a53c5cc46e962160 (MD5) Previous issue date: 2001 / Resumo: Este estudo compara o comportamento dos adjuntos (e adjunções) e dos preenchedores discursivos em fronteiras de constituintes do Português do Brasil, na modalidade oral e escrita, a partir da teoria X-barra e outros princípios que sustentam a Teoria Gerativa. Por adjuntos foram considerados os chamados adjuntos não-nucleares como sintagmas adverbiais e orações adverbiais, bem como os tópicos e antitópicos. Por adjunção, foi considerado o processo pelo qual os constituintes são adjungidos a uma posição X ou XP, diretamente por "merge" como, por exemplo,alguns advérbios para os quais não se assume movimento ou via movimento para os preenchedores que ocupam uma determinada posição por movimento. Neste processo foram incluídos os advérbios aspectuais, os clíticos, algumas estruturas de foco e os quantificadores flutuantes. Como ponto de partida, foram definidos formalmente / Abstract: This work compares the behavior of adjuntcts (and adjunctions) and discursive "fillers" in constituent boundaries of spoken and written Brazilian Portuguese, from the perspective of X-bar theory and other principIes that holds the Generative Theory. As a starting point, syntactic pattems of predication and complementation that forms the syntactic "background" were defined formally and elucidate positions, with attending restrictions, that the different kinds of "fillers" (syntatics and discursives) holds between constituent boundaries. The adjuncts examined referred only to non nuclear adjuncts such as adverbial phrases, adverbial clauses, topics and antitopics. Adjunction was understood as referring to a process which the constituent adjoins an X or XP position, directly by merge, such as adverbs that do not require movement or by movement for the "fillers" that occupy some positions by movement. This process included aspectual adverbs, clitics, some focus structures and floating quantifiers. In contrasting spoken and written language, the methodology followed previous works of the Grupo de Relações Gramaticais do Português Falado (Grammatical Relations of Spoken Portuguese Study Group) that analysed data using quantitative measures that considered the factor group as organizers of the universe sampled. The analysis showed that the major difference between spoken and written Portuguese, in terms of boundary "fillers", is displayed by filling in the margins whereas spoken language privileges the left margin and written language privileges the right margin. In addition, filling distribution displays that adjuncts are the "fillers" that occurs primarily in written language, whereas in spoken language more adjuncts and discursive "fillers" occur' Finally, syntactic and discursive "fillers" displayed similar behavior in the two modalities, differing only in terms of percentages / Doutorado / Doutor em Linguística
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Construções de "é que" em Português Europeu

Gonçalves, Sofia Cluysen Pereira January 2001 (has links)
Este trabalho que agora submete à Universidade do Porto consiste na apresentação e análise das construções com "é que" descontínuo e com é que " contínuo. Todas as construções têm em comum a presença do verbo ser e a forma "que ". Procurei dar respostas a questões como:(i) qual a natureza do constituinte à esquerda de "que"?(ii) qual a natureza de "que"?(iii) quais as propriedades das construções com "é que" contínuo? Concluo que o constituinte à esquerda de "que " é foco e que o "que" é a mesma forma do complementador. Em todas as construções de clivagem o verbo ser selecciona uma oração pequena com dois membros; a variedade das construções deve-se em parte, ao movimento ou não de um membro da mesma.
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Sujeitos negativos e concordância negativa em português numa perspectiva de Sintaxe Comparada

Guedes, Carla Fernanda Ferreira January 2001 (has links)
Este trabalho teve como primeiro objectivo a análise de alguns procedimentos usados pelos falantes de uma determinada língua para levar a cabo um acto de negar. Em segundo lugar, procurámos desenvolver um estudo sobre a estrutura da frase negativa, em especial sobre o fenómeno da Concordância Negativa., por oposição à Dupla Negação, nas línguas românicas e germânicas. Tentámos encontrar pontos de contacto entre duas línguas tão distintas como são o português e o afrikaans, procurando uniformizar a análise estrutural das frases negativas nestas duas línguas. Na segunda parte, procedemos ao tratmento da questão da posição e natureza dos sujeitos negativos. Finalmente, analisámos os fenómenos de Concordância Negativa e da dupla Negação nas línguas românicas e germânicas dando especial relevo ao portuguÊs europeu e ao afrikaans
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As frases copulativas com ser : natureza e estrutura

Oliveira, Maria do Carmo Pereira January 2001 (has links)
Análise das frases que integram o verbo "ser", que conduz a uma bipartição: um "ser" lexical e um ser copulativo. Este último apresenta dois subtipos de frases: predicativas atributivas e predicativas identificacionais, com comportamentos sintácticos e semânticos diversos. Análise sintáctica das frases copulativas com vista a apurar a estrutura deste genero de frases: o conceito de oração pequena e de construções de elevação - problemas associados: a detecção de fenómenos de concordância à direita, o acesso a Caso e a existência de construções ? e construções invertidas. Tratamento destas questões à luz da sintaxe generativa.
