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Sobre a percepção: um processo objetivo, categórico e não conceitual

Oliveira, Debora Fontoura de 09 April 2015 (has links)
Submitted by Maicon Juliano Schmidt (maicons) on 2015-06-03T13:53:36Z No. of bitstreams: 1 Debora Fontoura de Oliveira_.pdf: 2619652 bytes, checksum: e8c53e9ee6aabe91ccc15fcccae1c55c (MD5) / Made available in DSpace on 2015-06-03T13:53:36Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Debora Fontoura de Oliveira_.pdf: 2619652 bytes, checksum: e8c53e9ee6aabe91ccc15fcccae1c55c (MD5) Previous issue date: 2015-04-09 / CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / PROSUP - Programa de Suporte à Pós-Gradução de Instituições de Ensino Particulares / Este trabalho visa apresentar e avaliar as diferentes teorias sobre o processo perceptivo, a fim de defender que a percepção é um processo objetivo, categórico e não conceitual. A ideia é, juntamente com a posição adotada por Tyler Burge,assegurar que a percepção é um processo representacional no qual a experiência perceptual consiste na apreensão direta dos dados sensoriais, os quais servem de base para a construção das representações perceptuais. As representações perceptuais são concebidas como proxytypes, que servem como o conteúdo não conceitual da percepção e correspondem ao mundo externo. Estes representam os objetos e os estados de coisas do mundo devido a uma semelhança entre as propriedades dos objetos e as propriedades sensoriais representadas pelos indivíduos. Os objetos e as suas propriedades são, então, representados a partir da integração das informações sensoriais pelo mecanismo da percepção categórica, o qual é responsável pela discriminação e identificação dessas informações em categorias perceptuais independentes de estruturas conceituais. Desse modo, propomos que a percepção é objetiva por dois motivos: (a) porque ela é um processo que pressupõe como verdadeiro um realismo frente ao mundo físico e nos permite acessar e conhecer os objetos dispostos no mundo de modo objetivo, e (b) por ser um processo que é alcançado tanto por animais humanos quanto não humanos. Ela é um processo categórico porque ela admite que as informações sensoriais são categorizadas em representações perceptuais durante a própria experiência perceptiva, função esta realizada pela percepção categórica. Ao mesmo tempo, ela é não conceitual, uma vez que qualquer criatura, dotada de um sistema sensorial e nervoso, é capaz de perceber o mundo mesmo quando ela não possui um conceito para descrever dado conteúdo ou ainda não possua a capacidade de se referir a ele demonstrativamente. / This work aims to present and evaluate different theories regarding the perceptual process, defending that the perception is an objective, categorical and non-conceptual process. The idea is to, along with Tyler Burge’s position, ensure that the perception is a representational process where the perceptual experience consists in the direct apprehension of sensory data, which are used as the basis for the construction of perceptual representations. The perceptual representations are designed as proxytypes, and they serve as the non-conceptual content of the perception and correspond to the outside world. They represent the objects and the states of affairs of the world due to a similarity between the properties of the objects and the sensory properties represented by the individuals. The objects and their properties are then represented through the integration of sensory information by the mechanism of categorical perception, which is responsible for the discrimination and identification of that information in perceptual categories, and are independent of conceptual structures. This way, we propose that the perception is objective for two reasons (a) because it is a process that assumes as true a realism of the physical world and allows us to access and understand the objects arranged in the world in an objective way, and (b) because it is a process that is accomplished by both human and non-human animals. Perception is a categorical process because it admits that sensory information is categorized into perceptual representations during the actual perceptual experience, and this function is performed by categorical perception. At the same time, it is not conceptual, since any creature equipped with a sensory and nervous system is able to perceive the world even if it does not have a concept for describing given contents or not yet has the ability to refer to them demonstratively.

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