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A sintaxe da coordenação e os conectores conclusivos : estudo de caso : a coordenação conclusiva na estruturação de textos argumentativos de jovens em idade escolar

Oliveira, Maria do Carmo Pereira January 2011 (has links)
O principal objectivo desta dissertação consiste na verificação das propriedades sintácticas das estruturas complexas que envolvem relações de conclusão. A este surge aliado um segundo prop6sito que visa determinar de que modo os jovens em idade escolar dominam o conhecimento explicito da gramatica da coordenação e de que forma o conseguem actualizar em produções escritas. Assim, este trabalho apresenta duas partes distintas: a primeira parte aborda questões atinentes à coordenação, aos conectores conclusivos e à estrutura sintática das frases conclusivas e a segunda descreve um estudo de caso, desenvolvido com um grupo de alunos do Ensino Básico de uma escola da cidade do Porto. Dado que a gramatica tradicionalmente inclui as frases conclusivas entre as coordenadas e face à existência de alguns estudos que contestam essa inclusão, interessou-nos apurar as principais propriedades da coordenação. Nessa medida, apresentamos uma revisão critica das características mais relevantes dos complexos coordenados: a Lei de Coordenação de Semelhantes, a Condição de Estrutura Coordenada e o Movimento de Extração Simultânea e a Elipse Lacunar. Com base nos estudos Linguísticos mais recentes, procedemos à descrição da sintaxe da coordenação, tradicionalmente perspetivada como uma organização multinuclear. Actualmente as hipóteses de descrição da coordenação caracterizam-na como uma estrutura hierárquica assimétrica, proposta que adoptamos nesta dissertação. Dado que a coordenação pode ser articulada por conjunções coordenativas, verificamos as propriedades consensualmente reconhecidas a estes itens e tentamos descrever os conectores conclusivos. Assim, e apresentado um breve percurso diacrónico de todos os itens que as varias gramaticas elencam como capazes de estabelecer a articulação conclusiva [...]
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Construções causativas no português do centro-oeste nos séculos XVIII-XIX e no português atual

Borges, Dalmo Vinícius Coalho 27 June 2008 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Letras, Departamento de Linguística, Português e Línguas Classicas, Programa de Pós-Graduação em Linguística, 2008. / Submitted by Diogo Trindade Fóis (diogo_fois@hotmail.com) on 2009-09-08T12:27:47Z No. of bitstreams: 1 2008_DalmoVCBorges.pdf: 4844258 bytes, checksum: c3e7a3254bed76c7e66e400067d6c21d (MD5) / Approved for entry into archive by Tania Milca Carvalho Malheiros(tania@bce.unb.br) on 2009-09-08T12:48:37Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2008_DalmoVCBorges.pdf: 4844258 bytes, checksum: c3e7a3254bed76c7e66e400067d6c21d (MD5) / Made available in DSpace on 2009-09-08T12:48:37Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2008_DalmoVCBorges.pdf: 4844258 bytes, checksum: c3e7a3254bed76c7e66e400067d6c21d (MD5) Previous issue date: 2008-06-27 / Esta dissertação trata da sintaxe das construções causativas do português do Brasil (PB), considerando-se dados coletados em textos produzidos na Capitania de Goiás durante os séculos XVIII e XIX e do PB atual. O estudo é desenvolvido com base no quadro teórico da gramática gerativa, adotando-se ainda a perspectiva da mudança lingüística. Na discussão, apresenta-se contextualização sócio-histórica a fim de se evidenciar o contato de línguas na região. Os resultados do levantamento de dados indicam que construções causativas, nos séculos XVIII e XIX, selecionam complemento oracional finito ou infinitivo sem flexão. Nas construções com verbo no infinitivo o causado é realizado à direita do verbo tanto como um sintagma sem preposição quanto em uma configuração preposicional, como um dativo, dependendo da transitividade do verbo. No PB atual, identifica-se o uso preferencial da oração infinitiva, com o verbo da oração subordinada com ou sem flexão (em detrimento da oração finita), sendo o causado realizado categoricamente sem preposição, o que sugere uma situação de mudança lingüística. Dadas as propriedades das construções causativas examinadas, propõe-se que a reanálise da construção causativa no PB é determinada por mudança paramétrica na codificação do dativo e da modalidade, com implicações para o surgimento da configuração causativa bi-oracional (em substituição à configuração monooracional). Por fim, investigam-se as propriedades sintáticas das construções em que o causado tem realização nula, com interpretação arbitrária, estabelecendo-se correlação com a transitividade do verbo no infinitivo. __________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / This dissertation examines the syntax of causative constructions in Brazilian Portuguese (PB), considering data collected in texts from the Capitania de Goiás produced in the 18th and 19th centuries as well from contemporary PB. The study adopts the generative framework as well as a language change approach. In the discussion, a historical view is firstly provided in order to render explicit the language contact in the region. The descriptive results concerning the data in the 18th and 19th centuries point to the presence of causative constructions selecting both finite and non-finite complements. In the latter the infinitive is non-inflected and the causee is syntactically realized on the right of the verb either as a non-prepositional or a prepositional phrase, as a dative, depending on the transitivity of the verb. In the contemporary PB, the construction with the infinitive is preferred, with the infinitive being either inflected or non-inflected, and the causee being categorically realized to the left of the infinitive, without the preposition, which points to a situation of language change. Given the grammatical properties of the relevant constructions, it is proposed that the reanalysis of causatives in BP is determined by parametric change affecting the grammatical encoding of the dative function and modality, with implications for the occurrence of the bi-clausal configuration as a substitute for the mono-clausal configuration. Finally, the syntactic properties of the causative construction in which the causee is null with an arbitrary interpretation are examined, and a correlation with the transitivity of the embedded verb is established.
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Tópico proeminente e sujeiro nulo no PB : questões em aberto

Vieira, Juliana Maria Coutinho 20 March 2014 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Letras, Departamento de Linguística, Português e Línguas Clássicas Programa de Pós-Graduação em Linguística, 2014. / Submitted by Albânia Cézar de Melo (albania@bce.unb.br) on 2014-09-04T15:44:45Z No. of bitstreams: 1 2014_JulianaMariaCoutinhoVieira.pdf: 550562 bytes, checksum: 293e40e95bc93bea19da8abc40a5975c (MD5) / Approved for entry into archive by Guimaraes Jacqueline(jacqueline.guimaraes@bce.unb.br) on 2014-09-10T12:31:08Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2014_JulianaMariaCoutinhoVieira.pdf: 550562 bytes, checksum: 293e40e95bc93bea19da8abc40a5975c (MD5) / Made available in DSpace on 2014-09-10T12:31:08Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2014_JulianaMariaCoutinhoVieira.pdf: 550562 bytes, checksum: 293e40e95bc93bea19da8abc40a5975c (MD5) / Esta dissertação investiga de que forma os sujeitos nulos do português do Brasil têm sido analisados em pesquisas nacionais e internacionais, dando ênfase ao modo como tais estudos especificam as características sintáticas e semânticas dos sujeitos nulos de terceira pessoa. Especificamente, este estudo buscou investigar de que forma os sujeitos nulos de 3ª pessoa nula têm sido analisados nos trabalhos sobre o português do Brasil; que tipo de sentenças têm sido utilizadas para embasar as diferentes análises; de que forma os sujeitos nulos de 3ª pessoa têm sido analisados em línguas consideradas semelhantes ao português e, por fim, se existem dados ainda não considerados pelos estudos apresentados. No que tange ao português brasileiro, foram analisados estudos tais como Duarte (2000), Negrão & Viotti (2000), Modesto (2000, 2004 e 2008), Rodrigues (2004), Rabelo (2010) e Pilati & Naves (2013). Entre os estudos internacionais, destacam-se os de Egerland & Sigurdsson (2009) e Holmberg (2010a, 2010b). O que se constata é que os autores que têm estudado esse tema com dados do português do Brasil afirma que a morfologia de terceira pessoa, por si só, não é capaz de identificar o sujeito nulo. Ao mesmo tempo, também se atesta que as pesquisas sobre o tema apresentam diferentes análises para o fenômeno. Quanto aos dados, foram encontrados contextos reais de escrita em que há dados considerados agramaticais por certos autores, tais como ocorrência de sujeitos nulos de terceira pessoa com referência ao objeto, ocorrência de sujeitos nulos em orações relativas e em sentenças iniciadas por como. Em relação ao tratamento dado aos sujeitos nulos de terceira pessoa em estudos comparativos com dados do finlandês e do português do Brasil, constatou-se que os autores têm analisado as construções de referência indeterminada com sujeitos nulos de 3ª pessoa como contextos com leitura genérica em ambos os casos, e que, no português do Brasil, há contextos com leitura genérica, mas também há contextos com leitura arbitrária. Tal fato revela que as análises que propõem a mesma derivação sintática para o português do Brasil e para o finlandês precisam ser revistas. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT / This dissertation investigates how Brazilian null subjects have been analyzed in national and international research, emphazising how such studies specify null subjects syntatically and semantically in the third person. Specifically, this study seeks to investigate how the third person’s null subject has been analyzed in Brazilian Portuguese academic work; what kind of sentences have been used to support the different analyses; how the third person’s null subject has been analyzed in languages similar to Portuguese; and finally, if there is data on the subject which was not covered by the aforementioned studies. Some of the studies investigated by the present research include Duarte (2000), Negrão and Viotti (2000), Modesto (2000, 2004 e 2008), Rodrigues (2004), Rabelo (2010) e Pilati and Naves (2013). Among the international studies, the work Egerland and Sigurdsson (2009) e Holmberg (2010a, 2010b) are emphazised. Present findings suggest that most researchers on this topic who focused on Brazilian Portuguese data, propose that third person morphology in itself is incapable of identifying the null subject. Furthermore, they point that research on the topic has applied different analyses to the phenomenon. In regards to the data, real writing contexts in which data is considered ungrammatical by some authors, such as when third-person is used in reference to the object, in relative clauses, and sentences start with "how". Regarding the treatment given to the third person’s null subjects in comparative studies with Finnish and Brazilian Portuguese data, it was found that the authors have analyzed the constructions of undetermined reference with the third person’s null subjects as contexts with generic reading for both cases, and that in the Brazilian Portuguese, there are contexts with generic reading but also with arbitrary reading. This fact reveals that the analyses suggesting the same syntactic derivation for Br azil ia n Portuguese and for Finnish need to be revised.
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Preposições introdutoras de orações infinitivas

Machado, Daniel de Brito 18 July 2013 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Letras, Departamento de Linguística, Português e Línguas Clássicas, Programa de Pós-Graduação em Linguística, 2013. / Submitted by Albânia Cézar de Melo (albania@bce.unb.br) on 2013-11-08T14:19:58Z No. of bitstreams: 1 2013_DanielBritoMachado.pdf: 899810 bytes, checksum: 84260eb5de8476bce7644fec01d90394 (MD5) / Approved for entry into archive by Luanna Maia(luanna@bce.unb.br) on 2013-12-10T11:28:55Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2013_DanielBritoMachado.pdf: 899810 bytes, checksum: 84260eb5de8476bce7644fec01d90394 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-12-10T11:28:55Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2013_DanielBritoMachado.pdf: 899810 bytes, checksum: 84260eb5de8476bce7644fec01d90394 (MD5) / Esta dissertação tem como objetivo investigar as propriedades semânticas e sintáticas das preposições em ambientes de oração infinitiva em oposição aos ambientes de complementação por sintagma nominal/determinante. Já se demonstrou em estudos anteriores que a preposição introdutora de oração infinitiva é mais aberta a flutuações do que a preposição que licencia o sintagma nominal/ determinante. Desta forma, o estudo questiona o porquê de haver essa disparidade, buscando relacioná-la às hipóteses vigentes sobre as propriedades formais da preposição nesses ambientes. Sob o quadro da Teoria Gerativa, toma-se por base a divisão entre preposições gramaticais/ funcionais e preposições lexicais, tanto quanto a hipótese de que as preposições gramaticais sejam realizadoras de Caso. Partindo desse pressuposto, espera-se que as preposições gramaticais/ funcionais se comportem de maneira consistente em todos os ambientes em que aparecem nesse papel. Entretanto, essa hipótese não se confirma. Na discussão, investiga-se o estatuto categorial do infinitivo, tradicionalmente analisado como uma forma nominal do verbo. Adotando-se critério relacionado à presença da categoria sujeito na projeção dessa categoria, conclui-se que o infinitivo é uma categoria verbal, o que exclui que seja marcado por Caso (abstrato) pela preposição. Sendo assim, a preposição é analisada como um elemento funcional demarcador da fronteira oracional. A dissertação também investiga as propriedades das preposições em outras línguas, como o inglês, o espanhol, o francês, mostrando similaridades que confirmam a análise proposta. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT / This dissertation investigates the semantic and the syntactic properties of prepositions introducing infinitival clauses, as opposed to contexts of noun complementation. Previous studies have shown that infinitival complementation is more open to preposition variation than the nominal one. The study thus aims to find out the reason for this disparity, trying to relate it to the hypothesis concerning the formal properties of prepositions in these contexts. Adopting the generative framework, we take into consideration the well-known distinction between lexical and grammatical/functional prepositions, as well as the hypothesis that grammatical/ functional prepositions are (abstract) Case markers. Under this assumption, it is expected that the prepositions display a uniform behavior, which is not confirmed. In the discussion we investigate the categorial properties of the infinitive, which is traditionally analyzed as a nominal form of the verb. Assuming a criterion based on the presence of the subject position in the infinitive projection, we arrive at the conclusion that the infinitive is a verbal category, which excludes that the infinitive clause is assigned Case by the preposition. The dissertation further takes into consideration the syntax of the prepositions in languages such as English, Spanish and French, showing similarities that prove to be relevant for the present analysis.
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A indeterminação do sujeito em editoriais jornalísticos do Recife

FLORENCIO, José Herbertt Neves 05 February 2015 (has links)
Submitted by Isaac Francisco de Souza Dias (isaac.souzadias@ufpe.br) on 2016-02-24T18:35:00Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) DISSERTAÇÃO Jose Herbertt Neves Florencio.pdf: 1227127 bytes, checksum: 84a5fae3eb36ac2d2ad8d3fd22b742aa (MD5) / Made available in DSpace on 2016-02-24T18:35:00Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) DISSERTAÇÃO Jose Herbertt Neves Florencio.pdf: 1227127 bytes, checksum: 84a5fae3eb36ac2d2ad8d3fd22b742aa (MD5) Previous issue date: 2015-02-05 / CNPQ / Partindo do pressuposto de que a linguagem é constituída na interação, em seu funcionamento, nas atividades de uso da língua (NEVES, 1997, 2007; FURTADO DA CUNHA, 2009; MARCUSCHI; KOCH, 2006; MARCUSCHI, 2008), nosso trabalho objetiva investigar os contextos de uso em que aparece o fenômeno linguístico da ‘indeterminação do sujeito’ em editoriais jornalísticos publicados no Recife. Especificamente, investigamos quais são as estruturas linguísticas utilizadas para indeterminar-se o sujeito de uma sentença e que funções textual-discursivas as estruturas de sujeito indeterminado assumem em um contexto específico. Nosso corpus de trabalho constitui-se de 12 (doze) editoriais publicados em sua versão on-line no primeiro semestre de 2014, no Recife, sendo 6 (seis) do Jornal do Commercio e 6 (seis) do Diario de Pernambuco. Analisamos, então, 300 (trezentas) ocorrências de sujeito indeterminado que aparecem nesses textos, utilizando, para isso, de métodos tanto quantitativos quanto qualitativos. Buscando ir além dos postulados da Gramática Tradicional (HAUY, 2014; ALMEIDA, 2009; CUNHA; CINTRA, 2008; BECHARA, 2009; entre outros), utilizamos como referencial teórico os gramáticos brasileiros que seguem uma linha mais funcionalista dos estudos da linguagem (NEVES, 2011; CASTILHO, 2010; PERINI, 2010; AZEREDO, 2008; BAGNO, 2011). Tais autores entendem o fenômeno da indeterminação como algo ligado às intenções discursivas do produtor do texto, algo que se constrói na relação entre esse texto e seu contexto. Levando em consideração essa visão sobre a língua, assumimos que a indeterminação do sujeito ocorre quando o produtor desse texto opta por fazer uma referência genérica no contexto. Assim, também os estudos sobre referenciação como os de Antunes (1996, 2002), Cavalcante (2012), Koch e Marcuschi (1998) e Neves (2007) foram importantes para nossa fundamentação teórica. Em nossa análise, então, pudemos perceber que a indeterminação do sujeito é um recurso amplamente utilizado, sobretudo, quando se quer representar uma coletividade, tratando de temas polêmicos. O autor do texto, na posição de representante do jornal, procura proteger sua face tendo em vista as críticas políticas e sociais a que ele procede nos editoriais. / En supposant que le langage est constitué en interaction, dans son fonctionnement, dans les activités d'utilisation de la langue (NEVES, 1997, 2007; FURTADO DA CUNHA, 2009; MARCUSCHI; KOCH, 2006; MARCUSCHI, 2008), ce travail vise à étudier l'utilisation des contextes dans lesquels il y a le phénomène linguistique de l'indétermination du sujet dans les éditoriaux de journaux publiés à Recife. Plus précisément, nous examinons quelles sont les structures linguistiques utilisées pour faire l’indétermition du sujet d'une phrase et leurs fonctions textuelles-discursive prises dans un contexte spécifique. Notre corpus de travail est composé de douze (12) éditoriaux publiés dans sa version en ligne dans la première moitié de 2014, à Recife, en ayant six (6) du Jornal do Commercio et six (6) du Diario de Pernambuco. Nous avons analysé, alors, trois cents (300) occurrences de sujet indéterminé qui apparaissent dans ces textes, en utilisant, pour cela, deux méthodes quantitatives et qualitatives. Cherchant à aller au-delà des postulats de la grammaire traditionnelle (HAUY, 2014; ALMEIDA, 2009; CUNHA; CINTRA, 2008; BECHARA, 2009, et d’autres), nous avons utilisé comme quadre théorique les grammairiens brésiliens d’une ligne fonctionnaliste des études de langues (NEVES, 2011; CASTILHO, 2010; PERINI, 2010; AZEREDO, 2008; BAGNO, 2011). Ces auteurs comprennent le phénomène de l'indétermination avec un lien aux intentions discursives du producteur d’un texte, quelque chose qui est construite sur la relation entre le texte et son contexte. Compte tenu de cette vue d'ensemble sur la langue, nous supposons que l'indétermination du sujet se produit lorsque le producteur du texte choisit de faire une référence générique en contexte. De même les études sur référenciations comme ceux de Antunes (1996, 2002), Cavalcante (2012), Koch et Marcuschi (1998) et Neves (2007) ont été importants pour notre quadre théorique. Dans notre analyse, donc, nous voyons que l'indétermination du sujet est une caractéristique largement utilisée, en particulier lorsqu’on souhaite représenter une collectivité, sourtout en traitant des questions controversées. L'auteur du texte, dans le poste de représentant du journal, a le moyen de protéger son visage en vue de la critique politique et sociale à laquelle il procède dans les éditoriaux.
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A sintaxe diacronica das interrogativas-q do portugues

Lopes-Rossi, Maria Aparecida Garcia, 1961- 12 July 1996 (has links)
Orientador: Mary A. Kato / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Estudos da Linguagem / Made available in DSpace on 2018-07-21T18:53:05Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Lopes-Rossi_MariaAparecidaGarcia_D.pdf: 23610670 bytes, checksum: 7da8475835d05e040e16a0a6c7345a69 (MD5) Previous issue date: 1996 / Resumo: Este é um estudo diacrônico da sintaxe das interrogativas diretas com pronome ou advérbio interrogativo - interrogativas-Q - do Português a partir do séc. XVI, fundamentado nos pressupostos da Gramática Gerativa. Os dados diacrônicos do Português Brasileiro Moderno (PBM) e do Português Europeu Moderno (PEM) mostram que este estudo deve considerar dois grupos de estruturas: interrogativas sem "é que" e interrogativas com "é que". No primeiro caso, o PBM distanciou-se .do PEM de forma que se pode dizer que essas duas línguas caracterizam-se por uma marcação diferente para o parâmetro do Movimento- Wh. A partir do séc. XIX a gramática do PBM passou a permitir duas estruturas sintáticas - "Q S V" e "Q-in-situ" - incompatíveis com a gramática de uma língua marcada [+movimento- Wh] como é o PEM e como era o Português Europeu Clássico (PEC), em cujos dados se observa um padrão de interrogativa do tipo "Q V S". O PBM é hoje uma língua marcada [-movimento-Wh] porque perdeu a propriedade de movimento conjunto de sintagma-interrogativo e de V. Não apresenta operador- Wh ligado a uma variável, mas sim sintagma-9.uantificador que funciona como um item de polaridade ligado a um morfema interrogativo, como ocorre nas línguas orientais de Wh in-situ. No caso das interrogativas com "é que", PBM e PEM apresentam em comum a característica de terem implementado esse tipo de estrutura sintática a partir do séc. XIX, como resultado de extração- Wh de estrutura clivada. Em termos de representação estrutural, as interrogativas "é que" do PEM diferem das do PBM por causa da mudança paramétrica pela qual passou esta lingua com relação ao movimento- Wh. Em ambas as línguas, especialmente na fala, esse é o tipo de interrogativa mais freqüente / Abstract: Not informed. / Doutorado / Doutor em Linguística

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